FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, CONTABILIDADE E ATUÁRIA PROGRAMA DE ENSINO

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1 FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, CONTABILIDADE E ATUÁRIA PROGRAMA DE ENSINO Curso: Economia Ano: 2006 Disciplina: Economia Industrial Código: 629 Créditos: 04 Carga Horária: 60 H/A Professor: Roland Veras Saldanha Jr EMENTA Apresentação e discussão das teorias voltadas ao estudo do comportamento das firmas e indústrias, cotejando e estendendo criticamente os modelos microeconômicos correlatos, envolvendo os seguintes tópicos: histórico da Economia Industrial, Concorrência Monopolística e Imperfeita, Monopólios, Oligopólios: Classificação e Formação, Crescimento das Firmas, Barreiras à Entrada e Saída, Monopólio, Poder de Mercado, Medidas de Concentração, Trustes e Cartéis, Fusões e Aquisições, Restrições Verticais, Integração Vertical, Condutas Estratégicas, Antitruste, Regulação Econômica, Política Industrial. OBJETIVOS GERAIS OBJETIVOS GERAIS No bloco formado pelas disciplinas Microeconomia I, II, III e Economia Industrial, o aluno estudará o conjunto de hipóteses, teorias e modelos que constituem os fundamentos da corrente de pensamento predominante na Economia contemporânea, considerando o debate que alimenta sua evolução. O objeto tradicional das disciplinas de Microeconomia é o estudo da estrutura de preços relativos, conquanto seja difícil fixar barreiras bem definidas já que a metodologia usada com esta finalidade precípua permitiu extensões analíticas que se prestam ao estudo de qualquer situação envolvendo problemas de escolha individual sob escassez de meios e alternância de fins, intra e extra-mercados. No estudo dos mercados, a Microeconomia busca estudar e explicar o comportamento dos vários agentes que atuam enquanto ofertantes e demandantes numa economia. O trabalho analítico busca descrever as interações entre estes indivíduos, suas relações de rivalidade, cooperação e complementaridade e propor soluções, teoricamente consistentes e empiricamente válidas. O estudo das estruturas de mercado e da suas falhas possibilitará o reconhecimento dos limites e imperfeições dos mecanismos de mercado na organização da vida social, apontando para a eventual oportunidade de ações de regulação governamental ou social e da produção pública de bens e serviços. Na disciplina de Economia Industrial o aluno será colocado diante desses problemas de forma aplicada a mercados e situações concretas. A meta a ser alcançada com o percurso iniciado em Microeconomia I e concluído em Economia Industrial é o desenvolvimento da capacidade de entender o potencial e os limites destes instrumentos básicos da caixa de ferramentas do economista, agregando o raciocínio lógico e matemático harmonicamente no trato da complexidade dos fenômenos econômicos observados empiricamente. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A disciplina é voltada à apresentação e discussão da teoria da Economia Industrial, com o objetivo de dar instrumentos para que o aluno aplique os conceitos econômicos a 1

2 situações concretas envolvendo firmas e indústrias. Diferenciar a Microeconomia da Economia Industrial, abordando criticamente suas superposições e contraposições, tendo por referências o caráter mais eclético e empírico da Economia Industrial enquanto veio teórico e as necessidades específicas associadas à formulação e implementação das políticas industriais, regulação econômica.e concorrencial. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução 2. Histórico e Conceito de Economia Industrial 2.1. Evolução Metodológica 2.2. Crítica à Teoria da Firma Neoclássica 2.3. Modelo Estrutura-Conduta-Desempenho 3. A Firma e seus Custos 3.1. Objetivos da Firma 3.2. A Firma como Estrutura de Governança 3.3. Custos das Firmas contraste entre teoria e prática 4. Concorrência Perfeita Revisão Conceitual 4.1. Hipóteses do Modelo de Concorrência Perfeita 4.2. Lógica de Decisão de Oferta sob Concorrência Perfeita 4.3. Análise de Bem-Estar e Eficiência 4.4. Elasticidades 5. Monopólios, Monopsônios e Firmas Dominantes 5.1. Hipóteses do Modelo de Monopólio 5.2. Lógica de Decisão de Oferta sob Monopólio e Monopsônio 5.3. Poder de Monopólio 5.4. Análise de Bem-Estar e Eficiência 5.5. Barreiras à entrada e saída 5.6. Firma Dominante 6. Oligopólios Oligopólios Cooperativos e Não Cooperativos 6.2. Classificação dos Oligopólios Não Cooperativos 6.3. Hipóteses dos Modelos de Oligopólio 6.4. Lógica da Decisão de Apreçamento sob Oligopólio 6.5. Lógica de Decisão de Oferta sob Oligopólios 6.6. Fusões e Aquisições 7. Concorrência Monopolística 7.1. Histórico e Variações dos Modelos de Concorrência Monopolística 7.2. Diferenciação de Produtos 7.3. Modelo de Chamberlain 7.4. Modelos Locacionais 7.5. Eficiência e Bem-Estar sob Concorrência Monopolística 8. Políticas Públicas 8.1. Política Industrial 8.2. Regulação 8.3. Antitruste 2

3 9. Tópicos Especiais passíveis de incorporação nos demais tópicos ou de tratamento em separado, conforme o plano de aulas adotado pelo professor Integração Vertical e Restrições Verticais Horizontal 9.2. Discriminação de Preços e outras técnicas de precificação 9.3. Decisão de Propaganda 9.4. Condutas Estratégicas 9.5. Decisões sobre Durabilidade 9.6. Economia dos Direitos Intelectuais e Mudança Tecnológica 9.7. Aspectos de Econometria Aplicada à Economia Industrial 9.8. Política Industrial no Brasil BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CARLTON, Dennis W.; PERLOFF, Jeffrey M. Modern Industrial Organization. EUA, Adisson-Wesley CABRAL, Luis. Economia Industrial. Portugal, McGraw-Hill KUPFER, D., & HASENCLEVER, L.. Economia Industrial: Fundamentos Teóricos e Práticas no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Campus, GUIMARÃES, E. A. Acumulação e Crescimento da Firma: Um Estudo de Organização Industrial. Ed. Guanabara, 1987 COMPLEMENTAR 5. BUCHANAN, James. Explorations in Constitutional Economics. USA: Texas A&M University Press, BUCKEY, P. J., & MICHIE, J. (Eds.). (1996). Firms, Organizations and Contracts: A Reader in Industrial Organization. USA: Oxford University Press. 7. FRIEDMAN, Milton. Price Theory. New York: Aldine de Gruyter, CABRAL, Luís M. B. Introduction to Industrial Organization. USA, MIT Pres COASE, Ronald H. The Firm, the Market and the Law. USA, Chicago Press FERGUSON, P. R., & FERGUSON, G. J. Industrial Economics: Issues and Perspectives. UK: The Macmillan Pres Ltd GEORGE, K. D., & JOLL, C. Industrial Organization: Competition, Growth and Structural Change. UK: Unwin Hyman Ltd HAY, D. A. Industrial Economics and Organization: Theory and Evidence. USA: Oxford University Press LABINI, P. S. Oligopólio e Progresso Técnico, São Pauto, Nova Cultural, cap. 1 - Aspectos Gerais de Problema Teórico, p cap. 2 - A determinação do Preço, p cap. 3 - Variações dos Custos e dos Preços, p.57-7s. cap. 4 - Lucros, Investimentos e Expansão. cap. 5 - Análise Marginal e Oligopólio. cap. 6 - Tendência dos Lucros e dos Salários, p.77-l03. 3

4 14. OLIVEIRA, G. Regulação e Defesa da Concorrência: Bases Conceituais e Aplicações do Sistema de Competências Compartilhadas. Relatório de Pesquisa NPP da EAESP/FGV. dezembro, KALECKI, M. Teoria da Dinâmica Econômica, Coleção Os Economistas, São Paulo, Abril, 1983.cap. 1 - Custos e Preços. 15. KHEMANI, S. A. Framework for the Design and Implementation os Competition Law and Policy. USA: Worl Bank, OECD KON, Anita. Economia Industrial. Brazil, ed. Nobel POSSAS,M.L. Estruturas de Mercado em Oligopólio. Ed. Hucitec, POSNER, R. A. Economic Analisys of Law. USA: Little, Brown and Company SCHERER, F. M., and ROSS, David. Industrial Market Structure and Economic Performance. EUA: Houghton Mifflin Company, SRAFFA, P. As leis dos Rendimentos sob condições de Concorrência. Literatura Econômica, Vol. 4, nº. 1 jan./fev. 1982, p (inclui a nota introdutória de Ricardo Tolipan e E. A. Guimarães). 21. TIROLE, J. The Theory of Industrial Organization. USA: MIT Press VARIAN, Hall. Intermediate Microeconomics. USA: W.W. Norton & Company, Inc, 1993 (1987). 23. WALDMAN, D., E. Industrial Organization: Theory and Practice. USA: Addinson- Wesley Educational Publishers Inc WILLIAMSON, Oliver E. Markets and Hierarchies: Analysis and Antitrust Implications. USA, WILLIAMSON, Oliver E. The Economic Institutions of Capitalism. USA, METODOLOGIA O CURSO SE COMPÕE DE AULAS EXPOSITIVAS, MAS A PARTICIPAÇÃO ATIVA DOS ALUNOS SERÁ COBRADA POR MEIO DE PEQUENAS PROVAS (VALENDO COMO EXERCÍCIOS PARA NOTA) QUE SERÃO REALIZADAS SEMPRE QUE (A) NOTAR-SE DISPERSÃO DOS ALUNOS EM SALA DE AULA OU ÍNDICE DE AUSÊNCIA ALTO OU (B) AS LEITURAS E EXERCÍCIOS RECOMENDADOS NÃO ESTIVEREM SENDO APROPRIADAMENTE REALIZADAS PELOS ALUNOS [A REGRA É PRÉ-ESTABELECIDA, PELO QUE NÃO SE TRATAM DE "PROVAS SURPRESA"]. OS ALUNOS PODEM OBTER INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO NO SITE AS INFORMAÇÕES DO SITE SÃO ATUALIZADAS FREQÜENTEMENTE, E PRESTAM-SE COMO MATERIAL DE APOIO E SUPORTE AO CURSO, NÃO OBSTANTE, AS MUDANÇAS E ORIENTAÇÕES DADAS EM SALA DE AULA PREVALECEM, AINDA QUE DIFERENTES DAQUELAS PUBLICADAS NA INTERNET. CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO 40% - P1 20% - TRABALHOS E PARTICIPAÇÃO 40% - P2 OS EXERCÍCIOS E FICHAMENTOS DEVERÃO SER ENTREGUES EM FOLHAS DE FICHÁRIO (QUATRO 4

5 FUROS), COM NOME, DATA E APRESENTAÇÃO ORGANIZADA. GARRANCHOS E CÓPIAS DE ÚLTIMA HORA, ASSIM COMO VERSÕES IMPRESSAS, NÃO SERÃO ACEITOS. OS EXERCÍCIOS ATRASADOS TERÃO REDUTOR DE NOTA DE 25% A CADA AULA DE ATRASO, OU SEJA, UM EXERCÍCIO COM NOTA 8,0 E DUAS AULAS DE ATRASO, VALERÁ 4,0, COM QUATRO DE ATRASO, VALERÁ 0,0. (NÃO SERÃO ABERTAS EXCEÇÕES!) AS PROVINHAS PERDIDAS NÃO SÃO SUJEITAS A REPOSIÇÃO, INDEPENDENTEMENTE DO MOTIVO DA AUSÊNCIA. AO FINAL DO CURSO, A NOTA DE EXERCÍCIO/PROVINHA MAIS BAIXA SERÁ ELIMINADA PARA SUPRIR QUALQUER EVENTUALIDADE. OS ALUNOS QUE OBTIVEREM NA P1 NOTA IGUAL OU MAIOR QUE 8,0 E NA P2 NOTA IGUAL OU INFERIOR A 50% DA NOTA DA P1 TERÃO SUA NOTA DE PARTICIPAÇÃO TRANSITORIAMENTE ZERADA. PARA OBTER A NOTA DE PARTICIPAÇÃO NOVAMENTE, O ALUNO PRECISARÁ REALIZAR A P3 E OBTER NOTA MÍNIMA IGUAL A 5,0 (CINCO). A P3, COBRINDO TODA A MATÉRIA, SERÁ UMA PROVA APLICADA APENAS AOS ALUNOS QUE PERDEREM UMA DAS OUTRAS PROVAS OU AOS ALUNOS QUE TIVEREM OBTIDO NA P2 NOTA INFERIOR A 50% DA OBTIDA NA P1, ENGLOBANDO TODA A MATÉRIA DO CURSO. 5

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