GESTÃO DE CUSTOS E CONTROLES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GESTÃO DE CUSTOS E CONTROLES"

Transcrição

1

2 GESTÃO DE CUSTOS E CONTROLES No fascículo anterior tratamos da importância de desenvolver e treinar os profissionais que trabalham no consultório médico e o quanto são importantes para que a empresa seja bem vista no mercado. Lembramos também o quanto a excelência no atendimento pode fazer a diferença para os clientes e para o resultado do consultório. Neste fascículo, vamos lhe auxiliar a entender como é necessário cuidar dos controles e custos do consultório. 1. Introdução Como já dissemos em outros fascículos, o consultório médico deve ser tratado como uma empresa, e como tal, é importante conhecer e acompanhar suas receitas, custos e despesas. Criar o hábito de controlar custos do consultório é nosso foco neste espaço. Antigamente, o médico podia ser apenas médico, exercendo sua profissão com dedicação e amor. Mas no decorrer do tempo os lucros diminuíram, a concorrência aumentou, inúmeros convênios foram criados, o paciente particular quase desapareceu, o cliente passou a ter seus direitos regulamentados e o médico está tendo que se transformar num empresário. Muitos profissionais comentam que ganham bem, mas que não sobra nada! Exatamente por isso que necessitam de formas de controle cada vez mais eficientes para não correr o risco de ser engolido pelo mercado. Orientamos sempre que todo consultório médico deve ter um escritório de contabilidade ou um contador, para verificar os aspectos legais e tributários, afim de que as resoluções existentes na área sejam cumpridas. O Contador é o profissional responsável pela geração de informações sobre o patrimônio da empresa, cuidando da situação econômica e financeira. Portanto, não basta apenas apurar impostos e gerar guias de recolhimento. Ele deve também ter um papel-chave na orientação de uma rotina de controle de custos. A regra fundamental é: não misture a conta pessoal com a conta do consultório. Assuntos pessoais devem ficar separados dos da clínica. Tudo que é do consultório deve permanecer na conta do consultório, mesmo que seja apenas contábil. O consultório possui receitas e despesas, fixas e variáveis, com materiais, funcionários, impostos e com o próprio médico, mesmo que seja um consultório constituído porum profissional liberal autônomo. Essa divisão facilita a gestão e evita encargos desnecessários. Tudo deve estar anotado: entradas de dinheiro, custos fixos (como aluguel, telefone, luz, água, salários de funcionários, condomínio, impostos), e custos variáveis (como compra de materiais, gastos com manutenção de equipamentos etc). Atualmente existem muitos softwares que permitem que os controles sejam feitos via informática, sendo dessa forma ainda mais facilitados. Mas lembramos que, para poder fazer os lançamentos, tanto informatizados como não, é preciso conhecer sua finalidade e utilização. Vamos analisar alguns aspectos a seguir: O livro caixa: ainda que com poucos lançamentos, deve ser feito diariamente e executado pela secretária, como forma de controlar o movimento. Mesmo sendo uma empresa pequena, a regra básica é conhecer e controlar custos, importante também que os classifique e qualifique, atribuindo e ordenando sua variáveis. Custos fixos: são os que independem do funcionamento. Trabalhando ou estando de férias, recebendo ou não pelo trabalho, são obrigatórios. São custos difíceis de serem alterados, pois geralmente são contraídos a médio e longo prazo. Dentro dos custos fixos, podemos destacar, por exemplo: aluguel; salário e encargos sociais; impostos predial e territorial; contribuições obrigatórias à órgãos de classe (Associação e Sindicato); telefones; água e eletricidade, dentre outros. Custos variáveis: são os que se alteram em função da produtividade, quanto mais o médico trabalha maior eles serão. Alguns exemplos de custos variáveis de um consultório são: despesas com material de escritório; serviços de terceiros; impressos, material de limpeza; etc. Em geral, se comparados aos custos fixos, os custos variáveis são sempre menores.

3 2. Por que controlar os custos? 3. Fluxo de caixa ou previsão orçamentária Porque o ato de organizar, anotar e acompanhar as despesas são uma maneira de disciplinar e de diminuir custos da empresa. Por exemplo: controlar o estoque de materiais é uma tarefa simples. Abrem-se pastas para cada material que tem consumo sistemático e lança-se a data da compra, do uso e de seu término. Adquirir o hábito, praticar as anotações e complementar com notas do preço pago é muito importante. Se a secretária codificar as compras e arrumá-las separadamente em um local apropriado, ao fazer um novo pedido terá ideia de variação no preço se houver e, de acordo com o aumento, buscar outro fornecedor com preço menor. São essas práticas simples que dependem exclusivamente de adquirir hábito, além de controlar e motivar a pessoa encarregada a fazê-la. Com certeza estas pequenas iniciativas geram economias e dão controle de custos e despesas. O controle e organização das contas a pagar em arquivo próprio também são importantes. Normalmente usa-se uma pasta de arquivo sanfonada. DICA! Todas as mercadorias ou serviços devem ter nota fiscal, boleto ou recibos, e ao chegarem devem ser colocadas na pasta de pagamento, na data em que o mesmo deverá ser feito. Diariamente, a profissional que cuida dessa pasta, deve verificar quais são os pagamentos que deverão ser feitos no dia seguinte, e informar o médico para que autorize o pagamento. Esse procedimento deve ser feito sempre com um ou mais dias de antecedência de forma a permitir a programação do pagamento e evitar multas por atraso. O fluxo de caixa é uma ferramenta importante para a administração de um consultório. Nele se anotam as receitas e os compromissos a pagar: as receitas ou entradas onde o cliente pede prazo para pagamento, ou ainda, aquele convênio que paga nos meses seguintes. Os pagamentos também devem ser agendados. O fluxo de caixa serve, portanto para visualizar as contas a receber e a pagar de forma objetiva. Veja o modelo abaixo: Contas a receber: Paciente A R$150,00 dia 08 Paciente B R$ 300,00 dia 10 Convênio Y R$ 5.000,00 dia 30 Convênio Z R$ 2.600,00 dia 30 Contas a pagar: Celular R$ 135,00 dia 05 FGTS R$ 44,48 dia 07 INSS R$ 199,05 dia 10 Luz R$ 250,00 dia 08 Condomínio R$ 320,00 dia 18 Aluguel R$ 1.000,00 dia 20 Boleto R$ 820,00 dia 25 Secretária R$ 811,52 dia Demonstrativo de resultados Verifique que com essa ferramenta é possível analisar quais serão os dias em que terá desembolso e se, para isso, haverá receita ou entradas suficientes. Imagine a situação: o consultório atende clientes de vários convênios e particulares, tem bom movimento, e no final do mês não sabe se tem lucro. Com os dados acima é possível apurar o demonstrativo de resultados e verificar se o consultório tem lucros ou prejuízos. Ter noção de que todo custo bem administrado evita comprometer o resultado da empresa é um fator decisivo para seu crescimento. 5. Custo médio e custo hora de seu consultório Você já parou para pensar que pode ser que atenda convênios que lhe tragam prejuízo? Ou seja, o seu custo para atendê-lo é maior que a sua receita com ele? Conhecendo bem o consultório é importante entender um pouco mais as despesas para calcular o seu custo médio.

4 O ideal é setorizar o consultório e agrupar as despesas comuns. Assim fica muito mais fácil verificar onde está investindo ou gastando mais. Comece pelo grupo de despesas que tem para manter o consultório e que são: Despesas com o imóvel: aluguel, condomínio, água, luz, IPTU, despesas com seguros, estacionamento, etc. Despesas com comunicação: correios, internet, telefone fixo, celular. Despesas com pessoal: salário, comissões, horas extras, adicionais de insalubridade e noturno, uniformes, INSS, FGTS, provisão para férias, provisão para 13º salário, provisão para rescisão (incluindo multa de FGTS). Despesas com administração do consultório: papelaria, xerox, honorários contábeis, impressos e gráfica, propaganda e publicidade. Despesas operacionais: despesas com materiais utilizados em consultas e procedimentos ou cirurgias, roupas profissionais. Despesas com capacitação profissional: treinamentos, congressos, palestras, inclusive as despesas para esse fim como revistas e livros técnicos, etc. Impostos e taxas: INSS do profissional, IRRF, IRPF, contribuições sindicais, Associações ou 6. Ponto de equilíbrio É outra ferramenta que permite apurar o momento em que, dentro de um período (por exemplo, o mês), as receitas se equilibram com as despesas. A partir daí, o consultório passa a ter lucro. Para que se conheça o ponto de equilíbrio do consultório, é preciso ter o domínio dos valores de custo, tanto fixos como variáveis do período. Em consultórios pequenos e de receitas não muito elevadas, o ponto de equilíbrio é facilmente atingido e não requer muitos cálculos para ser determinado. Nos consultórios maiores, os controles devem ser mais detalhados e o ponto de equilíbrio passa a ter um significado maior, devendo ser objeto de acompanhamento sistemático. O valor do ponto de equilíbrio, de forma bastante simplista, representa o número de consultas necessárias para que o médico consiga honrar todos os seus compromissos financeiros, acrescido de seus proventos. Seguindo o exemplo anterior: se o médico trabalhar 69 horas e receber de reembolso do convênio R$40,00 obterá R$2.760,00. Se fizer as outras 69 horas de consultas particulares recebendo por elas R$100,00 obterá R$6.900,00; tendo uma receita total de R$ 9.660,00 no mês. Isto significa que ao descontar os R$4.857,00 que tem de despesas precisaria trabalhar cerca de 16 dias no mês para receber os valores referentes aos compromisso que deve honrar e o excedente seria a sua retirada mensal. Gastos mensais fixos Luz Telefone Fixo Água Secretária Vale Transporte Guia da Previdência Social e outros impostos Contador Condomínio Sistema de Segurança Aluguel Subtotal (1) Previsto 250,00 200,00 100, ,00 193,00 721,15 500,00 300,00 100, , ,00 Realizado Gastos extras Material de escritório Material Médico Material de Limpeza Outros Subtotal (2) Total (1+2) Previsto 50,00 280,00 80,00 29,50 439, ,00 Realizado Conselho de classe. Veja um exemplo em uma planilha simplificada: $ 7. CONCLUSÃO Como viram desde o nosso 1º fascículo a gestão de um consultório envolve muito mais do que as capacidades técnicas, como conhecer as fraquezas e querer corrigi-las, aprender a gerir os funcionários, atender com excelência e agora a controlar os custos. Todas tem igual importância no dia a dia do consultório e sua somatória é que trás os resultados positivos. Esperamos ter contribuído para a melhoria do consultório e profissionalização de seus funcionários. Até o próximo fascículo! Esse valor acima é o custo básico do consultório, sem nenhuma retirada do médico. Se calcularmos que num mês de 31 dias, o médico trabalha 23 dias úteis por 6 horas em seu consultório, teremos que trabalhou 138 horas nele. Dividindo o valor das despesas (R$4857,00) por 138 horas trabalhadas, encontramos um resultado de R$35,19 por hora trabalhada. Este é o custo hora do consultório. Fica portanto, fácil avaliar qual convênio lhe traz melhores resultados em função do reembolso que oferece pelos seus serviços prestados. Sobre esse custo hora é também possível calcular o valor da consulta particular que o médico deve cobrar em seu consultório.

5

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS

PERGUNTAS E RESPOSTAS PERGUNTAS E RESPOSTAS Palestra Imposto de Renda: "entenda as novas regras para os profissionais da Odontologia" Abril/2015 Palestra Imposto de Renda 2015 A Receita Federal do Brasil RFB para o exercício

Leia mais

APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO

APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO 04 APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE nas mais diversas áreas: organização empresarial, finanças, marketing,

Leia mais

Prezado empreendedor,

Prezado empreendedor, Prezado empreendedor, Caderno do Empreendedor Este é o Caderno do Empreendedor, criado para facilitar o dia-a-dia da sua empresa. Com ele você poderá controlar melhor suas despesas, saber quanto está vendendo

Leia mais

04 Os números da empresa

04 Os números da empresa 04 Os números da empresa Além de conhecer o mercado e situar-se nele, o empreendedor tem de saber com clareza o que ocorre com os números de sua empresa. Neste capítulo conheça os principais conceitos,

Leia mais

Fluxo de caixa: organize e mantenha as contas no azul

Fluxo de caixa: organize e mantenha as contas no azul Fluxo de caixa: organize e mantenha as contas no azul O segredo do sucesso da sua empresa é conhecer e entender o que entra e o que sai do caixa durante um dia, um mês ou um ano. 1 Fluxo de caixa: organize

Leia mais

Tema Nº 3 Primeiros Passos

Tema Nº 3 Primeiros Passos Tema Nº 3 Primeiros Passos Habilidades a Desenvolver: Reconhecer as etapas iniciais do empreendedorismo. Analisar o tipo de negócio, bem como sua viabilidade e demandas de recursos de novos empreendimentos.

Leia mais

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos 5 Plano Financeiro Investimento total Nessa etapa, você irá determinar o total de recursos a ser investido para que a empresa comece a funcionar. O investimento total é formado pelos: investimentos fixos;

Leia mais

Apuração do lucro líquido no comércio Edição de bolso

Apuração do lucro líquido no comércio Edição de bolso 01 Apuração do lucro líquido no comércio Edição de bolso A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE-SP nas seguintes áreas: Organização Empresarial Finanças

Leia mais

KA-dicas. Dicas que todo empreendedor deveria saber e seguir!

KA-dicas. Dicas que todo empreendedor deveria saber e seguir! KA-dicas Dicas que todo empreendedor deveria saber e seguir! Os KA-dicas são mini e-books com dicas rápidas e práticas para que você e sua equipe possam aplicar no seu dia a dia. Para mais, acesse nosso

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE PREÇO

CONSIDERAÇÕES SOBRE PREÇO Formação de preço CONSIDERAÇÕES SOBRE PREÇO O preço se define a partir do público a quem se dirige o produto e como a empresa se coloca em relação aos produtos e serviços dos concorrentes. Por isso, depende

Leia mais

APURAÇÃO DO RESULTADO (1)

APURAÇÃO DO RESULTADO (1) APURAÇÃO DO RESULTADO (1) Isnard Martins - UNESA Rodrigo de Souza Freitas http://www.juliobattisti.com.br/tutoriais/rodrigosfreitas/conhecendocontabilidade012.asp 1 Apuração do Resultado A maioria das

Leia mais

ETEP TÉCNICO EM CONTABILIDADE MÓDULO 3 INFORMÁTICA 3 2012 PÓS MÉDIO

ETEP TÉCNICO EM CONTABILIDADE MÓDULO 3 INFORMÁTICA 3 2012 PÓS MÉDIO 2012 TÉCNICO EM CONTABILIDADE MÓDULO 3 INFORMÁTICA 3 PÓS MÉDIO 1 AULA 1 Verificação de Erros cometidos no Domínio Escrita Fiscal Para verificar o que já foi realizado no domínio escrita fiscal (e também

Leia mais

PLANO DE CONTAS. - Plano 000001 FOLHA: 000001 0001 - INSTITUTO DE ELETROTÉCNICA E ENERGIA DA USP DATA: 18/08/2009 PERÍODO: 01/2007

PLANO DE CONTAS. - Plano 000001 FOLHA: 000001 0001 - INSTITUTO DE ELETROTÉCNICA E ENERGIA DA USP DATA: 18/08/2009 PERÍODO: 01/2007 PLANO DE S FOLHA: 000001 1 - ATIVO 1.1 - ATIVO CIRCULANTE 1.1.1 - DISPONÍVEL 1.1.1.01 - BENS NUMERÁRIOS 1.1.1.01.0001 - (0000000001) - CAIXA 1.1.1.02 - DEPÓSITOS BANCÁRIOS 1.1.1.02.0001 - (0000000002)

Leia mais

4416 ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDÚSTRIAL DE FLORIANÓPOLIS 27/04/2012 18:33 Pág:0001 CNPJ: 83.594.788/0001-39 Período: 01/01/2011 a 31/12/2011

4416 ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDÚSTRIAL DE FLORIANÓPOLIS 27/04/2012 18:33 Pág:0001 CNPJ: 83.594.788/0001-39 Período: 01/01/2011 a 31/12/2011 4416 ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDÚSTRIAL DE FLORIANÓPOLIS 27/04/2012 18:33 Pág:0001 RECEITA OPERACIONAL 22.561.107,38 RECEITA DE MENSALIDADE DE ASSOCIADOS 1.353.124,41 Mensalidades 1.343.952,41 Anuidade

Leia mais

4 passos para uma Gestão Financeira Eficiente

4 passos para uma Gestão Financeira Eficiente 4 passos para uma Gestão Financeira Eficiente Saiba como melhorar a gestão financeira da sua empresa e manter o fluxo de caixa sob controle Ciclo Financeiro Introdução Uma boa gestão financeira é um dos

Leia mais

APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO

APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO O Sr. Fúlvio Oliveira, empresário de uma loja de confecções, está seriamente preocupado com seu negócio. As dívidas não param de crescer. Vamos entender sua situação.

Leia mais

Infor-Pag. Importa lançamentos de outros Sistemas (Ponto Eletrônico, Convênios,...).

Infor-Pag. Importa lançamentos de outros Sistemas (Ponto Eletrônico, Convênios,...). Cálculos Infor-Pag CLT, Estagiários, Autônomos e Pró-Labore. Geral ou por Centro de Custos. Recálculo. Com o mesmo código de evento pode-se ter 3 tipos de movimento; Normal, diferença ou estorno. Permite

Leia mais

Legalização de Empresa (Plano Platinum) MEI (Micro Empreendedor Individual) Plano Platinum. Contabilidade (Plano Silver) Valor com desconto

Legalização de Empresa (Plano Platinum) MEI (Micro Empreendedor Individual) Plano Platinum. Contabilidade (Plano Silver) Valor com desconto Descrição Prazo Valor Integral Valor com desconto Legalização de Empresa (Plano Platinum) Até 30 dias corridos 1.200 850,00 Abertura Completa de sua empresa: Contrato Social, CNPJ, Alvará, Inscrição Estadual).

Leia mais

CNPJ: 01.052.752/0001-69 Número livro: Emissão: Hora: DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO EM 31/12/2011

CNPJ: 01.052.752/0001-69 Número livro: Emissão: Hora: DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO EM 31/12/2011 Empresa: ASAS DE SOCORRO Folha: CNPJ: 01.052.752/0001-69 Número livro: CONSOLIDADO Emissão: Hora: 0001 0042 01/11/2012 11:36:58 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO EM 31/12/2011 Descrição Receita Operacional

Leia mais

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa V Pagamento de fornecedores Retenção de IRF sobre serviços Retenção de IRF sobre salários Pró-labore Integralização de capital em dinheiro Integralização de capital em bens Depreciação ICMS sobre vendas

Leia mais

www.analise-grafica.com SIMULAÇÃO DE VIABILIDADE DE NEGÓCIOS INTRODUÇÃO

www.analise-grafica.com SIMULAÇÃO DE VIABILIDADE DE NEGÓCIOS INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO 1 INTRODUÇÃO 2 Olá! Tudo Bem? JOSÉ CARLOS GONÇALVES falando! Muito Obrigado por ter comprado este infoproduto! Espero que você tenha lido o e-book GERIR CUSTOS & FORMAR PREÇOS que disponibilizei

Leia mais

Contabilidade Básica Prof. Jackson Luis Oshiro joshiro@ibest.com.br Conceito Conta Nome dado aos componentes patrimoniais (bens, direitos, obrigações e Patrimônio Líquido) e aos elementos de resultado

Leia mais

FAQ - PERGUNTAS E RESPOSTAS

FAQ - PERGUNTAS E RESPOSTAS FAQ - PERGUNTAS E RESPOSTAS ESCRITA FISCAL A nota eletrônica é melhor do que a nota em papel? Sim a nota eletrônica não possui custo para emissão, necessitando apenas de um computador, um certificado digital

Leia mais

1.0 ATIVO 1.1. ATIVO CIRCULANTE

1.0 ATIVO 1.1. ATIVO CIRCULANTE PLANO DE CONTAS Associações, Sindicatos e Outras Entidades. 1.0 ATIVO 1.1. ATIVO CIRCULANTE 1.1.1. Disponibilidades 1.1.1.1. Caixa 1.1.1.2. Bancos c/ Movimento 1.1.1.3. Aplicações Financeiras 1.1.2. Créditos

Leia mais

Balancete Analítico (Valores em Reais)

Balancete Analítico (Valores em Reais) 00001 10000 100000000000000 ATIVO 88.042,15 3.922.056,24 3.891.880,30 118.218,09 11000 110000000000000 ATIVO CIRCULANTE 35.964,33 3.917.262,56 3.891.880,30 61.346,59 11100 110100000000000 DISPONIVEL 734,67

Leia mais

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações Contabilidade: é objetivamente um sistema de informação e avaliação, destinado a prover seus usuários com demonstrações e análise de natureza econômica financeira. tratar as informações de natureza repetitiva

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

Notas Explicativas das Demonstrações Financeiras

Notas Explicativas das Demonstrações Financeiras Notas Explicativas das Demonstrações Financeiras No ano de 2012 o Londrina Country Club atualizou o plano de contas de sua demonstração de resultado. O objetivo é atualizar a nomenclatura das contas permitindo

Leia mais

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar A seguir um modelo de Plano de Contas que poderá ser utilizado por empresas comerciais, industriais e prestadoras de serviços, com as devidas adaptações: 1 Ativo 1.1 Ativo Circulante 1.1.1 Disponível 1.1.1.01

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31/12/2014 e 31/12/2013

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31/12/2014 e 31/12/2013 Registro no Cartório de Títulos e Documentos em 02/10/1934. Sob o nº 1.152, Livro "A" nº 6. BALANÇO PATRIMONIAL EM 31/12/2014 e 31/12/2013 2014 2013 Variação ATIVO ATIVO CIRCULANTE Caixa - - - Banco do

Leia mais

Folha: CNPJ: 01.052.752/0001-69 Número livro: Emissão: Hora: DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO EM 31/12/2010

Folha: CNPJ: 01.052.752/0001-69 Número livro: Emissão: Hora: DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO EM 31/12/2010 Empresa: ASAS DE SOCORRO Folha: CNPJ: 01.052.752/0001-69 Número livro: CONSOLIDADO Emissão: Hora: 0001 0041 01/11/2012 11:40:01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO EM 31/12/2010 Descrição Receita Operacional

Leia mais

DESPESAS FIXAS. O que são Despesas Fixas?

DESPESAS FIXAS. O que são Despesas Fixas? Conceitos de Gestão O intuito desse treinamento, é apresentar aos usuários do software Profit, conceitos de gestão que possam ser utilizados em conjunto com as informações disponibilizadas pelo sistema.

Leia mais

Tributos em orçamentos

Tributos em orçamentos Tributos em orçamentos Autores: Camila de Carvalho Roldão Natália Garcia Figueiredo Resumo O orçamento é um dos serviços mais importantes a serem realizados antes de se iniciar um projeto. É através dele

Leia mais

CENTRAIS DE ABASTECIMENTO DE CAMPINAS S/A - CEASA/CAMPINAS CNPJ: 44.608.776/0001-64

CENTRAIS DE ABASTECIMENTO DE CAMPINAS S/A - CEASA/CAMPINAS CNPJ: 44.608.776/0001-64 1.... ATIVO 152.101.493,67 50.040.951,48 153.182.697,98 1.10... ATIVO CIRCULANTE 12.634.079,13 49.780.167,34 14.042.894,83 1.10.10.. DISPONIBILIDADES 10.621.727,62 40.765.261,82 12.080.213,47 1101001 BENS

Leia mais

A conta Caixa apresentava saldo de R$1.529,28 em 31 de dezembro de 2010.

A conta Caixa apresentava saldo de R$1.529,28 em 31 de dezembro de 2010. São Paulo, 07 de fevereiro de 2011. A Associação Alphaville Residencial 11 Avenida Yojiro Takaoka, 6.720 06540-001 Santana de Parnaíba - SP Att. Srs. Diretores Prezados Senhores: Conforme nossa proposta

Leia mais

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANCO DO BRASIL Emissão: 25/08/15 17:15 Balancete. Folha: 1 Período: 01/07/15 a 31/07/15. Saldo Anterior.

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANCO DO BRASIL Emissão: 25/08/15 17:15 Balancete. Folha: 1 Período: 01/07/15 a 31/07/15. Saldo Anterior. Folha: 1 A T I V O ATIVO CIRCULANTE DISPONIVEL Caixa 2.418,07 37.578,75 36.160,90 3.835,92 ** total de DISPONIVEL 2.418,07 37.578,75 36.160,90 3.835,92 BANCOS CONTA MOVIMENTO Banco Brasil S/A Ag. 1614-4

Leia mais

CENTRAIS DE ABAST. CEARA S/A * Balancete Mensal * COMPETENCIA: ABR/2015 DT.EMIS: 16/06/15 PAG:00001

CENTRAIS DE ABAST. CEARA S/A * Balancete Mensal * COMPETENCIA: ABR/2015 DT.EMIS: 16/06/15 PAG:00001 CENTRAIS DE ABAST. CEARA S/A * Balancete Mensal * COMPETENCIA: ABR/2015 DT.EMIS: 16/06/15 PAG:00001 1 ATIVO 7.631.894,06 11 ATIVO CIRCULANTE 5.477.698,67 1101 DISPONIVEL 951.130,31 1101.03 BANCO CONTA

Leia mais

Codigo Descricao Valor -------------- ----------------------------------------------- ------------ Empresa: 0001 EMPRESA DEMONSTRACAO

Codigo Descricao Valor -------------- ----------------------------------------------- ------------ Empresa: 0001 EMPRESA DEMONSTRACAO ## EMPRESA DEMOSNTRACAO ## Emissao: 18/08/2008-13:49:17 Pag: 1 422.484,66 AVIAMENTOS 38,90 FACCAO 1.369,20 INSS 887,66 MENSALIDADE DO SINDICATO 66,75 1 ENTRADAS 78.571,94 1.1 OPERACIONAIS 78.571,94 1.1.01

Leia mais

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00.

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00. ESPE/Un SERE 2013 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para

Leia mais

4 F E R R A M E N TA S E S S E N C I A I S

4 F E R R A M E N TA S E S S E N C I A I S como organizar as finanças da sua empresa 4 F E R R A M E N TA S E S S E N C I A I S AUTHOR NAME ROBSON DIAS Sobre o Autor Robson Dias é Bacharel em Administração de Empresas e Possui MBA em Gestão Estratégica

Leia mais

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANCO DO BRASIL Emissão: 01/10/15 17:11 Balancete. Folha: 1 Período: 01/08/15 a 31/08/15. Saldo Anterior.

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANCO DO BRASIL Emissão: 01/10/15 17:11 Balancete. Folha: 1 Período: 01/08/15 a 31/08/15. Saldo Anterior. Folha: 1 A T I V O ATIVO CIRCULANTE DISPONIVEL Caixa 3.835,92 46.506,79 48.424,64 1.918,07 ** total de DISPONIVEL 3.835,92 46.506,79 48.424,64 1.918,07 BANCOS CONTA MOVIMENTO Banco Brasil S/A Ag. 1614-4

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

KA-dicas. Dicas que todo empreendedor deveria saber e seguir!

KA-dicas. Dicas que todo empreendedor deveria saber e seguir! KA-dicas Dicas que todo empreendedor deveria saber e seguir! Os KA-dicas são mini e-books com dicas rápidas e práticas para que você e sua equipe possam aplicar no seu dia a dia. Para mais, acesse nosso

Leia mais

ESSE CURSO FOI CRIADO E É PROMOVIDO PELA INSTITUIÇÃO. Todos os Direitos Reservados

ESSE CURSO FOI CRIADO E É PROMOVIDO PELA INSTITUIÇÃO. Todos os Direitos Reservados Curso Online 1 2 ESSE CURSO FOI CRIADO E É PROMOVIDO PELA INSTITUIÇÃO Todos os Direitos Reservados 3 1 O Que é Fluxo de Caixa _Fatores que Afetam o Fluxo de Caixa (Internos e Externos) _Desequilíbrio Financeiro

Leia mais

Relatório do Plano de Contas

Relatório do Plano de Contas 1 10000 ATIVO 1.01 10001 ATIVO CIRCULANTE 1.01.01 10002 DISPONIVEL 1.01.01.01 10003 CAIXA 1.01.01.01.00001 10004 CAIXA GERAL S 1.01.01.02 10020 BANCO CONTA MOVIMENTO 1.01.01.02.00001 10021 BANCO DO BRASIL

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

Planejamento Financeiro Pessoal

Planejamento Financeiro Pessoal Administração Profa Ms. Elaine Silvia Pasquini Planejamento Financeiro Pessoal e Empresarial Planejamento Financeiro Pessoal Inúmeras pesquisas revelam que profissionais desorganizados financeiramente

Leia mais

b) o 13º salário é quitado no decorrer do ano. Nos casos de haver parcela variável, o valor decorrente disso terá seu saldo quitado em janeiro;

b) o 13º salário é quitado no decorrer do ano. Nos casos de haver parcela variável, o valor decorrente disso terá seu saldo quitado em janeiro; 16/11/2011 (Artigo)13º SALÁRIO - ADIANTAMENTOS, PROVISÃO E BAIXA 1. Considerações Iniciais O 13º salário é um direito que o empregado vai adquirindo ao longo do ano, proporcionalmente ao número de meses

Leia mais

Balancete mar12 ÚÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄ ³

Balancete mar12 ÚÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄÄ ³ ³ Folha: 001 ³ ³ ATIVO 231.607,73 D 69.260,86 64.563,63 236.304,96 D³ ³ CIRCULANTE 122.510,63 D 69.260,86 62.695,96 129.075,53 D³ ³ DISPONIVEL 115.775,17 D 63.460,86 58.288,93 120.947,10 D³ ³ CAIXA GERAL

Leia mais

Treinamento Sistema Condominium Módulo III

Treinamento Sistema Condominium Módulo III Financeiro (Lançamentos Despesas e Saldos) Nesse módulo iremos apresentar os principais recursos da área contábil do sistema. Contábil> Lançamentos Nessa tela é possível lançar as despesas dos condomínios,

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO O artigo 187 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Lei das Sociedades por Ações), instituiu a Demonstração do Resultado do Exercício. A Demonstração do Resultado

Leia mais

A conta Caixa apresentava saldo de R$1.472,61 em 31 de dezembro de 2012.

A conta Caixa apresentava saldo de R$1.472,61 em 31 de dezembro de 2012. São Paulo, 25 de janeiro de 2013. A Associação Alphaville Residencial 11 Avenida Yojiro Takaoka, 6.720 CEP 06540-001 - Santana de Parnaíba - SP Att. Srs. Diretores Prezados Senhores: Conforme nossa proposta

Leia mais

XMLBRASIL Tecnologias LTDA

XMLBRASIL Tecnologias LTDA XMLBRASIL Tecnologias LTDA http://www.administradordecondominios.com.br Ferramenta para a Administração de Condomínios Objetivo Disponibilidade de uma ferramenta de utilização para síndicos, moradores,

Leia mais

O caixa é um dos itens mais importantes na administração de uma empresa. O controle é o primeiro passo para mantê-lo saudável e sempre no azul

O caixa é um dos itens mais importantes na administração de uma empresa. O controle é o primeiro passo para mantê-lo saudável e sempre no azul O caixa é um dos itens mais importantes na administração de uma empresa. O controle é o primeiro passo para mantê-lo saudável e sempre no azul Educação financeira. Esta é a palavra-chave para qualquer

Leia mais

Controle Financeiro. 7 dicas poderosas para um controle financeiro eficaz. Emerson Machado Salvalagio. www.guiadomicroempreendedor.com.

Controle Financeiro. 7 dicas poderosas para um controle financeiro eficaz. Emerson Machado Salvalagio. www.guiadomicroempreendedor.com. Controle Financeiro 7 dicas poderosas para um controle financeiro eficaz Emerson Machado Salvalagio Quando abrimos uma empresa e montamos nosso próprio negócio ou quando nos formalizamos, após algum tempo

Leia mais

Plano de Contas Pag.: 1 de 7

Plano de Contas Pag.: 1 de 7 Plano de Contas Pag.: 1 de 7 1 ATIVO 1.1 ATIVO CIRCULANTE 1.1.1 ATIVO DISPONIVEL 1.1.1.001 NUMERARIOS 1.1.1.001.0001-0 CAIXA PEQUENO 11110 X 1.1.1.002 BANCOS CONTA MOVIMENTO 1.1.1.002.0001-5 BANCO BRADESCO

Leia mais

ELABORACAO DE PLANO DE NEGÓCIOS.

ELABORACAO DE PLANO DE NEGÓCIOS. ELABORACAO DE PLANO DE NEGÓCIOS. Resumo efetuado a partir do Manual Como Elaborar um plano de negócios SEBRAE/ 2013 Profa. Célia Regina Beiro da Silveira ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIOS PARA O 1º CONCURSO

Leia mais

EI, você aí! Passo a passo para as declarações de renda do Empreendedor Individual

EI, você aí! Passo a passo para as declarações de renda do Empreendedor Individual EI, você aí! Passo a passo para as declarações de renda do Empreendedor Individual SEBRAE-SP Conselho Deliberativo Presidente: Alencar Burti (ACSP) ACSP Associação Comercial de São Paulo ANPEI Associação

Leia mais

7. Viabilidade Financeira de um Negócio

7. Viabilidade Financeira de um Negócio 7. Viabilidade Financeira de um Negócio Conteúdo 1. Viabilidade de um Negócios 2. Viabilidade Financeira de um Negócio: Pesquisa Inicial 3. Plano de Viabilidade Financeira de um Negócio Bibliografia Obrigatória

Leia mais

O objetivo deste estudo é fazer uma análise resumida das. margens de rentabilidade de uma corretora de seguros de pequeno

O objetivo deste estudo é fazer uma análise resumida das. margens de rentabilidade de uma corretora de seguros de pequeno Análise de rentabilidade de uma corretora de Seguros para níveis distintos de comissionamento Dezembro/2009 Francisco Galiza*, Mestre em Economia (FGV) www.ratingdeseguros.com.br * O autor agradece os

Leia mais

COMO GANHAR DINHEIRO COM TRICÔ, CROCHÊ E BORDADO

COMO GANHAR DINHEIRO COM TRICÔ, CROCHÊ E BORDADO COMO GANHAR DINHEIRO COM TRICÔ, CROCHÊ E BORDADO Wanderley Carvalho Índice Introdução 1 Pg. 03 Custo Treisveiz 2 Pg. 04 Preço por Hora 3 Pg. 07 Método Completo 4 Pg. 09 01 Carvalho, Wanderley, 2015 (Autor)

Leia mais

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL 0405 05 IDENTIFICAÇÃO: Título: ORÇAMENTO EMPRESARIAL Atributo: ADMINISTRAÇÃO EFICIENTE Processo: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO O QUE É : É um instrumento de planejamento

Leia mais

Tabela de funcionalidades. Sage Folha de Pagamento. Tabela de Funcionalidades. Sage Sage Gestão Contábil A evolução A do do escritório

Tabela de funcionalidades. Sage Folha de Pagamento. Tabela de Funcionalidades. Sage Sage Gestão Contábil A evolução A do do escritório Sage Sage Gestão Contábil A evolução A do do escritório Tabela de funcionalidades A disponibilidade da funcionalidade dependerá da modalidade do pacote 1 Com esta funcionalidade, é possível executar os

Leia mais

Viabilidade de Negócios. Serviço

Viabilidade de Negócios. Serviço Viabilidade de Negócios Serviço SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ANALISANDO A VIABILIDADE DO NEGÓCIO... 12 3. INVESTIMENTOS FIXOS... 17 4. GASTOS FIXOS MENSAIS... 23 5. CAPITAL DE GIRO INICIAL... 38 6. INVESTIMENTO

Leia mais

Neste bip. Como converter o arquivo CAGED para acerto. Você Sabia? Edição 52 Dezembro de 2014

Neste bip. Como converter o arquivo CAGED para acerto. Você Sabia? Edição 52 Dezembro de 2014 Neste bip Como converter o arquivo CAGED para acerto... 1 Novo modo de alterar senha de operador... 2 Novo recurso no lançamento [+ planilha]... 2 13 parcela final e SEFIP... 3 Como converter o arquivo

Leia mais

Balancete de Verificação De 01/12/2014 até 31/12/2014

Balancete de Verificação De 01/12/2014 até 31/12/2014 Folha 1 ATIVO CAIXA 1.1.01.01.001 Caixa Geral 672,00D 754,60 1.053,60 373,00 D 1.1.01.01.002 Caixa Administrativo 25,24D 324,76 18 17 D Total do Grupo 697,24D 1.079,36 1.233,60 543,00 D BANCOS 1.1.01.02.001

Leia mais

MODELO DE GESTÃO PARA CORRETORES

MODELO DE GESTÃO PARA CORRETORES SINCOR - ES Cleber Batista de Sousa MODELO DE GESTÃO PARA CORRETORES Estrutura Básica de uma GESTÃO ADMINISTRATIVA ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO Gestão Operacional; Gestão de Pessoas; Gestão Financeira; Gestão

Leia mais

CUSTOS NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

CUSTOS NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 1 CUSTOS NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Temos observado que é muito comum encontrar empresários do segmento da prestação de serviços que apresentam dificuldades na Gestão dos Custos em suas empresas. Essas dificuldades

Leia mais

Centro de Ciências Empresariais e Sociais Aplicadas CCESA. Bacharelado em Ciências Contábeis CONTABILIDADE GERAL. Profª. Cristiane Yoshimura

Centro de Ciências Empresariais e Sociais Aplicadas CCESA. Bacharelado em Ciências Contábeis CONTABILIDADE GERAL. Profª. Cristiane Yoshimura Centro de Ciências Empresariais e Sociais Aplicadas CCESA Bacharelado em Ciências Contábeis CONTABILIDADE GERAL Profª. Cristiane Yoshimura 2013 CONTABILIZAÇÃO DAS CONTAS PATRIMONIAIS DÉBITO E CRÉDITO RAZONETE

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 03: ORIGEM E EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA QUALIDADE A DRE tem por objetivo evidenciar a situação econômica de uma empresa,

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 8 Demonstração do Resultado do Exercício

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 8 Demonstração do Resultado do Exercício 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Demonstração do Resultado do Exercício Tópicos do Estudo Demonstração do Resultado do Exercício. Custo das Vendas. Despesas Operacionais. Resultados não Operacionais

Leia mais

Salve sua Vida Financeira

Salve sua Vida Financeira Salve sua Vida Financeira 7 Dicas MATADORAS E-BOOK Edição 2015 Tatiane Zechel www.dinheiroemforma.com.br Apresentação Olá, sou Tatiane Zechel, fundadora do blog www.dinheiroemforma.com.br e trago este

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

11 MODELO DE PLANO DE CONTAS

11 MODELO DE PLANO DE CONTAS 11 MODELO DE PLANO DE CONTAS Apresentamos a seguir uma sugestão de plano de contas, para as empresas de construção civil, utilizável também por aquelas que trabalham com obras por empreitada MODELO DE

Leia mais

Contabilidade Empresarial

Contabilidade Empresarial Contabilidade Empresarial Prof. Jackson Luis Oshiro joshiro@ibest.com.br Operações com Pessoal 1 Folha de Pagamento de Salários Conceito É o documento no qual são relacionados os nomes dos empregados com

Leia mais

RESUMO FINANCEIRO Gestão outubro de 2009 julho de 2011

RESUMO FINANCEIRO Gestão outubro de 2009 julho de 2011 RESUMO FINANCEIRO Gestão outubro de 2009 julho de 2011 Presidente: Carlos Alberto Salgado Tesoureira: Selene Franco Barreto Contadora: Marlene Wagner Secretária Administrativa: Mª Helena Silvestrin Parceira

Leia mais

Tutorial Módulo Financeiro

Tutorial Módulo Financeiro Tutorial Módulo Financeiro Definição o módulo Financeiro, do Sistema GI, destina-se ao registro das movimentações financeiras que ocorrem na igreja, sejam elas de receitas confirmadas (dízimos, ofertas,

Leia mais

Fluxo de Caixa método direto e indireto

Fluxo de Caixa método direto e indireto Fluxo de Caixa método direto e indireto A empresa Claudio Zorzo S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis: Banco 100.000 Duplicatas a receber 80.000 Financiamentos 80.000 Capital Social

Leia mais

PDV: DE OLHO NA RENTABILIDADE

PDV: DE OLHO NA RENTABILIDADE PDV: DE OLHO NA RENTABILIDADE Muitas vezes o desconhecimento sobre políticas de estoque, finanças e parcerias comerciais é a principal explicação das dificuldades que muitas empresas têm em progredir ou

Leia mais

Guia do Franqueado GESTÃO DO NEGÓCIO

Guia do Franqueado GESTÃO DO NEGÓCIO Por que a Contem1g existe? Para colaborar com a felicidade do maior número possível de pessoas. Esta é a nossa missão! 1 Guia do Franqueado GESTÃO DO NEGÓCIO Por que a Contem1g existe? Para colaborar com

Leia mais

Contas. Osni Moura Ribeiro ; Contabilidade Fundamental 1, Editora Saraiva- ISBN 9788502065901

Contas. Osni Moura Ribeiro ; Contabilidade Fundamental 1, Editora Saraiva- ISBN 9788502065901 Contas 2.1. Conceito Na sua linguagem cotidiana, o que representa a palavra conta? Você poderá responder: Uma operação aritmética de soma, subtração, multiplicação ou divisão; A conta de água e esgoto,

Leia mais

Prof. Carlos Barretto

Prof. Carlos Barretto Unidade IV CONTABILIDADE FINANCEIRA Prof. Carlos Barretto Objetivos gerais Capacitar os estudantes a adquirir conhecimentos necessários para o desenvolvimento das seguintes competências: consciência ética

Leia mais

=CAIXA ******6.053,07D *****200.073,85 *****179.146,19 *****26.980,73D

=CAIXA ******6.053,07D *****200.073,85 *****179.146,19 *****26.980,73D Diário:6 Folha: 12 [7]ATIVO [14]ATIVO CIRCULANTE [21]CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA [28]CAIXA [35]CAIXA 6.053,07D 200.073,85 179.146,19 26.980,73D =CAIXA ******6.053,07D *****200.073,85 *****179.146,19

Leia mais

PRINCÍPIOS DE ADMINISTRAÇÃO APLICADOS ÀS PRÁTICAS ODONTOLÓGICAS

PRINCÍPIOS DE ADMINISTRAÇÃO APLICADOS ÀS PRÁTICAS ODONTOLÓGICAS PRINCÍPIOS DE ADMINISTRAÇÃO APLICADOS ÀS PRÁTICAS ODONTOLÓGICAS Tecnico em Saude Bucal Matéria: Administração de Serviços Dr. Flávio Pavanelli CROSP 71346 Custos Fixos e Variáveis no dia-a-dia da Clínica

Leia mais

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Lúcia de Fátima de Lima Lisboa RESUMO O presente artigo apresenta o fluxo de caixa como uma ferramenta indispensável para a gestão financeira

Leia mais

BALANCETE ANALÍTICO - JUNHO/2015

BALANCETE ANALÍTICO - JUNHO/2015 : 1 1 ATIVO 6.696.323,89D 1.488.250,06 1.434.586,10 6.749.987,85D 1.1 ATIVO CIRCULANTE 4.489.543,31D 1.482.146,36 1.418.329,94 4.553.359,73D 1.1.1 DISPONIBILIDADES 4.192.202,67D 1.192.026,76 1.128.756,69

Leia mais

Avaliação da Lucratividade da Rede de Unidades Lotéricas - 2009

Avaliação da Lucratividade da Rede de Unidades Lotéricas - 2009 Avaliação da Lucratividade da Rede de Unidades Lotéricas - 2009 Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA Caixa Econômica Federal Novembro/2010 Objetivos da avaliação de lucratividade das Unidades

Leia mais

E-BOOK GESTÃO FINANCEIRA PARA EMPREENDEDORES. Excellence Software (19) 2512-1411 Campinas-SP

E-BOOK GESTÃO FINANCEIRA PARA EMPREENDEDORES. Excellence Software (19) 2512-1411 Campinas-SP E-BOOK GESTÃO FINANCEIRA PARA EMPREENDEDORES Excellence Software (19) 2512-1411 Campinas-SP ÍNDICE Introdução Planejamento Financeiro Gestão do Fluxo de Caixa Gestão por Centros de Custo Otimizando o seu

Leia mais

Análise Social para redução de mensalidade 2015

Análise Social para redução de mensalidade 2015 Análise Social para redução de mensalidade 2015 ORIENTAÇÕES GERAIS 1. Das disposições preliminares 1.1 As bolsas de estudo serão concedidas a alunos selecionados pela Comissão de Bolsas. 1.2 A seleção

Leia mais

A MANTOVANI tem investido constantemente em instalações e qualificação pessoal, visando sempre uma excelência no atendimento ao cliente.

A MANTOVANI tem investido constantemente em instalações e qualificação pessoal, visando sempre uma excelência no atendimento ao cliente. A MANTOVANI conta com instalações próprias e modernas, equipamentos de informática de última geração em todos os seus departamentos, desde o saguão de recepção até o auditório para treinamento e palestras.

Leia mais

PLANO DE CURSO PERFIL PROFISSIONAL

PLANO DE CURSO PERFIL PROFISSIONAL NOME DO CURSO 1522 - AUXILIAR ADMINISTRATIVO OCUPAÇÃO ASSISTENTE ADMINISTRATIVO MODALIDADE 21 - QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL BÁSICA - FORM. INICIAL CBO 4110100 CARGA HORÁRIA TOTAL 240 h OBJETIVO GERAL Executar

Leia mais

COMPONENTES DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO

COMPONENTES DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO COMPONENTES DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO No Modelo de Plano de Negócio, disponível no seu ambiente do Concurso você terá um passo a passo para elaborar o seu Plano, bem como todo o conteúdo necessário

Leia mais

1 IRPF - Entrega A partir do dia 06 de março tem início o período de entrega da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física. É importante ficar atento principalmente se você for obrigado

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ALCANCE 1.... estabelece critérios e procedimentos específicos a serem observados pelas entidades

Leia mais

GESCON PHOENIX MANUAL DE LUCRATIVIDADE

GESCON PHOENIX MANUAL DE LUCRATIVIDADE GESCON PHOENIX MANUAL DE LUCRATIVIDADE ÍNDICE Conceito... 3 Quais os itens Considerados para a Apuração... 3 Formas de Cálculo de Lucratividade... 3 Parâmetro do Sistema... 4 Time Sheet... 4 Que Percentual

Leia mais

Ficha Técnica 2015 Mania de Empreender Informações e Contatos

Ficha Técnica 2015 Mania de Empreender Informações e Contatos FORMAR SEU PREÇO Ficha Técnica 2015 Mania de Empreender TODOS OS DIREITOS RESERVADOS Não é permitida a reprodução total ou parcial de qualquer forma ou por qualquer meio. Informações e Contatos Mania de

Leia mais

Gestão de Finanças Pessoais Nome do Palestrante

Gestão de Finanças Pessoais Nome do Palestrante Gestão de Finanças Pessoais Nome do Palestrante Como nos relacionamos com o dinheiro? O que é dinheiro? Como nos relacionamos com o dinheiro? O que o dinheiro significa para você? Sonhos Sonhos não se

Leia mais

LISTA DE DOCUMENTOS PROUNI 2014 PORTARIA NORMATIVA Nº2, 06/01/14

LISTA DE DOCUMENTOS PROUNI 2014 PORTARIA NORMATIVA Nº2, 06/01/14 LISTA DE DOCUMENTOS PROUNI 2014 PORTARIA NORMATIVA Nº2, 06/01/14 DOCUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO DO ESTUDANTE E DOS MEMBROS DE SEU GRUPO FAMILIAR O coordenador do ProUni deverá solicitar, salvo em caso de

Leia mais

Treinamento Sistema Condominium Módulo II

Treinamento Sistema Condominium Módulo II CONDOMINIUM - Módulo II GERAÇÃO DE EMISSÕES RATEIO Neste módulo o aprendizado será a emissão dos boletos bancários. O sistema disponibiliza algumas maneiras para facilitar o seu dia-a-dia: Sequencia para

Leia mais