Alinhamento Estratégico entre Negócios e TI: Uma Análise da Percepção de Atuais e Futuros Administradores de Empresas. Resumo:

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1 Resumo: Alinhamento Estratégico entre Negócios e TI: Uma Análise da Percepção de Atuais e Futuros Administradores de Empresas Autoria: Sergi Pauli, Luís Fernando Britto Pereira de Mello Barreto O Alinhamento entre Negócios e TI é um assunto que está entre as principais preocupações da alta administração das mais variadas organizações (LUFTMAN e BEN-ZVI, 2010); ele trata basicamente do nível de integração e ajuste entre negócios e TI. Alguns autores como Henderson e Venkatraman (1993), Luftman e Brier (1999), Luftman (2000) e Chan e Reich (2007) defendem o alinhamento estratégico como forma de alavancar o negócio e de extrair o máximo desta área em termos de desempenho e custo-benefício e, por este motivo, destacam que a discussão, a decisão e as ações relacionadas ao alinhamento são questões estratégicas fundamentais para o sucesso e desempenho da organização. Entretanto, é difícil colocar em prática este alinhamento. Dentre os principais motivos estão o dinamismo dos ambientes tecnológicos e de negócios, o grande número de variáveis envolvidas que aumentam sensivelmente a complexidade do problema e a distância natural entre os dois mundos envolvidos: negócios e TI. Para Mann (2002), esta lacuna refere-se ao distanciamento entre o perfil técnico e o perfil de negócios e à dificuldade de entendimento entre eles devido entre outros fatores às diferenças culturais e pessoais entre os grupos. Observando a relevância do tema e o problema supramencionado, este artigo tem como objetivo principal avaliar a percepção do alinhamento sob o ponto de vista de um dos grupos envolvidos no conflito, o mundo dos negócios, representado neste caso por atuais e futuros administradores de empresas. Com este estudo espera-se a obter insumos que possam servir de base para a mitigação da lacuna e, porque não, para o aprimoramento do alinhamento. Para atingir este objetivo foi realizado um levantamento, isto é, uma pesquisa tipicamente quantitativa, descritiva e com corte transversal com alunos e ex-alunos de administração de empresas de uma universidade selecionada convenientemente pelos autores. Foram coletadas as percepções - isto é, as opiniões de alguns critérios levantados na bibliografia de referência - de cerca de 500 respondentes através de questionário com 68 questões em sua maioria de múltipla escolha com utilização de uma escala de Likert de quatro pontos. Dentre os resultados e conclusões encontradas está a confirmação de que a comunicação é o critério de alinhamento com pior percepção em comparação com os demais, indicando que de fato ela é uma grande responsável nos problemas de alinhamento, merecendo um tratamento diferenciado. Além disso, outro fator preponderante está no interesse em relação à TI que, como imaginado, é baixo por parte dos administradores de empresas (que não são atraídos por atividades na área ou em conjunto com TI). O artigo destaca ainda como estes critérios se comportam de acordo com algumas variáveis da amostra, como, por exemplo, experiência profissional e faixa etária.

2 1. Introdução O Alinhamento Estratégico entre negócios e TI descreve o nível de integração e ajuste entre a estratégia de negócios e a estratégia de TI, entre a infra-estrutura de negócios e infra-estrutura de TI, enfim, entre a área de negócios e a área de TI de uma organização (HENDERSON e VENKATRAMAN, 1993). Um bom alinhamento significa que a organização está apta a aplicar a TI de forma apropriada e de acordo com a estratégia, os objetivos e as necessidades do negócio (LUFTMAN e BRIER, 1999), promovendo vantagens competitivas e melhorias de desempenho operacional (CHAN e REICH, 2007). Entretanto, como diferentes autores observam, é difícil colocar em prática este alinhamento. Dentre os principais motivos estão o dinamismo dos ambientes tecnológicos e de negócios e o grande número de variáveis envolvidas que aumentam sensivelmente a complexidade do problema. Para Luftman (2000), por exemplo, o alinhamento é composto pela combinação harmônica de pelos menos seis variáveis ou critérios: comunicação, medidas de valor e competência, governança, parceria, escopo e arquitetura e habilidades. Dentre estes seis critérios, porém, a comunicação parece ser um tópico recorrente na literatura, um dos principais motivos do desalinhamento observado nas organizações, a chamada lacuna entre negócios e TI. Para Mann (2002), esta lacuna refere-se ao distanciamento entre o perfil técnico e o perfil de negócios e à dificuldade de entendimento entre eles. Também está relacionada à falta de conhecimento de negócios por parte dos programadores e equipes de informática, assim como da falta de conhecimento técnico e de tecnologia por parte do pessoal de negócios. Além disso, em relação aos profissionais de negócios, a existência da lacuna parece ser resultante da falta de interesse e da falta de reconhecimento da importância de TI nas organizações, fatos que parecem se originar na própria formação destes indivíduos para o mercado de trabalho. Tendo em conta essas afirmativas, o objetivo principal deste artigo é avaliar como a questão do alinhamento entre negócios e TI é percebida por alunos regulares e egressos de um curso de administração de empresas. Dentre nossas hipóteses iniciais estão aquelas derivadas do estudo de Mann (2002), isto é, que a comunicação é percebida como o principal problema dentre aqueles avaliados pelo alinhamento e que o pessoal de negócio não se interessa em TI. Além disso, outras hipóteses deste artigo são que estas opiniões variam negativamente de acordo com o aumento da maturidade destes profissionais (medida pelos anos de experiência ou anos de formado) e de acordo com a idade, promovendo uma melhora com as novas gerações, muito mais próximas e usuárias maciças de novas tecnologias. Este artigo está dividido da seguinte forma: na parte 2 são retomados alguns conceitos importantes do alinhamento estratégico e da lacuna entre negócios e TI de acordo com autores, pesquisadores e profissionais da área de TI, referências que serviram de motivação e apoio para o estudo; na parte 3 é destacado o método de pesquisa quantitativo através de levantamento, as hipóteses e a introdução para a parte 4, onde são descritos os principais resultados do artigo; finalmente, na parte 5 são apresentadas as principais conclusões deste esforço de pesquisa. 2. Revisão da Literatura 2.1. Alinhamento Estratégico entre Negócios e TI 2

3 O tema do Alinhamento Estratégico entre Negócios e TI parece ser tão antigo quanto às primeiras aplicações da tecnologia computacional no mundo das organizações. Para Chan e Reich (2007) e Affeldt e Vanti (2009), diferentes autores já haviam abordado o assunto, sugerindo inclusive modelos embrionários, nas décadas de 60 (LEAVITT em 1965), 70 (MCLEAN e SODEN em 1977) e 80 (ROCKART e SCOTT MORTON em 1984) antes que Henderson e Venkatraman (1993) oferecessem sua visão particular do assunto num dos estudos mais referenciados sobre o tema até hoje (CHAN e REICH, 2007). Cerca de duas décadas depois deste trabalho, a questão do alinhamento ainda atormenta a mente dos executivos de TI, assim como dos pesquisadores e acadêmicos. De acordo com pesquisa recente de Luftman e Ben-Zvi (2010), o Alinhamento entre Negócios e TI é um assunto que está entre as principais preocupações da alta administração das mais variadas organizações; é um tema recorrentemente citado na pesquisa anual dos autores (realizada desde 2003) e, exceto em dois anos (2009 e 2007), foi considerada como a principal inquietação dos executivos, que enxergam nesta questão um enigma de difícil resolução (LUFTMAN e BEN-ZVI, 2010). Na pesquisa acadêmica, Chan e Reich (2007) e Rigoni (2010) destacam a profusão de autores que trabalharam sobre o tema, assim como as diferentes facetas do alinhamento, alertando para a importância do assunto. Definição Para Chan e Reich (2007) existem diversos conceitos de Alinhamento Estratégico na literatura onde podemos observar alguma sobreposição. Luftman e Brier (1999) e Luftman (2000) explicam que o alinhamento é a aplicação da TI de uma forma apropriada e no tempo correto, em harmonia com as estratégias, metas e necessidades de negócio; Sauer e Yetton (1997) entendem o alinhamento como a administração de TI espelhando as necessidades do negócio; Reich e Benbasat (1996) referem-se ao alinhamento como o grau em que a estratégia de negócio é compartilhada e apoiada pela estratégia de TI; Henderson e Venkatraman (1993) vêem o alinhamento como o ajuste e a integração entre a estratégia de negócios e a estratégia de TI, entre a infra-estrutura de negócios e infra-estrutura de TI, enfim, entre a área de negócios e a área de TI de modo que a organização possa alcançar seus objetivos. Apesar das diferentes visões sobre o tema, é oportuno observar que as diversas definições de alinhamento destacam o papel de apoio de TI para o cumprimento dos objetivos do negócio. Entretanto, muitos autores também destacam que a questão do alinhamento estratégico é um caminho de mão dupla, isto é, não trata apenas da harmonia de TI em relação ao negócio, mas também da harmonia que deveria ou poderia existir entre o negócio e TI (LUFTMAN, 2000). Em outras palavras, o alinhamento representa a parceria entre área de negócios e a área de TI remando no mesmo sentido e no mesmo ritmo a fim de atingir um objetivo comum (CAMPBELL, 2005), significa um esforço conjunto, uma ligação com coerência (SACCOL, 2005), um relacionamento baseado em adaptação, integração e entendimento (LUFTMAN, 2000). Importância Para Henderson e Venkatraman (1993) o alinhamento é importante, pois permite que vantagens competitivas sustentáveis sejam obtidas através da capacidade de uma organização de explorar as funcionalidades de TI de forma contínua, ao invés de apenas se conformar com a posição de refém da tecnologia. Em outras palavras, o alinhamento deve ser encarado 3

4 como um potencial diferencial estratégico e não apenas como uma despesa financeira mandatória (CHAN et al, 1997). Além disso, promover o alinhamento significa encarar a TI como um fator decisivo para o futuro da organização, um fator que contribuí para a agilidade, flexibilidade e fortaleza da empresa na adaptação ao dinamismo dos mercados e na evolução das tecnologias (ALBERTIN, 2001; LUFTMAN e BRIER, 1999). Para Chan e Reich (2007), o alinhamento transcende a aquisição e manutenção de vantagens competitivas, colaborando diretamente na melhoria do desempenho organizacional, resultando conseqüentemente em aumento de lucratividade. Por outro lado, também temos autores críticos ao alinhamento. Sommer (2005), por exemplo, acredita que o alinhamento prejudica a atitude da área de TI, que acaba resignando-se ao papel de mera realizadora, entregando apenas o que se pede dela, tornando a tecnologia uma ferramenta pouco inovadora, previsível e sem sentido estratégico. Numa linha similar, Chan e Huff (1993) também alertam que, em alguns tipos de alinhamento, as áreas de TI podem perder o papel crítico e, até certo ponto, desafiador das estratégias de negócio. Em outras palavras, estes autores entendem que o alinhamento pode engessar a organização e é por isso que Sommer (2005) alerta as organizações para que assumam uma postura mais pró-ativa em relação à tecnologia, que assumam mais riscos. Além disso, para outros estudiosos como Shpilberg et al (2007), um alto grau de alinhamento não significa necessariamente melhoria de desempenho e, segundo Kearns e Lederer (2000), alinhar os negócios com a estratégia de TI pode inclusive resultar em perdas. A estes autores podemos incluir as observações de Carr (2003), para quem o papel estratégico de TI deixou de existir. Modelos Teóricos Como outros autores de sua época (início da década de 90), dentre eles Scott Morton, Henderson e Venkatraman (1993) observaram que o papel da TI começava a mudar nas organizações, transcendendo sua função puramente burocrática e de suporte para uma mais estratégica. Para eles, TI tinha o potencial de não só apoiar o negócio, mas de guiar suas estratégias. Notando esta evolução, Henderson e Venkatraman (1993) propuseram um modelo para definir e direcionar o Alinhamento Estratégico. De forma resumida, o SAM (Strategic Alignment Model) é definido por quatro domínios estratégicos (Estratégia de Negócio, Estratégia de TI, Infra-estrutura e Processos de Negócio e Infra-estrutura e Processos de TI) e foi construído com base em duas forças de coesão: (1) a adequação estratégica, isto é, as relações entre componentes internos (estrutura organizacional e processos) e externos (o ambiente em que a organização está inserida) e (2) a integração funcional, isto é, a integração entre os domínios de negócio e TI. De acordo Rigoni (2010), a partir do trabalho de Henderson e Venkatraman, duas linhas de pesquisa de alinhamento surgiram. A primeira concentrou-se na extensão e aprimoramento do SAM, buscando sua operacionalização nas organizações (MAES, 1999). A segunda procurou se concentrar na identificação de fatores determinantes habilitadores ou inibidores do alinhamento, que acabaram por culminar num modelo de maturidade de alinhamento elaborado por Luftman (2000). Como destacam Chan e Reich (2007) e Rigoni (2010), dentro destas duas linhas há muitos estudos e modelos alternativos importantes que, apesar de relevantes para o tema, não são abordados neste artigo. Por outro lado, o modelo de Luftman de maturidade de alinhamento merece um destaque especial e uma explicação mais aprofundada, uma vez que foi utilizado como base para a pesquisa em questão. 4

5 Segundo Luftman (2000), o nível de alinhamento de uma organização pode ser avaliado a partir de seis critérios básicos. O primeiro dos critérios abordados neste modelo é a Comunicação, isto é, a troca coerente e compreensível de idéias entre negócios e TI (e viceversa), buscando o entendimento e o compartilhamento de conhecimento que garanta a execução da estratégia. Em alguns casos, organizações buscam pessoas que sejam capazes de mediar esta interação, mas isso pode reprimir mais do que fomentar a comunicação. O segundo critério são as Medidas de Valor e Competência (Mensuração), que correspondem às práticas e indicadores cujo objetivo é demonstrar o valor e a competência de TI de forma que o negócio as compreenda. Aqui cabe o alerta de que não basta apenas mensurar fatores de desempenho, é preciso aplicar os recursos necessários para o aprimoramento contínuo. O terceiro critério do modelo é a Governança, que trata de assegurar que os participantes adequados de TI e negócio participem formalmente da discussão e revisão de prioridades e alocação de recursos, assim como da interação entre estratégias, assim como defendem Weill e Ross (2006). O quarto critério é a Parceria, que se preocupa com o relacionamento entre negócios e TI, com a participação da segunda na definição de estratégias, com a construção de confiança entre as partes e o compartilhamento de riscos e resultados. O quinto critério é o Escopo e Arquitetura, que procura avaliar até que ponto TI é capaz de assumir um papel de apoio para uma infra-estrutura flexível e transparente, avaliar e aplicar tecnologias emergentes, viabilizar padrões integrados e soluções customizáveis para as necessidades do negócio. O sexto e último critério são as Habilidades, que inclui todas as considerações dos recursos humanos, indo além das preocupações convencionais (treinamento, salário, desempenho e carreira). Dificuldades Apesar da disciplina de integração de TI ao negócio ser essencial (BENBUNAN-FICH et al, 2001), um denominador comum dentre os autores que tratam do Alinhamento entre Negócios e TI é a dificuldade de sua aplicação. Além da problemática inerente a cada um dos fatores habilitadores e inibidores ao tema, citados anteriormente, o grande número de variáveis envolvidas e o dinamismo dos ambientes tecnológicos e de negócios contribuem para aumentar a complexidade da questão (LUFTMAN, 2000). Para Chan e Reich (2007), as dificuldades com o alinhamento parecem estar concentradas do lado de TI e em suas carências em relação ao negócio, isto é, o desconhecimento da estratégica corporativa, a falta de consciência ou crença na importância do alinhamento, a falta de conhecimento da indústria, do ambiente e das particularidades da organização. Luftman e Ben-Zvi (2010), por outro lado, oferecem uma visão diferente destacando que existem carências nos dois lados (negócios e TI), o que torna o tema ainda mais intricado. Para os autores, outros prováveis motivos são: o fato dos executivos ainda acreditarem numa bala de prata que aprimora o alinhamento, quando na verdade é um assunto sem solução pré-definida e que exige trabalho árduo de todos os envolvidos; a visão de muitas organizações (e, como vimos, de alguns autores) de que o alinhamento é como TI responde ao negócio, quando ele é uma via de mão dupla; a maturidade das organizações que não conseguem ir além do foco de infra-estrutura para a área de TI; e a falta de convergência entre as várias palavras de moda que se referem ao alinhamento. Em sua análise sobre o assunto dentro do Brasil, Saccol (2005) sugere alguns objetivos que devem ser almejados e constantemente trabalhados para alcançar o alinhamento. Eles nos permitem observar mais algumas dificuldades em relação ao tema (muitas que podem ser consideradas sobrepostas ao modelo de Luftman) e um particular retrato de nosso país em 5

6 relação ao assunto: dificuldade de entendimento entre a direção da empresa e TI e vice-versa, falta de participação de gestores e usuários finais das diversas áreas da organização, planejamento de TI não leva em conta as necessidades e a estratégia organizacional, falta apoio da alta direção em relação à estratégia de TI, TI não é envolvida nas decisões e na elaboração da estratégia organizacional, equipe de TI com poucos conhecimentos de negócio. Observando as dificuldades e os problemas envolvidos no tema do alinhamento, parece importante discutir a questão conhecida como a lacuna entre negócios e TI. Além da sobreposição evidente com alguns dos aspectos avaliados pelos autores destacados anteriormente, a lacuna explica em parte a origem e a causa da falta de alinhamento Lacuna entre Negócios e TI Para Mann (2002), a lacuna entre os negócios e TI refere-se a um tema que (...) encapsula todos os aspectos problemáticos do relacionamento entre usuários finais e o pessoal técnico do departamento de TI. Em outras palavras, trata das dificuldades de comunicação, entendimento, conhecimento, parceria e interação entre as duas áreas, um distanciamento que vem sendo observado praticamente desde o início da utilização das tecnologias de informação nas organizações. Dadas as suas características, na opinião da autora este conflito é crescente, penetrante e difuso e pode apresentar-se de diferentes formas (MANN, 2002). Origens da lacuna Na linha de Chan e Reich (2007), primeiramente entendia-se que a causa da lacuna era derivada da falta de conhecimento de negócios por parte dos técnicos de TI, assim como pelas características destes profissionais, principalmente a alegada falta de habilidades interpessoais e dificuldade de trabalho em equipe. Tendo em vista estas adversidades, os mais variados cursos responsáveis pela formação de tecnólogos passaram a se preocupar com disciplinas que destacassem a importância de capturar adequadamente os requisitos de negócio, com o objetivo de melhorar os resultados de iniciativas de TI. Em outras palavras, a finalidade era dar as ferramentas necessárias para que estes profissionais fossem capazes de construir sistemas aderentes às demandas do negócio (MANN, 2002). Aos poucos, porém, se observou que a questão não estava somente relacionada à falta de conhecimento e entendimento, mas também à falta de interesse dos alunos em relação aos temas de negócio, justificada em parte pela pouca relevância atribuída aos assuntos relacionados com a administração. Além da possível aversão pelo caráter pouco matemático e lógico dessas disciplinas, para os alunos de cursos técnicos os ensinamentos de administração eram vistos negativamente, como algo obrigatório para a obtenção do título, mas pouco útil, um impedimento para cursar mais créditos nas áreas técnicas, necessário apenas para se comunicar numa organização ou quando se era empreendedor (MANN, 2002). Simultaneamente, a evolução dos computadores pessoais e a penetração da TI no cotidiano das organizações transformaram todos os profissionais das áreas funcionais em usuários maciços de soluções baseadas em TI. Notou-se que, apesar dos sistemas responderem aos requisitos e de serem tecnicamente corretos, nem sempre eles eram bem sucedidos devido a causas que não necessariamente estavam associadas com aspectos técnicos. Assim, ficou claro que não só os profissionais técnicos estavam distantes do negócio, mas também os nãotécnicos das áreas funcionais estavam afastados da tecnologia, corroborando a afirmação de Luftman (2000) de que o alinhamento (e a lacuna) são uma via de mão dupla: além da falta de 6

7 conhecimento de negócios por parte de TI, existe o outro lado da moeda, que é a falta de apreciação e o conhecimento limitado de TI por parte das áreas funcionais. Frente a este cenário, departamentos de TI foram criados nos cursos não-técnicos como o de administração de empresas para desenvolver e ministrar disciplinas como de sistemas de informação a fim de diminuir as carências técnicas do público que uma vez formado representa uma boa parte da porção responsável pelas decisões de negócios das organizações. Além deste objetivo, os cursos também buscavam melhorar a comunicação, aumentar a chances de sucesso de soluções tecnológicas e, por que não, capacitar as pessoas do negócio a encontrar novas oportunidades de melhoria de processos e até de novos produtos e mercados através da TI. Neste sentido cabe relembrar as observações de Davis (2009) que identifica duas missões importantes do ensino de SI: oferecer aos alunos de administração em geral o conhecimento e habilidade de raciocínio para interagir com os sistemas de informação, preparando-os para inovar na especificação e adoção de novos usos; e preparar gestores de SI para analisar, construir, implantar e gerenciar a tecnologia da informação que dá suporte às atividades da organização, assim como também propor inovações. De acordo com o referencial observado, não há dúvidas de que uma das causas principais (senão a principal) da lacuna está diretamente relacionada com as diferenças culturais entre os grupos envolvidos (usuários e técnicos). Mesmo fugindo dos estereótipos de cada grupo, existe uma reconhecida distinção de comportamento, atitude, crenças, preferências, formação, ambiente entre os administradores, economistas, psicólogos, engenheiros, etc. (normalmente usuários de TI) e os cientistas da computação, programadores ou configuradores (geralmente técnicos de TI). Também é clara a distinção profissional entre ambos, seja de perfil, habilidades e oportunidades. De qualquer forma, como destacam Peppard e Ward (1999), em muitos casos esta origem cultural é apenas uma desculpa que muitas organizações encontram para justificar a falta de alinhamento e a falta de iniciativas que busquem de fato a solução para o conflito, uma forma de encobrir a incompetência e descaso em relação ao tema. Em outras palavras, a questão cultural é apenas uma (...) descrição conveniente dos sintomas, mas não uma causa explícita do problema. Soluções para a lacuna A resolução da lacuna é outro tema complexo, pois depende da realização de ações tanto na academia quanto no mercado que conscientizem e promovam a importância, o interesse e a comunicação entre os dois grupos. Para muitos autores de referência e inclusive os responsáveis desta pesquisa, esta parece ser uma missão praticamente impossível. Ao invés de solucionar a lacuna, muitos deles sugerem sua minimização através de profissionais com uma formação híbrida que sirvam de mediadores e que saibam navegar com destreza entre os dois mundos (MANN, 2002). Davis (2009), por exemplo, observa uma demanda contínua e crescente de especialistas de TI que combinem grandes conhecimentos e habilidades técnicas com conhecimento e traquejo de negócios. Apesar das particularidades de cada caso, outros autores como Benbunan-Fich et al (2001), Bassellier, Benbasat e Reich (2003), Chao, Butler e Ryan (2003), Hunt, Eagle e Kitchen (2004) e Granitz and Hugstad (2004) também têm um enfoque similar em relação à necessidade deste profissional híbrido. 3. Pesquisa 7

8 Alguns autores defendem o alinhamento estratégico entre negócios e TI como forma de alavancar o negócio e de extrair o máximo desta área em termos de desempenho e custobenefício. Outros acreditam que o alinhamento (excessivo talvez) enrijece a organização, diminuindo a exposição a oportunidades e reduzindo a competitividade. Independente da direção escolhida, o ponto em comum é o alerta para o fato de que a discussão, a decisão e as ações relacionadas ao alinhamento são por si só questões estratégicas extremamente importantes para o sucesso e desempenho da organização, questões que devem fazer parte da agenda tanto de executivos de negócio, quanto de diretores técnicos. Observando a importância do tema e seguindo a linha dos autores que defendem a necessidade de um alinhamento entre negócios e TI, pareceu muito relevante aos autores deste artigo avaliar como a questão é percebida pelos dois grupos diretamente envolvidos no conflito, isto é, os usuários do negócio e os técnicos de TI. Assim, a preocupação central desta pesquisa é identificar qual a opinião dos respondentes quanto aos seis diferentes fatores que determinam a maturidade do alinhamento nas organizações segundo Luftman (2000), isto é, Comunicação, Medidas de Valor e Competência (Mensuração), Governança, Parceria, Escopo e Arquitetura e Habilidades, considerando a experiência profissional ou os conhecimentos genéricos sobre o tema. Respondendo a esta pergunta espera-se ter mais conhecimentos sobre as dificuldades do alinhamento, assim como promover uma conscientização das responsabilidades dos envolvidos. Sob o ponto de vista dos autores do estudo, a questão da lacuna discutida por Mann (2002) complementa a visão de Luftman (2000) na medida em que nos permite observar um possível fator adicional que também pode auxiliar na determinação da maturidade do alinhamento, mas que, ao mesmo tempo, pode afetar diretamente os demais fatores. Este sétimo fator recebeu o nome de Interesse, que, igualmente importante no tema, está associado a questões culturais, políticas e pessoais que, genericamente, tratam da atratividade (assim como da importância) que um grupo tem pelas particularidades do outro. O interesse determina a predisposição que o gestor tem para exercer atividades na área de TI ou em conjunto com a área de TI. O interesse difere da parceria e da comunicação na medida em que, mesmo quando estas duas últimas questões estão totalmente equacionadas, a falta de atratividade ainda pode prejudicar a adequada aplicação de TI ao negócio. Além disso, o interesse é um fator que está presente (ou ausente) nos dois grupos envolvidos no alinhamento. Este ponto é destacado por Mann (2002) quando cita alunos de cursos técnicos que não se sentem atraídos pelas disciplinas de negócio. Na opinião dos autores, o mesmo pode ser aplicado para alguns alunos de negócio (como, por exemplo, graduandos em administração de empresas) que também vêem pouca relevância e utilidade nos conhecimentos de TI, posturas que aumentam e perpetuam a lacuna. Por questões práticas, o estudo foi dividido e o artigo em questão está especialmente concentrado no primeiro grupo de respondentes, isto é, os usuários de negócio. Inspirada no manuscrito de Mann (2002), a escolha por este grupo teve dois motivos básicos. Entende-se que este grupo é subavaliado quando o assunto é alinhamento e lacuna e, além disso, percebese hoje o papel essencial que atuais e futuros profissionais de negócios têm em relação a TI, seja porque definem as demandas e os requisitos dos sistemas construídos, seja porque são os usuários que adotam ou boicotam estes sistemas, seja porque serão futuramente os executivos que ditaram as decisões estratégicas da empresa relacionadas às capacidades de TI. Para representar esta população foram convenientemente escolhidos os alunos e ex-alunos (egressos) do curso de graduação em Administração de Empresas da Faculdade de Economia, 8

9 Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. O curso foi escolhido uma vez que em sua estrutura curricular são oferecidas explicitamente disciplinas de TI, ministradas por uma área temática dedicada à Informática, o que não se observa em outros cursos como Economia e Contabilidade. O fato de que estes outros cursos não tenham disciplinas de TI apenas confirma (pelo menos em parte) a proporção alarmante da lacuna nos dias atuais, afinal, grande parte dos usuários de negócio nunca tiveram em sua formação conhecimentos de TI. A concentração no curso da USP, por outro lado, teve com o objetivo manter um grupo mais homogêneo de respondentes, com um mesmo nível de conhecimentos, mesma exposição ao tema (número de créditos de TI e corpo docente) ao longo do tempo, reduzindo a variabilidade embutida neste tipo de estudo. É importante ressaltar que apesar de uma parte dos estudantes incluídos nesta pesquisa não possuírem experiência profissional que possibilitasse uma percepção prática sobre alguns dos temas tratados, os autores consideraram interessante incluir na análise o entendimento prévio que estes futuros administradores têm tendo em vista sua experiência pessoal e as disciplinas ministradas no curso, possibilitando avaliar as eventuais mudanças causadas pelo ingresso no mercado de trabalho. Hipóteses Iniciais Com base na questão problema discutida, foram levantadas algumas hipóteses iniciais que guiaram o restante da pesquisa (principalmente a fase de análise dos dados), a saber: H1. A percepção do alinhamento entre negócios e TI (medida através dos critérios) dos atuais (egressos) e futuros (alunos) administradores de empresas é baixa, confirmando que o problema existe e que ele é reconhecido; H2. O interesse dos administradores em exercer atividades na área de TI ou em conjunto com a área de TI é baixo, demonstrando a falta de atração pelas disciplinas oferecidas no curso e/ou pela falta de afinidade, gosto ou conhecimento; H3. A experiência profissional e a idade têm efeito negativo na opinião em relação às variáveis do alinhamento, provavelmente pelas diferentes situações de conflitos vividas e porque as novas gerações seriam mais receptivas às novas tecnológicas; H4. A opinião em relação ao alinhamento varia positivamente de acordo com o interesse do respondente e do nível de afinidade tecnológica. Metodologia Com base na questão-problema, foi realizado um levantamento (survey), isto é, uma pesquisa tipicamente quantitativa (com coleta de dados primários de uma amostra probabilística e representativa da população através de questionário), descritiva (que procura identificar opiniões e descrever a realidade sem modelo causal) e com corte transversal (que é realizada um único e determinado momento do tempo) (FREITAS et al, 2000). Um questionário com 68 perguntas foi criado, testado e aplicado buscando avaliar uma série de temas relacionados com os objetivos e hipóteses previamente descritas. Em cada pergunta (afirmações), o respondente indicava sua percepção apontando concordância ou discordância através de uma escala de Likert de quatro pontos (discordo plenamente, discordo parcialmente, concordo parcialmente e discordo plenamente). Apesar de se tratar de uma escala ordinal que é criticado quanto utilizado em análises que envolvem métodos estatísticos 9

10 paramétricos, este tipo de escala é indicado uma vez que vários dos argumentos contrários a sua utilização vem sendo consistentemente refutados por diversos estudos que determinam a robustez dos resultados obtidos (NORMAN, 2010). A escala mede o nível de concordância do respondente com uma série de afirmações que expressem algo de favorável ou desfavorável em relação a um objeto psicológico. A avaliação da percepção dos respondentes em relação aos fatores de Luftman (Comunicação, Mensuração, Governança, Parceria, Escopo e Arquitetura e Habilidades) e ao Interesse foi realizada a partir de três perguntas diferentes para cada uma das sete variáveis que foram posteriormente totalizadas e normalizadas em uma escala de 1 a 10, com 1 refletindo a percepção mais negativa e 10 a mais positiva. Abaixo estão as sentenças utilizadas para avaliar o critério comunicação:. Os profissionais das áreas de negócio sabem transmitir adequadamente suas necessidades.. Os profissionais da área de TI entendem com facilidade as demandas de negócio.. O diálogo entre as áreas de negócio e a área de TI não é claro e objetivo. Outra variável utilizada no estudo avaliou o grau de Afinidade Tecnológica de cada um dos respondentes, sendo que esta graduação foi obtida a partir de três questões relacionadas com a freqüência de uso de computadores, os tipos de uso dado pelo respondente ao celular (telefonia, mensagens, etc.) e o conhecimento de personalidades de destaque na indústria de tecnologia. A pontuação destas perguntas foi totalizada e normalizada em uma escala de 1 a 15, com 1 refletindo o menor grau de afinidade tecnológica e 15, o maior. O procedimento de coleta dividiu-se em dois meios, o questionário impresso (para atingir principalmente os alunos regulares) e a versão eletrônica (idêntica em conteúdo e formato, objetivando a obtenção de respostas dos egressos). No primeiro caso, mais de 450 questionários foram distribuídos para os alunos presentes em diferentes aulas e períodos do curso, evitando-se a coleta nas disciplinas de informática. No segundo caso, foi enviado o link da pesquisa para os ex-alunos através de entidade de relacionamento oficial, mas dada a baixa taxa de resposta foi preciso complementar com um reforço através de correio eletrônico. Mesmo assim a taxa continuou abaixo do esperado, prejudicando algumas comparações. O conjunto amostral final utilizado nas análises que se seguem foi composto de 499 registros incluindo 438 estudantes, 59 graduados e 2 com situação no curso não especificada. A média de idade dos respondentes era de pouco menos de 23 anos, sendo 41,3% mulheres e 58,7% homens. Em relação à experiência profissional, 38,6% indicaram ainda não ter qualquer experiência profissional (fato esperado devido à faixa etária dominante). Nos outros 61,4%, a média de experiência era de pouco mais de 4 anos, mas apenas 26,0% da amostra tinham mais de 3 anos de experiência. Além disso, 60,7% da amostra afirmaram trabalhar no momento da pesquisa e apenas 12 pesquisados (2,4%) afirmaram trabalhar na área de TI. 4. Resultados Validação da amostra O primeiro passo da análise foi validar a consistência dos dados em relação à população, confirmando se a amostra coletada era minimamente condizente com o universo de observações possíveis e se generalizações seriam aceitáveis. No caso dos alunos, apesar de 10

11 pequenos desvios encontrados como, por exemplo, o baixo número de respostas de alunos de últimos anos devido ao reduzido número de créditos pendentes, a aleatoriedade na coleta da amostra (com o questionário distribuído em todas as turmas e períodos) e a abrangência de respostas (cerca de 40% da população dos alunos regulares respondeu o questionário) garantiram um conjunto de respondentes com distribuições aproximadas ao universo que nos permitem aceitar a validade deste conjunto. O mesmo não pôde ser obtido com os egressos, dada a falta de dados confiáveis disponíveis sobre a população, assim como o volume reduzido de respostas. Visão Geral Observando-se as médias das pontuações obtidas para os fatores de Luftman e do Interesse na amostra (Tabela 1) pode-se perceber claramente que a percepção quanto à Comunicação destaca-se das demais como o item de pior avaliação nos critérios de maturidade do alinhamento estratégico, sendo o único abaixo do centro da escala (5,5). O Interesse em exercer atividades na área de TI ou em conjunto com a área de TI também tem uma média baixa, próximo ao centro da escala. Comunicação Escopo e Arquitetura Governança Habilidades Mensuração Parceria Interesse Média 4,40 7,04 7,06 6,78 6,59 6,91 5,71 N Tabela 1. Média da Percepção dos Critérios de Luftman e do Interesse Dividindo-se a população em grupos de respondentes com e sem experiência profissional e avaliando-se as médias de cada grupo (Tabela 2) pode-se observar a ocorrência de um aumento mais acentuado nos indicadores de Interesse (11%) e Escopo e Arquitetura (7%) para o grupo com alguma experiência profissional. No sentido contrário, foi observada uma queda de 12% para o indicador de Comunicação. Tem Experiencia? Comunicação Escopo e Arquitetura Governança Habilidades Mensuração Parceria Interesse Não Média 4,70 6,75 7,15 6,74 6,43 6,81 5,32 N Sim Média 4,20 7,22 7,00 6,81 6,69 6,98 5,97 N Diferença entre grupos -12% 7% -2% 1% 4% 2% 11% Tabela 2. Média da Percepção de acordo com a Experiência Profissional A divisão da população entre alunos e egressos (Tabela 3) apresentou um resultado similar, com uma acentuação maior para as alterações de Interesse (21%) e Escopo e Arquitetura (14%) para os graduados em relação aos estudantes, sendo que a queda para a Comunicação ficou também no valor de 12%. Situação no curso Comunicação Escopo e Arquitetura Governança Habilidades Mensuração Parceria Interesse aluno Média 4,45 6,90 7,04 6,81 6,61 6,87 5,54 regular N graduado Média 3,97 8,05 7,25 6,63 6,47 7,25 6,98 N Diferença entre grupos -12% 14% 3% -3% -2% 5% 21% Tabela 3. Média da Percepção de acordo com o grupo (alunos e egressos) Afinidade e Interesse 11

12 Analisando a correlação entre as variáveis de maturidade, interesse e afinidade tecnológica através do coeficiente de correlação de Pearson foi obtida a matriz apresentada na Tabela 4 onde podem ser identificadas correlações positivas estatisticamente significantes entre o Interesse e os indicadores de Escopo e Arquitetura (moderada), Parceria (moderada), Governança (baixa) e Habilidades (baixa). Na Figura 1 pode-se observar graficamente o comportamento das médias destes indicadores em função do Interesse. Comunicação Escopo e Arquitetura Governança Habilidades Mensuração Parceria Interesse Afinidade Tecnológica Comunicação Escopo e Arquitetura Governança Habilidades Mensuração Parceria Interesse Afinidade Tecnológica ρ 1,000 -,074,055,111,047,165 -,045,237 Sig.,100,222,013,292,000,322,000 N ρ -,074 1,000,296,291,115,277,345,277 Sig.,100,000,000,010,000,000,000 N ρ,055,296 1,000,353,205,397,291,057 Sig.,222,000,000,000,000,000,202 N ρ,111,291,353 1,000,255,429,180,024 Sig.,013,000,000,000,000,000,590 N ρ,047,115,205,255 1,000,211,107,003 Sig.,292,010,000,000,000,017,951 N ρ,165,277,397,429,211 1,000,316,040 Sig.,000,000,000,000,000,000,375 N ρ -,045,345,291,180,107,316 1,000,276 Sig.,322,000,000,000,017,000,000 N ρ,237,277,057,024,003,040,276 1,000 Sig.,000,000,202,590,951,375,000 N Correlações significantes no nível 0,01: baixa moderada Tabela 4. Correlação de Pearson para os Critérios de Luftman, Interesse e Afinidade Figura 1. Variação da Percepção dos Critérios de Luftman em função do Interesse 12

13 Com relação à afinidade tecnológica identificam-se apenas correlações estatisticamente significantes de baixa intensidade e positiva em relação ao Escopo e Arquitetura e de baixa intensidade e negativa em relação à Comunicação. Na Figura 2 pode-se observar graficamente o comportamento das médias destes indicadores em função do grau de afinidade tecnológica. É interessante notar que a percepção de cada critério de Luftman se correlaciona com pelo menos três dos outros cinco, exceto no caso da Comunicação que apresenta apenas uma correlação estatisticamente significante de baixa intensidade com a Parceria. Figura 2. Variação da Percepção dos Critérios de Luftman em função da Afinidade Maturidade pessoal e profissional Avaliando a correlação entre a percepção dos critérios de maturidade de Luftman e o Interesse com a idade e o número de anos de experiência profissional através do coeficiente de correlação de Pearson foram obtidas as correlações estatisticamente significantes apresentadas na Tabela 5 onde se podem perceber correlações negativas de baixa intensidade entre idade e experiência com Comunicação, assim como correlações positivas de baixa ou moderada intensidade entre idade e experiência com Escopo e Arquitetura e Interesse. Comunicação Escopo e Arquitetura Interesse Anos de experiência Idade ρ -,133 -,174 Sig.,003,000 N ρ,238,248 Sig.,000,000 N ρ,302,280 Sig.,000,000 N Tabela 5. Correlações de Pearson Significantes (nível 0,01) 5. Conclusões Tendo como base os resultados colhidos, a primeira observação importante resultante da análise dos dados é a aparente negação da hipótese 1. Este resultado surpreendente chamou a 13

14 atenção dos pesquisadores, pois ao contrário do que se esperava, na percepção dos atuais e futuros administradores de empresas questionados, o alinhamento entre negócios e TI não é tão ruim quanto alguns opinam (uma vez que a média do nível de concordância nos critérios ficou acima do centro da escala) ou simplesmente não é reconhecido como um problema. Algumas explicações para a rejeição da hipótese podem ser sugeridas: (1) Erros no instrumento de coleta: algumas das questões podem não ter atingido claramente seu objetivo (apesar dos testes e prototipagem); (2) Dificuldades de compreensão: apesar de evitar termos técnicos, temas como escopo, arquitetura ou governança podem ter sido sobrevalorizados por falta de entendimento; (3) Composição da amostra: a média de idade dos respondentes (21 anos) sugere muitas pessoas sem qualquer experiência profissional (cerca de 40% da amostra) e com maior exposição à tecnologia (gerações x e y), fornecendo uma percepção mais positiva. De qualquer forma, apesar de globalmente negada, se levarmos em conta os critérios de forma individual a hipótese 1 parece válida e confirmada apenas para a comunicação. Neste caso, o conjunto de achados demonstra uma posição negativa de destaque em relação aos demais critérios de maturidade de Luftman (2000), sendo a única que se encontra abaixo do centro da escala provavelmente porque trata do questionamento mais simples e claro e é derivado das questões culturais destacadas por Mann (2002) e outros autores. Estes resultados encontrados para a comunicação apontam-nos para uma interessante conclusão que é o fato de que ela parece ser a maior responsável nos problemas de alinhamento, o principal ponto gerador da lacuna, conforme alertam alguns autores. De fato, a comunicação talvez mereça um tratamento à parte dos demais critérios de maturidade em pesquisas futuras. Quanto ao interesse, pode-se dizer que a hipótese 2 foi confirmada, corroborando a opinião de que a atratividade dos administradores em exercer atividades na área de TI ou em conjunto com a área de TI é baixa (principalmente para o grupo de respondentes sem experiência profissional). Isto foi demonstrado não só pelo fato do interesse ter sido o segundo critério com média mais baixa da pesquisa, mas por outros dois detalhes conclusivos: apenas 2,4% dos respondentes trabalham com TI e quando questionados pelo interesse nas oito áreas temáticas oferecidas pelo curso (administração geral, recursos humanos, finanças, marketing, estatística aplicada, produção e operações, economia de empresas e TI), TI foi classificada na média com a 8ª colocação. Neste sentido se confirma que a observação de Mann (2002) sobre o baixo interesse dos técnicos quanto às questões de negócios também é válido para o oposto. Em relação à hipótese 3, seu objetivo era avaliar se as percepções sofriam alterações de acordo com a maturidade do respondente (idade e experiência profissional), o que ficou claramente comprovado pelos resultados. Por outro lado, inicialmente os autores esperavam confirmar que com a maior vivência e experiência do respondente com os conflitos nas organizações em relação ao alinhamento, sua percepção seria mais baixa para o tema, mas isso foi observado apenas para dois critérios, a Comunicação e a Mensuração. Nesta análise particular chamou a atenção dos pesquisadores o fato de que o critério interesse aumente de acordo com a maturidade pessoal e profissional dos respondentes. Evidentemente é necessária uma pesquisa mais profunda que avalie se esta correlação está associada a uma relação de causalidade, mas a observação é positiva e esperançosa uma vez que nos permite pensar que à medida que os respondentes ingressam e se desenvolvem no mercado de trabalho, eles notam o impacto da tecnologia nas organizações atuais, assim como a influência em suas atividades, conscientizando-se da importância que ela tem sobre suas carreiras e vidas pessoais, abandonando o papel de refém sugerido por Henderson e Venkatraman 14

15 (1993). Por outro lado, é preocupante que o interesse só apareça ou cresça após o vínculo com a academia, quando pouco se pode fazer para mitigar os problemas da lacuna e, conseqüentemente, do alinhamento. Quanto à hipótese 4, os critérios de alinhamento têm variação positiva com interesse e afinidade tecnológica exceto para Comunicação e Mensuração. A percepção do critério Escopo e Arquitetura apresentou uma média maior para egressos e pessoas que possuem experiência profissional, crescendo juntamente com a afinidade tecnológica, o interesse, os anos de experiência e a idade, indicando assim uma melhora deste indicador em função da maturidade profissional. A percepção da Governança, Habilidades, Mensuração, Parceria apresentaram crescimento conjunto com o Interesse, mas não demonstraram nenhuma tendência clara em função das demais variáveis de análise. Quanto à percepção da Comunicação, os resultados corroboram o destaque como elemento com pior percepção no modelo de maturidade de Luftman, além de diferir do comportamento dos demais critérios, para os quais foi observada uma série de correlações entre si (Comunicação apresentou apenas uma correlação de intensidade muito fraca com a Parceria). Ainda em relação ao critério comunicação, a análise de seu comportamento em função de outros fatores apresentou variações negativas em relação à afinidade tecnológica e aos elementos associados a uma maior maturidade pessoal e profissional (idade, graduação e anos de experiência profissional). Uma possível explicação para a questão de afinidade seria um eventual menosprezo que pessoas com maior afinidade tecnológica teriam em relação à capacidade de compreensão dos assuntos de tecnologia por pessoas com menos afinidade, prejudicando a comunicação. Quanto à maturidade pessoal e profissional, possíveis explicações incluem um aumento da frustração com a comunicação ao longo da carreira ou uma confiança maior que pessoas mais jovens teriam ao tratar de assuntos referentes à tecnologia por terem crescido em um ambiente com maior exposição tecnológica. Como sugestões de pesquisas futuras estão algumas complementações importantes para o atual artigo, como, por exemplo, aprofundar a avaliação do critério da comunicação e avaliar a relação de causalidade entre o interesse e a maturidade. Além disso, seria extremamente relevante utilizar o mesmo instrumento de pesquisa para avaliar a percepção do outro grupo envolvido na questão do alinhamento, isto é, os alunos e os profissionais técnicos da área de TI. Com isso seria possível avaliar se a afirmação de Luftman (2000) em relação ao caminho de mão dupla é válida, ou se ao contrário, confirma-se a opinião de Chan e Reich (2007 de que as dificuldades com o alinhamento estão concentradas do lado de TI e em suas carências em relação ao negócio. 6. Bibliografia AFFELDT, Fabrício Sabrosa e VANTI, Adolfo Alberto. Alinhamento Estratégico de Tecnologia da Informação: Análise de Modelos e Propostas para Pesquisas Futuras. Revista de Gestão da Tecnologia e Sistemas de Informação. São Paulo: TECSI FEA USP, vol.6, n.2, p , ALBERTIN, Alberto Luiz. Valor Estratégico dos Projetos de Tecnologia da Informação. Revista de Administração de Empresas (RAE). São Paulo: Fundação Getulio Vargas/Escola de Administração de Empresas de São Paulo, v.41, n.3, p ,

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