Elaborado por Renato Andrino Fanaya

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2 ÍNDICES DE BDI EM VIGÊNCIA NO DMAE OBJETIVO Os índices abaixo descritos foram homologados pela Direção Geral após reunião com os representantes das diversas áreas do DMAE, tais como: COJ, SD, DVL, DVF, CNL, PISA e DVO. METODOLOGIA A partir da análise de diversas publicações sobre BDI, foram feitos estudos comparativos para a obtenção de um critério próprio para o órgão. O levantamento abrangeu entre outros, o acórdão 325/2007 do Tribunal de Contas da União, o edital da concorrência 02/2007 do TCU, os critérios da Caixa Econômica Federal, sugestões do PISA e diversas publicações referentes ao assunto. Os valores exemplificados no trabalho referem-se a agosto/2008. CONCEITO DE BDI ou LDI De acordo com o TCU, vários conceitos podem ser utilizados para se compreender o LDI. Explicados de formas distintas, tentam definir uma parcela do orçamento de obras, em razão da sua segmentação em custos diretos e indiretos. Um dos conceitos que melhor define o que é BDI ou LDI é de autoria de André Luiz Mendes e Patrícia Reis Leitão Bastos, que diz: BDI é a taxa correspondente às despesas indiretas e ao lucro que, aplicada ao custo direto de um empreendimento (materiais, mão-de-obra, equipamentos), eleva-o ao seu valor final. Consideram-se como despesas indiretas os seguintes itens: - administração central; - custo financeiro - taxa de risco - Tributos e Impostos - lucro

3 ADMINISTRAÇÃO CENTRAL Toda empresa possui uma estrutura administrativa com custo e dimensão própria. A sua representação no LDI de uma obra é definida estabelecendo em que proporção esse custo é apropriado como despesa de uma obra. Por esta razão é necessário que a despesa total da sede seja rateada proporcionalmente. Uma empresa com maior número de obras, poderá praticar uma taxa de administração central inferior à empresa do mesmo porte com apenas um canteiro. Despesas com Pessoal, Instalações /Equipamentos e Consumo Diversos. CUSTO FINANCEIRO Despesas financeiras são gastos relacionados ao custo do capital decorrente da necessidade de financiamento exigida pelo fluxo de caixa da obra e ocorrem sempre que os desembolsos acumulados forem superiores às receitas acumuladas O capital investido pelas empresas pode ser próprio, quando utilizarem recursos que já possuam em seus caixas, ou de terceiros, quando adquiridos junto a operadores financeiros (bancos, financeiras, etc.). No caso de capital próprio, sua remuneração normalmente é calculada com o fim de promover sua atualização monetária. Com relação à capital de terceiros, deve-se analisar qual o custo de oportunidade do capital, ou seja, deve-se apurar qual seria o seu rendimento se o capital de giro tivesse sido aplicado no mercado financeiro naquele período. Assim, a administração deve resguardar-se de taxas abusivas, pois o preço da obra não pode ser onerado por ineficiência operacional do executor. Dessa forma, a taxa de juros referencial mais adequada para o mercado financeiro é a taxa SELIC, taxa oficial definida pelo comitê de política monetária do Banco Central. TAXA DE RISCO ou SEGURO O Instituto de Engenharia conceitua a taxa de risco do empreendimento como aquela que se aplica à empreitada por preço unitário, fixo, global ou integral, e que visa cobrir eventuais incertezas decorrentes de omissão de serviços, quantitativos irreais ou insuficientes, projetos mal feitos ou indefinidos, especificações deficientes, inexistência de sondagem do terreno etc. Assim, no contrato administrativo, a obra é pactuada pelos quantitativos do projeto e os custos unitários estabelecidos. Quaisquer alterações

4 dependerão de repactuação do contrato, a ser aprovada pela Administração, não incorrendo o executor em riscos de quantitativos. Entretanto, existem ocorrências não previstas em projetos e que podem repercutir no custo da obra e deverão ser arcadas pelo contratado. Dentre elas podemos citar: perdas excessivas de material (devido à quebra ou retrabalho), perdas de eficiência de mão-de-obra, greves, condições climáticas atípicas, dentre outros. TRIBUTOS ou IMPOSTOS O PIS tem como objetivo o financiamento do programa do Seguro- Desemprego e o abono aos empregados que recebem até dois salários mínimos mensais. A Contribuição Social para Financiamento da Seguridade Social (COFINS) tem como finalidade de financiar as despesas das áreas de Saúde, Previdência e Assistência Social. O Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), de competência dos Municípios e do Distrito Federal, tem como fato gerador à prestação de serviços. LUCRO O instituto de engenharia define lucro como: parcela destinada a remunerar o custo de oportunidade do capital aplicado, capacidade administrativa, gerencial e tecnológica adquirida ao longo de anos de experiência no ramo, responsabilidade pela administração do contrato e condução da obra por estrutura organizacional da empresa e investimentos na formação profissional do seu pessoal e criar a capacidade de reinvestir no próprio negócio. BDI VIGENTE NO DMAE RELATIVO A SERVIÇO material) (acompanhado ou não de COMPOSIÇÃO O novo percentual adotado pelo DMAE é de 25% e é composto dos seguintes índices parciais: - administração central 4,00%; - custo financeiro 1,45% - taxa de risco 1,00% - tributos 7,65% - lucro 8,00%

5 ADMINISTRAÇÃO CENTRAL O índice adotado é de 4 %, utilizando o mesmo índice adotado pelo TCU, que representa a média utilizada entre os demais órgãos públicos. Este índice refere-se exclusivamente a administração central e os custos relativos à administração local serão apropriados diretamente na planilha de orçamento como itens específicos. percentuais: Utilizaremos os seguintes dados para a simulação dos respectivos Valor do contrato R$ ,00 Mês de referência: abril/2009 Salário Mínimo: R$ 465,00 Encargos Sociais: 122,73 % Prazo da Obra: 12 meses Pessoal técnico e administrativo São as despesas com pessoal técnico e administrativo da sede, integrantes dos diversos departamentos, tais como: e compras. Administrativo, técnico, comercial, financeiro, jurídico, contábil Pessoal Técnico / Administrativo PROFISSIONAL R$/M C/ENC HORAS % ENGENHEIRO SENIOR ,86 20, ,08 ADMINISTRADOR 8.803,40 20,00 800,31 AUXILIAR 2.102,13 20,00 191, , ,49 x , ,00 2,58% Consumo / Instalações / Equip. de Escritório / Desp. Diversas São todas as despesas mensais com a instalação da sede, móveis e equipamentos do escritório. Consumo Instalações / Equip. de Escritório / Desp. Diversas

6 CUSTO FINANCEIRO Fatura Mensal ,00 / ,33 0,960 Despesas Mensais p/obra 800,00 800,00 x , ,00 0,96 Transporte/Comunicação Transporte / Comunicação Transporte ,00 / ,33 0, ,00 300,00 x , ,00 0,36 Percentual Total Administração Central 2,58 + 0,96 + 0,36 = 3,90 4,00 % O índice adotado é de 1,45%, de acordo com a média apontada pela SELIC nos últimos 12 meses. Histórico das taxas de juros fixadas pelo Copom e evolução da taxa Selic Reunião Período de vigência Meta SELIC TBAN Taxa SELIC nº data viés % a.a. % a.m. 141ª 11/3/2009../../APRESENTAÇÕES E DOCUMENTOS FINAIS/FORMULA PARA CALCULO DE TAXAS AL CF TR I L.xls - RANGE!notas#RANG 12/03/ ,25 140ª 21/1/2009../../APRESENTAÇÕES E DOCUMENTOS FINAIS/FORMULA PARA CALCULO DE TAXAS AL CF TR I L.xls - RANGE!notas#RANG 22/01/ /03/ ,75 1,57 12,66 139ª 10/12/2008../../APRESENTAÇÕES E DOCUMENTOS FINAIS/FORMULA PARA CALCULO DE TAXAS AL CF TR I L.xls - RANGE!notas#RANG 11/12/ /01/ ,75 1,43 13,66 138ª 29/10/2008../../APRESENTAÇÕES E DOCUMENTOS FINAIS/FORMULA PARA CALCULO DE TAXAS AL CF TR I L.xls - RANGE!notas#RANG 30/10/ /12/ ,75 1,53 13,65

7 137ª 10/9/2008../../APRESENTAÇÕES E DOCUMENTOS FINAIS/FORMULA PARA CALCULO DE TAXAS AL CF TR I L.xls - RANGE!notas#RANG 11/09/ /10/ ,75 1,79 13,66 136ª 23/7/2008../../APRESENTAÇÕES E DOCUMENTOS FINAIS/FORMULA PARA CALCULO DE TAXAS AL CF TR I L.xls - RANGE!notas#RANG 24/07/ /09/ ,7 12,92 135ª 4/6/2008../../APRESENTAÇÕES E DOCUMENTOS FINAIS/FORMULA PARA CALCULO DE TAXAS AL CF TR I L.xls - RANGE!notas#RANG 05/06/ /07/ ,25 1,61 12,17 134ª 16/4/2008../../APRESENTAÇÕES E DOCUMENTOS FINAIS/FORMULA PARA CALCULO DE TAXAS AL CF TR I L.xls - RANGE!notas#RANG 17/04/ /06/ ,75 1,41 11,63 133ª 5/3/2008../../APRESENTAÇÕES E DOCUMENTOS FINAIS/FORMULA PARA CALCULO DE TAXAS AL CF TR I L.xls - RANGE!notas#RANG 06/03/ /04/ ,25 1,23 11,18 132ª 23/1/2008../../APRESENTAÇÕES E DOCUMENTOS FINAIS/FORMULA PARA CALCULO DE TAXAS AL CF TR I L.xls - RANGE!notas#RANG 24/01/ /03/ ,25 1,18 11,18 131ª 5/12/2007../../APRESENTAÇÕES E DOCUMENTOS FINAIS/FORMULA PARA CALCULO DE TAXAS AL CF TR I L.xls - RANGE!notas#RANG 06/12/ /01/ ,25 1,4 11,18 130ª 17/10/2007../../APRESENTAÇÕES E DOCUMENTOS FINAIS/FORMULA PARA CALCULO DE TAXAS AL CF TR I L.xls - RANGE!notas#RANG 18/10/ /12/ ,25 1,4 11,18 129ª 5/9/2007../../APRESENTAÇÕES E DOCUMENTOS FINAIS/FORMULA PARA CALCULO DE TAXAS AL CF TR I L.xls - RANGE!notas#RANG 06/09/ /10/ ,25 1,18 11,18 MÉDIA 1,45 17,43 TAXA DE RISCO O índice adotado é de 1%, conforme demais órgãos. TRIBUTOS OU IMPOSTOS COFINS (3 %) + PIS (0,65 %) + ISSQN (4 %) = 7,65 %. O índice adotado é de 7,65 %, adotando um índice adequado a nossa legislação regional. LUCRO O índice adotado é de 8 %, adotando o índice praticado pelo TCU e a maioria dos órgãos públicos.

8 FÓRMULA {[(1 + AC/100) * (1 + CF/100) * (1 + TR/100) * (1 + L/100)] - 1} * 100 = (1 TT / 100) {[(1 + 4/100) * (1 + 1,45/100) * (1 + 1/100) * (1 + 8/100)] - 1} * 100 = (1 7,65/ 100) {[(1 + 0,04) * (1 + 0,0145) * (1 + 0,010) * (1 + 0,08)] - 1} * 100 = (1 0,0765) {[1,04 * 1,0145 * 1,010 * 1,08] - 1} * 100 = 0,9235 {[1,151] - 1} * 100 = 0,9235 {[1,246] - 1} * 100 = 0,246 * 100= 24,60% Proposto arredondamento do índice para 25% EXEMPLO BDI DE 25 % M.O. + Enc. Sociais (122,73%) (P.U.) R$ ,00 R$ ,00 + R$ ,00 = R$ ,00 R$ ,00 Material A + B A (Custo Total da Obra s/ BDI) = MO + Enc. Sociais + Materiais A= R$ ,00 + R$ ,00 + R$ ,00» R$ ,00 B= 25% de A B= 0,25 x R$ ,00 = R$ ,80 A + B

9 R$ ,00 + R$ ,80 = R$ ,80 BDI PROPOSTO PARA MATERIAL (Tubos, conexões, válvulas, bombas, motores, transformadores, quadros elétricos e materiais específicos da obra). COMPOSIÇÃO O percentual adotado pelo DMAE é de 15%, composto dos seguintes índices parciais: - administração central 1,00%; - custo financeiro 1,45% - taxa de risco 0,5 % - tributos 3,65% - lucro 7,50% ADMINISTRAÇÃO CENTRAL Para a compra e administração dos materiais acima mencionados, propomos uma redução no percentual em relação ao proposto para a administração da obra como um todo, em razão da menor participação da empresa nesta etapa. O índice adotado é 1,0 % para a compra e administração dos diversos materiais acima mencionados. CUSTO FINANCEIRO O índice adotado é de 1,45% de acordo com a média apontada pela SELIC nos últimos 12 meses. TAXA DE RISCO O índice adotado é de 1%, conforme demais órgãos. TRIBUTOS OU IMPOSTOS Os impostos e taxas que incidem sobre os materiais adquiridos são COFINS e PIS. COFINS (3 %) + PIS (0,65 %) = 3,65 %. LUCRO O índice adotado é de 3,65 %, de acordo com a legislação regional.

10 O índice adotado é de 7,5%. FÓRMULA {[(1 + AC/100) * (1 + CF/100) * (1 + TR/100) * (1 + L/100)] - 1} * 100 = (1 TT / 100) {[(1 + 1/100) * (1 + 1,45/100) * (1 + 0,5/100) * (1 + 7,5/100)] - 1} * 100 = (1 3,65/ 100) {[(1 + 0,01) * (1 + 0,0145) * (1 + 0,005) * (1 + 0,07,5)] - 1} * 100 = (1 0,0365) {[1,01 * 1,0145 * 1,005 * 1,075] - 1} * 100 = 0,9635 {[1,107] - 1} * 100 = 0,9235 {[1,149] - 1} * 100 = 0,149 * 100 = 14,90% arredondado para 15% BDI PROPOSTO PARA PROJETO E CONSULTORIA COMPOSIÇÃO O percentual adotado pelo DMAE é de 13%, composto dos seguintes índices parciais: ADMINISTRAÇÃO CENTRAL - administração central 1,00%; - custo financeiro 0 % - taxa de risco 0 % - tributos 4 % - lucro 7,50% Para a elaboração de projetos e consultoria, propomos uma redução no percentual em relação ao proposto para a administração da obra como um todo, em razão da menor participação da empresa nesta etapa.

11 consultoria. O índice adotado é de 1,0 % para a elaboração de projetos e CUSTO FINANCEIRO TAXA DE RISCO Tratando-se de projeto, não existe custo financeiro Tratando-se de projeto, não existe custo financeiro órgãos. TRIBUTOS OU IMPOSTOS O imposto que incide sobre consultoria, prestação de mão de obra especializada e projeto é ISSQN. = 4 %. LUCRO O índice adotado é de 7,5%, um pouco abaixo do praticado para serviços, dentro da margem sugerida pelo TCU. FÓRMULA {[(1 + AD/100) * (1 + DF/100) * (1 + TR/100) * (1 + L/100)] - 1} * 100 = 13% (1 TT / 100) {[(1 + 1/100) * (1 + 0/100) * (1 + 0/100) * (1 + 7,5/100)] - 1} * 100 = (1 4 / 100) {[(1 + 0,01) * (1 + 0) * (1 + 0) * (1 + 0,075)] - 1} * 100 = (1 0,04) ({[1,01 * 1 * 1 * 1,075)] - 1} * 100 = 0,96 {[1,086] - 1} * 100 = 0,96 {[1,131] - 1} * 100 =

12 0,131 * 100 = 13% QUADRO COMPARATIVO BDI TIPOS NOVO ÍNDICE DMAE ANTIGO ÍNDICE OUTRAS COMPANHIAS DE SANEAMENTO SANEPAR SABESB CORSAN COMUSA DAEB SEMAE SAMAE CAESB GERAL 20,1 30,0 SERVIÇO 23, ,60 MATERIAL ,5 PROJETO 13 18,7 25,0 25,0 25,0 26,6 CONCLUSÕES A partir da revisão do índice do BDI, adotou-se índices diferenciados para serviço, acompanhado ou não de material, para materiais de maior representatividade e para elaboração de projetos e consultorias. Os índices adotados pelo DMAE são 25%, 15% e 13%, serviços, materiais e elaboração de projetos e consultoria, respectivamente.

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