DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00"

Transcrição

1 /27 R- RECEBIMENTO, ARMAZENAMENTO, EXPEDIÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE ESTOQUE NAS

2 DOCUMENTO NORMATIVO

3 I MAR/27 Í N D I C E 1 OBJETIVO DISPOSIÇÕES GERAIS APLICAÇÃO RESPONSABILIDADE SIGLAS E DEFINIÇÕES PROCEDIMENTOS MATERIAIS DEVOLVIDOS MANUSEIO E TRANSPORTE RECEBIMENTO ARMAZENAGEM EXPEDIÇÃO CONTROLE DE ESTOQUE DE MATERIAIS ÓRGÃO EMITENTE ÓRGÃO RESPONSÁVEL DISTRIBUIÇÃO...4 ANEXO A SOLICITAÇÃO DE MATERIAL DE ESTOQUE - SME...5 ANEXO B DEVOLUÇÃO DE MATERIAL DE CAMPO - DMC...6 ANEXO C APLICAÇÃO DIÁRIA DE MATERIAIS EM OBRA - ADMO...7

4 1/7 MAR/27 1 OBJETIVO Estabelecer regras e procedimentos para fixar a sistemática de manuseio, preservação, recebimento, armazenamento, identificação, localização, expedição, aplicação e processamento da movimentação de materiais de estoque de propriedade da COELCE por suas empreiteiras. 2 DISPOSIÇÕES GERAIS 2.1 Aplicação O presente documento é aplicável a todos os materiais de estoque comprados pela COELCE e entregues as suas empreiteiras para execução de suas obras. 2.2 Responsabilidade São de responsabilidade da Gerência de Suprimentos da COELCE, a elaboração, revisão, aprovação, manutenção e aplicação desse documento. 2.3 Siglas e Definições Siglas GOM: Gestão de Obras e Manutenção. SIE2: Sistema de Informação Econômica Definições Manuseio e Transporte Atividades relacionadas ao deslocamento de materiais entre os Centros Logísticos da COELCE e a armazenagem no almoxarifado da empreiteira, como também o seu transporte e manuseio por parte das equipes de construção da empreiteira Recebimento Atividades relacionadas ao recebimento de materiais de estoque do Operador Logístico da COELCE e pela devolução de materiais excedentes pelas equipes de construção Armazenamento Guarda adequada de materiais de estoque recebidos pelas empreiteiras contratadas pela COELCE para execução de suas obras em função de suas características operacionais e suscetibilidade à deterioração, recomendações dos fabricantes para evitarem-se perdas ou danos Identificação Atividade relacionada à identificação física dos materiais de estoque com base no cadastro do SIE2, com o objetivo de facilitar sua localização, correto manuseio e aplicabilidade às obras Localização Conjunto de atividades referentes à correta localização dos materiais dentro dos almoxarifados através de códigos de endereçamento com a finalidade de agilizar o despacho de materiais Expedição Conjunto de atividades relacionadas ao correto despacho de materiais de estoque pelas empreiteiras às suas equipes de construção Segurança Conjunto de aspectos externos e internos voltados à proteção dos materiais armazenados. O acesso às áreas de armazenagem deve ser restrito aos almoxarifes e suas equipes, não sendo permitido o trânsito de funcionários sem autorização.

5 2/7 MAR/ Controle de Estoque de Materiais Utilização do sistema de Gerenciamento de Obras e Manutenção GOM para controle do processamento da movimentação de materiais nas obras de construção entregues as empreiteiras e que estão divididas da seguinte forma: a) Aplicações de materiais: Registro no Sistema GOM das aplicações de materiais feitas nas obras e informadas através do documento a ser elaborado pela empreiteira. b) Devolução de materiais: Registro no Sistema GOM, das devoluções de materiais excedentes, geradas através da interface GOM/SIE2, após o encerramento das obras pelo setor de engenharia da COELCE. c) Transferências: Registro no Sistema GOM, das transferências de materiais entre obras de mesma empreiteira, realizadas pelo setor de engenharia da COELCE, possibilitando a continuidade de obras que por algum motivo esteja com o saldo de materiais insuficientes, minimizando a devolução de materiais excedentes Documentos Guia de Trânsito: documento autorizado pela SEFAZ para circulação de materiais. 3 PROCEDIMENTOS Para os materiais de propriedade da COELCE, armazenados nas empreiteiras para execução dos serviços, devem ser adotadas instruções segundo especificações firmadas nos contratos de prestação de serviço. 3.1 Materiais Devolvidos Os materiais devolvidos diariamente pelas equipes de campo devem ser recepcionados e armazenados segundo o seu estado: a) Devolução de Material Novo não utilizado na totalidade na execução do serviço deve ser retornado ao estoque e providenciado sua devolução ou transferência para outra obra de responsabilidade da mesma empreiteira. b) Devolução de Material Retirado da Rede deve ser identificado como salvado ou sucata, segregado e armazenado em área específica. 3.2 Manuseio e Transporte Todos os materiais da COELCE que estejam sob a responsabilidade da empreiteira devem ser manuseados e transportados de forma que estejam protegidos quanto à possibilidade de ocorrerem danos, perda e deterioração de quando da sua aplicação. a) De preferência, os materiais devem ser transportados em suas embalagens de origem e na falta destas, devem ser acondicionados de forma que se evite tombos, vibrações ou sejam danificados em sua estrutura física e/ou funcional. b) O manuseio de lâmpadas, luminárias, transformadores, concretos e demais equipamentos deve ser feito de forma a evitar quebra, choques, deteriorações e marcas, tanto em sua superfície quanto neles mesmos. c) Os ambientes de armazenamento devem estar compostos com equipamentos adequados que permitam um correto manuseio com qualidade. Tais como: Munck, trans-pallet, balanças, tesourão, maquina de medição de cabos e fios, etc

6 3/7 MAR/ Recebimento O encarregado pelo recebimento dos materiais deve conferir os quantitativos e as especificações dos materiais com base na Guia de Trânsito emitida pelo Operador Logístico. Caso haja não conformidades, deve ser solicitado o acerto necessário no momento do recebimento. 3.4 Armazenagem A estocagem dos materiais recebidos é realizada obedecendo aos critérios de identificação e localização, bem como as recomendações técnicas dos fabricantes Estocagem Para a estocagem dos materiais devem ser seguidas as prescrições a seguir: a) Os materiais devem ser armazenados de forma a evitar a obstrução de extintores, hidrantes e pontos de acionamento de equipamentos elétricos; b) Os materiais devem ser posicionados de forma a permitir fácil leitura dos dados de identificação e posterior manuseio; c) As áreas de circulação e corredores devem estar livres para permitir a movimentação de pessoas e equipamentos como empilhadeiras e trans-pallet; d) Os materiais devem ser armazenados respeitando a classe e/ou família de produtos, como também sua rotatividade; e) O empilhamento deve obedecer às especificações contidas nas embalagens dos fornecedores; f) Na falta da embalagem original, o almoxarife deve acondicionar da melhor forma possível garantindo com isso a integridade física e funcional dos materiais; g) Não se devem armazenar materiais e equipamentos diretamente em contato com o piso, sendo necessário utilizar estrado de madeira; h) No ato da armazenagem o material é locado em um dos endereços de localização préexistente, quando esta localização não existe o almoxarife cria um código de endereçamento novo e atualiza a planilha de localização; i) Tem que fazer parte da rotina do almoxarifado a limpeza das áreas de circulação e os locais reservados para estocagem de materiais; j) Todas as pessoas que trabalham nas áreas de armazenagem devem estar protegidas com equipamentos de proteção individual Identificação A codificação deve ser feita com base nas especificações extraídas da Guia de Trânsito que acompanha os materiais. Esta identificação deve ser afixada junto ao material no momento do armazenamento. A etiqueta de identificação deve conter os seguintes campos: código, descrição e unidade de fornecimento Localização Todos os materiais armazenados devem estar contemplados por um código de endereçamento que facilite a localização dos mesmos, sendo que estes códigos devem estar planilhados para facilitar consulta nos momentos de estocagem e despacho de materiais. O acesso às áreas de armazenagem deve ser restrito aos almoxarifes.

7 4/7 MAR/ Expedição A expedição se inicia com a emissão da requisição de material emitida pelo chefe de turma da empreiteira, utilizando o modelo do Anexo A. O documento de expedição deve ser assinado pelo responsável e arquivado no almoxarifado. 3.6 Controle de Estoque de Materiais A realização do processo de aplicação dos materiais, o acompanhamento das movimentações do Sistema GOM, bem como o saldo físico dos materiais em suas respectivas obras gerados pelo Sistema, são de responsabilidade do encarregado pelo almoxarifado da empreiteira. A devolução de materiais excedentes, salvados e sucatas, bem como a transferência de materiais entre obras deve ser de responsabilidade do setor de engenharia da COELCE no tocante as atividades relacionadas ao sistema GOM e SIE2 ficando na responsabilidade da empreiteira a devolução física nos almoxarifados da COELCE. 4 ÓRGÃO EMITENTE Departamento de Normas e Procedimentos 5 ÓRGÃO RESPONSÁVEL Departamento de Normas e Procedimentos 6 DISTRIBUIÇÃO Diretorias: Diretoria Técnica Diretoria Comercial Diretoria Administrativa Financeira e de Relações com Investidores Gerencias: Gerência de Suprimentos e Departamentos Gerência de Planejamento e de Engenharia de AT e MT e Departamentos Gerência de Distribuição Fortaleza e Metropolitana e Departamentos Gerência de Distribuição Norte e Departamentos Gerência de Distribuição Sul e Departamentos Gerência de Perdas e Departamentos Gerência de Operações Comerciais e Departamentos

8 5/7 MAR/27 Anexo A Solicitação de Material de Estoque - SME Logotipo da Empreiteira SOLICITAÇÃO DE MATERIAL DE ESTOQUE -SME SOLICITANTE: APLICAÇÃO: Estoque Descrição do Material Unidade Quantidade ASSINATURA DO RECEBEDOR: DESPACHADO POR:

9 6/7 MAR/27 Anexo B Devolução de Material de Campo - DMC Logotipo da Empreiteira DEVOLUÇÃO DE MATERIAL DE CAMPO - DMC DEVOLUTOR: ORIGEM: Estoque Descrição do Material Unid Novo Unidade Sucata ASSINATURA DO DEVOLUTOR: RECEBIDO POR:

10 7/7 MAR/27 Anexo C Aplicação Diária de Materiais em Obra - ADMO Logotipo da Empreiteira APLICAÇÃO DIÁRIA DE MATERIAIS EM OBRA - ADMO CHEFE DE TURMA: OBRA: TRABALHO: PDO: SUPERVISOR: Estoque Descrição do Material Unidade Quantidade ASSINATURA DO CHEFE DE TURMA: RESPONSÁVEL PELO PROCESSAMENTO:

Manual do. Almoxarifado

Manual do. Almoxarifado Manual do Almoxarifado Parnaíba 2013 APRESENTAÇÃO O Almoxarifado é o local destinado à guarda, localização, segurança e preservação do material adquirido, adequado à sua natureza, a fim de suprir as necessidades

Leia mais

OPERAÇÃO LOGÍSTICA GRV SCB NAKATA

OPERAÇÃO LOGÍSTICA GRV SCB NAKATA 1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística de recebimento, armazenagem e expedição do fornecedor DANA SCB e DANA NAKATA

Leia mais

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO 1/5 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pelo Município; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e prazo

Leia mais

Definir os procedimentos para gestão dos bens e materiais do TJAC.

Definir os procedimentos para gestão dos bens e materiais do TJAC. Código: MAP-DILOG-004 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Bens e Materiais Aprovado por: Diretoria de Logística 1 OBJETIVO Definir os procedimentos para gestão dos bens e

Leia mais

1/5 NORMA INTERNA Nº: DATA DA VIGÊNCIA: 26/2010 ASSUNTO: SISTEMA OPERACIONAL DO ALMOXARIFADO CENTRAL

1/5 NORMA INTERNA Nº: DATA DA VIGÊNCIA: 26/2010 ASSUNTO: SISTEMA OPERACIONAL DO ALMOXARIFADO CENTRAL 1/5 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pelo Município; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e prazo

Leia mais

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL CLIENTES DIVERSOS

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL CLIENTES DIVERSOS 1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística dos de recebimento, armazenagem e expedição. 2. REGRAS/CONSIDERAÇÕES GERAIS

Leia mais

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL PILKINGTON

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL PILKINGTON 1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão, para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística da Pilkington (OE-Operação Marcopolo) e Pilkington AGR de recebimento, armazenagem

Leia mais

DECISÃO TÉCNICA DT 120 R 00 DESTINAÇÃO DE MATERIAIS DESATIVADOS

DECISÃO TÉCNICA DT 120 R 00 DESTINAÇÃO DE MATERIAIS DESATIVADOS R DOCUMENTO NORMATIVO I INDICE 1 OBJETIVO... 1 2 DISPOSIÇÕES GERAIS... 1 3 PROCEDIMENTOS... 1 3.1 MATERIAIS EXCEDENTES DE OBRAS...1 3.2 MATERIAIS RETIRADOS DEVIDO A DEFEITOS...1 3.3 MATERIAIS DESATIVADOS

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS DE OBRAS (MMO)

PROCEDIMENTO OPERACIONAL MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS DE OBRAS (MMO) PO MAT 0 18/10/21 1. REFERÊNCIA/OBJETIVO ÁREA APLICÁVEL Controlar a logística de materiais de obras (físico e contábil), incluindo as requisições reservas de materiais (RM), aplicações mensais, devoluções

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 Versão: 01 Data de aprovação: 7 de outubro de 2014. Ato de aprovação: Resolução n.º 112 /2014 Unidade

Leia mais

Produto Químico produtos que contém substâncias químicas que pode causar danos à saúde do trabalhador

Produto Químico produtos que contém substâncias químicas que pode causar danos à saúde do trabalhador SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO - SGI (MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO) Procedimento SUPRIMENTO DE PRODUTOS, MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TERCEIROS PR 7.3 Revisão: 00 Página 1 de 2 Requisito

Leia mais

DECISÃO TÉCNICA DT-068/2006 R-02 TRANSPORTE DE POSTE E DE RESÍDUOS DE CONCRETO

DECISÃO TÉCNICA DT-068/2006 R-02 TRANSPORTE DE POSTE E DE RESÍDUOS DE CONCRETO DECISÃO TÉCNICA DT-068/2006 R-02 TRANSPORTE DE POSTE E DE RESÍDUOS DE CONCRETO DOCUMENTO NORMATIVO DECISÃO TÉCNICA TRANSPORTE DE POSTES E DE RESÌDUOS DE CONCRETO Código Página Revisão Emissão DT-068 I

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005/2011, de 19 de setembro de 2011.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005/2011, de 19 de setembro de 2011. 1 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005/2011, de 19 de setembro de 2011. Disciplina o recebimento, a armazenagem, a estocagem e a distribuição de materiais pelos almoxarifados da UDESC. O Pró-Reitor de Administração

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 Estabelece normas e procedimentos para aquisição de serviços e recebimento, controle, guarda e distribuição de materiais permanentes e de consumo no âmbito do Poder Legislativo

Leia mais

E&L ERP Almoxarifado

E&L ERP Almoxarifado Apresentação 1 PostgreSQL 8.2/ 8.3 Domingos Martins ES v. 1.0 2 Introdução: Prevendo todas as rotinas necessárias ao bom funcionamento da administração de materiais, o produz automaticamente as médias

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE ITIQUIRA INSTRUÇÃO NORMATIVA SCL Nº 002/2013, DE 22 DE JANEIRO DE 2013.

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE ITIQUIRA INSTRUÇÃO NORMATIVA SCL Nº 002/2013, DE 22 DE JANEIRO DE 2013. INSTRUÇÃO NORMATIVA SCL Nº 002/2013, DE 22 DE JANEIRO DE 2013. Versão nº 01 Aprovação em: 22/01/2013 Ato de Aprovação: Decreto Municipal nº 010/2013 Unidade Responsável: Departamento de Compras e Patrimônio/Comissão

Leia mais

CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DO SUL DO ESTADO DE ALAGOAS PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DO SUL DO ESTADO DE ALAGOAS PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Este POP tem como objetivo fixar procedimentos para assegurar o correto recebimento de medicamentos, tanto em quantidade quanto em qualidade dos medicamentos. PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO TÍTULO: Recebimento

Leia mais

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DIRAD. TíTULO: LOGÍSTICA DE CONTROLE DE ESTOQUES FPB VERIFICADO EM: 23/08/2011 POR: FLAVIA SILVA ASSINATURA:

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DIRAD. TíTULO: LOGÍSTICA DE CONTROLE DE ESTOQUES FPB VERIFICADO EM: 23/08/2011 POR: FLAVIA SILVA ASSINATURA: PÁGINA: 1/12 DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DIRAD CÓDIGO POP.066010004/001 TíTULO: LOGÍSTICA DE CONTROLE DE ESTOQUES FPB ELABORADO EM: 24/06/2011 RESP. PELA UF: LUIZ CARLOS MARTINS ASSINATURA: VERIFICADO EM:

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Página 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes básicas pertinentes ao tratamento e manutenção de acervos arquivísticos ou bibliográficos, sejam administrativos, técnicos ou especializados nas instalações

Leia mais

GUIA DE EMBALAGENS DE PEÇAS COMPRADAS

GUIA DE EMBALAGENS DE PEÇAS COMPRADAS GUIA DE EMBALAGENS DE PEÇAS COMPRADAS E PADRÃO DE ETIQUETAS 1ª Edição Julho, 2010 INDICE 1- INTRODUÇÃO... 03 2- RESPONSABILIDADES... 04 3- RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES... 05 4- PROCEDIMENTOS... 06 5- DESENVOLVIMENTO

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA COORDENAÇÃO DE COMPRAS COSCOM (GESUS) 1 de 9 OBJETIVO: Este Termo de Referência tem por objetivo definir o escopo do processo licitatório de constituição de Registro de Preço para eventual contratação

Leia mais

ASSUNTO: SISTEMA OPERACIONAL NO ALMOXARIFADO DO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO SAAE

ASSUNTO: SISTEMA OPERACIONAL NO ALMOXARIFADO DO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO SAAE 1/6 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pela autarquia SAAE; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém Bloco Suprimentos WMS Gerenciamento de Armazém Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo WMS, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas foram

Leia mais

Procedimento Operacional

Procedimento Operacional 1/11 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Revisão geral do documento 02 Adequação dos registros e padrões Adequação para o Sistema de Gestão Integrado, alteração do Item

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE RONDONÓPOLIS Estado de Mato Grosso

CÂMARA MUNICIPAL DE RONDONÓPOLIS Estado de Mato Grosso INSTRUÇÃO NORMATIVA SCL- Nº. 002/2013- Versão 02 Unidade Responsável: Secretaria Legislativa de Administração Unidade Executora: Setor de Material e Patrimônio Aprovação em: 24/01/13 Dispõe sobre os procedimentos

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MANUAL DE RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO DE REVESTIMENTOS CERÂMICOS Rev 02 1/5 1. Objetivo Este manual tem por objetivo orientar os usuários / clientes quanto aos itens a serem

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora à vencer as barreiras internacionais.

Leia mais

CÂMPUS MEDIANEIRA MANUAL DO ALMOXARIFADO

CÂMPUS MEDIANEIRA MANUAL DO ALMOXARIFADO CÂMPUS MEDIANEIRA MANUAL DO ALMOXARIFADO Medianeira 2012 APRESENTAÇÃO O Almoxarifado é o local destinado à guarda, localização, segurança e preservação do material adquirido, adequado à sua natureza, a

Leia mais

PROJETO GESTÃO DE ESTOQUES. Frente Almoxarifado

PROJETO GESTÃO DE ESTOQUES. Frente Almoxarifado PROJETO GESTÃO DE ESTOQUES Frente Almoxarifado Belo Horizonte, setembro de 2011 Agenda Projeto Gestão de Estoques Cartilhas Agendamento de Recebimentos e de Expedições Recebimento Armazenagem Carregamento

Leia mais

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE Pág.: 1 de 11 1. OBJETIVO Estabelecer critérios para suprimento de materiais e serviços que impactam nos processos relacionados com o Sistema de Gestão da Qualidade, assim como para qualificação e avaliação

Leia mais

DECRETO EXECUTIVO Nº. 100/2009

DECRETO EXECUTIVO Nº. 100/2009 DECRETO EXECUTIVO Nº. 100/2009 Homologa a Instrução Normativa do Sistema de Controle de Almoxarifado SCA N.º 001/2009 VERSÃO 01/2009, que dispõe sobre os procedimentos de Controle do Almoxarifado da Prefeitura

Leia mais

Manuseio de Compressor

Manuseio de Compressor Manuseio de Compressor Índice Item... Página 1 - Introdução... 02 2 - Remover o palete... 03 3 - Deslocar o palete... 04 4 - Erguer o palete... 05 5 - Movimentar o palete... 06 6 - Empilhar o palete...

Leia mais

NORMA DE CONTROLE DE CIRCULAÇÃO INTERNA - NOR 204

NORMA DE CONTROLE DE CIRCULAÇÃO INTERNA - NOR 204 ASSUNTO: MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO, FINANÇAS E PESSOAS CONTROLE DE ACESSO E CIRCULAÇÃO INTERNA NAS DEPENDENCIAS DA EMPRESA APROVAÇÃO: Deliberação DIREX nº 77, de 08/06/2015 COD. 200 VIGÊNCIA: 08/06/2015

Leia mais

(HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA)

(HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA) ANEXO I Solicitação de Autorização de Funcionamento de Empresas Distribuidoras de Produtos Farmacêuticos (HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA) A empresa interessada em desenvolver

Leia mais

ASSUNTO: CONTROLE PATRIMONIAL DE BENS MÓVEIS

ASSUNTO: CONTROLE PATRIMONIAL DE BENS MÓVEIS PREFEITURA MUNICIPAL DE RONDONÓPOLIS UNIDADE CENTRAL DE CONTROLE INTERNO NORMA INTERNA SPA N.º 01/2008 DATA VIGÊNCIA 01/10/2008 Versão II Atualizada em 10/03/2014 ASSUNTO: CONTROLE PATRIMONIAL DE BENS

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL

LOGÍSTICA EMPRESARIAL LOGÍSTICA EMPRESARIAL FORNECEDORES Erros de compras são dispendiosos Canais de distribuição * Compra direta - Vendedores em tempo integral - Representantes dos fabricantes Compras em distribuidores Localização

Leia mais

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários.

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Nº PROCESSO REQUERIMENTO RAZÃO SOCIAL IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO NOME DE FANTASIA NÚMERO DO CNPJ NÚMERO ÚLTIMO

Leia mais

Câmara Municipal dos Barreiros

Câmara Municipal dos Barreiros Barreiros, 30 de Abril de 2010 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO Ofício nº 006/2010 SCI EXMO. SR. JOSÉ GERALDO DE SOUZA LEÃO M.D. Presidente da Câmara de Vereadores dos Barreiros NESTA O Coordenador do Sistema

Leia mais

MÓDULO. Básico. Grupo Acert - 1

MÓDULO. Básico. Grupo Acert - 1 MÓDULO Básico Grupo Acert - 1 ÍNDICE Clientes / Fornecedores Comercial Expedição Estoque Compras 03 04 05 06 07 Faturamento Finanças Controle de Crédito Sintegra Cobrança Eletrônica 08 09 10 10 11 Esta

Leia mais

ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada.

ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada. Proposto por: Divisão de Equipamento em Garantia (DIGAR) Analisado por: Departamento de Produção (DEPRO) Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria Geral de Tecnologia da Informação (DGTEC) 1 OBJETIVO Estabelecer

Leia mais

Administração Materiais X Distribuição Física

Administração Materiais X Distribuição Física ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS AULA PARA A TURMA DE ADMINISTRAÇÃO 2010 2 Administração Materiais X Distribuição Física A é o inverso da Distribuição Física Trata do fluxo de produtos para a empresa ao invés

Leia mais

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE RECEPÇÃO DE PRODUTOS PARA A SAÚDE DE USO CIRÚRGICO EM CENTRO DE MATERIAIS

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE RECEPÇÃO DE PRODUTOS PARA A SAÚDE DE USO CIRÚRGICO EM CENTRO DE MATERIAIS 1 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE RECEPÇÃO DE PRODUTOS PARA A SAÚDE DE USO CIRÚRGICO EM CENTRO DE MATERIAIS 2 Apresentação Menos de dez meses depois de ter sido criada pela Associação Médica Brasileira, a Câmara

Leia mais

Prefeitura Municipal de Brejetuba

Prefeitura Municipal de Brejetuba INSTRUÇÃO NORMATIVA - SPA Nº 005/2013. DISPÕE SOBRE OS PROCEDIMENTOS DE RECEBIMENTO, ARMAZENAGEM, DISTRIBUIÇÃO E CONTROLE DE ENTRADAS E SAÍDAS DE MATERIAIS DE CONSUMO NO ALMOXARIFADO. Versão: 01 Aprovação

Leia mais

NORMA DE CONTROLE DE CIRCULAÇÃO INTERNA NOR 204

NORMA DE CONTROLE DE CIRCULAÇÃO INTERNA NOR 204 MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO CÓD. 200 ASSUNTO: ESTABELECE CRITÉRIOS DE PROCEDIMENTOS PARA O CONTROLE DE CIRCULAÇÃO INTERNA NAS DEPENDÊNCIAS DA EMPRESA CÓD: APROVAÇÃO: Resolução nº 0098/94, de 15/12/1994 NORMA

Leia mais

Manual do Módulo Almoxarifado Portal do Sistema de Informações para o Ensino da Universidade Federal de Alagoas

Manual do Módulo Almoxarifado Portal do Sistema de Informações para o Ensino da Universidade Federal de Alagoas Manual do Módulo Almoxarifado Portal do Sistema de Informações para o Ensino da Universidade Federal de Alagoas 1 Módulo Almoxarifado Módulo que busca a redução de custos e controla os bens de consumo.

Leia mais

MÓDULO 4 4.1 - PROCEDIMENTOS DE ESTOCAGEM E MANUSEIO

MÓDULO 4 4.1 - PROCEDIMENTOS DE ESTOCAGEM E MANUSEIO MÓDULO 4 4.1 - PROCEDIMENTOS DE ESTOCAGEM E MANUSEIO A estocagem e o manuseio de tubos e conexões devem obedecer a preceitos mínimos que assegurem a integridade dos materiais, bem como o desempenho esperado.

Leia mais

Instrução Normativa nº 02/CI/2013

Instrução Normativa nº 02/CI/2013 Instrução Normativa nº 02/CI/2013 Dispõe sobre os procedimentos de recebimento, armazenagem, distribuição e controle de entradas e saídas de materiais de consumo e permanentes no Almoxarifado da Administração

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CAMPUS TIMÓTEO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CAMPUS TIMÓTEO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CAMPUS TIMÓTEO 1 - INTRODUÇÃO O Setor de Patrimônio do Campus Timóteo é uma extensão da Divisão de

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 007, DE 22 JUNHO DE 2007.

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 007, DE 22 JUNHO DE 2007. INSTRUÇÃO NORMATIVA N 007, DE 22 JUNHO DE 2007. Recomenda a observação da norma constante no Anexo I. O Sistema de Controle Interno do Município de Lucas do Rio Verde, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE INSTRUÇÃO NORMATIVA 4/07

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE INSTRUÇÃO NORMATIVA 4/07 SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE INSTRUÇÃO NORMATIVA 4/07 Dispõe sobre a obrigatoriedade no cumprimento das Normas e Rotinas de Dispensação, Solicitação de Material, Recebimento, Armazenamento e Controle

Leia mais

Noções de Administração de Materiais

Noções de Administração de Materiais Noções de Administração de Materiais ANTES DA DÉCADA DE 70 POUCA IMPORTÂNCIA MATERIAL EM ABUNDÂNCIA COM POUCAS OPÇÕES CUSTOS BAIXOS DE MANTER OS ESTOQUES INVESTIMENTOS PARA AQUISIÇÃO DOS ESTOQUES CONSUMO

Leia mais

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES. Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES. Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC DEFINIÇÕES GERENCIAR Ato ou efeito de manter a integridade física e funcional para algo proposta

Leia mais

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL TERMO DE REFÊRENCIA PARA ELABORACÃO DE PROJETO AMBIENTAL DE DEDETIZADORAS, LIMPA FOSSA E EMPRESAS QUE PRESTA SERVIÇO DE LIMPEZA. Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO AMBIENTAL

Leia mais

Cód. Doc. TAB-RHU-003

Cód. Doc. TAB-RHU-003 1 de 27 ÁREA: SUPERINTENDÊNCIA CARGO: Diretor Superintendente Garantir o correto funcionamento dos sistemas de informação utilizados pela empresa; Aprovar projetos de melhorias nos equipamentos e sistemas

Leia mais

MOVIMENTAR DOCUMENTOS NO DEGEA 1 OBJETIVO

MOVIMENTAR DOCUMENTOS NO DEGEA 1 OBJETIVO Proposto por: Divisão de Operações (DIOPE) Analisado por: Diretor do Departamento de Gestão de Acervos Arquivísticos (DEGEA) Aprovado por: Diretor-Geral de Comunicação e de Difusão do Conhecimento (DGCOM)

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Instrução Normativa CGM Nº 003/2013. Ementa: Dispõe sobre os procedimentos de recebimento, armazenagem, distribuição e controle de entradas e saídas de materiais de consumo no Almoxarifado Central da Administração

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA N 3, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2011

PORTARIA NORMATIVA N 3, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2011 PORTARIA NORMATIVA N 3, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2011 Cria o Assentamento Funcional Digital - AFD e estabelece orientação aos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Pessoal Civil da Administração Publica

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS

ATRIBUIÇÕES DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS ATRIBUIÇÕES DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS ASSESSORIA DE IMPRENSA: Função GERENTE. Assessorar a Diretoria da Ceasa; Promover e divulgar notícias relacionadas a Ceasa; Estreitar o relacionamento da mídia com

Leia mais

NORMAS GERAIS DE FABRICAÇÃO DE FERTILIZANTES

NORMAS GERAIS DE FABRICAÇÃO DE FERTILIZANTES Pág.: 1/10 1. OBJETIVO Definir os procedimentos operacionais relativos às normas gerais de produção e envase de produtos formulados na TERRA NOSSA, desde a emissão da ordem de produção até a entrega do

Leia mais

Não há documentação de referência para o processo.

Não há documentação de referência para o processo. Código: MAN-SADM-004 Versão: 00 Data de Aprovação: 24/05/2010 Elaborado por: Coordenadoria de Serviços Gerais Aprovado por: Secretaria Administrativa 1 Objetivo Estabelecer os critérios e os procedimentos

Leia mais

Estamos presentes no mercado de prestação de serviços logísticos há 11 anos; Temos Know-how europeu;

Estamos presentes no mercado de prestação de serviços logísticos há 11 anos; Temos Know-how europeu; Estamos presentes no mercado de prestação de serviços logísticos há 11 anos; Temos Know-how europeu; Fazemos uma parceria total com o cliente, combinando redução de custos fixos e otimização de recursos

Leia mais

UNIVERSIDADE GAMA FILHO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO NO SETOR PÚBLICO ELINE COÊLHO DA ROCHA

UNIVERSIDADE GAMA FILHO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO NO SETOR PÚBLICO ELINE COÊLHO DA ROCHA UNIVERSIDADE GAMA FILHO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO NO SETOR PÚBLICO ELINE COÊLHO DA ROCHA ORGANIZAÇÃO DO ALMOXARIFADO NO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO

Leia mais

Módulo Contábil e Fiscal

Módulo Contábil e Fiscal Módulo Contábil e Fiscal Controle Patrimonial Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Contábil e Fiscal Controle Patrimonial. Todas informações aqui disponibilizadas foram

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/99-TJAP

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/99-TJAP INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/99-TJAP O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá, o Desembargador LUIZ CARLOS GOMES DOS SANTOS, no uso das suas atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 26,

Leia mais

MANUAL OPERACIONAL GESTÃO DE PATRIMÔNIO

MANUAL OPERACIONAL GESTÃO DE PATRIMÔNIO MANUAL OPERACIONAL GESTÃO DE PATRIMÔNIO ÍNDICE: CAPÍTULO 01 NORMA E PROCEDIMENTOS 1 - OBJETIVO 03 2 - VISÃO 03 3 - DISPOSIÇÕES GERAIS 03 4 - DEFINIÇÕES 03 5 - CLASSIFICAÇÃO 03 6 - PEDIDO DE MATERIAL PERMANENTE

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTO DE INVENTÁRIO FÍSICO

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTO DE INVENTÁRIO FÍSICO 07/02/203 INTRODUÇÃO O Procedimento de Inventário Físico tem por objetivo estabelecer as normas para realização do Inventário Físico utilizado para conferir as quantidades registradas contabilmente e validar

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES DO MUNICÍPIO DE GUARAPARI / ES IPG

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES DO MUNICÍPIO DE GUARAPARI / ES IPG INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º 002/2010 ESTABELECE NORMAS DE ADMINISTRAÇÃO PATRIMONIAL DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES DO MUNICÍPIO DE GUARAPARI / ES IPG E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Diretor Presidente

Leia mais

Serviço Municipal De Saneamento Ambiental De Santo André

Serviço Municipal De Saneamento Ambiental De Santo André Serviço Municipal De Saneamento Ambiental De Santo André GESTÃO DE MATERIAIS UTILIZADOS NO ABASTECIMENTO DE ÁGUA, ESGOTAMENTO SANITÁRIO E DRENAGEM URBANA. Autores: Márcia Cristina Monteiro Plínio Alves

Leia mais

Segurança com Pr P odutos o Q u Q ími m cos

Segurança com Pr P odutos o Q u Q ími m cos Segurança com Produtos Químicos Assuntos a serem Abordados 1. Conceitos e Definições; 2. Pré Avaliação do Produto Químico (Compra); 3. Armazenamento de Produto Químico; 4. Resíduo / Licença Ambiental;

Leia mais

Associação Matogrossense dos Municípios. Municipalismo integrado e fortalecido

Associação Matogrossense dos Municípios. Municipalismo integrado e fortalecido RESOLUÇÃO Nº. 011/2012. Aprova a Instrução Normativa do Sistema de Controle Interno - SCA N.º 001/2012 VERSÃO 01/2012, que dispõe sobre a elaboração de Normativa do Sistema de Almoxarifado paro o Sistema

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Página 1 de 10 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes básicas pertinentes a Guarda de Documentos de Terceiros. 2. APLICAÇÃO Este procedimento aplica-se aos processos da guarda de documentos de terceiros,

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Página 1 de 5 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes básicas pertinentes ao Gerenciamento Acervo Documental Departamento de Estradas de Rodagem Esta Espírito Santo. 2. APLICAÇÃO Este procedimento aplica-se

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5 Recomendar procedimentos de segurança na rotina diária das instituições de educação infantil - públicas e privadas.. A Secretária Municipal da Educação do Município de Curitiba,

Leia mais

Manual de Aprovação de Projeto para Clientes de Média Tensão

Manual de Aprovação de Projeto para Clientes de Média Tensão Manual de Aprovação de Projeto para Clientes de Média Tensão 1 2 Clientes de Média Tensão São aqueles conectados ao sistema de distribuição de energia de 13.800 volts (Rede de MT) da Coelce. Definidos

Leia mais

CONTROLE DE ESTOQUES E AJUSTES DE INVENTÁRIO

CONTROLE DE ESTOQUES E AJUSTES DE INVENTÁRIO Pág.: 1/5 1. OBJETIVO Controlar o estoque através da contagem física comparando com os saldos existentes no sistema Megatron, de forma a ter um modelo de gestão de armazenagem de material eficiente e compatível

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO ANEXO 09 DIRETRIZES AMBIENTAIS MÍNIMAS

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO ANEXO 09 DIRETRIZES AMBIENTAIS MÍNIMAS ANEXO 09 DIRETRIZES AMBIENTAIS MÍNIMAS 1 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. Adequação às Normas e Legislações Vigentes... 3 3. Definições de Obrigações e Responsabilidades... 3 4. Diretrizes Mínimas Exigidas...

Leia mais

ACERP Diretoria Administrativa e Financeira Gerência de Logística Núcleo de Suprimento Norma de Suprimentos

ACERP Diretoria Administrativa e Financeira Gerência de Logística Núcleo de Suprimento Norma de Suprimentos ACERP Diretoria Administrativa e Financeira Gerência de Logística Núcleo de Suprimento Norma de Suprimentos OBJETIVO Estabelecer Normas e Procedimentos sobre a aquisição de Bens e Serviços visando assegurar

Leia mais

TÍTULO: FUNDO FIXO - CARTÃO DE DÉBITO RD N : 41 DATA DE EMISSÃO 20/07/1999

TÍTULO: FUNDO FIXO - CARTÃO DE DÉBITO RD N : 41 DATA DE EMISSÃO 20/07/1999 1 de 7 Índice: 1 DO OBJETIVO...2 2 DA ÁREA DE APLICAÇÃO...2 3 DAS DEFINIÇÕES...2 3.1 DAS SIGLAS...2 3.2 DOS FORMULÁRIOS UTILIZADOS...2 3.3 DO VALOR DO FUNDO FIXO...2 3.4 DO CARTÃO DE DÉBITO...2 3.5 DO

Leia mais

Introdução. Benefícios para todos

Introdução. Benefícios para todos Introdução Esta cartilha tem a finalidade de guiar as empresas na implantação da Nota Fiscal Eletrônica e demonstrar as facilidades e vantagens do sistema para o contribuinte e para a sociedade A Nota

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº 019 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2006

INSTRUÇÃO Nº 019 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2006 INSTRUÇÃO Nº 019 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2006 Orienta os órgãos da Administração Direta do Poder Executivo Estadual sobre os procedimentos a serem aplicados no controle patrimonial de bens móveis, em conformidade

Leia mais

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS O canteiro de obras Introdução Sistema de produção Em muitos casos de obras de construção e montagem o canteiro de obras pode ser comparado a uma fábrica

Leia mais

Cenário 1 - SIGNUS ERP Back-office

Cenário 1 - SIGNUS ERP Back-office Gestão e-commerce São 3 cenários possíveis: 1º SIGNUS ERP Back-office integrado a sua loja virtual 2º SIGNUS B2B e-commerce on-line 3º SIGNUS B2C e-commerce on-line Cenário 1 - SIGNUS ERP Back-office Integração

Leia mais

PDF created with pdffactory trial version www.pdffactory.com PORTARIA Nº 176/2007/GBSES

PDF created with pdffactory trial version www.pdffactory.com PORTARIA Nº 176/2007/GBSES PORTARIA Nº 76/007/GBSES O SECRETÁRIO DE ESTADO DE SAÚDE, no uso das atribuições legais, e Considerando a Portaria nº 80 de 08 de outubro de 998, da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da

Leia mais

DESCRITIVO DA EMPRESA CÉLULA GESTAO DE DOCUMENTOS, ARQUIVOS E INFORMAÇÕES LTDA

DESCRITIVO DA EMPRESA CÉLULA GESTAO DE DOCUMENTOS, ARQUIVOS E INFORMAÇÕES LTDA DESCRITIVO DA EMPRESA CÉLULA GESTAO DE DOCUMENTOS, ARQUIVOS E INFORMAÇÕES LTDA A Célula está localizada na Rod Br 040, km 800, n 24, no Condomínio Empresarial Park Sul, município de Matias Barbosa, próximo

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. VRADM - Superintendência Administrativa. Patrimônio Mobiliário. Normas e Procedimentos

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. VRADM - Superintendência Administrativa. Patrimônio Mobiliário. Normas e Procedimentos Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro VRADM - Superintendência Administrativa Patrimônio Mobiliário Normas e Procedimentos Definições: A PUC não possui um órgão centralizado para o controle

Leia mais

Armazenamento e TI: sistema de controle e operação

Armazenamento e TI: sistema de controle e operação Armazenamento e TI: sistema de controle e operação Pós-Graduação Latu-Sensu em Gestão Integrada da Logística Disciplina: TI aplicado à Logística Professor: Mauricio Pimentel Alunos: RA Guilherme Fargnolli

Leia mais

DIRETRIZES P/ O PLANEJAMENTO OU EXPANSÃO DAS INSTALAÇÕES 1 - Planeje o futuro layout com todos os detalhes. 2 - Projete as expansões em pelo menos

DIRETRIZES P/ O PLANEJAMENTO OU EXPANSÃO DAS INSTALAÇÕES 1 - Planeje o futuro layout com todos os detalhes. 2 - Projete as expansões em pelo menos CHECK SEU LAYOUT Com a quantidade a produzir, o planejamento do fluxo geral dos materiais, os métodos de trabalho planejados, mais o trabalho padrão especificado, nós podemos determinar e dimensionar os

Leia mais

GERENCIAR ATENDIMENTO A EQUIPAMENTOS DE TI 1 OBJETIVO

GERENCIAR ATENDIMENTO A EQUIPAMENTOS DE TI 1 OBJETIVO Proposto por: Equipe da Divisão de Equipamentos de TI (DIETI) Analisado por: Departamento de Suporte e Atendimento (DEATE) Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria-Geral de Tecnologia da Informação (DGTEC)

Leia mais

PREGÃO ELETRÔNICO Nº 05/14 ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I

PREGÃO ELETRÔNICO Nº 05/14 ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I TUBOS DE PEAD 1 - OBJETIVO 1.1 A presente licitação tem por objeto o fornecimento e entrega, pela empresa a ser CONTRATADA, de tubos de POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE PE 100

Leia mais

Tem por objetivo garantir a existência contínua de um estoque organizado, de modo a não faltar nenhum dos itens necessários à produção.

Tem por objetivo garantir a existência contínua de um estoque organizado, de modo a não faltar nenhum dos itens necessários à produção. Resumo aula 3 Introdução à gestão de materiais A gestão de materiais é um conjunto de ações destinadas a suprir a unidade com materiais necessários ao desenvolvimento das suas atribuições. Abrange: previsão

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM WMS WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ARMAZÉM/DEP M/DEPÓSITO WMS Software de gerenciamento de depósito que auxilia as empresas na busca de melhorias nos

Leia mais

ADMINISTRAR A CRECHE HISTÓRICO. Data Revisão Descrição Elaborado por: Aprovado por:

ADMINISTRAR A CRECHE HISTÓRICO. Data Revisão Descrição Elaborado por: Aprovado por: Ministério da Saúde FIOCRUZ Fundação Oswaldo Cruz ADMINISTRAR A CRECHE HISTÓRICO Data Revisão Descrição Elaborado por: Aprovado por: 00 Emissão Inicial 10/03/2012 01 Alteração do Formato Ivania Martins

Leia mais

Movimentação de bens patrimoniais

Movimentação de bens patrimoniais pág.: 1/3 1 Objetivo Estabelecer critérios e procedimentos a serem observados pelos empregados quando da movimentação de bens patrimoniais móveis no âmbito da COPASA MG. 2 Referências Para aplicação desta

Leia mais

Anexo D Divisão de Análises Clínicas HU/UFSC. Versão 01. Atribuições dos Cargos

Anexo D Divisão de Análises Clínicas HU/UFSC. Versão 01. Atribuições dos Cargos DOC MQB -02 MQB.pdf 1/5 Cargo: Assistente de Laboratório 1. Planejar o trabalho de apoio do laboratório: Interpretar ordens de serviços programadas, programar o suprimento de materiais, as etapas de trabalho,

Leia mais

CHECKLIST DA RDC 16/2013

CHECKLIST DA RDC 16/2013 CHECKLIST DA RDC 16/2013 Checklist para a RDC 16 de 2013 Página 2 de 10 Checklist 1. 2.1 Disposições gerais Existe um manual da qualidade na empresa? 2. Existe uma política da qualidade na empresa? 3.

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 536, de 21 de outubro de 2015. O PRESIDENTE

Leia mais

MANUAL DO ALMOXARIFADO

MANUAL DO ALMOXARIFADO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO CAMPUS BOM JESUS DA LAPA BR 349 - Km 14 Zona Rural - Caixa Postal 34

Leia mais

Logistica e Distribuição

Logistica e Distribuição Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição Armazenagem e Movimentação Primárias Apoio 1 2 A armazenagem corresponde a atividades de estocagem ordenada e a distribuição

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Histórico de Revisões Rev. Modificações 01 30/04/2007 Primeira Emissão 02 15/06/2009 Alteração de numeração de PO 7.1 para. Alteração do título do documento de: Aquisição para: Aquisição / Qualificação

Leia mais