Gestão de Material em Almoxarifado na Administração Pública Estadual. Proibida a Reprodução e Comercialização

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão de Material em Almoxarifado na Administração Pública Estadual. Proibida a Reprodução e Comercialização"

Transcrição

1 Gestão de Material em Almoxarifado na Administração Pública Estadual Proibida a Reprodução e Comercialização

2 Governo do Estado da Bahia Paulo Ganen Souto Secretaria da Administração Ana Lúcia Castelo Branco Superintendência de Serviços Administrativos Phedro Pimentel dos Santos Neto Realização Superintendência de Serviços Administrativos SSA Diretoria de Material - DM Elaboração e Revisão Conceição Souza Vidal Carvalho Paulo Ridolfi Tânia Leal de Andrade Colaboradores Aristides Julio da Silva Gomes Equipe de Estoque Sueli Cristina Mascarenhas Aroldo Menezes Proibida a Reprodução e Comercialização 2

3 SUMÁRIO Apresentação Introdução Estrutura organizacional Compras: influências sobre o almoxarifado Compras: legislação Introdução Objetivos da classificação Identificação Especificação do item Codificação Federal Supply Classification Catalogação Conceitos de padronização Vantagens Introdução Administração de material voltada para o cliente A tarefa de solicitar material O que solicitar? Identificação do material Quanto solicitar? Quantidade solicitada ao almoxarifado Quantidade solicitada para compra A quem solicitar? Quando solicitar? Calendário de compras Calendário de almoxarifado Como solicitar? Solicitação de material ao almoxarifado Conceitos e diferenças Importância do almoxarifado Estrutura O almoxarife Planejamento e organização de almoxarifado Localização e instalação Espaço e leiaute do almoxarifado Tipos de almoxarifados...31 Proibida a Reprodução e Comercialização 3

4 4.5. Atividades de almoxarifado Recebimento Armazenagem Arrumação de estoque Unidades de estocagem Localização de material em estoque Conservação do material Segurança de armazenagem Manuseio do material Controle de almoxarifado Movimentação de estoque Distribuição Gestão de estoque Valoração de estoque Controle de estoque Inventário Introdução Catalogação Aquisição de material Procedimentos a serem adotados após a geração e emissão da AFM Ordem cronológica dos lançamentos Lançamentos de Nota Fiscal no módulo Estoque Conferência dos lançamentos Relatórios disponíveis no módulo Estoque do SIMPAS para conferência dos lançamentos Conciliação contábil Relatórios disponíveis no SICOF para conferência dos lançamentos Inventário no SIMPAS Anexos Dicionário de Estoques Unidades de Medida Grandeza Principais prefixos das Unidades SI Modelo Físico Padrão de Almoxarifado Segurança no Manuseio e Estocagem Referências Bibliográficas Proibida a Reprodução e Comercialização 4

5 Apresentação As iniciativas da Secretaria da Administração SAEB, através da Superintendência de Serviços Administrativos SSA, têm sido no sentido de disponibilizar para as unidades organizacionais, mecanismos e instrumentos que contribuam para a racionalização e modernização administrativa, dando maior celeridade, segurança e economicidade nas aquisições de bens e serviços. Dentre esses instrumentos, destaca-se a adoção do Pregão, nas modalidades eletrônica e presencial, além da cotação eletrônica para a dispensa de licitação. Esses instrumentos promoveram uma evolução nas contratações públicas, estabelecendo uma maior interação com o mercado fornecedor, a partir da utilização de procedimentos de negociações ágeis, objetivos e desburocratizados. Este manual reúne uma coletânea de orientações e sugestões para a área de Almoxarifado na Administração Pública Estadual, extraídas de uma vasta literatura sobre o tema, citadas no módulo Anexos. Esperamos que ele contribua para que as unidades gestoras possam dispor de informações relativas às ações a serem adotadas na gestão de estoques. Phedro Pimentel dos Santos Neto Superintendente Proibida a Reprodução e Comercialização 5

6 Noções de Administração de Material Capítulo 1 Proibida a Reprodução e Comercialização 6

7 1. Introdução A administração de material corresponde ao planejamento, organização, direção, coordenação e controle de todas as tarefas necessárias à definição de especificação, qualidade, recebimento, guarda, controle, distribuição e aplicação dos materiais destinados às atividades operacionais em uma organização, seja ela privada ou pública, de natureza industrial, comercial ou de serviços. Assim, podemos dizer que o sucesso da administração de material só será alcançado mediante a integração das suas atividades básicas de planejamento, compras e armazenagem, ancoradas numa eficiente política de materiais que defina normas, diretrizes e procedimentos voltados ao atendimento das necessidades de cada organização. Baseado nisso, podemos afirmar que qualquer empresa seja ela pública ou privada, necessita se organizar criando sistemas organizacionais, ou seja, conjunto de órgãos que desenvolvem atividades específicas ou grupos de atividades afins. Ao conjunto de órgãos que desenvolvem as atividades de administração de materiais chamamos de SISTEMA DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL- SAM. Basicamente, um Sistema de Administração de Material se constitui de três subsistemas: Sistema de Administração de Material - SAM Planejamento Compras Armazenagem Portanto, podemos definir que o SAM é o conjunto de recursos humanos, organizacionais e físicos, que tem por objetivo garantir o suprimento contínuo e ininterrupto de materiais, nas condições técnicas e economicamente adequadas, para o perfeito funcionamento da organização. 1.1 Estrutura organizacional Considerando a falta de uniformidade na terminologia adotada para identificar a composição ou estrutura administrativa, resolvemos não utilizar os tradicionais termos seção, divisão ou departamento, já que, comumente, o que é seção para uma instituição, poderá ser divisão para uma outra. Buscamos então, demonstrar uma estrutura organizacional padrão, à luz da administração de material nas Unidades Gestoras da Administração Pública Estadual. Proibida a Reprodução e Comercialização 7

8 ÓRGÃOS SUPERIORES SERVIÇOS GERAIS FINANÇAS MATERIAIS RECURSOS HUMANOS PLANEJAMENTO COMPRAS ALMOXARIFADO CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAL GESTÃO DE ESTOQUES CADASTRO DE FORNECEDOR COMPRA DIRETA RECEBIMENTO ARMAZENAGEM COMISSÃO DE LICITAÇÃO DISTRIBUIÇÃO 1.2 Compras: influências sobre o almoxarifado A função compras possui significativas influências sobre as atividades do almoxarifado. Podemos afirmar que a eficiência das atividades do almoxarifado está diretamente associada à eficiência na área de compras. Primeiramente, por uma questão óbvia, já que a razão de existência do almoxarifado só se justifica pela existência do objeto material, desde a sua previsão, recebimento, guarda e entrega ao usuário, fato esse, que só é possível pela ação de compras. Com algumas exceções, o material de trabalho de um comprador é a informação abstrata sobre o que é e como funciona um produto, ou seja, ele adquire algo que, na maioria das vezes, ainda não conhece. Mesmo com essa dificuldade, se o trabalho de compras não for bem realizado, respondendo com eficiência e qualidade às questões: o que?, quando? e, quanto comprar?, poderá gerar problemas para a gestão de almoxarifado, tais como: recebimento de materiais de qualidade questionável, decorrentes de falha na especificação ou ausência de análise nas amostras; atraso no ressuprimento de estoque ocasionando desabastecimento; valoração incorreta dos estoques em conseqüência de aquisições com preços não condizentes com a realidade do mercado; comprometimento da armazenagem em decorrência de não terem sido considerados fatores como: validade do produto, qualidade de embalagem, acondicionamento, etc. Proibida a Reprodução e Comercialização 8

9 morosidade nas aquisições, em que os prazos de intervalo de ressuprimento (IR) e tempo de compra (TR) não são cumpridos; atraso no envio do instrumento de contratação para o almoxarifado; processo de compra formalizado de forma inadequada; ausência de documentação que comprove alterações, envio e recebimento de informações de compras; acordos verbais com fornecedores; ausência ou deficiência de informações quanto ao destino do material, principalmente nas compras conjuntas ou agrupadas Compras: legislação. Nenhuma compra na Administração Pública Estadual poderá se efetivar sem a devida observância à Lei Estadual nº 9.433/05 e suas alterações. Cabe observar que, comumente, tem-se creditado às legislações a ineficiência verificada nas aquisições públicas, sob a argumentação de que ela é imperativa e despreza a qualidade, já que impõe a compra pelo menor preço. O que de fato ocorre é que a lei é impessoal, não avalia o caráter e competência individual de cada comprador ou fornecedor, mas estabelece requisitos e regras gerais de procedimentos e conduta para as unidades organizacionais que executam o orçamento público, bem como fornecedores interessados em transacionar com a Administração Pública Estadual. Tudo isso baseado nos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Assim, a eficácia das compras públicas só será alcançada mediante a aplicação dos recursos de planejamento, que poderão nos dar respostas satisfatórias às questões: o que, quando, quanto, como e onde comprar com qualidade e baixo custo. E o que tem isso a ver com o almoxarifado? Como já dissemos, dificilmente o almoxarifado terá eficiência e demonstrará qualidade se esses propósitos não estiverem presentes também nas atividades de compras. Note-se aqui, que é impossível o funcionamento eficaz de um sistema de administração de materiais sem que suas unidades estejam intimamente integradas, onde não haja um verdadeiro inter-relacionamento de suas rotinas, procedimentos, recursos e agentes. Baseado nisso, resolvemos apresentar alguns dos principais artigos (de licitações diretas) que impactam diretamente sobre as atividades de compras e, por conseqüência, sobre o almoxarifado. Proibida a Reprodução e Comercialização 9

10 FATORES Lei Estadual 9.433/05 O QUE DIZ: CUSTO Art. 57, Inc. I, 1º Entende-se como licitação de menor preço a que objetiva a seleção da proposta mais vantajosa para a Administração, sendo vencedora aquela que atender às especificações de edital ou convite e ofertar o menor preço. Art. 30 Nenhuma compra será feita sem a adequada caracterização de seu objeto e... QUALIDADE Art. 31, Inc. I As compras deverão, sempre que possível: atender ao princípio da padronização e a compatibilidade de especificação técnica e de desempenho, observados quando for o caso, as condições de manutenção, assistência técnica e garantias oferecidas. Art. 31, 6º Nas compras deverão constar as especificações completas dos bens a serem adquiridos sem a indicação de marcas, características e especificações exclusivas,... TEMPO Art. 54º inc. I, II, III, IV, V e VI. O prazo mínimo até o recebimento das propostas ou da realização do evento será: 45, 30, 15, 10, 08 ou 05 dias, dependendo da modalidade optada. Proibida a Reprodução e Comercialização 10

11 Noções de Classificação de Material Capítulo 2 Proibida a Reprodução e Comercialização 11

12 2. Introdução Um sistema de classificação de material visa estruturar, consolidar e divulgar, de forma padronizada, as informações sobre materiais no âmbito da instituição. A classificação de materiais compreende a identificação, codificação e catalogação dos materiais destinados à produção, venda, consumo ou movimentação de bens e produtos de uma organização, além, de orientar as compras. Existem várias formas de classificação que podem ser, em síntese, estruturadas como: Identificação: é a análise e o registro padronizado dos dados descritivos de cada material, incluindo as suas características técnicas. Codificação: é a representação dos dados descritivos de um material, por meio de um símbolo ou código de composição alfabética, numérica ou alfanumérica. Catalogação: é a consolidação e ordenação lógica dos dados de identificação e codificação através da montagem de arquivos manuais ou informatizados e da edição de um catálogo impresso ou virtual que permita a obtenção de informações sobre cada item identificado e codificado. Esse catálogo tem por objetivo a divulgação, no âmbito interno, de todos os itens de materiais utilizados pela organização. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAL IDENTIFICAÇÃO CODIFICAÇÃO CATALOGAÇÃO 2.1. Objetivos da classificação Estabelecer uma terminologia única e padronizada para os materiais, de forma que se evite duplicidade na sua interpretação; Criar regras simples que permitam a identificação dos materiais; Elaborar método para o estabelecimento de uma estrutura decimal básica que propicie a formação do código de material; Permitir a geração de publicações destinadas a divulgar os dados de identificação e codificação de material. Proibida a Reprodução e Comercialização 12

13 2.2. Identificação A identificação de um produto ocorre através da completa especificação de suas características físicas, químicas, de desempenho e funcionamento. Sem dúvida alguma, uma especificação incompleta de material representa um dos maiores problemas nas aquisições realizadas nas organizações, sejam elas públicas ou privadas. Decorre disso alguns sérios prejuízos financeiros e operacionais, já que inúmeros produtos são adquiridos em desacordo com o desejado pela organização e ou que deixam a desejar no quesito da qualidade, ficando inutilizados ou sub-utilizados, pela inadequação de sua aplicação. Diante dessa realidade, entendemos cabíveis as observações de A. G. Thomaz, em seu ótimo trabalho Princípios da Compras Governamentais, que estabelece: As vantagens que surgem da precisão e exatidão das especificações contidas nas concorrências para fornecedores, são múltiplas. Uma especificação completa e precisa realça grandemente a reputação comercial da Instituição, pelo conhecimento exato de suas necessidades. Informa aos fornecedores que os subterfúgios no decorrer de um compromisso de compra não fazem parte da política do setor de compras uma certeza que naturalmente estimula a concorrência entre fornecedores mais desejáveis e garante os menores preços. Evita o desperdício de tempo dos comerciantes, motivo importante a ser considerado, pois descrições incompletas geralmente exigem que um comerciante perca grande parte de seu tempo, ou conte com o seu conhecimento pessoal das exigências ou, então, dê os seus preços sem o conhecimento suficiente. Evita o desperdício de tempo do comprador em responder aos questionamentos dos possíveis fornecedores e evita, outrossim, o desperdício de tempo daqueles que devem receber e utilizar o produto adquirido, pois, pelo contrário, os fornecedores irão procurá-lo para obter maiores informações. Por tais razões, a especificação precisa evitar atritos entre os fornecedores e aqueles que devem receber e utilizar os artigos comprados. A falta de uma especificação precisa envolver, ainda, o perigo de que a informação dada verbalmente poderá ser compreendida de diversas formas, por vários fornecedores. Assim, podemos dizer que a identificação é o primeiro e mais importante passo para classificação de material, e consiste na análise e registro dos principais dados individualizados que caracterizam e particularizam um item em relação ao universo de outros materiais existentes na organização. Ela busca, portanto, estabelecer a identidade do material através da especificação das principais características do item. Todavia, para especificar é necessário dispor de determinados dados que descrevam o material, de modo a identificá-lo perfeitamente. É nessa pesquisa e no registro dos elementos descritivos do material que se resume o trabalho de especificação. A identificação se dá a partir da sua Descrição Completa. Proibida a Reprodução e Comercialização 13

14 Especificação do item É o conjunto de dados descritivos de um item de material que obedece a alguns parâmetros ou padrões de descrição. Geralmente é composta por três conjuntos de dados: Descrição Resumida (Nome Básico + Nome Modificador) Características Físicas Identificação Auxiliar a) Nome Básico É a denominação mais elementar de um material, constituindo-se no passo inicial para identificação de um item de material, como por exemplo: cadeira, lâmpada, etc. O Nome Básico deve individualizar o material e, para tanto, existem regras que definem a apresentação deste nome. A utilização da estrutura de Nome Básico permite a consolidação de informações de aquisições a partir da descrição mais elementar do item, importante na geração de relatórios gerenciais para a tomada de decisões. Cuidados na formação de Nome Básico: 1. Não usar palavras no plural como: Tubos Cadernos Barras Mesas 2. Não usar palavras genéricas: Conexão (Nome Básico: joelho, tê, luva, etc). Abrasivo (Nome Básico: lixa, rebolo, etc). 3. Não usar gírias ou regionalismos: Jerico (Nome Básico: trator) Rolimã (Nome Básico: rolamento) Jabá (Nome Básico: charque) 4. Não usar marcas de produtos: Bombril (Nome Básico: esponja de aço) Limpol (Nome Básico: detergente) Fórmica (Nome Básico: laminado decorativo) 5. Não usar palavras estrangeiras: Drive (Nome Básico: unidade de disco) Pallet (Nome Básico: estrado) 6. Não usar palavras referentes à embalagem ou forma de apresentação: Tubo de cola (Nome Básico: cola) Caixa de grampo (Nome Básico: grampo) Lata de óleo (Nome Básico: óleo) Proibida a Reprodução e Comercialização 14

15 b) Nome Modificador Trata-se do complemento destinado a estabelecer a diferenciação entre itens de mesmo Nome Básico. Para sua determinação não existe regra fixa, podendo ser estabelecido em função de: Composição do material (tubo, aço galvanizado) Aplicação do material (caderno, brochura) Tipo do material (barra, chata) Formato do material (ARRUELA CÔNCAVA) c) Características Físicas Trata-se das informações detalhadas referentes às propriedades físicas, químicas ou de funcionamento dos materiais. Nelas são informadas: Peso Dimensão Voltagem Volume Densidade Cor Resistência Composição Capacidade Outros Observa-se que se trata de um importante conjunto de informações para perfeita definição e caracterização do material. d) Descrição Complementar São as informações destinadas a complementar e esclarecer a descrição de um material. Aparece como função opcional, exceto a unidade de medida: unidade de medida (quilo kg, peça, etc.); tipo de embalagem (lata, fardo, etc.); forma de acondicionamento (caixa com 12 latas, etc); forma de apresentação do material (bloco, tubo, etc.); aplicação. e) Descrição Completa É a nomenclatura padrão de cada item de material, também chamado de Nome de Material, formada pela Descrição Resumida (Nome Básico + Nome Modificador), Características Físicas e Descrição Complementar. A regra define que o Nome Padronizado deverá sempre se apresentar em letras maiúsculas (Nome Básico) e minúsculas (Nome Modificador, Características Físicas e Descrição Complementar), o que permite uma melhor visualização e facilita a busca (sistemas informatizados) e a ordenação alfabética dos materiais. Proibida a Reprodução e Comercialização 15

16 Nome Básico Características Físicas e Descrição Complementar + = Descrição Completa Logo: Tubo de Aço Galvanizado = TUBO, Aço galvanizado; Caderno de Brochura = Caderno, Brochura Codificação A codificação de um material tem por finalidade identificar com facilidade um material, em meio a tantos outros, sem a necessidade de análise de suas características descritivas. Como já dissemos, codificar é representar esses dados descritivos através de um código, o que garantirá maior agilidade e segurança no processamento de informações e na movimentação de material Federal Supply Classification É o sistema criado e desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos com o objetivo de estabelecer e manter um sistema uniforme de identificação, codificação e catalogação para todos os materiais movimentados pelos órgãos componentes da sua estrutura. A Administração Pública Estadual adota o Federal Supply Classification como referência básica para o seu padrão de classificação de material Catalogação Ao final da codificação, é recomendável a criação de um Catálogo de Material que reúna todos os dados de identificação, codificação, unidade de fornecimento e demais informações necessárias e específicas da instituição. Seu principal objetivo é a divulgação uniformização da linguagem e da padronização das descrições. De ordinário, os catálogos são organizados a partir dos seguintes dados: Código de material Descrição de material Unidade de fornecimento Proibida a Reprodução e Comercialização 16

17 2.5. Conceitos de padronização A especificação sempre nos conduz à Padronização, que pode ser definida como: Forma de normalização que consiste na redução do número e tipo de materiais que possuem as mesmas características de aplicação e funcionamento, a partir da relação custo-benefício, ao número que seja adequado para o atendimento as necessidades da organização; Ou, segundo a ABNT: É a classe de norma técnica que constitui um conjunto metódico e precioso de condições a serem satisfeitas, com o objetivo de uniformizar formatos, dimensões, pesos ou outras de elementos de construção, materiais, aparelhos, objetos, produtos industriais acabados, ou ainda, de desenhos e projetos. De forma teórica e didática, podemos estabelecer dois tipos de padronização: Padronização Simplificada: Trata de transformar em padrão a descrição de um produto ou equipamento no âmbito do órgão, de forma que todas as unidades usuárias utilizem uma mesma linguagem; Padronização Especial: Trata da identificação e seleção de um produto ou equipamento, cujas vantagens de economicidade, aplicação, desempenho, manutenção e assistência técnica tragam benefícios para a administração pública (art. 31, inc. I, Lei Estadual nº 9.433/05). Esses pré-requisitos, atendidos e devidamente justificados, permitirão que se opte por marcas e modelos de um determinado fabricante quando da realização de processo seletivo para escolha do fornecedor de determinado material. Ex. veículos, equipamentos e produtos médico-hospitalares, etc Vantagens Simplificação na descrição dos materiais; Diminuição do número dos itens, quantidades e custos de estoque; Diminuição do trabalho de compras; Obtenção de maior qualidade e uniformidade. Ampliação do histórico de aquisições Proibida a Reprodução e Comercialização 17

18 Administração de Material Capítulo 3 Proibida a Reprodução e Comercialização 18

19 3. Introdução Com o advento da globalização, as empresas privadas tiveram que se reinventar, isto é, buscaram se organizar de fora para dentro e não como sempre fizeram, condicionando os clientes a aceitarem os seus produtos, custos e inabilidade produtiva (baixa qualidade). Com a abertura dos mercados e a evolução dos processos de comunicação, aliados à aplicação de recursos da tecnologia da informação na produção, surge um modelo acirrado de competição entre as empresas e o fortalecimento e supervalorização da figura do cliente que, se antes sempre tinha razão, agora, é considerado um rei, pois determina a sobrevivência e ou morte de uma empresa. Essa nova visão de cliente vem sendo absorvida pelo setor público. Nessa linha de pensamento, procuraremos demonstrar que a sobrevivência e o sucesso da administração pública de materiais só se dará, se começar e terminar no cliente. Temos que inverter o processo, isto é, averiguar, primeiramente, as necessidades do cliente e, depois de trabalhá-lhas adequá-las às determinações legais, com base em um processo racional e otimizado. Isto só será factível se buscarmos municiar nossos clientes com todos os meios e informações que irão orientar os processos de compras e de administração dos almoxarifados, sempre considerando os seus anseios e desejos, tal como acontece na iniciativa privada Administração de material voltada para o cliente Como os clientes fazem as suas escolhas? O mais importante é lembrar que os clientes decidem comprar produtos baseados em sua própria visão do mundo suas percepções da realidade. Poucos clientes compram sem pensar. Ao contrário, trazem suas percepções do mundo ao processo de decisão que os leva a decidirem por um produto ou serviço, dentre tantos produtos e serviços. Eis a nossa responsabilidade: orientá-los e ajudá-los em suas observações e decisões sobre que produto adquirir. A estruturação do sistema de material de uma organização deve ter início e fim no usuário ou cliente interno. Logo, qualquer planejamento que vise estabelecer uma política de material não poderá desconsiderar nunca a qualidade das informações que deverão ser disponibilizadas para aquele usuário. Proibida a Reprodução e Comercialização 19

20 Por esse motivo, as orientações contidas neste capítulo buscam, de forma clara e simples, esclarecer as dúvidas e questionamentos mais comuns entre os usuários de um órgão/entidade, desde o passo inicial que é a elaboração de uma solicitação de material. As respostas e esclarecimentos não possuem força de regra, já que cada órgão pode possuir especificidades no desenvolvimento das atividades de administração de materiais. Então, buscamos demonstrar um modelo simples, aplicável ao processamento manual ou mecanizado A tarefa de solicitar material Entendemos que para alcançarmos os resultados desejados, faz-se necessário, primeiramente, organizarmos o início do processo, cuja execução está a cargo do usuário/cliente, e que é a elaboração de uma solicitação de material. O que solicitar? Quanto solicitar? Para quem solicitar?? Como solicitar? Quando solicitar? 3.3. O que solicitar? No tocante a material, a tarefa de definir o que se quer, apesar de parecer fácil, pode tornar-se bastante complexa. Basta ver que comumente nos dirigimos a um supermercado com a intenção de adquirir um determinado produto. Entretanto, dificilmente de lá saímos com exatamente aquilo, ou só aquilo, que tínhamos em mente adquirir. Assim, quando o usuário definir a necessidade de comprar algum material, seja de consumo ou permanente, deverá ele possuir certas orientações sobre alguns aspectos que se mostram bastantes importantes e que influenciarão diretamente a qualidade da aquisição. Proibida a Reprodução e Comercialização 20

21 Identificação do material Geralmente, quando o usuário necessita de um determinado material, sabe apenas o seu nome genérico: lápis preto, caneta marca x, cartucho para impressora marca X, etc. Considerando que a maioria dos usuários não detém conhecimentos técnicos suficientes para uma completa especificação de material, o Sistema Integrado de Material, Patrimônio e Serviços SIMPAS, instituído através do Decreto Estadual nº de , disponibiliza, o módulo Catálogo que reúne os materiais de uso nas unidades organizacionais. Nele consta um universo de descrição de materiais para atender as necessidades do usuário, bastando a este, após localizar o material lhe interessa, transcrevê-lo do catálogo para o documento de solicitação de material, assunto esse que será amplamente abordado quando tratamos do tema Como solicitar. Ressaltamos que um catálogo é uma estrutura em constante atualização, podendo ocorrer que o usuário necessite de um item que não conste nele. Daí surge à necessidade de especificar esse material detalhadamente, o que requer do usuário o conhecimento e a observância de dois importantes aspectos: a) Aspecto legal - Trata-se do cumprimento da legislação vigente que regula todas as compras das instituições públicas municipais, estaduais e federais. Daí, destacam-se duas importantes citações da lei no tocante a descrição de material e que o usuário não poderá desprezar. Nenhuma compra será efetuada sem a adequada caracterização de seu objeto.... (Art. 30 Lei Estadual 9.433/05) Nas compras deverão constar as especificações completas dos bens adquiridos, sem indicação de marcas... (Art. 31, parágrafo 6º Lei Estadual 9.433/05) Assim, devemos deixar claro ao usuário a necessidade de se descrever o material o mais detalhadamente possível, já que é vedada a indicação da marca do produto como forma de limitar o universo de fornecedores que possam atender a demanda da organização. Para tanto, sugerimos que a escolha do material de interesse se apóie em informações, tendo como fontes de informações catálogos técnicos e contatos com fabricantes, profissionais especialistas, fornecedores e compradores para que a descrição do produto solicitado facilite, pela sua clareza, o processo, gerando assim mais economia de recursos, tempo e trabalho. Proibida a Reprodução e Comercialização 21

22 b) Aspecto técnico Trata-se de observar que a descrição de um produto, sob a ótica da administração de material, atende a certas técnicas de identificação. Como não podemos exigir que o cliente entenda de especificação de material, caberá à organização criar uma estrutura de informações que esclareça ao cliente, da forma mais simplificada possível, tema esse já tratado no Capítulo 2, devendo o usuário fornecer: Nome Básico (a apresentação mais simples do material: cadeira, lápis, mesa, etc); Nome Modificador (aquela que muda um nome básico: mesa escritório, lápis cera, etc); Características Físicas (peso, dimensões, potência, composição, formato, etc); Dados Complementares (acondicionamento, embalagem, norma técnica, etc.). Lembre-se: quanto mais detalhada for a descrição do material pelo cliente, mais preciso e eficiente será o processo de aquisição, o que garantirá maior satisfação ao cliente Quanto solicitar? Deverá o usuário estabelecer uma previsão de consumo coerente com as suas necessidades, de forma que não haja falta ou excesso de itens em estoque, provocando interrupção de atividades ou imobilização financeira, respectivamente. Cabe ao usuário definir a: Quantidade solicitada ao almoxarifado Para os materiais mantidos em estoque a quantidade solicitada deverá prever um consumo mensal, não havendo necessidade de formar estoque no próprio setor de trabalho (dentro de armários, gavetas e etc.) uma vez que o almoxarifado estará à disposição a qualquer momento, com a vantagem de possuir local adequado para armazenagem e pessoal qualificado para a sua movimentação Além disso, possuirá, também, um controle seguro e eficiente que garantirá o abastecimento contínuo a todas as unidades consumidoras. Assim, as quantidades de materiais estocáveis a serem solicitadas deverão estar baseadas num consumo realista, sem adição da chamada reserva de desconfiança. É fundamental o estabelecimento de parceria entre o usuário final e o responsável pelo almoxarifado, baseado no profissionalismo e confiança recíproca. Proibida a Reprodução e Comercialização 22

Definir os procedimentos para gestão dos bens e materiais do TJAC.

Definir os procedimentos para gestão dos bens e materiais do TJAC. Código: MAP-DILOG-004 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Bens e Materiais Aprovado por: Diretoria de Logística 1 OBJETIVO Definir os procedimentos para gestão dos bens e

Leia mais

PROJETO GESTÃO DE ESTOQUES. Frente Almoxarifado

PROJETO GESTÃO DE ESTOQUES. Frente Almoxarifado PROJETO GESTÃO DE ESTOQUES Frente Almoxarifado Belo Horizonte, setembro de 2011 Agenda Projeto Gestão de Estoques Cartilhas Agendamento de Recebimentos e de Expedições Recebimento Armazenagem Carregamento

Leia mais

Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM. Uma abordagem multidisciplinar. Prof. Fernando Dal Zot

Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM. Uma abordagem multidisciplinar. Prof. Fernando Dal Zot Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM Uma abordagem multidisciplinar Prof. Fernando Dal Zot 1 Visão geral das atividades do Almoxarifado / Depósito / Armazém Início RECEBER

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 019/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 019/2014 Salvador, Bahia Sexta-Feira 21 de novembro de 2014 Ano XCIX N o 21.577 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 019/2014 Orienta os órgãos e entidades da Administração Pública do Poder Executivo Estadual, sobre a realização

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 Versão: 01 Data de aprovação: 7 de outubro de 2014. Ato de aprovação: Resolução n.º 112 /2014 Unidade

Leia mais

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES. Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES. Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC DEFINIÇÕES GERENCIAR Ato ou efeito de manter a integridade física e funcional para algo proposta

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 7 Prof. Rafael Roesler

NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 7 Prof. Rafael Roesler NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 7 Prof. Rafael Roesler Sumário Introdução O Almoxarifado conceito Organização do Almoxarifado: Recebimento Armazenagem

Leia mais

Tem por objetivo garantir a existência contínua de um estoque organizado, de modo a não faltar nenhum dos itens necessários à produção.

Tem por objetivo garantir a existência contínua de um estoque organizado, de modo a não faltar nenhum dos itens necessários à produção. Resumo aula 3 Introdução à gestão de materiais A gestão de materiais é um conjunto de ações destinadas a suprir a unidade com materiais necessários ao desenvolvimento das suas atribuições. Abrange: previsão

Leia mais

CURSO Elaboração de Especificações de Itens para o Catálogo de bens, materiais e serviços.

CURSO Elaboração de Especificações de Itens para o Catálogo de bens, materiais e serviços. CURSO Elaboração de Especificações de Itens para o Catálogo de bens, materiais e serviços. FRANCISCO JOSÉ COELHO BEZERRA Gestor de Registro de Preços Fortaleza 26 a 28/11/2014 SORAYA QUIXADÁ BEZERRA Gestora

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Prof. Jean Cavaleiro Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Introdução Vamos abordar aqui meios de armazenagem para melhor aproveitar o Pé direito, equipamentos que facilite movimentação em armazenagem

Leia mais

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO 1/5 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pelo Município; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e prazo

Leia mais

E&L ERP Almoxarifado

E&L ERP Almoxarifado Apresentação 1 PostgreSQL 8.2/ 8.3 Domingos Martins ES v. 1.0 2 Introdução: Prevendo todas as rotinas necessárias ao bom funcionamento da administração de materiais, o produz automaticamente as médias

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 Estabelece normas e procedimentos para aquisição de serviços e recebimento, controle, guarda e distribuição de materiais permanentes e de consumo no âmbito do Poder Legislativo

Leia mais

Não há documentação de referência para o processo.

Não há documentação de referência para o processo. Código: MAN-SADM-004 Versão: 00 Data de Aprovação: 24/05/2010 Elaborado por: Coordenadoria de Serviços Gerais Aprovado por: Secretaria Administrativa 1 Objetivo Estabelecer os critérios e os procedimentos

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº 019 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2006

INSTRUÇÃO Nº 019 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2006 INSTRUÇÃO Nº 019 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2006 Orienta os órgãos da Administração Direta do Poder Executivo Estadual sobre os procedimentos a serem aplicados no controle patrimonial de bens móveis, em conformidade

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

1/5 NORMA INTERNA Nº: DATA DA VIGÊNCIA: 26/2010 ASSUNTO: SISTEMA OPERACIONAL DO ALMOXARIFADO CENTRAL

1/5 NORMA INTERNA Nº: DATA DA VIGÊNCIA: 26/2010 ASSUNTO: SISTEMA OPERACIONAL DO ALMOXARIFADO CENTRAL 1/5 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pelo Município; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e prazo

Leia mais

DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00

DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00 /27 R- RECEBIMENTO, ARMAZENAMENTO, EXPEDIÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE ESTOQUE NAS DOCUMENTO NORMATIVO I MAR/27 Í N D I C E 1 OBJETIVO...1 2 DISPOSIÇÕES GERAIS...1 2.1 APLICAÇÃO...1 2.2 RESPONSABILIDADE...1

Leia mais

Atualizado em 25/07/07

Atualizado em 25/07/07 Atualizado em 25/07/07 1 GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Jaques Wagner SECRETÁRIA DA ADMINISTRAÇÃO Manoel Vitório da Silva Filho SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS Paulo de Souza Nunes Filho Realização

Leia mais

GEBD aula 2 COMPRAS. Profª. Esp. Karen de Almeida

GEBD aula 2 COMPRAS. Profª. Esp. Karen de Almeida GEBD aula 2 COMPRAS Profª. Esp. Karen de Almeida Atividades típicas da Seção de Compras: a) Pesquisa; b) Aquisição; c) Administração; d) Diversos. Atividades típicas da Seção de Compras: a) Pesquisa: Estudo

Leia mais

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR.

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Barbara Monfroi (Unioeste) bmonfroi@gmail.com Késsia Cruz (Unioeste) kessia.cruz@hotmail.com

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PLANO DE DISCIPLINA DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Catálogo Geral de Materiais e Serviços. Perguntas mais freqüentes. Página 1 de 18

Catálogo Geral de Materiais e Serviços. Perguntas mais freqüentes. Página 1 de 18 Catálogo Geral de Materiais e Serviços Perguntas mais freqüentes 2006 Página 1 de 18 Bahia, Secretaria da Administração Catálogo Geral de Materiais e Serviços: perguntas mais freqüentes Salvador: SAB /

Leia mais

Manual de Compras. Hospital Estadual da Criança

Manual de Compras. Hospital Estadual da Criança Manual de Compras Hospital Estadual da Criança 2015 1 1- OBJETIVO Definir diretrizes e procedimentos para as compras de materiais e contratação de serviços, visando: A) Diminuição de custos; B) Racionalização

Leia mais

Título: Controle de Estoque (componente de especificação)

Título: Controle de Estoque (componente de especificação) Título: Controle de Estoque (componente de especificação) Palavras-chave: estoque, inventário, controle Autoria e data: Marcelo Pessôa 02 de junho de 2014 Versão: 1.0 Tecnologia: Independe de tecnologia

Leia mais

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte.

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. GERENCIAMENTO DO TRANSPORTE Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. Trade-off CUSTO x NÍVEL DE SERVIÇO FORMAÇÃO DO PREÇO FINAL Para elaboração de uma estratégia

Leia mais

A respeito da administração de recursos materiais, julgue os itens que se seguem.

A respeito da administração de recursos materiais, julgue os itens que se seguem. ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Prof. Vinicius Motta A respeito da administração de recursos materiais, julgue os itens que se seguem. 1 - ( CESPE / ANS / 2013 / TÉCNICO ADMINISTRATIVO ) Nos dias atuais,

Leia mais

PDF created with pdffactory trial version www.pdffactory.com PORTARIA Nº 176/2007/GBSES

PDF created with pdffactory trial version www.pdffactory.com PORTARIA Nº 176/2007/GBSES PORTARIA Nº 76/007/GBSES O SECRETÁRIO DE ESTADO DE SAÚDE, no uso das atribuições legais, e Considerando a Portaria nº 80 de 08 de outubro de 998, da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO MODULO ALMOXARIFADO SUAP

MANUAL DO USUÁRIO MODULO ALMOXARIFADO SUAP MANUAL DO USUÁRIO MODULO ALMOXARIFADO SUAP Pouso Alegre MG 2013 SUMÁRIO 1. Introdução.... 6 2. Efetuar Entrada de Material.... 8 2.1. Entrada de Material por Compra.... 8 2.1.1. Cadastro de Empenho...

Leia mais

G E S T Ã O D E C O M P R A S P O R R E G I S T R O D E P R E Ç O S. VALDIR AUGUSTO DA SILVA Gestão Estratégica de Compras Portal de Compras

G E S T Ã O D E C O M P R A S P O R R E G I S T R O D E P R E Ç O S. VALDIR AUGUSTO DA SILVA Gestão Estratégica de Compras Portal de Compras G E S T Ã O D E C O M P R A S P O R R E G I S T R O D E P R E Ç O S VALDIR AUGUSTO DA SILVA Gestão Estratégica de Compras Portal de Compras SUMÁRIO O Sistema de Registro de Preços do Governo do Estado

Leia mais

UNIVERSIDADE GAMA FILHO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO NO SETOR PÚBLICO ELINE COÊLHO DA ROCHA

UNIVERSIDADE GAMA FILHO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO NO SETOR PÚBLICO ELINE COÊLHO DA ROCHA UNIVERSIDADE GAMA FILHO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO NO SETOR PÚBLICO ELINE COÊLHO DA ROCHA ORGANIZAÇÃO DO ALMOXARIFADO NO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE RONDONÓPOLIS Estado de Mato Grosso

CÂMARA MUNICIPAL DE RONDONÓPOLIS Estado de Mato Grosso INSTRUÇÃO NORMATIVA SCL- Nº. 002/2013- Versão 02 Unidade Responsável: Secretaria Legislativa de Administração Unidade Executora: Setor de Material e Patrimônio Aprovação em: 24/01/13 Dispõe sobre os procedimentos

Leia mais

ESTADO DA BAHIA Prefeitura Municipal de Vera Cruz GABINETE DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE www.veracruz.ba.gov.br

ESTADO DA BAHIA Prefeitura Municipal de Vera Cruz GABINETE DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE www.veracruz.ba.gov.br PORTARIA N 014 /2015 A SECRETÁRIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE VERA CRUZ, por nomeação legal e no uso das atribuições que lhe são conferidas, CONSIDERANDO a necessidade premente do controle efetivo sobre o estoque

Leia mais

LOGISMATER QUEM SOMOS?

LOGISMATER QUEM SOMOS? CADASTRE E CONTROLE DE FORMA PADRONIZADA LOGISMATER QUEM SOMOS? Empresa voltada para soluções práticas na Área de Materiais. Possui um quadro de colaboradores com larga experiência em alinhamento de processos

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Classificação ABC Previsão de estoque Custos

Leia mais

Controle da Qualidade do Almoxarifado 1/15

Controle da Qualidade do Almoxarifado 1/15 Controle da Qualidade do Almoxarifado 1/15 Indicadores de desempenho na Gestão de Materiais Estabelecimento de padrões: Para avaliar indicadores, é necessário ter padrões. Na fase de implantação pode haver

Leia mais

Projeto Final do Semestre. Construxepa

Projeto Final do Semestre. Construxepa Universidade de Brasília FACE Departamento de Administração Disciplina: Administração de Recursos Materiais Professor: Guillermo José Asper Projeto Final do Semestre Construxepa Turma: 19 Grupo: H Integrantes:

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

PORTARIA Nº 1145/1999. O Desembargador Lúcio Urbano, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de suas atribuições legais e,

PORTARIA Nº 1145/1999. O Desembargador Lúcio Urbano, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de suas atribuições legais e, Publicação: 22/09/99 PORTARIA Nº 1145/1999 Dispõe sobre aquisição, controles e formas de desfazimento de bens móveis permanentes no âmbito da Secretaria do Tribunal de Justiça e Comarcas do Estado de Minas

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MANUAL DE RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO DE REVESTIMENTOS CERÂMICOS Rev 02 1/5 1. Objetivo Este manual tem por objetivo orientar os usuários / clientes quanto aos itens a serem

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Quadrado duplo = Entidade Externa/Origem ou destino de Dados.

Quadrado duplo = Entidade Externa/Origem ou destino de Dados. DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS O Diagrama de Fluxo de Dados (DFD) é uma das principais ferramentas utilizadas no projeto de sistemas de informação. O DFD é um diagrama gráfico, baseado apenas em quatro símbolos,

Leia mais

ÍNDICE. Estruturação e Organização da Matéria Prima...

ÍNDICE. Estruturação e Organização da Matéria Prima... ÍNDICE Apuração de Custos Estruturação e Organização I - Custos de Produção Custos Diretos Estruturação para a Apuração de Custo Matérias Primas, Produtos Químicos... Estruturação e Organização da Matéria

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES Volume 5

GESTÃO DE ESTOQUES Volume 5 GESTÃO DE ESTOQUES Volume 5 INVENTÁRIO 1 GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Antonio Augusto Junho Anastasia Governador do Estado de Minas Gerais Renata Maria Paes de Vilhena Secretária de Estado de Planejamento

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM WMS WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ARMAZÉM/DEP M/DEPÓSITO WMS Software de gerenciamento de depósito que auxilia as empresas na busca de melhorias nos

Leia mais

4.1 ARMAZENAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DE BENS NO PJSC

4.1 ARMAZENAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DE BENS NO PJSC 9 4 GERENCIAMENTO DAS LICITAÇÕES NO PJSC Trazendo os conceitos bibliográficos ao contexto das licitações no âmbito do PJSC, pode-se afirmar que as licitações elaboradas têm características de centralização,

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE GARANTIA

POLÍTICA NACIONAL DE GARANTIA POLÍTICA NACIONAL DE GARANTIA 1 Conteúdo Introdução... 3 Objetivo... 3 Esclarecimentos... 3 O que é considerado garantia... 4 O que são considerados itens de manutenção... 4 O que são considerados materiais

Leia mais

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação s Possíveis Achados 1 As características da unidade de controle interno atendem aos preceitos normativos e jurisprudenciais? Ato que criou

Leia mais

RIO GRANDE DO SUL CONTROLE INTERNO

RIO GRANDE DO SUL CONTROLE INTERNO 1/17 1 - DOS OBJETIVOS a) Regulamentar procedimentos de controle da frota de veículos leves e pesados da Prefeitura, visando otimizar o uso dos mesmos e reduzir custos de manutenção. 2- DOS ASPECTOS CONCEITUAIS

Leia mais

Pontos consumo de vapor (economia linhas alta pressão) Almoxarifado Administração Unidade recreativa (gases de combustão) Caldeira

Pontos consumo de vapor (economia linhas alta pressão) Almoxarifado Administração Unidade recreativa (gases de combustão) Caldeira Interligação das Unidades O estudo do arranjo físico das edi cações de uma indústria gera a Planta de Locação, relacionando as várias unidades de produção entre si e vinculandoas demais unidades auxiliares,

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL - CTAE

Leia mais

(HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA)

(HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA) ANEXO I Solicitação de Autorização de Funcionamento de Empresas Distribuidoras de Produtos Farmacêuticos (HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA) A empresa interessada em desenvolver

Leia mais

Projeto de Armazéns. Ricardo A. Cassel. Projeto de Armazéns

Projeto de Armazéns. Ricardo A. Cassel. Projeto de Armazéns Ricardo A. Cassel FRANCIS, R.; McGINNIS, L.; WHITE, J. Facility Layout and Location: an analytical approach. New Jersey: Prentice Hall, 2ed., 1992. BANZATTO, E.; FONSECA, L.R.P.. São Paulo: IMAN, 2008

Leia mais

MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS

MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS Bem-vindo(a) ao primeiro módulo do curso! A partir de agora você conhecerá as principais características do sistema HÓRUS. Para iniciar, você saberia dizer por que este sistema

Leia mais

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes INVENTÁRIO ANUAL Exercício 2011 Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes Elaboração: Fernando de Souza Guimarães : 3409-4674 / 3409-4675 : dimat@dsg.ufmg.br Belo Horizonte, 2011 SUMÁRIO

Leia mais

Departamento de Água e Esgoto Sanitário de Juína

Departamento de Água e Esgoto Sanitário de Juína CNPJ 04.709.778/000-25 SCI - 007/203 3/05/203 /8 ) DOS OBJETIVOS:.) Disciplinar e normatizar os procedimentos do Setor de Patrimônio;.2) Regulamentar o fluxo operacional de movimentação patrimonial móveis

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PROVIMENTO Nº 001 /98 Estabelece normas e procedimentos para o controle dos bens patrimoniais existentes na Universidade. O CONSELHO DE CURADORES, no uso de sua competência, atribuída através do artigo

Leia mais

Manual do. Almoxarifado

Manual do. Almoxarifado Manual do Almoxarifado Parnaíba 2013 APRESENTAÇÃO O Almoxarifado é o local destinado à guarda, localização, segurança e preservação do material adquirido, adequado à sua natureza, a fim de suprir as necessidades

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PROGRAMA SELO DE QUALIDADE ABGD. 1. Histórico de mudanças... 2. 2. Escopo... 3. 3. Manutenção...

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PROGRAMA SELO DE QUALIDADE ABGD. 1. Histórico de mudanças... 2. 2. Escopo... 3. 3. Manutenção... Página 1 de 8 SUMÁRIO 1. Histórico de mudanças... 2 2. Escopo... 3 3. Manutenção... 3 4. Referências... 3 5. Definições... 3 6. Qualificação da equipe de auditores... 3 7. Condições gerais... 3 7.1 Selo

Leia mais

Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos

Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos Manual Elaborado por PEDRO PAULO TRIGO VALERY Considerações Gerais Estocar e administrar um almoxarifado de medicamentos não é como estocar alimentos apesar

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

Prof. Gustavo Boudoux

Prof. Gustavo Boudoux ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Recursos à disposição das Empresas Recursos Materiais Patrimoniais Capital Humanos Tecnológicos Martins, (2005.p.4) O que é Administração de Materiais?

Leia mais

Apresentação PostgreSQL 8.2/ 8.3 Domingos Martins ES

Apresentação PostgreSQL 8.2/ 8.3 Domingos Martins ES Apresentação 1 PostgreSQL 8.2/ 8.3 Domingos Martins ES v. 1.0 2 Introdução ão: Com a necessidade de manter os bens o maior tempo possível em uso, torna-se importante um acompanhamento eficiente de sua

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL

LOGÍSTICA EMPRESARIAL LOGÍSTICA EMPRESARIAL FORNECEDORES Erros de compras são dispendiosos Canais de distribuição * Compra direta - Vendedores em tempo integral - Representantes dos fabricantes Compras em distribuidores Localização

Leia mais

Armazenagem e Movimentação de Materiais II

Armazenagem e Movimentação de Materiais II Tendências da armazenagem de materiais Embalagem: classificação, arranjos de embalagens em paletes, formação de carga paletizada, contêineres Controle e operação do armazém Equipamentos de movimentação

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Recursos Humanos Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos 1.

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM ARMAZENAGEM

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM ARMAZENAGEM DISTRIBUIÇÃO E DEFINIÇÃO DE Gerenciar eficazmente o espaço tridimensional de um local adequado e seguro, colocado à disposição para a guarda de mercadorias que serão movimentadas rápida e facilmente, com

Leia mais

LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO E DISTRIBUIÇÃO - ESTUDO DE CASO PROF.ROBSON SELEME CASO 5: MARMITOU

LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO E DISTRIBUIÇÃO - ESTUDO DE CASO PROF.ROBSON SELEME CASO 5: MARMITOU CASO 5: MARMITOU A Marmitou fabrica e distribui uma gama de produtos de condimento: molhos de tomate, mostarda, condimentos, pimenta, maionese etc. Esses produtos são direcionados a clientes variando de

Leia mais

Câmara Municipal dos Barreiros

Câmara Municipal dos Barreiros Barreiros, 30 de Abril de 2010 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO Ofício nº 006/2010 SCI EXMO. SR. JOSÉ GERALDO DE SOUZA LEÃO M.D. Presidente da Câmara de Vereadores dos Barreiros NESTA O Coordenador do Sistema

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo: Administração de Materiais Profª Neuza Aula Anterior: Cadastramento de Materiais CADASTRAMENTO DE MATERIAIS O QUE É??? O CADASTRAMENTO DE MATERIAIS

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*)

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*) INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*) Disciplina no âmbito do IFPR as Orientações acerca da Execução Orçamentária e Financeira, relativas à Concessão de Suprimentos

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS

GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS ABORDAGEM Conceitos relacionados ao tema; Legislação aplicável à execução; Modelo de gestão e processo adotado pela Fundep. O que é o SICONV? CONCEITOS

Leia mais

Apresentação PostgreSQL 8.2/ 8.3 Domingos Martins ES

Apresentação PostgreSQL 8.2/ 8.3 Domingos Martins ES Apresentação 1 PostgreSQL 8.2/ 8.3 Domingos Martins ES v. 1.0 2 Introdução: O foi desenvolvido com o objetivo de simplificar e agilizar o processo de aquisição de materiais e serviços, atendendo as exigências

Leia mais

Instrução Normativa n.º 001/2008-1/SCI

Instrução Normativa n.º 001/2008-1/SCI [ Página n.º 1 ] DISPÕE SOBRE OS PADRÕES, RESPONSABILIDADES E PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO, EMISSÃO, ALTERAÇÃO, ATUALIZAÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DE INSTRUÇÕES NORMATIVAS A RESPEITO DAS ROTINAS

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

CENAIC Centro Nacional Integrado de Cursos 5 ª Prova de Avaliação de Logística Teórica Alternativa Dissertativa

CENAIC Centro Nacional Integrado de Cursos 5 ª Prova de Avaliação de Logística Teórica Alternativa Dissertativa Nome: Data: / /. Dia da Semana: Horário de Aula das : ás :. Nome do Professor: Carlos Roberto Mettitier Esta avaliação teórica tem o peso de 10 pontos. Instruções para realização da avaliação: 1. A avaliação

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Página 1 de 10 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes básicas pertinentes a Guarda de Documentos de Terceiros. 2. APLICAÇÃO Este procedimento aplica-se aos processos da guarda de documentos de terceiros,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares REGIMENTO INTERNO DA UNIFEI CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º. A Auditoria Interna da Universidade Federal de Itajubá é um órgão técnico de assessoramento da gestão, vinculada ao Conselho de

Leia mais

Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade III 3 CUSTOS DOS ESTOQUES A formação de estoques é essencial para atender à demanda; como não temos como prever com precisão a necessidade, a formação

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ALMOXARIFADO 1 SOLICITAÇÃO DE INCLUSÃO DE NOVOS ITENS NO CADASTRO DE MATERIAIS NO SISERGE

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ALMOXARIFADO 1 SOLICITAÇÃO DE INCLUSÃO DE NOVOS ITENS NO CADASTRO DE MATERIAIS NO SISERGE UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI - UFSJ INSTITUÍDA PELA LEI N O 10.425, DE 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO - PROAD DIVISÃO DE MATERIAS E PATRIMÔNIO DIMAP MANUAL DE

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos (SP) Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de Auxiliar

Leia mais

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação;

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação; 2. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Área da Administração responsável pela coordenação dos esforços gerenciais relativos às seguintes decisões: Administração e controle de estoques; Gestão de compras; Seleção

Leia mais

Resolução CC-52, de 23-6-2004

Resolução CC-52, de 23-6-2004 Resolução CC-52, de 23-6-2004 ANEXO I Institui a Política e o Plano Estratégico de Uso de Software na Administração Pública Estadual O Secretário-Chefe da Casa Civil, na qualidade de Presidente do Comitê

Leia mais

GUIA DE EMBALAGENS DE PEÇAS COMPRADAS

GUIA DE EMBALAGENS DE PEÇAS COMPRADAS GUIA DE EMBALAGENS DE PEÇAS COMPRADAS E PADRÃO DE ETIQUETAS 1ª Edição Julho, 2010 INDICE 1- INTRODUÇÃO... 03 2- RESPONSABILIDADES... 04 3- RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES... 05 4- PROCEDIMENTOS... 06 5- DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO TEMA: ELABORAÇÃO DE PROJETOS COM FOCO NA FAMÍLIA Março/2010 ELABORAÇÃO DE PROJETOS ELABOR-AÇÃO: palavra-latim-elabore preparar, formar,ordenar AÇÃO: atuação, ato PRO-JETOS: palavra-latim-projetus

Leia mais

OBJETIVO 2 APLICAÇÃO 3 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5 TERMINOLOGIA 6 DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE GESTÃO DE MUDANÇAS

OBJETIVO 2 APLICAÇÃO 3 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5 TERMINOLOGIA 6 DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE GESTÃO DE MUDANÇAS Impresso em 26/08/2015 10:31:18 (Sem título Aprovado ' Elaborado por Daniel Trindade/BRA/VERITAS em 01/11/2013 Verificado por Cintia Kikuchi em 04/11/2013 Aprovado por Americo Venturini/BRA/VERITAS em

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora à vencer as barreiras internacionais.

Leia mais

Brasileira (UNILAB).

Brasileira (UNILAB). RESOLUÇÃO N 029/2013, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2013. Aprova o Regimento da Unidade de Auditoria Interna da Brasileira (UNILAB). Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro- O VICE-REITOR, PRO

Leia mais

Prefeitura Municipal de Nova Ubiratã Gestão: 2009/2012

Prefeitura Municipal de Nova Ubiratã Gestão: 2009/2012 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 018 /2011/CSCI Versão: 01 Aprovação em: 17 de novembro de 2011 Ato de Aprovação: 018/2011 Unidades Responsáveis: Assessoria de Imprensa e Comunicação Social DISPÕE SOBRE PROCEDIMENTOS

Leia mais

TÍTULO: "COMUNICAÇÃO E CONTABILIDADE: A TECNOLOGIA NA ROTINA DO CONTADOR"

TÍTULO: COMUNICAÇÃO E CONTABILIDADE: A TECNOLOGIA NA ROTINA DO CONTADOR TÍTULO: "COMUNICAÇÃO E CONTABILIDADE: A TECNOLOGIA NA ROTINA DO CONTADOR" CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: CIÊNCIAS CONTÁBEIS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DE RIO PRETO

Leia mais

Regulamento Estágio Curricular Obrigatório

Regulamento Estágio Curricular Obrigatório Regulamento Estágio Curricular Obrigatório CST em Fabricação Mecânica CST em Gestão de Recursos Humanos CST em Mecatrônica Industrial 1 CAPÍTULO I DA JUSTIFICATIVA E FINALIDADES Art. 1º - O programa de

Leia mais

O Diretor Presidente do Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável - CIEDS, no uso de suas atribuições:

O Diretor Presidente do Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável - CIEDS, no uso de suas atribuições: PORTARIA Nº. 001/2009 O Diretor Presidente do Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável - CIEDS, no uso de suas atribuições: Considerando que o CENTRO INTEGRADO DE ESTUDOS

Leia mais

1. DA MODALIDADE DO PROGRAMA E DOS SEUS OBJETIVOS

1. DA MODALIDADE DO PROGRAMA E DOS SEUS OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DOS CURSOS DE DESENVOLVIMENTO DE SERVIDORES PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS 1. DA MODALIDADE DO PROGRAMA E DOS SEUS OBJETIVOS

Leia mais

SEMINÁRIO NACIONAL - A NOVA GESTÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO

SEMINÁRIO NACIONAL - A NOVA GESTÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO SEMINÁRIO NACIONAL - A NOVA GESTÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DIA 24 DE JULHO ADMINISTRAÇÃO ORÇAMENTÁRIA FINANCEIRA E CONTÁBIL DO PATRIMÔNIO PÚBLICO 1 - PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

MANUAL OPERACIONAL GESTÃO DE PATRIMÔNIO

MANUAL OPERACIONAL GESTÃO DE PATRIMÔNIO MANUAL OPERACIONAL GESTÃO DE PATRIMÔNIO ÍNDICE: CAPÍTULO 01 NORMA E PROCEDIMENTOS 1 - OBJETIVO 03 2 - VISÃO 03 3 - DISPOSIÇÕES GERAIS 03 4 - DEFINIÇÕES 03 5 - CLASSIFICAÇÃO 03 6 - PEDIDO DE MATERIAL PERMANENTE

Leia mais