PRÁTICAS CRIATIVAS NO DESIGN GRÁFICO CONTEMPORÂNEO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRÁTICAS CRIATIVAS NO DESIGN GRÁFICO CONTEMPORÂNEO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI SIMONE PEREIRA DE ASSIS PRÁTICAS CRIATIVAS NO DESIGN GRÁFICO CONTEMPORÂNEO São Paulo 2011

2 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI SIMONE PEREIRA DE ASSIS PRÁTICAS CRIATIVAS NO DESIGN GRÁFICO CONTEMPORÂNEO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO MESTRADO EM DESIGN PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU SÃO PAULO 2011

3

4 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI SIMONE PEREIRA DE ASSIS PRÁTICAS CRIATIVAS NO DESIGN VISUAL CONTEMPORÂNEO Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Design Mestrado, da Universidade Anhembi Morumbi, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Design Orientadora: Profª. Dr.ª Gisela Belluzzo de Campos São Paulo 2011

5

6 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI SIMONE PEREIRA DE ASSIS PRÁTICAS CRIATIVAS NO DESIGN VISUAL CONTEMPORÂNEO Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Design Mestrado, da Universidade Anhembi Morumbi, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Design Profª. Drª. Gisela Belluzzo de Campos Orientadora Mestrado em Design Anhembi Morumbi Profª. Drª Daniela Kutschat Hanns Examinadora externa Centro Universitário SENAC-SP Profª. Drª. Ana Mae Barbosa Examinadora interna Universidade Anhembi Morumbi São Paulo 2011

7 Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução total ou parcial do trabalho sem autorização da Universidade, do autor e do orientador. SIMONE PEREIRA DE ASSIS Bacharel e Licenciada em Artes Visuais pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas _ PUC-CAMP. Atua no desenvolvimento de trabalhos em design gráfi co e artes visuais. A867p Assis, Simone Pereira de Práticas criativas no design gráfi co contemporâneo / Simone Pereira de Assis f.: il.; 22 cm. Orientador: Gisela Belluzzo de Campos. Dissertação (Mestrado em Design) - Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo, Bibliografi a: f Design gráfi co. 2. Criatividade - Conceito. 3. Autoria - Design. 4. Design autoral. Título. CDD 741.6

8

9 Para a família e os amigos, sempre presentes e compreensivos.

10

11 Agradeço a meu pai pelo incentivo constante, a minha mãe simplesmente por existir. A meu padrasto, madrasta, irmãos e toda família pelos sorrisos, abraços, consolo e compreensão. Agradeço também a minha orientadora Gisela Belluzzo de Campos, por sua dedicação e paciência.

12

13 RESUMO Esta dissertação discute as dinâmicas do processo de criação em design, sobretudo do ponto de vista da autoria. Trata e pondera a autoria, a partir de conceitos já levantados por pesquisadores e designers, utilizamos também, depoimentos acerca de métodos de trabalho e autoria de profi ssionais atuantes no mercado. O percurso criativo em design envolve escolhas de procedimentos metodológicos e processos de comunicação que ocorrem em diálogos e trocas entre o designer e seu trabalho. Neste contexto o desenvolvimento de trabalhos autorais tem infl uência direta na elaboração de metodologias próprias de trabalho. A criatividade também é considerada aqui como um fator importante para o desenvolvimento do fenômeno autoral. O objetivo desta pesquisa é desvendar alguns desses processos e mostrar a importância da autoria para o desenvolvimento e o aprimoramento de metodologias de trabalho e criatividade. Palavras-chave: criatividade. método. autoria. design.

14

15 ABSTRACT This essay discusses the dynamics of the process of design creation, especially from the viewpoint of authorship. It considers the authorship and, from concepts already been raised by researchers and designers, we use testimonials about working methods and professional authors working in the market. The course involves creative design choices of methodological procedures and communication processes that occur in dialogue and trade between the designer and his work. In this context the development of copyright works has a direct infl uence on the development of methodologies of work. Creativity is also considered here as an important factor for the development of the phenomenon copyright. The objective of this research is to unravel some of these processes and show the importance of authorship to the development and improvement of working methods and creativity. Keywords: creativity. method. authorship. design.

16

17 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 - CRIATIVIDADE 1.1 Conceitos de criatividade 1.2 Potencial criativo 1.3 Processos criativos 1.4 Técnicas para ampliar a criatividade CAPÍTULO 2 - MÉTODO 2.1 Caminhos de sistematização 2.1 Designers e suas trajetórias CAPÍTULO 3 - AUTORIA 3.1 Concepções de auotr e autoria 3.2 Concepções de dfesign gráfi co 3.3 Autoria no design 3.4 Design autoral e os novos designers CONSIDERAÇÕES FINAIS BIBLIOGRAFIA ANEXOS 1. Lauro Machado 2. Felipe Guga 3. Bruno Dellani 4. Marco Cherfêm 5. Juliana de Campos Silva 6. Colletivo

18

19 Introdução 18

20 Introdução O foco desta dissertação é a produção de design gráfi co autoral e esta como um meio de exercício do processo criativo e da elaboração de metodologias de trabalho. Entende-se como design autoral o desenvolvimento autônomo e independente de trabalhos de design. O designer, enquanto cria seu produto, segue e/ou estabelece parâmetros que o conduzem a decidir por este ou aquele caminho. Julga continuamente seus resultados durante esse processo de construção, através de diálogos com sua produção e/ou com a produção de outros designers. Acreditamos que a construção desses caminhos pode envolver preocupações com a funcionalidade e com o público alvo, ou mesmo outras questões solicitadas pelo briefi ng de cada projeto. Introdução Por meio de depoimentos e trabalhos de designers gráfi cos escolhidos e outros já estabelecidos e reconhecidos como referência nesta área, buscamos identifi car, reconhecer, relatar e demonstrar a importância do fenômeno do design autoral para o desenvolvimento da refl exão na criação e nas práticas da área. Usamos como critérios de escolha designers gráfi cos cuja produção é autoral. Procuramos também, abranger três diferentes confi gurações de trabalho: 19 Estúdio: espaço destinado à criação onde existe uma interação com outros designers, no entanto, o desenvolvimento de projetos acontece de maneira isolada. Muitas vezes por possuir grandes clientes comerciais, desenvolve vários trabalhos paralelos, conduzidos por um diretor de arte.

21 Coletivo: são grupos, muitas vezes multidisciplinares, onde os projetos são desenvolvidos partindo da interação entre os profi ssionais. O desenvolvimento dos projetos é feito conjuntamente, buscando uma visão do grupo e não de um individuo. Freelancer: do inglês Freelance, profi ssional que trabalha por conta própria, prestando serviços de caráter temporário ou ocasional, sem estar vinculado a uma entidade patronal; trabalhador independente. Pretendemos elucidar como o designer pode exercitar a criatividade e resolver problemas apoiado na produção autoral. Para realizar essas análises escolhemos critérios que julgamos pertinentes à área do design. Esta dissertação não tem o intuito de criar regras teóricas para o design, mas sim considerar e avaliar como o fenômeno do design autoral pode alargar as possibilidades de composição do pensamento criativo. Introdução 20 Visto que o designer é concomitantemente criador e primeiro interpretante de seu produto, toda a bagagem de trabalhos realizados por ele, bem como as diretrizes sociais e culturais do meio onde está inserido, são elementos importantes que serão usados em suas experimentações em busca da construção de linguagem. É no processo autoral que o designer terá oportunidade de refl etir sobre esses fatores de forma mais clara. Esta prática vem de encontro às teorias sobre criação e criatividade. No primeiro capítulo buscamos discutir questões relacionadas à criatividade,

22 já que acreditamos que esta é diretamente ligada às questões de autoria no processo. Iniciamos este capítulo conceituando o termo e buscando suas origens. Discutimos também conceitos pré-estabelecidos, muitas vezes até enraizados de maneira equivocada no que diz respeito à personalidade criativa, seu estímulo e desenvolvimento. Para a elucidação do processo criativo buscamos autores, artistas e designers que discutem sobre o desenvolvimento de suas próprias práticas e de outros designers relevantes ao trabalho. O trabalho do designer tem como algumas de suas premissas a versatilidade, a efi ciência e a criatividade no desenvolvimento de projetos. O design autoral se mostra como um fenômeno que explora as possibilidades, pois não possui limites criativos. O desenvolvimento de trabalhos de forma autônoma pode incentivar o uso consciente de procedimentos muitas vezes aprendidos e utilizados de forma mecânica. Introdução 21 Não obstante, prática do design autoral faz com que o designer explore seus próprios métodos, desenvolvendo e elaborando novas técnicas de trabalho. O design é uma atividade interdisciplinar, que pode agregar ao seu processo de trabalho, diversas áreas do conhecimento. Por este motivo, a aplicação de um método sistemático para a área do design, apresenta-se como uma tarefa complexa. O método, em sua aplicação prática é diretamente infl uenciado pelo objeto e pelo designer, assim, variáveis como cultura e fatores tecnológicos podem alterar os procedimentos do designer na busca de resultado de seu método. O segundo capítulo, Métodos, inicia-se tratando da etimologia do termo e dos fatores que levam à sistematização do trabalho. Fazemos também uma breve

23 explanação de alguns métodos utilizados e estudados por designers e pesquisadores. No terceiro capítulo, partimos de análises pertinentes ao universo da palavra escrita para iniciar discussões referentes ao autor e à autoria dentro do design. Após sua criação, a peça de design espalha-se por um âmbito sem limites. Assim como na literatura, o objeto de design, seja este gráfi co ou de produto, é infl uenciado pelo meio no qual se origina. O designer como parte da sociedade e da cultura em que está inserido, tem sua visão das possibilidades e do destino do objeto diretamente infl uenciadas pelo meio em que vive. Devido à maior concentração de nossas pesquisas na área do design gráfi co, consideramos pertinente a delimitação do termo. Com os termos delimitados, partimos às considerações quanto à autoria especifi camente na área do design. Na busca de trazer esta prática a uma realidade palpável, apoiamos nossas questões em exemplos reais e atuais da prática do design. Percebendo uma afi nidade dos trabalhos desenvolvidos pelos novos designers com as técnicas pós-modernistas, buscamos na história uma aproximação do pós-modernismo com design autoral. Depoimentos de designers brasileiros já reconhecidos também são relevantes para a conceituação do tema dentro do contexto social e econômico em que estamos inseridos. Introdução 22 Ao fi nal fazemos nossas considerações quanto à pesquisa e entrevistas realizadas. Acreditamos que o estudo sobre a relevância da prática do design autoral para o desenvolvimento de projetos ainda é um tema pouco explorado. Pretendemos contribuir com a elucidação desta importante questão.

24 23 Capítulo 1 Criatividade

25 Capítulo 1 - Criatividade 1.1 Conceitos de criatividade Existem diversos conceitos para o termo criatividade. Segundo Solange Wechsler (1993), autora de numerosos estudos sobre o tema, a criatividade tem sido estudada e defi nida de diversas maneiras, o que sugere a existência de um fenômeno complexo, com múltiplas facetas (p. 01). Eunice Alencar (1993) concorda com Wechsler e defende que algumas dessas defi nições são até mesmo antagônicas. Entretanto, um ponto comum entre as diversas defi nições está na afi rmação de que a criatividade estabelece uma nova coerência entre os elementos, ou novas formas de relacionar os fenômenos, bem como compreender os termos, os produtos e as ideias decorrentes de uma dada situação que até então não haviam sido relacionados (OSTROWER, 1987; ALENCAR 1993; WECHSLER 1993). Capítulo 1 _ Criatividade 24 A discussão sobre as defi nições do termo criatividade apresentam algumas ideias preconcebidas e enraizadas culturalmente, quanto às características do indivíduo e do processo criativo. Entre elas estão: a crença na criatividade ligada a um dom divino; qualidade com a qual o indivíduo nasce e não pode ser ensinada ou exercitada; momento sobrenatural de inspiração inexplicável. Alguns autores como Witty e Lehman (apud ALENCAR, 1993, p.16), chegam até a associá-la à loucura, sugerindo uma relação entre criatividade e doença mental. Pesquisas que se dedicaram à investigação de aspectos relacionados à criatividade demonstram que ela é algo inerente ao ser humano e pode ser desenvolvida e aprimorada através de prática e de treino. O desenvolvimento do potencial criativo é diretamente

26 infl uenciado pelas condições socioculturais em que o indivíduo está inserido. As capacidades de associação, organização e análise também são infl uenciadas pelo meio e estão diretamente ligadas à criatividade. Podemos perceber a ligação do designer com seu entorno no relato do designer Lauro Machado (2010), do Estúdio Insólito, um dos designers entrevistados, que tem como espaço de trabalho o estúdio. Formado pela UFRJ, durante a faculdade participou de projetos de orientação e sinalização do hospital universitário Clementino Fraga Filho. Trabalhou na 20/01, escritório dirigido por Jair de Souza, desenvolvendo trabalhos para o Comitê Olímpico Brasileiro, Companhia Vale do Rio Doce e outros clientes da área cultural; trabalhou também na Ana Couto Branding & Design, onde participou do desenvolvimento de uma nova identidade visual para o Unibanco. Com mais dois sócios, Jamil li Causi e Rafael Saraiva, trabalhou na Necas, empresa que surgiu informalmente, como um grupo de produção multidisciplinar que envolvia poesia, literatura e artes visuais. No início de 2005 nasceu a vertente comercial da Necas, após a saída de Rafael Saraiva, cria junto com Jamil o Estúdio Insólito. O novo escritório, assim como o antigo, tem como base a diversidade na elaboração dos projetos, tanto formal quanto conceitual. Atualmente desenvolve projetos diversos para clientes institucionais como também para o mercado editorial. Segundo Machado, a vida cotidiana, os elementos da contemporaneidade, as pessoas e experiências de vida são o que o inspiram. Quando questionado sobre infl uências no processo de criação, afi rma que a percepção dos fatores sociais, culturais e até mesmo linguísticos faz parte do processo. Estar imerso em uma cultura ou paisagem e não ser infl uenciado por ela é, segundo ele, muito difícil. Capítulo 1 _ Criatividade 25 Fayga Ostrower assinala que é também de igual importância para o potencial criativo a preparação do indivíduo, seu conhecimento e dedicação a uma determinada área do saber, além da necessidade de conhecer os meios de criação.

27 A autora exemplifi ca com a atividade artística, porém este exemplo se aplica a qualquer indivíduo e a qualquer situação: É evidente que, além de saber o que faz, o artista tem que saber fazer. Ele tem que conhecer sua linguagem [...] Portanto, só vai poder fazer uma poesia em chinês quem souber o chinês; só vai dar um concerto de violino quem souber tocar violino; só vai fazer gravura, quem dominar o artesanato da gravura; só vai poder criar em pintura quem souber pintar. (OSTROWER,1990, p.228). O designer Rafi c Farah (YONAMINE, s/d), acredita que a criação depende muito do repertório do designer, e de seu conhecimento histórico do contexto onde está inserido. O designer deve conhecer seu contexto histórico para o melhor desenvolvimento de seu trabalho. Ele acredita ainda que o trabalho do designer seja equiparado ao seu discurso, portanto, refl exo de seu conhecimento. Capítulo 1 _ Criatividade 26 Outros autores como Maslow (apud ALENCAR, 1993) salientam que a criatividade necessita não apenas de iluminação e de inspiração; ela necessita também de muito trabalho, treino prolongado, atitude criativa, padrões perfeccionistas (p. 17). Segundo o designer Lauro Machado (2010) a busca por aprendizado e aperfeiçoamento deve ser constante, e o amadurecimento do trabalho é fruto de exercício contínuo, de estudo, esforço e dedicação. Juliana de Campos Silva, arquiteta e urbanista graduada pela FAU/USP em 2007, entrevistada para esta pesquisa, já trabalhou com design de mobiliário e objetos na loja-atelier,ovo e com design editorial na Editora 34. Atualmente trabalha com a também arquiteta e artista plástica Carla Caffé em seus projetos gráfi cos, com elaboração de composições, tratamento de imagens, preparação de arquivos para impressão

28 e desenho de caligrafi as em originais, também desenvolve trabalhos com a TC Urbes, escritório de planejamento e projetos urbanos, onde é responsável pela identidade visual e produtos de comunicação, como o website, os folders e outras publicações impressas. Juliana de Campos Silva (2011) afi rma que o design autoral é um exercício para a criatividade e que a criação não é sempre algo prazeroso. Segundo Juliana, o caminho percorrido pelo designer, das primeiras ideias ao produto fi nal, pode ser bastante penoso. Essa visão reforça a ideia de que a prática e o trabalho constante sobre o que está sendo produzido são intrínsecos ao processo de criação. O designer trabalha diariamente com o conhecimento técnico atrelado à prática e à criatividade para desenvolver processos criativos. O designer Rico Lins (YONAMINE, s/d), acredita que tanto o conhecimento técnico quanto o teórico são muito importantes. Para ele o design tem uma natureza transversal já que transpassa e dialoga com outras áreas, funcionando como fi o condutor para o processo de criação. Sendo assim, é importante que o designer tenha capacidade de contextualizar a informação da maneira mais ampla possível. Capítulo 1 _ Criatividade 27 Alguns estudos buscam pelo viés do processo criativo discutir o ensino da criatividade. Donis A. Dondis (2003) acredita que através do alfabetismo visual, desenvolvimento das habilidades necessárias para o uso e compreensão da linguagem visual pode desenvolver a inteligência humana, aumentando o potencial criativo. Segundo a autora a inspiração súbita e irracional não é uma força aceitável no design (DONDIS, 2003, p.136). Através da inteligência visual controlam-se os meios visuais. Conhecendo as ferramentas de trabalho alcançamos o domínio de como devemos proceder na solução de problemas. A criatividade estaria, dessa maneira, em nossa capacidade de manipular este conhecimento no

29 processo criativo e propor novas conexões. Um exemplo desta prática pode ser dado pelo trabalho do designer Bruno Dellani (2010), que em seu portfólio retrabalha projetos comerciais, fazendo sua própria versão do material. Utiliza texturas que havia desenvolvido para briefi ngs comerciais misturando as ideias em que estava trabalhando para diversas peças e criando algo novo. Dellani acredita que o desenvolvimento de trabalho autoral é um exercício para a criatividade e um auxílio para o exercício da pesquisa, ajuda a misturar ideias e a criar conexões entre diferentes temas, tendo sempre em vista, é claro, o cuidado com as prerrogativas em atender às necessidades comerciais do projeto. Existem também autores que tratam a criatividade como parte da personalidade do ser humano. Segundo Harold Anderson H., no livro Creativity And Its Cultivation (1959), quando pensamos em criatividade, acabamos na maioria das vezes por associá-la a produtos criativos, a objetos palpáveis que possam ser estudados e apreciados, no entanto, existe outro tipo de criatividade que não necessariamente está contida em um objeto. A criatividade pode também estar nas relações humanas, sociais ou psicológicas, para tanto, Anderson (1959) afi rma que é necessário, entre outros fatores, a capacidade de se relacionar com o outro. Ele trata de uma criatividade onde o sujeito admite a individualidade e ao mesmo tempo respeita a singularidade do outro. O autor também trabalha com o conceito de confrontamento que signifi ca um processo de relacionamento em que o comportamento ou a presença de um organismo faz diferença no comportamento do outro. É um processo de duas vias de comunicação entre os indivíduos, onde a interação das diferenças gera um crescimento. Para exemplifi car seu pensamento, o autor aponta a relação biológica entre o óvulo e espermatozoide. Durante a Capítulo 1 _ Criatividade 28

30 fecundação o espermatozoide torna-se um com o óvulo e vice-versa. O autor fala de uma integração de diferenças que originam o surgimento de um original. A integração das diferenças é por defi nição, segundo o autor, o surgimento de um original, a criação de algo diferente. Nesse sentido o crescimento é um processo de criatividade. Se transpusermos o exemplo biológico dado pelo autor para o campo social, podemos pensar em indivíduos diferentes, que em interação podem aprender um com o outro e dar origem às novas ideias. Esse pensamento pode nos levar à discussão sobre a criatividade em grupos de design coletivo. Podemos pensar em cada indivíduo do coletivo como uma célula que em interação umas com as outras dão origem a novas ideias. Para que essa interação aconteça é necessário que cada um admita e respeite não apenas a individualidade do outro, não obstante a sua própria singularidade. Outrossim, criatividade e autoria tornam-se totalmente interdependentes também dentro de coletivos de design. Capítulo 1 _ Criatividade Potencial criativo Todas as pessoas nascem com potencial criativo, em diferentes níveis de desenvolvimento, que variam de acordo com fatores sociais, culturais e cognitivos. Fayga Ostrower (1987) afi rma que a natureza criativa está profundamente relacionada ao contexto cultural do indivíduo. A autora defende que o criar e o viver estão intimamente ligados. Algumas pessoas têm profundos conhecimentos em determinas áreas e conseguem dentro deste contexto ter ideias criativas; no entanto, existem também indivíduos que são capazes de ser criativos transitando

31 por áreas de conhecimento com as quais não tinham uma afi nidade prévia. Pesquisas buscam desvendar o que torna esses indivíduos diferentes, o que defi ne a personalidade criativa. Alencar (1993) cita um programa de pesquisa na área criativa desenvolvido por MacKinnon e Barron, através de investigações sobre traços de personalidade, fatores ambientais e intelectuais de diversos grupos de pessoas consideradas mais criativas. Traços semelhantes foram observados por Barron e MacKinnon, alguns deles são: Autoconfi ança e independência Espontaneidade Senso de humor Percepção de si mesmo Intuição Segundo os autores as experiências de vida e as características de personalidade mostraram-se intrínsecas, gerando assim uma riqueza na capacidade de percepção. Cecília Salles (1998) defi ne percepção como a capacidade de sentir e compreender; são ordenações das sensações que atingem o nível consciente e permitem que aprendamos sobre o mundo, o homem e nós mesmos, abrangendo o ser intelectual. A sensibilidade atua no decorrer de todo esse processo. Segundo Salles (1998) a criação parte de e caminha para as sensações e, nesse trajeto, alimenta-se delas (p.53). O processo cognitivo, mais especifi cadamente a percepção, está diretamente relacionado com o modo como o indivíduo vê, percebe e registra a informação. Também a forma como irá articular seus conhecimentos na geração de novas ideias atrelada a isso. Capítulo 1 _ Criatividade 30 Designer freelancer, formado em Design de Produto pela PUC-Rio em 2004, Felipe Guga já criou estampas para marcas como Aüslander, Redley, Isabela Capeto e Farm; têm trabalhos espalhados por revistas, como por exemplo, Capricho e

32 1. A Gestalt é uma Escola de Psicologia Experimental. Considera-se que Von Ehrenfels, fi lósofo vienense de fi ns do século XIX, foi precursor da psicologia da Gestalt. Mais tarde, por volta de 1910, teve seu início mais efetivo por meio de três nomes principais: Max Wertheimer (1880/1943), Wolfgang Kohler (1887/1967) e Kurt Koffka (1886/1941), da Universidade de Frankfurt. O movimento gestaltista atuou principalmente no campo da teoria da forma, com contribuições relevantes aos estudos da percepção, linguagem, inteligência, aprendizagem, memória, motivação, conduta exploratória e dinâmica de grupos sociais. Através de numerosos estudos e pesquisas experimentais, os gestaltistas formularam suas teorias a cerca dos campos mencionados (GOMES, pág.18, 2003). Super Interessante, além de toy arts e pôsteres, não gosta de defi nir ou segundo ele rotular seu trabalho. Segundo o designer, a área em que consegue maior liberdade de criação é na estamparia, por isso, grande parte de seu trabalho é na área de moda, desenhando estampas para várias marcas de roupa do Brasil e uma do exterior. Seus desenhos contemporâneos, coloridos e muitas vezes engraçados, são feitos com nanquim e recursos de Photoshop. Seus desenhos já foram vendidos na Galeria Lafayette, em Paris. Era proprietário de uma marca de camisetas, chamada Limonada, vendida em algumas multimarcas do Brasil. O designer Felipe Guga (2010) fala a respeito da percepção como via que possibilita a descoberta de coisas novas que serão usadas no processo criativo. Ele afi rma não conseguir fazer apenas uma ilustração bonita, pois está sempre pensando em um conceito, em uma mensagem, que de preferência seja positiva, de uma maneira bem humorada. Estas descrições a respeito da personalidade criativa ressaltam a importância da capacidade de relacionar ideias, bem como da fantasia e do humor. Dondis (2003) também ressalta em seu trabalho a importância do estado mental e do humor no ato criativo. Outros traços como a curiosidade e habilidade de questionar, também são lembrados. Wertheimer, (apud ALENCAR, 1993) um dos teóricos que propuseram os fundamentos da psicologia da Gestalt 1, tem pesquisas relacionadas ao pensamento produtivo, que apresenta alguns aspectos que podem ser considerados como pensamento criativo. Para a Gestalt, um problema existe quando existe tensão, que é resultado da interação de fatores perceptuais e da memória, e para resolvêlo é necessária uma reestruturação do campo perceptual, que é a relação entre percepção e pensamento. Os gestaltistas relacionam ainda a criatividade com Capítulo 1 _ Criatividade 31

33 insight (o momento de iluminação quando surge a solução). Pesquisadores como Guilford (apud ALENCAR, 1993) e Torrance (1974), investigaram os traços intelectuais e estilos cognitivos presentes em indivíduos ditos altamente criativos. Guilford desenvolveu inúmeros estudos relacionados à criatividade e sua relação com outras habilidades cognitivas que contribuem para o pensamento criativo. Ele chama a atenção para a mudança de categoria de pensamento, que nada mais é que uma mudança de algum tipo, como por exemplo, de signifi cado, interpretação ou uso. Também são lembradas por ele a suscetibilidade, a fl uência, a fl exibilidade, a originalidade e a elaboração, como fatores relativos às operações intelectuais que contribuem para o pensamento criativo (ALENCAR, 1993). Capítulo 1 _ Criatividade Torrance (1974) concentrou seus estudos da criatividade em crianças, buscando procedimentos que pudessem favorecer o desenvolvimento e expressão da criatividade. O autor defi ne criatividade como a capacidade de identifi car defi ciências e formular hipóteses de resolução; testar e modifi car estas hipóteses quando necessário também faz parte do processo. Entre as amostras das pesquisas realizadas por Torrance algumas das características mais recorrentes foram humor, fantasia e aprendizagem independente. 32 Percebemos que a personalidade criativa vai sendo construída com o acúmulo de diversas situações que foram experimentadas pelo indivíduo. Designers, como Bruno Dellani (2010), procuram estar sempre estudando e experimentando a todo o momento. O designer acredita que a experiência ensina a melhor forma de contornar certos problemas e que a criatividade está também bastante ligada à

34 experiência. No entanto, afi rma também que podemos acabar confi ando demais no próprio conhecimento e tomar decisões não tão adequadas. Segundo Dellani (2010), a inexperiência pode ajudar na necessidade de mudança, pois se entra no assunto com a mente aberta para encontrar soluções novas. Para equilibrar-se entre estes extremos, o designer afi rma que devemos estar sempre com a mente aberta, atentos ao mundo e nunca pensar que já sabemos tudo. Traços de personalidade como, por exemplo, a independência, leva o indivíduo à busca constante de informação e da prática do pensamento. Esse exercício constante mantém a mente aberta para o conhecimento. Em 2003, Marcelo Roncatti, Fábio Couto, Vanessa Queiroz e David Bergamasco, fundaram o estúdio Colletivo, um grupo multidisciplinar, de profi ssionais da área do design. O grupo tem como objetivo o desenvolvimento de trabalhos que se situem no campo experimental, segundo o Colletivo (2011), a relevância e possível infl uência que a prática de trabalhos autorais pode trazer para as práticas do design, está diretamente ligada ao exercício da criatividade. Capítulo 1 _ Criatividade 33 Experiências e opiniões diferentes podem tornar o indivíduo mais criativo. As condições sociais e culturais em interação com as potencialidades individuais originam os comportamentos criativos. 1.3 Processos criativos São inúmeras as pesquisas que descrevem o processo criativo. Para uma melhor compreensão dos mecanismos desse processo, os autores o dividem em

35 momentos chave, que passam a ser uma fase ou etapa do processo. Assim como a criatividade, o processo criativo não se desenvolve em um simples estalo. Na verdade, ele é resultado de experimentação e esforço do indivíduo que o realiza. Entre os que se dedicaram ao estudo e pesquisa do processo criativo está Fayga Ostrower (1987). Para ela o processo criativo engloba o pensar e o sentir, consciente e inconsciente, intuição e acaso. A autora mostra o processo intimamente ligado às características cognitivas, intelectuais e culturais do indivíduo, porém não deixa de considerar alguns momentos da criação. São estes: o insight, a elaboração e a inspiração. O insight é o momento de captação e estruturação de possibilidades. No segundo momento, o da elaboração, ocorre o questionamento. O indivíduo levanta e testa várias ideias, quantas vezes entender necessário. É um momento em que o indivíduo pode ir e voltar em suas indagações. No terceiro momento a inspiração o indivíduo considera ter achado a solução, mas isso não signifi ca que é o fi nal, pois o trabalho pode ainda não ter suprido todas as questões do indivíduo. Capítulo 1 _ Criatividade 34 Estes momentos do processo criativo são totalmente fl exíveis, cada indivíduo pode estabelecer uma sequência das etapas e mudá-la sempre que achar necessário. Torrance (1974) também estabeleceu fases para o processo criativo, baseado nos trabalhos de Wallas (1926) e Patrick (1955). São quatro as fases estabelecidas pelo autor: Preparação: momento em que é identifi cado o problema e realizada a pesquisa para possíveis soluções. Incubação: momento de maturação das ideias. Iluminação: quando surge a solução. Revisão: momento em que as soluções são testadas, validadas ou

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

:: NOVA ESCOLA ON-LINE ::

:: NOVA ESCOLA ON-LINE :: Page 1 of 7 Planos de aula Educação Infantil Conhecimento de Mundo Natureza e Sociedade Seres Vivos Plano de trabalho O ovo vira pinto Introdução Muito freqüentemente, o trabalho com as ciências naturais,

Leia mais

UMA INVESTIGAÇÃO COM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA SOBRE A MOBILIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS

UMA INVESTIGAÇÃO COM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA SOBRE A MOBILIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS UMA INVESTIGAÇÃO COM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA SOBRE A MOBILIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS Cintia Ap. Bento dos Santos Universidade Cruzeiro do Sul Programa de Pós Graduação

Leia mais

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R INTRODUÇÃO A pesquisa é um procedimento reflexivo e crítico de busca de respostas para problemas ainda não solucionados. O

Leia mais

Lição 4 Avaliação na EAD

Lição 4 Avaliação na EAD Estudo e Aprendizado a Distância 89 Após concluir o estudo desta lição, esperamos que você possa: identifi car a fi nalidade de um objetivo de aprendizagem; identifi car o conceito de avaliação da aprendizagem;

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO

FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO SUPERIOR PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS Profª Msc. Clara Maria Furtado PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO CURRÍCULO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR PLANEJAMENTO DO CURSO OBJETIVOS

Leia mais

Competências avaliadas pela ICF

Competências avaliadas pela ICF Competências avaliadas pela ICF ð Estabelecendo a Base: 1. Atendendo as Orientações Éticas e aos Padrões Profissionais Compreensão da ética e dos padrões do Coaching e capacidade de aplicá- los adequadamente

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo:

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo: 3 METODOLOGIA Apresenta-se a seguir a descrição da metodologia utilizada neste trabalho com o objetivo de expor os caminhos que foram percorridos não só no levantamento dos dados do estudo como também

Leia mais

UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA MESTRANDO - GILSON DO NASCIMENTO GOUVÊA VICTORIANO

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE NO DESENVOLVIMENTO HUMANO

A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE NO DESENVOLVIMENTO HUMANO A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE NO DESENVOLVIMENTO HUMANO Roberta Ortiz Furian Palavra-chave: ecologia, ambiente, desenvolvimento Este trabalho tem como objetivo destacar a teoria Ecologia do Desenvolvimento

Leia mais

Como desenvolver projetos

Como desenvolver projetos 1 Coletânea de Projetos Educação de Jovens e Adultos Como desenvolver projetos No 1º semestre de 2007, os calendários da Educação de Jovens e Adultos - Ensino Fundamental e Ensino Médio passaram a contemplar

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

A PROBLEMATIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA

A PROBLEMATIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA A PROBLEMATIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA Jeferson Luiz Appel Dar-se-ia mais significação aos conteúdos conceituais a serem aprendidos pelos alunos pela necessidade de esses adquirirem um novo conhecimento

Leia mais

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram Esquema de Palestra I. Por Que As Pessoas Compram A Abordagem da Caixa Preta A. Caixa preta os processos mentais internos que atravessamos ao tomar uma

Leia mais

VAI E VEM DAS EQUAÇÕES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL

VAI E VEM DAS EQUAÇÕES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL VAI E VEM DAS EQUAÇÕES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL Tanise Coppetti Universidade Federal de Santa Maria tani_coppetti@hotmail.com Resumo: Este trabalho apresenta uma atividade a respeito de equações

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções:

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: PROJETO DE PESQUISA Antonio Joaquim Severino 1 Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: 1. Define e planeja para o próprio orientando o caminho a ser seguido no desenvolvimento do trabalho

Leia mais

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS Fortaleza Ce Agosto 2009 Liádina Camargo Lima Universidade de Fortaleza liadina@unifor.br Categoria C Métodos

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO MESTRADO SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO Justificativa A equipe do mestrado em Direito do UniCEUB articula-se com a graduação, notadamente, no âmbito dos cursos de

Leia mais

Programa de Pós Graduação em Educação da FCT/UNESP, Presidente Prudente, SP. depenna05@yahoo.com.br

Programa de Pós Graduação em Educação da FCT/UNESP, Presidente Prudente, SP. depenna05@yahoo.com.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 799 INTERVENÇÃO EM ARTE COM O AUXÍLIO DO SOFTWARE PHOTOSHOP Denise Penna Quintanilha Programa de Pós Graduação em

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem Coordenação: Juliana Cristina Braga Autoria: Rita Ponchio Você aprendeu na unidade anterior a importância da adoção de uma metodologia para a construção de OA., e também uma descrição geral da metodologia

Leia mais

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DO CAMPO ADITIVO: UM ESTUDO SOBRE DADOS QUANTITATIVOS DE UMA PESQUISA

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DO CAMPO ADITIVO: UM ESTUDO SOBRE DADOS QUANTITATIVOS DE UMA PESQUISA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DO CAMPO ADITIVO: UM ESTUDO SOBRE DADOS QUANTITATIVOS DE UMA PESQUISA José Fernando Fernandes Pereira Universidade Cruzeiro do Sul jnandopereira@gmail.com Resumo: O presente texto

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LAMBARI D OESTE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA MATOS, Alaíde Arjona de 1 OLIVEIRA, Sônia Fernandes de 2 Professora da rede municipal de ensino

Leia mais

Metodologia do Trabalho Científico

Metodologia do Trabalho Científico Metodologia do Trabalho Científico Diretrizes para elaboração de projetos de pesquisa, monografias, dissertações, teses Cassandra Ribeiro O. Silva, Dr.Eng. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Porque escrever

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação 1 1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação O objetivo principal de Introdução Filosofia é despertar no aluno a percepção que a análise, reflexão

Leia mais

Aula 1 - O que é design? professor Rafael Ho mann

Aula 1 - O que é design? professor Rafael Ho mann Aula 1 - O que é design? professor Rafael Ho mann Fundamentos do design (grá co?) Objetivo da aula - Conhecer melhor e consolidar o signi cado do termo design. Objetivo da aula É muito mais difícil falar

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA/UFSC/SC RELATÓRIO SUCINTO: MÊS JUNHO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA/UFSC/SC RELATÓRIO SUCINTO: MÊS JUNHO 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA/UFSC/SC 1. Dados do Município ou GERED a) Município: FLORIANÓPOLIS b)município/gered: SECRETARIA MUNICIPAL RELATÓRIO

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre sabem alguma coisa, todo educando pode aprender, mas

Leia mais

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna:

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna: TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na

Leia mais

OS JOGOS MATEMÁTICOS: UM RECURSO QUE FAVORECE NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM.

OS JOGOS MATEMÁTICOS: UM RECURSO QUE FAVORECE NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM. OS JOGOS MATEMÁTICOS: UM RECURSO QUE FAVORECE NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM. UCHÔA, Yasmim Figueiredo Graduanda de Pedagogia/ UEPB. Bolsista PIBID CABRAL, Isabel Cristina Gomes de Morais Graduanda

Leia mais

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA Jacqueline Oliveira de Melo Gomes Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul / FAMASUL-PE jacomgomes@yahoo.com.br

Leia mais

PESQUISA QUALITATIVA

PESQUISA QUALITATIVA PESQUISA QUALITATIVA CONHECIMENTO É o processo pelo qual as pessoas intuem, apreendem e depois expressam. Qualquer ser humano que apreende o mundo (pensa) e exterioriza, produz conhecimento. PESQUISA É

Leia mais

Maternal 3 anos Educação Infantil

Maternal 3 anos Educação Infantil Maternal 3 anos Educação Infantil Eixo temático: Tema: Joca e suas aventuras As crianças, nesta fase, caracterizam-se pelo movimento e pela ação. Agem ativamente em seu entorno, acompanhando seus movimentos

Leia mais

O Processo de Adaptação de Tabelas e Gráficos Estatísticos Presentes em Livros Didáticos de Matemática em Braille. GD13 Educação Matemática e Inclusão

O Processo de Adaptação de Tabelas e Gráficos Estatísticos Presentes em Livros Didáticos de Matemática em Braille. GD13 Educação Matemática e Inclusão O Processo de Adaptação de Tabelas e Gráficos Estatísticos Presentes em Livros Didáticos de Matemática em Braille Rodrigo Cardoso dos Santos 1 GD13 Educação Matemática e Inclusão Resumo do trabalho. Por

Leia mais

A ABORDAGEM DA GEOMETRIA COM CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: NÍVEL II

A ABORDAGEM DA GEOMETRIA COM CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: NÍVEL II 1 A ABORDAGEM DA GEOMETRIA COM CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: NÍVEL II Donizeth Henrique Aleluia Vieira 1 Paula Rodrigues de Souza 2 Suely Miranda Cavalcante Bastos 3 Resumo: Juntamente com o campo dos Números

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM

ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM Anastasiou (2004) propõe: Aula expositiva dialogada: ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM A exposição oral centrada no professor e na lógica dos conteúdos pode ser substituída pela chamada aula dialogada,

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Ministrantes: Anita Maria da Rocha Fernandes César Albenes Zeferino Maria Cristina Kumm Pontes Rafael Luiz Cancian Itajaí,

Leia mais

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica PORQUE AS CRIANÇAS ESTÃO PERDENDO TODOS OS REFERENCIAIS DE ANTIGAMENTE EM RELAÇÃO ÀS BRINCADEIRAS?

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 3 METODOLOGIA DA PESQUISA O objetivo principal deste estudo, conforme mencionado anteriormente, é identificar, por meio da percepção de consultores, os fatores críticos de sucesso para a implementação

Leia mais

JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS PROJETO DE PESQUISA AVALIAÇÃO EM ARTE

JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS PROJETO DE PESQUISA AVALIAÇÃO EM ARTE UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL CENTRO DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO PROJETO NOSSA ESCOLA PESQUISA SUA OPINIÃO - PÓLO RS CURSO ESCOLA E PESQUISA: UM ENCONTRO POSSÍVEL JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS

Leia mais

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES 1 O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? Introdução DIOGO SÁ DAS NEVES A Psicopedagogia compromete-se primordialmente com o sistema

Leia mais

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Felipe Schadt 1 O presente capítulo 2 é parte integrante do livro Metodologia da Pesquisa-ação, do

Leia mais

CONTEXTUALIZAÇÃO, RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

CONTEXTUALIZAÇÃO, RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA CONTEXTUALIZAÇÃO, RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Edda Curi Resumo Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática dos Ensinos Fundamental e Médio enfatizam como um critério essencial para

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte Comunicação O ENSINO DAS ARTES VISUAIS NO CONTEXTO INTERDISCIPLINAR DA ESCOLA ALMEIDA, Maria Angélica Durães Mendes de VASONE, Tania Abrahão SARMENTO, Colégio Hugo Palavras-chave: Artes visuais Interdisciplinaridade

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Regulamento de Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Segurança da Informação e Sistemas para Internet

Leia mais

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.)

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) O ATO DE ESTUDAR 1 (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) Paulo Freire, educador da atualidade, aponta a necessidade de se fazer uma prévia reflexão sobre o sentido do estudo. Segundo suas palavras:

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

O ESTUDO DE FUNÇÕES DO PRIMEIRO GRAU POR MEIO DA ANÁLISE DA CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA NO ENSINO FUNDAMENTAL

O ESTUDO DE FUNÇÕES DO PRIMEIRO GRAU POR MEIO DA ANÁLISE DA CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA NO ENSINO FUNDAMENTAL O ESTUDO DE FUNÇÕES DO PRIMEIRO GRAU POR MEIO DA ANÁLISE DA CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA NO ENSINO FUNDAMENTAL Ana Paula Rebello Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul - PUCRS prof.anapaula@ibest.com.br

Leia mais

DIFERENCIAÇÃO IMPLÍCITA: VISUALIZANDO AS RETAS TANGENTES E NORMAIS COM O AUXÍLIO DO WINPLOT

DIFERENCIAÇÃO IMPLÍCITA: VISUALIZANDO AS RETAS TANGENTES E NORMAIS COM O AUXÍLIO DO WINPLOT DIFERENCIAÇÃO IMPLÍCITA: VISUALIZANDO AS RETAS TANGENTES E NORMAIS COM O AUXÍLIO DO WINPLOT Silmara Alexandra da Silva Vicente Universidade Presbiteriana Mackenzie Gisela Hernandes Gomes Universidade Presbiteriana

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2003 - Érika Nunes Martins Simões Formação do Professor de - Sheila Andrade

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE *

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE * AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE * DILMEIRE SANT ANNA RAMOS VOSGERAU ** m 2003, com a publicação do livro Educação online, o professor Marco Silva conseguiu, com muita pertinência, recolher

Leia mais

CONEXÃO ESCOLAR CONEXÃO ESCOLAR

CONEXÃO ESCOLAR CONEXÃO ESCOLAR CONEXÃO ESCOLAR CONEXÃO ESCOLAR ESCOPO PROJETO CONEXÃO ESCOLAR Promover o enriquecimento do vocabulário do aluno nos 3 idiomas mais relevantes para sua formação escolar e profissional: Língua Portuguesa,

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA PIAGETIANA PARA O PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM.

AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA PIAGETIANA PARA O PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM. AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA PIAGETIANA PARA O PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM. Maria Rafaela de Oliveira Graduanda FECLESC/UECE Géssica Cryslânia da Silva Graduanda FECLESC/UECE Janete Rodrigues de Lima

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

Perfil e Competências do Coach

Perfil e Competências do Coach Perfil e Competências do Coach CÉLULA DE TRABALHO Adriana Levy Isabel Cristina de Aquino Folli José Pascoal Muniz - Líder da Célula Marcia Madureira Ricardino Wilson Gonzales Gambirazi 1. Formação Acadêmica

Leia mais

LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR

LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR ANNA PAULA SILVA (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS), ELIANE FERREIRA PINTO (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS). Resumo A reciclagem tem como principal foco a conscientização

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

Filme: O Lobisomem e o Coronel

Filme: O Lobisomem e o Coronel Filme: O Lobisomem e o Coronel Gênero: Animação Diretor: Elvis K. Figueiredo, Ítalo Cajueiro Ano: 2002 Duração: 10 min Cor: Colorido Bitola: 35mm País: Brasil Disponível no Porta Curtas: www.portacurtas.com.br/curtanaescola/filme.asp?cod=1518

Leia mais

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO.

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014 Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. RESUMO Adriana Vieira de Lima Colégio Marista Arquidiocesano

Leia mais

Projeto Acelerando o Saber

Projeto Acelerando o Saber Projeto Acelerando o Saber Tema: Valorizando o Ser e o Aprender Lema: Ensinar pra Valer Público Alvo: Alunos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino contemplando o 3º ano a 7ª série. Coordenadoras:

Leia mais

MBA em Marketing Estratégico

MBA em Marketing Estratégico MBA em Marketing Estratégico Público - alvo O MBA em Marketing Estratégico é indicado para profissionais com experiência profissional mínima de três anos, com formação universitária em qualquer área e

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

TRABALHO INTERDISCIPLINAR 9º ANO 2013

TRABALHO INTERDISCIPLINAR 9º ANO 2013 TRABALHO INTERDISCIPLINAR 9º ANO 2013 1. Tema As relações interpessoais na atualidade. 2. Delimitação do tema As relações humanas e a socialização. 3. Problema Qual a importância das relações interpessoais

Leia mais

MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO, NOVOS PERFIS E PAPÉIS PROFISSIONAIS

MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO, NOVOS PERFIS E PAPÉIS PROFISSIONAIS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO, NOVOS PERFIS E PAPÉIS PROFISSIONAIS DA CHAMINÉ AO CHIP GRANDES FATORES DE MUDANÇA A (R) EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO AS TECNOLOGIAS DE BASE CIENTÍFICA AS NOVAS TECNOLOGIAS ORGANIZACIONAIS

Leia mais

O ENSINO DA MATEMÁTICA ATRAVÉS DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

O ENSINO DA MATEMÁTICA ATRAVÉS DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS O ENSINO DA MATEMÁTICA ATRAVÉS DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS ROMERO *, Danielle D avila danvila@ig.com.br Resumo O trabalho se propõe a discorrer sobre algumas concepções acerca da resolução de problemas em

Leia mais

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA Andrelino Costa FERREIRA (UEPB/SEE-PB) Priscila Raposo ANANIAS (CESED/SEE- PB) Profª Drª Francisca Pereira

Leia mais

QUEM É O PROFESSOR QUE ALFABETIZA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE BELO HORIZONTE? Maria do Socorro Macedo (FAE/UFMG)

QUEM É O PROFESSOR QUE ALFABETIZA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE BELO HORIZONTE? Maria do Socorro Macedo (FAE/UFMG) 1 QUEM É O PROFESSOR QUE ALFABETIZA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE BELO HORIZONTE? Maria do Socorro Macedo (FAE/UFMG) Este trabalho tem por objetivo traçar um perfil dos professores alfabetizadores da rede

Leia mais

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA Thaís Koseki Salgueiro 1 ; Ms. Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: Este projeto tem como objetivo apresentar o trabalho de campo desenvolvido

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Definição da Extensão e Finalidades

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Definição da Extensão e Finalidades CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Definição da Extensão e Finalidades A Resolução UNESP 102, de 29/11/2000, define Extensão Universitária, nos seguintes termos: Art.8º Entende-se

Leia mais

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO 1 ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO VOGEL, Deise R. 1 BOUFLEUR, Thaís 2 RAFFAELLI, Alexandra F. 3 Palavras chave: Espaços adaptados; experiências;

Leia mais

Ministério da Educação. Primavera 2014. Atualização do Redesenho do Currículo

Ministério da Educação. Primavera 2014. Atualização do Redesenho do Currículo Ministério da Educação Primavera 2014 Atualização do Redesenho do Currículo Em 2010, o Ministério da Educação começou a transformar o sistema educacional de British Columbia, Canadá, Ensino Infantil Médio

Leia mais

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO Maria Sebastiana Gomes Mota¹ Francisca Elisa de Lima Pereira² Resumo: Este artigo tem como objetivo

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL II OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Atividades Práticas em Leitura e Escrita

Atividades Práticas em Leitura e Escrita Atividades Práticas em Leitura e Escrita Andréa Carla Machado Elaine Cristina dos Santos 2015 Andréa Carla Machado; Elaine Cristina dos Santos Direitos desta edição adquiridos pela Paco Editorial. Nenhuma

Leia mais

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO O Programa de Pesquisa da Rede Doctum de Ensino parte de três princípios básicos e extremamente importantes para o processo de Pesquisa: 1. O princípio de INDISSOCIABILIDADE

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua!

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua! PROJETO-INTERVENÇÃO O curso de formação de gestores escolares que estamos realizando orientase por dois eixos básicos: a) a educação compreendida como direito social a ser suprido pelo Estado; b) a gestão

Leia mais

FLUXOGRAMA DA PESQUISA

FLUXOGRAMA DA PESQUISA FLUXOGRAMA DA PESQUISA Desde a preparação até a apresentação de um relatório de pesquisa estão envolvidas diferentes etapas. Algumas delas são concomitantes; outras são interpostas. O fluxo que ora se

Leia mais

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES MARCELA NEIVA SOUSA 1 SAMARA MARIA VIANA DA SILVA 2 RESUMO O presente artigo tem como objetivo investigar

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA

MODELAGEM MATEMÁTICA 600 MODELAGEM MATEMÁTICA *Carla da Silva Santos **Marlene Menegazzi RESUMO Este artigo retrata através de seus dados históricos, métodos e exemplo prático uma metodologia alternativa de ensino nos levando

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

Um mundo de formas do concreto ao abstrato

Um mundo de formas do concreto ao abstrato Um mundo de formas do concreto ao abstrato Orientadora: Marcela dos Santos Nunes Matrícula SIAPE: 1673276 Orientado: Bruno da Silva Santos Matrícula UFF: 007705/06 Palavras-chave: Geometria, modelagem,

Leia mais