COMPORTAMENTO OEMOGRÁFICO DA POPULAÇÃO RIO-GRANDINA - PERíODO INTRODUÇÃO SUSANA SALUM RANGEL * EURIPEDES FALCÃO VIEIRA**

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1 COMPORTAMENTO OEMOGRÁFCO DA POPULAÇÃO ROGRANDNA PERíODO SUSANA SALUM RANGEL * EURPEDES FALCÃO VERA** RESUMO O estud sbre alterações demgráficas n municípi d Ri Grande. períd , bjetivu a identificaçã s causas determinantes de munças cmprtamentais ppulaçã, expressas ns indicadres censitáris. Fram analisads, particularmente, prcess de pvament, s fluxs migratóris. estabeleciment de um crp ppulacinal eminentemente urban, prcess de industrializaçã, a eviuçã cultural e a cndiçã d ambíente natural. O estud revelu munças substanciais na distribuiçã espacial ppulaçã e n ritm reprduçã, e cnfirmu a acentua tendência à cncentraçã urbana znal, 1 NTRODUÇÃO.municípi d Ri Grande cupa uma área de 3.338,356km 2, lcaliza na restinga d mesm nme u barreira sul, na planície csteira rigrandense. O geambiente planiciáriagunarceânic é frmad pr ampla área de depsiçã sedimentar recente, em evluçã, caracterizand tiplgias mórficas de transiçã. Sã destaques a planície marinha, a planície lacustreagunar e a faixa clúvialuvinal. A ppulaçã d municípi, habitantes (1991), é predminantemente urbana e cm lent desenvlviment ds prcesss demgráfics e sócidemgráfics. A aprpriaçã espacial planície csteira se cncretizu pela cnstruçã d espaç de pvament, d espaç militar e d espaç ecnômic. O espaç de pvament asseguru a aprpriaçã plítica d espaç físic O espaç militar, cm as cmandâncias militares, a partir de 1737, garantiu a psse * Prfessra Titular d Dep. de Geciências FURG. Prfessr Titular d Dep. de Geciências FURG. B'.1. O trabalh cntu cm a participaçã ds blsistas de niciaçã Cientifica: Jice planchlnl, Ana Elisa Delgad Mell, Adriana Alves Mafal, Jã Manel Oliveira Trinde. Saul Fernnd Sequeira Júnir e Michelle Rdrigues Nóbrega. O blsista Paul Fernand equelra.júnir recebeu 'Os prêmis Jvem Pesquisadr cm a apresentaçã deste trabalh n 11 e 111 Cngresss de niciaçã Científica FURG/UFPEL, 1993 e e Mençã Hnrsa n V Salã de niciaçã Científica UFRGS. em BBLQS. Ri Grande. 9:

2 li terra e mtivu s fluxs migratóris, e espaç ecnômic se prcessu cm s cicls iniciais curama, charquea e s frmas de prpriede terra, representas pelas cartas de ta (pequena prpriede), sesmarias (grande prpriede) e estâncias reais (prpriede pública). As alterações demgráficas n municípi d Ri Grande, para períd cnsiderad, fram bjet de estud cm a tinalide de identificar as causas determinantes s munças n cmprtament ppulaçã. O prcess de pvament, s fluxs migratóris, estabeleciment de um cntingente ppulacinal eminentemente urban, prcess de industrializaçã e ambiente natural fram determinantes à tiplgia sócidemgráfica peculiar a municípi d Ri Grande. Os resultads btids mstraram que a ppulaçã mdificu alguns indicadres anterires, cm ritm de reprduçã, e cnfirmu a tendência à cncentraçã urbana. A análise revelu um d imprtante em relaçã à distribuiçã urbana ppulaçã. A zna urbana se ampliu cnsideravelmente, reprduzind, numa dimensã mair, md de vi anterirmente restrit espacialmente. 2 FATORES CONDCONANTES MUNiCíPO DO RO GRANDE DA FORMAÇÃO POPULACONAL DO 2.1 Fatres exógens Os principais fatres determinantes d padrã ppulacinal para a planície csteira d Ri Grande d Sul fram geambiente planiciári csteir, a cndiçã etngráfica cupaçã espacial, a cnstruçã e a rganizaçã d espaç prdutiv. O geambiente csteir ferecia uma cndiçã físicambiental desfavrável, dminad pr extensões arensas, acentua salinide, escassa cbertura vegetal e frtes vents. A cndiçã etngráfica cupaçã espacial cntrastava cm ambiente csteir. Os pineirs lusbrasileirs eram rigináris de regiões quentes, flrestais e de sls férteis. Os açrians, que s seguiram, migraram de ambientes pedlógics férteis e abunntes assciações vegetais, que hes garantiam a prduçã de madeiras e energia. As diferenças entre s ambientes de rigem e s planície csteira d Ri Grande d Sul eram acentuas. A cnstruçã e a rganizaçã d espaç prdutiv fi, inicialmente, de primarism elqüente. A curama e a charquea dminaram espaç ecnômic pr lnga decrrência de temp. As cmunides ppulacinais que se fixaram a lng planície csteira ficaram dispersas, impndo uma rganizaçã espaçprdutiva primária e de subsistência. Ri Grande, pela instalaçã s cmandâncias militares e a cndiçã prtuária, cncentru efetivs ppulacinais significativs, capazes de desenvlver prcesss demgráfics mais ativs. 2.2 Fatres endógens Os fatres endógens que atuaram destacamente na ppulaçã planície csteira e na d municípi d Ri Grande, particularmente, fram a cultura de traslad d flux étnicmigratóri, as práticas prdutivas geras em endemism espacial, a cnduta recalcitrante à invaçã, espaç prtuáriindustrial e a evluçã cultural. O flux migratóri açrian trasladu a cultura de rigem, marca, particularmente, pel islament s ilhas. As práticas prdutivas refletiam a situaçã ds ilhéus em O endemism cultural prduziu ativides agríclas restritas, em pequenas prpriedes, recalcitrantes a prcess invadr. Em Ri Grande s açrians desenvlveram a hrticultura, que perpassu lnga duraçã de temp, sem aberturas significativas à intrduçã de nvas tecnlgias que pudessem redirecinar prcess prdutiv primári. Essa cndiçã de escassa elasticide, na rganizaçã ecnômica de base, refletiuse ns prcesss demgráfics. O espaç prtuári industrial é marc diferenciadr na evluçã sócidemgráfica d municípi d Ri Grande em relaçã as demais municípis planície csteira. Permitiu a cncentraçã de ppulaçã em trn área prtuária, desenvlviment de ativides cmerciais e industriais e, cnseqüentemente, estabeleceu padrões diferenciads de cmprtament demgráfic. O ritm cultural ganhu impuls na déca de 1950, cm a instalaçã primeira unide de ensin superir. A criaçã de faculdes islas e, psterirmente, Universide (1969), ampliu cnsideravelmente as pssibilides de desenvlviment cultural cmunide, prjetand munças de hábits ns núcles familiares e na ppulaçã cm um td. 3 DNÂMCA DE CRESCMENTO O municípi d Ri Grande pssui acentua cncentraçã urbana ppulaçã (96%). As décas de 1940 e 1950 registraram altas taxas de ncrement ppulaçã ttal (2,51 % e 2,56% a an, respectivamente), estimulas pela dinâmica ecnômica n períd imediatamente psterir à Segun Guerra Mundial. A déca de 1960 fi marca pr prfun BBlOS, 86 BBlOS, Ri Grande, DA POPULAÇÂO Ri Grande,

3 depressã ecnômica, resultante d fechament s indústrias têxteis, d frigrífic multinacinal e d declíni de antigas indústrias de pescad. Pr utr lad cmeça a revluçã ds cstumes e a ampliaçã ds curss superires. Esses acnteciments tiveram grande repercussã n cmprtament demgráfic, prvcand, na déca , a que taxa de increment ppulaçã ttal (1,49% a an). As pers n espaç industrial e na cndiçã scial de parcelas significativas ppulaçã nã fram repstas cm a abertura de nvas prtunides de trabalh. A marginalizaçã de cntingentes ppulaçã fez crescer a favelizaçã urbana e a que na qualide de vi. A partir de 1970 cmeça a ser cnstruíd nv espaç prtuári e industrial. As bras d Superprt e d Distrit ndustrial atraíram cntingentes de mãdebra nãqualifica, principalmente zna rural sul d Estad. As taxas de increment ppulaçã rural trnaramse negativas para alguns distrits rigrandins. A ppulaçã urbana teve acréscims significativs pel prcess migratóri, tant intra cm intermunicipal. N períd , face à desativaçã s grandes bras civis d espaç prtuáriretrprtuári e a lent dinamism na cnstruçã d nv espaç industrial, crre a reduçã d flux migratóri, asscia à diminuiçã reprduçã ppulaçã urbana. 4 VARAÇÕES NO CRESCMENTO DA POPULAÇÃO DSTRTAL A análise evluçã ppulaçã distrital revela desníveis acentuads (tabela 1 e fig 1). O núcle urban Cassin, integrante d 1. Distrit, registru elevad cresciment ppulaçã residente (1940/50: 4,90% a an; 1950/60: 3,31% a an; 1960/70: 3,45% a an; 1970/80: 3,90% a an). A expansã zna urbana, mtiva pel cresciment hrizntal cide, a valrizaçã d sl urban, prduzind encareciment mradia na sede municipal, a fuga pluiçã ambiental desencadea pel prcess de industrializaçã e desej de residir em áreas tranqüilas e saudáveis determinaram rápid increment ppulaçã d Cassin. Em 1950, Cassin (Vila Siqueira) cnstituía uma clônia de pescadres de baixa ren, cm ativa reprduçã familiar. Essa situaçã evluiu nas décas seguintes para uma ppulaçã residente representa pr cmerciantes, apsentads, estuntes e, mais recentemente, pr cntingentes ecnmicamente ativs, destacandse prfessres universitáris, funcináris públics e cmerciantes cm ativides na zna urbana sede distrital. N cens de 1991 s indicadres demgráfics d Cassin estã cmputads n 1. Distrit, cm sede em Ri Grande. O distrit Pv Nv, antig núcle açrian, experimentu pers 88 BBLOS. Ri Grande, 9: acentuas ppulaçã residente a partir de O cresciment trnuse negativ ns decênis 60/70 (1,48% a an), 70/80 (1,22% a an) e 80/91 (0,64% a an). As munças na estrutura fundiária, a intrduçã d cultiv mecanizad d arrz e fechament de um antig curtume cntribuíram decisivamente para a mbilide ppulaçã distrital. O distrit Quinta registru variações na taxa de increment ns últims 40 ans. A déca de 1950/60 teve uma taxa de increment eleva (3,83% a an), para declinar na déca de 1960/70 (0,67% a an). A recuperaçã vei n períd 1970/80 (1,67% a an); n decêni 1980/91 a taxa de increment declinu (1,17% a an), mantend registr decrescente ds demais distrits, cm exceçã d Taim. O núcle urban Quinta cupa uma psiçã radial em relaçã as demais distrits. Abriga parte ppulaçã que representa mãdebra saznal nas lavuras de arrz d distrit d Taim e d municípi de Santa Vitória d Palmar. A Quinta é uma s pntas ds eixs de expansã zna urbana d Ri Grande. A prximide cm utrs núcles urbans periférics (Parque Marinha, COHABs, nvas vilas em frmaçã) expande a cupaçã ds espaçs dispníveis entre eles, num prcess reativ de desenvlviment territrialide urbana d Ri Grande. O distrit d Taim teve as maires pers n ritm de increment ppulaçã (1940/50: 5,14% a an; 1950/60: 0,07% a an: 1960/70: 0,18% a an; 1970/80: 3,46% a an; 1980/91: 1,07% a an). A transfrmaçã fundiária ds últims 30 ans determinu êxd rural. Até 1950 predminaram pequenas e médias prpriedes rurais dedicas à pecuária. A partir de 1960 frmaramse grandes latifúndis para criaçã e crreu a expansã s granjas de arrz.' A pecuária extensiva e a cultura d arrz cupam puca mãdebra. As empresas de prduçã de arrz sã muit mecanizas e utilizam mãdebra saznal. TABELA 1 Municípi d Ri Grande taxa de increment Distrits ppulaçã distrital (% a an) 1940/ / / / /91 Ri Grande 2,50 2,78 2,92 1,68 Cassin 4,90 3,31 1,71 3,45 3,90 Pv Nv 1,43 0,50 1,48 Quinta 0,94 3,83 0,67 1,67 1,17 Taim 5,14 0,07 0,18 3,46 1,07 2,51 2,56 1,49 2,29 1,22 lha ds Marinheirs 0,64 1,85 ípi 1,51 nte ds ds bruts: BGE, Censs Demgráfics 1940, 1950, 1960, 1970, 1980, Cbs.:. O Primeir Distrit, cm sede na cide d Ri Grande e denminaçã Ri Grande, inclui Balneári T assino, Distrit tndustrtal, a Pvaçã Quarta Seçã Barra, Senandes, Blaxa e a lha d erraplen (plan Diretr de 1985). A lha ds Marinheirs passu a distrit em BBLOS, Ri Grande, 89

4 ... ; MUNiCíPO TABELA 2 Municípi d Ri Grande ppulaçã residente pr sex DO RO GRANDE 1%1 8 An hmens mulheres Fnte: BGE, Censs Demgráfics ,1950,1960,1970,1980,1991 MUNiCíPO 19!! O 1980 DO RO GRANDE ,8 r,' RO E;:S QUNTA GRANDE CASSNO!T TAM O POVO NOVO.UNC'PlO FGURA 1 Taxa de increment industrial. 5 POPULAÇÃO RESDENTE POR SEXO A ppulaçã residente pr sex n municípi d Ri Grande, em valres absluts, apresentu equilíbri n cens de Ns censs de 1950 a 1991, a quantificaçã ppulaçã feminina supera a masculina (Tab. 2 e Fig. 2). A variaçã relativa n cresciment s ppulações feminina e masculina mstra scilações n períd. A razã de sex esteve em 100,15 em 1940, atingind 94,84 em A partir de 1950, s indicadres demgráfics revelam um predmíni de mulheres n municípi d Ri Grande. A partir de 1960, cm as prfuns munças ns cstumes, cresce a migraçã feminina para a cide em busca de melhres cndições de vi. O setr terciári absrve parte d cntingente feminin migrante, principalmente ns trabalhs dméstics em residências. Os curss superires exercem frte atraçã à ppulaçã feminina d interir d municípi e d municípi de Sã Jsé d Nrte. A mbilide ppulaçã municipal fi favreci pelas munças na estrutura fundiária e maióres facilides de deslcament, cm a melhria d sistema viári vícínaí estadual e federal. Nas últimas décas a ppulaçã feminina d municípi cresce em qualificaçã pessal, participand n cntingente ppulaçã ecnmicamente ativa. 90 BBLOS, Ri Grande, li ',li ' e e [ ' hmens '"10 "'0... mulheres,." l FGURA 2 Variaçã relativa ppulaçã pr sex. Fnte: BGE/censs demgráfics 6 NFLUÊNCA DAS MGRAÇÕES As migrações têm influenciad em níveis expressivs a ppulaçã residente d municípi. Cntingentes riunds s znas rurais próximas e ltl?viments demgráfics de utras áreas urbanas se acentuaram, pnncipalmente ns mments de dinamism ecnômic. Os efetivs representativs de mãdebra nãqualifica, cupads peridicamente BBlOS, Ri Grande 91

5 em bras de infraestrutura e na cnstruçã civil, riunds de migrações rurais, habitam áreas urbanperiféricas destituís de qualide de vi. As migrações têm sid impulsinas pelas munças na rganizaçã prduçã rural, principalmente pela transfrmaçã prpriede rural familiar em empresa capitalista. Muram as relações de prduçã e as relações sciais na prduçã. A grande prpriede para pecuária e agricultura passa a dminar, num prcess de ampliaçã pr absrçã pequena prpriede. A rizicultura granjeira, de rganizaçã empresarial, mecaniza e de gestã urbana, mudu acentuamente s valres terra, as relações de trabalh e as técnicas de cultiv. A pecuária, mais selecina e mens extensiva, alteru padrões respnsáveis pel cnservadrism ns camps. As ppulações rurais nã ficaram imunes a esses impacts, respndend cm ativa mbilide. A atraçã urbana é a respsta mais imediata, mesm que a qualide de vi nã represente ganh substancial. Os deslcaments migratóris zna rural d municípi bedeceram a direcinament interir/centr urban rural, centr urban rural/cide e interir rural/cide. O centr urban distrital que teve acréscim mais expressiv de ppulaçã ruraliza fi, n períd, a Quinta. A psiçã gegráfica d núcle urban distrital Quinta favreceu a absrçã de excedentes ppulacinais d distrit Taim, particularmente. Parte desses cntingentes de ppulaçã ruraliza, empregads e antigs pequens prprietáris, transfrmuse em mãdebra saznal cupa nas granjas de arrz. Algumas famílias u pessas permanecem ns núcles distritais. Outras, prém, transferemse para as cides, instalandse, quase sempre, na periferia urbana. Os fluxs migratóris zna rural sã prtadres de mãdebra nãqualifica, de difícil absrçã n mercad de trabalh urban. As áreas de miserabilide urbanperiféricas se expandem, cm esses acréscims, mstrand um perfil sócidemgráfic marcad pr graves carências. 7 NCREMENTO URBANO E RURAL A déca de 1940 registra altas taxas de increment urban e rural (2,53% e 2,36% a an, respectivamente; tabela 3 e figura 3). N períd, guerra e pósguerra, a ecnmia fi ativa cm substancial cresciment na exprtaçã de carnes e derivads, peixes, cnservas e tecids. Um frte flux migratóri teve cm pól de atraçã frigrífic multinacinal, riginand uma vila periférica às instalações empresa. A zna rural d municípi ain mantinha a estrutura fundiária tradicinal. A déca de 1950 mantém, para a zna urbana, s mesms pressupsts industriais de exprtaçã e ampliaçã s ativides de refin d petróle e derivads, de cmérci e serviçs. A taxa de increment ppulaçã urbana sbe, cnseqüentemente (2,87% a an). A intenside migraçã intramunicipal faz cair a taxa de increment rural (0,71% a an). Os ans 1960 sã marcads pr frte depressã ecnõmica, resultante d desmrnament industrial d Ri Grande. Fecham as duas grandes indústrias têxteis, frigrífic multinacinal e entram em declíni antigas indústrias de pescad e utrs rams industriais menres. A taxa de increment urban decresce acentuamente (1,73% a an), devid, em parte, a estancament d flux migratóri e também à evasã de ppulaçã e à grande munça ns cstumes. Em relaçã à ppulaçã rural, cmeça impact munça antiga estrutura fundiária d municípi. As granjas de arrz cupam grandes áreas de cultiv e intrduzem a mecanizaçã lavura. A taxa de increment rural cntinua em que (0,15% a an). N períd de 1970/80 retma a municípi a expectativa de desenvlviment, cm s prjets de cnstruçã d nv espaç prtuári/industrial. A zna urbana, cm a cnstruçã d Superprt e d Distrit ndustrial, trnase um atrativ à ppulaçã rural, express n cresciment taxa de increment ppulaçã urbana (2,80% a an). A ampliaçã área de cultiv d arrz ns distrits Taim e Pv Nv liberu, pel us de nvas tecnlgias, grande parte mãdebra permanente. Muitas pequenas e médias prpriedes de prduçã familiar fram absrvis pelas granjas, prvcand excedentes n cntext ppulaçã rural. Cnsiderand que a mãdebra cupa nas granjas passu a ter caráter saznal, entendese a cmpulsã a êxd rural. Estabelecend a cnexã dessa realide na zna de prduçã rural cm as nvas perspectivas de empreg na zna urbana, temse a razã de decréscim nas taxas de increment ppulaçã rural. A taxa de increment rural, nesse períd, baixu acentuamente (3,32% a an). A cnstruçã d Superprt e a instalaçã d Distrit ndustrial nã crrespnderam às expectativas de um ritm de industrializaçã mais ativ, capaz de atender às crescentes necessides de geraçã de empregs. Essa realide afetu particularmente a ppulaçã migrante, que prcura na cide melhres cndições de vi. A estagnaçã ecnõmica d municípi desmtivu a migraçã, fat que, aliad à nuclearizaçã s famílias, prvcu declíni nas taxas de increment urban (1,69% a an, períd ). O cens de 1991 revelu taxa negativa de increment rural e reduçã na taxa de cresciment ppulaçã urbana, tendência que pde ser prjeta para próxim levantament censitári. BBLOS. Ri Grande. 92 BBLOS. Ri Grande. 93

6 TABELA 3 Municípi an) d Ri Grande taxa de increment ppulaçã urbana e rural (% a 1980/9:; 1940/ / / /80 Urbana 2,53 2,87 1,73 2,80 1,69 Rural 2,36 0,71 0,15 3,32 1,78 Ttal 2,51 2,56 1,49 2,29 1,51 Ppulaçã Fnte: BGE, Censs Demgráfics 1940,1950,1960,1970,1980,1991. MUNiCíPO DO RO GRANDE _M i t=1 i.,.,!,. '\,..3 lr' TOTAL URBANO UUL FGURA 3 Taxa de increment urban e rural. Fnte: BGE Censs demgráfics. 8 ZONALlDADE URBANA núcle urban d Ri Grande tem prjetad um cresciment acentuamente hrizntal. O prcess de verticalizaçã urbana é recente e de pequena intenside, embra a tempralide marcante d pvament, a cndiçã prtuária e a cnstruçã d espaç industrial. A urbanizaçã rigrandina se cndicinu a certas particularides naturais intrínsecas, cm a cnfiguraçã física área, frma pr estreita faixa sedimentar 94 BBlOS, Ri Grande, prjeta na na estuarina Lagua ds Pat. A tedência expansã urbana sequiu, a natural, sentid hrizntali, cnquistand espaçs em áreas arensas, áreas baixas, áreas alagadiças periféricas e áreas afastas, que cnstituíram antigs micrnúcles urbans, cm s que se situam a lng d ei Ri GraneQue.rência, Esses núcles (Vieira, Senandes, Blaxa, Cassin, Ouerência) registraram expansã ns últims ans, suficiente para caracterizar uma ampla znalide para a cide d Ri Grande. Os nvs núcles prgramads (Parque Sã Pedr, Parque Marinha e utrs) mdelaram a cupaçã ds espaçs cm cndições sócidemgráficas muit semelhantes, guarnd identide n md de vi ena caracterizaçã d mviment pendular para atender às necessides de trabalh, estud e lazer. A hrizntalide predminante n desenvlviment urban d Ri Grande teve na rdem ecnômica um fatr funmental. A frmaçã ecnômica e scial d Ri Grande nã asseguru uma substancial acumulaçã de capital. As ativides prdutivas nã ultrapassaram s limites d pequen e médi cmérci, de um frágil setr terciári e de uma industrializaçã que, embra cm unides de prte, nã teve cnsliçã e evluçã tempral. O espaç industrial scilu entre mments de plena ativide e utrs de decadência. A cnstruçã d nv espaç prtuári/industrial ain nã prduziu s resultads esperads. As ativides rurais situaramse em pequena escala, prduzind puca riqueza. Mesm após a intrduçã agricultura empresarial, rizicultura particularmente, s resultads mais favreceram Peltas que Ri Grande. Os principais prdutres de arrz e s maires criadres de gad têm residência e sede ds negócis n municípi de Peltas, bem cm s engenhs e frigrífics que beneficiam e cmercializam s prduts pecuáría e rizicultura d Ri Grande. O cresciment vertical ns sítis urbans é, em grande parte, cnseqüência d prcess de acumulaçã de capital. É, na verde, um investiment através indústria cnstruçã civil. A ecnmia rigrandina nã geru riqueza suficiente para a rápi expansã vertical cide, que pressupõe recurss dispníveis para investir em cnstruçã civil e capacide de aquisiçã, pela ppulaçã, s unides prduzis. A hrizntalide expansã urbana d Ri Grande ampliu as necessides infraestruturais básicas de saneament, educaçã, saúde, transprte e lazer. Nã há uma respsta satisfatória de atendiment mínim a um padrã de qualide de vi aceitável, resguar, apenas, a Cndiçã de vi ns núcles específics à ppulaçã de alta ren. A znalide urbana em Ri Grande mudu cmprtament PPulaçã em alguns itens sócidemgráfics. Famílias de baixa e alta ren se deslcam d centr urban cm bjetivs diferentes. As primeiras, BBlas, Ri Grande, 95

7 premis pr dificuldes financeiras, prcuram áreas nde s aluguéis u prestações de imóveis financiads sejam mais acessíveis. As seguns para satisfazerem aspirações de cnfrt em ambientes diferenciads. O distanciament d centr urban, que cncentra a mair ferta de empregs, nã mu substancialmente md de vi urban. Cndicina, cntud, cndutas específicas em ambientes scilógics criads pela natureza s ativides de trabalh e pel grau de instruçã média. Níveis scietáris se estabelecem ns diferentes núcles de expansã urbana, frmand, n cnjunt, um cmplex scial urban znalizad. O trabalh desenvlvid identificu indicadres analítics que permitirã aprfunr estuds sbre as causas s munças n cmprtament demgráfic ppulaçã rigrandina na linha de temp : influências exógenas e endógenas na frmaçã ppulaçã rigrandina; imprtância ds mviments migratóris na quantificaçã ppulaçã d municípi; eleva cncentraçã urbana ppulaçã; reduzi ppulaçã rural, cm taxas de increment negativas para dis distrits; variações nas taxas de increment e variaçã relativa pr sex relacinas cm s ritms ecnômics e as munças na estrutura fundiária; hrizntalide na expansã d núcle urban central e periféric e munças culturais significativas nas últimas décas. \ BBLOGRAFA CARLOS, Ana Fani Espaç e ndústria. Sã Paul. Cntext. 70p. CENSO demgráfic 1940, Estad d Ri Grande d Sul. Ri de Janeir. BGE. CENSO demgráfic 1950, Estad d Ri Grande d Sul. Ri de Janeir. BGE. CENSO demgráfic 1960, Estad d Ri Grande d Sul. Ri de Janeir. BGE. CENSO demgráfic 1970, Estad d Ri Grande d Sul. Ri de Janeir. BGE. CENSO demgráfic 1980, Estad d Ri Grande d Sul. Ri de Janeir. BGE. CENSO demgráfic 1991 (parcial), Estad d Ri Grande d Sul.Ri de Janeir. BGE. CORRÊA, Rbert Lbat O Espaç Urban. Sã Paul. Ática. DAMANN, A Ppulaçã e Gegrafia. Sã Paul. Cntext. JONES. H Ppulatin Gegraphy. Paul Chapman Publishing Lndres. MARTN, G Ppulaçã, Mei Ambiente e Desenvlviment. Sã Paul. Unicamp. RODRGUES, Arlete M A Mradia nas cides brasileiras. Sã Paul. Cntext. SANTOS, Jair L.F. et a Dinâmica ppulaçã, teria, métds e técnicas de análise Sã Paul, Y.A. Queirz. 362p. SCHÁFFER, Neiva O Os nvs gaúchs e seus nvs endereçs: ppulaçã e urbanizaçã n RS. n: Bletim Gegráfic. 19: Prt Alegre. SPOSTO, Maria E.B Capitalism e Urbanizaçã. Sã Paul. Cntext. 80p VALENTÉ, D Teria de a ppulación. Mscu. Prgress. 389p. V ERA, E.F. & RANGEL, S.S Ri Grande d Sul, Gegrafia Ppulaçã. Prt Alegre. Sagra. 189p.. Planície Csteira d Ri Grande d Sul; Gegrafia física, vegetaçã e dinâmica sócidemgráfica. Prt Alegre. Sagra. 256p. 96 BBlOS, Ri Grande,

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