Fátima Barros Organização Industrial

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Fátima Barros Organização Industrial"

Transcrição

1 Teoria de Jogos Organização Industrial 1

2 Sumário Introdução: o que é a Teoria de Jogos Concorrência como um Jogo O jogo da negociação Organização Industrial 2

3 Os gestores tomam decisões estratégicas a todo o momento. Um gestor pensa de uma forma estratégica sempre que existem interacções entre as suas decisões e as decisões dos outros indivíduos; sempre que ao tomar uma decisão o gestor tem que pensar na forma como os outros vão actuar ou reagir: Quais são os objectivos deles? Quais são as opções que têm? Consoante as respostas a estas questões o gestor toma a decisão que é melhor para os seus objectivos. Organização Industrial 3

4 Inventores da Teoria de Jogos John von Neumann Oskar Morgenstern Os problemas típicos de comportamento económico são estritamente idênticos às noções matemáticas de jogos de estratégia Organização Industrial 4

5 Na concorrência entre duas empresas pela quota de mercado, existem regras: Os jogadores escolhem as suas acções dentro de um conjunto definido de acções possíveis; Existe uma relação (algumas vezes previsível - xadrez - outras envolvendo o factor sorte - poker) entre as acções dos jogadores e o resultado final; Nenhum jogador tem controlo total sobre o resultado final mas, pelo contrário, o resultado depende das decisões tomadas separadamente por duas ou mais pessoas. Organização Industrial 5

6 A Teoria de Jogos... Foi inicialmente aplicada a situações militares (início da década de 50) nomeadamente para a determinação das melhores estratégias. Nos negócios, tal como na guerra, o decisor deve antecipar as reacções dos outros. Organização Industrial 6

7 O que é então a Teoria de Jogos? É o estudo do comportamento racional em situações que envolvem interdependência. Interdependência: significa que qualquer jogador que participa no jogo é afectado pelas acções dos outros e, por sua vez, as acções deste jogador afectam os outros. Organização Industrial 7

8 Comportamento Racional Comportamento racional: dados os seus objectivos os jogadores fazem o melhor que podem. Serão os indivíduos racionais? Nem sempre!!! Organização Industrial 8

9 Método da Teoria de Jogos Put yourself in the other person s shoes É a essência do método utilizado na Teoria dos Jogos pois permite a um indivíduo prever as acções que os outros indivíduos escolherão e assim poder tomar a melhor decisão para si. Organização Industrial 9

10 Teoria de Jogos A Teoria de Jogos, tal como qualquer outra teoria geral, mostra como situações aparentemente diferentes têm uma mesma estrutura essencial. O conhecimento adquirido através da experiência, pelo contrário, é específico às suas origens. Os indivíduos podem não se aperceber que as mesmas ideias se podem aplicar a outras situações. A experiência ajuda a ver as árvores; a Teoria de Jogos ajuda a ver a floresta. Organização Industrial 10

11 Jogar um Jogo é como dividir um bolo... Jogadores enfrentam motivações contraditórias: As suas acções afectam a dimensão do bolo e todos os participantes concordam em querer que a dimensão do bolo seja a maior possível. Mas todos querem que a sua fatia do bolo seja grande. As estratégias dos jogadores para aumentarem a sua fatia do bolo podem provocar uma redução da dimensão do próprio bolo. Existe um conflito entre querer aumentar a dimensão do bolo e querer aumentar a fatia do bolo. Esta é uma das principais ideias da Teoria de Jogos. Organização Industrial 11

12 Sumário Introdução: o que é a Teoria de Jogos Concorrência como um Jogo O jogo da negociação Organização Industrial 12

13 Concorrência como um Jogo Organização Industrial 13

14 Elementos de um Jogo Jogadores Indivíduos (Xadrez, Poker) Empresas (Oligopólio) Países (Conflitos Militares) Estratégias Pagamentos (Payoffs) Organização Industrial 14

15 Classificação dos Jogos Ordem das Jogadas Jogos Simultâneos Ex: Concurso Público Jogos Sequências Ex: Leilão Inglês Objectivos dos Jogadores Jogos Cooperativos Jogos Não Cooperativos Organização Industrial 15

16 Jogos Não Cooperativos Jogos Simultâneos Organização Industrial 16

17 Jogo da Publicidade Dois Jogadores: {TMN, Vodafone} Duas Estratégias: {Faz Pub., Não Faz Pub.} Questão: Qual é o resultado deste jogo? Organização Industrial 17

18 Jogo da Publicidade Pub TMN N/ Pub Vodafone Pub N/ Pub 10, 5 15, 0 6, 8 10, 2 Organização Industrial 18

19 Estratégia Dominante Estratégia que é sempre escolhida por um jogador independentemente da estratégia escolhida pelo outro jogador (Pub, Pub) Equilíbrio em Estratégias Dominantes Organização Industrial 19

20 Equilíbrio de Nash (I) O conceito de equilíbrio de Nash é baseado na seguinte ideia: o resultado de um jogo é definido por um conjunto de acções tais que, para cada jogador, cada acção é a melhor resposta às acções de todos os outros jogadores. Um conjunto de acções representa um EN se nenhum dos jogadores tiver incentivo para se desviar da sua acção, dadas as acções dos outros jogadores. Organização Industrial 20

21 Equilíbrio de Nash Um par de estratégias (a*,b*) representa uma solução de equilíbrio num jogo com dois jogadores se a* é uma estratégia óptima para o jogador A se o jogador B escolher b* e b* é uma estratégia óptima para B se o jogador A escolher a*. Organização Industrial 21

22 Jogo da Publicidade Alterado Pub TMN N/ Pub Vodafone Pub N/ Pub 10, 5 15, 0 6, 8 20, 2 Organização Industrial 22

23 Jogo 3: Guerra dos Sexos Jogador A Ballet Futebol Jogador B Futebol Ballet 2, 1 0, 0 0, 0 1, 2 Organização Industrial 23

24 Jogo 3 : Guerra dos Sexos Não há estratégias dominantes! A melhor escolha de B depende do que ele pensa que A irá jogar. Dois resultados possíveis: (ballet, ballet) (futebol, futebol) Organização Industrial 24

25 Jogo 4 Jogador A E D Jogador B E D 0, 0 0, -1 1, 0-1, 3 Organização Industrial 25

26 Concorrência em Nível de Produção Empresa B , , , Empresa A , , , , 50 50, 75 0, 0 Organização Industrial 26

27 Ainda as estratégias dominantes Indiana Jones and The Last Crusade Corrida dos 100 metros livres Mr. Reagan has sensed that the Republicans have what game theorists call a dominant strategy one that makes a player better off than his opponent, no matter what strategy his opponent uses. L. Silk, 1981, Congressional debate on the Economic Recovery Tax Act Organização Industrial 27

28 Crime e Castigo O Dilema dos Prisioneiros Organização Industrial 28

29 Questão Será que o Equilíbrio de Nash de um determinado jogo leva a um resultado que é (Pareto) eficiente? Resposta Organização Industrial 29

30 Dilema dos Prisioneiros Confessar Jogador A Negar Negar Confessar Jogador B -3, -3 0, -6-6, 0-1, -1 Equilíbrio não cooperativo: (C, C) Óptimo de Pareto: (N,N) Organização Industrial 30

31 Dilema dos Prisioneiros É um equilíbrio em estratégias dominantes! Problema: Organização Industrial 31

32 Dilema dos prisioneiros Qualquer que seja a estratégia do rival a melhor estratégia de um jogador é jogar de uma forma Isto é, escolher confessar. Se houvesse entre os dois por forma a que os dois negassem a acusação então (N,N) podia ser um equilíbrio. Organização Industrial 32

33 Jogos Não Cooperativos Jogos Sequenciais Organização Industrial 33

34 Escolha de Produtos - Jogo Sequencial Estaladiço Empresa B Doce Empresa A Forma Extensiva Empr. A Estaladiço Doce -5, -5 20, 10 Estalad. -- Empresa B Doce -- Empresa B 10, 20-5, -5 Estalad. Doce Estalad. Doce -5, -5 10, 20 20, 10-5, -5 Organização Industrial 34

35 Sub-Game Perfect Nash Equilibrium SPNE é o conjunto de estratégias para cada jogador que constituem um equilíbrio de Nash em qualquer um dos sub-jogos, isto é qualquer subconjunto do jogo que começa num ponto qualquer mas em que a história passada do jogo é common knowledge para todos os jogadores. Num SPNE cada jogador escolhe a estratégia óptima em cada etapa do jogo e acredita que os outros jogadores se comportam da mesma maneira. Organização Industrial 35

36 Conclusão A empresa B ganha 10 quando poderia ganhar 20 se A escolhesse Estaladiço! B poderia ameaçar A de jogar Doce se A escolhesse Doce. Organização Industrial 36

37 Problema: Esta ameaça não seria credível dado que A joga primeiro. Quando B joga já não pode alterar a jogada de A pelo que seria irracional escolher Doce que corresponde a um pagamento inferior. Solução: possibilidade de o jogador B se comprometer a jogar Doce se A jogar Doce. Organização Industrial 37

38 Como? Exemplo: B envia um agente C para jogar o jogo em seu lugar. C tem ordens para escolher Doce se A escolher Doce. Mas: C tem de agir de acordo com as ordens recebidas (punição) A conhece as ordens recebidas por C Organização Industrial 38

39 Caso de Entrada no Mercado. Empresa instalada PM =55 PL=30 entra entrante fora entrante entra fora instalada instalada instalada instalada PL=30 Pc=40 PI =2 350 PL=30 Pc=40 PI =1 725 PI =1 025 PI = PI = 400 PI = 600 PE=-150 PE=50 PE =-150 PE =50 Organização Industrial 39

40 Jogos Sequenciais Qualquer jogo com um número finito de estratégias pode ser, em princípio, resolvido do fim para o princípio (backwards) é possível encontrar a melhor estratégia. Organização Industrial 40

41 Xadrez: : é um jogo sequencial que pode ser representado por uma árvore. Problema: Consideremos a abertura do jogo As peças brancas podem abrir com 20 estratégias possíveis. As peças negras têm igualmente 20 estratégias possíveis. Depois de uma jogada dos dois jogadores temos já 400 possibilidades. Demasiada complexidade! Organização Industrial 41

42 Regra Organização Industrial 42

43 Atenção: : Se o jogo é sequencial A ideia de estratégia dominante altera-se. Se o rival joga primeiro podemos sempre escolher a nossa estratégia dominante porque esta é sempre a nossa melhor resposta. Se nós jogamos em primeiro lugar temos a possibilidade de influenciar o comportamento do rival e a ED não é talvez a melhor estratégia (commitment). Organização Industrial 43

44 Jogador B E D Jogador A E D 5, 8 7, 7 8, 6 4, 3 Jogo simultâneo: Eq: B joga D e A joga E Jogo sequencial: Eq: A joga D e B joga E E (8, 5) A E D B B D E D (6, 8) (7, 7) (3, 4) Organização Industrial 44

45 Estratégias Dominadas Uma estratégia é dominada quando é uniformemente pior do que qualquer outra estratégia. Uma estratégia dominada deve ser sempre evitada (eliminada) Organização Industrial 45

46 Oligopólio com Competição na Quantidade (equilíbrio de Stackelberg) Empresa B (seguidora) , , , Empresa A (líder) , , , , , 50 0, 0 Organização Industrial 46

47 A saber: Para se poder resolver um jogo sequencial usando indução retrógada é necessário que: as jogadas de cada jogador sejam observadas pelos outros jogadores. as jogadas sejam irreversíveis. Organização Industrial 47

48 Ainda os Jogos Não Cooperativos Tão amigos que nós (agora) somos Organização Industrial 48

49 OPEP Década de 70: países da OPEP acordaram num aumento do preço do crude: de $3/barril em 1973 atingiu mais de $30/barril em Finais dos anos 70: previa-se que o preço do barril atingisse os $100 no final do século. Surpreendentemente o cartel pareceu sofrer um colapso: os preços desceram atingindo os $10 em 1986 e subiram para $18 em A invasão do Kuwait pelo Iraque provocou uma nova subida dos preços para $35 em E desde o ano 2000 Organização Industrial 49

50 Evolução do Preço do Petróleo ( ) Organização Industrial 50

51 Porquê o Colapso do Cartel? A história da OPEP é apenas um jogo! Jogadores: Irão, Iraque Níveis de Produção: 2 ou 4 milhões de barris/dia Produção total no mercado mundial Preço 2+2=4 $25 2+4=6 $15 4+4=8 $10 Custos de Extracção por barril Irão: $2 Iraque: $4 Organização Industrial 51

52 O Jogo Produção do Iraque 2 4 Produção do Irão , 42 52, 22 26, 44 32, 24 Organização Industrial 52

53 O Jogo do Cartel Se ambos os países mantiverem os acordos de quotas de produção, os preços são altos logo os lucros serão elevados. Mas cada um tem uma estratégia dominante que consiste em aumentar unilateralmente a sua quota. Resultado: Organização Industrial 53

54 O comportamento das empresas determina a dimensão do bolo! Cooperação Concorrência Aumenta o excedente do consumidor Organização Industrial 54

55 Jogos Repetidos Outra vez o Dilema dos Prisioneiros Organização Industrial 55

56 Problema do Dilema dos Prisioneiros Não há comunicação Não há compromissos vinculativos O jogo só é jogado uma vez: não existe a possibilidade de punir logo não existem mecanismos para incentivar cooperação. O que é que acontece se o jogo se repetir (com os mesmos jogadores?) Organização Industrial 56

57 Resolver o Problema do Dilema dos Prisioneiros Num jogo repetido cada jogador pode criar uma reputação de cooperação Não existe um acordo Explícito ( como no Cartel) mas os jogadores têm um comportamento cooperativo! Organização Industrial 57

58 Jogamos 2 vezes o Dilema dos Prisioneiros B NC C A NC C 1, 1 5, 0 0, 5 4, 4 No início da segunda etapa do jogo os jogadores observam o resultado da 1ª etapa (ex. Os lucros) O pagamento do jogo é a soma dos pagamentos em cada uma das etapas.. Organização Industrial 58

59 Jogo Repetido Os dois jogadores têm interesse em jogar (C,C). Mas, cada jogador pode ter interesse em dar um sinal de cooperação e joga cooperativo C na primeira etapa do jogo. Mas se um joga cooperativo C a melhor estratégia para o outro é jogar NC. Então o que jogou C na primeira etapa pode retaliar e jogar NC na próxima etapa. Organização Industrial 59

60 Jogador A é Míope Suponhamos na 1ª etapa: A joga C e B joga NC. Resultado: (0, 5) Então na 2ª etapa: A joga NC e B joga NC. Resultado : (1,1) Resultado Final: (0, 5)+(1, 1) = (1, 6) Antecipando este resultado A teria interesse em jogar NC na 1ª etapa, B jogava também NC e o resultado final seria: (1, 1)+(1, 1) = (2, 2). Organização Industrial 60

61 Equilíbrio de Nash Se ambos jogassem cooperativo na 1ª etapa, na 2ª etapa ambos continuavam a jogar cooperativo e o resultado seria:(4,4)+(4,4)=(8,8) Problema: Na 2ª etapa, como o jogo acaba, o efeito reputação deixa de ter valor - cada jogador tem interesse em jogar a estratégia dominante logo o resultado do 2º jogo é (NC, NC). Antecipando o resultado da 2ª etapa, ambos os jogadores escolhem a s/ estratégia dominante (NC,NC) porque criar reputação de cooperação não altera o resultado da 2ª etapa. Organização Industrial 61

62 Será possível uma solução cooperativa num jogo não cooperativo? Se o jogo tem um número finito de etapas o equilíbrio de Nash do Dilema dos Prisioneiros é (NC,NC) em cada etapa. Não é possível uma solução cooperativa! Organização Industrial 62

63 Se o jogo for jogado um número infinito de vezes? Em cada etapa, os indivíduos sabem que o jogo ainda vai ser jogado mais uma vez logo há (potenciais) benefícios de jogar cooperativamente. Exemplo de uma Grim Trigger Strategy: Na 1ª etapa o jogador coopera: C Etapas seguintes: Se o rival jogou C então joga C Se o rival jogou NC então joga NC para sempre Organização Industrial 63

64 Jogo infinito Se ambos os jogadores adoptarem uma Grim Trigger Strategy então o resultado deste jogo repetido indefinidamente vai ser (C,C) Organização Industrial 64

65 Tit-for for-tat ou Olho-por por-olho Tit-for-Tat Strategy: estratégia do Perdão Eu coopero : Jogo C. Se na jogada seguinte observo que o meu rival jogou C volto a jogar C; Se observo que ele jogou NC jogo NC Se mais tarde observo que ele jogou C, volto a jogar C Organização Industrial 65

66 Negociação Negócios e Política Internacional: as partes muitas vezes negoceiam a divisão do ganho total: o bolo. É necessário conhecer as regras do jogo: quem faz a oferta a quem; O que é que acontece se as negociações falharem. Organização Industrial 66

67 Exemplo de Negociação Empresa e sindicato negoceiam aumento salarial Estratégias são variações de salários Sucesso nas negociações gera um excedente de $600 milhões que deve ser dividido entre as partes Falha das negociações resulta numa perda para a empresa de $100 milhões e para o sindicato de $3 milhões Propostas simultâneas e one-shot game Organização Industrial 67

68 Nash Bargaining: Divisão Justa: Natural focal point Sindicato W=$10 W=$5 W=$1 W=$10 100, , , -3 Empresa W=$5-100, , , -3 W=$1-100, , , 100 Organização Industrial 68

69 Nash Bargainning Negociação com propostas simultâneas resulta num problema de coordenação Experiências sugerem que os jogadores coordenam para a solução fair O que é que acontece se o jogo for sequencial fazendo a empresa uma oferta take-it-or leave-it ao sindicato? Organização Industrial 69

70 Jogo na forma extensiva Empresa Sindicato Sindicato Sindicato Aceita Rejeita Aceita Rejeita Aceita Rejeita 100, , , , , , -3 Organização Industrial 70

71 Apenas um equilíbrio! Sindicato Aceita Rejeita 100, , Empresa 5 1 Sindicato Aceita Rejeita 300, , -3 Sindicato Aceita Rejeita 500, , -3 Organização Industrial 71

72 Negociação Lojas: Take-it-or-leave it rule Uma caracteristica das negociações é que tempo é dinheiro. Quando as negociações se prolongam o bolo vai-se reduzindo. Organização Industrial 72

73 Jogo do Ultimato Mello e Belmiro têm que dividir 1000 euros entre eles. Cada um sabe que o jogo tem a seguinte estrutura: Iª Etapa: Mello propõe ficar com uma determinada parte dos 1000 euros. Em seguida Belmiro ou aceita, caso em que o jogo termina e Belmiro recebe a parte restante dos 1000 euros; ou rejeita a proposta e nesse caso o jogo continua. 2ª Etapa: A quantia a ser dividida ficou agora reduzida a 900 euros (os advogados cobraram 100 pelas negociações da primeira etapa). Belmiro propõe agora a parte dos 900 euros com que fica. Em seguida Mello ou aceita e fica com o restante ou rejeita e nesse caso ninguém recebe nada e o jogo acaba. Quanto é que o Mello deve propor na primeira etapa? Organização Industrial 73

Universidade Católica Portuguesa. Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais. Tel.: 351217270250. Fax: 351217270252

Universidade Católica Portuguesa. Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais. Tel.: 351217270250. Fax: 351217270252 Comportamento estratégico Fernando ranco Ano lectivo 2003-2004 Trimestre de Inverno As questões estratégicas são relevantes em muitos casos para além do oligopólio. Interacção entre partidos; negociações

Leia mais

Teoria dos Jogos e Estratégia Empresarial

Teoria dos Jogos e Estratégia Empresarial Teoria dos Jogos e Estratégia Empresarial Docente: Prof. Humberto Ribeiro Trabalho elaborado por: Luís Gonçalves nº 7366 Alícia Prada nº 17580 Ana Gonçalves nº 15412 Mestrado em Gestão das Organizações

Leia mais

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão Microeconomia II Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão AULA 1.2 Conceitos de Equilíbrio em jogos não-cooperativos na forma normal Isabel Mendes 2007-2008 Na aula teórica 1.1 mostrámos

Leia mais

Tópicos Especiais em Redes: Introdução a Teoria dos Jogos com Aplicações a Redes de Computadores

Tópicos Especiais em Redes: Introdução a Teoria dos Jogos com Aplicações a Redes de Computadores Tópicos Especiais em Redes: Introdução a Teoria dos Jogos com Aplicações a Redes de Computadores Aula passada: Discussão sobre situações de conflito Exemplos de jogos Jogo em aula Aula de hoje: Introdução

Leia mais

Teoria dos Jogos 1. Economia e Estratégia para Empreendedores Paulo Coelho Vieira

Teoria dos Jogos 1. Economia e Estratégia para Empreendedores Paulo Coelho Vieira Teoria dos Jogos 1 Economia e Estratégia para Empreendedores Paulo Coelho Vieira Definição Um jogo tem 3 elementos: Um conjunto de jogadores N = (1,,n) Um Espaço de Estratégias S i para cada jogador i

Leia mais

Marisa Alexandra Gil Traguedo

Marisa Alexandra Gil Traguedo Relatório Final Jogos Experimentais com Informação (In)Completa Marisa Alexandra Gil Traguedo Orientador: Prof.ª Doutora Cesaltina Pires Universidade de Évora, 29 de Outubro de 2010 Outubro 2010 CEFAGE

Leia mais

Microeconomia Parte 9. Jogos e Assimetria Informacional. Prof. Antonio Carlos Assumpção

Microeconomia Parte 9. Jogos e Assimetria Informacional. Prof. Antonio Carlos Assumpção Microeconomia Parte 9 Jogos e Assimetria Informacional Prof. Antonio Carlos Assumpção Observações sobre jogos, assimetria Informacional Teoria dos Jogos Supondo que meus concorrentes sejam racionais e

Leia mais

Jogos. Redes Sociais e Econômicas. Prof. André Vignatti

Jogos. Redes Sociais e Econômicas. Prof. André Vignatti Jogos Redes Sociais e Econômicas Prof. André Vignatti Teoria dos Jogos Neste curso, queremos olhar para redes a partir de duas perspectivas: 1) uma estrutura subjacente dos links de conexão 2) o comportamentos

Leia mais

Aula 17. B) Teoria Do Valor: Mercados Equilibrados 1. Concorrência Perfeita Samuelson 8 Sousa V.1

Aula 17. B) Teoria Do Valor: Mercados Equilibrados 1. Concorrência Perfeita Samuelson 8 Sousa V.1 Aula 17 B) Teoria Do Valor: Mercados Equilibrados 1. Concorrência Perfeita Samuelson 8 Sousa V.1 Concorrência perfeita Condições para a concorrência perfeita Grande número de produtores Produto homogéneo

Leia mais

O DILEMA DA NEGOCIAÇÃO

O DILEMA DA NEGOCIAÇÃO O DILEMA DA NEGOCIAÇÃO Baseado em A Model of Cooperation and the Production of Social Norms, Cap. 2 de Law and Social Norms de Eric A. Posner Harvard University Press - 2000 Por Raul Marinho Gregorin e

Leia mais

Cap17 - Tomada de Decisões Complexas

Cap17 - Tomada de Decisões Complexas Cap17 - Tomada de Decisões Complexas Processos de Decisão de Markov Algoritmo de Iteração de Valor Algoritmo de Iteração de Política Processos de Decisão de Markov Parcialmente Observáveis Teoria de Jogos

Leia mais

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão Microeconomia II Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão AULA 2.3 Oligopólio em Restrições de Capacidade (Edgeworth). Oligopólio de Stackelberg. Variações Conjecturais Isabel Mendes

Leia mais

Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 13, Teoria dos Jogos :: EXERCÍCIOS Página 1 de 14

Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 13, Teoria dos Jogos :: EXERCÍCIOS Página 1 de 14 Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 3, Teoria dos Jogos :: EXERCÍCIOS Página de 4 Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 3, Teoria dos Jogos :: EXERCÍCIOS. Em muitos setores oligopolísticos, as mesmas empresas concorrem

Leia mais

1.1.1 Instituições: o que são? Aula 2 Instituições: o que são e para que servem? Aula 2 Instituições: o que são e para que servem?

1.1.1 Instituições: o que são? Aula 2 Instituições: o que são e para que servem? Aula 2 Instituições: o que são e para que servem? Aula 2 Instituições: o que são e para que servem? PARTE I A análise económica das instituições. 1. Dos dilemas sociais e das instituições para os resolver 1.1 Instituições 1.1.1 O que são? 1.1.3 Como avaliá-las?

Leia mais

CAPÍTULO 10 CONCORRÊNCIA IMPERFEITA. Introdução

CAPÍTULO 10 CONCORRÊNCIA IMPERFEITA. Introdução CAPÍTULO 0 CONCORRÊNCIA IMPERFEITA Introdução Entre as duas situações extremas da concorrência perfeita e do monopólio existe toda uma variedade de estruturas de mercado intermédias, as quais se enquadram

Leia mais

Microeconomia NATÉRCIA MIRA EDIÇÕES SÍLABO

Microeconomia NATÉRCIA MIRA EDIÇÕES SÍLABO Microeconomia NATÉRCIA MIRA EDIÇÕES SÍLABO É expressamente proibido reproduzir, no todo ou em parte, sob qualquer forma ou meio, NOMEADAMENTE FOTOCÓPIA, esta obra. As transgressões serão passíveis das

Leia mais

4. ESTRATÉGIAS DE MARKETING INTERNACIONAL

4. ESTRATÉGIAS DE MARKETING INTERNACIONAL 4. ESTRATÉGIAS DE MARKETING INTERNACIONAL 4.1- TIPOS DE ESTRATÉGIA DE MARKETING 4.2- PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O MARKETING 4.3- ESTRUTURA CONCEPTUAL PARA ESTRATÉGIA DE MARKETING 4.4- MODELOS COMO INSTRUMENTOS

Leia mais

Jogos simultâneos. Roberto Guena. 19 de agosto de 2011 USP. Roberto Guena (USP) Jogos simultâneos 19 de agosto de 2011 1 / 34

Jogos simultâneos. Roberto Guena. 19 de agosto de 2011 USP. Roberto Guena (USP) Jogos simultâneos 19 de agosto de 2011 1 / 34 Jogos simultâneos Roberto Guena USP 19 de agosto de 2011 Roberto Guena (USP) Jogos simultâneos 19 de agosto de 2011 1 / 34 Representando um jogo com lances simultâneos Exemplo: Pedra, papel, tesoura Jogador

Leia mais

Jogos Equilíbrio de Nash

Jogos Equilíbrio de Nash Jogos Equilíbrio de Nash Redes Sociais e Econômicas Prof. André Vignatti Aula Passada Definição de Jogos Jogos do tipo Dilema do Prisioneiro Estratégias dominantes fácil entender o resultado do jogo Exemplos

Leia mais

Análise Estratégica de Investimentos com Teoria dos Jogos

Análise Estratégica de Investimentos com Teoria dos Jogos Opções Reais: Teoria e Prática de Análise de Investimentos sob Incertezas Análise Estratégica de Investimentos com Teoria dos Jogos Marco Antonio Guimarães Dias, Professor Adjunto, tempo parcial Rio de

Leia mais

CURSO DE DIREITO DA CONCORRÊNCIA E REGULAÇÃO

CURSO DE DIREITO DA CONCORRÊNCIA E REGULAÇÃO Fagundes Consultoria Econômica jfag@unisys.com.br Escola Superior da Advocacia - ESA CURSO DE DIREITO DA CONCORRÊNCIA E REGULAÇÃO Noções de Microeconomia Índice Fundamentos de Microeconomia: princípios

Leia mais

MICROECONOMIA Exercícios - CEAV

MICROECONOMIA Exercícios - CEAV MICROECONOMIA Exercícios - CEAV Prof. Antonio Carlos Assumpção 1)BNDES Economista 2011-31 O valor monetário do custo total de produção (CT) de uma empresa, em determinado período, é dado pela expressão

Leia mais

Teoria dos Jogos: As origens e os fundamentos da Teoria dos Jogos. Sinopse: A teoria dos jogos é a aplicação da lógica matemática no processo de

Teoria dos Jogos: As origens e os fundamentos da Teoria dos Jogos. Sinopse: A teoria dos jogos é a aplicação da lógica matemática no processo de Teoria dos Jogos: As origens e os fundamentos da Teoria dos Jogos Alecsandra Neri de Almeida UNIMESP - Centro Universitário Metropolitano de São Paulo Novembro/2006 Sinopse: A teoria dos jogos é a aplicação

Leia mais

Exploring Corporate Strategy 7 th Edition

Exploring Corporate Strategy 7 th Edition Exploring Corporate Strategy 7 th Edition Parte III Opções estratégicas Opções estratégicas Opções estratégicas Estratégia competitiva ou de negócio (Cap. 5) Bases da estratégia competitiva Sustentabilidade

Leia mais

17/05/2011. SMA = Agentes + Interação Social. Interação Social = Comunicação + Coordenação. 9ª Aula Negociação. Teoria dos Jogos

17/05/2011. SMA = Agentes + Interação Social. Interação Social = Comunicação + Coordenação. 9ª Aula Negociação. Teoria dos Jogos SMA = Agentes + Interação Social 9ª Aula Negociação Interação Social = Comunicação + Coordenação Coordenação entre agentes benevolentes ou com interesses comuns Coordenação entre agentes competitivos ou

Leia mais

Interdependência Estratégica na Gestão Empresarial: Modelos e Aplicações

Interdependência Estratégica na Gestão Empresarial: Modelos e Aplicações Interdependência Estratégica na Gestão Empresarial: Modelos e Aplicações NELSON HEIN, DR. 1 1 FURB Universidade Regional de Blumenau / FACIPAL - Faculdades Católicas Integradas de Palmas DSC Departamento

Leia mais

3 Literatura teórica

3 Literatura teórica 23 3 Literatura teórica O FFP é um exemplo de programa bem sucedido na indução de lealdade dos consumidores. Tal programa recompensa consumidores por acúmulo de viagens numa mesma companhia, enquanto pune

Leia mais

Análise Estratégica de Investimentos com Teoria dos Jogos

Análise Estratégica de Investimentos com Teoria dos Jogos Opções Reais: Teoria e Prática de Análise de Investimentos sob Incertezas Análise stratégica de Investimentos com Teoria dos Jogos Marco Antonio Guimarães Dias, Professor Adjunto, tempo parcial Rio de

Leia mais

Desenvolver uma estratégia de marketing

Desenvolver uma estratégia de marketing Gerir - Guias práticos de suporte à gestão Desenvolver uma estratégia de marketing O principal objectivo de uma Estratégia de Marketing é o desenvolvimento do negócio, tendo em linha de conta, a análise

Leia mais

AULA NÚMERO 7 EMPRESA MISSAO, VISAO, VALOR, e OBJECTIVO DA EMPRESA ANALISE SWOT- FOFA

AULA NÚMERO 7 EMPRESA MISSAO, VISAO, VALOR, e OBJECTIVO DA EMPRESA ANALISE SWOT- FOFA AULA NÚMERO 7 EMPRESA MISSAO, VISAO, VALOR, e OBJECTIVO DA EMPRESA ANALISE SWOT- FOFA --------------------------------------------------------------------------------------------- I Conceito de Empresa

Leia mais

Comportamento social de Personagens Sintéticos: Dinâmica de Grupo. Rui Prada rui.prada@tagus.ist.utl.pt GAIPS, INESC-ID IST UTL

Comportamento social de Personagens Sintéticos: Dinâmica de Grupo. Rui Prada rui.prada@tagus.ist.utl.pt GAIPS, INESC-ID IST UTL Comportamento social de Personagens Sintéticos: Dinâmica de Grupo Rui Prada rui.prada@tagus.ist.utl.pt GAIPS, INESC-ID IST UTL Sumário Introdução Exemplos Problema Modelo Estudo Conclusões Introdução É

Leia mais

OS LEILÕES COMO INSTRUMENTOS DE REGULAÇÃO ECONÓMICA * Novembro, 2004.

OS LEILÕES COMO INSTRUMENTOS DE REGULAÇÃO ECONÓMICA * Novembro, 2004. OS LEILÕES COMO INSTRUMENTOS DE REGULAÇÃO ECONÓMICA * POR: RUTE MARTINS SANTOS Novembro, 2004. Este documento está protegido pelo direito de autor nos termos da lei portuguesa, do direito comunitário e

Leia mais

Tópico 9. Os Limites Horizontais e Verticais das Empresas. Fátima Barros Organização Industrial 1

Tópico 9. Os Limites Horizontais e Verticais das Empresas. Fátima Barros Organização Industrial 1 Tópico 9 Os Limites Horizontais e Verticais das Empresas Fátima Barros Organização Industrial 1 Fusões e Aquisições Fusões, aquisições e integração: situações em que empresas, independentes do ponto de

Leia mais

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO 1 Sumário: Conceito e Objectivos Estrutura do PN o Apresentação da Empresa o Análise do Produto / Serviço o Análise de Mercado o Estratégia de Marketing o

Leia mais

Exercício sobre Estratégias Mistas

Exercício sobre Estratégias Mistas ELE 2005: Análise Estratégica de Investimentos e de Decisões es com Teoria dos Jogos e Jogos de Opçõ ções Reais Teoria dos Jogos - Parte 2. Marco Antonio Guimarães Dias, E-mail: marcoagd@pobox.com Professor

Leia mais

Algoritmo MiniMax. Minimax

Algoritmo MiniMax. Minimax Algoritmo MiniMax Luís Carlos Calado 050509043 João Carlos Sousa 050509027 José Carlos Campos 060509007 Rodolfo Sousa Silva 050509069 1 Minimax Minimax (ou minmax) é um método usado na Teoria da Decisão,

Leia mais

Silvio Barros Pereira. Introdução à Teoria dos Jogos e a Matemática no Ensino Médio. Dissertação de Mestrado

Silvio Barros Pereira. Introdução à Teoria dos Jogos e a Matemática no Ensino Médio. Dissertação de Mestrado Silvio Barros Pereira Introdução à Teoria dos Jogos e a Matemática no Ensino Médio Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pós-graduação em Matemática da PUC-Rio como requisito parcial

Leia mais

Conceitos básicos de negociação em CFDs

Conceitos básicos de negociação em CFDs Conceitos básicos de negociação em CFDs N.º 808 10 20 20 ApoioCliente@GoBulling.com www.bancocarregosa.com/gobulling www.facebook.com/gobulling Advertências Específicas ao Investidor: Pode implicar a perda

Leia mais

EXERCÍCIOS DE PRODUTOS E MERCADOS DERIVADOS (FUTUROS FORWARDS OPÇÕES & SWAPS)

EXERCÍCIOS DE PRODUTOS E MERCADOS DERIVADOS (FUTUROS FORWARDS OPÇÕES & SWAPS) EXERCÍCIOS DE PRODUTOS E MERCADOS DERIVADOS (FUTUROS FORWARDS OPÇÕES & SWAPS) João Duque Fevereiro de 2004 1 Exercício 1 Usando a informação que lhe é fornecida pelo quadro abaixo sobre as opções cotadas

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais. Organização Industrial

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais. Organização Industrial UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais Organização Industrial Poder de Mercado Exercício 1 Duas empresas (A e B), produtoras de tabaco nos EUA, pretendem lançar

Leia mais

Fazer um plano de marketing

Fazer um plano de marketing Gerir - Guias práticos de suporte à gestão Fazer um plano de marketing A coerência e articulação das diferentes políticas da empresa ou produto(s) é responsável em grande parte pelo seu sucesso ou insucesso.

Leia mais

Inovação e Organização. Professora Doutora Maria José Sousa

Inovação e Organização. Professora Doutora Maria José Sousa Inovação e Organização Professora Doutora Inovação 2 O CONCEITO Sumário 3 I - INTRODUÇÃO 1. Os conceitos de inovação e de inovação organizacional 2. A inovação no contexto actual das organizações A Inovação

Leia mais

VINIPORTUGAL Plano Estratégico 2012 / 2014 VINIPORTUGAL. Associação Interprofissional. para a. Promoção dos Vinhos de Portugal

VINIPORTUGAL Plano Estratégico 2012 / 2014 VINIPORTUGAL. Associação Interprofissional. para a. Promoção dos Vinhos de Portugal VINIPORTUGAL Plano Estratégico 2012 / 2014 VINIPORTUGAL Associação Interprofissional para a Promoção dos Vinhos de Portugal I - PLANO ESTRATÉGICO (CORPORATE BUSINESS PLAN) Desenvolver e executar estratégias

Leia mais

Conceitos básicos de negociação em Futuros

Conceitos básicos de negociação em Futuros Conceitos básicos de negociação em Futuros N.º 808 10 20 20 ApoioCliente@GoBulling.com www.bancocarregosa.com/gobulling www.facebook.com/gobulling Advertências Específicas ao Investidor: Pode implicar

Leia mais

PROJECTO CRIAR EMPRESA

PROJECTO CRIAR EMPRESA PROJECTO CRIAR EMPRESA Conceito, Análise de Concorrência 1. INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO INDÚSTRIA CONSTRUÇÃO Custos Prazo de execução /Esforço Qualidade EXTRAS Ambiente Socio-Políticos Imposições legais Segurança

Leia mais

O que são CFDs? CFDS Uma abordagem prática

O que são CFDs? CFDS Uma abordagem prática O que são CFDs? Um CFD (Contract for difference) é um instrumento financeiro negociado fora de mercados regulamentados que proporciona, aos investidores, uma forma mais eficiente de negociação em acções.

Leia mais

RMg = 10-2Q. P = 10-4 = $6.

RMg = 10-2Q. P = 10-4 = $6. Capítulo : Concorrência Monopolística e Oligopólio Pindyck & Rubinfeld, Capítulo, Oligopólio :: EXERCÍCIOS. Suponha que, após uma fusão, todas as empresas de um setor monopolisticamente competitivo se

Leia mais

TEORIA DOS JOGOS E A RELAÇÃO ENTRE O TEOREMA MINIMAX DE JOHN VON NEUMANN E O EQUILÍBRIO DE NASH DE JOHN NASH

TEORIA DOS JOGOS E A RELAÇÃO ENTRE O TEOREMA MINIMAX DE JOHN VON NEUMANN E O EQUILÍBRIO DE NASH DE JOHN NASH TEORIA DOS JOGOS E A RELAÇÃO ENTRE O TEOREMA MINIMAX DE JOHN VON NEUMANN E O EQUILÍBRIO DE NASH DE JOHN NASH RESUMO Cristiene dos Santos Costa 1 Orientador: Prof. Dr. Ailton Paulo de Oliveira Júnior Este

Leia mais

Análise Económica do Direito

Análise Económica do Direito Análise Económica do Direito O que é? Qual a abordagem? Como surgiu? Aspectos Metodológicos Conceitos Fundamentais Análise Económica do Direito O que é? Qual a abordagem? AED não é Direito Económico nem

Leia mais

Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso

Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso Pedro João 28 de Abril 2011 Fundação António Cupertino de Miranda Introdução ao Plano de Negócios Modelo de Negócio Análise Financeira Estrutura do Plano de

Leia mais

1º Lista de Exercícios. 1. Encontre os equilíbrios de Nash dos jogos abaixo e dê uma interpretação para o resultado.

1º Lista de Exercícios. 1. Encontre os equilíbrios de Nash dos jogos abaixo e dê uma interpretação para o resultado. Fundação Getulio Vargas (FGV-RJ) - Graduação Microeconomia II 1º semestre de 2007 Prof. Paulo C. Coimbra 1º Lista de Exercícios 1. Encontre os equilíbrios de Nash dos jogos abaixo e dê uma interpretação

Leia mais

Aula 5 Contratos, custos de transacção e informação assimétrica

Aula 5 Contratos, custos de transacção e informação assimétrica Aula 5 Contratos, custos de transacção e informação assimétrica 2.4 Contratos e custos de transacção 2.4.1 Os custos de transacção (económicos e políticos) 2.4.2 O Teorema de Coase 2.5 Agência e problemas

Leia mais

CAP. 3 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM SITUAÇÕES DE INCERTEZA

CAP. 3 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM SITUAÇÕES DE INCERTEZA CAP. 3 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM SITUAÇÕES DE INCERTEZA 1. INTRODUÇÃO No fluxo de caixa esquemático mostrado na Figura 1, como se sabe na data zero, normalmente se tem o investimento necessário para

Leia mais

Módulo 4 - Especulação e Cobertura de Riscos com Futuros

Módulo 4 - Especulação e Cobertura de Riscos com Futuros Sumário Módulo 4 - Especulação e Cobertura de Riscos com Futuros ISEG Universidade Técnica de Lisboa 6 de Maio de 2005 Parte I Sumário Parte I: Arbitragem com Futuros Parte II: Especulação com Futuros

Leia mais

Introdução as Opções Reais

Introdução as Opções Reais Introdução as Opções Reais Capitulo 1 - Uma nova visão de investimento A economia define investimento como ato de incorrer em custo imediato na expectativa de recompensas futuras. Firmas que constroem

Leia mais

Pelotas, novembro 2014. SIMULADO DE ADM APLICADA À GESTÃO AMBIENTAL Disciplina: Economia. Professor Alejandro Martins. SERÃO 5 QUESTÕES NA AVALIAÇÃO;

Pelotas, novembro 2014. SIMULADO DE ADM APLICADA À GESTÃO AMBIENTAL Disciplina: Economia. Professor Alejandro Martins. SERÃO 5 QUESTÕES NA AVALIAÇÃO; Pelotas, novembro 2014. SIMULADO DE ADM APLICADA À GESTÃO AMBIENTAL Disciplina: Economia. Professor Alejandro Martins. SERÃO 5 QUESTÕES NA AVALIAÇÃO; 1 Teoria de Jogos Estratégias Dominantes... 1 2 Teoria

Leia mais

CAPÍTULO III TOMADA DE DECISÃO COM INCERTEZA E RISCO

CAPÍTULO III TOMADA DE DECISÃO COM INCERTEZA E RISCO CAPÍTULO III TOMADA DE DECISÃO COM INCERTEZA E RISCO TOMADA DE DECISÃO 36 Tomada de Decisões Primeiro Passo i. Identificar decisões alternativas. ii. Identificar consequências possíveis. iii. Identificar

Leia mais

Tendências. Membro. ECOPROGRESSO, SA tel + 351 21 798 12 10 fax +351 21 798 12 19 geral@ecotrade.pt www.ecotrade.pt

Tendências. Membro. ECOPROGRESSO, SA tel + 351 21 798 12 10 fax +351 21 798 12 19 geral@ecotrade.pt www.ecotrade.pt 30 27 Evolução do Preço CO2 Jan 06 - Fev 07 Spot Price Powernext Carbon Jan de 2006 a Fev 2007 Spot CO2 (30/01/07) Preço Δ Mensal 2,30-64.50% 2007 2,35-64,4% 2008 15.30-16,16% Futuro Dez 2009 2010 15.85

Leia mais

Planeamento e estratégia

Planeamento e estratégia Planeamento e estratégia Tipos de planos e vantagens Etapas do processo de planeamento Informação para o planeamento Análise SWOT Definir missão e objectivos Processo de gestão estratégica Níveis da estratégia

Leia mais

Contabilidade Financeira II 2008/2009

Contabilidade Financeira II 2008/2009 Contabilidade Financeira II 2008/2009 Capital Próprio CAPITAL PRÓPRIO Conceitos Gerais Aplicação de resultados Valor nominal, contabilístico e de mercado Demonstração das Alterações do C.P. Aumentos de

Leia mais

Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações

Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações A. Resolva os seguintes problemas (8 valores) 1. Uma determinada empresa faz a lavagem de cisternas rodoviárias na zona norte do País. Com equipamento

Leia mais

Normas de Ética e Conduta Empresarial para Terceiros

Normas de Ética e Conduta Empresarial para Terceiros Todas as actividades empresariais na Bristol-Myers Squibb (BMS) apoiam-se no alicerce do nosso compromisso com a integridade e a conformidade com todas as leis, regulamentos, directivas e códigos industriais

Leia mais

Investigação Operacional

Investigação Operacional Ano lectivo: 2014/2015 Universidade da Beira Interior - Departamento de Matemática Investigação Operacional Ficha de exercícios n o 5 Problemas de Transportes e Afectação. Cursos: Economia, Gestão e Optometria

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

Cooperar ou Não Cooperar: A Disputa entre a Embraer e a Bombardier na Venda de Jatos Regionais. Autoria: Eveline Carvalho, Cicero Wlailton.

Cooperar ou Não Cooperar: A Disputa entre a Embraer e a Bombardier na Venda de Jatos Regionais. Autoria: Eveline Carvalho, Cicero Wlailton. 1 Cooperar ou Não Cooperar: A Disputa entre a Embraer e a Bombardier na Venda de Jatos Regionais Autoria: Eveline Carvalho, Cicero Wlailton Resumo O estudo objetivou analisar o oligopólio via Teoria dos

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE RIBEIRÃO PRETO DEPARTAMENTO DE FÍSICA E MATEMÁTICA

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE RIBEIRÃO PRETO DEPARTAMENTO DE FÍSICA E MATEMÁTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE RIBEIRÃO PRETO DEPARTAMENTO DE FÍSICA E MATEMÁTICA TEORIA DOS JOGOS E NEGOCIAÇÃO Amanda Laurie Manocchio RIBEIRÃO PRETO 2007 2 AMANDA

Leia mais

Modelos de Jogos: representando uma situação de interação estratégica

Modelos de Jogos: representando uma situação de interação estratégica Modelos de Jogos: representando uma situação de interação estratégica Para se aplicar a Teoria dos Jogos em situações reais, é preciso em primeiro lugar saber como modelar esses processos e como analisá-los,

Leia mais

GESTÃO LOGÍSTICA 05. O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia. Padrões de SaC. Amílcar Arantes 1

GESTÃO LOGÍSTICA 05. O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia. Padrões de SaC. Amílcar Arantes 1 GESTÃO LOGÍSTICA 2004-05 05 Capítulo - 2 Índice 1. Introdução 2. Definição de 3. 4. Desenvolvimento e Documentação de Padrões de SaC 5. Barreiras a uma Estratégia efectiva de SaC 6. Melhorar o Desempenho

Leia mais

Análise de Sensibilidade

Análise de Sensibilidade Análise de Sensibilidade Transparências de apoio à disciplina de Investigação Operacional rupo de ontrolo e estão Análise de Sensibilidade A análise de sensibilidade permite responder a um conjunto de

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA 1/21 ANÁLISE DA ENVOLVENTE EXTERNA À EMPRESA... 3 1. Análise do Meio Envolvente... 3 2. Análise da Evolução do Mercado... 7 3. Análise da Realidade Concorrencial...

Leia mais

Unidade IV ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Profa. Lérida Malagueta

Unidade IV ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Profa. Lérida Malagueta Unidade IV ESTRATÉGIA COMPETITIVA Profa. Lérida Malagueta Estratégia competitiva Já conhecemos os conceitos sobre a teoria da decisão estratégica e de como competem e cooperam: Os decisores As empresas

Leia mais

Planejamento. Futuro. Técnica ou processo que serve para lidar com o futuro. O que aumenta a incerteza nas organizações. Incerteza nas organizações

Planejamento. Futuro. Técnica ou processo que serve para lidar com o futuro. O que aumenta a incerteza nas organizações. Incerteza nas organizações Fonte: Introdução à Administração de Antonio Cesar Amaru Maximiano Índice Definição de planejamento Incertezas Eventos previsíveis Processo de planejamento Decisões de planejamento Planejar Atitudes em

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Departamento de Administração

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Departamento de Administração Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Departamento de Administração A Teoria dos Jogos na Estratégia de Negócios: uma Contribuição Relevante? por Guilherme Azevedo, Henrique Fernandes Carvalho

Leia mais

A Nova Geopolítica do Petróleo

A Nova Geopolítica do Petróleo A Nova Geopolítica do Petróleo Introdução ao problema: A expressão geopolítica engloba assuntos que são concebidos como de enorme importância para países numa determinada região, continente, hemisfério

Leia mais

Best Trading Pro. 23 Abril 2013

Best Trading Pro. 23 Abril 2013 Best Trading Pro 23 Abril 2013 Copyright 2013 Banco Best BEST Trading Pro Uma verdadeira sala de mercados numa única plataforma Plataforma BTP: toda a oferta à sua medida Negociação on-line de 17.000 activos

Leia mais

Mercados e Investimentos Financeiros. Introdução aos mercados acionistas. DOCENTE : Luís Fernandes Rodrigues

Mercados e Investimentos Financeiros. Introdução aos mercados acionistas. DOCENTE : Luís Fernandes Rodrigues Introdução aos mercados acionistas DOCENTE : Luís Fernandes Rodrigues O Mercado Financeiro O Mercado Monetário Interbancário (MMI) é um mercado organizado, onde as instituições participantes trocam entre

Leia mais

Immanuel Kant (1724 1804) A Ética de Kant

Immanuel Kant (1724 1804) A Ética de Kant Immanuel Kant (1724 1804) A Ética de Kant Nota Biográfica Immanuel Kant nasceu em 1724 Na cidade de Konisberg na Prússia. A sua palavra de ordem: tem a coragem de te servires do teu próprio entendimento!

Leia mais

UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2

UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2 UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2 Introdução SABE COM EXATIDÃO QUAL A MARGEM DE LUCRO DO SEU NEGÓCIO? Seja na fase de lançamento de um novo negócio, seja numa empresa já em

Leia mais

Forex. 2013, Março. O Mercado Cambial

Forex. 2013, Março. O Mercado Cambial Forex 2013, Março O Mercado Cambial AVISO O presente documento foi preparado pelo Banco BEST com o objectivo de informar os leitores sobre as principais características dos produtos derivados aqui apresentados,

Leia mais

POLÍTICA DE PREÇO O EM PLANEAMENTO DE MARKETING

POLÍTICA DE PREÇO O EM PLANEAMENTO DE MARKETING COMPETÊNCIAS COGNITIVAS - Capacidade de análise crítica - ADENDA POLÍTICA DE PREÇO O EM PLANEAMENTO DE MARKETING Generalidades; A política de preço e o marketing mix os custos e os preços; a procura e

Leia mais

Os desafios da Regulação do Mercado de Valores Mobiliários

Os desafios da Regulação do Mercado de Valores Mobiliários Os desafios da Regulação do Mercado de Valores Mobiliários Ester Saverson Jr. Director-Adjunto do Departamento de Assuntos Internacionais US SEC Dia 25OU2010 º Tema 1 1 Os pontos de vista aqui expressos

Leia mais

Gestão em Farmácia. Marketing 3. Manuel João Oliveira. Identificação e Selecção da Estratégia

Gestão em Farmácia. Marketing 3. Manuel João Oliveira. Identificação e Selecção da Estratégia Gestão em Farmácia Marketing 3 Manuel João Oliveira Análise Externa Análise do Cliente Segmentação, comportamento do cliente, necessidades não-correspondidas Análise dos Concorrentes Grupos estratégicos,

Leia mais

El Farol Bar Problem e Jogo Minoritário: uma introdução à econofísica

El Farol Bar Problem e Jogo Minoritário: uma introdução à econofísica El Farol Bar Problem e Jogo Minoritário: uma introdução à econofísica (El Farol Bar Problem and Minority Game: An introduction to econophysics) Diogo de Toledo Bertulino 1, Diego O. Nolasco 1,2 1 Curso

Leia mais

SOBRE GESTÃO * A Definição de Gestão

SOBRE GESTÃO * A Definição de Gestão SOBRE GESTÃO * A Definição de Gestão Chegar a acordo sobre definições de qualquer tipo pode ser uma tarefa de pôr os cabelos em pé, e um desperdício de tempo. Normalmente requer compromissos por parte

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais International Business 10e Daniels/Radebaugh/Sullivan Negócios Internacionais Capítulo 3.2 Influencia Governamental no Comércio 2004 Prentice Hall, Inc Objectivos do Capítulo Compreender a racionalidade

Leia mais

motivações da política económica

motivações da política económica POLÍTICA ECONÓMICA E ACTIVIDADE EMPRESARIAL Licenciaturas em Economia e em Gestão 1. O contexto histórico e teórico da Moderna Política Económica 1.2. motivações da política económica 1 POLÍTICA ECONÓMICA

Leia mais

Academia de Warrants. 1. Introdução ao mundo dos Warrants

Academia de Warrants. 1. Introdução ao mundo dos Warrants Academia de Warrants 1. Introdução ao mundo dos Warrants 1. Introdução ao mundo dos Warrants Sumário Executivo 1. Definição 2. Tipos de Warrants 3. Motivos para investir em Warrants 4. O Emitente 5. Como

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA II INTRODUÇÃO

GESTÃO FINANCEIRA II INTRODUÇÃO VAL- 1 GESTÃO FINANCEIRA II INTRODUÇÃO FINANÇAS EMPRESARIAIS VAL- 2! Objectivos do curso! Programa! Material de estudo / Grupos! Avaliação! Bibliografia! Contactos OBJECTIVOS VAL- 3 " Fornecer aos alunos

Leia mais

CAPÍTULO 2 INTRODUÇÃO À GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES

CAPÍTULO 2 INTRODUÇÃO À GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES Processos de Gestão ADC/DEI/FCTUC/2000/01 CAP. 2 Introdução à Gestão das Organizações 1 CAPÍTULO 2 INTRODUÇÃO À GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES 2.1. Conceito de Gestão Vivemos numa sociedade de organizações (dos

Leia mais

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade:

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade: Evolução do conceito 2 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da :. evolução do conceito. gestão pela total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9000:2000 gestão pela total garantia da controlo

Leia mais

Desenvolvimento. da Estratégica Competitiva. Chapter Title. 15/e PPT

Desenvolvimento. da Estratégica Competitiva. Chapter Title. 15/e PPT McGraw-Hill/Irwin 2007 The McGraw-Hill Companies, Inc. All rights reserved. 6 Desenvolvimento Chapter Title da Estratégica Competitiva 15/e PPT Screen graphics created by: Jana F. Kuzmicki, Ph.D. Troy

Leia mais

SINDICATO DOS JOGADORES PROFISSIONAIS DE FUTEBOL

SINDICATO DOS JOGADORES PROFISSIONAIS DE FUTEBOL SINDICATO DOS JOGADORES PROFISSIONAIS DE FUTEBOL PROPOSTA DE ALTERAÇÃO QUADROS COMPETITIVOS NACIONAIS A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) apresentou, a 4 de Abril de 2005, uma proposta de alteração

Leia mais

TEORIA DOS JOGOS E APRENDIZADO

TEORIA DOS JOGOS E APRENDIZADO TEORIA DOS JOGOS E APRENDIZADO DE MÁQUINA Estudos Iniciais André Filipe de Moraes Batista Disciplina de Aprendizagem de Máquina UFABC 2010 TEORIA DOS JOGOS Ramo da matemática aplicada estuda situações

Leia mais

CONCEITOS. Evento: qualquer subconjunto do espaço amostral. Uma primeira idéia do cálculo de probabilidade. Eventos Teoria de conjuntos

CONCEITOS. Evento: qualquer subconjunto do espaço amostral. Uma primeira idéia do cálculo de probabilidade. Eventos Teoria de conjuntos INTRODUÇÃO À PROAILIDADE Exemplos: O problema da coincidência de datas de aniversário O problema da mega sena A teoria das probabilidade nada mais é do que o bom senso transformado em cálculo A probabilidade

Leia mais

Ciclos Econômicos. Expectativas adaptativas do monetarismo Ciclo real de negócios novoclássico Rigidez de preços novokeynesiana

Ciclos Econômicos. Expectativas adaptativas do monetarismo Ciclo real de negócios novoclássico Rigidez de preços novokeynesiana Ciclos Econômicos Abordagem keynesiana X neoclássica Expectativas adaptativas do monetarismo Ciclo real de negócios novoclássico Rigidez de preços novokeynesiana Aula de Fernando Nogueira da Costa Professor

Leia mais

Banking. Estudos de Remuneração 2012

Banking. Estudos de Remuneração 2012 Estudos de 2012 Estudos de Banking 2012 2 Nota preliminar pág. 3 Técnico de Tesouraria pág. 4 Banking Técnico de Controlo de Crédito pág. 5 Analista de Crédito Técnico de Back-Office Técnico de Derivados

Leia mais

Teoria dos Jogos: Algumas Noções Elementares

Teoria dos Jogos: Algumas Noções Elementares Teoria dos Jogos: Algumas Noções Elementares Orlando Gomes, ISCAL Resumo: Em muitas situações de interação, os agentes são compelidos a agir estrategicamente. Isto significa que as linhas de ação que um

Leia mais

A filosofia ganha/ganha

A filosofia ganha/ganha A filosofia ganha/ganha Interdependência Talvez nunca tenha existido, na história da humanidade, uma consciência tão ampla sobre a crescente interdependência entre os fatores que compõem nossas vidas,

Leia mais

Grupo de Trabalho Internacionalização e Desenvolvimento (I&D) PROJECTO DE RELATÓRIO 25 de Agosto de 2011

Grupo de Trabalho Internacionalização e Desenvolvimento (I&D) PROJECTO DE RELATÓRIO 25 de Agosto de 2011 Grupo de Trabalho Internacionalização e Desenvolvimento (I&D) PROJECTO DE RELATÓRIO 25 de Agosto de 2011 SUMÁRIO 1.OS CINCO PONTOS DE CONSENSO E TRÊS CENÁRIOS APRESENTADOS A SEGUIR FORAM NEGOCIADOS APÓS

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais