Algumas Aplicações da Integral Dupla
|
|
|
- Natália Pinto Olivares
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Algumas Aplicações da Integral upla META: Apresentar algumas aplicações das integrais duplas de funções de valores reais e domínio em R 2 OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: eterminar área, massa, centro de massa, momento de massa e momento de inércia de figuras planas usando integrais duplas de funções de valores reais e domínio em R 2 PRÉ-REQUISITOS Os conhecimentos de integrais de funções de valores reais com domínio em R, da disciplina Cálculo I, curvas em R 2 e coordenadas polares da disciplina Cálculo II e integrais duplas aula 1 e aula 2
2 Algumas Aplicações da Integral upla 1 Introdução Caros alunos nesta terceira aula do nosso curso de Cálculo III com o tema Algumas Aplicações das Integrais uplas entre as inúmeras aplicações da integral dupla, veremos apenas duas pelo pouco tempo que dispomos Veremos apenas como usar as integrais duplas para calcular a massa de uma região plana dada sua distribuição de densidade e como calcular seu centro de gravidade Para outras aplicações recomendo uma busca na INTERNET 2 Preliminares Consideraremos uma região R 2 finita, com uma distribuição de densidade mássica superficial (massa por unidade de superfície) ϱ(x, y), (x, y) eterminação da massa Para determinar a massa consideremos uma função Φ definida em um domínio retangular R = {(x, y) R 2 a x b c ϱ(x, y), (x, y) y d} tal que R e Φ(x, y) =, (x, y) / Considerando a uma partição para o retângulo R dada por P = P [R] =P [a, b] P [c, d], o produto cartesiano das partições P [a, b] e P [c, d] onde P [a, b] = {x = a, x 1,,x j,x j+1,, x m = b} e P [c, d] ={y = c, y 1,,y k,y k+1,,y n = d} Tomamos um ponto (ξ j,ζ k ) [x j 1,x j ] [y k 1,y k ] em cada pequeno retângulo e definimos a seguinte soma de Riemann: m n S mn = Φ(ξ j,ζ k )ΔA jk j=1 k=1 46
3 A massa da região, denotada m(), será a integral dupla da função ϱ(x, y) sobre o domínio R 2, denotada ϱ(x, y)dxdy será então definida como o seguinte limite: m() = ϱ(x, y)dxdy def = lim S mn P Cálculo III OBS 1 Para a determinação do peso da região toma-se a seguinte soma de Riemann: m n S mn = g(ξ j,ζ k )Φ(ξ j,ζ k )ΔA jk j=1 k=1 onde g(ξ j,ζ k ) é a aceleração da gravidade no ponto (ξ j,ζ k ) E o peso da região, denotado p(), será dado pela integral dupla: p() = g(x, y)ϱ(x, y)dxdy def = lim S mn P eterminação do Momento de Massa Usando as mesmas considerações acima para o cálculo da massa de uma região limitada com distribuição de densidade ϱ(x, y) Para calcular o momento de massa de um pequeno retângulo com relação ao eixo y tomamos o seguinte produto ξ j Φ(ξ j,ζ k )ΔA jk O momento de massa total em relação ao eixo y para a região será aproximado pelo limite da soma de Riemann: m n S mn = ξ j Φ(ξ j,ζ k )ΔA jk j=1 k=1 O momento de massa da região em relação ao eixo y será dada 47
4 Algumas Aplicações da Integral upla pelo limite: M y () = xϱ(x, y)dxdy def = lim P S mn e forma semelhante chega-se ao momento de massa da região em relação ao eixo x tomando-se a seguinte soma de Riemann: m n S mn = ζ k Φ(ξ j,ζ k )ΔA jk j=1 k=1 O momento de massa da região em relação ao eixo x será dada pelo limite: M x () = yϱ(x, y)dxdy def = lim P S mn eterminação do Centro de Massa O centro de massa de uma região plana R 2 finita, com uma distribuição de densidade mássica superficial ϱ(x, y), (x, y), éoponto( x, ȳ) definido por: x = M xϱ(x, y)dxdy y() = m(d) ϱ(x, y)dxdy ȳ = M yϱ(x, y)dxdy x() = m(d) ϱ(x, y)dxdy eterminação do Momento de Inércia Usando as mesmas considerações acima para o cálculo da massa 48
5 Cálculo III de uma região limitada com distribuição de densidade ϱ(x, y) Para calcular o momento de inércia de um pequeno retângulo com relação ao eixo y tomamos o seguinte produto ξj 2Φ(ξ j,ζ k )ΔA jk O momento de inércia total em relação ao eixo y para a região será aproximado pelo limite da soma de Riemann: m n S mn = ξj 2 Φ(ξ j,ζ k )ΔA jk j=1 k=1 O momento de inércia da região em relação ao eixo y será dada pelo limite: I y () = x 2 ϱ(x, y)dxdy def = lim P S mn e forma semelhante chega-se ao momento de inércia da região em relação ao eixo x tomando-se a seguinte soma de Riemann: m n S mn = ζk 2 Φ(ξ j,ζ k )ΔA jk j=1 k=1 O momento da região em relação ao eixo x será dada pelo limite: I x () = y 2 ϱ(x, y)dxdy def = lim P S mn O momento de inércia em relação a origem é dado pela seguinte integral dupla: 49
6 Algumas Aplicações da Integral upla I () = (x 2 + y 2 )ϱ(x, y)dxdy Algumas Aplicações da Integral upla Faremos duas aplicações da integral dupla ao cálculo do centro de massa de duas figuras planas Na primeira usaremos o sistema de coordenadas cartesiano Na segunda usaremos uma mudança de variáveis para o sistema de coordenadas polares Vamos aos nossos exemplos Exemplo 1 Para o primeiro exemplo desejamos determinar o centro de massa de uma região triangular dada pela interseção das retas x =, y =e a reta que passa pelos pontos (,a) e (b, ) com a, b > (Fig 1), cuja densidade superficial de massa é constante ϱ(x, y) =ϱ Figura 1: Gráfico do exemplo 1 5
7 SOLUÇÃO: Começaremos por determinar os limites de integração inspecionando a (Fig 1) e verificando que x a e y b ( 1 x a ) Em segundo calcularemos a massa da região, m() e os respectivos momentos de massa com relação ao eixo x e ao eixo ym x () e M y () respectivamente Passo 1 determinar a massa m(), dada pela integral dupla: a b(1 x/a) m() = ϱ(x, y)dxdy = ϱdydx Integrando em y temos: a m() =ϱ y dx b(1 x/a) a m() =ϱ b ( 1 x ) dx a Integrando em x temos: m() =ϱb ( x x2 ) a 2a m() =ϱb ( a a2 ) 2a Simplificando temos: m() =ϱ ab 2 Passo 2 calcular o momento de massa M x () dado pela integral dupla: M x () = ϱ(x, y)ydxdy Substituindo os limites temos: M x () = ϱ(x, y)ydxdy = a b(1 x/a) Integrando em y teremos: a M x () = ϱ y2 b(1 x/a) dx 2 a (b(1 x/a)) 2 M x () = dx 2 Simplificando o integrando temos: Cálculo III ϱydydx 51
8 Algumas Aplicações da Integral upla a (b 2 M x () =ϱ 2 b2 x a + b2 x 2 ) dx 2a 2 Integrando em x teremos: M x () =ϱ ( b 2 x 2 b2 x 2 2a + b2 x ) a 6a 2 M x () =ϱ ( b 2 a 2 b2 a 2 2a + b2 a ) 6a 2 Simplificando as frações temos: M x () =ϱ b2 a 6 Passo calcular o momento de massa M y () dado pela integral dupla: M y () = M y () = ϱ(x, y)xdxdy ϱ(x, y)xdxdy Substituindo os limites temos: M y () = ϱ(x, y)xdxdy = Integrando em y teremos: a M y () = ϱxy dx b(1 x/a) a b(1 x/a) a M y () = ϱbx ( 1 x ) dx a ϱxdydx Integrando em x teremos: M y () =ϱb ( x 2 2 x ) a a M y () =ϱb ( a 2 2 a ) a Simplificando as frações temos: M y () =ϱ ba2 6 Passo 4 eterminar o centro de massa de pelas fórmulas: x = M y() m() e ȳ = M x() m() Usando os resultados anteriores temos: 52
9 ϱ ba2 ϱ b2 a x = 6 ϱ ab e ȳ = 6 ϱ ab 2 2 Simplificando temos: x = a e ȳ = b Cálculo III Como segundo exemplo usaremos uma região em que o sistema de coordenadas polares facilita os cálculos Exemplo 2 Para o segundo exemplo desejamos determinar o centro de massa de uma região dada pelo quarto da coroa circular de raio interno a e raio externo b que situa-se no primeiro quadrante (Fig 2), cuja densidade superficial de massa é constante ϱ(x, y) =ϱ Figura 2: Gráfico do exemplo 2 SOLUÇÃO: Começaremos por determinar os limites de integração inspecionando a (Fig 2) e verificando que ϑ π/2 e a r b Em segundo calcularemos a massa da região, m() e os respectivos momentos de massa com relação ao eixo x e ao eixo ym x () e M y () respectivamente 5
10 Algumas Aplicações da Integral upla Passo 1 determinar a massa m(), dada pela integral dupla: π/2 b m() = ϱ(x, y)dxdy = ϱrdrdϑ Integrando em r temos: π/2 m() = ϱ r2 b 2 dϑ a π/2 (b 2 m() =ϱ 2 a2 ) dϑ 2 Integrando em ϑ temos: m() =ϱ ( b 2 2 a2 ) π/2 ϑ 2 m() = 1 4 ϱπ(b2 a 2 ) Passo 2 calcular o momento de massa M x () dado pela integral dupla: M x () = ϱ(x, y)ydxdy Substituindo os limites em coordenadas polares e sabendo que y = r sin(ϑ) temos: M x () = ϱ(x, y)ydxdy = a π/2 b a Integrando em r temos: π/2 M x () =ϱ sin(ϑ) r b dϑ a π/2 M x () =ϱ sin(ϑ) ( b a ) dϑ Integrando em ϑ temos: M x () =ϱ ( b a ) π/2 ( cos(ϑ)) M x () =ϱ ( b a ) ( cos(π/2) cos()) Simplificando temos: ϱr sin(ϑ)rdrdϑ M x () = 1 ϱ(b a ) Passo calcular o momento de massa M y () dado pela integral dupla: 54
11 M y () = M y () = ϱ(x, y)xdxdy ϱ(x, y)xdxdy Substituindo os limites em coordenadas polares e sabendo que x = r cos(ϑ) temos: M x () = ϱ(x, y)ydxdy = π/2 b Integrando em r temos: π/2 M x () =ϱ cos(ϑ) r b dϑ a π/2 M x () =ϱ cos(ϑ) ( b a ) dϑ Integrando em ϑ temos: M x () =ϱ ( b a ) π/2 (sin(ϑ)) M x () =ϱ ( b a ) (sin(π/2) sin()) Simplificando temos: M x () = 1 ϱ(b a ) a ϱr cos(ϑ)rdrdϑ Passo 4 eterminar o centro de massa de pelas fórmulas: x = M y() m() e ȳ = M x() m() Usando os resultados anteriores temos: 1 x =ȳ = ϱ(b a ) 1 4 ϱπ(b2 a 2 ) Levando em conta que b a =(b a)(b 2 + ba + a 2 ) e b 2 a 2 = (b a)(b + a) temos: 1 x =ȳ = ϱ(b a)(b2 + ba + a 2 ) 1 ϱπ(b a)(b + a) 4 Simplificando temos: x =ȳ = 4 + ba + a 2 π b2 b + a Cálculo III 55
12 Algumas Aplicações da Integral upla 4 Conclusão Na aula de hoje, vimos que dentre as inúmeras aplicações da integral dupla, dentro da área da física destacamos, entre outras, algumas das mais importantes que são: a determinação da massa de uma região plana limitada por curvas, dada sua distribuição de densidade, o cálculo do momento de massa de uma região plana limitada por curvas, dada sua distribuição de densidade, o momento de inércia de uma região plana limitada por curvas, dada sua distribuição de densidade e o cálculo do centro de massa de uma região plana limitada por curvas, dada sua distribuição de densidade RESUMO ada uma região R 2 plana limitada com distribuição de densidade superficial ϱ(x, y) podemos calcular a massa de, o momento de massa em relação ao eixo x, o momento de massa relativo ao eixo y, o momento de inércia em relação ao eixo x, o momento de inércia relativo ao eixo y e momento de inércia relativo a origem, denotados respectivamente m(), M x (), M y (), I x (), I y () e I (), pelas integrais duplas: m() = ϱ(x, y)dxdy M x () = ϱ(x, y)ydxdy M y () = ϱ(x, y)xdxdy I x () = ϱ(x, y)y 2 dxdy I y () = ϱ(x, y)x 2 dxdy e 56
13 I () = ϱ(x, y)(x 2 + y 2 )dxdy Podemos também calcular o centro de massa, denotado ( x, ȳ) usando as seguintes fórmulas: x = M xϱ(x, y)dxdy y() = m(d) ϱ(x, y)dxdy ȳ = M yϱ(x, y)dxdy x() = m(d) ϱ(x, y)dxdy Cálculo III PRÓXIMA Em nossa próxima aula veremos as integrais triplas Primeiramente definindo-as para funções de domínios retangulares através do limite de somas de riemann estendendo a definição para funções definidas em domínios não retangulares porém limitados ATIVIAES eixamos como atividades dois problemas de determinação do centro de massa ATIV 1 etermine o centro de massa da região dada pela interseção das retas y =, x =1e y = ax 2 (Fig ) região em cinza Comentário: Volte ao texto e reveja com calma e atenção as demonstrações acima, elas lhe servirão de guia Use para este caso coordenadas cartesianas 57
14 Algumas Aplicações da Integral upla Figura : Atividade 1 Figura 4: Atividade 2 ATIV 2 etermine o centro de massa da região dada pelo semi-círculo superior x 2 + y 2 = a 2 (Fig 4) região em cinza Comentário: Volte ao texto e reveja com calma e atenção as demonstrações acima, elas lhe servirão de guia Use para este caso coordenadas polares LEITURA COMPLEMENTAR ÁVILA, Geraldo, Cálculo : Funções de Várias Variáveis, Livros Técnicos e Científicos Editora, São Paulo, a edição, 1982 LEITHOL, Louis, O Cálculo com Geometria Analítica Volume 2, Editora Harbra, 1994 STEWART, James,Cálculo Volume, 5 a edição, Editora CEN- GAGE Learning, 29 SWOKOWSKI, Earl E, Cálculo com Geometria Analítica, Volume 2, 2 a edição, Makron Books do Brásil SP, 1994 THOMAS, George B, Cálculo, Volume 2, 1 a, Addilson Wesley, 2 KAPLAN, Wilfred, Cálculo Avançado Vol1 e vol2 Editora Edgard 58
15 Cálculo III Blücher 1991// SPIEGEL, Murray R Cálculo Avançado, Editora McGraw-Hill do Brasil, 1971 BOUCHARA, Jacques, Cálculo Integral Avançado, EUSP, 26 59
Algumas Aplicações das Integrais tríplas
Algumas Aplicações das Integrais tríplas META: Apresentar algumas aplicações das integrais triplas de funções de valores reais e domínio em R 3. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes
Mudança de Variáveis em Integrais Duplas
Mudança de Variáveis em Integrais uplas AULA 2 META: Introduzir mudança de variáveis em integrais duplas de funções de valores reais e domínio em R 2. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes
Teorema de Divergência
Teorema de ivergência META: Apresentar o teorema de Gauss e algumas de suas aplicações. OBJETIVO: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Enunciar o teorema de Gauss. eterminar o divergente de
Aplicações de integração. Cálculo 2 Prof. Aline Paliga
Aplicações de integração Cálculo Prof. Aline Paliga Áreas entre curvas Nós já definimos e calculamos áreas de regiões que estão sob os gráficos de funções. Aqui nós estamos usando integrais para encontrar
Cálculo III. José Carlos Leite dos Santos
Cálculo III José Carlos Leite dos Santos São Cristóvão/SE 2009 Cálculo III Elaboração de Conteúdo José Carlos Leite dos Santos Capa Hermeson Alves de Menezes Reimpressão Copyright 2009, Universidade Federal
De modo análogo as integrais duplas, podemos introduzir novas variáveis de integração na integral tripla.
8 Mudança de variável em integrais riplas 38 De modo análogo as integrais duplas, podemos introduzir novas variáveis de integração na integral tripla. I f ( dxddz Introduzindo novas variáveis de integração
6.2. Volumes. Nesta seção aprenderemos a usar a integração para encontrar o volume de um sólido. APLICAÇÕES DE INTEGRAÇÃO
APLICAÇÕES DE INTEGRAÇÃO 6.2 Volumes Nesta seção aprenderemos a usar a integração para encontrar o volume de um sólido. SÓLIDOS IRREGULARES Começamos interceptando S com um plano e obtemos uma região plana
5. Derivada. Definição: Se uma função f é definida em um intervalo aberto contendo x 0, então a derivada de f
5 Derivada O conceito de derivada está intimamente relacionado à taa de variação instantânea de uma função, o qual está presente no cotidiano das pessoas, através, por eemplo, da determinação da taa de
Lista 1 - Cálculo III
Lista 1 - Cálculo III Parte I - Integrais duplas sobre regiões retangulares Use coordenadas cartesianas para resolver os exercícios abaixo 1. Se f é uma função constante fx, y) = k) e = [a, b] [c, d],
GEOMETRIA ANALÍTICA II
Conteúdo 1 O PLANO 3 1.1 Equação Geral do Plano............................ 3 1.2 Determinação de um Plano........................... 7 1.3 Equação Paramétrica do Plano........................ 11 1.4 Ângulo
Transformações Conformes
META: Introduzir o conceito de transformações conforme. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Definir transformações conformes e exemplificar transformações conformes. PRÉ-REQUISITOS
8 AULA. Operações com Conjuntos: União e Interseção LIVRO. META: Introduzir algumas propriedades da união e da interseção de conjuntos.
1 LIVRO Operações com Conjuntos: União e Interseção 8 AULA META: Introduzir algumas propriedades da união e da interseção de conjuntos. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Demonstrar
A integral indefinida
A integral indefinida Introdução Prof. Méricles Thadeu Moretti MTM/CFM/UFSC. A integração é uma operação fundamental na resolução de problemas de matemática, física e outras disciplinas, além de fazer
Capítulo 7. 1. Bissetrizes de duas retas concorrentes. Proposição 1
Capítulo 7 Na aula anterior definimos o produto interno entre dois vetores e vimos como determinar a equação de uma reta no plano de diversas formas. Nesta aula, vamos determinar as bissetrizes de duas
LISTA DE CÁLCULO III. (A) Integrais Duplas. 1. Em cada caso, esboce a região de integração e calcule a integral: (e) (f) (g) (h)
1 LISTA E CÁLCULO III (A) Integrais uplas 1. Em cada caso, esboce a região de integração e calcule a integral: (c) (d) 1 y y a a 2 x 2 a 1 y 1 2 2 x x 2 y 2 dxdy; a 2 x 2 (x + y)dydx; e x+y dxdy; x 1 +
Teorema de Green e Teorema de Stokes
Teorema de Green e Teorema de Stokes AULA 9 META: Apresentar o teorema de Green e o teorema de Stokes e algumas de suas aplicações. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Enunciar
ÁLGEBRA VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA (UFCG- CUITÉ)
P L A N O S PARALELOS AOS EIXOS E AOS PLANOS COORDENADOS Casos Particulares A equação ax + by + cz = d na qual a, b e c não são nulos, é a equação de um plano π, sendo v = ( a, b, c) um vetor normal a
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 12o Ano 2011-2 a Fase
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 1o Ano 011 - a Fase Proposta de resolução GRUPO I 1. Como no lote existem em total de 30 caixas, ao selecionar 4, podemos obter um conjunto de 30 C 4 amostras diferentes,
Matemática Básica Intervalos
Matemática Básica Intervalos 03 1. Intervalos Intervalos são conjuntos infinitos de números reais. Geometricamente correspondem a segmentos de reta sobre um eixo coordenado. Por exemplo, dados dois números
A integral definida Problema:
A integral definida Seja y = f(x) uma função definida e limitada no intervalo [a, b], e tal que f(x) 0 p/ todo x [a, b]. Problema: Calcular (definir) a área, A,da região do plano limitada pela curva y
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 12o Ano 2015-2 a Fase
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - o Ano 205-2 a Fase Proposta de resolução GRUPO I. O valor médio da variável aleatória X é: µ a + 2 2a + 0, Como, numa distribuição de probabilidades de uma variável aleatória,
Mudança de Coordenadas
Cálculo III Departamento de Matemática - ICEx - UFMG Marcelo Terra Cunha Mudança de Coordenadas Na aula 3 discutimos como usar coordenadas polares em integrais duplas, seja pela região ser mais bem adaptada
1 Exercícios de Aplicações da Integral
Cálculo I (5/) IM UFRJ Lista 6: Aplicações de Integral Prof. Milton Lopes e Prof. Marco Cabral Versão 9.5.5 Eercícios de Aplicações da Integral. Eercícios de Fiação Fi.: Esboce o gráco e calcule a área
INTEGRAIS MÚLTIPLAS. [a, b] e [c, d], respectivamente. O conjunto P = {(x i, y j ) i = 0,..., n, j = i=1
Teoria INTEGRAIS MÚLTIPLAS Integral Dupla: Seja o retângulo R = {(x, y) R a x b, c y d} e a = x 0 < x 1
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CÁLCULO L NOTAS DA VIGÉSIMA PRIMEIRA AULA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Resumo. Nesta aula, abordaremos a técnica de integração conhecida como frações parciais. Esta técnica pode ser utilizada para
PARTE 11 VETOR GRADIENTE:
PARTE 11 VETOR GRADIENTE: INTERPRETAÇÃO GEOMÉTRICA 11.1 Introdução Dada a função real de n variáveis reais, f : Domf) R n R X = 1,,..., n ) f 1,,..., n ), se f possui todas as derivadas parciais de primeira
Planificação do 2º Período
Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços da Região Centro Planificação do 2º Período Disciplina: Matemática A Grupo: 500 Ano: 10º Número de blocos de 45 minutos previstos: 0 Ano
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA SÉ GUARDA. MATEMÁTICA B Curso de Artes Visuais
Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços da Região Centro AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA SÉ GUARDA MATEMÁTICA B Curso de Artes Visuais ANO LECTIVO: 2015/2016 11º ANO 1º PERÍODO PLANIFICAÇÃO
Prof. Michel Sadalla Filho
Referências MECÂNICA APLICADA Prof. Michel Sadalla Filho Centros de Gravidade, Centro de Massa, Centróides de uma figura plana DOC 06 14 Fev 2013 Ver. 01 HIBBELER, R. C. Mecânica Estática. 10 ed. São Paulo:
Integrais Múltiplas. Prof. Ronaldo Carlotto Batista. 23 de outubro de 2014
Cálculo 2 ECT1212 Integrais Múltiplas Prof. Ronaldo Carlotto Batista 23 de outubro de 2014 Cálculo de áreas e Soma de Riemann Vamos primeiro revisar os conceitos da integral de uma função de uma variável.
Mais Alguns Aspectos da Derivação Complexa
Mais Alguns Aspectos da Derivação Complexa META: Introduzir o conceito de funções holomorfas. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Definir funções holomorfas e determinar se uma
Funções reais de variável real
Funções reais de variável real Função exponencial e função logarítmica 1. Determine a base de cada logaritmo. log a 36 = 2 (b) log a (25a) = 5 (c) log a 4 = 0.4 2. Considere x = log 10 2 e y = log 10 3.
Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso 1503 - Licenciatura em Matemática. Ênfase
Curso 1503 - Licenciatura em Matemática Ênfase Identificação Disciplina 0006308A - Fundamentos de Matemática Elementar Docente(s) Maria Edneia Martins Salandim Unidade Faculdade de Ciências Departamento
Os eixo x e y dividem a circunferência em quatro partes congruentes chamadas quadrantes, numeradas de 1 a 4 conforme figura abaixo:
Circunferência Trigonométrica É uma circunferência de raio unitário orientada de tal forma que o sentido positivo é o sentido anti-horário. Associamos a circunferência (ou ciclo) trigonométrico um sistema
ÁLGEBRA. Aula 5 _ Função Polinomial do 1º Grau Professor Luciano Nóbrega. Maria Auxiliadora
1 ÁLGEBRA Aula 5 _ Função Polinomial do 1º Grau Professor Luciano Nóbrega Maria Auxiliadora 2 FUNÇÃO POLINOMIAL DO 1º GRAU Uma função polinomial do 1º grau (ou simplesmente, função do 1º grau) é uma relação
2 Integrais Duplas em Coordenadas Polares
Lista 3: CDCI2 Turmas: 2AEMN e 2BEMN Prof. Alexandre Alves Universidade São Judas Tadeu 1 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Exercício 1: Calcule a integral dupla transformando a região de integração
Aula 6 Propagação de erros
Aula 6 Propagação de erros Conteúdo da aula: Como estimar incertezas de uma medida indireta Como realizar propagação de erros? Exemplo: medimos A e B e suas incertezas. Com calcular a incerteza de C, se
Aula 9. Superfícies de Revolução. Seja C uma curva e r uma reta contidas num plano π.
Aula 9 Superfícies de Revolução Seja C uma curva e r uma reta contidas num plano π. Fig. 1: Superfície de revolução S, geratriz C e eixo r contidos no plano π A superfície de revolução S de geratriz C
Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso 1503 - Licenciatura em Matemática. Ênfase
Curso 1503 - Licenciatura em Matemática Ênfase Identificação Disciplina 0006308A - Fundamentos de Matemática Elementar Docente(s) Ivete Maria Baraldi Unidade Faculdade de Ciências Departamento Departamento
Aula 1 Variáveis aleatórias contínuas
Aula 1 Variáveis aleatórias contínuas Objetivos: Nesta aula iremos estudar as variáveis aleatórias contínuas e você aprenderá os seguintes conceitos: função de densidade de probabilidade; função de distribuição
Integrais Duplas. 1. Em cada caso, esboce a região de integração e calcule a integral: x 2 y 2 dxdy; (a) (b) e x+y dxdy; (c) x 1+y 3 dydx; (d)
Integrais uplas Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas epartamento de Matemática Sexta Lista de Exercícios MAT 4 - Cálculo iferencial e Integral III - 7/I Em cada caso,
1 - RECORDANDO 2 - CENTRO NA ORIGEM 3 - EQUAÇÃO GERAL DA CIRCUNFERÊNCIA. Exercício Resolvido 2: Exercício Resolvido 1: Frente I
Matemática Frente I CAPÍTULO 22 EQUAÇÕES DA CIRCUNFERÊNCIA 1 - RECORDANDO Até agora, o nosso foco principal foi as retas: calculamos as equações geral e reduzida de uma reta, a interseção entre duas retas,
UNIDADE II UNIDADE II O Plano: Sistema de Coordenadas Cartesianas
UNIDADE II UNIDADE II O Plano: Sistema de Coordenadas Cartesianas O Sistema de Coordenadas Cartesianas, mais conhecido como Plano Cartesiano, foi criado por René Descartes com o objetivo de localizar pontos.
Cálculo I -A- Humberto José Bortolossi. Aula 1 18 de agosto de 2009. Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense
Cálculo I -A- Humberto José Bortolossi Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense Aula 1 18 de agosto de 2009 Aula 1 Cálculo I -A- 1 Apresentação do curso Aula 1 Cálculo I -A-
Novo Espaço Matemática A 11.º ano Proposta de Teste Intermédio [Novembro 2015]
Proposta de Teste Intermédio [Novembro 05] Nome: Ano / Turma: N.º: Data: - - Não é permitido o uso de corretor. Deves riscar aquilo que pretendes que não seja classificado. Para cada resposta, identifica
É usual representar uma função f de uma variável real a valores reais e com domínio A, simplesmente por y=f(x), x A
4. Função O objeto fundamental do cálculo são as funções. Assim, num curso de Pré-Cálculo é importante estudar as idéias básicas concernentes às funções e seus gráficos, bem como as formas de combiná-los
Integrais Múltiplos. Slide 1. c 2000, 1998 Maria Antónia Carravilla FEUP
Integrais Múltiplos Slide 1 Transparências de apoio à leccionação de aulas teóricas Versão 2 c 2000, 1998 Integrais Múltiplos 1 Integrais Duplos Generalização do conceito de integral a subconjuntos limitados
CÁLCULO II - MAT0023. Nos exercícios de (1) a (4) encontre x e y em termos de u e v, alem disso calcule o jacobiano da
UNIVEIDADE FEDEAL DA INTEGAÇÃO LATINO-AMEICANA Instituto Latino-Americano de Ciências da Vida e da Natureza Centro Interdisciplinar de Ciências da Natureza CÁLCULO II - MAT3 15 a Lista de exercícios Nos
PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM. PROFESSOR (A) DA DISCIPLINA: DISCIPLINA: CÁLCULO II MUNICÍPIO: SEMESTRE: PERÍODO: 22 Julho a 02 Agosto de 2013 TURMA:
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM MATEMÁTICA PARFOR PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM I IDENTIFICAÇÃO: PROFESSOR (A)
9 ạ Lista de Exercícios de Cálculo II Integrais Triplas: Coordenadas Retangulares, Cilíndricas e Esféricas; Mudança de Variáveis
9 ạ Lista de Exercícios de Cálculo II Integrais Triplas: Coordenadas Retangulares, Cilíndricas e Esféricas; Mudança de Variáveis Professora: Michelle Pierri Exercício 1 Encontre o volume do sólido limitado
21- EXERCÍCIOS FUNÇÕES DO SEGUNDO GRAU
1 21- EXERCÍCIOS FUNÇÕES DO SEGUNDO GRAU 1. O gráfico do trinômio y = ax 2 + bx + c. Qual a afirmativa errada? a) se a > 0 a parábola possui concavidade para cima b) se b 2 4ac > 0 o trinômio possui duas
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 12o Ano 2015 - Época especial
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 1o Ano 015 - Época especial Proposta de resolução GRUPO I 1. Como P A B = P A + P B P A B, substituindo os valores conhecidos, podemos calcular P A: 0,7 = P A + 0,4 0, 0,7
Tópico 2. Funções elementares
Tópico. Funções elementares.6 Funções trigonométricas A trigonometria (do grego trigonon triângulo + metron medida ) é um ramo da matemática que estuda os triângulos, particularmente triângulos em um plano
A. Equações não lineares
A. Equações não lineares 1. Localização de raízes. a) Verifique se as equações seguintes têm pelo menos uma solução nos intervalos dados: i) (x - 2) 2 ln(x) = 0, em [1, 2] e [e, 4]. ii) 2 x cos(x) (x 2)
Capítulo 4. Retas e Planos. 4.1 A reta
Capítulo 4 Retas e Planos Neste capítulo veremos como utilizar a teoria dos vetores para caracterizar retas e planos, a saber, suas equações, posições relativas, ângulos e distâncias. 4.1 A reta Sejam
Quinto roteiro de exercícios no Scilab Cálculo Numérico
Quinto roteiro de exercícios no Scilab Cálculo Numérico Rodrigo Fresneda 4 de maio de 2012 1 Equações Diferenciais Ordinárias Equação diferencial é uma equação que contém derivadas de uma função desconhecida.
Curvas no Plano e no Espaço*
Cálculo III Departamento de Matemática - ICEx - UFMG Marcelo Terra Cunha Curvas no Plano e no Espaço* *Esta segunda versăo corresponde ao que efetivamente foi apresentado na aula de 22/09. É justo dizer
3º Ano do Ensino Médio. Aula nº09 Prof. Paulo Henrique
Nome: Ano: º Ano do E.M. Escola: Data: / / 3º Ano do Ensino Médio Aula nº09 Prof. Paulo Henrique Assunto: Funções do Segundo Grau 1. Conceitos básicos Definição: É uma função que segue a lei: onde, Tipos
Material by: Caio Guimarães (Equipe Rumoaoita.com) Referência: cadernos de aula: Professor Eduardo Wagner
Material by: Caio Guimarães (Equipe Rumoaoita.com) Referência: cadernos de aula: Professor Eduardo Wagner 2 - Hipérboles Definição 1.1: Dados os pontos no plano, F e F com FF =2c e um comprimento 2a
PLANO DE ENSINO. MA72A Cálculo 2 EaD
Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Curitiba PLANO DE ENSINO CURSO Bacharelados e Licenciaturas do Campus Curitiba da UTFPR MATRIZ SA FUNDAMENTAÇÃO LEGAL (Resolução
Equações Trigonométricas
Equações Trigonométricas. (Insper 04) A figura mostra o gráfico da função f, dada pela lei 4 4 f(x) (sen x cos x) (sen x cos x) O valor de a, indicado no eixo das abscissas, é igual a a) 5. b) 4. c). d)
f, da, onde R é uma das regiões mostradas na
Integrais Duplas em Coordenadas Polares Bibliografia básica: THOMAS, G. B. Cálculo. Vol. Capítulo 1. Item 1.3. STEWAT, J. Cálculo. Vol.. Capítulo 15. Item 15.4. Sabemos que o cálculo da área de uma região
Sobre Desenvolvimentos em Séries de Potências, Séries de Taylor e Fórmula de Taylor
Sobre Desenvolvimentos em Séries de Potências, Séries de Taylor e Fórmula de Taylor Pedro Lopes Departamento de Matemática Instituto Superior Técnico o. Semestre 005/006 Estas notas constituem um material
Universidade Federal de Viçosa. MAT Cálculo Diferencial e Integral III 2a Lista /II
Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências xatas e Tecnológicas epartamento de Matemática MAT 43 - Cálculo iferencial e Integral III a Lista - 8/II Máximos e mínimos. A distribuição de temperatura
Matemática para a Economia I - 1 a lista de exercícios Prof. - Juliana Coelho
Matemática para a Economia I - 1 a lista de exercícios Prof. - Juliana Coelho 1 - Para cada função abaixo, calcule os valores pedidos, quando for possível: (a) f(x) = x 3 3x + 3x 1, calcule f(0), f( 1)
Unidade 3 Função Afim
Unidade 3 Função Afim Definição Gráfico da Função Afim Tipos Especiais de Função Afim Valor e zero da Função Afim Gráfico definidos por uma ou mais sentenças Definição C ( x) = 10. x + Custo fixo 200 Custo
Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 11º Ano de Matemática A Tema II Introdução ao Cálculo Diferencial I Funções Racionais e com Radicais
Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 11º Ano de Matemática A Tema II Introdução ao Cálculo Diferencial I Funções Racionais e com Radicais Taxa de Variação e Derivada TPC nº 6 (entregar no dia 14 01
Erros e Incertezas. Rafael Alves Batista Instituto de Física Gleb Wataghin Universidade Estadual de Campinas (Dated: 10 de Julho de 2011.
Rafael Alves Batista Instituto de Física Gleb Wataghin Universidade Estadual de Campinas (Dated: 10 de Julho de 2011.) I. INTRODUÇÃO Quando se faz um experimento, deseja-se comparar o resultado obtido
IND 1115 Inferência Estatística Aula 8
Conteúdo IND 5 Inferência Estatística Aula 8 Setembro 4 Mônica Barros O - aproximação da Binomial pela Este teorema é apenas um caso particular do teorema central do limite, pois uma variável aleatória
14 AULA. Vetor Gradiente e as Derivadas Direcionais LIVRO
1 LIVRO Vetor Gradiente e as Derivadas Direcionais 14 AULA META Definir o vetor gradiente de uma função de duas variáveis reais e interpretá-lo geometricamente. Além disso, estudaremos a derivada direcional
Cálculo Diferencial e Integral 2: Integrais Duplas
Cálculo Diferencial e Integral 2: Integrais Duplas Jorge M. V. Capela Instituto de Química - UNESP Araraquara, SP [email protected] Araraquara, SP - 2017 1 Integrais Duplas sobre Retângulos 2 3 Lembrete:
Resumo: Estudo do Comportamento das Funções. 1º - Explicitar o domínio da função estudada
Resumo: Estudo do Comportamento das Funções O que fazer? 1º - Explicitar o domínio da função estudada 2º - Calcular a primeira derivada e estudar os sinais da primeira derivada 3º - Calcular a segunda
PROVA DE MATEMÁTICA CONCURSO DE ADMISSÃO 2013/2014 1º ANO DO ENSINO MÉDIO
CONCURSO DE ADMISSÃO 2013/2014 PROVA DE MATEMÁTICA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO CONFERÊNCIA: Membro da CEOCP (Mat / 1º EM) Presidente da CEI Dir Ens CPOR / CMBH PÁGINA 1 RESPONDA AS QUESTÕES DE 1 A 20 E TRANSCREVA
Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra Álgebra Linear e Geometria Analítica Engenharia Civil Ano lectivo 2005/2006 Folha 1.
Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra Álgebra Linear e Geometria Analítica Engenharia Civil Ano lectivo 2005/2006 Folha 1 Matrizes 1 Considere as matrizes A = 1 2 3 2 3 1 3 1 2 Calcule
Triangular é preciso. Série Matemática na Escola
Triangular é preciso Série Matemática na Escola Objetivos 1. Introduzir o conceito de geometria plana 2. Aplicar o conceito de áreas de figuras planas Triangular é preciso Série Matemática na Escola Conteúdos
b) 1, 0. d) 2, 0. Página 1 de 10
Retas: Paralelas, Perpendiculares, Inequações de retas, Sistema de inequações de retas, Distância entre ponto e reta e Distância entre duas retas paralelas. 1. (Insper 014) No plano cartesiano da figura,
1.10 Sistemas de coordenadas cartesianas
7 0 Sistemas de coordenadas cartesianas Definição : Um sistema de coordenadas cartesianas no espaço é um v v conjunto formado por um ponto e uma base { } v3 Indicamos um sistema de coordenadas cartesianas
Integração Volume. Aula 07 Matemática II Agronomia Prof. Danilene Donin Berticelli
Integração Volume Aula 7 Matemática II Agronomia Prof. Danilene Donin Berticelli Volume de um sólido Na tentativa de encontra o volume de um sólido, nos deparamos com o mesmo tipo de problema que para
Integral de funções de uma variável
Integrais Múltiplas Integral de funções de uma variável x = b a n a b f x dx = lim m m i=1 f(x i ) x Integral Dupla Seja f uma função de duas variáveis definida no retângulo fechado. R = a, b x c, d =
Matemática. A probabilidade pedida é p =
a) Uma urna contém 5 bolinhas numeradas de a 5. Uma bolinha é sorteada, tem observado seu número, e é recolocada na urna. Em seguida, uma segunda bolinha é sorteada e tem observado seu número. Qual a probabilidade
Pelo que foi exposto no teorema de Carnot, obteve-se a seguinte relação:
16. Escala Absoluta Termodinâmica Kelvin propôs uma escala de temperatura que foi baseada na máquina de Carnot. Segundo o resultado (II) na seção do ciclo de Carnot, temos que: O ponto triplo da água foi
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE MATEMÁTICA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA PURA E APLICADA PLANO DE ENSINO
353 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE MATEMÁTICA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA PURA E APLICADA PLANO DE ENSINO Código MAT Nome 01353 Cálculo e Geometria Analítica I A Créditos/horas-aula
1.1 UFPR 2014. Rumo Curso Pré Vestibular Assistencial - RCPVA Disciplina: Matemática Professor: Vinícius Nicolau 04 de Novembro de 2014
Sumário 1 Questões de Vestibular 1 1.1 UFPR 2014.................................... 1 1.1.1 Questão 1................................. 1 1.1.2 Questão 2................................. 2 1.1.3 Questão
OFICINA: APROXIMAÇÕES NO CÁLCULO DE ÁREAS AUTORES: ANA PAULA PEREIRA E JULIANA DE MELO PEREIRA
OFICINA: APROXIMAÇÕES NO CÁLCULO DE ÁREAS AUTORES: ANA PAULA PEREIRA E JULIANA DE MELO PEREIRA Resumo: O Programa de Pós Graduação em Ensino de Ciências Naturais e Matemática tem em seu currículo o componente
Frente 3 Aula 20 GEOMETRIA ANALÍTICA Coordenadas Cartesianas Ortogonais
Frente ula 0 GEOETRI NLÍTI oordenadas artesianas Ortogonais Sistema cartesiano ortogonal Sabemos que um sistema cartesiano ortogonal é formado por dois eios perpendiculares entre si com uma origem comum.
Proposta de resolução da Prova de Matemática A (código 635) 2ª fase. 19 de Julho de 2010
Proposta de resolução da Prova de Matemática A (código 65) ª fase 9 de Julho de 00 Grupo I. Como só existem bolas de dois tipos na caixa e a probabilidade de sair bola azul é, existem tantas bolas roxas
Integrais Duplos e Triplos.
Capítulo 4 Integrais uplos e Triplos. 4.1 Integrais uplos xercício 4.1.1 Calcule os seguintes integrais. a. e. 1 1 e 1 2x+2 15xy + 1y 2 dy dx b. y x dx dy 4 x 2y) dy dx f. 4 1 π 6 2 π 2 x 1 6xy 3 + x )
Curso de Férias de IFVV (Etapa 3) INTEGRAIS DUPLAS
Curso de Férias de IFVV (Etapa ) INTEGAIS UPLAS VOLUMES E INTEGAIS UPLAS Objetivando resolver o problema de determinar áreas, chegamos à definição de integral definida. A idéia é aplicar procedimento semelhante
. B(x 2, y 2 ). A(x 1, y 1 )
Estudo da Reta no R 2 Condição de alinhamento de três pontos: Sabemos que por dois pontos distintos passa uma única reta, ou seja, dados A(x 1, y 1 ) e B(x 2, y 2 ), eles estão sempre alinhados. y. B(x
a, em que a e b são inteiros tais que a é divisor de 3
Matemática 0. Considere a expressão x x 3 5x x 6. Pede-se: A) encontrar o valor numérico da expressão para x. B) obter todas as raízes complexas do polinômio p(x) x x 3 5x x 6. Questão 0 Comentários: A
FÍSICA (Eletromagnetismo) CAMPOS ELÉTRICOS
FÍSICA (Eletromagnetismo) CAMPOS ELÉTRICOS 1 O CONCEITO DE CAMPO Suponhamos que se fixe, num determinado ponto, uma partícula com carga positiva, q1, e a seguir coloquemos em suas proximidades uma segunda
MAT Cálculo a Várias Variáveis I Lista de Exercícios sobre Integração Dupla
MAT116 - Cálculo a Várias Variáveis I Lista de Exercícios sobre Integração Dupla 1 Exercícios Complementares resolvidos Exercício 1 Considere a integral iterada 1 ] exp ( x ) dx dy. x=y 1. Inverta a ordem
ROLAMENTO, TORQUE E MOMENTUM ANGULAR Física Geral I (1108030) - Capítulo 08
ROLAMENTO, TORQUE E MOMENTUM ANGULAR Física Geral I (1108030) - Capítulo 08 I. Paulino* *UAF/CCT/UFCG - Brasil 2012.2 1 / 21 Sumário Rolamento Rolamento como rotação e translação combinados e como uma
Matrizes e Sistemas Lineares. Professor: Juliano de Bem Francisco. Departamento de Matemática Universidade Federal de Santa Catarina.
e Aula Zero - Álgebra Linear Professor: Juliano de Bem Francisco Departamento de Matemática Universidade Federal de Santa Catarina agosto de 2011 Outline e e Part I - Definição: e Consideremos o conjunto
Exemplos: sen(36º)=0.58, cos(36º)=0.80 e tg(36º)=0.72, Calcular o valor de x em cada figura:
REVISÃO RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS E REDUÇÃO AO PRIMEIRO QUADRANTE DO CICLO TRIGONOMÉTRICO TURMA: ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO PROF. LUCAS FACTOR Trigonometria no Triangulo Retângulo Considere o triangulo retângulo
Sinais e Sistemas Unidade 2 Conceitos de Matemática de Variável Complexa
Sinais e Sistemas Unidade 2 Conceitos de Matemática de Variável Complexa Prof. Cassiano Rech, Dr. Eng. [email protected] Prof. Rafael Concatto Beltrame, Me. Eng. [email protected] Conteúdo da
di x = y 2.da di y = x 2.da I x = (A) y 2.da I y = (A) x 2.da
Momento De Inércia De Uma Figura Plana da, e somando-os temos: Definição: (Murat, S.D.) Seja uma figura plana qualquer, posicionada em relação a um par de eixos de referência. Definese: di x = y 2.da di
Trigonometria. Relação fundamental. O ciclo trigonométrico. Pré. b c. B Sabemos que a 2 = b 2 + c 2, dividindo os dois membros por a 2 : a b c 2 2 2
Trigonometria Relação fundamental C b a A c B Sabemos que a = b + c, dividindo os dois membros por a : a b c = + a a a sen + cos = Temos também que: b c senα= e cosα= a a Como b tgα= c, concluímos que:
