A PRÉ-HISTÓRIA DA LINGUAGEM ESCRITA

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1 A PRÉ-HISTÓRIA DA LINGUAGEM ESCRITA Disciplina: Desenvolvimento Psicológico III Profª Ms. Luciene Blumer

2 Pois nisto de criação literária cumpre não esquecer guardada a infinita distância que o mundo também foi criado por palavras. (Mário Quintana)

3 Até agora, a escrita ocupou um lugar muito estreito na prática escolar, em relação ao papel fundamental que ela desempenha no desenvolvimento cultural da criança. Ensina-se as crianças a desenhar letras e construir palavras com elas, mas não se ensina a linguagem escrita. Enfatiza-se de tal forma a mecânica de ler o que está escrito que acaba-se obscurecendo a linguagem escrita como tal. (...) E o resultado é a produção de uma fala morta." (VYGOTSKY, p.139). I. INTRODUÇÃO o Vigotski inicia a análise do desenvolvimento da escrita criticando a ênfase nos aspectos mecânicos e externos da escrita: motores, do código, etc.

4 Vygotsky afirma que linguagem escrita: É linguagem viva; Depende de ensino artificial é processo psicológico superior; Requer atenção e esforços enormes, por parte do professor e do aluno; Seu ensino deve fundar-se nas necessidades da criança e em atividades da própria criança. Linguagem escrita é um sistema particular de símbolos e signos cujo domínio prenuncia ponto crítico no desenvolvimento cultural (p 140).

5 Escrita é simbolismo de segunda ordem: Signos escritos designam sons e palavras; Sons e palavras designam objetos e relações reais. Esquema: Signos escritos fala objetos reais Fala desaparece gradualmente Signos escritos objetos reais

6 Principal condição necessária para que a criança compreenda o funcionamento da língua escrita é ela descobrir que esta é um sistema de signos que não tem significado em si. Signos representam outra realidade (OLIVEIRA, 1993). Marta Kohl de Oliveira (1993), refere que a concepção de escrita de Vygotsky está estreitamente ligada a questões centrais em sua teoria (linguagem, mediação simbólica, uso de instrumentos) (p. 68). Entender a pré-história da linguagem escrita é compreender o que ocorre com a criança antes de ser submetida a processos deliberados de alfabetização. (OLIVEIRA, 1993).

7 II. HISTÓRIA DA ESCRITA 1. Gestos: primeiro precursor da escrita gesto é escrita no ar. signos escritos são simples gestos que foram fixados. 2. Primeiros rabiscos: são suplementos da expressão gestual; Consistem em escrita do movimento executado na atividade. 3. Simbolismo no Brinquedo/ jogos (3 a 6 anos): No brinquedo/brincadeira são usadas várias formas de representação

8 o mais importante é a utilização de alguns objetos como brinquedo e a possibilidade de executar, com eles, um gesto representativo (p.143). o próprio movimento da criança, seus próprios gestos, é que atribuem a função de signo ao objeto e lhe dão significado (p. 143). desse ponto de vista, portanto, o brinquedo simbólico das crianças pode ser entendido como um sistema muito complexo de fala através de gestos que comunicam e indicam os significados dos objetos usados para brincar (p 143).

9 Experimentos demonstraram que: o significado surge no gesto (movimento); a fala egocêntrica acompanha a atividade; começa a predominar a fala como representação; criança brinca cada vez menos a fala se tornou o modo principal de representação. a representação simbólica no brinquedo é, essencialmente, uma forma particular de linguagem (...) que leva diretamente à linguagem escrita (p 147).

10 4. Simbolismo no Desenho Desenho começa quando a linguagem falada já alcançou grande progresso (p. 148); Inicialmente, a criança desenha de memória (...) não desenham o que vêem, mas sim o que conhecem (p 148); o desenho é uma linguagem gráfica que surge tendo por base a linguagem verbal (p. 149). No desenho, crianças pequenas contam a história mais do que reproduzem as características do objeto/situação ). o desenho das crianças (é) um estágio preliminar no desenvolvimento da linguagem escrita (p. 149)

11 Há um momento crítico na passagem dos simples rabiscos para o uso de grafias como sinais que representam ou significam algo (...) a criança deve descobrir que os traços feitos por ela podem significar algo (p 128): a criança descobre a existência de símbolos. (Ex: Desenho em espiral fumaça) Desenvolvimento do desenho também sofre forte impacto da fala: a fala permeia o desenho das crianças; início do ato de desenhar é deslocamento do processo de nomeação ou identificação. (ver ex: pag. 150).

12 5. Simbolismo na Escrita Crianças em idade escolar tendem a mudar de uma escrita puramente pictográfica (de imagens) para uma escrita ideográfica (de idéias). Gradualmente, as crianças transformam esses traços indiferenciados (...) simples sinais indicativos, e trações e rabiscos sinalizadores são substituídos por pequenas figuras e desenhos, e estes, por sua vez, são substituídos pelos signos (p. 152).

13 Rabiscos e desenhos são símbolos de primeira ordem, denotando diretamente objetos ou ações (p. 153). Para escrever, a criança terá ainda que evoluir no sentido do simbolismo de segunda ordem, que compreende a criação de sinais escritos representativos dos símbolos falados (sonoros) das palavras (p.153). Para isso, a criança precisa fazer uma descoberta básica a de que se pode desenhar, além de coisas, também a fala (p.153).

14 Escrever: deslocamento do desenhar as coisas para o desenhar as palavras, a fala. O segredo do ensino da linguagem escrita é preparar e organizar adequadamente essa transição natural (p. 153). A compreensão da linguagem escrita é efetuada, primeiramente, através da linguagem falada; (...) gradualmente, essa via é reduzida, abreviada, e a linguagem falada desaparece como elo intermediário. (...) a linguagem escrita adquire o caráter de simbolismo direto. (p. 154).

15 III. IMPLICAÇÕES PRÁTICAS 1. O ensino da escrita deve ser transferido para a pré-escola: Deve ser organizado de forma que a leitura e escrita se tornem necessárias às crianças (p. 155); Não deve ser ensinada como uma habilidade motora, mas como uma atividade cultural complexa ; A escrita deve ser ensinada como atividade relevante à vida.

16 2. A escrita deve ter significado para as crianças: Despertar uma necessidade intrínseca de ler e escrever; Incorporar a escrita como tarefa necessária e relevante para a vida (p. 156). 3.Necessidade de a escrita ser ensinada naturalmente : Como algo a ser cultivado e não imposto ; Melhor método: descobrir as habilidades de leitura e escrita durante as situações de brincadeira; Levar a criança a uma compreensão interior da escrita.

17 Luria (apud OLIVEIRA, 1993) realizou experimentos em que procurava evidenciar o processo de desenvolvimento da escrita. Nos experimentos repetia frases diferentes para as crianças e solicitava seu registro (escrever), como ajuda para a memória. Percurso para a pré-história da escrita: 1º) Rabiscos mecânicos: inicialmente as crianças imitavam o formato da escrita do adulto, produzindo apenas rabiscos mecânicos, sem nenhuma função instrumental. Não auxilia a criança em seu processo de memorização (suporte para a recuperação da informação a ser lembrada);

18 2º) Marcas topográficas: num nível mais avançado, as crianças continuam a fazer sinais sem relação com o conteúdo das sentenças faladas, mas produzem marcas topográficas (mapeamento do material a ser lembrado). Essas marcas ainda não são signos, mas fornecem pistas rudimentares que poderão auxiliar a memória). 3º) Representações pictográficas: a criança representa as frases através da utilização de desenhos. a criança passa a usar o desenho como meio de recordar. (instrumento signos mediador que representam conteudos determinados). Descobre a natureza instrumental da escrita.

19 Da representação pictográfica a criança passa para a escrita simbólica (formas de representar informações difíceis de serem desenhadas) e posteriormente, terá a assimilação dos mecanismos da escrita simbólica, ou seja, o aprendizado da língua escrita, propriamente dita (escrita ideográfica). Esse percurso não é individual, depende do contexto da criança e sofrerá variações conforme a experiência concreta das crianças.

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23 ENSINAR ÀS CRIANÇAS A LINGUAGEM ESCRITA, E NÃO APENAS A ESCRITA DE LETRAS (p. 157).

24 REFERÊNCIA OLIVEIRA, M. K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento, um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, VIGOTSKI, L. S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, (p ).

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