GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS

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1 GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS I. INTRODUÇÃO O Governo apresentou ao Conselho Económico e Social o Projecto de Grandes Opções do Plano 2008 (GOP 2008) para que este Órgão, de acordo com as suas competências, se pronuncie sobre o mesmo. A versão definitiva será depois submetida a apreciação e votação da Assembleia da República. Estas GOP 2008 apresentam o estado de execução da acção governativa em 2006/2007 e as iniciativas de política a implementar em 2008, tendo como enquadramento as GOP aprovadas pela Assembleia da República e que consubstanciam a estratégia de desenvolvimento do Governo no período da legislatura. O presente documento tem como objectivo apresentar, de forma necessariamente sucinta, as principais prioridades para 2008 e o cenário macroeconómico apresentado pelo Governo para 2007 e No final, apresentam-se ainda as previsões macroeconómicas de vários organismos, elementos que se consideram particularmente importantes, nomeadamente como instrumentos de apoio à tomada de decisões e à negociação colectiva. II. GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 Estas GOP apresentam 4 partes distintas: Os resultados alcançados em 2006/ 2007 e as opções de política em 2008; O cenário macroeconómico; As prioridades para o Investimento Público em 2008; As orientações estratégicas para as Regiões Autónomas.

2 1. PRINCIPAIS LINHAS DE ACTUAÇÃO EM 2008 O estado de execução das políticas e as principais linhas de actuação política para 2008 são apresentadas tendo por base as 5 Opções aprovadas nas GOP , a saber: 1ª Opção - Assegurar uma trajectória de crescimento sustentado, assente no conhecimento, na inovação e na qualificação dos recursos humanos. 2ª Opção Reforçar a coesão social, reduzindo a pobreza e criando mais igualdade de oportunidades. 3ª Opção Melhorar a qualidade de vida e reforçar a coesão territorial num quadro sustentável de desenvolvimento. 4ª Opção Elevar a qualidade da democracia, modernizando o sistema político e colocando a justiça e a segurança ao serviço de uma plena democracia. 5ª Opção Valorizar o posicionamento externo de Portugal e construir uma política de defesa adequada à melhor inserção internacional do País. 2. CENÁRIO MACROECONÓMICO Nos documentos sobre as GOP anuais, o Governo apresenta as suas previsões para os principais agregados económicos. Nestas GOP 2008, não houve alterações face ao cenário apresentado anteriormente no âmbito do Programa de Estabilidade e Crescimento (Dezembro 2006), com excepção da previsão para o investimento privado em 2007 (antes de 1.3%). Quadro 1: Cenário macroeconómico (e) 2008 (p) PIB Taxa de Inflação (IPC) Emprego total (Var. %) Taxa de Desemprego % Procura Interna Consumo Privado Consumo Público Investimento (FBCF) Exportações Importações Rendimento disponível dos particulares Saldo conjunto das Balanças Correntes e de Capital (% PIB)

3 Neste momento, qualquer previsão para o ano 2008 é necessariamente incerta, dependendo nomeadamente de factores externos, como a evolução do preço do petróleo nos mercados internacionais. Também a nossa apreciação a este cenário envolve alguma incerteza. O cenário macroeconómico das GOP 2008 apresenta alguns aspectos que importa realçar: Uma aceleração do crescimento do PIB de 2007 para 2008, passando de 1.8% para 2.4%, interrompendo em 2008 o ciclo de divergência face à média comunitária iniciado em Este crescimento mais intenso do PIB sendo positivo e essencial ao desenvolvimento do País, continua a ser ainda insuficiente: evita a divergência mas não promove a nossa convergência com a União Europeia onde se prevê um crescimento idêntico em 2008 (2.4%). Por outro lado, é ainda demasiado baixo para assegurar um forte crescimento do emprego e uma redução significativa do desemprego. O crescimento do PIB é sustentado por uma evolução positiva das Exportações, o que revela que a economia portuguesa tem vindo a melhorar a sua posição competitiva no plano internacional. Regista-se ainda que este crescimento do PIB é igualmente induzido pela recuperação do Investimento (1.9% e 4.0% para 2007 e 2008) - criando condições para uma maior sustentabilidade da retoma sem desequilíbrios nas contas externas e do Consumo privado, ainda que em níveis relativamente baixos. Desde há muito que a UGT tem vindo a defender políticas salariais e de rendimentos que assegurem uma adequada melhoria do poder de compra e, por conseguinte, uma recuperação do consumo privado que constitui também uma alavanca para o crescimento económico. No mercado de emprego, não obstante as previsões apontarem para uma ligeira descida do Desemprego em 2007 e 2008 (7.5% e 7.2%, respectivamente), o nível de desemprego continua muito elevado afectando milhares de trabalhadores e respectivas famílias. Quanto ao Emprego, temos algumas reservas. Com efeito, prever um crescimento do emprego para 2008 de 1.2%, com um crescimento do PIB de 2.4%, não só nos parece excessivo tendo em conta a evolução histórica destes dois agregados, como nos levanta algumas preocupações quanto ao perfil de emprego a criar. Com efeito, a UGT tem defendido a criação de mais e melhores empregos, num contexto de uma crescimento económico mais qualitativo e sustentado, onde a qualidade do emprego permita ganhos mais significativos de produtividade; e, neste cenário, a produtividade prevista é relativamente baixa (apenas 1.2%). 3

4 Quanto à taxa de inflação, o cenário prevê que baixe dos 3.1% em 2006 para 2.1% em 2007 e Sendo certo que existe actualmente uma tendência de desaceleração do crescimento dos preços, a amplitude da mesma é muito incerta, o que nos leva a manifestar algumas reservas quanto à inflação de 2.1% avançada pelo Governo e que, aliás é o mais baixo valor das diferentes previsões nacionais e internacionais (excepção OCDE na sua previsão de Novembro 2006). Note-se ainda que o FMI reviu em alta, neste mês de Abril, as suas previsões, apontando para uma inflação de 3.0% em 2007, revisão que não nos pode deixar indiferentes. Finalmente, a redução do défice das contas públicas, que em 2008 deverá ficar aquém dos 3.0% do PIB deixando Portugal de se encontrar em situação de défice excessivo, é um aspecto positivo para o crescimento futuro do País, assegurando condições para se registar um menor aperto da procura interna, nomeadamente do consumo público, e dando uma maior margem para o investimento público, nos próximos anos. Permitirá assim, em nosso entender, uma resposta mais eficaz aos problemas e constrangimentos resultantes de uma política macroeconómica que, nos últimos anos, atribuiu prioridade máxima à consolidação das finanças públicas, com custos muito elevados sobre os trabalhadores da Administração Pública, desde logo, e sobre os cidadãos em geral. 3. INVESTIMENTO PÚBLICO EM 2008 Nesta fase, a informação constante das GOP em matéria de investimento público é manifestamente insuficiente, existindo a informação que o Governo se encontra a reformular o PIDDAC de modo a integrar os vários Programas e Planos de investimento público e o QREN num quadro único e coerente. São abordados dois aspectos de forma isolada: os Grandes Projectos de iniciativa pública e o QREN As grandes opções do investimento público mantêm o foco principal no conhecimento e na qualificação dos recursos humanos como alavanca do desenvolvimento (com expressão no QREN em que o FSE passa a representar 37% do total dos fundos estruturais e numa reorientação do investimento físico por via do FEDER, afectando-o prioritariamente às intervenções de apoio ao crescimento económico e à competitividade. Estas são prioridades que a UGT considera importantes e que devem ser efectivamente concretizadas no futuro. Com efeito, sempre defendemos que era responsabilidade do Estado 4

5 criar condições para assegurar um maior crescimento económico e do emprego, nomeadamente por via de investimento público com mais qualidade e mais orientado para aquelas questões. III. PRINCIPAIS PREVISÕES PARA PORTUGAL Apresentam-se seguidamente as principais previsões avançadas por diferentes organismos nacionais e internacionais. PIB Inflação Desemprego Governo 1,8 2,4 2,1 2,1 7,5 7,2 Banco de Portugal 1,8-2, Comissão Europeia 1,5 1,7 2,2 2,1 7,7 7,7 OCDE 1,5 1,7 2,0 1,8 7,4 7 FMI 1,9 2,2 3,0 2,4 7,4 7,3 Fontes: GOP 2008 Boletim Económico, Inverno 2007, Banco de Portugal Economic Forecasts, Autumn 2006, Comissão Europeia Economic Outlook, nº 80, Novembro 2006, OCDE World Economic Outlook, April 2007, FMI 19/04/2007 5

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