A IMPORTÂNCIA DA CARTOGRAFIA ESCOLAR PARA ALUNOS COM DEFICIENCIA VISUAL: o papel da Cartografia Tátil

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1 A IMPORTÂNCIA DA CARTOGRAFIA ESCOLAR PARA ALUNOS COM DEFICIENCIA VISUAL: o papel da Cartografia Tátil Fernanda Taynara de Oliveira Graduando em Geografia Universidade Estadual de Goiás Campus Minaçu Kelytha Cavalcante Silva Damasceno Graduando em Geografia Universidade Estadual de Goiás Campus Minaçu INTRODUÇÃO O presente trabalho se insere no contexto do curso de licenciatura em Geografia na Universidade Estadual de Goiás. O interesse das autoras pelo tema surge com a participação em uma oficina de Cartografia Tátil, em 2014 durante a IX Semana de Geografia de Minaçu. O curso proporcionou um olhar diferente, onde alunos com deficiência visual dispõem de limites na detecção de detalhes inseridos em mapas e gráficos e que o ensino de cartografia precisa ser adaptado para eles. No curso foram abordados os princípios básicos de Cartografia, dando ênfase sobre a Cartografia Tátil, técnicas de construção de mapas táteis e a importância da inclusão dos estudantes com deficiência na escola. Desta forma, o texto aqui apresentado é resultado das leituras e reflexões iniciais sobre Ensino de Geografia, Cartografia Escolar e Cartografia Tátil. O processo de ensinar Cartografia é muito importante e precisa ser incluído cada vez mais no plano de ensino escolar. O primeiro contato que a criança tem com o ensino de cartografia, logo nas séries iniciais, permite que a mesma siga um extenso processo de aprendizado, aprendendo a ler mapas, usar gráficos, etc. Os conhecimentos de Cartografia que os alunos adquiriram podem ser utilizados no seu cotidiano. O aprendizado ocorre de maneira que a criança vai descobrindo o espaço em que ela está inserida. A partir de então, a criança começa a formar um olhar crítico, tendo várias maneiras de visualizar o seu espaço, como representá-lo e como se locomover no mesmo. Quando esta criança chega ao ensino fundamental, e já tenha tido o contato da Cartografia nos anos anteriores, seu aprendizado será aprimorado ainda mais e essa criança terá aquisição de novos conhecimentos sobre Cartografia. 1

2 A cartografia tátil é segundo Loch (2008. p.39), um ramo específico da Cartografia, que se ocupa da confecção de mapas e outros produtos cartográficos que possam ser lidos por pessoas cegas ou com baixa visão. Deste modo, na escola a cartografia tátil objetiva construir material didático desenvolvido para se ensinar cartografia a estes alunos. As discussões sobre este tema, apesar de nova no Brasil, vêm ganhando força e pesquisas acadêmicas avançam no objetivo de buscar melhores metodologias para que o aluno cego tenha na escola a formação tão importante com os produtos cartográficos. Contudo, ainda há um vasto campo para ser desbravado e há inúmeras possibilidades de para pesquisas. Deste modo, o objetivo principal deste artigo é buscar a compreensão sobre o processo de ensino-aprendizado dos alunos com deficiência visual no ambiente escolar a partir da cartografia tátil. A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE CARTOGRAFIA NA ESCOLA. A educação cartográfica é importante para capacidade de leitura do espaço, o que segundo Passini (2011), é fundamental para a participação responsável e para a autonomia. Saber ler mapas é um ponto importante para a construção do pensamento crítico e autônomo do indivíduo. Será na escola que o sujeito deverá aprender os elementos que o levará a ter um pensamento próprio, isto é, a escola deve ensinar para a autonomia. Reafirmando este papel dos conhecimento cartográficos na vida do cidadão, Simielli (2009, p.94) diz: Os mapas nos permitem ter domínio espacial e fazer a síntese dos fenômenos que ocorrem num determinado espaço. No nosso dia-a-dia ou no dia-a-dia do cidadão, pode-se ter a leitura do espaço por meio de diferentes informações, e na cartografia, por diferentes formas de representar estas informações. (Simielli, 2009, p.94). O ensino de cartografia na escola indica o quão importante é um aluno que está no processo de obtenção de conhecimento, conseguir conhecer o espaço em que vive, podendo se locomover no mesmo. Os alunos que estão inseridos no ambiente escolar e 2

3 tem oportunidade de conhecer um mapa, ter contato, despertam um olhar crítico ao pensar e ver o espaço que o cerca. O aluno por sua vez, constrói ele mesmo seu saber, retendo apenas uma parte dos conteúdos propostos, integrando-a à sua maneira nos esquemas do pensamento e ação. (Simielli, 2009, p.94). Para o processo de Alfabetização Cartográfica, almejando objetivos comuns, ou seja, formar leitores eficientes por meio da ação de mapear e elaborar gráficos. (Passini, 2012, p.24). É preciso entender os caminhos metodológicos para o desenvolvimento de habilidades de elaborar e ler mapas e gráficos de forma eficaz: codificar e decodificar os símbolos, extrair informações e interpretar a espacialidade ou a ordem dos elementos representados para entender sua Geografia. (Passini, 2012, p.24). Passini (2012) enfatiza que um mapa que é criado por uma criança, torna-se um objeto conhecido e consequentemente vai levá-la a despertar um desafio para entendê-lo. De acordo com Passini (2012), os mapas criados pelos alunos no ambiente escolar, despertam um significado maior ao invés do mapa que é imposto na parede da sala de aula. As representações feitas pelos alunos do espaço que vivem como exemplo sala de aula, bairro, mostram-se de forma interessante pelo fato do aluno buscar codificar esse mapa. Simielli (2009) vem tratando o ensino de modo inicial, enfatizando que os professores devem oferecer alguns elementos, para que crianças que estejam cursando entre 1ª e 4ª série e que necessitam de alfabetização cartográfica possam compreender quais são os processos que necessitam para se ter representações gráficas, sobretudo os mapas. Em primeiro lugar, aproveitando o interesse natural da criança pelas imagens desde as séries iniciais, que é uma atitude fundamental para a cartografia. Para atingir esse objetivo, devemos oferecer inúmeros recursos visuais, desenhos, fotos, maquetes, plantas, mapas, imagens de satélites, figuras, tabelas, jogos e representações feitas por crianças, acostumando o aluno à linguagem visual. (Simielli, 2009, p.97). 3

4 Na 5ª e 6ª séries, o aluno ainda vai trabalhar com alfabetização cartográfica e eventualmente na 6ª série ele já terá condições de estar trabalhando com análise, localização e com a correlação. (Simielli, 2009, p.95). Simielli (2009) resume que o aluno que está inserido no ensino médio, que respectivamente passou por todos os processos iniciais de contato com a cartografia, terá mais facilidade para trabalhar com a análise, localização e com a correlação. A IMPORTÂNCIA DA CARTOGRAFIA TÁTIL PARA DEFICIENTES VISUAIS. A motivação na realização deste texto parte da seguinte problematização: Como está sendo abordado o processo de ensino-aprendizagem de cartografia para alunos com deficiência visual? No momento em que se encontra a educação brasileira, o desempenho do professor requer mais habilidades em termos de conhecer as necessidades que o aluno tem. Os professores como mediadores do conhecimento, se preparam para receber alunos com necessidades especiais e contribuir para o processo de ensino/aprendizado desses alunos, repensando as práticas pedagógicas aplicadas em sala de aula e principalmente na inclusão social dentro do ambiente escolar. Muitas vezes o professor se depara com o ensino especial, no foco deste trabalho, alunos com limitações visuais, cegos ou com baixa visão. Neste sentido, o ensino de Geografia, especificamente o ensino de cartografia, traz um recurso acessível para os professores trabalharem com alunos que tenham deficiências visuais, que é a utilização da Cartografia Tátil. O professor deve introduz a prática de inclusão social no ambiente escolar e o aluno tem a oportunidade de conhecer e aprender da mesma maneira que um aluno sem deficiência ou limitações. As representações táteis contidas nos mapas podem ser utilizadas como recursos didáticos que o professor pode aplicar na sala de aula para auxiliar na locomoção e mobilidade desses alunos com deficiência visual ou com baixa visão. A percepção do espaço e as relações espaciais são partes integrantes da vida do homem e dependem basicamente do sentido da visão. O olho consiste no único canal de comunicação da informação visual. A imagem espacial não 4

5 pode ser transcrita e comunicada pela linguagem convencional e por essa razão necessita de uma linguagem gráfica própria, passível de ser percebida pelo tato e também comunicada pelos sons. (Almeida, 2010, p.119). Almeida (2010) relata que o material gráfico disponível para pessoas com deficiência visual ainda é muito limitado, o que pode comprometer o ensino dos conceitos espaciais. A cartografia tátil tem uma função importante de fornecer materiais que sejam adequados para os deficientes visuais, a fim de se obter conhecimento a cerca do espaço vivenciado. No Brasil, até o final da década de 1980, estudos sobre esse assunto eram inexistentes na Geografia, com poucos recursos gráficos na forma tátil, principalmente mapas e imagens. Na esfera internacional, o tema é estudado há mais de 40 anos e existem inúmeras publicações e pesquisas relatadas. (Almeida, 2010, p.120). A autora cita que no ano de 1983, foi realizado o primeiro Simpósio Internacional sobre Mapas e Gráficos para pessoas que tem deficiência visual. O segundo e terceiro simpósio sobre o mesmo assunto foram realizados em 1988 na Inglaterra, e em 1989 no Japão. Em fevereiro de 1994, foi realizado na Universidade de São Paulo e na Associação Cartográfica Internacional, sob a coordenação da autora, o iv Simpósio Internacional sobre Mapas e Gráficos para Deficientes Visuais, com mais de 200 participantes, sendo 50 internacionais. (Almeida, 2010, p.120). De maneira geral, os pesquisadores concordam, e até nos dias atuais afirmam que ainda há muito o que pesquisar, principalmente sobre a percepção e interpretação das representação das representações gráficas pelo tato, normatização da linguagem gráfica, legibilidade dos símbolos, treinamento necessário para utilização de mapas e gráficos, dentre outros temas. (Almeida, 2010, p.120). CONSIDERAÇÕES FINAIS A partir das leituras apresentadas neste artigo, pode-se perceber a importância de ensinar cartografia na escola e utilizar de mapas táteis para ensinar alunos com deficiência visual. Os métodos de ensino estão voltados para o processo de ensinoaprendizagem, que se dá do conhecimento entre professor-aluno. O professor em seu 5

6 papel de educador estuda e objetiva passar para o educando um conteúdo de fácil compreensão, contribuindo para o conhecimento do mesmo. Aprender a ler um mapa, utilizando de suas linguagens e se localizando no espaço são alguns exemplos do que o ensino de cartografia pode proporcionar a um aluno. Enfatizando ainda, que este artigo teve o objetivo de apresentar a Cartografia Tátil como forma de ensino, elaborando atividades didáticas que pratiquem a inclusão no ambiente escolar do aluno com deficiência visual. REFERÊNCIAS ALMEIDA, Regina A. de. A cartografia tátil no ensino de geografia: teoria e prática. In: ALMEIDA, Rosangela Doin. Geografia escolar. 2.ed. São Paulo: Editora Contexto, LOCH, Ruth E. N. Cartografia Tátil: mapas para deficientes visuais. Portal da Cartografia. Londrina, v.1, n.1, maio/ago., p , PASSINI, E. Y. Alfabetização Cartográfica e a aprendizagem para o ensino. São Paulo: Ed. Cortez, SIMIELLI, M. E. R. Cartografia no Ensino Fundamental e Médio. In: CARLOS, A. F. A. A Geografia na sala de aula. 8.ed. São Paulo: Contexto,

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