O que são os signos? o signo não é a realidade (FIORIN, 2002, p. 58) Signo ou referente?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O que são os signos? o signo não é a realidade (FIORIN, 2002, p. 58) Signo ou referente?"

Transcrição

1 O que são os signos? os signos são qualquer coisa, ou estímulo físico, utilizados para representar objetos, qualidades, ideias ou eventos (BORDENAVE, 2002, p. 40) o signo não é a realidade (FIORIN, 2002, p. 58) Signo ou referente?

2 O signo (linguístico), segundo SAUSSURE O signo é a união de um conceito com uma imagem acústica, que não é o som material, físico, mas a impressão psíquica dos sons (FIORIN, 2002, p. 58) SIGNO Significante (SE) Significado (SO)

3 O significado dos signos não está neles, mas na mente das pessoas (BORDENAVE, 2002, p. 52) S I G N I F I C A N T E X S I G N I F I C A D O

4 Paradigma Paradigma e Sintagma Sintagma Paradigma: Termos alternativos que não foram escolhidos Sintagma: Relações com os outros termos que o precedem e o sucedem Ex. Compre batom! É o mesmo signo que Adquira Batom? ou Venda Batom? E se eu dissesse Batom compre? Teria o mesmo sentido? Um signo é o que os outros não são! SIGNO = plano de expressão + plano de conteúdo (HJELMSLEV) Forma de Expressão: Conjunto de diferenças dos significantes Forma de Conteúdo: Conjunto de diferenças dos significados Substância de Expressão: Sons Substância de Conteúdo: Conceito Morfemas, palavras, frases, textos, imagens... qualquer produção dotada de sentido é um signo (FIORIN, 2002, p. 60)

5 Denotação e Conotação O signo conotado é aquele cujo plano de expressão é um signo...ao conteúdo do signo denotado é acrescentado um segundo conteúdo (conotado) Não é uma simples mudança de sentido! Para criar um signo conotado, é preciso que haja uma relação entre o significado que se acrescenta e o significado já presente no signo denotado. (...) Entre os dois significados, há então um traço comum (p. 66) Ex.:olho-de-gato Significante Significado SIGNO DENOTADO Significante (do signo conotado) Significado (do signo conotado) SIGNO CONOTADO

6 BARTHES, Roland. A mensagem publicitária. In: A aventura semiológica. Lisboa: Ed 70, 1985, p Como Roland Barthes justifica a publicidade enquanto mensagem? 2. Para Barthes, na análise da publicidade, via semiologia, é necessário abordar a posição ideológica do emissor ou a forma como a publicidade foi recepcionada? 3. Para Barthes, qualquer mensagem é a reunião de dois planos. Quais são eles e qual a ligação desta análise com a semiologia de Saussure? 4. Explique a mensagem de denotação no exemplo dado por Barthes, do slogan cozinhe ouro com Astra, e apresente o significado e o significante do mesmo. 5. Qual a mensagem global ou o significado comum ( único ) a todas as mensagens publicitárias, segundo Barthes? 6. Em que sentido Barthes afirma que a segunda mensagem conota a primeira (p. 167)?

7 7. Por que seria correto afirmar que diante dos meios de comunicação de massa a maioria das mensagens é conotada? 12. Barthes vê franqueza na linguagem da publicidade? Justifique. E você, como futuro R.P., acredita em tal franqueza? Ex. : Artigo Brasil um PT (Jornal A Tarde) 8. Qual a utilidade, na publicidade, da primeira mensagem (denotada)? Por que ao invés de dizer cozinhe ouro com Astra, não se diz, simplesmente, comprem Astra? 9. Explique a seguinte afirmação: Pela sua dupla mensagem, a linguagem conotada da publicidade reintroduz o sonho na humanidade dos compradores. 10. Para você, o que é ser boa ou má para uma mensagem publicitária? 11. Associe a funcionalidade do slogan Um gelado (sorvete) Gervais e derreter de prazer às afirmações: A excelência do significante publicitário deve-se, assim, ao poder, que devemos saber dar-lhe, de religar a sua leitura à maior quantidade de mundo possível e: ao apoderarem-se do produto da linguagem publicitária, os homens emprestam-lhe sentido e transformam assim a sua simples posse em experiência do espírito (p. 169).

8 Há conotação nesta propaganda?

9 BARTHES. Mitologias... Mito é o meio pelo qual uma cultura naturaliza ou torna invisível suas Próprias normas e ideologias... Legitimando e sustentando uma estrutura de poder ou um conjunto de valores culturais. TUDO PODE CONSTRUIR UM MITO: O mito não se define pelo objeto da sua mensagem, mas pela maneira como a profere (p. 131). A Semiologia e o Formalismo: A semiologia é uma ciência das formas, visto que estuda as significações independentemente do seu conteúdo referente (p.133)

10 Diferença entre signo e significante: este é vazio e aquele pleno (é um sentido) Semiologia e Psicanálise: o sonho, para Freud, não é nem o seu conteúdo manifesto (SE), nem o seu conteúdo latente (SO), mas sim a ligação funcional dos dois termos (p. 136). O mito é um sistema semiológico segundo... Significante Significado SIGNO 1º (SENTIDO) Significante (FORMA) Significado (CONCEITO) SIGNO 2º - MITO (SIGNIFICAÇÃO) Signo primeiro = SENTIDO Significante do Mito = FORMA Significado do Mito = CONCEITO Signo segundo (Mito) = SIGNIFICAÇÃO

11 Signo primeiro SENTIDO Significante do Mito FORMA Significado do Mito CONCEITO Signo segundo (Mito) SIGNIFICAÇÃO Tornando-se forma, o sentido (...) esvazia-se, empobrece, a história evapora-se, permanece apenas a letra (p. 139). O signo 2º tem como SE um signo 1º, que regride, pois perde parte da sua história e do seu SO. Precisa, então, ser preenchido por outro SO: o do mito (signo 2º). Ler p. 140 Através do conceito, toda uma história nova é implantada no mito (p. 140) Ler p Um SO (mitológico) pode ter vários SE O SO mitológico não se esconde em seu SE (signo 1º - denotado), mas o deforma.

12 EX.

13

O que são os signos? o signo não é a realidade (FIORIN, 2002, p. 58) Signo ou referente?

O que são os signos? o signo não é a realidade (FIORIN, 2002, p. 58) Signo ou referente? O que são os signos? os signos são qualquer coisa, ou estímulo físico, utilizados para representar objetos, qualidades, ideias ou eventos (BORDENAVE, 2002, p. 40) o signo não é a realidade (FIORIN, 2002,

Leia mais

FUNÇÕES DA LINGUAGEM

FUNÇÕES DA LINGUAGEM FUNÇÕES DA LINGUAGEM 1. Função referencial (ou denotativa) É aquela centralizada no referente, pois o emissor oferece informações da realidade. Linguagem usada na ciência, na arte realista, no jornal,

Leia mais

Professora: Jéssica Nayra Sayão de Paula

Professora: Jéssica Nayra Sayão de Paula Professora: Jéssica Nayra Sayão de Paula Conceitos básicos e importantes a serem fixados: 1- Sincronia e Diacronia; 2- Língua e Fala 3- Significante e Significado 4- Paradigma e Sintagma 5- Fonética e

Leia mais

Português. 1. Signo natural

Português. 1. Signo natural Português Ficha de apoio 1 1 os anos João Cunha fev/12 Nome: Nº: Turma: Signos O signo é objeto de estudo de ciências como a Semiologia, a Semiótica e a Linguística, entre outras. Existem várias teorias

Leia mais

Semiótica. A semiótica é a teoria dos signos.

Semiótica. A semiótica é a teoria dos signos. A semiótica é a teoria dos signos. Segundo Umberto Eco, um signo é algo que está no lugar de outra coisa. Ou seja, que representa outra coisa. Uma árvore, por exemplo, pode ser representada por uma série

Leia mais

DICOTOMIA LÍNGUA-FALA ESTRUTURAS EQUIVALENTES SINCRONIA E DIACRONIA SINTAGMA E RELAÇÕES ASSOCIATIVAS

DICOTOMIA LÍNGUA-FALA ESTRUTURAS EQUIVALENTES SINCRONIA E DIACRONIA SINTAGMA E RELAÇÕES ASSOCIATIVAS DICOTOMIA LÍNGUA-FALA ESTRUTURAS EQUIVALENTES SINCRONIA E DIACRONIA SINTAGMA E RELAÇÕES ASSOCIATIVAS 1 DICOTOMIA LÍNGUA-FALA (SAUSSURE) 1) Língua: entidade puramente abstracta, uma norma superior aos indivíduos,

Leia mais

Linguística As Dicotomias Linguísticas e a Dupla Articulação da Linguagem

Linguística As Dicotomias Linguísticas e a Dupla Articulação da Linguagem Linguística As Dicotomias Linguísticas e a Dupla Articulação da Linguagem Profª. Sandra Moreira Conteúdo Programático As Dicotomias Linguísticas Sincronia versus Diacronia Língua versus Fala Significante

Leia mais

RESENHA CRÍTICA O ÓBVIO E O OBTUSO

RESENHA CRÍTICA O ÓBVIO E O OBTUSO FACULDADE DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO ISRAEL ANTONIO MANOEL PEREIRA O ÓBVIO E O OBTUSO Resenha Crítica apresentada como atividade parcial avaliativa da disciplina

Leia mais

AS RELAÇÕES SINTAGMÁTICAS NO CONTEXTO PUBLICITÁRIO: DO SIGNO LINGUÍSTICO À SEMIOLOGIA DAS IMAGENS. Mario Abel Bressan Junior *

AS RELAÇÕES SINTAGMÁTICAS NO CONTEXTO PUBLICITÁRIO: DO SIGNO LINGUÍSTICO À SEMIOLOGIA DAS IMAGENS. Mario Abel Bressan Junior * Revista Expressão, Mossoró-RN, v. 41, n. 1, p. 29-45, jan./jun. 2010 AS RELAÇÕES SINTAGMÁTICAS NO CONTEXTO PUBLICITÁRIO: DO SIGNO LINGUÍSTICO À SEMIOLOGIA DAS IMAGENS. Mario Abel Bressan Junior * RESUMO:

Leia mais

design > comunicação visual Profa. Julie Pires

design > comunicação visual Profa. Julie Pires design > comunicação visual Profa. Julie Pires Teorias do Design 1 [BAV105] DESIGN Design é inventar, projetar, programar, coordenar uma longa lista de fatores humanos e técnicos, traduzir o invisível

Leia mais

Comunicação de Moda: Retórica da Palavra e Retórica da Imagem Fashion merchandising: Rhetoric of the word e Rhetoric of the image

Comunicação de Moda: Retórica da Palavra e Retórica da Imagem Fashion merchandising: Rhetoric of the word e Rhetoric of the image Comunicação de Moda: Retórica da Palavra e Retórica da Imagem Fashion merchandising: Rhetoric of the word e Rhetoric of the image Ricardo Brito Almeida 1 rbai@ig.com.br Resumo Comunicação de Moda: Retórica

Leia mais

Comunicação Visual. Introdução

Comunicação Visual. Introdução Comunicação Visual Introdução Comunicar é a capacidade de partilhar, pôr em comum, o que pensamos ou sentimos; é transmitir uma determinada mensagem. Para que a comunicação exista é necessária a existência

Leia mais

TESTE SEUS CONHECIMENTOS sobre o MESTRE GENEBRINO! Faça o teste, conte os pontos e veja no final comentários sobre a sua pontuação.

TESTE SEUS CONHECIMENTOS sobre o MESTRE GENEBRINO! Faça o teste, conte os pontos e veja no final comentários sobre a sua pontuação. TESTE SEUS CONHECIMENTOS sobre o MESTRE GENEBRINO! Faça o teste, conte os pontos e veja no final comentários sobre a sua pontuação. Você encontra as leituras de apoio ao exercício neste link: http://www.revel.inf.br/pt/edicoes/?mode=especial&id=13

Leia mais

Linguagem e psicanálise

Linguagem e psicanálise Linguagem e psicanálise Silvana Paglarini Davela 1 Selma de Albuquerque Cavalcanti Kirsch 2 RESUMO: Este artigo apresenta uma abordagem concisa de estudos teóricos sobre a linguagem e a sua relação com

Leia mais

BREVE HISTÓRIA DA SEMIOLOGIA: Abordagens de Saussure, Peirce, Morris e Barthes.

BREVE HISTÓRIA DA SEMIOLOGIA: Abordagens de Saussure, Peirce, Morris e Barthes. 1 BREVE HISTÓRIA DA SEMIOLOGIA: Abordagens de Saussure, Peirce, Morris e Barthes. BREVE HISTÓRIA DA SEMIOLOGIA (1) Período Clássico; (2) Período Medieval; (3) Racionalismo; (4) Empirismo Britânico; (5)

Leia mais

MULTIMODALIDADES DE LINGUAGENS E CAMINHOS PARA FUTUROS ESTUDOS

MULTIMODALIDADES DE LINGUAGENS E CAMINHOS PARA FUTUROS ESTUDOS MULTIMODALIDADES DE LINGUAGENS E CAMINHOS PARA FUTUROS ESTUDOS Amanda Micheletti Tavares 1 Nicolas de Oliveira Santos 2 Drª Maria José Guerra (Orientadora) 3 Resumo: O presente trabalho visa apresentar

Leia mais

ÍNDICE. COMUNICAÇÃO 19 Etimologia do termo 19 Diversos conceitos 20

ÍNDICE. COMUNICAÇÃO 19 Etimologia do termo 19 Diversos conceitos 20 INTRODUÇÃO 7 ÍNDICE PREFÁCIO 15 INTRODUÇÃO 17 COMUNICAÇÃO 19 Etimologia do termo 19 Diversos conceitos 20 CAPÍTULO 1 SIGNO E COMUNICAÇÃO 1. O HOMEM E OS SÍMBOLOS 27 Dois mundos 27 Semiologia 29 Semiótica

Leia mais

O EMPREGO DAS FIGURAS DE RETÓRICA NAS CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS

O EMPREGO DAS FIGURAS DE RETÓRICA NAS CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS O EMPREGO DAS FIGURAS DE RETÓRICA NAS CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS ANUÁRIO DA PRODUÇÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DISCENTE Vol. 13, N. 21, Ano 2010 Deborah Silva de Oliveira Prof. Márcio Sampaio de Castro Curso:

Leia mais

Teoria da comunicação e semiótica * Cláudio Henrique da Silva

Teoria da comunicação e semiótica * Cláudio Henrique da Silva Teoria da comunicação e semiótica * Cláudio Henrique da Silva Existem inúmeras teorias da comunicação. Perguntas preliminares: o que é língua? O que é fala? O que é linguagem? Língua Sons e ruídos combinados

Leia mais

COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 4

COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 4 COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 4 Índice 1. Significado...3 1.1. Contexto... 3 1.2. Intertextualidade... 3 1.2.1. Tipos de intertextualidade... 3 1.3. Sentido... 4 1.4. Tipos de Significado... 4 1.4.1. Significado

Leia mais

Narrativa e informação

Narrativa e informação Narrativa e informação emissor = formulador da sintaxe da mensagem receptor = intérprete da semântica A recepção qualifica a comunicação. É por isso que o receptor tem papel fundamental no processo de

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SEMIÓTICA Ano Lectivo 2016/2017

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SEMIÓTICA Ano Lectivo 2016/2017 Programa da Unidade Curricular SEMIÓTICA Ano Lectivo 2016/2017 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Comunicação e Multimédia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular SEMIÓTICA

Leia mais

Introdução ao estudo do Signo: a Semiologia e a Semiótica

Introdução ao estudo do Signo: a Semiologia e a Semiótica ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVXWYZ0123456789!?@%$ A palavra semiótica (do grego σημειωτικός (sēmeiōtikos) literalmente "a ótica dos sinais"), é a ciência geral dos signos e da semiose que estuda todos os fenômenos

Leia mais

Português. Conotação e Denotação. Professor Carlos Zambeli.

Português. Conotação e Denotação. Professor Carlos Zambeli. Português Conotação e Denotação Professor Carlos Zambeli www.acasadoconcurseiro.com.br Português DENOTAÇÃO X CONOTAÇÃO O signo linguístico (a palavra) é constituído pelo significante parte perceptível,

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SEMIÓTICA Ano Lectivo 2013/2014

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SEMIÓTICA Ano Lectivo 2013/2014 Programa da Unidade Curricular SEMIÓTICA Ano Lectivo 2013/2014 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Comunicação e Multimédia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular SEMIÓTICA

Leia mais

Textos, filmes e outros materiais. Habilidades e Competências. Conteúdos/ Matéria. Categorias/ Questões. Tipo de aula. Semana

Textos, filmes e outros materiais. Habilidades e Competências. Conteúdos/ Matéria. Categorias/ Questões. Tipo de aula. Semana PLANO DE CURSO DISCIPLINA: LINGUAGEM JURÍDICA (CÓD. ENEX 60106) ETAPA: 1ª TOTAL DE ENCONTROS: 15 SEMANAS Semana Conteúdos/ Matéria Categorias/ Questões Tipo aula Habilidas e Competências Textos, filmes

Leia mais

PsicoDom, v.1, n.1, dez

PsicoDom, v.1, n.1, dez PsicoDom, v.1, n.1, dez. 2007 13 Resenha do livro Categorias Conceituais da Subjetividade Jorge Sesarino 1 Fabio Thá, conhecido nome da psicanálise em Curitiba, foi um dos pioneiros no estudo da obra de

Leia mais

Unidade: As dicotomias linguísticas e a dupla articulação Unidade I: da linguagem

Unidade: As dicotomias linguísticas e a dupla articulação Unidade I: da linguagem Unidade: As dicotomias linguísticas e a dupla articulação Unidade I: da linguagem 0 Unidade: As dicotomias linguísticas e a dupla articulação da linguagem As Dicotomias Linguísticas Conforme estudamos

Leia mais

EDUCAÇÃO VISUAL 8º ANO PLANIFICAÇÃO

EDUCAÇÃO VISUAL 8º ANO PLANIFICAÇÃO Objetivos gerais: EDUCAÇÃO VISUAL 8º ANO PLANIFICAÇÃO COMPREENDER CONCEITOS TEÓRICO-CIENTÍFICOS DO FENÓMENO LUZ-COR. RECONHECER A IMPORTÂNCIA DA LUZ-COR NA PERCEÇÃO DO MEIO ENVOLVENTE. DISTINGUIR CARACTERÍSTICAS

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SEMIÓTICA Ano Lectivo 2012/2013

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SEMIÓTICA Ano Lectivo 2012/2013 Programa da Unidade Curricular SEMIÓTICA Ano Lectivo 2012/2013 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Comunicação e Multimédia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular SEMIÓTICA

Leia mais

FUNÇÕES DA LINGUAGEM

FUNÇÕES DA LINGUAGEM FUNÇÕES DA LINGUAGEM FUNÇÕES DA LINGUAGEM Funções da Linguagem: são o conjunto das finalidades comunicativas realizadas por meio dos enunciados da língua. Enunciado: é tudo aquilo que é dito ou escrito

Leia mais

Curso de Interpretação de Textos: (Lendo Tirinhas Parte 2)

Curso de Interpretação de Textos: (Lendo Tirinhas Parte 2) Curso de Interpretação de Textos: (Lendo Tirinhas Parte 2) A construção do humor: intertextualidade (Quino) (Caulos) (André Dahmer) 1. (ENEM 2009) Texto 1 No meio do caminho No meio do caminho tinha uma

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE SENTIDO 1

A CONSTRUÇÃO DE SENTIDO 1 1 A CONSTRUÇÃO DE SENTIDO 1 Isadora dos SANTOS Patrícia TRONCO Universidade de Passo Fundo Resumo: O artigo reflete sobre conceitos advindos da Lingüística Estruturalista. Assim, vamos estudar todas as

Leia mais

Promoção Comunicação

Promoção Comunicação Promoção Comunicação 1 Propaganda, Promoção de Vendas e Publicidade 2 3 Mix de Comunicação de Marketing ou Mix de Promoção Consiste em uma composição de instrumentos de comunicação como propaganda, venda

Leia mais

Intertextualidade na Fotografia Publicidade: o conto de fada 1

Intertextualidade na Fotografia Publicidade: o conto de fada 1 Intertextualidade na Fotografia Publicidade: o conto de fada 1 Juliana Souza TEIXEIRA 2 Dayane Bifon de BARROS 3 Rodrigo Daniel Levoti PORTARI 4 Universidade do Estado de Minas Gerais, Frutal, MG RESUMO

Leia mais

SOB A LUZ DA SEMÂNTICA!

SOB A LUZ DA SEMÂNTICA! LISTA: 1ª série Professor(a): Lucas Salomão Turma: Aluno(a): Segmento temático: SOB A LUZ DA SEMÂNTICA! DIA: MÊS: 05 2016 INSTRUÇÃO: Texto para as questões 01 e 02. QUESTÃO 01 (UNICAMP) Nessa propaganda

Leia mais

Prof ª Drª Dilma Tavares Luciano Universidade Federal de Pernambuco

Prof ª Drª Dilma Tavares Luciano Universidade Federal de Pernambuco Prof ª Drª Dilma Tavares Luciano Universidade Federal de Pernambuco dilma.tavares@ufpe.br Dificuldades e desordens Patologias Conhecer e tratar manifestações anormais Habilidades desenvolvidas pelo terapeuta

Leia mais

A recapitulação mitológica no discurso publicitário. The mythological recapitulation in advertising discourse

A recapitulação mitológica no discurso publicitário. The mythological recapitulation in advertising discourse A recapitulação mitológica no discurso publicitário Davi Gonçalves Dias (Universidade Estadual de Londrina UEL) davigdias@gmail.com Resumo: O homem da contemporaneidade continua sendo um ser influenciado

Leia mais

ATENÇÃO! Material retirado da Internet, que eu considero de fonte segura e confiável. Os endereços estão no fim de cada assunto. O que é Semântica? Semântica provém do vocábulo grego que se pode traduzir

Leia mais

Texto e discurso: complementares?

Texto e discurso: complementares? Texto e discurso: complementares? Fábio Moreira Arcara Luane Gonçalves Amurin Viviane Santos Bezerra Resumo: Não é o objetivo nesse artigo aprofundar-se em inúmeras questões que acercam o assunto Texto

Leia mais

Analfabeto funcional é o sujeito incapaz de interpretar o que lê e de usar a leitura e escrita em atividades cotidianas (UNESCO).

Analfabeto funcional é o sujeito incapaz de interpretar o que lê e de usar a leitura e escrita em atividades cotidianas (UNESCO). Segundo o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) Somente 26% dos brasileiros acima de 15 anos apresentam plenas habilidades de leitura e escrita; 74% dos brasileiros entre 15 e 64

Leia mais

Metas curriculares de Educação Visual

Metas curriculares de Educação Visual AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA QUINTA DO CONDE Escola Básica Integrada/JI da Quinta do Conde Escola Básica 1/JI do Casal do Sapo Departamento de Artes e Tecnologias Educação Visual Ano Letivo - 2016/2017 3º

Leia mais

Nota Prévia 7 Prefácio... 23

Nota Prévia 7 Prefácio... 23 Indice Nota Prévia 7 Prefácio................................................... 23 I PARTE - Definição, classificações e funções da Publicidade 25 O Que é Publicidade? 27 Importância e Desenvolvimento

Leia mais

OS PENSADORES DA EDUCAÇÃO

OS PENSADORES DA EDUCAÇÃO OS PENSADORES DA EDUCAÇÃO PAULO FREIRE, PIAGET, VYGOTSKY & WALLON 01. De acordo com Paulo Freire quando trata da importância do ato de ler, para a construção da visão crítica são indispensáveis: (A) Trabalhar

Leia mais

Sol em Sagitário. l y z i a n e m e n e z e s. c o m. b

Sol em Sagitário. l y z i a n e m e n e z e s. c o m. b Sol em Oie! Tudo bem com você? Antes de tudo, quero agradecer por teres feito contato comigo! Estou muito feliz pela nossa conexão. Este material é um pequeno presente que preparei para compartilhar especialmente

Leia mais

Slogan. Profa Marilene Garcia Baseada em Martins (1997)

Slogan. Profa Marilene Garcia Baseada em Martins (1997) Slogan Profa Marilene Garcia Baseada em Martins (1997) SLOGAN - DEFINIÇÕES Sant Anna (1982) define slogan como uma sentença ou máxima que expressa uma qualidade, uma vantagem do produto, ou uma norma de

Leia mais

Gramática. Prof Guto

Gramática. Prof Guto Gramática Prof Guto O texto é uma reunião de ideias lógicas expressas pela combinação de palavras. A compreensão de texto nada mais é do que a capacidade de entender as partes de um texto e sua relação

Leia mais

Aula 1 - Linguagem e Alfabetismo Visual. professor Rafael Hoffmann

Aula 1 - Linguagem e Alfabetismo Visual. professor Rafael Hoffmann Aula 1 - Linguagem e Alfabetismo Visual professor Rafael Hoffmann Linguagem Linguagem Definições lin.gua.gem s.f. 1 o conjunto das palavras e dos métodos de combiná-las usado e compreendido por uma comunidade

Leia mais

Comunicação / Informação / Dados

Comunicação / Informação / Dados Comunicação / Informação / Dados Pensa-se que já os nossos antepassados Homo Sapiens já comunicavam através da linguagem. A linguagem é uma capacidade estritamente humana. Linguagem É a faculdade de um

Leia mais

PERFIL DE APRENDIZAGENS Educação Visual - 3º ciclo. Meta / Objetivo N Descritores Obs.

PERFIL DE APRENDIZAGENS Educação Visual - 3º ciclo. Meta / Objetivo N Descritores Obs. PERFIL DE APRENDIZAGENS Educação Visual - 3º ciclo Departamento de Expressões Técnica T8 Ano 2016/17 8ºANO Meta / Objetivo N Descritores Obs. 1. Compreender conceitos teóricocientíficos do fenómeno luz-cor.

Leia mais

SEMIÓTICA DA CULTURA SEMIÓTICA RUSSA

SEMIÓTICA DA CULTURA SEMIÓTICA RUSSA SEMIÓTICA DA CULTURA SEMIÓTICA RUSSA HISTÓRICO Na segunda metade do século XIX, surge na Rússia, paralelamente ao que ocorria no mundo, o que poderia denominar de uma consciência semiótica. A consciência

Leia mais

Heil Hitler; análise semiológica de pôsteres nazistas do período

Heil Hitler; análise semiológica de pôsteres nazistas do período 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE COMUNICAÇÃO Heil Hitler; análise semiológica de pôsteres nazistas do período 1933 1945 Luciana Lobão da Silva RIO DE JANEIRO 2 2008 UNIVERSIDADE FEDERAL

Leia mais

«IDENTIFICAS-TE?» I O primeiro problema que abordo neste texto diz respeito a uma interpelação que se constitui como ponto de partida e que,

«IDENTIFICAS-TE?» I O primeiro problema que abordo neste texto diz respeito a uma interpelação que se constitui como ponto de partida e que, «IDENTIFICAS-TE?» I O primeiro problema que abordo neste texto diz respeito a uma interpelação que se constitui como ponto de partida e que, aparentemente, pode surgir como provocatória: será que a publicidade

Leia mais

CURSO. Indexação da Informação Imagética de Documentos Fotográficos

CURSO. Indexação da Informação Imagética de Documentos Fotográficos CURSO Indexação da Informação Imagética de Documentos Fotográficos 1 PROGRAMA 1. Introdução: conceitos básicos (análise documentária, resumo, indexação, lingüística, entre outros). 2 horas 2. Análise Documentária

Leia mais

Metodologia Científica

Metodologia Científica Metodologia Científica O PROCESSO DE LEITURA E DA PRODUÇÃO DE TEXTOS Profª Ma. Fabiana Rocha O PROCESSO DE LEITURA Importância da Leitura Aprendizagem do ser humano; Enriquecer o vocabulário; Obter conhecimento;

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular

Ficha de Unidade Curricular Ficha de Unidade Curricular Unidade Curricular Designação: Semiótica Área Científica: CSH Som e Imagem Ciclo de Estudos: 1º Ciclo - Licenciatura Carácter: Obrigatória Semestre: 2º ECTS: 3 Tempo de Trabalho:

Leia mais

A Manipulação dos Dados Estatísticos pela Mídia Impressa1. Genilda Alves de Souza2. Faculdade Cásper Líbero, SP

A Manipulação dos Dados Estatísticos pela Mídia Impressa1. Genilda Alves de Souza2. Faculdade Cásper Líbero, SP 1 A Manipulação dos Dados Estatísticos pela Mídia Impressa1 Genilda Alves de Souza2 Faculdade Cásper Líbero, SP RESUMO Nos meios de comunicação encontramos mensagens com números em suas mais variadas formas:

Leia mais

O fonema como unidade básica da semiose Sebastião Elias Milani

O fonema como unidade básica da semiose Sebastião Elias Milani O fonema como unidade básica da semiose Sebastião Elias Milani No Curso de Linguística Geral, Ferdinand de Saussure (1854-1913) explicou muitas coisas importantes para todos os pensadores da linguagem.

Leia mais

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA 1 LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER 1 FORTALECENDO SABERES. Conteúdos:

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA 1 LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER 1 FORTALECENDO SABERES. Conteúdos: CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA 1 A 1 Conteúdos: Tonicidade: Classificação das silabas, na palavra, quanto ao som e ao número. Classificação das palavras quanto ao

Leia mais

Fichamento de leitura Caio Roberto Saldanha 1º/Letras

Fichamento de leitura Caio Roberto Saldanha 1º/Letras CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE LINGUAGEM E TECNOLOGIA CURSO GRADUAÇÃO LETRAS DISCIPLINA TEORIA DA LITERATURA Professora Fernanda Rodrigues de Figueiredo (Mestre

Leia mais

Unidade II COMUNICAÇÃO APLICADA. Profª. Carolina Lara Kallás

Unidade II COMUNICAÇÃO APLICADA. Profª. Carolina Lara Kallás Unidade II COMUNICAÇÃO APLICADA Profª. Carolina Lara Kallás Unidade II Semiótica Signo Linguagens Origem Vertentes Significado e significante Aplicação Prática Fases do processo de comunicação: Pulsação

Leia mais

AS COLAGENS DE LINDER STERLING COMO UM REFLEXO DA SOCIEDADE DE CONSUMO

AS COLAGENS DE LINDER STERLING COMO UM REFLEXO DA SOCIEDADE DE CONSUMO 11º Colóquio de Moda 8ª Edição Internacional 2º Congresso Brasileiro de Iniciação Científica em Design e Moda 2015 AS COLAGENS DE LINDER STERLING COMO UM REFLEXO DA SOCIEDADE DE CONSUMO The Collages of

Leia mais

Casa de banho com design recriado.

Casa de banho com design recriado. Geberit Tecnologia Sanitária, S.A. Urb. Pólo Tecnológico à Estr. do Paço do Lumiar, Lt. 6 2º A PT 1600-542 Lisboa T: 217 815 100 F: 217 930 738 marketing.pt@geberit.com www.geberit.pt Casa de banho com

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO VISUAL 8ºANO

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO VISUAL 8ºANO PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO VISUAL 8ºANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO O aluno è capaz de: analisar o fenómeno de decomposição da cor; interpretar e distinguir contributos de teóricos da luz-cor;

Leia mais

ELEMENTOS BÁSICOS DA COMUNICAÇÃO & FUNÇÕES DA LINGUAGEM. Prof. Andriza M. Becker

ELEMENTOS BÁSICOS DA COMUNICAÇÃO & FUNÇÕES DA LINGUAGEM. Prof. Andriza M. Becker ELEMENTOS BÁSICOS DA COMUNICAÇÃO & FUNÇÕES DA LINGUAGEM. Prof. Andriza M. Becker OS SEIS ELEMENTOS BÁSICOS DA COMUNICAÇÃO FALHAS NA COMUNICAÇÃO... E NA COMUNICAÇÃO ESCRITA??? QUE INTERPRETAÇÃO VOCÊ FAZ

Leia mais

O que significa Morfologia

O que significa Morfologia Morfologia Revisão O que significa Morfologia A palavra Morfologia tem sua origem a partir das formas gregas morphê, 'forma' e logos, 'estudo, tratado'. Então: Morfologia significa 'o estudo da forma'.

Leia mais

Jah fiz minha parte, e vc? 1

Jah fiz minha parte, e vc? 1 Jah fiz minha parte, e vc? 1 Ana Lívia Gama Jardim de SÁ 2 Caroline Avelino HOLDER 3 Larissa de OLIVEIRA 4 Roberto CAMPELO 5 Maria Érica de Oliveira LIMA 6 Universidade Federal do Rio Grande do Norte,

Leia mais

O Mito Feminino em Rótulos de Cachaça: Indutor da Libido para o Sucesso Publicitário 1

O Mito Feminino em Rótulos de Cachaça: Indutor da Libido para o Sucesso Publicitário 1 O Mito Feminino em Rótulos de Cachaça: Indutor da Libido para o Sucesso Publicitário 1 Andréa Barbosa Camargo 2 Mestranda em Comunicação (UFPE) Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Resumo Nesse artigo,

Leia mais

Slogans publicitários: Uma análise da representação da marca O Boticário 1

Slogans publicitários: Uma análise da representação da marca O Boticário 1 Slogans publicitários: Uma análise da representação da marca O Boticário 1 Luciana da Silva Souza Reino 2 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS RESUMO Este artigo analisou

Leia mais

Uma pergunta. O que é o homem moderno?

Uma pergunta. O que é o homem moderno? Uma pergunta O que é o homem moderno? Respostas O homem moderno é aquele que não trabalha para viver, mas vive para trabalhar. O homem moderno não domina o tempo; ao contrário, é dominado pelo tempo. O

Leia mais

CARTAZES DE RUA E DE INTERIORES

CARTAZES DE RUA E DE INTERIORES RESUMO HISTÓRICO Os primeiros cartazes datam do século XV.(Divulgar decisões tomadas pelo governo) No século XVIII a sua utilização já é mais frequente. (Anunciar produtos comerciais e industriais) Com

Leia mais

Curso: Letras Português/Espanhol. Disciplina: Linguística. Docente: Profa. Me. Viviane G. de Deus

Curso: Letras Português/Espanhol. Disciplina: Linguística. Docente: Profa. Me. Viviane G. de Deus Curso: Letras Português/Espanhol Disciplina: Linguística Docente: Profa. Me. Viviane G. de Deus AULA 2 1ª PARTE: Tema 2 - Principais teóricos e teorias da Linguística moderna Formalismo x Funcionalismo

Leia mais

Unidade I TEORIAS E TÉCNICAS DE. Profa. Rita Maciel

Unidade I TEORIAS E TÉCNICAS DE. Profa. Rita Maciel Unidade I TEORIAS E TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO Profa. Rita Maciel Teorias e técnicas de comunicação Ementa: Unidade I O processo da comunicação humana O papel do receptor na comunicação A comunicação verbal

Leia mais

LISTA DE CONTEÚDOS PARA RECUPERAÇÃO FINAL Professor: Airton José Müller Componente Curricular: Filosofia

LISTA DE CONTEÚDOS PARA RECUPERAÇÃO FINAL Professor: Airton José Müller Componente Curricular: Filosofia LISTA DE CONTEÚDOS PARA RECUPERAÇÃO FINAL - 2015 Professor: Airton José Müller Componente Curricular: Filosofia 7º Ano Filósofos Clássicos. A filosofia clássica. Sócrates de Atenas: o poder das perguntas

Leia mais

Pensamento e linguagem

Pensamento e linguagem Pensamento e linguagem Função da linguagem Comunicar o pensamento É universal (há situações que nem todos sabem fazer), mas todos se comunicam Comunicação verbal Transmissão da informação Características

Leia mais

O Discurso da Poesia Concreta Uma Abordagem Semiótica

O Discurso da Poesia Concreta Uma Abordagem Semiótica O Discurso da Poesia Concreta Uma Abordagem Semiótica Em língua portuguesa, a palavra forma, de acordo com o Dicionário Houaiss, quer dizer, entre as várias definições do termo consideradas inclusive a

Leia mais

Absolut Perfection: análise das estratégias discursivas de uma garrafa de vodca 1. Fernando Silva SANTOR 2 Fabiane da Silva VERISSIMO 3

Absolut Perfection: análise das estratégias discursivas de uma garrafa de vodca 1. Fernando Silva SANTOR 2 Fabiane da Silva VERISSIMO 3 Absolut Perfection: análise das estratégias discursivas de uma garrafa de vodca 1 Fernando Silva SANTOR 2 Fabiane da Silva VERISSIMO 3 RESUMO O presente artigo busca apresentar as estratégias discursivas

Leia mais

06/03/2016 DESIGN. Prof. Fabiano Taguchi IDENTIDADE VISUAL

06/03/2016 DESIGN. Prof. Fabiano Taguchi  IDENTIDADE VISUAL DESIGN Prof. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com fabianotaguchi@hotmail.com IDENTIDADE VISUAL 1 IDENTIDADE VISUAL É um conjunto de elementos gráficos que compõem as características visuais

Leia mais

Interpretação e textos I: nível da manifestação, pressupostos e subentendidos

Interpretação e textos I: nível da manifestação, pressupostos e subentendidos Percurso Pré-vestibular Língua Portuguesa Professor Alison Leal Interpretação e textos I: nível da manifestação, pressupostos e subentendidos Conceituação I Análise do texto Disponível em http://photos1.blogger.com/x/blogger/1514/4292/1600/522276/fundselma.jpg,

Leia mais

P R O G R A M A. O léxico português. Processos de criação e renovação

P R O G R A M A. O léxico português. Processos de criação e renovação UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES DEPARTAMENTO DE LETRAS CLÁSSICAS E VERNÁCULAS DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA II (Red. e Expressão Oral) CARGA HORÁRIA: 45 horas

Leia mais

Língua, Linguagem e Comunicação O homem, ser de linguagem Sentido, significação e signo

Língua, Linguagem e Comunicação O homem, ser de linguagem Sentido, significação e signo Língua, Linguagem e Comunicação O homem, ser de linguagem Sentido, significação e signo Aula 1 Português 1 Faculdade Pitágoras Vale do Aço Jaider Fernandes Reis, Marcélia Marise Vieira dos Santos Martha

Leia mais

inglês Material de divulgação Comparativos Curriculares SM língua estrangeira moderna ensino médio

inglês Material de divulgação Comparativos Curriculares SM língua estrangeira moderna ensino médio Material de divulgação de Edições SM língua estrangeira moderna Comparativos Curriculares SM ensino médio A coleção Alive High Língua Estrangeira Moderna Inglês e o currículo do Estado de São Paulo Apresentação

Leia mais

Apenas o Necessário 1. Flávio Domeniche BASTOS 2 Guilherme Pereira da ROSA 3 Eduardo Perotto BIAGI 4 Universidade Católica Dom Bosco, Campo Grande, MS

Apenas o Necessário 1. Flávio Domeniche BASTOS 2 Guilherme Pereira da ROSA 3 Eduardo Perotto BIAGI 4 Universidade Católica Dom Bosco, Campo Grande, MS Apenas o Necessário 1 Flávio Domeniche BASTOS 2 Guilherme Pereira da ROSA 3 Eduardo Perotto BIAGI 4 Universidade Católica Dom Bosco, Campo Grande, MS RESUMO Muito tem se falado de sustentabilidade, meio

Leia mais

PRÉ-REQUISITOS Haver concluído a disciplina Introdução aos Estudos Linguísticos ou disciplina equivalente..

PRÉ-REQUISITOS Haver concluído a disciplina Introdução aos Estudos Linguísticos ou disciplina equivalente.. GÊNEROS TEXTUAIS PROJETO DIDÁTICO Aula 10 META Apresentar a criação de um produto fi nal, a partir de atividades de leitura e escrita, como possibilidade de ressignifi cação da aprendizagem dos gêneros

Leia mais

Faz sentido este título?

Faz sentido este título? Fernanda Henriques Universidade de Évora 2007 Faz sentido este título? A linguagem é uma acção? A linguagem é um poder? A linguagem é uma acção? Podemos dizer que a linguagem é um certo tipo de acção Acção

Leia mais

2. Quais os 4 elementos e as 4 forças da natureza ficaram famosas na filosofia pré-socrática?

2. Quais os 4 elementos e as 4 forças da natureza ficaram famosas na filosofia pré-socrática? Nome: nº: Data: 12/05/2011 Disciplinas: Sociologia/Filosofia Série: 1º A e B - EM FORMATIVE GAME 1º TRISMESTRE Prof. André L. Fávero 1. Como se diz Sociologia e Filosofia em hebraico? 2. Quais os 4 elementos

Leia mais

Os sentidos da publicidade: estudos interdisciplinares. Propaganda, História e Modernidade

Os sentidos da publicidade: estudos interdisciplinares. Propaganda, História e Modernidade Os sentidos da publicidade: estudos interdisciplinares BARBOSA, Ivan Santo (org.). Os sentidos da publicidade: estudos interdisciplinares. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005, 180 p. Propaganda,

Leia mais

Índice. 1. O Alfabetizador Ao Desenhar, A Criança Escreve?...5

Índice. 1. O Alfabetizador Ao Desenhar, A Criança Escreve?...5 GRUPO 5.4 MÓDULO 2 Índice 1. O Alfabetizador...3 1.1. Contribuições ao Educador-Alfabetizador... 4 1.2. Ações do professor alfabetizador... 4 2. Ao Desenhar, A Criança Escreve?...5 2 1. O ALFABETIZADOR

Leia mais

PERÍODO 83.1 / 87.2 PROGRAMA EMENTA:

PERÍODO 83.1 / 87.2 PROGRAMA EMENTA: UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA PERÍODO 83.1 / 87.2 EMENTA: Os gêneros literários: divisão e evolução. Caracterização segundo critérios intrínsecos e / ou extrínsecos. A teoria clássica e as teorias modernas

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE PONTOS E CONTEÚDOS- 2ª ETAPA 8º ANO

DISTRIBUIÇÃO DE PONTOS E CONTEÚDOS- 2ª ETAPA 8º ANO DISTRIBUIÇÃO DE PONTOS E CONTEÚDOS- 2ª ETAPA 8º ANO CONTEÚDO E DISTRIBUIÇÃO DE PONTOS 2º etapa 2015 8º ANO Ciências Professora Gláucia Rios Conteúdos Sistema respiratório Sistema cardiovascular Sistema

Leia mais

Os Caligramas são poemas visuais que sintetizam a imagem à escritura, proporcionando a visualidade na legibilidade do figurativo.

Os Caligramas são poemas visuais que sintetizam a imagem à escritura, proporcionando a visualidade na legibilidade do figurativo. Os Caligramas são poemas visuais que sintetizam a imagem à escritura, proporcionando a visualidade na legibilidade do figurativo. São criações do poeta Guillaume Apollinaire a partir da fusão entre a caligrafia

Leia mais

A provocação dos Sentidos no Cartaz de Divulgação da Arte Contemporânea em Portugal

A provocação dos Sentidos no Cartaz de Divulgação da Arte Contemporânea em Portugal A provocação dos Sentidos no Cartaz de Divulgação da Arte Contemporânea em Portugal Ana Paula Gaspar Escola Superior de Tecnologia e Gestão IPP anagasparpt@gmail.com Co-autor Fernando Moreira da Silva

Leia mais

SIGNO SIGNIFICANTE SIGNIFICADO

SIGNO SIGNIFICANTE SIGNIFICADO SIGNO SIGNIFICANTE SIGNIFICADO SIGNO do latim Signu corresponde à idéia de sinal Neste sentido podemos dizer que tudo aquilo que possua significado ou produza significação pode ser entendido como signo

Leia mais

Elaine Starosta Foguel 1

Elaine Starosta Foguel 1 Elaine Starosta Foguel 1 Psicanálise e Lingüística Quando estudamos, discutimos, e praticamos a psicanálise temos em mente a questão do significante lacaniano e o registro do simbólico, a premissa de que

Leia mais

Disciplina Semiótica da Comunicação Código COM326 Créditos 4 Carga Horária 60h

Disciplina Semiótica da Comunicação Código COM326 Créditos 4 Carga Horária 60h Dados de identificação Período Letivo 2017/1 Professor Alexandre Rocha da Silva (ars@ufrgs.br) Disciplina Semiótica da Comunicação Código COM326 Créditos 4 Carga Horária 60h SÚMULA O campo semiótico: limites

Leia mais

COLÉGIO ADVENTISTA DE ALTAMIRA Ementa de Curso para Portfólio

COLÉGIO ADVENTISTA DE ALTAMIRA Ementa de Curso para Portfólio DISCIPLINA:. Língua Portuguesa SÉRIE/ TURMA:. 9º ano A/B BIMESTRE: 4º 1 e 2 - Texto Perder, ganhar, viver. Pag.( 230, 231 e 232) Leitura do texto; discussão; atividade escrita. Pag. ( 232 e 233) - Atividade

Leia mais

LINGUAGEM E PERSUASÃO. Adilson Citelli

LINGUAGEM E PERSUASÃO. Adilson Citelli LINGUAGEM E PERSUASÃO Adilson Citelli CAPÍTULO 3 SIGNO E PERSUASÃO A natureza do signo linguístico ORGANIZAÇÃO e NATUREZA dos signos linguisticos; Ferdinand Saussure, dupla face do signo: SIGNIFICANTE

Leia mais

Conteúdo: Capítulo 01 Cultura: o cosmo humano Filosofia Antiga Filósofos: Tales, Anaxímenes, Pitágoras.

Conteúdo: Capítulo 01 Cultura: o cosmo humano Filosofia Antiga Filósofos: Tales, Anaxímenes, Pitágoras. Colégio: Nome: nº Professor(a): Série: 1ª série do E.M. Turma: Data: / / 2013 SIMULADO DE FILOSOFIA - 1ºANO Sem limite para crescer Conteúdo: Capítulo 01 Cultura: o cosmo humano Filosofia Antiga Filósofos:

Leia mais

SOCIOLOGIA. Prof. Carlos Eduardo Foganholo. Colégio CEC

SOCIOLOGIA. Prof. Carlos Eduardo Foganholo. Colégio CEC SOCIOLOGIA Prof. Carlos Eduardo Foganholo Colégio CEC Cultura - Conceitos Todos os seres humanos possuem cultura. Ninguém tem mais cultura que outra pessoa Não existe cultura superior ou inferior, uma

Leia mais