VYGOTSKY Teoria sócio-cultural. Manuel Muñoz IMIH

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1 VYGOTSKY Teoria sócio-cultural Manuel Muñoz IMIH

2 BIOGRAFIA

3 Nome completo: Lev Semynovich Vygotsky Origem judaica, nasceu em em Orsha (Bielo- Rússia). Faleceu em , aos 37 anos, devido a tuberculose. Graduação em Direito (Universidade de Moscou). Aluno de alguns cursos de história, filosofia e medicina. Tese de mestrado um estudo do Hamlet de Shakespeare, que deu origem ao livro Psicologia da arte Foi professor e pesquisador nas áreas de psicologia, pedagogia, filosofia, literatura, deficiência física e mental, atuando em diversas instituições de ensino e pesquisa.

4 Fez diversos estudos sobre o comportamento humano, sendo junto com Luria e Leontiev (seus colaboradores mais próximos) procurava construir uma nova psicologia. Em 10 anos, Vygotsky passou como um raio pela teoria, pela prática e por instituições oficiais. Produziu cerca de 200 trabalhos de Psicologia e 100 sobre arte e literatura. Dois anos após sua morte suas obras foram proibidas durante 20 anos pela ditadura de Stálin... Obras em português: Formação Social da Mente. Pensamento e Linguagem.

5 CONCEITOS FUNDAMENTAIS

6 O foco de suas preocupações Foi o desenvolvimento do indivíduo e da espécie humana como resultado de um processo sócio histórico.

7 Idéias centrais 1. O funcionamento psicológico está baseado nas relações sociais entre o indivíduo e o meio num processo histórico: As características humanas não estão presente desde o nascimento do indivíduo, nem são mero resultados das pressões do meio externo. Elas resultam da interação dialética do homem e o seu meio sócio-cultural. Quando o homem modifica o ambiente através de seu próprio comportamento, essa mesma modificação vai influenciar seu comportamento futuro.

8 Idéias centrais 1. As funções psicológicas superiores têm um suporte biológico: o cérebro é visto como órgão principal da atividade mental. Mas se originam nas relações do indivíduo e seu contexto cultural e social.

9 Idéias centrais Vygotsky define dois tipos de funções psicológicas: As Funções Elementares que são total e diretamente determinadas pela estimulação ambiental, estão reguladas por processos biológicos. As Funções Psicológicas Superiores, que são o resultado da estimulação auto-gerada (criação e uso de estímulos artificiais, ou seja signos), dentro de um contexto sóciocultural. Possuem quatro características que as diferenciam das funções elementares, elas são: constituídas no contexto social voluntárias intencionais mediatizadas.

10 Idéias centrais 3. A relação homem-meio é uma relação mediada por sistemas simbólicos São os instrumentos técnicos e os signos, construídos historicamente, que fazem a mediação dos seres humanos entre si e deles com o mundo. A linguagem é um signo mediador por excelência.

11 DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM

12 Processo de internalização Para Vygotsky, a aprendizagem e o desenvolvimento estão inter-relacionados desde o primeiro dia de vida do indivíduo, passando a ser executados em um plano interno.

13 Nível de Desenvolvimento Real Referente as conquistas que já estão consolidadas na criança, ela já aprendeu e domina. Indica os processos mentais da criança que já se estabeleceram. Representa as funções já amadurecidas. Exemplos: andar de bicicleta, cortar com tesoura, dominar o teclado.

14 Nível de Desenvolvimento Potencial Referente aquilo que a criança é capaz de fazer mediante a ajuda de outra pessoa (adulto ou outra criança). Para Vygotsky, esse nível é bem mais indicativo do desenvolvimento mental do que aquilo que ela consegue fazer sozinha. Exemplo: uma criança de 5 anos montando um quebra cabeça com ajuda de um irmão mais velho.

15 Zona de Desenvolvimento Proximal ZDP Vygotsky define a Zona de Desenvolvimento Proximal como a diferença entre o que o sujeito consegue fazer individualmente e aquilo que consegue realizar com a mediação social.

16 Exemplo Exemplo 1: Considere duas crianças A e B com 10 anos de idade cronológica e 8 anos em termos de desenvolvimento mental. Pergunta: Ambas têm a mesma idade mental? Resposta: Sim. A e B conseguem resolver, sozinhas, problemas até o nível de 8 anos de idade.

17 Exemplo Exemplo 2: É proposto às duas crianças problemas em outros níveis com auxílio do professor. OBSERVA-SE QUE: Criança A resolve problemas até o nível de 12 anos. Criança B resolve problemas até o nível de 9 anos. Pergunta: Teriam essas crianças a mesma idade mental? Resposta: Não. Conclusão: Apresentam a mesma idade mental do ponto de vista dos ciclos já completados, mas dinâmica de desenvolvimento diferentes. Essa diferença entre 12 e 8 ou 9 e 8 é chamada por Vygotsky de zona de desenvolvimento proximal.

18 PENSAMENTO E LINGUAGEM

19 Interrelação A função inicial da linguagem é comunicativa. Posteriormente, a linguagem combina a função comunicativa com a de organizar o pensamento. O desenvolvimento da fala e do pensamento não são processos paralelos e que existem pontos de conexão entre ambos, transformando a fala em racional e o pensamento em verbal.

20 Linguagem: capacidade humana O pensamento, construído a partir da habilidade de transformar vivências em signos, nos permite evocar aquilo que não se encontra presente, ou seja, podemos representar mentalmente objetos, situações. Esta é uma capacidade tipicamente humana, que nos diferencia dos outros animais.

21 Função mediadora da linguagem A linguagem carrega em si os conceitos elaborados pela cultura e, ao mesmo tempo, é o meio para transmissão dessa cultura, daí sua importância. A linguagem é a mediadora entre a pessoa e o mundo. É o meio pelo qual o indivíduo se relaciona com o mundo exterior e, ao mesmo tempo, com seu próprio mundo. O significado da palavra é a chave para a compreensão da relação entre pensamento e linguagem e, como conseqüência, da constituição da consciência e da subjetividade. O autor destaca o valor fundamental da palavra como forma mais pura de interação social.

22 Relação dinâmica O pensamento e palavra são processos com origens distintas, mas que estabelecem entre si uma relação contínua e sistemática que se modifica ao longo do desenvolvimento humano. A relação vai se modificando à medida que a criança cresce: os significados das palavras são formações dinâmicas, que se modificam e evoluem à medida que a criança se desenvolve, de acordo com as várias formas pelas quais o pensamento funciona.

23 Desenvolvimento Quando o bebê nasce, seu pensamento evolui, inicialmente, sem a linguagem. Nos primeiros meses de vida, a criança possui um pensamento pré-lingüístico uma linguagem pré-intelectual. Por volta dos dois anos, as curvas do pensamento prélingüístico e da linguagem pré-intelectual se encontram e se unem, iniciando um novo tipo de organização do pensamento e da linguagem. O pensamento torna-se verbal e a fala, racional. A criança descobre, ainda que difusamente, que cada coisa tem seu nome. A fala começa a servir ao intelecto e os pensamentos começam a ser verbalizados.

24 Fala egocêntrica Representa uma passagem da atividade social da criança (interpsíquica) para sua atividade mais individualizada (intrapsíquica) e não desaparece, mas transforma-se em fala interior. É um meio que a criança utiliza para organizar sua atividade, uma vez que ainda não desenvolveu a capacidade de pensamento abstrato.

25 Fala interior À medida que desenvolve a capacidade de pensar as palavras, a criança deixa de ter a necessidade de pronunciá-las para si mesma. Na fala interior, o sentido das palavras é o que predomina: uma mesma palavra pode ter vários sentidos, dependendo do contexto em que ela é pronunciada.

26 Fala interior Para Vygotsky, a nomeação das coisas do mundo é o grande salto de qualidade que a criança dá na direção da linguagem humana. Isso porque: a nomeação exige uma representação, uma significação, uma imagem mental para os objetos do mundo (referentes); a nomeação exige, ao mesmo tempo, que se saiba o nome do objeto do mundo (significante)

27 Fala interior Os sentidos produzidos na relação entre pensamento e linguagem possibilitarão ao indivíduo compreender o mundo e as relações que vivencia, assim como os papéis que desempenha nestas relações. As palavras pronunciadas podem adquirir significados de acordo com nossa interpretação. Entretanto, tais interpretações dependem, por sua vez, de nossas experiências, adquiridas nas relações que estabelecemos com os outros.

28 Fala interior Por isso, quando a criança fala para si mesma em sua fala interior, reproduzindo, em princípio, os padrões de relação significativa com os outros, está construindo sua consciência e constituindose enquanto sujeito. Esse processo é possível no momento em que as relações interpessoais são transformadas em intrapessoais, permitindo assim a construção mais delicada da sociedade, que é a consciência humana.

29 Conclusão Quanto mais ricas e diversificadas forem as experiências vividas pela criança, maiores serão suas possibilidades de compreender o mundo e se expressar sobre ele.

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