PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA"

Transcrição

1 PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA CAMINHO PARA ELABORAÇÃO DE AGENDAS EMPRESARIAIS EM ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS DO CLIMA Prpsta de Framewrk Resultad d diálg crrid em 26 de junh de 2013, n Fórum Latin-American de Adaptaçã às Mudanças Climáticas em Sã Paul, este dcument visa apresentar uma prpsta de framewrk para api às empresas na elabraçã de uma estratégia em adaptaçã às mudanças climáticas. O caminh através das três etapas principais d framewrk (ver Figura 1), prtant, auxilia a empresa a lidar cm riscs, aumentar sua resiliência, aprveitar prtunidades de mercad enquant frtalece parcerias e desenvlve relações de cperaçã cm utrs atres, tais quais gverns, empresas, cmunidades, e assciações setrais, também sujeitas as desafis das mudanças climáticas. Assim, a açã empreendida crre de frma sistêmica e cíclica, inserida na realidade empresarial e na estratégia sóci-ambiental adtada pela empresa. Figura 1 - Framewrk: caminh para a elabraçã de agendas empresariais em adaptaçã às mudanças d clima. GVces - Av. 9 de Julh, º andar CEP Sã Paul SP

2 1. Diagnóstic Esta etapa é vltada a acessar s elements interns (pilares e cultura da rganizaçã, prcesss, capacidades, recurss e restrições) e externs (events climátics, tendências, legislações, utrs atres e suas ações) à empresa e mapear e pririzar riscs e prtunidades climátics que se aplicam à rganizaçã. Os passs e resultads esperads desta etapa sã descrits a seguir. 1.1 Ambiente intern Mapeament e engajament das lideranças de cada área u unidade de negóci da empresa para cnstituiçã de um grup de trabalh multidisciplinar. Este grup de trabalh será respnsável pr crdenar a agenda empresarial de adaptaçã, engajar s demais atres interns e externs, distribuir tarefas e garantir que estas sejam realizadas. Engajar alta gestã para api na elabraçã e na implementaçã da agenda. Realizaçã de semináris e reuniões internas para sensibilizaçã e capacitaçã n tema. A abrdagem de capacitaçã pde ser diferenciada para: (i) líderes, (ii) prfissinais técnics, e (iii) prfissinais que realizam a análise de risc para que cnsiderem também s riscs climátics nas análises ctidianas de suas áreas. Revisita as pilares da estratégia e da cultura rganizacinal, s quais serã nrte para a definiçã ds bjetivs da elabraçã d plan de adaptaçã da sua empresa e das diretrizes de tmada de decisã. Delimitaçã d escp e escala d prjet. Identificaçã de pnts de integraçã d prcess de gestã de riscs e prtunidades climáticas cm as diversas pliticas e prcesss rganizacinais. Levantament de infrmações sbre gestã de risc, vulnerabilidade e adaptaçã às mudanças d clima sb a perspectiva setrial (cm fc n setr de atuaçã da empresa) e reginal para recnheciment das relações entre tema adaptaçã e negóci. Grup de trabalh definid e engajad. Delimitaçã d escp e definiçã de bjetivs e diretrizes para tmada de decisã. 1.2 Esclha de cenári climátic Estabeleciment de parcerias técnicas u a cntrataçã de serviç especializad para desenh ds cenáris climátics futurs específics para as regiões em que a empresa atua. Análise de mdels e/u pssíveis cenáris climátics, sciecnômics e ambientais referentes a escp e esclha de um u mais cenáris. GVces - Av. 9 de Julh, º andar CEP Sã Paul SP

3 Mapa de ptenciais parceirs que pdem estar expsts as mesms desafis u pssuir capacidades, habilidades e recurss cmplementares as da empresa. Cenári(s) climátic(s) ajustad à realidade da empresa e cmpreendid(s) pels grups de trabalh, lideranças e parceirs envlvids. Cntat e cmpartilhament cm esses atres mapeads, incluind assciações setriais, academia e órgãs gvernamentais para iníci d diálg. 1.3 Mapeament e pririzaçã de riscs e prtunidades Mbilizaçã ds prfissinais e equipes cm cnheciment específic das áreas tratadas e experiência em avaliaçã de riscs e/u cntrataçã de api extern, cas necessári. Levantament de uma lista extensiva de riscs direts e indirets, nas seguintes categrias: físics e peracinais, regulatóris e legais, financeirs, de mercad e reputacinais. Levantament de uma lista de prtunidades incluind nvs mercads, prduts e serviçs, desenvlviment e implementaçã e nvas tecnlgias e reduçã de custs e eficiência peracinal. Pririzaçã de riscs a partir da análise da prbabilidade de que cada impact se cncretize e da magnitude de suas cnsequências: uma pntuaçã, a partir de uma escala, pde ser cnferida para a prbabilidade de cada risc se cncretizar e utra para a sua cnsequência e severidade. A multiplicaçã entre as duas pntuações gera um ranking ds riscs. Cnvém que medidas existentes sejam levadas em cnsideraçã. Pririzaçã das prtunidades a partir das incertezas relacinadas a cada uma, da viabilidade de realizaçã e da expectativa de retrn sbre investiment. Definir e aplicar critéris (baseads nas diretrizes de tmada de decisã definidas n pass 1.1) para pririzaçã ds riscs e prtunidades, garantind que a realidade e as necessidades reginais e lcais sejam cnsideradas nesse exercíci. Mapa de riscs e prtunidades priritáris para escp em questã. 2. Plan de adaptaçã A elabraçã d plan de açã para respnder as riscs e prtunidades priritáris deve prever ações e investiments priritáris cm material para cmunicaçã cm clabradres e stakehlders prazs, metas, respnsabilidades e crngrama definid. Os seguintes passs e resultads sã esperads: 2.1 Identificaçã e seleçã das pções de adaptaçã Refrç d engajament ds grups de trabalh e das lideranças para essa etapa através de reuniões e semináris, deixand clara sua imprtância, bjetivs, resultads GVces - Av. 9 de Julh, º andar CEP Sã Paul SP

4 esperads e as dificuldades que deverã ser superadas em cnjunt, estruturand um grup de clabradres cmprmetids em desenvlver plan de adaptaçã. Revisita a mapeament de ptenciais parceirs a fim de identificar quais estã sujeits as mesms riscs e prtunidades e frmar parcerias para as ações de adaptaçã. Cnvite a stakehlders para participaçã nesta etapa, incluind gvern lcal, ONGs e cmunidades d entrn, que prpiciará a identificaçã de ações e investiments capazes de gerar benefícis mútus e alinhament das estratégias ds negócis e ds plans d setr públic para adaptaçã. Levantament de lista extensiva das pssíveis estratégias para mitigar riscs e desenvlver prtunidades. Identificar pnts frtes e pnts fracs da empresa para respnder a riscs e prtunidades. Pririzar as ações de adaptaçã para s impacts significativs de acrd cm critéris estabelecids e diretrizes de tmada de decisã definida n pass 1.1 Levantament, junt as grups de trabalh, de infrmações que darã a dimensã e direcinarã plan de adaptaçã: Recurss dispníveis para a implementaçã; Outras pssíveis fntes de recurss; Prazs e urgência de mitigaçã ds riscs e de respsta a impacts; Barreiras à implementaçã; Pssíveis incentivs para desempenh individual e rganizacinal a favr da implementaçã d plan; e Pssíveis desdbraments psitivs e negativs de curt praz. Avaliaçã ds investiments necessáris n curt, médi e lng praz para as pções de adaptaçã cnsideradas. Medidas de adaptações priritárias a serem implementadas. 2.2 Elabraçã d Plan de Adaptaçã Definiçã de medidas de adaptaçã e respectivas ações cncretas a partir das pções de adaptaçã levantadas e selecinadas n pass 2.1. Plan de adaptaçã cm ações de adaptaçã pririzadas e as seguintes definições crrelacinadas estabelecidas: metas, indicadres, respnsabilidades, incentivs e recnheciments, parceirs para a implementaçã, crngrama e estrutura de gvernança para a implementaçã e mnitrament e avaliaçã. 2.3 Acrds, parcerias e recurss GVces - Av. 9 de Julh, º andar CEP Sã Paul SP

5 Estabeleciment de acrds e parcerias, tant públic cm privada, para a realizaçã das ações. Levantament ds recurss necessáris para s prjets, especialmente s mais urgentes. Acrds, parceiras e recurs dispnível para implementaçã d plan de açã. 3. Implementaçã d Plan de Adaptaçã 3.1 Ações e mnitrament Implementaçã das ações de adaptaçã descritas n plan e ds seus respectivs prcesss de mnitrament, apntand quem mnitra e avalia as ações, frequência e etc. Ações cncretas descritas n plan de adaptaçã; Relatóris de mnitrament das ações de adaptaçã. 3.2 Avaliaçã e ajustes Revisã ds mecanisms de incentivs e recnheciment cm base n que fi prpst e acrdad ns grups de trabalh, cm as lideranças e direçã da empresa. Revisã participativa d plan de adaptaçã cm base na atualizaçã ds mdels e cenáris climátics e d mapeament de riscs e prtunidades. Avaliaçã d prcess de implementaçã d plan de adaptaçã descrit. Avaliaçã ds resultads d plan de adaptaçã, prtant, da eficácia das medidas de adaptaçã adtadas. Plan de adaptaçã cm ajustes para próxim cicl. 3.3 Cmunicaçã Cmunicaçã eficiente e ampla d prcess e estabeleciment de canais para que s clabradres cntribuam. Canais de cmunicaçã também precisam existir cm cmunidades d entrn, órgãs públics, ONGs e parceirs em geral envlvids. Dcumentaçã d cas para cmpartilhament cm utras empresas, assciações setriais e públicas em geral; frmat de estud de cas pde reduzir s riscs assciads pelas rganizações à cmunicaçã de suas atuações em adaptaçã. Material de cmunicaçã para stakehlders, parceirs e utrs públics. GVces - Av. 9 de Julh, º andar CEP Sã Paul SP

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA CICLO DE ELABORAÇÃO DE AGENDAS EMPRESARIAIS EM ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS DO CLIMA Prpsta de Framewrk A partir d diálg crrid em 26 de junh de 2013, n Fórum Latin-American de Adaptaçã

Leia mais

Projetos, Programas e Portfólios

Projetos, Programas e Portfólios Prjets, Prgramas e Prtfólis pr Juliana Klb em julianaklb.cm Prjet Segund PMBOK (2008): um prjet é um esfrç temprári empreendid para criar um nv prdut, serviç u resultad exclusiv. Esta definiçã, apesar

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS1 Avaliaçã e Gerenciament de Riscs e Impacts Sciais e Ambientais 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS1 Identificar, avaliar e gerir s

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS. Uma visão geral Baseado nas diretrizes do PMI

GESTÃO DE PROJETOS. Uma visão geral Baseado nas diretrizes do PMI GESTÃO DE PROJETOS Uma visã geral Bead n diretrizes d PMI 1 Intrduçã Objetiv da Apresentaçã O bjetiv é frnecer uma visã geral ds prcesss de Gestã de Prjets aplicads à Gestã de Empreendiments. O que é Prjet?

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versã 0.0 25/10/2010 Sumári 1 Objetivs... 3 2 Cnceits... 3 3 Referências... 3 4 Princípis... 3 5 Diretrizes d Prcess... 4 6 Respnsabilidades... 5 7

Leia mais

Gestão do Escopo 1. Planejamento da Gestão do Escopo: 2. Definição do Escopo: 3. Elaboração da EDT(EAP): 4. Verificação do Escopo:

Gestão do Escopo 1. Planejamento da Gestão do Escopo: 2. Definição do Escopo: 3. Elaboração da EDT(EAP): 4. Verificação do Escopo: Gestã d Escp 1. Planejament da Gestã d Escp: i. Autrizaçã d prjet ii. Definiçã d escp (preliminar) iii. Ativs em cnheciments rganizacinais iv. Fatres ambientais e rganizacinais v. Plan d prjet i. Plan

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PIAUÍ. PROJETO OTIMIZAR Plano do Programa

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PIAUÍ. PROJETO OTIMIZAR Plano do Programa 1. Escp u finalidade d prjet PROJETO OTIMIZAR Plan d Prgrama O Prjet Otimizar visa aprimrar ações implantadas que têm pr bjetiv a reduçã de cnsum de materiais e criar mecanisms de avaliaçã que pssam medir

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR 1. Históric da Jrnada AGIR Ns ambientes crprativs atuais, a adçã de um mdel de gestã integrada é uma decisã estratégica n api às tmadas

Leia mais

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006 1 GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Dads da rganizaçã Data de elabraçã da ficha: Fev 2008 Nme: GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Endereç: Av. Brigadeir Faria Lima, 2.413 1º andar

Leia mais

Sistema de Gestão de BPM

Sistema de Gestão de BPM 1/13 ESTA FOLHA ÍNDICE INDICA EM QUE REVISÃO ESTÁ CADA FOLHA NA EMISSÃO CITADA R. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 R. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 FL. FL. 01 X 26 02 X 27 03 X 28 04 X 29 05 X 30 06 X

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA 1. Intrduçã e Objetivs a) O Cncurs de Ideias OESTECIM a minha empresa pretende ptenciar apareciment de prjets invadres na regiã d Oeste sempre numa perspetiva de desenvlviment ecnómic e scial. b) O Cncurs

Leia mais

MANUAL DE APRESENTAÇÃO DA INICIATIVA 3º Prêmio Braztoa de Sustentabilidade

MANUAL DE APRESENTAÇÃO DA INICIATIVA 3º Prêmio Braztoa de Sustentabilidade MANUAL DE APRESENTAÇÃO DA INICIATIVA 3º Prêmi Brazta de Sustentabilidade Sã Paul - 2014 Seja bem vind a 3 Prêmi Brazta de Sustentabilidade É ntória as crescentes demandas que setr de turism tem cm tema

Leia mais

Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES

Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES Página 2 de 10 O Prjet Aliança O Prjet Aliança é uma idéia que evluiu a partir de trabalhs realizads cm pessas da cmunidade d Bairr da Serra (bairr rural

Leia mais

WORKSHOPS SOBRE AS POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO / CONCENTRAÇÃO NO SECTOR AUXILIAR NAVAL

WORKSHOPS SOBRE AS POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO / CONCENTRAÇÃO NO SECTOR AUXILIAR NAVAL WORKSHOPS SOBRE AS POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO / CONCENTRAÇÃO NO SECTOR AUXILIAR NAVAL ÍNDICE I. Apresentaçã e bjectivs d wrkshp II. III. Resultads ds inquérits Ambiente cmpetitiv Negóci Suprte Prcesss

Leia mais

Da Declaração à Ação dos Vários Interessados Diretos Primeira reunião do fórum

Da Declaração à Ação dos Vários Interessados Diretos Primeira reunião do fórum Da Declaraçã à Açã ds Váris Interessads Direts Primeira reuniã d fórum Centr de Cnvenções Brasil 21 Brasília, DF, 8 e 9 de mai de 2012 AGENDA ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ESCRITÓRIO REGIONAL DA ORGANIZAÇÃO

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS10 Acess a Infrmaçã e engajament de stakehlders 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS10 (1/2) Delinear uma abrdagem sistemática para engajament

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL Intrduçã O presente Regulament cnstitui um dcument intern d curs de Ciências Cntábeis e tem pr bjetiv reger as atividades relativas a Estági de Iniciaçã

Leia mais

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS Prjets n Bima Amazônia A Critéris Orientadres B C D E F Cndicinantes Mínims para Prjets Mdalidades de Aplicaçã ds Recurss Restriçã de Us ds Recurss Critéris

Leia mais

VERSÃO ATUALIZADA EM 07/08/2015 > Alteração no cronograma (Art. 6º e Art. 12º).

VERSÃO ATUALIZADA EM 07/08/2015 > Alteração no cronograma (Art. 6º e Art. 12º). VERSÃO ATUALIZADA EM 07/08/2015 > Alteraçã n crngrama (Art. 6º e Art. 12º). APRESENTAÇÃO Idealizad e instituíd pela Assciaçã Nacinal de Entidades Prmtras de Empreendiments Invadres (Anprtec), em parceria

Leia mais

MODALIDADE DE FORMAÇÃO

MODALIDADE DE FORMAÇÃO CURSO 7855 PLANO DE NEGÓCIO - CRIAÇÃO DE PEQUENOS E MÉDIOS NEGÓCIOS Iníci ------ Duraçã 50h Hrári(s) ------ OBJECTIVOS GERAIS - Identificar s principais métds e técnicas de gestã d temp e d trabalh. -

Leia mais

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões:

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões: Pessal, vislumbr recurss na prva de cnheciments específics de Gestã Scial para as seguintes questões: Questã 01 Questã 11 Questã 45 Questã 51 Questã 56 Vejams as questões e arguments: LEGISLAÇÃO - GESTÃO

Leia mais

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social Anex 03 Recmendaçã nº 3: estatut padrã, estatut fundamental e cntrat scial 1. Resum 01 Atualmente, Estatut da Crpraçã da Internet para a atribuiçã de nmes e númers (ICANN) tem um mecanism únic para alterações.

Leia mais

Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i o R e g i o n a l p a r a o B r a s i l e o C o n e S u l

Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i o R e g i o n a l p a r a o B r a s i l e o C o n e S u l Fund de Desenvlviment das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i R e g i n a l p a r a B r a s i l e C n e S u l Fnd de Desarrll de las Nacines Unidas para la Mujer O f i c i n a R e g i n a l p

Leia mais

INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES. Excelência na Formação através da Experiência e Aplicação MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO

INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES. Excelência na Formação através da Experiência e Aplicação MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO E IEES I EDUCAÇÃO DE SAÚDE INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES Excelência na Frmaçã através da Experiência e Aplicaçã MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO 1.CARGA HORÁRIA 32 Hras 2.DATA E LOCAL

Leia mais

Curso de Extensão: Finanças Corporativas

Curso de Extensão: Finanças Corporativas 1. Apresentaçã Curs de Extensã: Finanças Crprativas Uma crpraçã é, genericamente, caracterizada pela tmada de duas decisões fundamentais, a de financiament e a de investiment. O prcess de seleçã, análise

Leia mais

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso Universidade Federal d Ceará Campus de Sbral Curs de Engenharia da Cmputaçã Regulament para realizaçã d Trabalh de Cnclusã de Curs Intrduçã Este dcument estabelece as regras básicas para funcinament das

Leia mais

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região Ministéri da Justiça Departament da Plícia Federal Academia Nacinal de Plícia Secretaria Nacinal de Segurança Pública Departament de Pesquisa, Análise da Infrmaçã e Desenvlviment Humanan Orientações para

Leia mais

Avaliando a Gestão para Resultados nas áreas fiscais dos Estados

Avaliando a Gestão para Resultados nas áreas fiscais dos Estados Banc Interamerican de Desenvlviment Instituições para Desenvlviment Avaliand a Gestã para Resultads nas áreas fiscais ds Estads DOCUMENTO PARA DISCUSSÃO # IDB-DP-276 Pedr Luiz Bezerra Ana Lúcia Dezlt Cai

Leia mais

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas Unidade 7: Sínteses de evidências para plíticas Objetiv da Unidade Desenvlver um entendiment cmum d que é uma síntese de evidências para plíticas, que inclui e cm pde ser usada 3 O que é uma síntese de

Leia mais

Art. 2º. Trata-se de uma promoção de caráter exclusivamente de estimulo cultural, profissional e acadêmico sem vínculo com sorteios.

Art. 2º. Trata-se de uma promoção de caráter exclusivamente de estimulo cultural, profissional e acadêmico sem vínculo com sorteios. Prêmi Data Pint de Criatividade e Invaçã - 2011 N an em que cmpleta 15 ans de atuaçã n mercad de treinament em infrmática, a Data Pint ferece à cmunidade a prtunidade de participar d Prêmi Data Pint de

Leia mais

Capítulo 17. Sistema de Gestão Ambiental e Social e Plano de Gestão Ambiental e Social

Capítulo 17. Sistema de Gestão Ambiental e Social e Plano de Gestão Ambiental e Social Capítul 17 Sistema de Gestã Ambiental e Scial e Plan de Gestã Ambiental e Scial ÍNDICE 17 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL E SOCIAL E PLANO DE GESTÃO AMBIENTAL E SOCIAL 17-1 17.1 INTRODUÇÃO 17-1 17.2 VISÃO

Leia mais

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps Realizads pela Direçã-Geral das Artes Avaliaçã da Utilidade ds Wrkshps Títul: Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps realizads pela

Leia mais

Advisory. Audit. Corporate. BPO / Accounting

Advisory. Audit. Corporate. BPO / Accounting BPO / Accunting Audit Advisry TAX Labr Crprate A JCG Cnsultria Para se trnarem cmpetitivas n mund glbalizad e se estabelecerem num mercad em crescente evluçã, a tendência atual nas empresas é a terceirizaçã

Leia mais

Gestão ambiental de zonas de amortecimento de unidades de conservação em áreas urbanas

Gestão ambiental de zonas de amortecimento de unidades de conservação em áreas urbanas Gestã ambiental de znas de amrteciment de unidades de cnservaçã em áreas urbanas Marta Feppel Ribeir Instituiçã: Universidade d Estad d Ri de Janeir IVIG/COPPE/Universidade Federal d Ri de Janeir Email:

Leia mais

Implantação do Escritório de Projetos na área de RH: Um olhar estratégico

Implantação do Escritório de Projetos na área de RH: Um olhar estratégico Implantaçã d Escritóri de Prjets na área de RH: Um lhar estratégic Regina Buzetti Meneghelli UO-ES/RH Alexandre de Castr Faria Fidelis UO-ES/RH O gerenciament de prjets é utilizad pr rganizações ds mais

Leia mais

é a introdução de algo novo, que atua como um vetor para o desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida

é a introdução de algo novo, que atua como um vetor para o desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida O que é invaçã? Para a atividade humana: é a intrduçã de alg nv, que atua cm um vetr para desenvlviment human e melhria da qualidade de vida Para as empresas: invar significa intrduzir alg nv u mdificar

Leia mais

MUNICÍPIO DE BAURU ETAPA 1 PROPOSTA METODOLÓGICA RELATÓRIO FINAL

MUNICÍPIO DE BAURU ETAPA 1 PROPOSTA METODOLÓGICA RELATÓRIO FINAL PLANO LOCAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL MUNICÍPIO DE BAURU ETAPA 1 PROPOSTA METODOLÓGICA RELATÓRIO FINAL JUNHO DE 2010-1 - A dívida scial acumulada n Brasil em relaçã à carência habitacinal atinge

Leia mais

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde Anex V Sftware de Registr Eletrônic em Saúde Implantaçã em 2 (duas) Unidades de Saúde Índice 1 INTRODUÇÃO... 3 2 ESTRATÉGIAS E PROCEDIMENTOS DE IMPLANTAÇÃO... 3 4 INFRAESTRUTURA NAS UNIDADES DE SAÚDE -

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Econômico Regional e Local dos Municípios do Pontal do Paranapanema

Plano de Desenvolvimento Econômico Regional e Local dos Municípios do Pontal do Paranapanema Plan de Desenvlviment Ecnômic Reginal e Lcal ds Municípis d Pntal d Paranapanema 1ª Etapa Diagnóstic Ecnômic e Definiçã de Cenáris Apresentaçã as municípis 20/08/2014 Cnvêni: Elabraçã: Plan de Desenvlviment

Leia mais

Fundo Juruti Sustentável

Fundo Juruti Sustentável Fund Juruti Sustentável Fund Juruti Sustentável Chamada de prjets para Desenvlviment sustentável de Juruti Edital 01/2009 Respnsável: Fund Brasileir para a Bidiversidade (Funbi) Juruti - Pará (PA), Mai

Leia mais

Relatório de Atividades. Programa de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas de Hortaliças, caqui, Nêspera e Cogumelos da Região do Alto Tietê.

Relatório de Atividades. Programa de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas de Hortaliças, caqui, Nêspera e Cogumelos da Região do Alto Tietê. Mgi das Cruzes, 24 de setembr de 2008. Relatóri de Atividades. Prgrama de Desenvlviment das Cadeias Prdutivas de Hrtaliças, caqui, Nêspera e Cgumels da Regiã d Alt Tietê. Prcess n.: 3196/2007 Cnveni n.:

Leia mais

Modelo de Gestão de Portfólio de Projetos de TIC

Modelo de Gestão de Portfólio de Projetos de TIC Mdel de Gestã de Prtfóli de Prjets de TIC Versã 1.0 Mai de 2015 INDICE HISTÓRICO DE VERSÕES... 4 COMPOSIÇÃO... 5 1. INTRODUÇÃO... 6 1.1 REFERÊNCIAS... 6 1.2 SIGLAS E ACRÔNIMOS... 6 1.3 PREMISSAS... 7 1.4

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização CIRCULAR Data: 2007/10/10 Númer d Prcess: DSDC/DEPEB/2007 Assunt: GESTÃO DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 Para: Inspecçã-Geral de Educaçã Direcções Reginais de Educaçã

Leia mais

3 Formulação da Metodologia 3.1. Considerações Iniciais

3 Formulação da Metodologia 3.1. Considerações Iniciais 53 3 Frmulaçã da Metdlgia 3.1. Cnsiderações Iniciais O presente capítul tem cm finalidade prpr e descrever um mdel de referencia para gerenciament de prjets de sftware que pssa ser mensurável e repetível,

Leia mais

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito*

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* 20 Api O Setr Elétric / Julh de 2009 Desenvlviment da Iluminaçã Pública n Brasil Capítul VII Prjets de eficiência energética em iluminaçã pública Pr Lucian Haas Rsit* Neste capítul abrdarems s prjets de

Leia mais

DIRETORIA DE UNIDADE COORDENAÇÃO DE CURSOS

DIRETORIA DE UNIDADE COORDENAÇÃO DE CURSOS DIRETORIA DE UNIDADE COORDENAÇÃO DE CURSOS PROJETO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (X) PROJETO DE PESQUISA PROJETO DE EXTENSÃO Acadêmic ; Scial PROJETO DE INTERDISCIPLINARIDADE

Leia mais

Serviços. Consultoria Treinamento Logís5ca Reversa

Serviços. Consultoria Treinamento Logís5ca Reversa Serviçs Cnsultria Treinament Lgís5ca Reversa Cnsul'ng Prjets de Supply Chain Implementaçã de Sistemas Lgís5cs Diagnós5c Operacinal Oprtunidades de Reduçã de Cust Reestruturaçã de Operações Lgís5ca Internacinal

Leia mais

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO 1 de 7 1. OBJETIVO Este prcediment estabelece prcess para cncessã, manutençã, exclusã e extensã da certificaçã de sistema de segurança cnfrme ABNT NBR 15540. 2. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES - ABNT NBR 15540:2013:

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2015 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 2.1. Organgrama... 4 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3.

Leia mais

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 Flrianóplis, 25 de janeir de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 1) Cnsiderações Gerais: A Federaçã Nacinal ds Estudantes de Engenharia Civil

Leia mais

MONITORIA & AVALIAÇÃO:

MONITORIA & AVALIAÇÃO: MONITORIA & AVALIAÇÃO: Os fundaments para bter resultads Bénédicte de la Briere O Banc Mundial Os bjetivs desta sessã 1 2 3 4 5 Prquê cncentrar-se ns resultads Mnitria u Avaliaçã Utilizar uma cadeia de

Leia mais

Guia de Leitura do Plano Diretor de Tecnologia da Informação

Guia de Leitura do Plano Diretor de Tecnologia da Informação Guia de Leitura d Plan Diretr de Tecnlgia da Infrmaçã O Plan Diretr de Tecnlgia da Infrmaçã (PDTI) é um instrument de diagnóstic, planejament e gestã ds recurss e prcesss de Tecnlgia da Infrmaçã (TI).

Leia mais

3 O PRÊMIO NACIONAL DE QUALIDADE

3 O PRÊMIO NACIONAL DE QUALIDADE 38 3 O PRÊMIO NACIONAL DE QUALIDADE 3.1 Intrduçã Este capítul caracteriza e analisa Prêmi Nacinal da Qualidade, base d mdel prpst. O PNQ é uma premiaçã, simblizada pr um trféu, que recnhece a excelência

Leia mais

10ª JORNADA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Extensão Universitária e Políticas Públicas

10ª JORNADA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Extensão Universitária e Políticas Públicas SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO 10ª JORNADA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Extensã Universitária e Plíticas Públicas Períd 05 a 07 de dezembr de 2007 A 10ª Jrnada

Leia mais

IV Congresso Brasileiro de RPPNs

IV Congresso Brasileiro de RPPNs Prt Alegre - RS 26 a 29 de utubr de 2011 IV Cngress Brasileir de RPPNs A cnservaçã vluntária para um Brasil sustentável Api: Organizaçã: Realizaçã: Secretaria Estadual d Mei Ambiente d Ri Grande d Sul

Leia mais

Minuta do Protocolo de Avaliação de Sustentabilidade de Hidrelétricas Agosto de 2009

Minuta do Protocolo de Avaliação de Sustentabilidade de Hidrelétricas Agosto de 2009 Minuta emitida após revisã e alteraçã pel Fórum de Avaliaçã de Sustentabilidade de Hidrelétricas Publicada pela Internatinal Hydrpwer Assciatin Minuta d Prtcl de Avaliaçã de Sustentabilidade de Hidrelétricas

Leia mais

Orientações e Recomendações Orientações relativas à informação periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de notação de risco

Orientações e Recomendações Orientações relativas à informação periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de notação de risco Orientações e Recmendações Orientações relativas à infrmaçã periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de ntaçã de risc 23/06/15 ESMA/2015/609 Índice 1 Âmbit de aplicaçã... 3 2 Definições... 3 3 Objetiv

Leia mais

Os valores solicitados para transporte e seguro saúde deverão ser comprovados por um orçamento integral fornecido por uma agência de viagem.

Os valores solicitados para transporte e seguro saúde deverão ser comprovados por um orçamento integral fornecido por uma agência de viagem. Aluns de Pós-Graduaçã de Instituições Estrangeiras Visa apiar visitas de n máxim 30 dias, de dutrands de instituições estrangeiras, qualificads, e prcedentes de Centrs de Excelência para estudarem, pesquisarem

Leia mais

PRÊMIO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO

PRÊMIO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO PRÊMIO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO 1. OBJETIVO O Prêmi de Incentiv à Educaçã é uma iniciativa das empresas d Pl Industrial, através d Cmitê de Fment Industrial de Camaçari - COFIC. Tem pr bjetiv estimular,

Leia mais

Gerenciamento do Escopo

Gerenciamento do Escopo Pós-graduaçã Gestã Empresarial Módul GPE Gestã de Prjets Empresariais Prf. MSc Jsé Alexandre Mren prf.mren@ul.cm.br agst_setembr/2009 1 Gerenciament d Escp 3 Declaraçã d escp Estrutura Analítica d Prjet

Leia mais

Carta de Brasília. Recomendações para a Formulação e Implementação de uma Política Nacional de Prevenção da Violência e Segurança nos Estádios

Carta de Brasília. Recomendações para a Formulação e Implementação de uma Política Nacional de Prevenção da Violência e Segurança nos Estádios Carta de Brasília Recmendações para a Frmulaçã e Implementaçã de uma Plítica Nacinal de Prevençã da Vilência e Segurança ns Estádis Seminári sbre Segurança ns Estádis Ministéri d Esprte / Ministéri da

Leia mais

O desafio da regulação econômico-financeira dos operadores públicos de serviços de saneamento básico no Brasil: primeiras experiências

O desafio da regulação econômico-financeira dos operadores públicos de serviços de saneamento básico no Brasil: primeiras experiências O desafi da regulaçã ecnômic-financeira ds peradres públics de serviçs de saneament básic n Brasil: primeiras experiências Karla Bertcc Trindade VI Fr Iber American de Regulación 11/11/2013 - Mntevide,

Leia mais

PARQUE CAPITAL DIGITAL Termo de Referência

PARQUE CAPITAL DIGITAL Termo de Referência PARQUE CAPITAL DIGITAL Term de Referência Brasília, junh de 2005. 1 SUMÁRIO I CONTEXTO... 4 I.1 Parques tecnlógics... 4 I.2 O que é um Parque Tecnlógic de TIC... 5 I.3 Mtivaçã d Parque Capital Digital...

Leia mais

REGULAMENTO 1- OBJETIVO

REGULAMENTO 1- OBJETIVO REGULAMENTO 1- OBJETIVO O Prgrama Nv Temp é um iniciativa da Cargill Agricla SA, que visa ferecer as seus funcináris e das empresas patrcinadras ds plans de previdência sb a gestã da CargillPrev Sciedade

Leia mais

Por favor, considere a proteção ao meio ambiente antes de imprimir esse documento

Por favor, considere a proteção ao meio ambiente antes de imprimir esse documento Interbrs Tecnlgia e Sluções de Internet Ltda. Rua Dr. Guilherme Bannitz, 126 2º andar Cnj. 21 /179 Itaim Bibi - Sã Paul- SP - 04532-060 Fne: 55 11 9209-3717 / 55 11 8162-0161 Pr favr, cnsidere a prteçã

Leia mais

III Jornadas de Cooperação no Sector de Saúde em Moçambique. Planificação no Sector da Saude em Moçambique

III Jornadas de Cooperação no Sector de Saúde em Moçambique. Planificação no Sector da Saude em Moçambique III Jrnadas de Cperaçã n Sectr de Saúde em Mçambique Planificaçã n Sectr da Saude em Mçambique Maput, Març de 2013 INTRODUÇÃO E ENQUADRAMENTO # Jrnadas de Cperaçã d Sectr da Saúde cnstituem um event anual:

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CST em Análise e Desenvlviment de Sistemas 3ª série Fundaments de Sistemas Operacinais A atividade prática supervisinada (ATPS) é um métd de ensinaprendizagem desenvlvid

Leia mais

1.1.3.1 Ausência de processo de monitoramento e avaliação da execução do PDTI.

1.1.3.1 Ausência de processo de monitoramento e avaliação da execução do PDTI. Cnstatações 1.1.3.1 Ausência de prcess de mnitrament e avaliaçã da execuçã d PDTI. 1.1.3.2 Cmitê de TI nã atuante e inefetiv. 1.1.3.3 Quantidade insuficiente de servidres para a gestã de TI. 1.1.3.4 Falhas

Leia mais

Gestão de Benefícios na desmaterialização de processos do correio tradicional: um estudo de caso CAPSI 2012. Resumo

Gestão de Benefícios na desmaterialização de processos do correio tradicional: um estudo de caso CAPSI 2012. Resumo Gestã de Benefícis na desmaterializaçã de prcesss d crrei tradicinal: um estud de cas CAPSI 2012 Raquel Neves Rdrigues 1, Mári Rmã 2 1) ISCTE, Lisba, Prtugal rgsnr@iscte-iul.pt 2) ISCTE, Lisba, Prtugal

Leia mais

Projeto de Arquitetura Objetivos. Tópicos abordados. Arquitetura de software. Vantagens da arquitetura explícita

Projeto de Arquitetura Objetivos. Tópicos abordados. Arquitetura de software. Vantagens da arquitetura explícita Prjet de Arquitetura Objetivs Apresentar prjet de arquitetura e discutir sua imprtância Explicar as decisões de prjet de arquitetura que têm de ser feitas Apresentar três estils cmplementares de arquitetura

Leia mais

Monitoramento e Avaliação de projetos Sócio-ambientais

Monitoramento e Avaliação de projetos Sócio-ambientais Mnitrament e Avaliaçã de prjets Sóci-ambientais Capacitaçã em Desenvlviment Institucinal Realizaçã 2007 Mnitria e Avaliaçã Leandr Lamas Valarelli 1. Prque mnitrar? A realidade é frut da açã de muits atres.

Leia mais

CAPÍTULO IV. Valores, Crenças, Missão, Visão.e Política da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira

CAPÍTULO IV. Valores, Crenças, Missão, Visão.e Política da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira CAPÍTULO IV Valres, Crenças, Missã, Visã.e Plítica da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira Há alguns ans, quand tínhams ótims atletas, perdíams a Cpa d Mund de futebl, as Olimpíadas, errand em cisas básicas.

Leia mais

Plano de Assessoria de Comunicação do Projeto de Estágio e Empregabilidade - PROJEM

Plano de Assessoria de Comunicação do Projeto de Estágio e Empregabilidade - PROJEM XX Prêmi Expcm 2013 Expsiçã da Pesquisa Experimental em Cmunicaçã Plan de Assessria de Cmunicaçã d Prjet de Estági e Empregabilidade - PROJEM August Sares de Mel e SOUZA 1 Felipe de Oliveira TODESCHINI

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE PLANOS MUNICIPAIS DE SANEAMENTO BÁSICO E PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO CONVÊNIO DE

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE PLANOS MUNICIPAIS DE SANEAMENTO BÁSICO E PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO CONVÊNIO DE TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE PLANOS MUNICIPAIS DE SANEAMENTO BÁSICO E PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA E FINANCEIRA DA FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE FUNASA/MS SUMÁRIO Apresentaçã...

Leia mais

WORKSHOP SOBRE PARCERIAS PÚBLICO- PRIVADAS E CONCESSÕES

WORKSHOP SOBRE PARCERIAS PÚBLICO- PRIVADAS E CONCESSÕES WORKSHOP SOBRE PARCERIAS PÚBLICO- PRIVADAS E CONCESSÕES Tribunal de Cntas da Uniã Marcel Pachec ds Guaranys Brasília, 22.11.2011 ROTEIRO Dads d setr Infraestrutura aeprtuária: desafis Definiçã da mdalidade

Leia mais

A Cooperação para a Saúde no Espaço da CPLP

A Cooperação para a Saúde no Espaço da CPLP A Cperaçã para a Saúde n Espaç da CPLP Ainda antes da I Reuniã de Ministrs da Saúde da CPLP, realizada em Abril de 2008, em Cab Verde, fram adptads s seguintes instruments que, n quadr da saúde, pretenderam

Leia mais

ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA. O ENCONTROCAS é um evento semestral realizado pelo Instituto Superior de

ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA. O ENCONTROCAS é um evento semestral realizado pelo Instituto Superior de Faculdade de Ciências Sciais Aplicadas de Bel Hriznte Institut Superir de Educaçã Curs de Pedaggia ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA O ENCONTROCAS é um event semestral

Leia mais

OntoPRIME: Ontologia de Riscos para Ambientes de Desenvolvimento de Software Multiprojetos

OntoPRIME: Ontologia de Riscos para Ambientes de Desenvolvimento de Software Multiprojetos Universidade Federal de Pernambuc Centr de Infrmática Pós-Graduaçã em Ciência da Cmputaçã OntPRIME: Ontlgia de Riscs para Ambientes de Desenvlviment de Sftware Multiprjets Pr Antni Campell Cristine Gusmã

Leia mais

FACULDADE AGES CURSO DE ENFERMAGEM REGULAMENTAÇÃO DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS ADMINISTRAÇÃO APLICADA A ENFERMAGEM

FACULDADE AGES CURSO DE ENFERMAGEM REGULAMENTAÇÃO DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS ADMINISTRAÇÃO APLICADA A ENFERMAGEM FACULDADE AGES CURSO DE ENFERMAGEM REGULAMENTAÇÃO DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS ADMINISTRAÇÃO APLICADA A ENFERMAGEM As Práticas Educativas serã realizadas em hráris pré-determinads n períd diurn para aluns regularmente

Leia mais

Edital de Chamada Pública nº 01/2012 SEBRAE 2014

Edital de Chamada Pública nº 01/2012 SEBRAE 2014 Edital de Chamada Pública nº 01/2012 SEBRAE 2014 A Diretria d SEBRAE/RS trna públic presente edital e cnvida Artesãs representads pr Assciações e/u Cperativas de Artesanat d Ri Grande d Sul a inscreverem-se

Leia mais

Seminário de Acompanhamento SNPG. Área 21. APCNs. André F Rodacki Marcia Soares Keske Rinaldo R J Guirro

Seminário de Acompanhamento SNPG. Área 21. APCNs. André F Rodacki Marcia Soares Keske Rinaldo R J Guirro Seminári de Acmpanhament SNPG Área 21 APCNs André F Rdacki Marcia Sares Keske Rinald R J Guirr Áreas de Avaliaçã - CAPES Clégi de Humanidades Ciências Humanas Ciências Sciais Aplicadas Linguística, Letras

Leia mais

Proposta de texto NR 01 PREVENÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

Proposta de texto NR 01 PREVENÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Prpsta de text NR 01 PREVENÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO SUMÁRIO 1. OBJETIVO E APLICAÇÃO... 3 2. DEFINIÇÕES BÁSICAS... 4 3. PREVENÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO... 5 3.8. ORGANIZAÇÃO PARA

Leia mais

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR LISTA CANDIDATA ÀS ELEIÇÕES PARA OS CORPOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE GEÓGRAFOS BIÉNIO 2006-2008 POR UMA GEOGRAFIA MELHOR Assembleia Geral Presidente Jsé Albert Ri Fernandes (FL, Universidade

Leia mais

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa Manual Cm intrduzir emplyeeship na empresa Índice Intrduçã Pass 1 - Cnheça as vantagens d emplyeeship para a empresa Pass 2 - Saiba que é a cultura emplyeeship Pass 3 - Aprenda a ter "bns" empregads Pass

Leia mais

Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Vox Mercado Pesquisa e Projetos Ltda. Dados da organização

Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Vox Mercado Pesquisa e Projetos Ltda. Dados da organização Data de elabraçã da ficha: Jun 2007 Prefeitura Municipal de Bel Hriznte Vx Mercad Pesquisa e Prjets Ltda. Dads da rganizaçã Nme: Prefeitura Municipal de Bel Hriznte Endereç: Av. Afns Pena, 1212 - Cep.

Leia mais

PROGRAMAS/PROJECTOS. Indicador de Avaliaçã o. Programa /Projecto Objectivo Resultado

PROGRAMAS/PROJECTOS. Indicador de Avaliaçã o. Programa /Projecto Objectivo Resultado PROGRAMAS/PROJECTOS Prgrama /Prject Objectiv Resultad Indicadr de 1. Prgrama - Inserçã de Jvens na Vida Activa em particular s Candidats a Primeir Empreg Prmçã da inserçã de jvens n mercad de trabalh e

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 Tend presente a Missã da Federaçã Prtuguesa de Autism: Defesa incndicinal ds direits das pessas cm Perturbações d Espectr d Autism e suas famílias u representantes. Representaçã

Leia mais

Orientação às empresas Respondentes sobre mudanças climáticas em nome dos investidores e membros da cadeia de fornecimento 2015

Orientação às empresas Respondentes sobre mudanças climáticas em nome dos investidores e membros da cadeia de fornecimento 2015 Orientaçã às empresas Respndentes sbre mudanças climáticas em nme ds investidres e membrs da cadeia de frneciment 2015 C D P inf@cdp.net. +44 (0) 20 3818 3900 www.cdp.net. Licença ds Questináris CDP Os

Leia mais

táxis compartilhados Shared-transport / Shared-taxi

táxis compartilhados Shared-transport / Shared-taxi Benefícis ds serviçs de transprte de táxis cmpartilhads Shared-transprt / Shared-taxi Reuniã de Especialistas sbre Transprte Urban Sustentável: Mdernizand e Trnand Eclógicas as Frtas de Táxis nas Cidades

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2014 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3. Limites de expsiçã à

Leia mais

1. DADOS GERAIS...4. 1.1. Identificação...4. 1.2. Histórico...4. 1.3. Estrutura Organizacional...5 2. OBJETIVOS E METAS...7. 2.1. Finalidade...

1. DADOS GERAIS...4. 1.1. Identificação...4. 1.2. Histórico...4. 1.3. Estrutura Organizacional...5 2. OBJETIVOS E METAS...7. 2.1. Finalidade... Índice 1. DADOS GERAIS...4 1.1. Identificaçã...4 1.2. Históric...4 1.3. Estrutura Organizacinal...5 2. OBJETIVOS E METAS...7 2.1. Finalidade...8 2.2. Missã...8 2.3. Visã...8 2.4. Premissas...9 2.5. Diretrizes...9

Leia mais

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play Prgrama Agra Nós Vluntariad Jvem Namrar cm Fair Play INTRODUÇÃO A vilência na intimidade nã se circunscreve às relações cnjugais, estand presente quer nas relações de namr, quer nas relações juvenis casinais.

Leia mais

1ª EDIÇÃO. Regulamento

1ª EDIÇÃO. Regulamento 1ª EDIÇÃO Regulament 1. OBJETIVO O Prêmi BRASILIDADE é uma iniciativa d Serviç de Api às Micr e Pequenas Empresas n Estad d Ri de Janeir SEBRAE/RJ, idealizad pr Izabella Figueired Braunschweiger e cm a

Leia mais

SEGURANÇA NO TRABALHO CONTRATADOS E TERCEIROS DO CLIENTE

SEGURANÇA NO TRABALHO CONTRATADOS E TERCEIROS DO CLIENTE Flha 1 de 8 Rev. Data Cnteúd Elabrad pr Aprvad pr 0 16/06/2004 Emissã inicial englband a parte técnica d GEN PSE 004 Luiz C. Sants Cmitê da Qualidade 1 31/01/2006 Revisã geral Luiz C. Sants Cmitê da Qualidade

Leia mais

Supply Chain Game. EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autor: Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves

Supply Chain Game. EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autor: Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Supply Chain Game EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autr: Prf. Dr. Daniel Bertli Gnçalves Exercíci Prátic Simuland Cadeias de Supriments v2.0 Lcal: em sala de aula Material Necessári:

Leia mais

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Guia d Prcess de Sftware d MAPA Metdlgia de Desenvlviment de Sistemas Versã 1.0 Dcument cnfidencial e prprietári Versã d mdel: 1.1 Históric das Revisões Data Versã Descriçã Autr 24/03/2008 1.0 Iníci da

Leia mais

Aliança Estratégica com a Delta Dezembro, 2011. Uma Consistente História de Investimento

Aliança Estratégica com a Delta Dezembro, 2011. Uma Consistente História de Investimento Aliança Estratégica cm a Delta Dezembr, 2011 Uma Cnsistente História de Investiment 1 Agenda Resum da Operaçã 1 Benefícis da Operaçã 2 2 Disclaimer O material a seguir é uma apresentaçã cnfidencial cntend

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE RESPONSABILIDADE AMBIENTAL

CERTIFICAÇÃO DE RESPONSABILIDADE AMBIENTAL Pól Mveleir de Arapngas PR Revisã: 00 Pól Mveleir de Arapngas PR Revisã: 01 TERMOS DE USO DO ECOSELO EQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DESTE DOCUMENTO: Irineu Antni Brrasca Presidente d CETEC

Leia mais