Regressão, Interpolação e Extrapolação Numéricas
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- Patrícia Chagas Borges
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1 , e Extrapolação Numéricas Departamento de Física Universidade Federal da Paraíba 29 de Maio de 2009, e Extrapolação Numéricas
2 O problema Introdução Quem é quem Um problema muito comum na física é o de conhecermos os valores de uma função em uma série de pontos e desejamos fazer previsões ou estimativas fora deles Conhecimento da forma analítica subjascente ao problema estimar parâmetros da função Estimar valor da função entre os valores conhecidos interpolação Estimar valor da função fora do intervalo de valores conhecidos extrapolação, e Extrapolação Numéricas
3 O problema Introdução Quem é quem Um problema muito comum na física é o de conhecermos os valores de uma função em uma série de pontos e desejamos fazer previsões ou estimativas fora deles Conhecimento da forma analítica subjascente ao problema estimar parâmetros da função Estimar valor da função entre os valores conhecidos interpolação Estimar valor da função fora do intervalo de valores conhecidos extrapolação, e Extrapolação Numéricas
4 O problema Introdução Quem é quem Um problema muito comum na física é o de conhecermos os valores de uma função em uma série de pontos e desejamos fazer previsões ou estimativas fora deles Conhecimento da forma analítica subjascente ao problema estimar parâmetros da função Estimar valor da função entre os valores conhecidos interpolação Estimar valor da função fora do intervalo de valores conhecidos extrapolação, e Extrapolação Numéricas
5 O problema Introdução Quem é quem Um problema muito comum na física é o de conhecermos os valores de uma função em uma série de pontos e desejamos fazer previsões ou estimativas fora deles Conhecimento da forma analítica subjascente ao problema estimar parâmetros da função Estimar valor da função entre os valores conhecidos interpolação Estimar valor da função fora do intervalo de valores conhecidos extrapolação, e Extrapolação Numéricas
6 O problema Introdução Quem é quem Um problema muito comum na física é o de conhecermos os valores de uma função em uma série de pontos e desejamos fazer previsões ou estimativas fora deles Conhecimento da forma analítica subjascente ao problema estimar parâmetros da função Estimar valor da função entre os valores conhecidos interpolação Estimar valor da função fora do intervalo de valores conhecidos extrapolação, e Extrapolação Numéricas
7 O que usar? Introdução Ajuste de dados é mais confiável que interpolação é mais confiável que extrapolação Os algoritmos para interpolação servem para extrapolação Contudo, são muito menos confiáveis, e Extrapolação Numéricas
8 O que usar? Introdução Ajuste de dados é mais confiável que interpolação é mais confiável que extrapolação Os algoritmos para interpolação servem para extrapolação Contudo, são muito menos confiáveis, e Extrapolação Numéricas
9 O que usar? Introdução Ajuste de dados é mais confiável que interpolação é mais confiável que extrapolação Os algoritmos para interpolação servem para extrapolação Contudo, são muito menos confiáveis, e Extrapolação Numéricas
10 polinomial Polinomial Spline cúbico Polinômios Suponha que conheçamos y i = f (x i ) em N + 1 pontos x 0 < x 1 <... < x N Existe um único polinômio P N (x) de grau N que passa por todos eles P N (x i ) = y i P N (x) = a 0 +a 1 (x x 0 )+a 2 (x x 0 )(x x 1 )+ +a N (x x 0 )(x x 1 ) (x x N 1 ) a 0 = y 0 a 0 + a 1 (x 1 x 0 ) = y 1 a 0 + a 1 (x 2 x 0 ) + a 2 (x 2 x 0 )(x 2 x 1 ) = y 2, e Extrapolação Numéricas
11 polinomial Polinomial Spline cúbico Polinômios Suponha que conheçamos y i = f (x i ) em N + 1 pontos x 0 < x 1 <... < x N Existe um único polinômio P N (x) de grau N que passa por todos eles P N (x i ) = y i P N (x) = a 0 +a 1 (x x 0 )+a 2 (x x 0 )(x x 1 )+ +a N (x x 0 )(x x 1 ) (x x N 1 ) a 0 = y 0 a 0 + a 1 (x 1 x 0 ) = y 1 a 0 + a 1 (x 2 x 0 ) + a 2 (x 2 x 0 )(x 2 x 1 ) = y 2, e Extrapolação Numéricas
12 polinomial Polinomial Spline cúbico Polinômios Suponha que conheçamos y i = f (x i ) em N + 1 pontos x 0 < x 1 <... < x N Existe um único polinômio P N (x) de grau N que passa por todos eles P N (x i ) = y i P N (x) = a 0 +a 1 (x x 0 )+a 2 (x x 0 )(x x 1 )+ +a N (x x 0 )(x x 1 ) (x x N 1 ) a 0 = y 0 a 0 + a 1 (x 1 x 0 ) = y 1 a 0 + a 1 (x 2 x 0 ) + a 2 (x 2 x 0 )(x 2 x 1 ) = y 2, e Extrapolação Numéricas
13 polinomial Polinomial Spline cúbico Polinômios Suponha que conheçamos y i = f (x i ) em N + 1 pontos x 0 < x 1 <... < x N Existe um único polinômio P N (x) de grau N que passa por todos eles P N (x i ) = y i P N (x) = a 0 +a 1 (x x 0 )+a 2 (x x 0 )(x x 1 )+ +a N (x x 0 )(x x 1 ) (x x N 1 ) a 0 = y 0 a 0 + a 1 (x 1 x 0 ) = y 1 a 0 + a 1 (x 2 x 0 ) + a 2 (x 2 x 0 )(x 2 x 1 ) = y 2, e Extrapolação Numéricas
14 polinomial Polinomial Spline cúbico Polinômios Suponha que conheçamos y i = f (x i ) em N + 1 pontos x 0 < x 1 <... < x N Existe um único polinômio P N (x) de grau N que passa por todos eles P N (x i ) = y i P N (x) = a 0 +a 1 (x x 0 )+a 2 (x x 0 )(x x 1 )+ +a N (x x 0 )(x x 1 ) (x x N 1 ) a 0 = y 0 a 0 + a 1 (x 1 x 0 ) = y 1 a 0 + a 1 (x 2 x 0 ) + a 2 (x 2 x 0 )(x 2 x 1 ) = y 2, e Extrapolação Numéricas
15 polinomial Polinomial Spline cúbico Polinômios Suponha que conheçamos y i = f (x i ) em N + 1 pontos x 0 < x 1 <... < x N Existe um único polinômio P N (x) de grau N que passa por todos eles P N (x i ) = y i P N (x) = a 0 +a 1 (x x 0 )+a 2 (x x 0 )(x x 1 )+ +a N (x x 0 )(x x 1 ) (x x N 1 ) a 0 = y 0 a 0 + a 1 (x 1 x 0 ) = y 1 a 0 + a 1 (x 2 x 0 ) + a 2 (x 2 x 0 )(x 2 x 1 ) = y 2, e Extrapolação Numéricas
16 Cálculo dos coeficientes Polinomial Spline cúbico 1 a 0 = f (x 0 ) 2 f 0 (x) = f (x) f (x 0) x x 0 = a 1 + a 2 (x x 1 ) + + a N (x x 1 ) (x x N 1 ) a 1 = f 0 (x 1 ) 3 f 1 (x) = f 0(x) f 0 (x 1 ) x x 1 = a 2 + a 3 (x x 2 ) + + a N (x x 2 ) (x x N 1 ) a 2 = f 1 (x 2 ) 4 Em geral, temos f k 1 (x) = f k 2(x) f k 2 (x k 1 ) x x k 1 = a k + a k+1 (x x k ) + + a N (x x k ) (x x N 1 ) a k = f k 1 (x k ), e Extrapolação Numéricas
17 Cálculo dos coeficientes Polinomial Spline cúbico 1 a 0 = f (x 0 ) 2 f 0 (x) = f (x) f (x 0) x x 0 = a 1 + a 2 (x x 1 ) + + a N (x x 1 ) (x x N 1 ) a 1 = f 0 (x 1 ) 3 f 1 (x) = f 0(x) f 0 (x 1 ) x x 1 = a 2 + a 3 (x x 2 ) + + a N (x x 2 ) (x x N 1 ) a 2 = f 1 (x 2 ) 4 Em geral, temos f k 1 (x) = f k 2(x) f k 2 (x k 1 ) x x k 1 = a k + a k+1 (x x k ) + + a N (x x k ) (x x N 1 ) a k = f k 1 (x k ), e Extrapolação Numéricas
18 Cálculo dos coeficientes Polinomial Spline cúbico 1 a 0 = f (x 0 ) 2 f 0 (x) = f (x) f (x 0) x x 0 = a 1 + a 2 (x x 1 ) + + a N (x x 1 ) (x x N 1 ) a 1 = f 0 (x 1 ) 3 f 1 (x) = f 0(x) f 0 (x 1 ) x x 1 = a 2 + a 3 (x x 2 ) + + a N (x x 2 ) (x x N 1 ) a 2 = f 1 (x 2 ) 4 Em geral, temos f k 1 (x) = f k 2(x) f k 2 (x k 1 ) x x k 1 = a k + a k+1 (x x k ) + + a N (x x k ) (x x N 1 ) a k = f k 1 (x k ), e Extrapolação Numéricas
19 Cálculo dos coeficientes Polinomial Spline cúbico 1 a 0 = f (x 0 ) 2 f 0 (x) = f (x) f (x 0) x x 0 = a 1 + a 2 (x x 1 ) + + a N (x x 1 ) (x x N 1 ) a 1 = f 0 (x 1 ) 3 f 1 (x) = f 0(x) f 0 (x 1 ) x x 1 = a 2 + a 3 (x x 2 ) + + a N (x x 2 ) (x x N 1 ) a 2 = f 1 (x 2 ) 4 Em geral, temos f k 1 (x) = f k 2(x) f k 2 (x k 1 ) x x k 1 = a k + a k+1 (x x k ) + + a N (x x k ) (x x N 1 ) a k = f k 1 (x k ), e Extrapolação Numéricas
20 Cálculo dos coeficientes Polinomial Spline cúbico 1 a 0 = f (x 0 ) 2 f 0 (x) = f (x) f (x 0) x x 0 = a 1 + a 2 (x x 1 ) + + a N (x x 1 ) (x x N 1 ) a 1 = f 0 (x 1 ) 3 f 1 (x) = f 0(x) f 0 (x 1 ) x x 1 = a 2 + a 3 (x x 2 ) + + a N (x x 2 ) (x x N 1 ) a 2 = f 1 (x 2 ) 4 Em geral, temos f k 1 (x) = f k 2(x) f k 2 (x k 1 ) x x k 1 = a k + a k+1 (x x k ) + + a N (x x k ) (x x N 1 ) a k = f k 1 (x k ), e Extrapolação Numéricas
21 Cálculo dos coeficientes Polinomial Spline cúbico 1 a 0 = f (x 0 ) 2 f 0 (x) = f (x) f (x 0) x x 0 = a 1 + a 2 (x x 1 ) + + a N (x x 1 ) (x x N 1 ) a 1 = f 0 (x 1 ) 3 f 1 (x) = f 0(x) f 0 (x 1 ) x x 1 = a 2 + a 3 (x x 2 ) + + a N (x x 2 ) (x x N 1 ) a 2 = f 1 (x 2 ) 4 Em geral, temos f k 1 (x) = f k 2(x) f k 2 (x k 1 ) x x k 1 = a k + a k+1 (x x k ) + + a N (x x k ) (x x N 1 ) a k = f k 1 (x k ), e Extrapolação Numéricas
22 Cálculo dos coeficientes Polinomial Spline cúbico 1 a 0 = f (x 0 ) 2 f 0 (x) = f (x) f (x 0) x x 0 = a 1 + a 2 (x x 1 ) + + a N (x x 1 ) (x x N 1 ) a 1 = f 0 (x 1 ) 3 f 1 (x) = f 0(x) f 0 (x 1 ) x x 1 = a 2 + a 3 (x x 2 ) + + a N (x x 2 ) (x x N 1 ) a 2 = f 1 (x 2 ) 4 Em geral, temos f k 1 (x) = f k 2(x) f k 2 (x k 1 ) x x k 1 = a k + a k+1 (x x k ) + + a N (x x k ) (x x N 1 ) a k = f k 1 (x k ), e Extrapolação Numéricas
23 Polinomial Spline cúbico a 0 x 0 f (x 0 ) f 0 (x 1 ) x 1 f (x 1 ) f 1 (x 2 ) f 0 (x 2 ) f 2 (x 3 ) x 2 f (x 2 ) f 1 (x 3 ) f 0 (x 3 ) x 3 f (x 3 ), e Extrapolação Numéricas
24 Polinomial Spline cúbico a 0 a 1 x 0 f (x 0 ) f 0 (x 1 ) x 1 f (x 1 ) f 1 (x 2 ) f 0 (x 2 ) f 2 (x 3 ) x 2 f (x 2 ) f 1 (x 3 ) f 0 (x 3 ) x 3 f (x 3 ), e Extrapolação Numéricas
25 Polinomial Spline cúbico a 0 a 1 x 0 f (x 0 ) f 0 (x 1 ) x 1 f (x 1 ) f 1 (x 2 ) f 0 (x 2 ) f 2 (x 3 ) x 2 f (x 2 ) f 1 (x 3 ) f 0 (x 3 ) x 3 f (x 3 ), e Extrapolação Numéricas
26 Polinomial Spline cúbico a 0 a 1 x 0 f (x 0 ) a 2 f 0 (x 1 ) x 1 f (x 1 ) f 1 (x 2 ) f 0 (x 2 ) f 2 (x 3 ) x 2 f (x 2 ) f 1 (x 3 ) f 0 (x 3 ) x 3 f (x 3 ), e Extrapolação Numéricas
27 Polinomial Spline cúbico a 0 a 1 x 0 f (x 0 ) a 2 f 0 (x 1 ) x 1 f (x 1 ) f 1 (x 2 ) f 0 (x 2 ) f 2 (x 3 ) x 2 f (x 2 ) f 1 (x 3 ) f 0 (x 3 ) x 3 f (x 3 ), e Extrapolação Numéricas
28 Polinomial Spline cúbico a 0 a 1 x 0 f (x 0 ) a 2 f 0 (x 1 ) x 1 f (x 1 ) f 1 (x 2 ) f 0 (x 2 ) f 2 (x 3 ) x 2 f (x 2 ) f 1 (x 3 ) f 0 (x 3 ) x 3 f (x 3 ), e Extrapolação Numéricas
29 Polinomial Spline cúbico a 0 a 1 x 0 f (x 0 ) a 2 f 0 (x 1 ) a 3 x 1 f (x 1 ) f 1 (x 2 ) f 0 (x 2 ) f 2 (x 3 ) x 2 f (x 2 ) f 1 (x 3 ) f 0 (x 3 ) x 3 f (x 3 ), e Extrapolação Numéricas
30 Polinomial Spline cúbico a 0 a 1 x 0 f (x 0 ) a 2 f 0 (x 1 ) a 3 x 1 f (x 1 ) f 1 (x 2 ) f 0 (x 2 ) f 2 (x 3 ) x 2 f (x 2 ) f 1 (x 3 ) f 0 (x 3 ) x 3 f (x 3 ), e Extrapolação Numéricas
31 Polinomial Spline cúbico a 0 a 1 x 0 f (x 0 ) a 2 f 0 (x 1 ) a 3 x 1 f (x 1 ) f 1 (x 2 ) f 0 (x 2 ) f 2 (x 3 ) x 2 f (x 2 ) f 1 (x 3 ) f 0 (x 3 ) x 3 f (x 3 ), e Extrapolação Numéricas
32 Polinomial Spline cúbico a 0 a 1 x 0 f (x 0 ) a 2 f 0 (x 1 ) a 3 x 1 f (x 1 ) f 1 (x 2 ) f 0 (x 2 ) f 2 (x 3 ) x 2 f (x 2 ) f 1 (x 3 ) f 0 (x 3 ) x 3 f (x 3 ), e Extrapolação Numéricas
33 polinomial Polinomial Spline cúbico f(x) x, e Extrapolação Numéricas
34 Observações finais Introdução Polinomial Spline cúbico A interpolação polinomial deve ser feita em cada ponto Em pontos diferentes, obtemos polinômios diferentes Erro pode ser grande próximo aos limites do intervalo., e Extrapolação Numéricas
35 Observações finais Introdução Polinomial Spline cúbico A interpolação polinomial deve ser feita em cada ponto Em pontos diferentes, obtemos polinômios diferentes Erro pode ser grande próximo aos limites do intervalo., e Extrapolação Numéricas
36 Observações finais Introdução Polinomial Spline cúbico A interpolação polinomial deve ser feita em cada ponto Em pontos diferentes, obtemos polinômios diferentes Erro pode ser grande próximo aos limites do intervalo., e Extrapolação Numéricas
37 Spline cúbico objetivo Polinomial Spline cúbico Interpolar um conjunto de n + 1 pontos {x i, y i } com uma função s(x) = s i (x) para x i < x x i+1 n equações s i (x) é um polinômio de grau 3 4n coeficiente Condições de contorno 1 s(x i ) = y i n equações 2 Continuidade de s(x) s i (x i ) = s i 1 (x i ) = y i n equações 3 Continuidade de s (x) s i (x i) = s i 1 (x i) (n 1) equações 4 Continuidade de s (x) s i (x i ) = s i 1 i) (n 1) equações 5 Condições de contorno livres nos extremos s (x 0 ) = s (x n ) = 0 2 equações, e Extrapolação Numéricas
38 Spline cúbico objetivo Polinomial Spline cúbico Interpolar um conjunto de n + 1 pontos {x i, y i } com uma função s(x) = s i (x) para x i < x x i+1 n equações s i (x) é um polinômio de grau 3 4n coeficiente Condições de contorno 1 s(x i ) = y i n equações 2 Continuidade de s(x) s i (x i ) = s i 1 (x i ) = y i n equações 3 Continuidade de s (x) s i (x i) = s i 1 (x i) (n 1) equações 4 Continuidade de s (x) s i (x i ) = s i 1 i) (n 1) equações 5 Condições de contorno livres nos extremos s (x 0 ) = s (x n ) = 0 2 equações, e Extrapolação Numéricas
39 Spline cúbico objetivo Polinomial Spline cúbico Interpolar um conjunto de n + 1 pontos {x i, y i } com uma função s(x) = s i (x) para x i < x x i+1 n equações s i (x) é um polinômio de grau 3 4n coeficiente Condições de contorno 1 s(x i ) = y i n equações 2 Continuidade de s(x) s i (x i ) = s i 1 (x i ) = y i n equações 3 Continuidade de s (x) s i (x i) = s i 1 (x i) (n 1) equações 4 Continuidade de s (x) s i (x i ) = s i 1 i) (n 1) equações 5 Condições de contorno livres nos extremos s (x 0 ) = s (x n ) = 0 2 equações, e Extrapolação Numéricas
40 Spline cúbico objetivo Polinomial Spline cúbico Interpolar um conjunto de n + 1 pontos {x i, y i } com uma função s(x) = s i (x) para x i < x x i+1 n equações s i (x) é um polinômio de grau 3 4n coeficiente Condições de contorno 1 s(x i ) = y i n equações 2 Continuidade de s(x) s i (x i ) = s i 1 (x i ) = y i n equações 3 Continuidade de s (x) s i (x i) = s i 1 (x i) (n 1) equações 4 Continuidade de s (x) s i (x i ) = s i 1 i) (n 1) equações 5 Condições de contorno livres nos extremos s (x 0 ) = s (x n ) = 0 2 equações, e Extrapolação Numéricas
41 Spline cúbico objetivo Polinomial Spline cúbico Interpolar um conjunto de n + 1 pontos {x i, y i } com uma função s(x) = s i (x) para x i < x x i+1 n equações s i (x) é um polinômio de grau 3 4n coeficiente Condições de contorno 1 s(x i ) = y i n equações 2 Continuidade de s(x) s i (x i ) = s i 1 (x i ) = y i n equações 3 Continuidade de s (x) s i (x i) = s i 1 (x i) (n 1) equações 4 Continuidade de s (x) s i (x i ) = s i 1 i) (n 1) equações 5 Condições de contorno livres nos extremos s (x 0 ) = s (x n ) = 0 2 equações, e Extrapolação Numéricas
42 Spline cúbico objetivo Polinomial Spline cúbico Interpolar um conjunto de n + 1 pontos {x i, y i } com uma função s(x) = s i (x) para x i < x x i+1 n equações s i (x) é um polinômio de grau 3 4n coeficiente Condições de contorno 1 s(x i ) = y i n equações 2 Continuidade de s(x) s i (x i ) = s i 1 (x i ) = y i n equações 3 Continuidade de s (x) s i (x i) = s i 1 (x i) (n 1) equações 4 Continuidade de s (x) s i (x i ) = s i 1 i) (n 1) equações 5 Condições de contorno livres nos extremos s (x 0 ) = s (x n ) = 0 2 equações, e Extrapolação Numéricas
43 Spline cúbico objetivo Polinomial Spline cúbico Interpolar um conjunto de n + 1 pontos {x i, y i } com uma função s(x) = s i (x) para x i < x x i+1 n equações s i (x) é um polinômio de grau 3 4n coeficiente Condições de contorno 1 s(x i ) = y i n equações 2 Continuidade de s(x) s i (x i ) = s i 1 (x i ) = y i n equações 3 Continuidade de s (x) s i (x i) = s i 1 (x i) (n 1) equações 4 Continuidade de s (x) s i (x i ) = s i 1 i) (n 1) equações 5 Condições de contorno livres nos extremos s (x 0 ) = s (x n ) = 0 2 equações, e Extrapolação Numéricas
44 Spline cúbico objetivo Polinomial Spline cúbico Interpolar um conjunto de n + 1 pontos {x i, y i } com uma função s(x) = s i (x) para x i < x x i+1 n equações s i (x) é um polinômio de grau 3 4n coeficiente Condições de contorno 1 s(x i ) = y i n equações 2 Continuidade de s(x) s i (x i ) = s i 1 (x i ) = y i n equações 3 Continuidade de s (x) s i (x i) = s i 1 (x i) (n 1) equações 4 Continuidade de s (x) s i (x i ) = s i 1 i) (n 1) equações 5 Condições de contorno livres nos extremos s (x 0 ) = s (x n ) = 0 2 equações, e Extrapolação Numéricas
45 Spline cúbico objetivo Polinomial Spline cúbico Interpolar um conjunto de n + 1 pontos {x i, y i } com uma função s(x) = s i (x) para x i < x x i+1 n equações s i (x) é um polinômio de grau 3 4n coeficiente Condições de contorno 1 s(x i ) = y i n equações 2 Continuidade de s(x) s i (x i ) = s i 1 (x i ) = y i n equações 3 Continuidade de s (x) s i (x i) = s i 1 (x i) (n 1) equações 4 Continuidade de s (x) s i (x i ) = s i 1 i) (n 1) equações 5 Condições de contorno livres nos extremos s (x 0 ) = s (x n ) = 0 2 equações, e Extrapolação Numéricas
46 Spline cúbico objetivo Polinomial Spline cúbico Interpolar um conjunto de n + 1 pontos {x i, y i } com uma função s(x) = s i (x) para x i < x x i+1 n equações s i (x) é um polinômio de grau 3 4n coeficiente Condições de contorno 1 s(x i ) = y i n equações 2 Continuidade de s(x) s i (x i ) = s i 1 (x i ) = y i n equações 3 Continuidade de s (x) s i (x i) = s i 1 (x i) (n 1) equações 4 Continuidade de s (x) s i (x i ) = s i 1 i) (n 1) equações 5 Condições de contorno livres nos extremos s (x 0 ) = s (x n ) = 0 2 equações, e Extrapolação Numéricas
47 Spline cúbico objetivo Polinomial Spline cúbico Interpolar um conjunto de n + 1 pontos {x i, y i } com uma função s(x) = s i (x) para x i < x x i+1 n equações s i (x) é um polinômio de grau 3 4n coeficiente Condições de contorno 1 s(x i ) = y i n equações 2 Continuidade de s(x) s i (x i ) = s i 1 (x i ) = y i n equações 3 Continuidade de s (x) s i (x i) = s i 1 (x i) (n 1) equações 4 Continuidade de s (x) s i (x i ) = s i 1 i) (n 1) equações 5 Condições de contorno livres nos extremos s (x 0 ) = s (x n ) = 0 2 equações, e Extrapolação Numéricas
48 Determinação de s i (x) Introdução Polinomial Spline cúbico s i (x) = a i (x x i ) 3 + b i (x x i+1 ) 3 + c i (x x i ) + d i (x x i+1 ) Precisamos, portanto, calcular {a i, b i, c i, d i } s i (x i ) = y i = 6b i (x i x i+1 ) y i b i = 6(x i+1 x i ) s i (x i+1 ) = s i+1 (x i+1 ) = y a i = y i+1 6(x i+1 x i ) i+1 = 6a i (x i+1 x i ) s i (x) = y i+1 (x x i ) 3 y i (x x i+1 ) 3 + c i (x x i ) + d i (x x i+1 ) 6h i 6h i, e Extrapolação Numéricas
49 Determinação de s i (x) Introdução Polinomial Spline cúbico s i (x) = a i (x x i ) 3 + b i (x x i+1 ) 3 + c i (x x i ) + d i (x x i+1 ) Definindo y i como a segunda derivada em x i (a determinar), temos s i (x i ) = y i = 6b i (x i x i+1 ) y i b i = 6(x i+1 x i ) s i (x i+1 ) = s i+1 (x i+1 ) = y a i = y i+1 6(x i+1 x i ) i+1 = 6a i (x i+1 x i ) s i (x) = y i+1 (x x i ) 3 y i (x x i+1 ) 3 + c i (x x i ) + d i (x x i+1 ) 6h i 6h i, e Extrapolação Numéricas
50 Determinação de s i (x) Introdução Polinomial Spline cúbico s i (x) = a i (x x i ) 3 + b i (x x i+1 ) 3 + c i (x x i ) + d i (x x i+1 ) Definindo y i como a segunda derivada em x i (a determinar), temos s i (x i ) = y i = 6b i (x i x i+1 ) y i b i = 6(x i+1 x i ) s i (x i+1 ) = s i+1 (x i+1 ) = y a i = y i+1 6(x i+1 x i ) i+1 = 6a i (x i+1 x i ) s i (x) = y i+1 (x x i ) 3 y i (x x i+1 ) 3 + c i (x x i ) + d i (x x i+1 ) 6h i 6h i, e Extrapolação Numéricas
51 Determinação de s i (x) Introdução Polinomial Spline cúbico s i (x) = a i (x x i ) 3 + b i (x x i+1 ) 3 + c i (x x i ) + d i (x x i+1 ) Definindo y i como a segunda derivada em x i (a determinar), temos s i (x i ) = y i = 6b i (x i x i+1 ) y i b i = 6(x i+1 x i ) s i (x i+1 ) = s i+1 (x i+1 ) = y a i = y i+1 6(x i+1 x i ) i+1 = 6a i (x i+1 x i ) s i (x) = y i+1 (x x i ) 3 y i (x x i+1 ) 3 + c i (x x i ) + d i (x x i+1 ) 6h i 6h i, e Extrapolação Numéricas
52 Determinação de s i (x) Introdução Polinomial Spline cúbico s i (x) = y i+1 (x x i ) 3 y i (x x i+1 ) 3 + c i (x x i ) + d i (x x i+1 ) 6h i 6h i Mas, s i (x i ) = y i e s i (x i+1 ) = y i+1, logo s i (x) = y i+1 y i+1 = y i+1 6 h2 i + c i h i c i = y i+1 y i+1 h i 6 h i y i = y i 6 h2 i d i h i d i = y i (x x i ) 3 y i (x x i+1 ) 3 6h i 6h i + ( yi+1 h i y i+1 6 h i ) (x x i ) + ( y i + y i h i 6 h i + y i h i 6 h i ) (x x i+1 ), e Extrapolação Numéricas
53 Determinação de s i (x) Introdução Polinomial Spline cúbico s i (x) = y i+1 (x x i ) 3 y i (x x i+1 ) 3 + c i (x x i ) + d i (x x i+1 ) 6h i 6h i Mas, s i (x i ) = y i e s i (x i+1 ) = y i+1, logo s i (x) = y i+1 y i+1 = y i+1 6 h2 i + c i h i c i = y i+1 y i+1 h i 6 h i y i = y i 6 h2 i d i h i d i = y i (x x i ) 3 y i (x x i+1 ) 3 6h i 6h i + ( yi+1 h i y i+1 6 h i ) (x x i ) + ( y i + y i h i 6 h i + y i h i 6 h i ) (x x i+1 ), e Extrapolação Numéricas
54 Determinação de s i (x) Introdução Polinomial Spline cúbico s i (x) = y i+1 (x x i ) 3 y i (x x i+1 ) 3 + c i (x x i ) + d i (x x i+1 ) 6h i 6h i Mas, s i (x i ) = y i e s i (x i+1 ) = y i+1, logo s i (x) = y i+1 y i+1 = y i+1 6 h2 i + c i h i c i = y i+1 y i+1 h i 6 h i y i = y i 6 h2 i d i h i d i = y i (x x i ) 3 y i (x x i+1 ) 3 6h i 6h i + ( yi+1 h i y i+1 6 h i ) (x x i ) + ( y i + y i h i 6 h i + y i h i 6 h i ) (x x i+1 ), e Extrapolação Numéricas
55 Determinação de y i Introdução Polinomial Spline cúbico Usando a continuidade de s (x) [ s i (x i) = s i 1 (x i) ], temos y i [ 2 h yi+1 i + y h i Donde = y i 2 h i 1 + ] [ i+1 6 h i + y i + y ] i h i 6 h i y ] [ i h i 1 6 h i 1 + y i 1 [ yi h i 1 + y i 1 6 h i 1 ] h i 1 y i 1 + 2(h i 1 + h i )y i + h i y i+1 [ yi+1 y i = 6 h i y ] i y i 1 h i 1, e Extrapolação Numéricas
56 Determinação de y i Introdução Polinomial Spline cúbico Usando a continuidade de s (x) [ s i (x i) = s i 1 (x i) ], temos y i [ 2 h yi+1 i + y h i Donde = y i 2 h i 1 + ] [ i+1 6 h i + y i + y ] i h i 6 h i y ] [ i h i 1 6 h i 1 + y i 1 [ yi h i 1 + y i 1 6 h i 1 ] h i 1 y i 1 + 2(h i 1 + h i )y i + h i y i+1 [ yi+1 y i = 6 h i y ] i y i 1 h i 1, e Extrapolação Numéricas
57 Determinação de y i Introdução Polinomial Spline cúbico Usando a continuidade de s (x) [ s i (x i) = s i 1 (x i) ], temos y i [ 2 h yi+1 i + y h i Donde = y i 2 h i 1 + ] [ i+1 6 h i + y i + y ] i h i 6 h i y ] [ i h i 1 6 h i 1 + y i 1 [ yi h i 1 + y i 1 6 h i 1 ] h i 1 y i 1 + 2(h i 1 + h i )y i + h i y i+1 [ yi+1 y i = 6 h i y ] i y i 1 h i 1, e Extrapolação Numéricas
58 Determinação de y i Introdução Polinomial Spline cúbico Definindo u i = 2(h i 1 + h i ) e v i = y i+1 y i h i resolver o seguinte sistema de equações: u 1 h 1 0 h 1 u 2 h h 2 u 3 h 3 0 h n 4 u n 3 h n 3 0 h n 3 u n 2 h n 2 h n 2 u n 1 y i y i 1 h i 1 sistema tridiagonal temos que y 1 y 2 y 3 y n 3 y n 2 y n 1 = v 1 v 2 v 3 v n 3 v n 2 v n 1, e Extrapolação Numéricas
59 Algoritmo Introdução Polinomial Spline cúbico 1 Dado o conjunto de pontos {x i, y i }, resolvemos o sistema de equações acima, obtendo y i. 2 Para um ponto qualquer x 0, encontramos i, tal que x i x 0 < x i+1. 3 Calculamos a interpolação em x 0 s i (x 0 ) = y i+1 ( yi+1 + (x 0 x i ) 3 y i (x 0 x i+1 ) 3 6h i 6h i y ) ( i+1 h i 6 h i (x 0 x i ) + y i + y i h i 6 h i ) (x 0 x i+1 ), e Extrapolação Numéricas
60 Algoritmo Introdução Polinomial Spline cúbico 1 Dado o conjunto de pontos {x i, y i }, resolvemos o sistema de equações acima, obtendo y i. 2 Para um ponto qualquer x 0, encontramos i, tal que x i x 0 < x i+1. 3 Calculamos a interpolação em x 0 s i (x 0 ) = y i+1 ( yi+1 + (x 0 x i ) 3 y i (x 0 x i+1 ) 3 6h i 6h i y ) ( i+1 h i 6 h i (x 0 x i ) + y i + y i h i 6 h i ) (x 0 x i+1 ), e Extrapolação Numéricas
61 Algoritmo Introdução Polinomial Spline cúbico 1 Dado o conjunto de pontos {x i, y i }, resolvemos o sistema de equações acima, obtendo y i. 2 Para um ponto qualquer x 0, encontramos i, tal que x i x 0 < x i+1. 3 Calculamos a interpolação em x 0 s i (x 0 ) = y i+1 ( yi+1 + (x 0 x i ) 3 y i (x 0 x i+1 ) 3 6h i 6h i y ) ( i+1 h i 6 h i (x 0 x i ) + y i + y i h i 6 h i ) (x 0 x i+1 ), e Extrapolação Numéricas
62 Observações finais Introdução Polinomial Spline cúbico O método Spline gera uma função que pode ser avaliada para qualquer ponto Chamadas sucessivas para diferentes pontos não requerem novas interpolações Suavidade da curva é garantida, e Extrapolação Numéricas
63 Observações finais Introdução Polinomial Spline cúbico O método Spline gera uma função que pode ser avaliada para qualquer ponto Chamadas sucessivas para diferentes pontos não requerem novas interpolações Suavidade da curva é garantida, e Extrapolação Numéricas
64 Observações finais Introdução Polinomial Spline cúbico O método Spline gera uma função que pode ser avaliada para qualquer ponto Chamadas sucessivas para diferentes pontos não requerem novas interpolações Suavidade da curva é garantida, e Extrapolação Numéricas
65 Objetivo e Tipos Introdução linear não-linear Objetivo Modelar a relação entre uma ou mais variáveis dependentes e as variáveis de controle Conhecendo a dependência funcional entre as variáveis dependentes e de controle, encontrar os parâmetros que melhor ajustam a função aos dados A função não passa necessariamente por todos os pontos, mas deve minimizar o erro (mínimos quadrados), e Extrapolação Numéricas
66 Objetivo e Tipos Introdução linear não-linear Objetivo Modelar a relação entre uma ou mais variáveis dependentes e as variáveis de controle Conhecendo a dependência funcional entre as variáveis dependentes e de controle, encontrar os parâmetros que melhor ajustam a função aos dados A função não passa necessariamente por todos os pontos, mas deve minimizar o erro (mínimos quadrados), e Extrapolação Numéricas
67 Objetivo e Tipos Introdução linear não-linear Objetivo Modelar a relação entre uma ou mais variáveis dependentes e as variáveis de controle Conhecendo a dependência funcional entre as variáveis dependentes e de controle, encontrar os parâmetros que melhor ajustam a função aos dados A função não passa necessariamente por todos os pontos, mas deve minimizar o erro (mínimos quadrados), e Extrapolação Numéricas
68 Mínimos quadrados Introdução linear não-linear Definições Assim como no caso da interpolação, conhecemos N pontos {x i, y i } Temos também uma função f (x; a 1, a 2,..., a k ), onde {a j } são os parâmetros ajustarão a função Por exemplo, f (x) = a 1 x + a 2 Podemos medir a distância entre a função e os pontos (erro) pela soma dos quadrados das diferenças N χ 2 = [f (x i ) y i ] 2 i=1 Mínimos quadrados minimizar χ 2, e Extrapolação Numéricas
69 Mínimos quadrados Introdução linear não-linear Definições Assim como no caso da interpolação, conhecemos N pontos {x i, y i } Temos também uma função f (x; a 1, a 2,..., a k ), onde {a j } são os parâmetros ajustarão a função Por exemplo, f (x) = a 1 x + a 2 Podemos medir a distância entre a função e os pontos (erro) pela soma dos quadrados das diferenças N χ 2 = [f (x i ) y i ] 2 i=1 Mínimos quadrados minimizar χ 2, e Extrapolação Numéricas
70 Mínimos quadrados Introdução linear não-linear Definições Assim como no caso da interpolação, conhecemos N pontos {x i, y i } Temos também uma função f (x; a 1, a 2,..., a k ), onde {a j } são os parâmetros ajustarão a função Por exemplo, f (x) = a 1 x + a 2 Podemos medir a distância entre a função e os pontos (erro) pela soma dos quadrados das diferenças N χ 2 = [f (x i ) y i ] 2 i=1 Mínimos quadrados minimizar χ 2, e Extrapolação Numéricas
71 Mínimos quadrados Introdução linear não-linear Definições Assim como no caso da interpolação, conhecemos N pontos {x i, y i } Temos também uma função f (x; a 1, a 2,..., a k ), onde {a j } são os parâmetros ajustarão a função Por exemplo, f (x) = a 1 x + a 2 Podemos medir a distância entre a função e os pontos (erro) pela soma dos quadrados das diferenças N χ 2 = [f (x i ) y i ] 2 i=1 Mínimos quadrados minimizar χ 2, e Extrapolação Numéricas
72 Mínimos quadrados Introdução linear não-linear Definições Assim como no caso da interpolação, conhecemos N pontos {x i, y i } Temos também uma função f (x; a 1, a 2,..., a k ), onde {a j } são os parâmetros ajustarão a função Por exemplo, f (x) = a 1 x + a 2 Podemos medir a distância entre a função e os pontos (erro) pela soma dos quadrados das diferenças N χ 2 = [f (x i ) y i ] 2 i=1 Mínimos quadrados minimizar χ 2, e Extrapolação Numéricas
73 linear: um exemplo linear não-linear f (x) = a 0 + a 1 x Minimizar χ 2 = N i=1 [a 1x i + a 0 y i ] 2 [ χ 2 = 2 a 1 χ 2 a 0 = 2 a 1 ( N i=1 x 2 i ) ( N ) ( N )] + a 0 x i x i y i = 0 i=1 i=1 [ ( N ) ( N )] a 1 x i + Na 0 y i = 0 i=1 i=1, e Extrapolação Numéricas
74 linear Introdução linear não-linear Resolvendo o sistema para a 1 e a 0 temos ( N ) ( N i=1 x N ( iy i i=1 x N ) i) i=1 y i a 1 = ( N ) ( N i=1 x N ) 2 i 2 i=1 x i ( N ) ( i=1 x N ( i 2 i=1 y N ) ( i) i=1 x N ) i i=1 x iy i a 0 = ( N ) ( N i=1 x N ) 2 i 2 i=1 x i, e Extrapolação Numéricas
75 linear Introdução linear não-linear Interpretação física a 1 = xy x y x 2 x 2 a 0 = x 2 y x xy x 2 x 2, e Extrapolação Numéricas
76 Qualidade da regressão linear não-linear Coeficiente de correlação r = xy x y ( x 2 x 2) ( y 2 y 2) Dados correlacionados: y = f (x) = a 0 + a 1 x r = sinal(a 1 ) r > 0 dados correlacionados r < 0 dados anti-correlacionados r = 0 y não depende de x Quanto mais próximo de 1 for o valor de r 2, melhor a regressão, e Extrapolação Numéricas
77 Qualidade da regressão linear não-linear Coeficiente de correlação r = xy x y ( x 2 x 2) ( y 2 y 2) Dados correlacionados: y = f (x) = a 0 + a 1 x r = sinal(a 1 ) r > 0 dados correlacionados r < 0 dados anti-correlacionados r = 0 y não depende de x Quanto mais próximo de 1 for o valor de r 2, melhor a regressão, e Extrapolação Numéricas
78 Qualidade da regressão linear não-linear Coeficiente de correlação r = xy x y ( x 2 x 2) ( y 2 y 2) Dados correlacionados: y = f (x) = a 0 + a 1 x r = sinal(a 1 ) r > 0 dados correlacionados r < 0 dados anti-correlacionados r = 0 y não depende de x Quanto mais próximo de 1 for o valor de r 2, melhor a regressão, e Extrapolação Numéricas
79 Qualidade da regressão linear não-linear Coeficiente de correlação r = xy x y ( x 2 x 2) ( y 2 y 2) Dados correlacionados: y = f (x) = a 0 + a 1 x r = sinal(a 1 ) r > 0 dados correlacionados r < 0 dados anti-correlacionados r = 0 y não depende de x Quanto mais próximo de 1 for o valor de r 2, melhor a regressão, e Extrapolação Numéricas
80 Qualidade da regressão linear não-linear Coeficiente de correlação r = xy x y ( x 2 x 2) ( y 2 y 2) Dados correlacionados: y = f (x) = a 0 + a 1 x r = sinal(a 1 ) r > 0 dados correlacionados r < 0 dados anti-correlacionados r = 0 y não depende de x Quanto mais próximo de 1 for o valor de r 2, melhor a regressão, e Extrapolação Numéricas
81 Qualidade da regressão linear não-linear Coeficiente de correlação r = xy x y ( x 2 x 2) ( y 2 y 2) Dados correlacionados: y = f (x) = a 0 + a 1 x r = sinal(a 1 ) r > 0 dados correlacionados r < 0 dados anti-correlacionados r = 0 y não depende de x Quanto mais próximo de 1 for o valor de r 2, melhor a regressão, e Extrapolação Numéricas
82 linear: teoria geral linear não-linear No exemplo anterior, consideramos a função f (x) = a 0 + a 1 x O termo linear NÃO se refere à variável x Para a regressão linear o importante é a linearidade de a 0 e a 1 Em geral, podemos fazer uma regressão linear da função f (x) = k a k g k (x) onde g k (x) pode ser qualquer., e Extrapolação Numéricas
83 linear: teoria geral linear não-linear No exemplo anterior, consideramos a função f (x) = a 0 + a 1 x O termo linear NÃO se refere à variável x Para a regressão linear o importante é a linearidade de a 0 e a 1 Em geral, podemos fazer uma regressão linear da função f (x) = k a k g k (x) onde g k (x) pode ser qualquer., e Extrapolação Numéricas
84 linear: teoria geral linear não-linear No exemplo anterior, consideramos a função f (x) = a 0 + a 1 x O termo linear NÃO se refere à variável x Para a regressão linear o importante é a linearidade de a 0 e a 1 Em geral, podemos fazer uma regressão linear da função f (x) = k a k g k (x) onde g k (x) pode ser qualquer., e Extrapolação Numéricas
85 linear: teoria geral linear não-linear f (x) = k a kg k (x) Minimizar χ 2 = N i=1 [( k a kg k (x i )) y i ] 2 [ ( χ 2 N ) ( N )] = 2 a k g k (x i )g j (x i ) g j (x i )y i = 0 a j k i=1 i=1 Definindo G kj = N i=1 g k(x i )g j (x i ) e Y j = N i=1 g j(x i )y i temos: a k G kj = Y j k Sistema linear solução analítica, e Extrapolação Numéricas
86 Linearização Introdução linear não-linear Algumas funções não-lineares podem ser linearizadas 1 Exponencial f (x) = A exp(bx) Transformação: g(x) = ln f (x) = Bx + ln A = a 1 x + a 0 linear de {x i, ln(y i )} 2 Lei de potência f (x) = Ax B Transformação: g(x) = ln f (x) = B ln(x) + ln A = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), ln(y i )} 3 Logaritmo f (x) = A ln(bx) Notando que f (x) = A ln(x) + A ln B = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), y i }, e Extrapolação Numéricas
87 Linearização Introdução linear não-linear Algumas funções não-lineares podem ser linearizadas 1 Exponencial f (x) = A exp(bx) Transformação: g(x) = ln f (x) = Bx + ln A = a 1 x + a 0 linear de {x i, ln(y i )} 2 Lei de potência f (x) = Ax B Transformação: g(x) = ln f (x) = B ln(x) + ln A = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), ln(y i )} 3 Logaritmo f (x) = A ln(bx) Notando que f (x) = A ln(x) + A ln B = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), y i }, e Extrapolação Numéricas
88 Linearização Introdução linear não-linear Algumas funções não-lineares podem ser linearizadas 1 Exponencial f (x) = A exp(bx) Transformação: g(x) = ln f (x) = Bx + ln A = a 1 x + a 0 linear de {x i, ln(y i )} 2 Lei de potência f (x) = Ax B Transformação: g(x) = ln f (x) = B ln(x) + ln A = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), ln(y i )} 3 Logaritmo f (x) = A ln(bx) Notando que f (x) = A ln(x) + A ln B = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), y i }, e Extrapolação Numéricas
89 Linearização Introdução linear não-linear Algumas funções não-lineares podem ser linearizadas 1 Exponencial f (x) = A exp(bx) Transformação: g(x) = ln f (x) = Bx + ln A = a 1 x + a 0 linear de {x i, ln(y i )} 2 Lei de potência f (x) = Ax B Transformação: g(x) = ln f (x) = B ln(x) + ln A = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), ln(y i )} 3 Logaritmo f (x) = A ln(bx) Notando que f (x) = A ln(x) + A ln B = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), y i }, e Extrapolação Numéricas
90 Linearização Introdução linear não-linear Algumas funções não-lineares podem ser linearizadas 1 Exponencial f (x) = A exp(bx) Transformação: g(x) = ln f (x) = Bx + ln A = a 1 x + a 0 linear de {x i, ln(y i )} 2 Lei de potência f (x) = Ax B Transformação: g(x) = ln f (x) = B ln(x) + ln A = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), ln(y i )} 3 Logaritmo f (x) = A ln(bx) Notando que f (x) = A ln(x) + A ln B = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), y i }, e Extrapolação Numéricas
91 Linearização Introdução linear não-linear Algumas funções não-lineares podem ser linearizadas 1 Exponencial f (x) = A exp(bx) Transformação: g(x) = ln f (x) = Bx + ln A = a 1 x + a 0 linear de {x i, ln(y i )} 2 Lei de potência f (x) = Ax B Transformação: g(x) = ln f (x) = B ln(x) + ln A = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), ln(y i )} 3 Logaritmo f (x) = A ln(bx) Notando que f (x) = A ln(x) + A ln B = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), y i }, e Extrapolação Numéricas
92 Linearização Introdução linear não-linear Algumas funções não-lineares podem ser linearizadas 1 Exponencial f (x) = A exp(bx) Transformação: g(x) = ln f (x) = Bx + ln A = a 1 x + a 0 linear de {x i, ln(y i )} 2 Lei de potência f (x) = Ax B Transformação: g(x) = ln f (x) = B ln(x) + ln A = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), ln(y i )} 3 Logaritmo f (x) = A ln(bx) Notando que f (x) = A ln(x) + A ln B = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), y i }, e Extrapolação Numéricas
93 Linearização Introdução linear não-linear Algumas funções não-lineares podem ser linearizadas 1 Exponencial f (x) = A exp(bx) Transformação: g(x) = ln f (x) = Bx + ln A = a 1 x + a 0 linear de {x i, ln(y i )} 2 Lei de potência f (x) = Ax B Transformação: g(x) = ln f (x) = B ln(x) + ln A = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), ln(y i )} 3 Logaritmo f (x) = A ln(bx) Notando que f (x) = A ln(x) + A ln B = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), y i }, e Extrapolação Numéricas
94 Linearização Introdução linear não-linear Algumas funções não-lineares podem ser linearizadas 1 Exponencial f (x) = A exp(bx) Transformação: g(x) = ln f (x) = Bx + ln A = a 1 x + a 0 linear de {x i, ln(y i )} 2 Lei de potência f (x) = Ax B Transformação: g(x) = ln f (x) = B ln(x) + ln A = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), ln(y i )} 3 Logaritmo f (x) = A ln(bx) Notando que f (x) = A ln(x) + A ln B = a 1 ln(x) + a 0 linear de {ln(x i ), y i }, e Extrapolação Numéricas
95 não-linear Introdução linear não-linear Para regressões lineares, a minimização de χ 2 levou a um sistema de equações lineares Portanto, uma solução analítica foi possível No caso da regressão não-linear, isto não é possível Contudo, se olharmos para χ 2 no espaço de parâmetros {a k }, o problema se resume a encontrar o mínimo solução iterativa, e Extrapolação Numéricas
96 não-linear Introdução linear não-linear Para regressões lineares, a minimização de χ 2 levou a um sistema de equações lineares Portanto, uma solução analítica foi possível No caso da regressão não-linear, isto não é possível Contudo, se olharmos para χ 2 no espaço de parâmetros {a k }, o problema se resume a encontrar o mínimo solução iterativa, e Extrapolação Numéricas
97 não-linear Introdução linear não-linear Para regressões lineares, a minimização de χ 2 levou a um sistema de equações lineares Portanto, uma solução analítica foi possível No caso da regressão não-linear, isto não é possível Contudo, se olharmos para χ 2 no espaço de parâmetros {a k }, o problema se resume a encontrar o mínimo solução iterativa, e Extrapolação Numéricas
98 não-linear Introdução linear não-linear Para regressões lineares, a minimização de χ 2 levou a um sistema de equações lineares Portanto, uma solução analítica foi possível No caso da regressão não-linear, isto não é possível Contudo, se olharmos para χ 2 no espaço de parâmetros {a k }, o problema se resume a encontrar o mínimo solução iterativa, e Extrapolação Numéricas
99 Múltiplos mínimos Introdução linear não-linear Exemplo: f (x) = 10 cos 2 (a 1 x) cos 2 (a 2 x) y x, e Extrapolação Numéricas
100 Múltiplos mínimos Introdução linear não-linear Exemplo: f (x) = 10 cos 2 (a 1 x) cos 2 (a 2 x) χ a a , e Extrapolação Numéricas
101 Como encontrar o mínimo? linear não-linear O problema Encontrar o mínimo de χ 2 (a 1, a 2,..., a s ) = Métodos N [F k (a 1, a 2,..., a s )] k=1 Todos os métodos são iterativos 1 Steepest descent 2 Algoritmo de Gauss-Newton 3 Algoritmo de Levenberg-Marquardt, e Extrapolação Numéricas
102 Como encontrar o mínimo? linear não-linear O problema Encontrar o mínimo de χ 2 (a 1, a 2,..., a s ) = Métodos N [F k (a 1, a 2,..., a s )] k=1 Todos os métodos são iterativos 1 Steepest descent 2 Algoritmo de Gauss-Newton 3 Algoritmo de Levenberg-Marquardt, e Extrapolação Numéricas
103 Como encontrar o mínimo? linear não-linear O problema Encontrar o mínimo de χ 2 (a 1, a 2,..., a s ) = Métodos N [F k (a 1, a 2,..., a s )] k=1 Todos os métodos são iterativos 1 Steepest descent 2 Algoritmo de Gauss-Newton 3 Algoritmo de Levenberg-Marquardt, e Extrapolação Numéricas
104 Como encontrar o mínimo? linear não-linear O problema Encontrar o mínimo de χ 2 (a 1, a 2,..., a s ) = Métodos N [F k (a 1, a 2,..., a s )] k=1 Todos os métodos são iterativos 1 Steepest descent 2 Algoritmo de Gauss-Newton 3 Algoritmo de Levenberg-Marquardt, e Extrapolação Numéricas
105 Como encontrar o mínimo? linear não-linear O problema Encontrar o mínimo de χ 2 (a 1, a 2,..., a s ) = Métodos N [F k (a 1, a 2,..., a s )] k=1 Todos os métodos são iterativos 1 Steepest descent 2 Algoritmo de Gauss-Newton 3 Algoritmo de Levenberg-Marquardt, e Extrapolação Numéricas
106 Steepest descent Introdução linear não-linear Intuitivamente é o método mais simples A partir de um ponto inicial (no espaço de parâmetros), se aproxima do mínimo local tomando passos proporcionais ao negativo do gradiente Portanto, a n+1 = a n λ F, com λ > 0 suficentemente pequeno, se aproxima sucessivamente do mínimo local, e Extrapolação Numéricas
107 Steepest descent Introdução linear não-linear Intuitivamente é o método mais simples A partir de um ponto inicial (no espaço de parâmetros), se aproxima do mínimo local tomando passos proporcionais ao negativo do gradiente Portanto, a n+1 = a n λ F, com λ > 0 suficentemente pequeno, se aproxima sucessivamente do mínimo local, e Extrapolação Numéricas
108 Steepest descent Introdução linear não-linear Intuitivamente é o método mais simples A partir de um ponto inicial (no espaço de parâmetros), se aproxima do mínimo local tomando passos proporcionais ao negativo do gradiente O gradiente diz a direção em que a função cresce mais rápido Portanto, a n+1 = a n λ F, com λ > 0 suficentemente pequeno, se aproxima sucessivamente do mínimo local, e Extrapolação Numéricas
109 Steepest descent Introdução linear não-linear Intuitivamente é o método mais simples A partir de um ponto inicial (no espaço de parâmetros), se aproxima do mínimo local tomando passos proporcionais ao negativo do gradiente O negativo do gradiente diz a direção em que a função decresce mais rápido Portanto, a n+1 = a n λ F, com λ > 0 suficentemente pequeno, se aproxima sucessivamente do mínimo local, e Extrapolação Numéricas
110 Steepest descent Introdução linear não-linear Intuitivamente é o método mais simples A partir de um ponto inicial (no espaço de parâmetros), se aproxima do mínimo local tomando passos proporcionais ao negativo do gradiente O negativo do gradiente diz a direção em que a função decresce mais rápido Portanto, a n+1 = a n λ F, com λ > 0 suficentemente pequeno, se aproxima sucessivamente do mínimo local, e Extrapolação Numéricas
111 Steepest descent Introdução linear não-linear x 0, y 0, e Extrapolação Numéricas
112 Steepest descent Introdução linear não-linear x 0, y 0, e Extrapolação Numéricas
113 Steepest descent Introdução linear não-linear x 0, y 0, e Extrapolação Numéricas
114 Steepest descent Introdução linear não-linear x 0, y 0, e Extrapolação Numéricas
115 Steepest descent Introdução linear não-linear x 0, y 0, e Extrapolação Numéricas
116 Problemas do steepest descent linear não-linear O algoritmo pode levar muitas iterações para convergir para o mínimo local se as curvaturas forem diferentes nas diferentes direções Só funciona se começarmos próximo ao mínimo, e Extrapolação Numéricas
117 Problemas do steepest descent linear não-linear O algoritmo pode levar muitas iterações para convergir para o mínimo local se as curvaturas forem diferentes nas diferentes direções Só funciona se começarmos próximo ao mínimo, e Extrapolação Numéricas
118 Algoritmo de Gauss-Newton linear não-linear Para achar o mínimo, seria conveniente dar passos grandes quando o gradiente é pequeno e passos pequenos quando o gradiente é grande O método do steepest descent faz o oposto Uma possível solução é usar também a curvatura (segunda derivada) para determinar o passo Para tanto, notamos que no ponto de mínimo f ( a) = 0. Logo, podemos escrever f ( a) = f ( a 0 )+( a a 0 ) 2 f ( a 0 ) a = a 0 [ 2 f ( a 0 ) ] 1 f ( a 0 ) Que, iterativamente, se torna [ 1 f a n+1 = a n 2 f ( a n )] ( a n ), e Extrapolação Numéricas
119 Algoritmo de Gauss-Newton linear não-linear Para achar o mínimo, seria conveniente dar passos grandes quando o gradiente é pequeno e passos pequenos quando o gradiente é grande O método do steepest descent faz o oposto Uma possível solução é usar também a curvatura (segunda derivada) para determinar o passo Para tanto, notamos que no ponto de mínimo f ( a) = 0. Logo, podemos escrever f ( a) = f ( a 0 )+( a a 0 ) 2 f ( a 0 ) a = a 0 [ 2 f ( a 0 ) ] 1 f ( a 0 ) Que, iterativamente, se torna [ 1 f a n+1 = a n 2 f ( a n )] ( a n ), e Extrapolação Numéricas
120 Algoritmo de Gauss-Newton linear não-linear Para achar o mínimo, seria conveniente dar passos grandes quando o gradiente é pequeno e passos pequenos quando o gradiente é grande O método do steepest descent faz o oposto Uma possível solução é usar também a curvatura (segunda derivada) para determinar o passo Para tanto, notamos que no ponto de mínimo f ( a) = 0. Logo, podemos escrever f ( a) = f ( a 0 )+( a a 0 ) 2 f ( a 0 ) a = a 0 [ 2 f ( a 0 ) ] 1 f ( a 0 ) Que, iterativamente, se torna [ 1 f a n+1 = a n 2 f ( a n )] ( a n ), e Extrapolação Numéricas
121 Algoritmo de Gauss-Newton linear não-linear Para achar o mínimo, seria conveniente dar passos grandes quando o gradiente é pequeno e passos pequenos quando o gradiente é grande O método do steepest descent faz o oposto Uma possível solução é usar também a curvatura (segunda derivada) para determinar o passo Para tanto, notamos que no ponto de mínimo f ( a) = 0. Logo, podemos escrever f ( a) = f ( a 0 )+( a a 0 ) 2 f ( a 0 ) a = a 0 [ 2 f ( a 0 ) ] 1 f ( a 0 ) Que, iterativamente, se torna [ 1 f a n+1 = a n 2 f ( a n )] ( a n ), e Extrapolação Numéricas
122 Algoritmo de Gauss-Newton linear não-linear Para achar o mínimo, seria conveniente dar passos grandes quando o gradiente é pequeno e passos pequenos quando o gradiente é grande O método do steepest descent faz o oposto Uma possível solução é usar também a curvatura (segunda derivada) para determinar o passo Para tanto, notamos que no ponto de mínimo f ( a) = 0. Logo, podemos escrever f ( a) = f ( a 0 )+( a a 0 ) 2 f ( a 0 ) a = a 0 [ 2 f ( a 0 ) ] 1 f ( a 0 ) Que, iterativamente, se torna [ 1 f a n+1 = a n 2 f ( a n )] ( a n ), e Extrapolação Numéricas
123 Algoritmo de Gauss-Newton linear não-linear Para achar o mínimo, seria conveniente dar passos grandes quando o gradiente é pequeno e passos pequenos quando o gradiente é grande O método do steepest descent faz o oposto Uma possível solução é usar também a curvatura (segunda derivada) para determinar o passo Para tanto, notamos que no ponto de mínimo f ( a) = 0. Logo, podemos escrever f ( a) = f ( a 0 )+( a a 0 ) 2 f ( a 0 ) a = a 0 [ 2 f ( a 0 ) ] 1 f ( a 0 ) Que, iterativamente, se torna [ 1 f a n+1 = a n 2 f ( a n )] ( a n ), e Extrapolação Numéricas
124 Algoritmo de Gauss-Newton linear não-linear O método possui uma convergência rápida Contudo, a taxa de convergência depende sensivelmente do ponto de partida Torna-se particularmente lento se 2 f for grande, e Extrapolação Numéricas
125 Algoritmo de Gauss-Newton linear não-linear O método possui uma convergência rápida Contudo, a taxa de convergência depende sensivelmente do ponto de partida Torna-se particularmente lento se 2 f for grande, e Extrapolação Numéricas
126 Algoritmo de Gauss-Newton linear não-linear O método possui uma convergência rápida Contudo, a taxa de convergência depende sensivelmente do ponto de partida Torna-se particularmente lento se 2 f for grande, e Extrapolação Numéricas
127 linear não-linear Algoritmo de Levenberg-Marquardt Os algoritmos do steepest descent e de Gauss-Newton são, de certa forma, complementares em suas vantagens O algoritmo de Levenberg-Marquadt é uma mistura dos dois, e Extrapolação Numéricas
128 linear não-linear Algoritmo de Levenberg-Marquardt Os algoritmos do steepest descent e de Gauss-Newton são, de certa forma, complementares em suas vantagens O algoritmo de Levenberg-Marquadt é uma mistura dos dois, e Extrapolação Numéricas
129 Algoritmo de Levenberg linear não-linear 1 Faça uma iteração usando a seguinte regra [ 1 f a n+1 = a n 2 f ( a n ) + λi] ( a n ) 2 Calcule o erro com o novo vetor de parâmetros 3 Se o erro aumentar, despreze o novo vetor de parâmetros e aumente λ por um certo fator (normalmente 10) 4 Se o erro diminuir, aceite o novo vetor e divida λ pelo mesmo fator 5 Repita o processo até obter convergência, e Extrapolação Numéricas
130 Algoritmo de Levenberg linear não-linear 1 Faça uma iteração usando a seguinte regra [ 1 f a n+1 = a n 2 f ( a n ) + λi] ( a n ) 2 Calcule o erro com o novo vetor de parâmetros 3 Se o erro aumentar, despreze o novo vetor de parâmetros e aumente λ por um certo fator (normalmente 10) 4 Se o erro diminuir, aceite o novo vetor e divida λ pelo mesmo fator 5 Repita o processo até obter convergência, e Extrapolação Numéricas
131 Algoritmo de Levenberg linear não-linear 1 Faça uma iteração usando a seguinte regra [ 1 f a n+1 = a n 2 f ( a n ) + λi] ( a n ) 2 Calcule o erro com o novo vetor de parâmetros 3 Se o erro aumentar, despreze o novo vetor de parâmetros e aumente λ por um certo fator (normalmente 10) 4 Se o erro diminuir, aceite o novo vetor e divida λ pelo mesmo fator 5 Repita o processo até obter convergência, e Extrapolação Numéricas
132 Algoritmo de Levenberg linear não-linear 1 Faça uma iteração usando a seguinte regra [ 1 f a n+1 = a n 2 f ( a n ) + λi] ( a n ) 2 Calcule o erro com o novo vetor de parâmetros 3 Se o erro aumentar, despreze o novo vetor de parâmetros e aumente λ por um certo fator (normalmente 10) 4 Se o erro diminuir, aceite o novo vetor e divida λ pelo mesmo fator 5 Repita o processo até obter convergência, e Extrapolação Numéricas
133 Algoritmo de Levenberg linear não-linear 1 Faça uma iteração usando a seguinte regra [ 1 f a n+1 = a n 2 f ( a n ) + λi] ( a n ) 2 Calcule o erro com o novo vetor de parâmetros 3 Se o erro aumentar, despreze o novo vetor de parâmetros e aumente λ por um certo fator (normalmente 10) 4 Se o erro diminuir, aceite o novo vetor e divida λ pelo mesmo fator 5 Repita o processo até obter convergência, e Extrapolação Numéricas
134 linear não-linear Algoritmo de Levenberg-Marquardt Para λ grande, o algoritmo anterior, despreza a curvatura É interessante, no entanto, dar passos maiores na direção em que a curvatura é menor Marquardt propôs, então, alterar a regra de iteração para [ 1 a n+1 = a n 2 f ( a n ) + λdiag( 2 f ( a n ))] f ( a n ), e Extrapolação Numéricas
135 linear não-linear Algoritmo de Levenberg-Marquardt Para λ grande, o algoritmo anterior, despreza a curvatura É interessante, no entanto, dar passos maiores na direção em que a curvatura é menor Marquardt propôs, então, alterar a regra de iteração para [ 1 a n+1 = a n 2 f ( a n ) + λdiag( 2 f ( a n ))] f ( a n ), e Extrapolação Numéricas
136 linear não-linear Algoritmo de Levenberg-Marquardt Para λ grande, o algoritmo anterior, despreza a curvatura É interessante, no entanto, dar passos maiores na direção em que a curvatura é menor Marquardt propôs, então, alterar a regra de iteração para [ 1 a n+1 = a n 2 f ( a n ) + λdiag( 2 f ( a n ))] f ( a n ), e Extrapolação Numéricas
137 linear não-linear Algoritmo de Levenberg-Marquardt O algoritmo de Levenberg-Marquardt não é um algoritmo ótimo É heurístico Contudo, funciona muito bem na prática É o algoritmo mais usado Várias implementações estão disponíveis na internet, e Extrapolação Numéricas
138 linear não-linear Algoritmo de Levenberg-Marquardt O algoritmo de Levenberg-Marquardt não é um algoritmo ótimo É heurístico Contudo, funciona muito bem na prática É o algoritmo mais usado Várias implementações estão disponíveis na internet, e Extrapolação Numéricas
139 linear não-linear Algoritmo de Levenberg-Marquardt O algoritmo de Levenberg-Marquardt não é um algoritmo ótimo É heurístico Contudo, funciona muito bem na prática É o algoritmo mais usado Várias implementações estão disponíveis na internet, e Extrapolação Numéricas
140 linear não-linear Algoritmo de Levenberg-Marquardt O algoritmo de Levenberg-Marquardt não é um algoritmo ótimo É heurístico Contudo, funciona muito bem na prática É o algoritmo mais usado Várias implementações estão disponíveis na internet, e Extrapolação Numéricas
141 linear não-linear Algoritmo de Levenberg-Marquardt O algoritmo de Levenberg-Marquardt não é um algoritmo ótimo É heurístico Contudo, funciona muito bem na prática É o algoritmo mais usado Várias implementações estão disponíveis na internet, e Extrapolação Numéricas
142 linear não-linear Resolução de sistema tridiagonal b 1 c 1 0 a 2 b 2 c a 3 b 3 c 3 0 a n 2 b n 2 c n 2 0 a n 1 b n 1 c n 1 a n b n x 1 x 2 x 3. x n 2 x n 1 x n = r 1 r 2 r 3. r n 2 r n 1 r n, e Extrapolação Numéricas
143 linear não-linear Resolução de sistema tridiagonal b 1 c 1 0 a 2 b 2 c a 3 b 3 c 3 0 a n 2 b n 2 c n 2 0 a n 1 b n 1 c n 1 a n b n multiplicando primeira linha por a 2 b 1 x 1 x 2 x 3. x n 2 x n 1 x n = e somando à segunda r 1 r 2 r 3. r n 2 r n 1 r n, e Extrapolação Numéricas
144 linear não-linear Resolução de sistema tridiagonal β 1 c β 2 c a 3 b 3 c 3 0 a n 2 b n 2 c n 2 0 a n 1 b n 1 c n 1 a n b n x 1 x 2 x 3. x n 2 x n 1 x n = definindo β 1 = b 1, β 2 = b 2 a 2 β 1 c 1, ρ 1 = r 1 e ρ 2 = r 2 a 2 β 1 ρ 1 ρ 1 ρ 2 r 3. r n 2 r n 1 r n, e Extrapolação Numéricas
145 linear não-linear Resolução de sistema tridiagonal β 1 c β 2 c a 3 b 3 c 3 0 a n 2 b n 2 c n 2 0 a n 1 b n 1 c n 1 a n b n multiplicando segunda linha por a 3 β 2 x 1 x 2 x 3. x n 2 x n 1 x n = e somando à terceira ρ 1 ρ 2 r 3. r n 2 r n 1 r n, e Extrapolação Numéricas
146 linear não-linear Resolução de sistema tridiagonal β 1 c β 2 c β 3 c 3 0 a n 2 b n 2 c n 2 0 a n 1 b n 1 c n 1 a n b n definindo β 3 = b 3 a 3 β 2 c 2 e ρ 3 = r 3 a 3 β 2 ρ 2 x 1 x 2 x 3. x n 2 x n 1 x n = ρ 1 ρ 2 ρ 3. r n 2 r n 1 r n, e Extrapolação Numéricas
147 linear não-linear Resolução de sistema tridiagonal β 1 c β 2 c β 3 c β n 2 c n β n 1 c n 1 0 β n procedendo recursivamente e definindo β n = b n an β n 1 c n 1 e ρ n = r n x 1 x 2 x 3. x n 2 x n 1 x n an β n 1 ρ n 1 = ρ 1 ρ 2 ρ 3. ρ n 2 ρ n 1 ρ n, e Extrapolação Numéricas
148 linear não-linear Resolução de sistema tridiagonal β 1 c β 2 c β 3 c β n 2 c n β n 1 c n 1 0 β n agora, da última linha, temos que x n = ρn β n x 1 x 2 x 3. x n 2 x n 1 x n De volta ao spline cúbico e x n j = ρ n j c n j x n j+1 β n j = ρ 1 ρ 2 ρ 3. ρ n 2 ρ n 1 ρ n, e Extrapolação Numéricas
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