Introdução a Filosofia

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1 Introdução a Filosofia Baseado no texto de Ludwig Feuerbach, A essência do homem em geral, elaborem e respondam questões relacionadas a este tema. 1- Quem foi Feuerbach? PERGUNTAS 2- Qual é a diferença essencial entre o homem e o animal? E Porque? 3- Porque o animal tem uma vida simples e o homem uma dupla? 4- O que podemos chamar de humanidade no homem e qual a sua finalidade? 5- Qual é o relacionamento da religião com os poderes do homem (amor, pensamento e saber)? 6- O que é religião? 7- Qual é o segredo da religião? 8- Qual é a finalidade do objeto para o homem? Explique. 9- Quem é Deus segundo Feuerbach e qual é a sua relação com a consciência? 10- Qual é a relação de Deus com a consciência? 11- Onde está o erro do homem se achar limitado? 12- Qual é a essência divina? 13- Se o homem tem a essência divina, como ele pode fazer coisas tão más? 14- Se o homem é mau por natureza, por essência, como pode ser objeto de bondade e santidade? 15- Qual foi o progresso histórico das religiões? 16- Qual é o pior inimigo para a religião? Explique. 17- Qual é o ato da atração religiosa? 18- Como podemos separar Deus do homem? 19- Qual o valor dos templos para a religião e para o homem religioso? 1

2 RESPOSTAS 1- Quem foi Feuerbach? Ludwig Feuerbach ( ), foi um filósofo alemão que faz parte da esquerda hegeliana. Rompeu com Hegel em 1837, porque não reconhecia no movimento da história a razão que Hegel nele colocava. Criticou sua filosofia procurando seu verdadeiro conteúdo. Hegel havia posto no cume de todo o processo dialético a idéia absoluta. Feuerbach interpretou essa idéia de modo teológico e, em seguida, a condenou, colocando o homem no lugar de Deus (ou idéia). Em A essência do cristianismo e em A essência da religião (1841), mostra que a religião é uma alienação do homem, adoração de ídolos criados pelos homens que projetam suas esperanças em vez de realizá-las. Segundo Engels, essa opinião teve um grande efeito em Marx. Está na origem do chamado humanismo ateu radical; o homem cria os deuses à sua imagem e semelhança, transfere para o Céu o ideal de justiça que não consegue realizar na Terra. 2- Qual é a diferença essencial entre o homem e o animal? E Porque? A diferença essencial é a consciência no sentido religioso. Porque os animais não têm religião e falta-lhe consciência, cujo nome deriva do saber. 3- Porque o animal tem uma vida simples e o homem uma dupla? Porque no animal a vida interior é idêntica à exterior, logo ele tem uma vida simples. O homem possui uma vida interior e outra exterior que são independentes, logo tem uma vida dupla. A vida interior está relacionada com sua essência de ser racional, com consciência infinita, que é o objeto da religião. O homem transporta primeiramente a sua essência para fora de si antes de encontrá-la dentro de si. Ele contempla a sua essência fora de si e contempla-a como sendo o bem. 4- O que podemos chamar de humanidade no homem e qual a sua finalidade? A humanidade é a força do pensamento, de vontade e do coração. A razão, o amor e a vontade (trindade divina no homem) são os objetivos da sua existência e tem como finalidade o livre arbítrio. 5- Qual é o relacionamento da religião com os poderes do homem (amor, pensamento e saber)? A religião retira os poderes, as qualidades e as essências do homem de dentro do próprio homem e as diviniza como se fosse um ser separado e independente dele. O sentimento é a essência subjetiva e objetiva da religião. 2

3 6- O que é religião? É uma revelação solene das preciosidades ocultas do homem, a confissão dos seus mais íntimos pensamentos, a manifestação pública dos seus segredos do amor. A religião é a consciência de Deus, definida como a consciência primeira e indireta que o homem tem de si mesmo. A religião é a essência infantil da humanidade. É a contemplação da essência do mundo e do homem idêntica à essência do homem. 7- Qual é o segredo da religião? É que o homem objetiva a sua essência e se faz novamente um objeto deste ser objetivado, transformado em sujeito, em pessoa; ele se pensa, é objeto para si, mas como objeto de um objeto, de um outro ser. O homem se faz uma meta de Deus e faz da atividade divina um meio para a salvação humana. O homem tem Deus por meta, mas Deus só tem por meta a salvação moral e eterna do homem, logo, o homem só tem por meta a si mesmo. 8- Qual é a finalidade do objeto para o homem? Explique. Dar sentido a sua própria existência. O homem é nada sem objeto. Ele toma consciência de si mesmo através do objeto. A consciência do objeto é a consciência que o homem tem de si mesmo. O objeto é a consciência revelada. É o seu Eu verdadeiro, seu objetivo. No objeto religioso a consciência coincide imediatamente com a consciência de si mesmo. O objeto sensorial está fora do homem, o religioso está nele, é o mais íntimo, o mais próximo. O objeto do homem nada mais é que a sua própria essência objetivada. 9- Quem é Deus segundo Feuerbach? Deus é a própria essência do homem. O divino só pode ser conhecido pelo divino. É o poder do objeto, da sua própria essência atuando sobre o homem. Deus é o sentimento puro, ilimitado, livre. Deus é a intimidade revelada, o pronunciamento do Eu do homem. O ser supremo é para o homem exatamente o ser do homem. Se retiras dele a imagem de essência de homem, retirarás dele também a imagem do ente supremo. 10- Qual é a relação de Deus com a consciência? Consciência é o ser-objeto-de-si-mesmo de um ser. Consciência é a marca característica de um ser perfeito; consciência existe somente num ser satisfeito, completo. A consciência de Deus é a consciência que o homem tem de si mesmo, o conhecimento de Deus o conhecimento que o homem tem de si mesmo. 3

4 11- Onde está o erro do homem se achar limitado? Está no reconhecimento de uma limitação individual, que é atribuída a limitação da essência do ser humano. Entretanto a natureza do homem, a essência absoluta do indivíduo é ilimitada e infinita. A inteligência é o horizonte de um ser. Quão longe enxerga, tão longe se entende tua essência e vice-versa. 12- Qual é a essência divina? A essência divina não é nada mais do que a essência humana, ou melhor, a essência do homem abstraída das limitações do homem individual. Por isso, todas as qualidades da essência divina são qualidades da essência humana. A essência humana é, pois, uma riqueza infinita de predicados diversos, mas exatamente por isso uma riqueza infinita de diversos indivíduos. Na Grécia os artistas criaram esculturas e estátuas de deuses representando a força e virtudes da essência divina (amor, sabedoria, justiça). A essência da religião é exatamente que para ela essas qualidades expressam a essência de Deus. Os predicados divinos são qualidades da essência humana tais como: o Deus pessoal, o legislador moral, o pai dos homens, o santo, o justo, o bom, o misericordioso, o redentor. Para a religião os predicados não são idéias, imagens que o homem faz de Deus, mas sim verdades, coisas e realidades. Deus é o pai real, o amor real, a misericórdia, é um ser real, vivo e pessoal. 13- Se o homem tem a essência divina, como ele pode fazer coisas tão más? O homem deve se tornar pobre para que Deus seja tudo e o homem nada. O homem afirma em Deus o que ele nega em si mesmo. O homem é perverso, corrompido, incapaz do bem, mas em compensação somente Deus é bom, o bom ser. 14- Se o homem é mau por natureza, por essência, como pode ser objeto de bondade e santidade? O sagrado é a repreensão aos meus pecados; reconheço-me nele como um pecador, mas nele me repreendo, reconheço o que não sou, mas que devo ser e que, exatamente por isso, o que posso ser conforme a minha essência. O que é atribuído ao Deus do homem é em verdade atribuído ao próprio homem; o que o homem diz de Deus diz ele em verdade de si mesmo. 15- Qual foi o progresso histórico das religiões? O que era considerado pelas religiões mais antigas como algo objetivo, é tido agora como algo subjetivo, i.é., o que foi considerado e adorado como Deus é agora reconhecido como algo humano. Todo progresso na religião é por isso um mais profundo conhecimento de si mesmo. 4

5 16- Qual é o pior inimigo para a religião? Explique. O ceticismo é o pior inimigo da religião. A distinção entre o objeto e a imagem, entre Deus em si e o Deus para mim é uma distinção cética, logo, irreligiosa. O homem religioso se satisfaz completamente com tudo o que Deus é em relação a ele, porque Deus é para ele o que pode ser em geral para o homem. Deus é um ser inteiramente diverso de algo humano ou semelhante a humano, só conheceremos no futuro, i.é, no outro mundo. 17- Qual é o ato da atração religiosa? Deus é o ser agente em mim, comigo, através de mim, sobre mim e para mim, é o princípio da minha salvação, das minhas boas intenções e ações, logo, do meu próprio bom princípio e essência. 18- Como podemos separar Deus do homem? Deus é a essência do homem contemplada como a mais elevada verdade. Duvidar de meu Deus significa duvidar de mim mesmo. Somente quando Deus é pensado abstratamente, quando seus predicados são oferecidos pela abstração filosófica, só então surge a distinção ou separação entre sujeito e predicado, existência e essência. 19- Qual o valor dos templos para a religião e para o homem religioso? O templo é apenas a manifestação do valor que o homem atribui a belas construções. Os templos para homenagem à religião são na verdade templos para homenagem à arquitetura. BIBLIOGRAFIA Feuerbach, Ludwig, A essência do cristianismo, Editora Papirus, SP JAPIASSÚ, Hilton e Danilo Marcondes, Dicionário Básico de Filosofia, Jorge Zahar, RJ

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