Plano de Desenvolvimento Econômico Regional e Local dos Municípios do Pontal do Paranapanema

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Plano de Desenvolvimento Econômico Regional e Local dos Municípios do Pontal do Paranapanema"

Transcrição

1 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal ds Municípis d Pntal d Paranapanema 1ª Etapa Diagnóstic Ecnômic e Definiçã de Cenáris Apresentaçã as municípis 20/08/2014 Cnvêni: Elabraçã:

2 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema Sumári 1. Apresentaçã d plan 2. Destaques ecnômics 3. Mapas temátics 4. Premissas, visã de futur e estratégias de desenvlviment 5. Agenda ds próxims passs Cnvêni: Elabraçã:

3 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 1. Apresentaçã d Plan Mtivaçã O plan marca uma iniciativa inédita da Unipntal e ds municípis d Pntal d Paranapanema na busca pela implantaçã de prjets e ações de desenvlviment ecnômic lcal e reginal, n médi e lng praz Viabilizaçã Recurss: Secretaria de Desenvlviment Ecnômic, Ciência, Tecnlgia e Invaçã d Gvern d Estad de Sã Paul, Prgrama de Fment a Desenvlviment Reginal Gerenciament: Unipntal Acmpanhament: Secretaria de Planejament e Desenvlviment Reginal d Gvern d Estad de Sã Paul Realizaçã: Ge Brasilis Inteligência Territrial, Planejament Estratégic e Gestã Ambiental Cnvêni: Elabraçã:

4 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 1. Apresentaçã d Plan Objetiv geral Implantaçã de ações que estimulem cresciment ecnômic da regiã, bem cm d empreg edarenda Objetivs específics Elabrar recmendações que ajudem na dinâmica das cadeias prdutivas da regiã e na atraçã de investiments Prpr plans de fment e indicar fntes de recurss Reunir infrmações e análises especializadas ds investiments prevists em infraestrutura da regiã Pssibilitar desenvlviment ecnômic da regiã pr mei da participaçã e integraçã ds gestres públics e iniciativa privada Cnvêni: Elabraçã:

5 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 1. Apresentaçã d Plan Principais metas d plan Realizar Plan em 32 semanas (8 meses), cm a participaçã ativa ds municípis d UNIPONTAL, sciedade civil rganizada e frmadres de piniã Definir ações cm fc na geraçã de empregs e n desenvlviment ecnômic geral, incentivand cadeias prdutivas e de negócis, atuais e ptenciais Indicar, para cada municípi, duas ações de cunh estratégic vltadas para a realizaçã de prtunidades de desenvlviment ecnômic, rientand sua execuçã Definir dez prjets estruturantes reginais que pssam clabrar na eliminaçã das barreiras a desenvlviment identificadas e rientar sua execuçã Prver a regiã de diagnóstic ecnômic que pssa rientar ações futuras diante de cenáris definids Cnvêni: Elabraçã:

6 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 1. Apresentaçã d Plan Metdlgia ds trabalhs envlve quatr etapas: Etapa Permanente Cmunicaçã Scial e Mbilizaçã Institucinal 1ª Etapa Diagnóstic Ecnômic Definiçã de Cenáris Estratégias de Desenvlviment 2ª Etapa Prjets Estruturantes Oprtunidades de Negócis 3ª Etapa Cadeia Prdutiva Plans de Trabalh Gestã d Desenvlviment Meses 1, 2 e 3 Meses 4,5 e 6 Meses 7 e 8 Cnvêni: Elabraçã:

7 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 1. Apresentaçã d Plan Atividades prpstas n plan Elabraçã de diagnóstic ecnômic reginal e municipal Identificaçã das prtunidades e barreiras a desenvlviment ecnômic Definiçã das premissas e estratégias de desenvlviment Definiçã da visã de futur e ds cenáris ecnômics reginais Definiçã das cadeias prdutivas e de negócis Prpsiçã e estruturaçã de dez grandes prjets cm repercussã reginal e efeits multiplicadres sbre a ecnmia Prpsiçã e estruturaçã de duas prtunidades de negócis e aplicaçã das ações de api e capacitaçã Organizaçã de três prjets/plans de trabalhs para regiã visand captaçã de recurss estaduais e/u federais Prpsiçã de ações municipais para dinamizaçã ecnômica Prpsiçã de ações para dinamizaçã das cadeias prdutivas e de negócis Prpsiçã da cnduçã das ações pós entrega d plan Cnvêni: Elabraçã:

8 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 1. Apresentaçã d Plan Atividades para prcess participativ Event de lançament d plan: Anfiteatr Municipal Ophélia de Gdy, Regente Feijó 08/08 (sexta-feira) Realizaçã de reuniões cm s gestres públics ds 32 municípis Visitas técnicas em cada um ds 32 municípis Realizaçã de reuniões cm assciações, entidades rganizadas, instituições de ensin, empresariad e órgãs d gvern Realizaçã de dis events para lançament d plan e entrega d plan Infrmações d plan n site da Unipntal Site Unipntal: Cnvêni: Elabraçã:

9 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 1. Apresentaçã d Plan Materialde cmunicaçã Criaçã da identidade visual d plan Kit de api municipal e reginal Cnteúd: apresentaçã d plan, mapas temátics e indicadres demgráfics, ecnômics, agrpecuáris municipais e reginal. Filme Flder Cnvêni: Elabraçã:

10 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 2. Destaques ecnômics Análise cmparativa da evluçã média d PIB 25,00% 20,00% Média de Cresciment an a an: Brasil- 12,13% Unipntal- 11,43% Sã Paul -11,11% 15,00% 10,00% 5,00% 11,19% 10,40% 9,27% 9,89% 8,82% 8,17% 0,00% Unipntal Sã Paul Brasil Cnvêni: Elabraçã:

11 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 2. Destaques ecnômics Representatividadeecnômica da Unipntal para Estad de Sã Paul Cresciment entre 2000 e 2006 e declíni em 2012 Queda na participaçã d PIB da Regiã n PIB ttal d Estad entre 2006 e ,90% 0,89% 0,88% 0,89% 0,88% 0,87% 0,86% 0,86% 0,85% 0,84% Unipntal Cnvêni: Elabraçã:

12 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 2. Destaques ecnômics Centralizaçã ecnômica em Presidente Prudente Queda de 2000 a 2011 (de 45,37% para 37,81%) 100% 90% 80% 70% 54,63% 61,00% 62,19% 60% 50% 40% 30% 20% 45,37% 39,00% 37,81% 10% 0% Presidente Prudente Demais Municípis Cnvêni: Elabraçã:

13 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 2. Destaques ecnômics Participaçã reginal, estadual e nacinal ds setres em relaçã a Valr Adicinad Ttal 100,0% 90,0% 80,0% 70,0% 60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% 0,0% 2,1% 6,0% 2,3% 5,3% 5,5% 2,2% 6,7% 5,5% 8,5% 26,9% 30,1% 30,1% 29,5% 28,8% 27,5% 27,4% 32,1% 28,4% 67,1% 67,6% 65,1% 65,8% 67,7% 67,0% 70,5% 61,2% 63,2% Brasil Sã Paul Unipntal Brasil Sã Paul Unipntal Brasil Sã Paul Unipntal Serviçs Indústria Agrpecuária Cnvêni: Elabraçã:

14 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 2. Destaques ecnômics Análise cmparativa d cresciment ds empregs frmais, entre 2002 e ,00% 8,00% 7,00% 6,00% 5,00% 4,00% 3,00% 2,00% 1,00% 0,00% 4,75% 3,79% 3,00% 3,14% 1,63% 1,94% Unipntal ESP Brasil Cnvêni: Elabraçã:

15 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 2. Destaques ecnômics Empregs frmais: participaçã setrial Regiã, ESP e Brasil. 100,00% 90,00% 80,00% 70,00% 60,00% 50,00% 40,00% 30,00% 20,00% 10,00% 0,00% 4,09% 3,61% 8,73% 55,41% 52,33% 46,32% 52,97% 49,93% 40,87% 53,25% 51,76% 44,36% 17,33% 17,79% 20,16% 18,57% 19,01% 3,55% 3,20% 3,88% 4,85% 4,39% 21,84% 3,54% 19,62% 23,08% 20,92% 20,01% 23,46% 26,26% 3,60% 3,20% 7,50% 3,02% 2,42% 5,27% 19,43% 19,72% 5,91% 23,39% 5,03% 5,10% 18,38% 21,06% 21,88% Brasil Sã Paul Unipntal Brasil Sã Paul Unipntal Brasil Sã Paul Unipntal Indústria Cnstruçã Civil Cmérci Serviçs Agrpecuária Cnvêni: Elabraçã:

16 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 2. Destaques ecnômics Empregs: 10 atividades que mais empregaram na Regiã, em EMPREGOS POR CLASSE 2006 Administraçã Pública em Geral (Serviçs) Criaçã de Bvins (Agrpecuária) Fabricaçã de álcl (Indústria) Atividades de Atendiment Hspitalar (Serviçs) Curtiment e Outras Preparações de Cur (Indústria) Cm. Varejista de Mercadrias em Geral, c/ Predminância de Prd. Alimentícis -Hipermercad e Supermercads (Cmérci) Atividades de Assciações de Defesa de Direits Sciais (Serviçs) Abate de Reses, Excet Suíns (Indústria) Cmérci de Peças e Acessóris para Veículs Autmtres (Cmérci) Cultiv de Cana-De-Açúcar (Agrpecuária) Ttal (10 principais atividades) Ttal ds empregs registrads Cnvêni: Elabraçã:

17 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 2. Destaques ecnômics Empregs: 10 atividades que mais empregaram na Regiã, em EMPREGOS POR CLASSE 2013 Administraçã Pública em Geral (Serviçs) Cm. Varejista de Mercadrias em Geral, c/ Predminância de Prd. Alimentícis -Hipermercad e Supermercads (Cmérci) Fabricaçã de álcl (Indústria) Atividades de Atendiment Hspitalar (Serviçs) Criaçã de Bvins (Agrpecuária) Restaurantes e Outrs Estabeleciments de Serviçs de Alimentaçã e Bebidas (Serviçs) Fabricaçã de Açúcar em Brut (Indústria) Obras de Engenharia Civil nã Especificadas (Cnstruçã Civil) Cmérci de Peças e Acessóris para Veículs Autmtres (Cmérci) Cmérci Varejista de Artigs d Vestuári e Acessóris (Cmérci) Ttal (10 principais atividades) Ttal ds empregs registrads Cnvêni: Elabraçã:

18 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 2. Destaques ecnômics Indústria: as 10 atividades que mais empregaram, em ATIVIDADES EMPREGOS PARTICIPAÇÃO Fabricaçã de álcl ,10% Curtiment e Outras Preparações de Cur ,65% Abate de Reses, Excet Suíns ,16% Fabricaçã de Prduts de Carne ,15% Fabricaçã de Açúcar em Brut ,84% Fabricaçã de Massas Alimentícias ,16% Cnfecçã de Peças d Vestuári, Excet Rupas íntimas ,85% Fabricaçã de Artefats de Cur nã Especificads Anterirmente 879 3,37% Fabricaçã de Margarina e Outras Grduras Veg. e de óles Nã-Cmestíveis de Animais 840 3,22% Fabricaçã de Laticínis 594 2,27% Outras ,23% Ttal (Indústria) ,00% Cnvêni: Elabraçã:

19 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 2. Destaques ecnômics Indústria: as 10 atividades que mais empregaram, em ATIVIDADES EMPREGOS PARTICIPAÇÃO Fabricaçã de álcl ,16% Fabricaçã de Açúcar em Brut ,32% Abate de Reses, Excet Suíns ,57% Curtiment e Outras Preparações de Cur ,75% Fabricaçã de Prduts de Carne ,63% Cnfecçã de Peças d Vestuári, Excet Rupas íntimas ,58% Fabricaçã de Massas Alimentícias 994 3,33% Fabricaçã de Aliments para Animais 950 3,18% Fabricaçã de Laticínis 722 2,42% Distribuiçã de Energia Elétrica 636 2,13% Outras ,94% Ttal (Indústria) ,00% Cnvêni: Elabraçã:

20 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 2. Destaques ecnômics Principais subsetres da Indústria da Regiã: participaçã ds empregs frmais. 100,0% 90,0% 80,0% 70,0% 60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% 0,0% 19,2% 16,7% 18,3% 4,2% 4,5% 7,5% 3,7% 4,7% 5,6% 9,9% 9,1% 11,2% 2,0% 3,9% 18,9% 52,6% 63,5% ,5% Aliments e Bebidas Indústria Química Brracha, Fum, Curs Serviç Utilidade Pública Indústria Têxtil Outras Cnvêni: Elabraçã:

21 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 2. Destaques ecnômics Atividades agríclas: participaçã das principais culturas em relaçã a valr ttal da prduçã da regiã Unipntal. CULTURA 2002 Cana-de-açúcar 43,92% Sja (em grã) 15,01% Milh (em grã) 8,22% Mandica 8,14% Tmate 4,78% Batata-dce 4,63% Outras 15,29% CULTURA 2007 Cana-de-açúcar 61,11% Sja (em grã) 10,07% Milh (em grã) 7,03% Amendim (em casca) 4,77% Batata-dce 3,13% Melancia 3,06% Outras 10,83% CULTURA 2012 Cana-de-açúcar 76,43% Sja (em grã) 6,67% Milh (em grã) 4,30% Amendim (em casca) 3,78% Melancia 2,07% Mandica 2,05% Outras 4,71% Cnvêni: Elabraçã:

22 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 2. Destaques ecnômics Atividades agríclas: culturas de mair participaçã em relaçã a valr da prduçã d ESP Part. Batata-dce 72,9% Pera 47,0% Mandica 19,1% Mamna (baga) 14,5% Melancia 14,1% Melã 10,9% Sja (em grã) 6,3% Algdã herbáce (carç) 6,1% Amendim (em casca) 5,9% 2007 Part. Batata-dce 85,5% Mamna (baga) 51,2% Pera 30,7% Melancia 27,3% Amendim (em casca) 14,3% Mandica 9,3% Sja (em grã) 8,5% Urucum (semente) 8,0% Maracujá 4,7% 2012 Part. Batata-dce 52,5% Pera 38,5% Melancia 37,0% Amendim (em casca) 18,4% Mandica 10,3% Maracujá 9,7% Sja (em grã) 8,5% Algdã herbáce (carç) 7,2% Cc-da-baía 6,4% Cnvêni: Elabraçã:

23 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 3. Mapas Temátics Perfil Ecnômic (Participaçã Municipal d Valr Adicinad, d PIB e ds Empregs)

24 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 3. Mapas Temátics Destaques Ecnômics

25 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 3. Mapas Temátics Atrativs Turístics

26 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 3. Mapas Temátics Infraestrutura Existente e Futura

27 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 4. Premissas, visã de futur e estratégias de desenvlviment Premissas: Ampliaçã da participaçã n PIB estadual (0,88% n an de 2011) Dispnibilidade de recurss naturais, ferta de terra, capital human, ba infraestrutura e lideranças engajadas Prximidade de Eixs de Desenvlviment (Três Lagas, Maringá, Lndrina, Marília, Araçatuba, dentre utrs) que plarizam e mvimentam a ecnmia, pdend representar um mercad ptencial Agenda incipiente de desenvlviment ecnômic Visã de futur: Prmçã d desenvlviment scial e ecnômic, cm um cuidads planejament estratégic apiad nas vcações históricas, na dinamizaçã das ptencialidades da regiã e na superaçã ds desafis, através de um plan vltad a cresciment ecnômic, à geraçã de empregs e de renda e atraçã de investiments para s municípis. Cnvêni: Elabraçã:

28 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 4. Premissas, visã de futur e estratégias de desenvlviment Estratégias de desenvlviment: Ampliar a participaçã ecnômica Equalizar cresciment ecnômic Estimular as vcações Vantagens lcacinais Valrizar a capacidade prdutiva e ferta de terras Agregar valr a agrnegóci Desenvlver setr industrial Prmver plíticas públicas municipais e reginais Implantar prjets estruturantes Cnvêni: Elabraçã:

29 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 4. Premissas, visã de futur e estratégias de desenvlviment DIAGNÓSTICO ECONÔMICO Questinári para captaçã de dads e definiçã de cenáris Cnvêni: Elabraçã:

30 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema 5. Agenda ds próxims passs 2ª Quinzena de Setembr: Visitas técnicas as municípis 2ª Quinzena de Outubr: Fórum intermunicipal -apresentaçã da prpsta ds prjets estruturantes, das prtunidades de negócis e plans de trabalh 2ª Quinzena de Janeir/2015: Event de lançament - Entrega d resultads Cnvêni: Elabraçã:

31 Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal para s Municípis d Pntal d Paranapanema Rua Paulistânia, 154 Vila Madalena - Sã Paul - SP CEP Brasil Tel Inteligência Territrial Planejament Estratégic Gestã Ambiental gebrasilis.cm.br Jsé Rbert ds Sants Diretr OBRIGADA Paula Martins Escudeir Gerente de Prjets Ricard Paletti Cmunicaçã Adriana Cestari Análise Ecnômica André Teixeira Análise Ecnômica Cnvêni: Elabraçã:

Volume I: Tecnologia Sesi cultura e as leis de incentivo à cultura. Brasília: SESI/DN, 2007, 50p.

Volume I: Tecnologia Sesi cultura e as leis de incentivo à cultura. Brasília: SESI/DN, 2007, 50p. Data de elabraçã da ficha: Jun 2007 SESI Serviç Scial da Indústria Dads da rganizaçã Nme: SESI Serviç Scial da Indústria Endereç: Av Paulista, 1313, Sã Paul, SP Site: www.sesi.rg.br Telefne: (11) 3146-7405

Leia mais

1. Objetivo Geral. Página 1 de 5 CURSO LEADER COACH BELÉM. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi

1. Objetivo Geral. Página 1 de 5 CURSO LEADER COACH BELÉM. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi O país d futur parece estar chegand para muits brasileirs que investiram em qualidade e prdutividade prfissinal, empresarial e pessal ns últims ans. O gigante adrmecid parece estar despertand. Dads d Centr

Leia mais

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA CAMINHO PARA ELABORAÇÃO DE AGENDAS EMPRESARIAIS EM ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS DO CLIMA Prpsta de Framewrk Resultad d diálg crrid em 26 de junh de 2013, n Fórum Latin-American

Leia mais

Geoprocessamento integrado à gestão de propriedades rurais piloto COCAMAR em Jussara-PR Autor:

Geoprocessamento integrado à gestão de propriedades rurais piloto COCAMAR em Jussara-PR Autor: Geprcessament integrad à gestã de prpriedades rurais pilt COCAMAR em Jussara-PR Autr: Flavi Duran Altimari Geprcessament aplicad a gestã de prpriedades rurais Autres: Flavi D. Altimari 54 Unidades (Entrepsts)

Leia mais

Gestor de Inovação e Empreendedorismo (m/f) GIE /15 P

Gestor de Inovação e Empreendedorismo (m/f) GIE /15 P A Pessas e Sistemas, empresa de Cnsultria na área da Gestã e ds Recurss Humans e cm atividade nas áreas de Recrutament e Seleçã, Frmaçã e Cnsultria, prcura para a Câmara Municipal de Amarante - Agência

Leia mais

Cm Criar Seu Própri Empreg em Apenas 5 Passs 1 1º Pass: A IDEIA 2º Pass: O CONTACTO COM VÁRIAS INSTITUIÇÕES E ENTIDADES 3º Pass: PLANO DE NEGÓCIOS 4º Pass: CRIAÇÃO DA EMPRESA E INÍCIO DE ACTIVIDADE 5º

Leia mais

Serviços. Consultoria Treinamento Logís5ca Reversa

Serviços. Consultoria Treinamento Logís5ca Reversa Serviçs Cnsultria Treinament Lgís5ca Reversa Cnsul'ng Prjets de Supply Chain Implementaçã de Sistemas Lgís5cs Diagnós5c Operacinal Oprtunidades de Reduçã de Cust Reestruturaçã de Operações Lgís5ca Internacinal

Leia mais

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS Prjets n Bima Amazônia A Critéris Orientadres B C D E F Cndicinantes Mínims para Prjets Mdalidades de Aplicaçã ds Recurss Restriçã de Us ds Recurss Critéris

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA 1. Intrduçã e Objetivs a) O Cncurs de Ideias OESTECIM a minha empresa pretende ptenciar apareciment de prjets invadres na regiã d Oeste sempre numa perspetiva de desenvlviment ecnómic e scial. b) O Cncurs

Leia mais

Uma nova proposta para a Agenda Ambiental Portuária

Uma nova proposta para a Agenda Ambiental Portuária Uma nva prpsta para a Agenda Ambiental Prtuária Marcs Maia Prt Gerente de Mei Ambiente O grande desafi a tratar cm as questões ambientais prtuárias é bter um resultad equilibrad que harmnize s cnflits

Leia mais

INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES. Excelência na Formação através da Experiência e Aplicação MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO

INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES. Excelência na Formação através da Experiência e Aplicação MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO E IEES I EDUCAÇÃO DE SAÚDE INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES Excelência na Frmaçã através da Experiência e Aplicaçã MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO 1.CARGA HORÁRIA 32 Hras 2.DATA E LOCAL

Leia mais

DIRETORIA DE UNIDADE COORDENAÇÃO DE CURSOS

DIRETORIA DE UNIDADE COORDENAÇÃO DE CURSOS DIRETORIA DE UNIDADE COORDENAÇÃO DE CURSOS PROJETO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (X) PROJETO DE PESQUISA PROJETO DE EXTENSÃO Acadêmic ; Scial PROJETO DE INTERDISCIPLINARIDADE

Leia mais

MUNICÍPIO DE BAURU ETAPA 1 PROPOSTA METODOLÓGICA RELATÓRIO FINAL

MUNICÍPIO DE BAURU ETAPA 1 PROPOSTA METODOLÓGICA RELATÓRIO FINAL PLANO LOCAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL MUNICÍPIO DE BAURU ETAPA 1 PROPOSTA METODOLÓGICA RELATÓRIO FINAL JUNHO DE 2010-1 - A dívida scial acumulada n Brasil em relaçã à carência habitacinal atinge

Leia mais

O desafio da regulação econômico-financeira dos operadores públicos de serviços de saneamento básico no Brasil: primeiras experiências

O desafio da regulação econômico-financeira dos operadores públicos de serviços de saneamento básico no Brasil: primeiras experiências O desafi da regulaçã ecnômic-financeira ds peradres públics de serviçs de saneament básic n Brasil: primeiras experiências Karla Bertcc Trindade VI Fr Iber American de Regulación 11/11/2013 - Mntevide,

Leia mais

Marco Lógico do Projeto de Saúde Bucal

Marco Lógico do Projeto de Saúde Bucal Marc Lógic d Prjet de Saúde Bucal Marc Lógic d Prjet de Saúde Bucal A) Intrduçã O Marc Lógic é um instrument gerencial utilizad na avaliaçã de prjets e prgramas sciais. É cmpst pr uma matriz na qual se

Leia mais

INDICE DE PREÇOS TURISTICO. Desenvolvido no quadro do Programa Comum de Estatística CPLP com o apoio técnico do INE de Portugal

INDICE DE PREÇOS TURISTICO. Desenvolvido no quadro do Programa Comum de Estatística CPLP com o apoio técnico do INE de Portugal INDICE DE PREÇOS TURISTICO Desenvlvid n quadr d Prgrama Cmum de Estatística CPLP cm api técnic d INE de Prtugal Estrutura da Apresentaçã INTRODUÇÃO. METODOLOGIA. FORMA DE CÁLCULO. PROCESSO DE TRATAMENTO.

Leia mais

Vensis PCP. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br

Vensis PCP. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br Vensis PCP Vensis PCP O PCP é módul de planejament e cntrle de prduçã da Vensis. Utilizad n segment industrial, módul PCP funcina de frma ttalmente integrada a Vensis ERP e permite às indústrias elabrar

Leia mais

é a introdução de algo novo, que atua como um vetor para o desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida

é a introdução de algo novo, que atua como um vetor para o desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida O que é invaçã? Para a atividade humana: é a intrduçã de alg nv, que atua cm um vetr para desenvlviment human e melhria da qualidade de vida Para as empresas: invar significa intrduzir alg nv u mdificar

Leia mais

Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Vox Mercado Pesquisa e Projetos Ltda. Dados da organização

Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Vox Mercado Pesquisa e Projetos Ltda. Dados da organização Data de elabraçã da ficha: Jun 2007 Prefeitura Municipal de Bel Hriznte Vx Mercad Pesquisa e Prjets Ltda. Dads da rganizaçã Nme: Prefeitura Municipal de Bel Hriznte Endereç: Av. Afns Pena, 1212 - Cep.

Leia mais

Antropologia do Consumo no Marketing

Antropologia do Consumo no Marketing Antrplgia d Cnsum n Marketing Objetivs Demnstrar cm as influências culturais estã relacinadas cm s hábits de cnsum, a relaçã cm as Marcas e cmprtament de cmpra, evidenciand assim, prcess fundamental para

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PIAUÍ. PROJETO OTIMIZAR Plano do Programa

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PIAUÍ. PROJETO OTIMIZAR Plano do Programa 1. Escp u finalidade d prjet PROJETO OTIMIZAR Plan d Prgrama O Prjet Otimizar visa aprimrar ações implantadas que têm pr bjetiv a reduçã de cnsum de materiais e criar mecanisms de avaliaçã que pssam medir

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JUIZ DE FORA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JUIZ DE FORA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JUIZ DE FORA PROGRAMA NACIONAL DE REORIENTAÇÃO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM SAÚDE PRÓ-SAÚDE PROJETO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA

Leia mais

Edital de Chamada Pública nº 01/2012 SEBRAE 2014

Edital de Chamada Pública nº 01/2012 SEBRAE 2014 Edital de Chamada Pública nº 01/2012 SEBRAE 2014 A Diretria d SEBRAE/RS trna públic presente edital e cnvida Artesãs representads pr Assciações e/u Cperativas de Artesanat d Ri Grande d Sul a inscreverem-se

Leia mais

Curso de Extensão: Finanças Corporativas

Curso de Extensão: Finanças Corporativas 1. Apresentaçã Curs de Extensã: Finanças Crprativas Uma crpraçã é, genericamente, caracterizada pela tmada de duas decisões fundamentais, a de financiament e a de investiment. O prcess de seleçã, análise

Leia mais

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006 1 GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Dads da rganizaçã Data de elabraçã da ficha: Fev 2008 Nme: GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Endereç: Av. Brigadeir Faria Lima, 2.413 1º andar

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL Intrduçã O presente Regulament cnstitui um dcument intern d curs de Ciências Cntábeis e tem pr bjetiv reger as atividades relativas a Estági de Iniciaçã

Leia mais

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 Flrianóplis, 25 de janeir de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 1) Cnsiderações Gerais: A Federaçã Nacinal ds Estudantes de Engenharia Civil

Leia mais

Relatório de Atividades. Programa de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas de Hortaliças, caqui, Nêspera e Cogumelos da Região do Alto Tietê.

Relatório de Atividades. Programa de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas de Hortaliças, caqui, Nêspera e Cogumelos da Região do Alto Tietê. Mgi das Cruzes, 24 de setembr de 2008. Relatóri de Atividades. Prgrama de Desenvlviment das Cadeias Prdutivas de Hrtaliças, caqui, Nêspera e Cgumels da Regiã d Alt Tietê. Prcess n.: 3196/2007 Cnveni n.:

Leia mais

Gabinete de Serviço Social

Gabinete de Serviço Social Gabinete de Serviç Scial Plan de Actividades 2009/10 Frmar hmens e mulheres para s utrs Despertar interesse pel vluntariad Experimentar a slidariedade Educaçã acessível a tds Precupaçã particular pels

Leia mais

Prezado Senhor Diretor Presidente CASUL- COOPERATIVA DE AGRÁRIA CAFEICULTORES DO SUL DE SÃO PAULO Olavo Morales Garcia

Prezado Senhor Diretor Presidente CASUL- COOPERATIVA DE AGRÁRIA CAFEICULTORES DO SUL DE SÃO PAULO Olavo Morales Garcia Prezad Senhr Diretr Presidente CASUL- COOPERATIVA DE AGRÁRIA CAFEICULTORES DO SUL DE SÃO PAULO Olav Mrales Garcia O IBRASS INSTITUTO BRASILEIRO DO ASSOCIATIVISMO, entidade sem fins ecnômics, frmada pr

Leia mais

SEMINÁRIO FINANÇAS EFINANCIAMENTO VIABILIZANDO INVESTIMENTO NAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS 17 DE NOVEMBRO, 2014

SEMINÁRIO FINANÇAS EFINANCIAMENTO VIABILIZANDO INVESTIMENTO NAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS 17 DE NOVEMBRO, 2014 SEMINÁRIO FINANÇAS EFINANCIAMENTO VIABILIZANDO INVESTIMENTO NAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS 17 DE NOVEMBRO, 2014 ESTRATÉGIA DESEGMENTAÇÃO ESTRATÉGIA DE SEGMENTAÇÃO Estrutura segmentada vltada a estratégia

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versã 0.0 25/10/2010 Sumári 1 Objetivs... 3 2 Cnceits... 3 3 Referências... 3 4 Princípis... 3 5 Diretrizes d Prcess... 4 6 Respnsabilidades... 5 7

Leia mais

MASTERCOMP ESCOLA DE INFORMÁTICA

MASTERCOMP ESCOLA DE INFORMÁTICA www.mastercmp.net 1 www.mastercmp.net www.mastercmp.net INFORMAÇO ES ADICIONAIS DO CURSO DE PROMODEL E MS PROJECT Prgramaçã: Carga hrária: 32 Hras Lcal: Sã Sebastiã d Paraís MG Prgramas usads n curs: MS

Leia mais

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versão: 1 Data: 28/10/2013

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versão: 1 Data: 28/10/2013 PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020 DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versã: 1 Data: 28/10/2013 M5. ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO AÇÃO 5.1. CRIAÇÃO DE AGRUPAMENTOS E ORGANIZAÇÃO DE PRODUTORES NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

Introdução... 03 1. Objetivos Estratégicos... 06 2. Projetos de Desenvolvimento... 06 3. Orçamento... 13

Introdução... 03 1. Objetivos Estratégicos... 06 2. Projetos de Desenvolvimento... 06 3. Orçamento... 13 Plan de Atividades 2014 1 Intrduçã... 03 1. Objetivs Estratégics... 06 2. Prjets de senvlviment... 06 3. Orçament... 13 2 Intrduçã O an de 2014 reserva para a ADRAVE um nv mment de psicinament estratégic

Leia mais

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL REGULAMENTO ESPECÍFICO: EQUIPAMENTOS PARA A COESÃO LOCAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 Ns terms d regulament específic Equipaments para a Cesã Lcal,

Leia mais

ROTEIRO DE PROJETOS. 6 Email: Pirilampo.sede@hotmail.com

ROTEIRO DE PROJETOS. 6 Email: Pirilampo.sede@hotmail.com ATENÇÃO: Este frmulári cntém rientações quant a preenchiment de cada camp. Após preenchiment, excluir as rientações que aparecem em clchetes ([]). I. INFORMAÇÃO SOBRE A ORGANIZACAO RESPONSÁVEL PELO PROJETO

Leia mais

SEGURANÇA NO TRABALHO CONTRATADOS E TERCEIROS DO CLIENTE

SEGURANÇA NO TRABALHO CONTRATADOS E TERCEIROS DO CLIENTE Flha 1 de 8 Rev. Data Cnteúd Elabrad pr Aprvad pr 0 16/06/2004 Emissã inicial englband a parte técnica d GEN PSE 004 Luiz C. Sants Cmitê da Qualidade 1 31/01/2006 Revisã geral Luiz C. Sants Cmitê da Qualidade

Leia mais

MANUAL DE APRESENTAÇÃO DA INICIATIVA 3º Prêmio Braztoa de Sustentabilidade

MANUAL DE APRESENTAÇÃO DA INICIATIVA 3º Prêmio Braztoa de Sustentabilidade MANUAL DE APRESENTAÇÃO DA INICIATIVA 3º Prêmi Brazta de Sustentabilidade Sã Paul - 2014 Seja bem vind a 3 Prêmi Brazta de Sustentabilidade É ntória as crescentes demandas que setr de turism tem cm tema

Leia mais

Desafios e Oportunidades. Os Planos de Gestão de Riscos de Inundações (PGRI)

Desafios e Oportunidades. Os Planos de Gestão de Riscos de Inundações (PGRI) Desafis e Oprtunidades. Os Plans de Gestã de Riscs de Inundações (PGRI) Cláudia Brandã e Jsé Salvad Divisã d Estad das Dispnibilidades Hídricas 5/02/2015 O QUE SE COMENTA SOBRE AS CHEIAS OU INUNDAÇÕES

Leia mais

III Seminário do Agronegócio. Financiamento e Marketing 24 e 25 de novembro de 2005 Auditório da Biblioteca Central Universidade Federal de Viçosa

III Seminário do Agronegócio. Financiamento e Marketing 24 e 25 de novembro de 2005 Auditório da Biblioteca Central Universidade Federal de Viçosa III Seminári d Agrnegóci Financiament e Marketing 24 e 25 de nvembr de 2005 Auditóri da Bibliteca Central Universidade Federal de Viçsa RELATÓRIO FINAL O EVENTO O III Seminári d Agrnegóci fi realizad dias

Leia mais

Razão Social Prof. Indicado / Autônomo Área Subárea Especialidade Natureza

Razão Social Prof. Indicado / Autônomo Área Subárea Especialidade Natureza SEBRAE/MA Edital de Credenciament 01/2012 Cmunicad de Credenciament 001/2014 Credenciament para Prestaçã de Serviçs de e RESULTADO FINAL - ETAPA 3 - APROVAÇÃO NO PROCESSO DE CREDENCIAMENTO PESSOA JURIDICA

Leia mais

Programa de Rádio. Ritmo Económico. Angola!Open!Policy!Initiative

Programa de Rádio. Ritmo Económico. Angola!Open!Policy!Initiative Prgrama de Rádi Ritm Ecnómic AnglaOpenPlicyInitiative 1 Rádi: Kairós da Igreja Metdista de Angla Nme d Prgrama: Ritm Ecnómic Géner: Talk shw Educativ Data da primeira ediçã: (pr definir) Apresentadres:

Leia mais

Proposta. Treinamento Lean Thinking Mentalidade Enxuta. Apresentação Executiva

Proposta. Treinamento Lean Thinking Mentalidade Enxuta. Apresentação Executiva Treinament Lean Thinking Mentalidade Enxuta www.masterhuse.cm.br Prpsta Cm Treinament Lean Thinking Mentalidade Enxuta Apresentaçã Executiva Treinament Lean Thinking Mentalidade Enxuta Cpyright 2011-2012

Leia mais

Projecto de Dinamização dos Sistemas de Produção Pecuários nos Sectores de Pitche e Gabu BALAL GAINAKO (contrato DCI-NSAPVD 2010 / 257 105)

Projecto de Dinamização dos Sistemas de Produção Pecuários nos Sectores de Pitche e Gabu BALAL GAINAKO (contrato DCI-NSAPVD 2010 / 257 105) Prject de Dinamizaçã ds Sistemas de Prduçã Pecuáris ns Sectres de Pitche e Gabu BALAL GAINAKO (cntrat DCI-NSAPVD 2010 / 257 105) Terms de referência para a selecçã de um Perit para a realizaçã d Estud:

Leia mais

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região Ministéri da Justiça Departament da Plícia Federal Academia Nacinal de Plícia Secretaria Nacinal de Segurança Pública Departament de Pesquisa, Análise da Infrmaçã e Desenvlviment Humanan Orientações para

Leia mais

Da Declaração à Ação dos Vários Interessados Diretos Primeira reunião do fórum

Da Declaração à Ação dos Vários Interessados Diretos Primeira reunião do fórum Da Declaraçã à Açã ds Váris Interessads Direts Primeira reuniã d fórum Centr de Cnvenções Brasil 21 Brasília, DF, 8 e 9 de mai de 2012 AGENDA ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ESCRITÓRIO REGIONAL DA ORGANIZAÇÃO

Leia mais

VERSÃO ATUALIZADA EM 07/08/2015 > Alteração no cronograma (Art. 6º e Art. 12º).

VERSÃO ATUALIZADA EM 07/08/2015 > Alteração no cronograma (Art. 6º e Art. 12º). VERSÃO ATUALIZADA EM 07/08/2015 > Alteraçã n crngrama (Art. 6º e Art. 12º). APRESENTAÇÃO Idealizad e instituíd pela Assciaçã Nacinal de Entidades Prmtras de Empreendiments Invadres (Anprtec), em parceria

Leia mais

1. DADOS GERAIS...4. 1.1. Identificação...4. 1.2. Histórico...4. 1.3. Estrutura Organizacional...5 2. OBJETIVOS E METAS...7. 2.1. Finalidade...

1. DADOS GERAIS...4. 1.1. Identificação...4. 1.2. Histórico...4. 1.3. Estrutura Organizacional...5 2. OBJETIVOS E METAS...7. 2.1. Finalidade... Índice 1. DADOS GERAIS...4 1.1. Identificaçã...4 1.2. Históric...4 1.3. Estrutura Organizacinal...5 2. OBJETIVOS E METAS...7 2.1. Finalidade...8 2.2. Missã...8 2.3. Visã...8 2.4. Premissas...9 2.5. Diretrizes...9

Leia mais

CAPACITAÇÃO EM SIMULAÇÃO PARA O MUNDO REAL DA SAÚDE

CAPACITAÇÃO EM SIMULAÇÃO PARA O MUNDO REAL DA SAÚDE CAPACITAÇÃO EM SIMULAÇÃO PARA O MUNDO REAL DA SAÚDE Institut Instituiçã fcada na geraçã de sluções para a implementaçã e gestã pedagógica de Núcles de Treinament e Capacitaçã de prfissinais e acadêmics

Leia mais

Estratégia Nacional de Especialização Inteligente. Lisboa, 2 de fevereiro de 2017 José Carlos Caldeira

Estratégia Nacional de Especialização Inteligente. Lisboa, 2 de fevereiro de 2017 José Carlos Caldeira Estratégia Nacinal de Especializaçã Inteligente Lisba, 2 de fevereir de 2017 Jsé Carls Caldeira Estrutura da Apresentaçã I. ENEI: prcess em Prtugal II. Mnitrizaçã e avaliaçã III. Primeirs resultads I.

Leia mais

PARQUE CAPITAL DIGITAL Termo de Referência

PARQUE CAPITAL DIGITAL Termo de Referência PARQUE CAPITAL DIGITAL Term de Referência Brasília, junh de 2005. 1 SUMÁRIO I CONTEXTO... 4 I.1 Parques tecnlógics... 4 I.2 O que é um Parque Tecnlógic de TIC... 5 I.3 Mtivaçã d Parque Capital Digital...

Leia mais

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play Prgrama Agra Nós Vluntariad Jvem Namrar cm Fair Play INTRODUÇÃO A vilência na intimidade nã se circunscreve às relações cnjugais, estand presente quer nas relações de namr, quer nas relações juvenis casinais.

Leia mais

Consulta Serviços de conceção e desenvolvimento criativo, produção e montagem do Fórum PORTUGAL SOU EU

Consulta Serviços de conceção e desenvolvimento criativo, produção e montagem do Fórum PORTUGAL SOU EU Cnsulta Serviçs de cnceçã e desenvlviment criativ, prduçã e mntagem d Fórum PORTUGAL SOU EU Julh 2014 Cnteúd 1. Intrduçã... 2 2. Enquadrament... 2 3. Públic-Alv... 2 4. Objetivs da Cnsulta... 3 5. Cndições

Leia mais

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde Anex V Sftware de Registr Eletrônic em Saúde Implantaçã em 2 (duas) Unidades de Saúde Índice 1 INTRODUÇÃO... 3 2 ESTRATÉGIAS E PROCEDIMENTOS DE IMPLANTAÇÃO... 3 4 INFRAESTRUTURA NAS UNIDADES DE SAÚDE -

Leia mais

Apresentação do Curso

Apresentação do Curso At endi m ent acl i ent e Apr es ent aç ãdc ur s Apresentaçã d Curs O curs Atendiment a Cliente fi elabrad cm bjetiv de criar cndições para que vcê desenvlva cmpetências para: Identificar s aspects que

Leia mais

Pós-graduação. em Negócios e Marketing de Moda

Pós-graduação. em Negócios e Marketing de Moda Pós-graduaçã em Negócis e Marketing de Mda Pós-graduaçã em Negócis e Marketing de Mda Intrduçã A Faculdade Santa Marcelina é recnhecida nacinalmente pel seu pineirism pr lançar a primeira graduaçã de mda

Leia mais

Everton Saulo Silveira

Everton Saulo Silveira Evertn Saul Silveira 2014 Curriculum Vitae Endereç: Rua Brges Hermidas, 115 Casa 09 Majr Prates E-mails: saul997@yah.cm.br, evertn.silveira@sebraemg.cm.br Celular: (38) 9109-2050 9913-8705 CPF: 053.678.036-60

Leia mais

MODALIDADE DE FORMAÇÃO

MODALIDADE DE FORMAÇÃO CURSO 7855 PLANO DE NEGÓCIO - CRIAÇÃO DE PEQUENOS E MÉDIOS NEGÓCIOS Iníci ------ Duraçã 50h Hrári(s) ------ OBJECTIVOS GERAIS - Identificar s principais métds e técnicas de gestã d temp e d trabalh. -

Leia mais

Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i o R e g i o n a l p a r a o B r a s i l e o C o n e S u l

Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i o R e g i o n a l p a r a o B r a s i l e o C o n e S u l Fund de Desenvlviment das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i R e g i n a l p a r a B r a s i l e C n e S u l Fnd de Desarrll de las Nacines Unidas para la Mujer O f i c i n a R e g i n a l p

Leia mais

PROJETO CADASTRO DE FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUA SUBTERRÂNEA

PROJETO CADASTRO DE FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUA SUBTERRÂNEA IINNTTRRODDUUÇÇÃÃO I As decisões sbre a implementaçã de ações de cnvivência cm a seca exigem cnheciment básic sbre a lcalizaçã, caracterizaçã e dispnibilidade das fntes de água superficiais e subterrâneas.

Leia mais

Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES

Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES Página 2 de 10 O Prjet Aliança O Prjet Aliança é uma idéia que evluiu a partir de trabalhs realizads cm pessas da cmunidade d Bairr da Serra (bairr rural

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS1 Avaliaçã e Gerenciament de Riscs e Impacts Sciais e Ambientais 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS1 Identificar, avaliar e gerir s

Leia mais

Prefeitura Municipal

Prefeitura Municipal Prefeitura Municipal Publicad autmaticamente n Diári de / / Divisã de Prtcl Legislativ Dê-se encaminhament regimental. Sala das Sessões, / / Presidente Curitiba, 22 de julh de 2015. MENSAGEM Nº 049 Excelentíssim

Leia mais

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos Estági II Semestral 6 Invaçã e Desenvlviment de Prduts Turístics Desenvlviment e Operacinalizaçã de Prjects Turístics Inglês Técnic IV Legislaçã e Ética d Turism Opçã Semestral 4 6/6 Sistemas de Infrmaçã

Leia mais

Plano de Assessoria de Comunicação do Projeto de Estágio e Empregabilidade - PROJEM

Plano de Assessoria de Comunicação do Projeto de Estágio e Empregabilidade - PROJEM XX Prêmi Expcm 2013 Expsiçã da Pesquisa Experimental em Cmunicaçã Plan de Assessria de Cmunicaçã d Prjet de Estági e Empregabilidade - PROJEM August Sares de Mel e SOUZA 1 Felipe de Oliveira TODESCHINI

Leia mais

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA CICLO DE ELABORAÇÃO DE AGENDAS EMPRESARIAIS EM ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS DO CLIMA Prpsta de Framewrk A partir d diálg crrid em 26 de junh de 2013, n Fórum Latin-American de Adaptaçã

Leia mais

PROPOSTA DE DESENVOLVIMENTO

PROPOSTA DE DESENVOLVIMENTO R.M. Infrmática Cmérci e Serviç Ltda CNPJ: 04.831.742/0001-10 Av. Rdrig Otávi, 1866, Módul 22 Distrit Industrial - Manaus - AM Tel./Fax (92) 3216-3884 http://www.amaznit.cm.br e-mail: amaznit@amaznit.cm.br

Leia mais

Aliança Estratégica com a Delta Dezembro, 2011. Uma Consistente História de Investimento

Aliança Estratégica com a Delta Dezembro, 2011. Uma Consistente História de Investimento Aliança Estratégica cm a Delta Dezembr, 2011 Uma Cnsistente História de Investiment 1 Agenda Resum da Operaçã 1 Benefícis da Operaçã 2 2 Disclaimer O material a seguir é uma apresentaçã cnfidencial cntend

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. Regente Feijó 08/08

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. Regente Feijó 08/08 P D E P P Plano de Desenvolvimento Econômico Regional e Local para os Municípios do Pontal do Paranapanema APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL Regente Feijó 08/08 Sumário 1. Motivação 2. Viabilização do projeto

Leia mais

REGULAMENTO TOP CIDADANIA ABRH-RS EDIÇÃO 2015 CATEGORIA ESTUDANTE

REGULAMENTO TOP CIDADANIA ABRH-RS EDIÇÃO 2015 CATEGORIA ESTUDANTE REGULAMENTO TOP CIDADANIA ABRH-RS EDIÇÃO 2015 CATEGORIA ESTUDANTE ARTIGO I DEFINIÇÃO E NATUREZA O Prêmi Cidadania, categria Estudante, premia trabalhs de caráter técnic u científic, referente a implementaçã

Leia mais

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação Os nvs uss da tecnlgia da infrmaçã nas empresas Sistemas de Infrmaçã Prf. Marcel da Silveira Siedler siedler@gmail.cm SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS Planejament

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CST em Análise e Desenvlviment de Sistemas 3ª série Fundaments de Sistemas Operacinais A atividade prática supervisinada (ATPS) é um métd de ensinaprendizagem desenvlvid

Leia mais

Um «site Internet» para aprimorar a atuação do Estado e fomentar a comercialização da madeira manejada do interior do Amazonas RESUMO EXECUTIVO

Um «site Internet» para aprimorar a atuação do Estado e fomentar a comercialização da madeira manejada do interior do Amazonas RESUMO EXECUTIVO Flresta Viva Prjet de prmçã d manej sustentável das flrestas pela prduçã e cmercializaçã da madeira n Amaznas Um «site Internet» para aprimrar a atuaçã d Estad e fmentar a cmercializaçã da madeira manejada

Leia mais

Glossário das Metas Prioritárias 2010 Versão 1.2.14 Agosto/2010

Glossário das Metas Prioritárias 2010 Versão 1.2.14 Agosto/2010 Meta Priritária 5 Implantar métd de gerenciament de rtinas (gestã de prcesss de trabalh) em pel mens 50% das unidades judiciárias de 1º grau. Esclareciment da Meta Nã estã sujeits a esta meta s tribunais

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SAE / Secretaria de Assuntos Estratégicos

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SAE / Secretaria de Assuntos Estratégicos IPEA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SAE / Secretaria de Assunts Estratégics Gabinete Chefia Executiva Órgãs Específics e Singulares Entidade Vinculada Departament de Articulaçã cm a Sciedade Departament de Planejament

Leia mais

Seminário de Gestão Resíduos Sólidos Urbanos

Seminário de Gestão Resíduos Sólidos Urbanos Seminári de Gestã Resídus Sólids Urbans EKOS 2015 Brasília, 27 de agst de 2015 Área de Mei Ambiente Martin Inguville martin.inguville@bndes.gv.br O Resídu Sólid Urban é apenas um ds tips de resídus, embra

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 Tend presente a Missã da Federaçã Prtuguesa de Autism: Defesa incndicinal ds direits das pessas cm Perturbações d Espectr d Autism e suas famílias u representantes. Representaçã

Leia mais

PROGRAMAS/PROJECTOS. Indicador de Avaliaçã o. Programa /Projecto Objectivo Resultado

PROGRAMAS/PROJECTOS. Indicador de Avaliaçã o. Programa /Projecto Objectivo Resultado PROGRAMAS/PROJECTOS Prgrama /Prject Objectiv Resultad Indicadr de 1. Prgrama - Inserçã de Jvens na Vida Activa em particular s Candidats a Primeir Empreg Prmçã da inserçã de jvens n mercad de trabalh e

Leia mais

GUIA RÁPIDO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL EAD

GUIA RÁPIDO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL EAD TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL EAD TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL EAD UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI Fundada em 1970 cm intuit de ferecer primeir curs superir de Turism d Brasil, a Universidade Anhembi Mrumbi

Leia mais

PRÊMIO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO

PRÊMIO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO PRÊMIO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO 1. OBJETIVO O Prêmi de Incentiv à Educaçã é uma iniciativa das empresas d Pl Industrial, através d Cmitê de Fment Industrial de Camaçari - COFIC. Tem pr bjetiv estimular,

Leia mais

III Avaliação do Curso Técnico em Manejo Florestal da Escola Agrotécnica Federal de Manaus (EAFM): recomendações

III Avaliação do Curso Técnico em Manejo Florestal da Escola Agrotécnica Federal de Manaus (EAFM): recomendações III Avaliaçã d Curs Técnic em Manej Flrestal da Escla Agrtécnica Federal de Manaus (EAFM): recmendações Karina Rail de Mraes - Flresta Viva julh de 2008 1. TERCEIRA AVALIAÇÃO DO CURSO TÉCNICO FLORESTAL...

Leia mais

PLANEJAMENTO - 2012 GESTÃO 2012-2015

PLANEJAMENTO - 2012 GESTÃO 2012-2015 Institut Federal de Educaçã, Ciência e Tecnlgia Catarinense Câmpus Santa Rsa d Sul PLANEJAMENTO - 2012 GESTÃO 2012-2015 Institut Federal de Educaçã, Ciência e Tecnlgia Catarinense Câmpus Santa Rsa d Sul

Leia mais

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000 GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisã: 000 A Mercur S.A., empresa estabelecida desde 1924, se precupa em cnduzir as suas relações de acrd cm padrões étics e cmerciais, através d cumpriment da legislaçã

Leia mais

Situação Atual da EFTP no Afeganistão

Situação Atual da EFTP no Afeganistão Data: 8 de mai de 2015 Situaçã Atual da EFTP n Afeganistã Dr. Enayatullah Mayel Diretr Executiv d Prgrama Prgrama Nacinal de Desenvlviment de Cmpetências Ministéri d Trabalh, Assunts Sciais, Mártires e

Leia mais

Base Industrial de Defesa Brasileira Desafios e Perspectivas

Base Industrial de Defesa Brasileira Desafios e Perspectivas Cicl de Semináris OIC / IEA 2012 Base Industrial de Defesa Brasileira Desafis e Perspectivas Prf. Dr. Marcs Jsé Barbieri Ferreira UNICAMP Sã Paul, 23 de Abril de 2012 Intrduçã Objetiv Apresentar s desafis

Leia mais

Modelagem, qualificação e distribuição em um padrão para geoinformações

Modelagem, qualificação e distribuição em um padrão para geoinformações Mdelagem, qualificaçã e distribuiçã em um padrã para geinfrmações Julia Peixt 14h, 14 de junh de 2010. Mtivaçã Acerv de dads desde 1994 em diferentes áreas de pesquisa; Muitas pessas fazend muits trabalhs

Leia mais

Pesquisa Oficial de Demanda Imobiliária SINDUSCON Grande Florianópolis. NÃO ASSOCIADOS Apresentação

Pesquisa Oficial de Demanda Imobiliária SINDUSCON Grande Florianópolis. NÃO ASSOCIADOS Apresentação Pesquisa Oficial de Demanda Imbiliária SINDUSCON Grande Flrianóplis. NÃO ASSOCIADOS Apresentaçã O presente trabalh tem cm principais bjetivs identificar perfil d frequentadr d Salã d Imóvel, suas demandas

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização CIRCULAR Data: 2007/10/10 Númer d Prcess: DSDC/DEPEB/2007 Assunt: GESTÃO DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 Para: Inspecçã-Geral de Educaçã Direcções Reginais de Educaçã

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE PLANOS MUNICIPAIS DE SANEAMENTO BÁSICO E PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO CONVÊNIO DE

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE PLANOS MUNICIPAIS DE SANEAMENTO BÁSICO E PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO CONVÊNIO DE TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE PLANOS MUNICIPAIS DE SANEAMENTO BÁSICO E PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA E FINANCEIRA DA FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE FUNASA/MS SUMÁRIO Apresentaçã...

Leia mais

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO Um prject eurpeu em clabraçã cm a EHFA Eurpean Health and Fitness Assciatin, cm sede em Bruxelas Regist ds Prfissinais Intrduçã Estams numa fase em que a Tutela

Leia mais

PASTORAL DA JUVENTUDE ARQUIDIOCESE DE LONDRINA PROJETO ESCOLA DE COORDENADORES PASSO A PASSO

PASTORAL DA JUVENTUDE ARQUIDIOCESE DE LONDRINA PROJETO ESCOLA DE COORDENADORES PASSO A PASSO PROJETO ESCOLA DE COORDENADORES PASSO A PASSO 1) Justificativa: A lharms para a realidade ds nsss grups de Pastral de Juventude, percebems a necessidade de reafirmaçã metdlógica d pnt de vista da açã eclesial.

Leia mais

1ª EDIÇÃO. Regulamento

1ª EDIÇÃO. Regulamento 1ª EDIÇÃO Regulament 1. OBJETIVO O Prêmi BRASILIDADE é uma iniciativa d Serviç de Api às Micr e Pequenas Empresas n Estad d Ri de Janeir SEBRAE/RJ, idealizad pr Izabella Figueired Braunschweiger e cm a

Leia mais

GUIA RÁPIDO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL EAD

GUIA RÁPIDO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL EAD TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL EAD TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL EAD UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI Fundada em 1970 cm intuit de ferecer primeir curs superir de Turism d Brasil, a Universidade Anhembi Mrumbi

Leia mais

Resíduos Sólidos Urbanos: Como alavancar investimentos e viabilizar a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos

Resíduos Sólidos Urbanos: Como alavancar investimentos e viabilizar a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos Resídus Sólids Urbans: Cm alavancar investiments e viabilizar a implantaçã da Plítica Nacinal de Resídus Sólids Seminári BNDES-BID-ABDE Brasília, 07 de Mai de 2015 Área de Mei Ambiente Guilherme Martins

Leia mais

CENTROS DE ALTO RENDIMENTO DESPORTIVO ABORDAGEM ESTRATÉGICA DE PROMOÇÃO 29 Maio 2012

CENTROS DE ALTO RENDIMENTO DESPORTIVO ABORDAGEM ESTRATÉGICA DE PROMOÇÃO 29 Maio 2012 CENTROS DE ALTO RENDIMENTO DESPORTIVO ABORDAGEM ESTRATÉGICA DE PROMOÇÃO 29 Mai 2012 CENTRO DE ALTO RENDIMENTO (CAR) DESPORTIVO Unidade perativa que cnjuga um cnjunt específic e diversificad de instalações

Leia mais

CURSO PREPARATÓRIO PARA CERTIFICAÇÃO

CURSO PREPARATÓRIO PARA CERTIFICAÇÃO Cnteúd prgramátic CURSO PREPARATÓRIO PARA CERTIFICAÇÃO Este é cnteúd prgramátic d curs preparatóri n nv prgrama CDO-0001 para a certificaçã CmpTIA CDIA+. CONCEITUAL ECM Apresentaçã ds cnceits envlvids

Leia mais

Seminário de Acompanhamento SNPG. Área 21. APCNs. André F Rodacki Marcia Soares Keske Rinaldo R J Guirro

Seminário de Acompanhamento SNPG. Área 21. APCNs. André F Rodacki Marcia Soares Keske Rinaldo R J Guirro Seminári de Acmpanhament SNPG Área 21 APCNs André F Rdacki Marcia Sares Keske Rinald R J Guirr Áreas de Avaliaçã - CAPES Clégi de Humanidades Ciências Humanas Ciências Sciais Aplicadas Linguística, Letras

Leia mais

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa Manual Cm intrduzir emplyeeship na empresa Índice Intrduçã Pass 1 - Cnheça as vantagens d emplyeeship para a empresa Pass 2 - Saiba que é a cultura emplyeeship Pass 3 - Aprenda a ter "bns" empregads Pass

Leia mais