A CARNE BOVINA COMO ALTERNATIVA PARA O AUMENTO DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS PARA A UNIÃO EUROPÉIA: ANÁLISE SOBRE A CARNE BOVINA IN NATURA.

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1 A CARNE BOVINA COMO ALTERNATIVA PARA O AUMENTO DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS PARA A UNIÃO EUROPÉIA: ANÁLISE SOBRE A CARNE BOVINA IN NATURA. Administração Logística e Gestão Estratégica Resumo Tatiane Riguetto PIVETA*- Graduação em Logística. Adilson ROCHA* - Mestre em Administração. Lauro Carvalho de OLIVEIRA* - Mestre Eng. de Produção. *Faculdade de Tecnologia de Sorocaba Este trabalho tem como objetivo avaliar e compreender o mercado internacional de carne bovina in natura, enfatizando-se sobre o bloco econômico da União Européia (UE) por ser um dos maiores consumidores desse produto e fazer muitas exigências a entrada desse produto no bloco. Realiza-se um estudo sobre as condições que fizeram esse bloco econômico optar pelo mercado brasileiro e os procedimentos que foram impostos pelos países componentes da UE e que deverão ser aplicados nos rebanhos brasileiros evitando a ocorrer um novo embargo da carne bovina in natura. A partir de então foi realizado uma análise como o Brasil se adequou a tais exigências e as consequências ocorridas no país em detrimento dessas imposições. Utilizou-se como metodologia a pesquisa bibliográfica em fontes primárias. Palavras-chave: Exportação; Carne Bovina Brasileira In Natura; Bloco Econômico Europeu; Abstract This study aims to evaluate and understand the international market for fresh beef, emphasizing on the economic bloc of the European Union (EU) as one of the largest consumers of this product and make many demands of this product in the entry block. Carried out a study on the conditions that made this economic bloc opt for the Brazilian market and the procedures that were imposed by the EU and countries of the components that should be applied in the Brazilian herds occur avoiding a new embargo on fresh beef. Since then an analysis was performed as Brazil adapt themselves to such requirements and the consequences that occurred in the country at the expense of those charges. Methodology was used as a literature search on primary sources. Keywords: Export, Beef In Brazilian Nature, European Economic Bloc

2 4 1 INTRODUÇÃO A exportação é um fator primordial para os países, pois permite a alavancagem de suas economias, e maiores oportunidades de comercialização, pois há uma integração dos mercados e redução de tarifas alfandegárias. Após a criação da Organização Mundial do Comércio (OMC) em 1995 (NASCIMENTO, 2009) e dos blocos econômicos o consumo aumentou significativamente, e uma das áreas que se destacam nesse novo cenário global é a carne bovina. Nesse contexto o Brasil conquistou grande importância nessa área pelo baixo preço, vastos pastos e alta qualidade. Após a infestação da febre aftosa e doença da vaca-louca nos países europeus em 1986 (PEREIRA, 2009) eles começaram a buscar novos mercados que estivessem livres dessas doenças, e o Brasil correspondeu as suas expectativas. Desde então a UE passou a ser um importante importador, alcançando a segunda posição na compra de carne bovina brasileira, atrás apenas da Rússia. O Brasil é o maior exportador de carne bovina in natura, industrializada e miúdos, com mais de 30% de participação no mercado mundial e possui o segundo maior rebanho do mundo com 209 milhões de cabeça 2011, atrás apenas da Índia que apesar de possuir o maior rebanho do mundo, ele não é comercializado devido à cultura do país. As exportações de carne bovina representaram 5,2% dos principais produtos exportados, somando milhões de dólares em 2010 (ABIEC). Entretanto em contrapartida, as exigências a entrada da carne bovina brasileira na União Europeia aumentaram, o processo burocrático se tornou mais penoso e os requisitos sanitários, de qualidade e rastreabilidade do gado também tiveram uma significativa mudança. Toda essa mudança fez com que o Brasil tivesse que se adaptar aos requisitos impostos pelos países componentes da UE o que inicialmente não foi possível e por isso no ano de 2007 foi realizado um embargo da carne bovina brasileira. Posteriormente, foram feitas as adequações necessárias na vigilância sanitária, na tecnologia e na rastreabilidade animal então a UE cessou o embargo feito, permitindo a entrada dos produtos. O objetivo desse trabalho é avaliar e compreender o mercado internacional de carne bovina in natura, enfatizando-se sobre o bloco econômico da União Europeia (UE) por ser um dos maiores consumidores desse produto e fazer muitas exigências a entrada desse produto no bloco, e apresenta, além da introdução, as seguintes seções: A segunda seção busca apresentar o conceito de carne bovina, o panorama e posição atual do Brasil nesse setor; A próxima seção tem enfoque na carne bovina in natura e os processos que devem ser utilizados pelos fazendeiros brasileiros para exportação da carne bovina. Na quarta tem objetivo de apresentar o panorama geral das exportações brasileiras, seus maiores clientes e produtos mais comercializados. A sexta seção aborda as relações comerciais entre Blocos Econômicos, suas interferências nas negociações e a relação entre o Brasil e UE. Por fim são apresentadas as considerações finais, além das referências bibliográficas.

3 5 2 CARNE BOVINA Pode-se conceituar que carne de animal, exceção do ser humano é todo tecido comestível dos animais de açougue, englobando músculos com ou sem base óssea, gordura e vísceras, podendo ser classificados em carne vermelha e carne branca. A carne bovina é proveniente do gado de corte e se encontra nos modos in natura ou processados (EMBRAPA, 1999). No Brasil o gado foi introduzido na época em que ainda era Colônia. Inicialmente o gado foi utilizado nos engenhos na moagem de cana para produção de açúcar e para o consumo humano. Com o passar dos anos o crescimento da população bovina interferiu na produção de cana fazendo com que os donos de engenho fossem obrigados a levá-los para o interior do país. Desde então a criação passou a ser intensificada e começou a exportar carne e tomando a 1 posição nas exportações de carne bovina. O Sistema Brasileiro de Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos (SISBOV) é um sistema criado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que estabelece normas para a produção de carne bovina com qualidade e garantia de origem (MAPA, 2006). Neste mesmo ano foram estabelecidas novas regras que determinam que o produtor rural possa optar por ter ou não o gado rastreado, mas é obrigatório na comercialização de animais a países que exigem o rastreamento animal (MACEDO, 2009). O Brasil atualmente é o segundo maior produtor de carne bovina do mundo com toneladas de carne, perdendo apenas para os Estados Unidos que no ano de 2010 produziu toneladas (USDA, 2010). No ano de 2010 foi exportado toneladas de carne do Brasil e o mercado europeu tem um papel estratégico já que ocupa a 5 posição no consumo de carne brasileira (ABIEC, 2010). A União Europeia (UE) é um potencial comprador e há a imposição de muitos procedimentos à carne bovina, com manuais de prática higiênica, inspeções sanitárias e controle de doenças, tudo feito para garantir a segurança garantindo ao consumidor que o alimento que ele esta adquirindo contém menos risco a saúde. (NASCIMENTO, 2009). 3 CARNE BOVINA IN NATURA A carne bovina in natura compreende pela carne fresca, resfriada ou congelada (GARCIA, 2009). Passaram por um processo de limpeza, maturação fisiológica e conservação pelo frio, não possuindo nenhum outro tipo de processo. A carne resfriada apresenta maior potencial de adquirir bactérias e possui uma maior perecibilidade, o que faz necessário o suo de processo mais complexos de produção, conservação e logística (PEREIRA, 2009). Dentre os processos exigidos pela UE, alguns levam mais destaque devido sua importância na cadeia produtiva, entre eles a rastreabilidade bovina, identificação do animal através da marca auricular e informações no banco de dados. A rastreabilidade compõe de identificação e acompanhamento do animal durante toda sua vida, além de rotulagem da carne e seus derivados para os produtos que ingressarão no bloco europeu (PEREIRA, 2009). É um sistema de registro de manejo sanitário e nutricional do animal durante todo seu ciclo de vida e um mecanismo de segurança que a UE adota. Com esse sistema os problemas ocorridos na cadeia produtiva são facilmente identificados e corrigidos (NASCIMENTO, 2009).

4 O rastreamento tem como objetivo garantir ao consumidor um produto seguro, livre de doenças, sendo controlado em todos os processos de produção, transporte e comercialização possibilitando a identificação do nome e endereço do agente. A grande dificuldade da implantação do rastreamento é o custo. O produtor tem de ter custo com os brincos, além de se ter um prazo muito grande para implantação nos animais, ração e vacinações, gasta com as certificadoras, tornando o valor final muito alto (NASCIMENTO, 2009). Há o cadastramento da data de nascimento do animal, passando pela alimentação, vacinas, eventuais doenças, transferência de propriedade, abate e até chegar ao consumidor final. Esses dados são fornecidos através do brinco auricular e o Documento de Identificação Animal emitido pelo SISBOV no transporte (NASCIMENTO, 2009). O SISBOV exige o cadastramento da propriedade e do produtor, o protocolo de produção e o registro de insumos utilizados, a identificação individual do animal e a vistoria das certificadoras (MACEDO, 2009). O banco de dados mantém atualizado os dados dos animais, para que todos tenham acesso às informações. No Brasil há o Banco Nacional de Dados (BND) criado pelo MAPA que também é responsável pela sua vistoria. Já os responsáveis pela anexação de dados, vistoria e registro das propriedades são dos proprietários e das certificadoras credenciadas pelo governo (NASCIMENTO, 2009). Para isso é preciso que o processo conste com algumas informações, como fluxograma da produção de carne, descrição e controle dos procedimentos operacionais, todos os registros corretos que indiquem a garantia da rastreabilidade e origem da carne. Outros documentos que também são exigidos são: ficha de controle do curral, escala de abate, idade do animal abatido, ficha de exame do Departamento de Inspeção Federal (DIF), relatório de controle de produção, controle de maturação de congelamento dos cortes, controle de estocagem, embarque e planilha de verificação de todo o processo de produção (NASCIMENTO, 2009). 6 4 EXPORTAÇÕES Conforme o conceito do Ministério de Desenvolvimento e da Indústria e Comércio (MDIC) exportação é o envio das mercadorias ao exterior. O negócio internacional é o comércio e investimentos feitos pela empresa fora da fronteira do seu país. Elas organizam, fabricam e comercializam em escala internacional. Há uma troca de bens físicos e intelectuais, como tecnologia, mão-de-obra, produtos e serviços (CAVUSGIL, KNIGHT & RIESENBERGER, 2011). As empresas buscam a exportação para alcançar as maiores economias de escala, procurando obter preços mais rentáveis, aumentar a vida do produto, ter uma independência do mercado interno além de uma possível diminuição de carga tributária devido a incentivos fiscais, assim eles são obrigados a confrontar outras realidades, concorrentes e exigências o que leva a ter uma maior competitividade (MINERVINI, 2008). O comércio brasileiro alcançou em 2010 um recorde de 383,6 bilhões de dólares, com aumento de 36,6% em relação ao ano de As exportações somaram 201,9 bilhões de dólares com crescimento de 32% em relação a Este crescimento representa a recuperação da economia e a retomada das vendas externas.

5 O mercado europeu se destacou na importação, com aumento de 26,7% de aumento, garantindo a quinta posição de mercado comprador de produtos brasileiros em 2010 (MDIC, 2010). O tipo de carne in natura ganhou destaque nas exportações, já que tem a maior participação no mercado exterior tanto em valor quanto em volume (ABIEC, 2010). Ela representa mais de cinquenta por cento do volume exportado e mais de oitenta por cento do valor. A exportação do tipo in natura foi de toneladas e milhões de dólares, sendo que o tipo fresco ou refrigerado correspondeu a toneladas e milhões de dólares, já a carne congelada representou e milhões (ABIEC, 2010). 7 5 RELAÇÕES COMERCIAIS Os países estabelecem tratados e acordos internacionais que especificam regras e padrões nos negócios. Os blocos econômicos são agrupamentos de países que tem por objetivo a integração econômica. São criados para facilitar o comércio com redução ou isenção de impostos ou tarifas alfandegárias e buscam soluções comuns para problemas comerciais. A UE atualmente é o maior bloco econômico, com meio bilhão de pessoas e um Produto Interno Bruto (PIB) anual de 14 trilhões de dólares. Atualmente dezesseis de seus países adotam uma mesma moeda corrente, o Euro, que contribui para reduzir os custos de transações comerciais e aumentar a transparência dos preços, além de reduzir os custos de transporte e o volume de documentos aduaneiros (CAVUSGIL, KNIGHT & RIESENBERGER, 2011). O MERCOSUL e a UE começaram as negociações no ano de 1995, com o objetivo de aproximação e cooperação entre os dois blocos, uma zona de livre comércio, mas que deveria respeitar as regras impostas pela OMC. No ano de 2004 as negociações foram cessadas por desentendimento entre os lideres dos dois blocos (MDIC, 2010). O Brasil começou a estabelecer relações diplomáticas com a UE no ano de 1960, aproximando os laços econômicos entre os países. A relação entre ambos é regida Acordo de cooperação CE-Brasil (1992), Acordo de Cooperação UE-MERCOSUL (1995) e o Acordo de cooperação científica e tecnológica (2004) (EEAS, 2008). Apesar de ter vários acordos, o Brasil e a UE ainda encontram dificuldades com relação ao protecionismo que ambos os países impõem. A UE fornece subsídios para o setor agrícola tornando mais penoso o processo de exportação por parte das empresas brasileiras e o Brasil protege a parte de serviços. O Brasil ocupa a décima posição na lista de maiores parceiros comerciais da UE com um fluxo de milhões de euros entre importações e exportações representando 2,1% do fluxo comercial da UE com terceiros países (COMO EXPORTAR União Europeia, 2010). A cota Hilton é uma restrição quantitativa de carne bovina de alta qualidade que a EU impõe um imposto de importação de 20% sobre o valor de custo mais frete (ABIEC, 2010). A cota é constituída de cortes especiais do quarto traseiro e de novilhos precoces, onde o preço no mercado internacional corresponde a três vezes o preço comum (MIRANDA, 2011). A cota GATT é uma cota de corte especial, estabelecida pelo GATT destinado a UE. Inclui cortes do quarto traseiro de qualidade inferior a da cota Hilton, admitindo

6 animais mais pesados. Surgiu em 1970 quando a Europa restringiu a importação de carne in natura congelada em 54 mil toneladas, também com taxa de 20%. As exportações extra-cota possuem tarifa de 12,8%, mais taxa fixa de euros por tonelada. 8 CONSIDERAÇÕES FINAIS Atualmente o consumo mundial de alimentos tem aumentado consideravelmente e um exemplo é o consumo de carne bovina in natura. Em detrimento desse fato, este trabalho buscou compreender o mercado internacional de carne bovina in natura e, principalmente, a relação entre o Brasil e a UE, no aspecto das relações comerciai e pelo penoso processo burocrático para a entrada do produto no mercado. A carne bovina in natura brasileira sofre uma série de exigências do mercado europeu para ser exportada para os países membros do bloco. Fatores burocráticos como rastreabilidade do gado, certificado de origem e cotas tarifárias negociadas em acordos internacionais acabam impondo barreiras e entraves nas exportações. A rastreabilidade do bovino é um grande desafio para os produtores, decorrente do alto custo de implantação e do acompanhamento que devia ser feito no percorrer da implantação do sistema, embora algumas empresas entenda que ela não tem esse problema. De qualquer forma, quando a empresa utiliza métodos para que o rastreamento esteja implantado, e tendo estrutura para acompanhar, o processo se torna simples. O Brasil também segue um rigoroso controle sanitário, desde o manejo e alojamento do animal, o transporte, abate e produção da carne para exportação. E graças a campanhas e projetos o Brasil conseguiu foi reconhecido pelo mercado internacional como país livre da doença da febre aftosa. Assim, como se pode observar neste trabalho o grande entrave para o Brasil exportar a carne bovina in natura é a questão burocrática da exportação. São exigidos pela UE diversos documentos os quais geram mais custos que a própria questão da rastreabilidade e acabam causando a elevação do preço. Agregando a esse problema a introdução de cotas, como é o caso das cotas Hilton e GATT, também desestimulam a compra pelos importadores, uma vez que ao chegar ao seu país o preço fica maior que o produto nacional, ou seja, as empresas brasileiras fornecedoras da carne bovina in natura não conseguem ser competitivas. Para ilustrar essa situação onde o Brasil não cumpri a cota Hilton porque a UE exige que os cortes que serão comercializados nos países do bloco devem estar rastreados desde o desmame, que ocorre com 10 meses e o gado deve ser alimentados somente com pastagem. Já para os EUA, os animais devem ser alimentados durante 100 dias com uma alimentação equilibrada de alta concentração energética, ou confinamento, demonstrando uma clara barreira à entrada do produto brasileiro. Para concluir este trabalho percebe-se que o Brasil tem uma grande capacidade de produção da carne bovina in natura, mas esbarra em muitas barreiras nacionais e internacionais para comercialização. As empresas brasileiras enfrentam problemas com rastreamento do gado, mas buscam se adaptar ao mercado internacional com a melhoria do processo e do controle sanitário, porém os países acabam criando mecanismos para barrar a entrada dos nossos produtos, com cotas e tarifas de exportação. No caso da carne bovina in natura brasileira se torna evidente que cotas são feitas para limitar nossas

7 exportações, bem como a incompetência dos países em desenvolver seus mercados contribuem para que os consumidores acabem sendo prejudicados. O governo brasileiro deve buscar meios legais, como é o caso da OMC, para viabilizar uma concorrência mais justa e sem protecionismo, tanto na exportação quanto na importação, contribuindo e incentivando as nossas empresas também a buscar o desenvolvimento, tornando a competitividade saudável e trazendo ganhos para todos, principalmente aos consumidores. 9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CAVUSGIl, S. T; KNIGHT, G. & RIESENBERGER, J. R. NEGÓCIOS INTERNACIONAIS. 1. Ed. São Paulo, Pearson, 2011 GARCIA, B. P. EMBARGOS A CARNE BOVINA BRASILEIRA: Estudo de caso no Âmbito dos Acordos Internacionais. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, MACEDO, L. O. B. PERFIL DE GOVERNANÇA E A COORDENAÇÃO DE ALIANÇAS ESTRATÉGICAS DE SISTEMA AGROINDUSTRIAL DA CARNE BOVINA BRASILEIRA. Universidade de SãoPaulo, Piracicaba,2009. MINERVINI, N. O EXPORTADOR. 5º Ed. São Paulo, Pearson, MIRANDA, D. L. AVALIAÇÃO DO BEM-ESTAR ANIMAL NA BOVINICULTURA DE CORTE BRASILEIRA. Universidade de Brasília, Brasília, NASCIMENTO, A. de S. A. RASTREABILIDADE DA CARNE BOVINA: Relações entre Brasil, União Europeia e NBR ISSO Universidade de Brasília, Brasília, PEREIRA, P. R. R. X. RASTREABILIDADE E SANIDADE: Desafio para as exportações brasileiras de carne bovina. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, CAVUSGIl, S. T; KNIGHT, G. & RIESENBERGER, J. R. NEGÓCIOS INTERNACIONAIS. 1. Ed. São Paulo, Pearson, acessado em 29 de fevereiro de acessado em 29 de fevereiro de acessado em 29 de fevereiro de acessado em 1 de marca de 2012 O conteúdo expresso no trabalho é de inteira responsabilidade dos autores.

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