TRABALHO 1: Internet, Intranet, Extranet, Comercio e Negócio Eletrônico, Aplicado nas Organizações

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1 CESA - CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS ADMINISTRAÇÃO EDELGIR RUB PESCE JUNIOR IGOR DE ALENCAR ARARIPE FAÇANHA LEONARDO HENRIQUE MARCOVIQ BORGES RODRIGO KLOCKER TRABALHO 1: Internet, Intranet, Extranet, Comercio e Negócio Eletrônico, Aplicado nas Organizações Londrina 2007

2 1 EDELGIR RUB PESCE JUNIOR IGOR DE ALENCAR ARARIPE FAÇANHA LEONARDO HENRIQUE MARCOVIQ BORGES RODRIGO KLOCKER TRABALHO 1: Internet, Intranet, Extranet, Comercio e Negócio Eletrônico, Aplicado nas Organizações Trabalho apresentado à Disciplina de Administração da Informática da Empresa Londrina 2007

3 2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO INTERNET CONCEITO CARACTERÍSTICAS / HISTÓRICO VANTAGENS E DESVANTAGENS Vantagens Desvantagens APLICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES Exemplo de Aplicação INTRANET CONCEITO CARACTERÍSTICAS / HISTÓRICO VANTAGENS E DESVANTAGENS APLICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES Exemplo de Aplicação EXTRANET CONCEITO HISTÓRICO E CARACTERÍSTICAS Histórico Características APLICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES COMÉRCIO E NEGÓCIO ELETRÔNICO CONCEITO CARACTERÍSTICAS VANTAGENS E DESVANTAGENS Vantagens Desvantagens APLICAÇÃO NAS ORGANZIAÇÕES Exemplo de Aplicação CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 19

4 3 1 INTRODUÇÃO É impossível imaginar um mundo sem a facilidade de comunicação eletrônica, a necessidade dos indivíduos e o vicio da utilização constante dos recursos eletrônicos nos tornaram reféns. Não há volta, o mundo está interligado através de computadores, pessoas, redes, fibras-óticas e satélites, e não há nenhuma mudança a vista. É até difícil pensar como as coisas funcionavam antes de tamanha facilidade, como indústrias conseguiam se organizar sem auxilio de máquinas, montadoras construir carros sem desenhos digitais, agências de noticias ter informações de qualquer local do planeta e até mesmo enviar o homem a lua em épocas que nem mesmo havia uma simples calculadora digital. Todos estes desafios foram amenizados com a criação dos computadores, máquinas que no inicio operavam em grandes salas e processavam menos que um computador de mão atual. Mesmo assim o avanço da tecnologia espantou até mesmo os otimistas. A velocidade das mudanças nos computadores e sua grande aceitação e utilização no mundo, permitiram a formação de uma grande rede de informações e acesso em qualquer local do planeta, assim nascia a internet como nós conhecemos. Com a internet surgiram novas oportunidades para negócios, comunicação e dispersão de dados e informações. Juntamente com novas formas de comunicação para as empresas, pequenas redes que ligam a empresa como um todo e permitem a comunicação com o mundo exterior. Atualmente todas as ações cotidianas estão ligadas de alguma forma a um tipo de ligação entre máquinas. O tamanho destas ligações parece infinito, veremos algumas definições e exemplos de uso para estas redes que aumentam a cada dia tornando nossa vida mais fácil e mais dependente.

5 4 2 INTERNET 2.1 CONCEITO A Internet é um conjunto de redes de computadores interligadas que tem em comum um conjunto de protocolos e serviços, de uma forma que os usuários conectados possam usufruir de serviços de informação e comunicação de alcance mundial. 2.2 CARACTERÍSTICAS / HISTÓRICO A internet nasceu durante a guerra fria com o nome de Arphanet buscando manter a comunicação entre as bases Americanas em caso de um ataque nuclear. Após a guerra fria a Arphanet não tinha utilidade para as forças armadas, sendo cedida para cientistas que passaram a conectar universidades, outros países e civis. Já na década de 70 a utilização da internet era bem divulgada, levando a mudança do sistema de dados Network Control Protocol (NCP) para o Transfer Control protocol/ internet protocol (TCP/IP), permitindo um grande crescimento da rede que nos acompanha atualmente. Nesse momento, a Internet é composta de aproximadamente redes internacionais, sendo que mais ou menos a metade delas nos Estados Unidos. A partir de julho de 1995, havia mais de 6 milhões de computadores permanentemente conectados à Internet, além de muitos sistemas portáteis e de desktop que ficavam on-line por apenas alguns momentos. 2.3 VANTAGENS E DESVANTAGENS Vantagens Nascimento de novas oportunidades de comunicação de dados, áudio, vídeo, arquivos, tudo que possa tornar-se um arquivo de leitura. Surgimento de novos mercados, transferência de informações bancárias e de mercados, novo ambiente de vendas e propaganda, programas de vida virtual com moeda própria e

6 5 empresas investindo, sistemas integrados que permitem que qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo tenha acesso a uma infinidade de informações Desvantagens Muitas informações desnecessárias, problemas de propagação de boatos e falsas informações, propagação de vírus que permitem novos tipos de crimes, conteúdo disperso e muitas vezes inadequado para algumas pessoas que estão utilizando a internet. 2.4 APLICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES Comunicação entre funcionários instantaneamente, passagem de arquivos de trabalho de forma dinâmica, sistemas integrados da empresa em um único programa, possibilidade de trabalho integrado com várias pessoas espalhadas no mundo todo Exemplo de Aplicação Empresas aéreas utilizam a comunicação via internet para vender passagens aéreas on-line. Com isto os clientes não necessitam ir até uma empresa de turismo para comprar as passagens, os próprios clientes podem optar por horários e destinos instantaneamente. Além disto, a empresa controla constantemente a quantidade de passageiros, evitando a venda a mais de passagens, evitando inconvenientes como o overbooking.

7 6 3 INTRANET 3.1 CONCEITO A Intranet é uma espécie de mini-internet interna das empresas. É uma plataforma de Rede independente, com informações internas da organização voltadas aos funcionários da mesma. Uma Intranet facilita a comunicação dentro da empresa, principalmente de cima para baixo, fornecendo acesso fácil e rápido a informações e dados corporativos, sem necessidade de papéis ou de envio de comunicados individuais. 3.2 CARACTERÍSTICAS / HISTÓRICO O termo intranet surgiu nos Estados Unidos, em 1994, chegando ao Brasil no ano seguinte, servia para denominar uma arquitetura, similar à utilizada na Internet, para redes coorporativas internas. As principais diferenças entre Intranet e Internet são que a Intranet lida em sua maioria com informações próprias da empresa e seu público-alvo é apenas os funcionários, já a Internet contém informações sobre tudo o que se pode imaginar e seu público-alvo está espalhado pelo mundo. Em algumas corporações, na Intranet são disponibilizadas atualizações de Softwares utilizados na empresa, dicas de segurança, entre outros. 3.3 VANTAGENS E DESVANTAGENS A aceitação da Intranet nas organizações costuma ser alta, pois é de fácil e prática utilização, tem como principal objetivo o compartilhamento de informações, o que facilita o trabalho de todos na empresa, além de ser uma tecnologia relativamente barata. Porém há alguns pontos negativos, como tempo de resposta ruim, excesso de informações, como há informações para todos os funcionários muitas vezes há informações desnecessárias para alguns. E também passa por alguns problemas de sites comuns da Internet, como dificuldades em navegação e atualização.

8 7 É preciso que a Intranet seja constantemente atualizada, para deixar as informações importantes acessíveis aos funcionários e retirar as informações já ultrapassadas, por isso é preciso que alguém fique responsável por atualizar a Intranet. 3.4 APLICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES Como já dito anteriormente, a Intranet é utilizada nas organizações para uma maior e melhor integração e transferência de informações entre os funcionários da mesma Exemplo de Aplicação Um exemplo de utilização de Intranet é na Prefeitura de Londrina, onde o site, que só pode ser acessado se o computador estiver logado à rede interna da Prefeitura, disponibiliza diversas informações para os servidores e estagiários, como cursos, prazos, promoções e descontos, dicas de segurança na Internet, atualizações de programas e sistemas, calendário municipal, atualização de antivírus, entre outros.

9 8 4 EXTRANET 4.1 CONCEITO De qualquer forma, pode-se definir uma extranet como sendo uma extensão privada de uma empresa, via sua intranet corporativa, que permite a seus clientes, parceiros e fornecedores comunicar-se e fazer negócios, através do acesso a seus processos internos. Além dessa, outras definições podem ser dadas ao termo: Extranet pode ser definida com um conjunto de duas ou mais intranets ligadas em rede. Geralmente, as extranets são criadas tendo como base a infra-estrutura da Internet e servem para ligar parceiros de negócio numa cadeia de valor. (http://pt.wikipedia.org/wiki/extranet) Extranet é o nome dado a um conjunto de Intranets interligadas através da Internet. É uma rede de negócios que une empresas parceiras por meio de suas Intranets, utilizando os padrões abertos da Internet. Esses parceiros não precisam ter o mesmo tipo de computador (hardware), sistema operacional, gerenciadores de banco de dados (softwares) ou browser para navegação. (http://www.cti.com.br/informacoes/extranet.html) Rede de conexões privadas, baseada na internet, utilizada entre departamentos de uma empresa ou parceiros externos, na cadeia de abastecimento, trocando informações sobre compras, vendas, fabricação, distribuição, contabilidade entre outros. (http://www.canaldotransporte.com.br/letrae.asp) Rede de acesso semi-privado, interligando duas ou mais intranets de organizações que compartilham e trocam informações, e que possuem negócios integrados. (http://www.sinopse.info/gloss/gloss-e.htm) Rede de computadores com tecnologia Internet que mantém comunicação com a empresa, mas está situada fora dela. Em geral, usada para conectar a empresa com seus fornecedores e clientes. (http://h30091.www3.hp.com/pyme/dicas/glosario_2.html) Área de uma intranet disponibilizada para acesso externo. Para o acesso exterior a essa parte da intranet é necessário autenticação de entrada. Também designada outernet. (http://www.ptsi.pt/ptsi/topnavigation/linkstop/ajuda/cde/) Refere-se a uma intranet que permite o acesso parcial a usuários externos autorizados. Enquanto a intranet reside atrás de um firewall e é acessível somente a pessoas que são membros de uma mesma empresa ou organização e estão conectadas à rede interna, uma extranet fornece vários níveis de acesso a usuários externos. Tem-se acesso a uma extranet mediante a utilização de um nome de usuário e uma senha. (http://www.softmarketing.com.br/glossary.php)

10 9 Rede de negócio para negócio que une empresas parceiras por meio de suas intranets. Por usar os padrões abertos da Internet, os parceiros não precisam usar o mesmo sistema operacional, hardware ou browser. (http://www.lvcursos.hpg.ig.com.br/glossario.htm) 4.2 HISTÓRICO E CARACTERÍSTICAS Histórico Um dos inventores do padrão de redes ethernet, Bob Metcalfe, atribuiu para si a invenção desse termo, em uma de suas colunas de abril de 1997, para a publicação InfoWorld. A partir daí, surgiram uma série de empresas dizendo já estar fazendo uso dessa tecnologia, artigos e mais artigos começaram a ser publicados e livros foram impressos. Mesmo com tudo isso, era, relativamente difícil definir o que é uma extranet Características Este novo fenômeno que veio da evolução Internet/Intranet surgiu como meio que permite que as companhias troquem informações. É a parte da Intranet que os clientes e fornecedores podem acessar. Na essência, o conceito encerra a idéia de estender a Intranet, por meio de links extras, para acesso de parceiros de negócios, sejam clientes, revendas, distribuidores, fornecedores ou prestadores de serviços. Os clientes e estes parceiros de negócios tem acesso a tais informações (geralmente armazenadas em bancos de dados criados especialmente para esse fim) através de login e senha, e suas visitas são registradas e acompanhadas pelo servidor. A segurança para a transmissão de informações sigilosas, como o número do cartão de crédito, por exemplo, também tem que ser garantida. A Extranet de uma empresa é a porção de sua rede de computadores que faz uso da Internet para partilhar com segurança parte do seu sistema de informação. Como o aplicativo usa redes compartilhadas ou públicas, ele deve diferenciar usuários confiáveis de não confiáveis, bem como assegurar que uma organização confiável não possa ver as informações secretas de uma outra

11 10 organização. Além disso, se o aplicativo processar informações confidenciais ou de alto valor comercial, os canais seguros de comunicação se tornam essenciais. 4.3 APLICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES A idéia de uma extranet é melhorar a comunicação entre os funcionários e parceiros além de acumular uma base de conhecimento que possa ajudar os funcionários a criar novas soluções. Por exemplo, pode-se conectar o sistema de pedidos de compra de uma empresa, já existente na sua intranet e baseado em browsers, ao banco de dados de catálogo de produtos na intranet de seu fornecedor, criando um extranet. Outros exemplos de extranets são consulta de pedidos e estoque, matrícula e publicação de notas de estudantes, ou qualquer outra aplicação onde acesso à Internet, segurança, e privacidade são exigências da aplicação. Por se tratar de uma evolução da aplicação dos conceitos de Internet e intranet, uma boa maneira de entender extranets é fazendo-se a seguinte comparação: Uma extranet requer segurança e privacidade. E isso pressupõe administração de servidores de firewall, a emissão e uso de certificados digitais ou meios semelhantes de autenticação de usuário, encriptação de mensagens, e o uso de redes privadas virtuais (VPNs). Construir uma extranet com sucesso requer um planejamento detalhado. Antes de se começar a discutir a tecnologia, deve-se descobrir sua real utilidade para a empresa. Para uma extranet funcionar, ela precisa trazer reais benefícios para as empresas envolvidas, como maior agilidade e economia nos processos. Geralmente, inicia-se uma extranet com metas fáceis de serem implantadas e que tragam benefícios concretos. Uma integração mais profunda entre empresas é algo complexo (já que envolve a interação entre os processos de O&M - Organização e Métodos - de ambas as empresas), deve ser implantada aos poucos, de forma a minimizar a resistência natural das pessoas e organizações a mudanças. Um sistema de pedidos on-line, por exemplo, é algo simples e de retorno concreto, isto é, facilita o trabalho de muitas pessoas envolvidas nas compras da empresa. Quando se fala de um sistema de compras numa extranet, refere-se à integração entre o sistema de pedidos da empresa e do sistema interno dos fornecedores, isto é, é uma completa integração de processos e não uma simples

12 11 automatização dos pedidos. Uma extranet deve ser uma rede segura, assim como é uma intranet. Toda a infra-estrutura e aplicações devem ficar atrás de firewalls, ou seja, na área protegida da rede. Entretanto, freqüentemente as empresas também desejam hospedar páginas Internet, públicas. Estas devem ficar numa área pública da rede, e não protegidas por firewalls. Por isso, muitas intranets e extranets possuem partes intencionalmente desprotegidas, abrigando informações não confidenciais. A segurança em uma extranet é um fator fundamental para as empresas envolvidas. Usualmente, utilizam-se firewalls, aplicações especiais para o bloqueio de acessos não autorizados, para evitar a entrada de hackeres e todo tipo de usuário indesejado. Outra questão importante é a escalabilidade da extranet, ou a capacidade de reajustar a estrutura à demanda de acessos. É um assunto crítico, na medida em que a utilização da extranet cresce. Quando bem planejada, permite um crescimento sem a necessidade de interromper serviços importantes. É importante considerar este assunto no processo de planejamento. Poucos fatos desencorajarão mais o uso da extranet do que um desempenho ruim ou intermitente, causado por um sistema sobrecarregado ou em migração. O subdimensionamento dos recursos utilizados em uma extranet podem comprometer toda a confiabilidade no sistema. Bons recursos de hardware e software, bem acima do mínimo necessário, são importantes, assim como um plano de contingência. O grau de confiabilidade construído em uma extranet vai depender de quão crítica a aplicação é. Um sistema de informações médicas em um hospital deve fixar padrões de confiabilidade maiores que o de um sistema de matrículas online em uma universidade, por exemplo. Uma extranet não terá sucesso a menos que seu uso seja promovido entre as pessoas e empresas envolvidas. De nada adiantará um sistema impecavelmente planejado e implementado, se ninguém utilizá-lo. O ideal é que durante a fase de planejamento sejam envolvidas as partes potencialmente interessadas no sistema, pois isso naturalmente cria um comprometimento geral com o sucesso do projeto.

13 12 5 COMÉRCIO E NEGÓCIO ELETRÔNICO 5.1 CONCEITO Comércio Eletrônico, também conhecido como e-commerce, é o conjunto de atividades comerciais que acontecem on-line. É a automação das transações comerciais pela utilização das tecnologias de informática e telecomunicações. A parcela mais visível do comércio eletrônico para a maioria das pessoas é constituída pelo universo de lojas virtuais disponíveis na Internet. Muito embora toda loja virtual seja um website, nem todo site é uma loja virtual, ou seja, nem todo site vende produtos ou serviços on-line. Existem inúmeras outras funções desempenhadas pelos sites além da venda direta, tais como divulgação institucional, compras, relações com fornecedores, treinamento de funcionários, e diversas outras. Esses sites não são considerados lojas virtuais, tendo em vista que lojas virtuais são sites de e-commerce, onde o cliente visualiza e escolhe seu produto, coloca no carrinho de compras e passa no caixa para realizar o pagamento, num processo totalmente on-line. Já o Negócio Eletrônico (E-business, termo inventado por Lou Gerstner, CEO da IBM) é mais abrangente do que o comércio eletrônico. Ele incorpora processos de negócios, gerência de cadeia de provisão e compra eletrônica, processamento de ordens eletronicamente, manejo de serviço de cliente, e cooperação com parceiros de negócios. 5.2 CARACTERÍSTICAS As páginas das empresas na Internet, que no início eram apenas de caráter institucional, voltam-se cada vez mais para os negócios. Estas empresas se beneficiam do potencial da Web como um meio para propaganda e um canal de vendas, em um mercado totalmente novo para expansão de seus negócios. No que tange o tipo de pessoas envolvidas no Comércio Eletrônico, existem várias categorias possíveis, tais como: Business-to-Business - B2B (Empresa-Empresa): Esta é uma categoria bastante importante do E-Commerce, podemos dizer que é nas transações eletrônicas entre empresas que se gera o maior volume de negócios deste tipo de comércio, visto que também tem maiores oportunidades para melhores

14 13 relacionamentos com o cliente, por meio de marketing. Acompanhando o desenvolvimento da Internet, o Comércio Eletrônico Business-to-Business tem vindo cada vez mais a ganhar expressão, à medida que vão surgindo mais sites Web que se propõem dar suporte às transações eletrônicas entre várias empresas. Este tipo de Comércio Eletrônico, e tal como o próprio nome sugere, envolve os negócios entre as empresas, e pode ser definido como a substituição dos processos físicos que envolvem as transações comerciais, por processos eletrônicos. Business-to-Consumer - B2C (Empresa-Consumidor): A secção Business-to-Consumer pode se definida como o estabelecimento de relações comerciais eletrônicas entre as empresas e os consumidores finais. Este tipo de comércio tem vindo a desenvolver-se de forma acentuada, existindo já várias lojas e centros comerciais virtuais na World Wide Web, tendo como principal característica a de permitir às empresas ofertarem produtos e serviços diretamente aos consumidores por meios eletrônicos, desta forma, qualquer bem de consumo ou serviço pode ser vendido pela internet, esta agindo como um elemento que facilita as atividades de pré ou pós-venda, associando grande valor ao processo de venda. Business-to-Administration - B2A/B2G (Empresa-administração): A categoria Business-to-Administration cobre todas as transações on-line realizadas entre as empresas e a Administração Pública/ Organizações Governamentais/ Estado. Envolve uma grande quantidade e diversidade de serviços, designadamente nas áreas: fiscal, da segurança social, do emprego, dos registros, etc. É um segmento do comércio eletrônico que apesar de se encontrar ainda numa fase inicial de expansão, tem tendência a aumentar rapidamente, nomeadamente com a promoção do comércio eletrônico na Administração Pública e com os mais recentes investimentos no e-government. Consumer-to-Administration - C2A/C2G (Consumidor-administração): Abrange todas as transações eletrônicas efetuadas entre os indivíduos e a Administração Pública. Sendo várias as áreas de aplicação: Segurança Social (através da divulgação de informação e realização de pagamentos), Saúde (marcação de consultas, informação sobre doenças e pagamento de serviços), Educação (divulgação de informação e formação à distância), Impostos (entrega das declarações e pagamentos). Podemos citar o exemplo de Portugal, na medida em que já é possível, desde 1998, procedermos à entrega da declaração anual de rendimentos

15 14 (IRS) através da Internet, tanto por parte das pessoas individuais como por parte das empresas, embora no que diga respeito aos pagamentos/devoluções do referido imposto, ainda se processem por meios externos à Internet, mas que já contemplam suportes eletrônicos, como é o caso da rede Multibanco. As vantagens óbvias de uma prestação eletrônica de serviços públicos traduzem-se numa maior acessibilidade e eficácia, em respostas mais rápidas e custos de funcionamento reduzidos para as entidades públicas, cidadãos e empresas. Os dois modelos que envolvem a Administração Pública, Businessto-Administration e Consumer-to-Administration estão grandemente associados à idéia de modernização, transparência e qualidade do serviço público, aspectos cada vez mais realçados pelas entidades governamentais. Outros tipos de Comércio Eletrônico a considerar: Consumer-to-consumer - C2C (Consumidor consumidor): Os consumidores negociam entre si, como por exemplo os leilões, onde os consumidores disputam um produto. Consumer-to-business - C2B (Consumidor-empresa): Quando o consumidor envia sua proposta para várias empresas que entram em concorrência para conquistá-lo. Refere-se, portanto ao e-commerce em que a iniciativa parte do consumidor. 5.3 VANTAGENS E DESVANTAGENS A competitividade quer de um país, quer de uma empresa, advém do aproveitamento das suas capacidades em conseguir novos clientes de forma a aumentar a sua quota de mercado, para gerir a informação e para melhorar a eficácia dos seus trabalhadores. Com este aproveitamento e progresso são também os clientes que ficam a ganhar. Logo, podemos apresentar as vantagens e desvantagens deste modelo de comércio, tanto para as empresas como para os clientes.

16 Vantagens - Aumenta o número de contatos da empresa com fornecedores e com outras empresas do mesmo ramo, e também o número de possíveis clientes, o que faz com que as possibilidades de fazer negócio tenham tendência a aumentar. - A empresa pode estabelecer diálogos com empresas internacionais assim como efetua habitualmente com empresas da sua localidade, originando-lhe assim, oportunidades internacionais. - A empresa tem a possibilidade de fornecer informação, receber encomendas, fazer demonstrações dos seus produtos 24 horas por dia, o que resulta na autopromoção da empresa. - Pode reduzir os custos resultantes do lançamento de um novo produto ou serviço, pois lhe é mais fácil e envolve menos custos fazer um estudo de mercado através da Internet e através desse mesmo estudo a empresa tem a possibilidade de saber a opinião dos consumidores sobre os produtos e quais as preferências do cliente. - Os clientes têm de forma imediata, acesso à informação sobre a empresa e os seus produtos e serviços, além disso, a informação apresentada na Internet permite adicionar som e imagem em movimento, dando assim origem a um serviço que poderá atrair os clientes. - A Internet fornece informação de uma forma eficiente, o que faz com que os vendedores da empresa possam de um modo fácil verificar quais as datas de entrega e as existências do artigo, para remeter através de as especificações da encomenda. Assim, há probabilidade de aumento de vendas e para, além disso, poder-se-á verificar uma redução nos custos para a empresa. - Visto que este tipo de comércio funciona 24 horas por dia, haverá um maior número de visitas do que a uma loja tradicional em determinada região. - Comodidade no processo de compra, já que o consumidor não tem que estar sujeito a horários de abertura de lojas, esperas em filas de atendimento/pagamento ou em filas de trânsito no trajeto até à loja - Grande variedade de produtos apresentados, pois o consumidor tem hipóteses de escolha que ultrapassam facilmente as barreiras físicas do local onde reside, e com grande rapidez passa a ter à sua disposição produtos que podem eventualmente se encontrar noutro país ou continente.

17 16 - Preços mais baixos e competitivos, em alguns produtos, com um leque de escolha muito mais abrangente, onde há também mais concorrência Desvantagens - Não é freqüente o contacto direto com o cliente, o que dá ao consumidor uma sensação de anonimato, que em alguns casos pode levar à fraude, embora no comércio tradicional também aconteça. - Pode surgir desconfiança por parte dos clientes; - Redução da capacidade de inspecionar produtos em locais geograficamente dispersos; - Há determinados produtos que os consumidores não confiam a um vendedor virtual, como a escolha de bens alimentares frescos (fruta, legumes, peixe ou carne). - A venda/compra de casas, carros, terrenos e outros bens de elevado valor é um tipo de comércio menos realizado, pois para além de envolver grandes somas de dinheiro, o processo atual de compra burocrático ainda não se transferiu para a Internet. - A Internet é demasiado pública e a muitas pessoas não lhes agrada o fato de se verem forçados a enviar dados confidenciais pelo fio para efetuar as suas compras. 5.4 APLICAÇÃO NAS ORGANZIAÇÕES As lojas virtuais desempenham um papel estratégico para qualquer negócio na Internet. São nas lojas virtuais que o visitante será apresentado aos produtos e, quiçá, vai se sentir motivado para realizar a compra. Partindo-se da premissa que os produtos são de interesse do visitante e está sendo oferecido a um preço justo, a decisão de compra vai depender da qualidade da loja virtual em transmitir informações precisas ao comprador; além da confiabilidade, segurança e facilidade de navegação encontrada.

18 Exemplo de Aplicação Um exemplo de sucesso no Brasil é o caso das lojas Americanas; tendo como missão tornar-se o destino preferido de compras on-line no Brasil, lançando sua loja on-line em 1999 e adotando uma estratégia inovadora, um próprio sistema de logística, com uma plataforma operacional exclusiva para entrega de pedidos em 48 horas em todo o Brasil, tornou-se em dois anos a líder em vendas e rentabilidade no setor de varejo eletrônico no País, tendo mais de produtos, 10 milhões de clientes e 20 mil empresas-clientes. Entre as empresas de comércio eletrônico, é a líder no segmento B2C (Business to Consumer) e tem o reconhecimento do público: recebendo diversos prêmios e desde 1999 todos os prêmios ibest na categoria júri popular.

19 18 6 CONCLUSÃO O período entre a criação destas redes, sua popularização e utilização até o impressionante patamar atual é muito curto. Se em menos de 40 anos estamos com tamanha dependência e ainda em uma década as pessoas passaram a se conectar mais a internet. Aparentemente esta é uma máquina que não para de crescer, um leviatã que traz progresso e facilidade. É difícil imaginar como o mundo estará conectado daqui dez anos, que reflexos haverá na sociedade e em ações cotidianas. Uma coisa é clara, que o crescimento e a popularização da internet e seu uso para facilitar a vida dos indivíduos só tende a aumentar.

20 19 REFERÊNCIAS ALMEIDA, Rubens Queiroz de. Comércio Eletrônico via Internet. Disponível em <http://www.dicas-l.com.br/cursos/ecommerce.pdf>. Acesso em: 22 ago às 17 horas. MENDES, Alexandre. Conceituando Intranet. Disponível em <http://www.imasters.com.br/artigo/3761/intranets/conceituando_intranet/>. Acesso em: 16 ago às 15 horas e 10 minutos. SALDANHA, Ricardo. Afinal, o que é uma Intranet? >> Webinsider. Disponível em <http://webinsider.uol.com.br/index.php/2003/08/17/afinal-o-que-e-uma-intranet/>. Acesso em: 16 ago às 15 horas. Canal do Transporte. Glossário. Disponível em <http://www.canaldotransporte.com.br/letrae.asp>. Acesso em: 20 ago às 15 horas e 35 minutos. CTI. Soluções em Conectividade e Internet. Disponível em <http://www.cti.com.br/informacoes/extranet.html>. Acesso em: 20 ago às 15 horas. HP Brasil. Glossário de Internet. Disponível em <http://h30091.www3.hp.com/pyme/dicas/glosario_2.html>. Acesso em: 20 ago às 15 horas e 20 minutos. LigatureSoft. Negócio Eletrônico. Disponível em <http://www.ligaturesoft.com/portuguese/e-commerce-development/negocio- Eletronico.html>. Acesso em: 22 ago às 16 horas e 45 minutos. PT-Sistemas de Informação. Glossário. Disponível em <http://www.ptsi.pt/ptsi/topnavigation/linkstop/ajuda/cde/>. Acesso em: 20 ago às 15 horas e 40 minutos. Readygo. O que é um site de Extranet?. Disponível em <http://www.readygo.com/eb_portuguese/oxm02/03oxm02.htm>. Acesso em: 20 ago às 15 horas e 25 minutos. SEBRAE. Defina seu Negócio. O que é. Disponível em <http://www.sebrae.com.br/br/parasuaempresa/tiposdenegocios_872.asp>. Acesso em: 22 ago às 16 horas e 25 minutos.

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