Carboidratos Alimentação Cães e Gatos
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- Thiago das Neves Marreiro
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1 Carboidratos Alimentação Cães e Gatos
2 Definição Os carboidratos são compostos orgânicos constituídos por carbono, hidrogênio e oxigênio Fórmula empírica [Cx(H2O)y] Presentes nos vegetais, constituem até 85% dos grãos
3 Carboidrato Alimentos cães e gatos Podem representar de 40 a 55% da matéria seca dos alimentos para cães e gatos Fornecem de 30% a 60% da energia metabolizável dos alimentos secos extrusados, a depender se sua composição química 2013 foram utilizadas 1,6 mil T fontes amido/fibra
4 Ingrediente Econômico Premium Super-premium Total s (n=21) (n=21) (n=14) (n=56) % % % N Milho 71,4 90,5 64,3 43 Gordura animal estabilizada 42,9 52,4 28,6 24 Quirera de arroz 28,6 42, Arroz integral 47,6 28,6 35,7 21 Gordura de frango 28,6 28, Farelo de trigo 57,1 23, Óleo vegetal 9,5 14,3 21,4 8 Lipídeos de origem animal 19 9,5 7,1 7 Farinha de arroz 19 9,5 7,1 7 Trigo 4,8 19,1 7,1 6 Milho pré-gelatinizado ,1 5 Sorgo 0 14,3 7,1 4 Carboidratos para cães (Brasil)
5 Ingrediente Econômicos Premium Super-premium Total (n=3) (n=8) (n=8) (n=19) % % % N Milho 66, ,5 15 Gordura animal estabilizada 66,7 87,5 37,5 12 Carboidratos para gatos (Brasil) Arroz integral 33,3 37, Óleo vegetal 66,7 37,5 37,5 8 Gordura de frango 33,3 12,5 62,5 7 Quirera de arroz 33,3 37,5 37,5 7 Farelo de trigo 66,
6 Carboidrato Alimentos para cães e gatos Carboidratos presentes na dieta incluem Açúcares de baixo e alto peso molecular Amido Parede celular Polissacarídeos não amiláceos de armazenamento Fibras Suas características nutritivas dependem Composição dos seus açúcares Tipos de ligação química Fatores físico-químicos de digestão Processamento do ingrediente
7 Classificação Perspectiva Nutricional Proposta e adotada pelo NRC (2006) Carboidratos absorvíveis Carboidratos digestíveis Carboidratos fermentáveis Carboidratos não fermentáveis
8 Classificação Nutricional Carboidratos absorvíveis Monossacarídeos glicose, frutose, galactose, ribose e desoxirribose Compostos diretamente absorvíveis não requer hidrólise pelas enzimas gástricas Glicose e frutose são os predominantes em alimentos para cães e gatos
9 Classificação Nutricional Carboidratos digeríveis Dissacárideos lactose, sacarose, maltose, trehalose Ligação entre os monossacarídeos ocorre por meio de ligação glicosídica, formada pela perda de uma molécula de água Rapidamente sofrem hidrolise por dissacaridases para depois serem absorvidos
10 Classificação Nutricional Carboidratos digeríveis Amido é um polissacarídeo não estrutural principal carboidratos dos grãos de cereais Amilose ligação α-1,4 Amilopectina ligações α-1,4 e α-1,6 alfa Compostos acessíveis às enzimas dos mamífero (α-amilases/duodeno)
11 Classificação Nutricional Carboidratos fermentávies escapam da digestão Oligossacarídeos Constituídos de 3 a 10 monossacarídeos, unidos por ligações glicosídicas Frutanos do tipo inulina, galactooligossacarideos, xylooligossacarideos, fructooligossacarideos, rafinose, estaquiose, lactose Amido resistente dissacarídeos (lactose) e amido que escapam da digestão do I.D. Fibra alimentar Polissacárideos da parede celular celulose, hemicelulose and algumas pectinas Polissacárides não celulósicos pectinas, gomas e goma arábica Lignina
12 Classificação Nutricional Carboidratos não fermentáveis Polissacarídeos são carboidratos grandes, às vezes ramificados, formados pela união de mais de dez monossacarídeos ligados em cadeia por ligações β 1,4 e 1,6 Polissacrídeos: celulose, lignina e outros compostos da parede celular dos vegetais Contribuem diretamente para o aumento do volume fecal e redução no tempo de trânsito intestinal (retenção de água) Empregados para redução do valor energético do alimento (light, diet, para obesos) celulose e farelo de trigo
13 Classificação Nutricional Fibra Compostos acessíveis apenas às enzimas de bactérias, fungos e protozoários ligação β 1,4 e 1,6 Polissacárideos da parede celular celulose, hemicelulose and algumas pectinas (fibras insolúveis/pouco solúveis) Polissacárides não celulósicos pectinas, gomas e goma arábica (fibras solúveis) Lignina Fermentação produto final AGCC
14 Análise química Carboidratos Extrativos não nitrogenados (ENN) Fibra ENN = (água + MM + PB + EE + FB) inclui o erro das análises anteriores integrado por: amido, dissacárides, oligossacárides, gomas, pectina, B- glicanos, mucilagens, hemicelulose Pouco uso devido aos erros dessa análise
15 Método analítico fibra dietética total Constituinte químico Lignina Celulose Hemicelulose Pectina Gomas Análise da fibra bruta Fibra Bruta Extrativos Não Nitrogenados (carboidratos) Fibra Detergente Neutro Análise de Van Soest Fibra Detergente Carboidrato Ácido Hemicelulose Análise enzimáticogravimétrica Fibra Insolúvel Fibra Solúvel
16 Método analítico Fibra Bruta Consiste de 50 a 80% celulose, 10 a 15% lignina e 20% hemicelulose Essencialmente não digestível p/ cães e gatos Método exigido pelo Ministério da Agricultura (consta no rótulo de todas as rações) A analise de fibra bruta mede apenas uma fração das fibras alimentares totais. Perde: gomas, mucilagens e pectina da amostra Pode representar menos de 1/7 das fibras totais do alimento.
17 Método analítico Método Van Soest parede celular (carboidratos estruturais) conteúdo celular (alta disponibilidade nutricional) FDN (fibra em detergente neutro) lignina, celulose e hemicelulose digestão aparente mais alta para cães e gatos FDA (fibra em detergente ácido) lignina e celulose pouco digerível para cães e gatos
18 Método analítico Fibra Dietética Total (Prosky) Fibra Alimentar Método mais moderno e preciso Proteases + lipases + amiloglicosidades Precipitação com metanol Fibra insolúvel + fibra solúvel (gomas, pectina e muscilagens) Método utilizado para estudo com seres humanos
19 Método de análise e teor de fibra - ingredientes C Soja P Cit F Trigo BCH FAD P Beter FB (%) 26,59 11,50 5,98 36,53 8,81 19,0 FDA (%) 38,47 22,54 10,42 45,71 12,22 28,7 FDN (%) 52,63 20,04 32,61 52,63 26,61 60,1 FDT (%) 76,78 56,47 46,20 63,82 22,50 76,8 aumento 3x 5x 8x 2x 3x 6x BCH- bagaço de cana hidrolizado; FAD- farelo de arroz desengordurado
20 Funções - Amido Energia química 30 a 55% rações secas/semi-úmidas carboidrato 30 a 60% da energia destas rações 23% 57% 20% PB (3,5 kcal/g) Gord (8,5 kcal/g) Carb (3,5 kcal/g)
21 Digestão de carboidratos Tubo digestivo Amido Amilase pancreática Glicose Frutose Galactose Sangue
22 Metabolismo - Amido Polissacárideos e Oligossacárideos (amido) Intestino (duodeno) carboxilases alfa-amilase Dissacárideos e Trissacárideos (maltose) borda em escova (jejuno) dissacaridases (maltase, sacarase, lactase) Monossacárides (absorção ativa c/ gasto de E) duodeno e jejuno > íleo
23 Metabolismo Glicose Combustível básico das células Do alimento Sintetizada no organismo glicerol / aminoácidos / ác. Propiônico Cães e Gatos não necessitam de amido Cadelas em lactação manutenção da relação proteína:energia (KIENZLE et al., 1989) gordura da dieta por triglicérides (BURGUER, 1990) aminoácidos + glicerol = manutenção glicemia
24 Funções - Amido Função estrutural no extrusado Forma Textura Dureza Densidade Palatabilidade
25 Funções - Fibra Consistência e volume fecal Saúde intestinal e saúde geral Digestão e absorção de nutrientes Ingestão de alimentos Tempo de transito intestinal
26 Funções - Fibra Produção de ácidos graxos cadeia curta Saúde intestinal e saúde geral Estrutura da mucosa intestinal saúde do intestino Composição da microbiota intestinal
27 Propriedades da fibra Físicas Solubilidade Tamanho das partículas Estimulo à superfície mucosa (tátil, distensão) Químicas Grau de fermentação microbiana Ácidos Graxos Cadeia Curta (acético, propiônico e butírico) Efeitos sobre o ambiente intestinal ph força osmótica movimento de água composição de monossacárides, estrutura e grau de polimerização
28 Características de algumas fontes de fibra Fibra Solubilidade Fermentabilidade Polpa Beterraba baixa moderada Farelo Arroz baixa baixa / moderada Pectina alta alta Goma Arábica alta moderada Goma Xantam alta baixa REINHART, 1996
29 Teor de água das fezes Interferência na digestão Características fisico-químicas e taxa de inclusão Alta fermentação Elevada solubilidade Fermentação moderada Solubilidade moderada Baixa fermentação Insolúvel Taxa de inclusão
30 Produção de ácidos graxos de cadeia curta Fermentação bacteriana Acido acético Acido propiônico Acido butírico (85-95%) ac butírico > ac acético > glutamina > glicose 60-70% da E colonócitos Tipo de Fibra: composição de monossacárides, estrutura e grau de polimerização Espécies de bactérias, proporção de AGCC produzidos, local e velocidade de produção
31 Classificacao dos alimentos quanto ao teor de fibra Tipo de alimento %FB Manutenção < 3-4% Baixa energia 6% (podendo ser > 10%) Alta energia < 2,5%
32 Prebiótico Fibras fermentaveis Neoaçúcares - polissacárideos - fibra substrato seletivo p/ bactérias benéficas Fructooligossacárides Polímeros de frutose Fermentação por Aspergillus niger Mananooligossacárides Polímeros de manose e glicose Extraído da parede celular de saccharomyces cerevisae
33 Prebióticos Redução do número de bactérias patogênicas Lactobacillus spp Bifdobacterium spp E. coli Clostridium difficile Clostridium perfringens Salmonella sp inibe bactérias patogênicas estimula a imunidade colabora na digestão e absorção sinteze de vitaminas carcinógenos toxinas subst. putrefativas
34 Concentração (log10 ufcg/g) Composição da microbiota intestinal de gatos Lactobacillus C. Perfringens Controle FOS (p<0,05) (p<0,10) Sparkes et al, 1998
35 O processamento aumenta o aproveitamento do amido Moagem Milho Digestibilidade do amido (%) grosseiramente moído 79% finamente moído 94% grosseiramente moído mas cozido 88% (Pencovic; Morris, 1975)
36 Processamento moagem laminação expansão cocção extrusão gelatinização, expansão e/ou hidratação dos grânulos de amido, possibilitando melhor contato e ação das enzimas amilolíticas no ID
37 Processamento Gelatinização Grau de moagem Umidade, pressão Tempo de cozimento Temperatura Digestão ração mal processada amido resistente escapa digestão enzimática no ID e é fermentado no IG produção AGCC digestão ENN fezes moles, volumosas e flatulência
38 Processamento
39 Avaliação do processamento e apresentação Alimento mal moído e pouco expandido Alimento finamente moído e bem expandido Alimento mal moído, com melhor expanção Alimento com moagem e expanção intermediárias
40 Grãos integrais moídos para cães Dietas experimentais Mandioca Milho Sorgo Arroz Lentilha Ervilha Coeficientes de digestibilidade aparente Dietas isonutrientes, 35% amido Moídas a 0,8 mm MS 83 a 78 b 79 b 82 a 74 c 76 c PB 86 ab 86 b 85 bc 89 a 79 d 83 c EEA 92 a 89 bc 88 c 88 bc 89 bc 90 b AMIDO 99 a 99 ab 99 ab 99 a 98 b 98 b EB 87 a 84 b 84 b 87 a 78 d 80 c FDT 8 c 11 c 26 ab 17 bc 33 a 30 a (Takakura e Carciofi, 2003)
41 Grãos integrais moídos para cães Dietas experimentais Mandioca Milho Sorgo Arroz Lentilha Ervilha Dietas isonutrientes, 35% amido Coeficientes de digestibilidade aparente MS 83 a 78 b 79 b 82 a 74 c 76 c PB 86 ab 86 b 85 bc 89 a 79 d 83 c EEA 92 a 89 bc 88 c 88 bc 89 bc 90 b AMIDO 99 a 99 ab 99 ab 99 a 98 b 98 b EB 87 a 84 b 84 b 87 a 78 d 80 c FDT 8 c 11 c 26 ab 17 bc 33 a 30 a (Takakura e Carciofi, 2003)
42 Grãos integrais moídos para cães Dietas experimentais Mandioca Milho Sorgo Arroz Lentilha Ervilha Coeficientes de digestibilidade aparente Dietas isonutrientes, 35% amido MS 83 a 78 b 79 b 82 a 74 c 76 c PB 86 ab 86 b 85 bc 89 a 79 d 83 c EEA 92 a 89 bc 88 c 88 bc 89 bc 90 b AMIDO 99 a 99 ab 99 ab 99 a 98 b 98 b EB 87 a 84 b 84 b 87 a 78 d 80 c FDT 8 c 11 c 26 ab 17 bc 33 a 30 a (Takakura e Carciofi, 2003)
43 Grãos integrais moídos para cães Dietas experimentais Mandioca Milho Sorgo Arroz Lentilha Ervilha Dietas isonutrientes, 35% amido Coeficientes de digestibilidade aparente MS 83 a 78 b 79 b 82 a 74 c 76 c PB 86 ab 86 b 85 bc 89 a 79 d 83 c EEA 92 a 89 bc 88 c 88 bc 89 bc 90 b AMIDO 99 a 99 ab 99 ab 99 a 98 b 98 b EB 87 a 84 b 84 b 87 a 78 d 80 c FDT 8 c 11 c 26 ab 17 bc 33 a 30 a (Takakura e Carciofi, 2003)
44 Respostas glicêmicas e insulínicas Quanto mais rápida e completa a digestão, mais rápida e intensa será a curva glicêmica pós-prandial produzida por determinada fonte de amido (JENKINS et al., 1981) Amido aumento da glicemia secreção de insulina A utilização de dietas que minimizem e estendam a onda glicêmica pós-prandial proporciona um restabelecimento mais rápido e fácil da glicemia normal (LILJEBERG et al., 1996)
45 Glicose (mg/dl) Insulina ( UI/mL) Glicose (mg/dl) Insulina ( UI/mL) Respostas metabólicas (cães) Tempo (min) Glicemia - Arroz Tempo (min) Glicemia - Sorgo Tempo (min) Insulinemia - Arroz Tempo (min) Insulinemia - Sorgo (Takakura e Carciofi, 2003)
46 Milho Cereal rico em amido Maior consumo na alimentação animal Baixos teores de alguns aminoácidos essenciais Pobre em lisina e triptofano Características Limites Proteína Bruta (min %) 7 Extrato Etéreo (min %) 2 Fibra Bruta (máx %) 3,5 Amido (min %) 62 Matéria Mineral (máx %) 2
47 Arroz integral Subproduto originado do beneficiamento do grão de arroz sem casca Estão presentes pequenas quantidades de (casca), gérmen, fragmentos de arroz Características Limites Proteína Bruta (min %) 8,8 Extrato Etéreo (min %) 1,9 Fibra Bruta (máx %) 0,7 Amido (min %) 74,9 Matéria Mineral (máx %) 1,2
48 Quirera de arroz Produto resultante da classificação do arroz para consumo humano Características Limites Proteína Bruta (min %) 8 Extrato Etéreo (min %) 1,9 Fibra Bruta (máx %) 1 Amido (min %) 74,45 Matéria Mineral (máx %) 1,5
49 Sorgo Cereal com composição química semelhante ao milho. Pode apresentar tanino (Fator antinutricional) Diminui palatabilidade e digestibilidade Características Limites Proteína Bruta (min %) 7 Extrato Etéreo (min %) 2 Fibra Bruta (máx %) 3 Amido (min %) 61 Matéria Mineral (máx %) 1,5
50 Farelo de Trigo Subproduto resultante da moagem do trigo Composto de pericarpo, aleurona, gérmen, demais camadas internas do grão e outros resíduos do processo Amplamente utilizado na alimentação animal Uso em animais de moderada necessidade energética Características Limites Proteína Bruta (min %) 14 Extrato Etéreo (min %) 3 Fibra Bruta (máx %) 11 Amido (min %) 31 Matéria Mineral (máx %) 6,5
51 Casca de soja Película do grão de soja Obtida da extração do óleo Características Limites Proteína Bruta (min %) 10 Extrato Etéreo (min %) 2 Fibra Bruta (máx %) 40 Amido (min %) - Matéria Mineral (máx %) 7
52 Polpa de beterraba Polpa de beterraba seca Material fibroso proveniente da produção de açúcar de beterraba branca Baixa concentração de lignina Características Limites Proteína Bruta (min %) 8,45 Extrato Etéreo (min %) 0,47 Fibra Bruta (máx %) 21 Carboidratos (min %) 88,66 Matéria Mineral (máx %) 6,4
53 Farelo de arroz desengordurado Obtido do farelo integral de arroz branco ou parbolizado, após extração do óleo por solvente Subproduto da extração do óleo Características Limites Proteína Bruta (min %) 15 Extrato Etéreo (min %) 1 Fibra Bruta (máx %) 12 Carboidratos (min %) 48 Matéria Mineral (máx %) 13
54 Farelo de glúten de milho 21% Subproduto obtido a partir do processamento do milho, por via úmida É um ingrediente de teor protéico mediano, fibroso, com elevada concentração de hemicelulose e baixa de celulose e lignina Baixo teor de energia metabolizável como conseqüência do conteúdo expressivo de fibra Características Limites Proteína Bruta (min %) 25 Extrato Etéreo (min %) 4 Fibra Bruta (máx %) 7 Amido (min %) 12 Matéria Mineral (máx %) 6
55 Fibra de cana O bagaço de cana-de-açúcar passa por um tratamento de refinamento, até obtenção de 100% de fragmentos com tamanho inferior a 0,4 milímetro, o que dá origem à fibra de cana Composta por 53,5% de celulose, 31,3% de hemicelulose, 6,4% de lignina, 2,6% de proteína bruta, 2,6% de matéria mineral e conteúdo inexpressivo de gordura Com cerca de 91% de fibra dietética total, a fibra de cana possui praticamente 100% de fibra insolúvel
FIBRAS FIBRAS. As fibras insolúveis incluem: as fibras externas da ervilha, a celulose, as fibras do milho e as fibras da soja.
FIBRAS Até os anos 70 as fibras eram entendidas como componentes inertes dos alimentos que atravessavam o tubo digestivo e eram eliminados sem produzir efeitos no organismo humano. No entanto, os estudos
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