A autenticidade do material didático para o ensino de inglês com língua estrangeira

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A autenticidade do material didático para o ensino de inglês com língua estrangeira"

Transcrição

1 A autenticidade do material didático para o ensino de inglês com língua estrangeira The authenticity of the pedagogical material for the teaching of English as a foreign language Bianca Pimentel Berk Schubert 1 (Colégio Pedro II / UFF) Resumo: O presente artigo trata da questão da autenticidade nos livros-textos para o ensino de inglês como língua estrangeira (ILE) no Brasil. O foco é a investigação de uma coletânea de livros didáticos recentes de ILE para avaliar o grau de autenticidade de seus insumos orais e tarefas de sala de aula. A análise mostrou que alguns desses materiais já exibem elementos autênticos. Palavras-chaves: autenticidade, inglês como língua estrangeira, material didático, insumo oral, tarefas. Abstract: The present article concerns authenticity in course books for the teaching of English as a foreign language (EFL) in Brazil. It focuses on the investigation of a number of recent EFL textbooks to assess the degree of authenticity of their oral input and classroom tasks. The analysis has shown that a few of these materials already exhibit a number of authentic features. Key words: authenticity, English as a foreign language, pedagogic material, oral input, tasks. 1. Introdução Tendo como base nossa proposta para um paradigma de autenticidade para o ensino de línguas estrangeiras (cf. Schubert, 2010; veja seção 2.3), o presente artigo trata da questão da autenticidade no material didático utilizado em nosso país para o ensino de inglês, especialmente no que tange os traços discursivos dos seus insumos orais (e.g falso começos, hesitações, pausas, sobreposição de turnos, eco discursivo), o uso adequado de linguagem coloquial moderna, a atualidade dos temas, e o grau de autenticidade das tarefas de sala de aula. A discussão sobre autenticidade para o ensino de línguas estrangeiras começa com a apresentação dos seus fatores geradores (seção 2.1). Em seguida, apresentamos óticas diversas 1 Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

2 para o conceito de autenticidade (seção 2.2) e discutimos na seção 2.3 a natureza das tarefas de sala de aula de L2 (língua estrangeira ou segunda língua). Em seguida, diferenças entre o material didático e o material autêntico são descritas e avaliadas (seção 2.4). A última seção (2.5) traz uma breve análise de 16 livros-textos destinados ao ensino de ILE no Brasil acerca da questão da autenticidade neles. 2. A autenticidade no material didático 2.1. Precedentes para a autenticidade no ensino de línguas O debate a respeito da utilização de materiais autênticos para o ensino de línguas originou-se de uma combinação de fatores diversos das últimas quatro décadas (cf. Mishan, 2005). Um dos principais fatores foi o advento das abordagens comunicativas na década de 70, segundo as quais a comunicação é tanto o objetivo da aprendizagem da língua-alvo como também o veículo para o seu ensino. O foco da aprendizagem de línguas passou da aprendizagem de elementos linguísticos para a comunicação e interação social. Outro fator importante que acendeu o debate da autenticidade foi o direcionamento do ensino de línguas para a aprendizagem centrada no texto. As atividades nessas abordagens começaram a estimular a aprendizagem por meio da conscientização quanto a elementos linguísticos presentes no texto, e para a compreensão do texto em diferentes níveis (e.g. identificação das idéias principais; localização de informações específicas, inferência), nos moldes do que ocorre naturalmente quando lemos ou escutamos textos de diferentes gêneros e dependendo dos nossos propósitos comunicativos. Outra influência veio das abordagens humanísticas das décadas de 70 e 80, as quais direcionaram a aprendizagem para o aprendiz, para suas necessidades, seu conforto físico, psicológico e emocional, enfatizando o valor do desenvolvimento individual. Da mesma forma, a explosão do movimento de autenticidade é provavelmente consequência de dois movimentos interdependentes. O primeiro é a revolução nas tecnologias de comunicação e informação, resultante do surgimento e divulgação da Internet, o que possibilitou o acesso a textos autênticos de todos os tipos em centenas de línguas do nosso mundo. O segundo é a tendência mundial para formas autônomas de aprendizagem (i.e. a individualização na aprendizagem), o que tem propiciado a transferência da responsabilidade pela aprendizagem e Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

3 dos caminhos para a informação e conhecimento do professor para os alunos, os quais, por sua vez, esperam ser expostos a materiais e tarefas genuínas sobre a cultura-alvo. Além disso, a autonomia de pesquisa e estudo foi reforçada pela disponibilidade infinita de informações existentes na Internet e pelo fenômeno de globalização O conceito de autenticidade de materiais: diferentes óticas As definições de materiais autênticos na literatura são, muitas vezes, contrastantes. Muitos autores preconizam que a autenticidade está ou reside no texto (Breen, 1985; Taylor, 1994), enquanto que outros argumentam que a autenticidade é conferida a um texto através da maneira como ele é colocado em uso ou interpretado por determinadas pessoas em determinadas situações. De um lado aparecem os puristas da autenticidade, como Grellet (1981:8), que afirma que: Autenticidade significa que nada do texto original é alterado e também que sua apresentação e layout são preservados. Um artigo de jornal, por exemplo, deve ser apresentado como ele apareceu no jornal na primeira vez, com o mesmo tipo de letra, o mesmo espaço devotado às manchetes, a mesma figura [...] A figura, o tamanho da manchete, o uso do negrito, tudo contribui para expressar a mensagem para o leitor. 2 Grellet (1981:79) destaca também que: Textos devem ser disponibilizados aos aprendizes, não através de sua simplificação, mas através do ajuste das exigências da tarefa que os envolve. A dificuldade de um exercício de leitura depende da atividade que é requerida do aluno ao invés do texto propriamente dito, conquanto que ele esteja dentro do nível de competência geral dos alunos. Em outras palavras, o professor deve nivelar os exercícios, não os textos. 3 Lee (1995:324) reforça essa idéia argumentando que: Um texto é considerado autêntico se ele não foi escrito com propósitos pedagógicos (i.e. não para ilustrar pontos específicos de uma língua), mas com um propósito comunicativo da vida real, onde o escritor tem uma determinada mensagem para passar para o leitor. Dessa forma, um texto autêntico é aquele que possui uma qualidade fundamentalmente comunicativa. 2 Tradução da autora. 3 Tradução da autora. Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

4 Uma outra vertente estabelece que autenticidade é uma característica da relação entre o texto e o leitor/ouvinte, e corresponde à resposta apropriada (Widdowson 1978:80). O ponto central do termo autenticidade não se aplica aqui a nenhuma característica inerente ao material, mas sim à interação entre o usuário e o texto. A autenticidade, segundo essa vertente, pode se manifestar no ato de interpretação e pode ser julgada em termos do grau de interpretação do aluno. Este conceito tem implicações cruciais para o contexto pedagógico, pois sinaliza que o mais importante é o que fazemos com um texto e não o fato de ele ter ocorrido num ambiente real. Widdowson (2001:8) argumenta que a sala de língua estrangeira pode ser considerada um contexto criado como um teatro, onde a comunidade de alunos vive e se movimenta e tem sua existência em mundos imaginários, intencional e real para eles. Em outra obra, Widdowson (1983:30) comenta que O texto é autenticado pela atividade para a qual ele é usado. Wilson (1997:7) corrobora com essa idéia ao afirmar que A autenticidade não reside somente no propósito da língua-materna do texto, mas também no propósito de língua estrangeira quando usado por professores e alunos. Embora concordemos com o fato de que a autenticidade de um material dependa do contexto cultural (i.e. por que, onde, para quem, como, etc) no qual ele foi produzido, acreditamos na possibilidade de reconstrução ou revalidação da autenticidade de propósitos comunicativos do texto, através da interação do aluno de L2 com o material didático. Advogamos, dessa forma, que a autenticidade da tarefa no contexto educacional depende do reconhecimento pelo público-alvo de sua relevância comunicativa e prática para sua vida. A tarefa será autêntica quando ela despertar naturalmente no público-alvo seu interesse genuíno e servir a um propósito comunicativo natural e relevante para ele. O paradigma de autenticidade (cf. Schubert, 2010) que estamos propondo no presente artigo depende de uma série de fatores interligados, tais quais: (a) a utilização de materiais autênticos (escritos ou falados) produzidos originalmente na língua-alvo, com preferência para materiais produzidos por nativos da língua-alvo; (b) seleção desses materiais a partir de uma análise prévia das necessidades de aprendizagem e os interesses do público-alvo; (c) o grau de autenticidade no ensino de línguas depende de atos de autenticação dos interlocutores (no caso os alunos) envolvidos, ou seja, envolve não somente a linguagem genuína do material, mas a interação do interlocutor com o material, sua percepção do material como sendo semelhante a Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

5 atividades do mundo real que são relevantes para sua aprendizagem; (d) as tarefas autênticas, da mesma forma, devem ser semelhantes a atividades comunicativas da vida real do público-alvo, e devem ser, por isso, orientadas para se alcançar objetivos comunicativos genuínos, devem envolver trabalho colaborativo para sua realização, e o máximo possível de lacunas genuínas de informação e imprevisibilidade, que são características da comunicação natural, e devem dar oportunidades aos alunos para iniciarem, desenvolverem e finalizarem seu discurso de forma autônoma A natureza da tarefa em sala de aula Como foi descrito acima, a combinação de materiais autênticos com tarefas autênticas, ou seja, a exposição do aluno a insumo autêntico na língua-alvo supostamente de seu interesse e a proposta de atividades de uso interativo / comunicativo da língua em situações de réplica do mundo real, exigindo do aluno maior autonomia interacional e de estudo e pesquisa é, em nossa opinião, uma forma de facilitação e aceleração da aprendizagem. Nunan (1991) define a tarefa como uma atividade focada no significado, com propósitos comunicativos definidos, que envolve os alunos em atividades de compreensão, manipulação, produção, e interação na L2. Este mesmo autor (1991:279) distingue cinco características para uma abordagem baseada em tarefas: a) Ênfase em aprender a se comunicar através da interação na L2; b) A introdução de material autêntico como material didático; c) O foco é desviado da língua para o processo de aprendizagem; d) A valorização das experiências pessoais dos aprendizes como contribuição para a aprendizagem em sala de aula; e) Uma tentativa de conectar a aprendizagem formal com o uso da L2 fora de sala de aula. Nunan (ibid) propõe diferentes elementos para a análise de tarefas: os objetivos, o insumo (input data), as atividades desenvolvidas a partir do insumo, os padrões organizacionais (settings), e os papéis implícitos para o professor e os alunos. Por objetivo, entende-se as intenções gerais para a tarefa pedagógica. Insumo corresponde aos dados que formam o ponto de partida ou referência para a tarefa. As atividades especificam o que os aprendizes irão realizar com o insumo. Os papéis referem-se às relações sociais e interpessoais entre professor e alunos Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

6 numa tarefa. Os padrões organizacionais correspondem ao tipo de interação envolvida na tarefa, que pode ser realizada em pares ou pequenos grupos, ou dirigida pelo professor. Nunan (ibid) e outros pesquisadores fazem uma distinção entre tarefas-alvo (target tasks), as quais os alunos realizam fora da sala de aula, e tarefas pedagógicas, as quais ainda constituem a base da atividade de sala de aula. Long (1985:89) lista uma série de tarefas do primeiro tipo: preencher um formulário, comprar um par de sapatos, fazer um reserva de um vôo, fazer um empréstimo de um livro numa biblioteca, preencher um cheque, pedir uma informação, entre outras. Naturalmente que a tarefa-alvo pode ser praticada até um certo ponto na sala de aula. Um exemplo de tarefa-alvo, ou podemos dizer, de tarefa autêntica, passível de ser realizada em sala de aula, é colocar os alunos para ouvirem e / ou assistirem a um noticiário de televisão, do mundo real, trazendo a previsão do tempo, e pedir para que eles decidam que vestimentas e acessórios eles vão levar para a escola no dia seguinte. Outros exemplos desse tipo de tarefa mais autêntica são, por exemplo, pedir para os alunos escreverem seu currículo vitae de acordo com um modelo atual desse tipo de texto, e levar para a sala de aula anúncios reais e atuais de vagas de emprego da área de conhecimento de real interesse do público-alvo. Em seguida, pode-se pedir que os alunos escrevam uma carta de apresentação direcionada a um determinado anúncio que o aluno tenha selecionado. Melhor ainda seria se os alunos se candidatassem realmente a esses empregos, utilizando os materiais produzidos em sala de aula. As tarefas pedagógicas, por outro lado, são, de acordo com a definição de Richards, Platt & Weber (1986:289), ações realizadas a partir do processamento e compreensão da língua. Por exemplo, desenhar um mapa enquanto se ouve uma fita de áudio, ouvir uma instrução e executar um comando. Esse tipo de tarefa pode ou não envolver a produção de língua. Contudo há frequentemente a especificação dos procedimentos de realização da tarefa e de seu objetivo final. As tarefas com maior grau de autenticidade, em nossa opinião, deveriam ser implementadas de forma suplementar em todos os níveis, mesmo nos mais elementares. Isso significa dizer que o aluno deveria ter oportunidades de prática mais controlada da língua-alvo antes de serem envolvidos em tarefas autênticas, as quais exigem a colocação em prática de conhecimentos lingüísticos e sociopragmáticos previamente adquiridos em atividades mais estruturadas. Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

7 Nossa proposta teórica quanto à autenticidade da tarefa para o ensino de línguas abrange os seguintes critérios: (1) O material (i.e. o insumo) da tarefa, tanto o proposto pelo professor, como o proposto ou produzido pelo aluno, é genuíno, no sentido de não ser alterado ou simplificado para o uso em contexto educacional, e também por ser percebido como autêntico pelo público-alvo ao qual é exposto; (2) O aluno tem interesse e um propósito comunicativo genuíno para participar da tarefa; (3) A tarefa implica no preenchimento de brechas reais de informação, levando naturalmente a trocas de informações reais entre os interlocutores envolvidos; (4) A tarefa pode propiciar uma transformação ou produzir um resultado previsto, ou não; (5) A tarefa autêntica não está sendo proposta como uma metodologia auto-suficiente, mas apenas como um suplemento para o ensino de uma L2 com orientação comunicativa. Como dito acima, defendemos a introdução de insumo autêntico na língua-alvo seguido de prática comunicativa, mas mais controlada, antes da realização de tarefas autênticas, que são atividades mais complexas de uso da língua. Bons exemplos de tarefas autênticas seriam projetos que levassem os alunos a relacionar a L2 a suas experiências de vida, pontos de vista, e necessidades sócio-comunicativas gerais. Exemplos concretos desse tipo de tarefa são, a título de exemplificação, pedir a um grupo de alunos iniciantes para descreverem sua família oralmente e trazerem fotos de seus familiares para a sala de aula; pedir a alunos adolescentes, de nível pré-intermediário, que pesquisem sobre sua banda favorita e reúnam fotos, camisas, emblemas, abadás de shows, CDs, videoclips, e façam uma mini-apresentação para os colegas; pedir a alunos intermediários que relatem sobre suas comunidades favoritas do site orkut, ou ainda pedir a alunos de nível pós-intermediário que escolham alguma coisa do seu interesse para descrever / comentar, por cinco minutos. Debates sobre temas da atualidade e de real interesse do público-alvo são, em geral, geradores de insumo autêntico. É interessante observar neste ponto que a fonte de insumo autêntico na aula de línguas advém tanto dos materiais propostos como também das interações entre os interlocutores deste contexto. Quanto maior o envolvimento natural desses interlocutores no discurso de sala de aula, quanto maior será o grau de autenticidade dos insumos produzidos pelos mesmos. Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

8 2.4. Diferenças entre o material didático e o material autêntico De acordo com Brinton (1991), os materiais autênticos provenientes, por exemplo, da mídia podem servir para reforçar a relação entre a sala de aula e o mundo real para os aprendizes de uma L2. Gebhard (1996), por sua vez, considera o material autêntico como uma forma de se contextualizar a aprendizagem de línguas. De acordo com nossa própria experiência pedagógica, podemos dizer que quando a aula está centrada na compreensão de um cardápio real de um restaurante, ou num noticiário de uma emissora de televisão da cultura-alvo, os alunos tendem a se concentrar mais no conteúdo e significados do que na língua propriamente dita. Oportunidades como essas podem corresponder a fontes valiosas de insumo da L2, pois os alunos estão sendo expostos a contextos socioculturais e extralingüísticos além do livro-texto e do professor. Melvin & Stout (1987) que se enquadram na primeira vertente de autenticidade apresentada acima classificam o material autêntico (ou seja, que não foi simplificado ou modificado de alguma forma) para o estudo de cultura como uma fonte de maior motivação para a aprendizagem e de interesse renovado na L2. Após uma tarefa de pesquisa / busca (proposta pela autora do presente trabalho) de dados autênticos na Internet sobre uma cidade da escolha dos alunos (os quais estavam cursando o curso de graduação de Turismo de uma universidade particular do Rio de Janeiro), estes relataram terem desenvolvido e / ou praticado habilidades necessárias para a sua atividade profissional no mundo real, e terem se interessado de forma genuína durante a realização da tarefa. Alguns pesquisadores argumentam que há uma disparidade acentuada entre os materiais desenvolvidos (i.e. o insumo dos livros didáticos) especialmente para a sala de aula e conversas autênticas. Cabe salientar neste ponto que a questão da autenticidade é ainda mais relevante quando se enfoca a linguagem oral dos materiais didáticos para o ensino de línguas. Dentre os pesquisadores da linguagem oral, Porter & Roberts (1981), por exemplo, apontam várias diferenças entre materiais autênticos e não autênticos no que tange à linguagem falada. Por exemplo, conversas gravadas para livros didáticos frequentemente são mais lentas que as naturais, apresentam estruturas linguísticas que recorrem de maneira artificial, e têm trocas (turntaking) muito bem marcadas entre os falantes, ao contrário do que acontece no mundo real, onde Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

9 há muita sobreposição de turnos (turn overlaps). Somando-se a isso, não há em geral ocorrências de hesitações (como er... ), repetições e / ou redundâncias, nem muitos pedidos de esclarecimento (e.g. What do you mean by that?), comuns nas conversas espontâneas do mundo real. As frases usadas no insumo dos materiais didáticos também quase nunca contêm erros. Um estudo realizado por Gilmore (2004), relativo às características discursivas de sete diálogos do gênero encontro comercial 4, de livros didáticos da L2 (e.g. Inside English 1, 1985, Task Listening, 1981, International Express Intermediate, 1997, Fast Forward, 1986, Making Headway, 1992), entre 1981 e 1997, comparados com interações orais autênticas, revelou que os diálogos nos livros didáticos diferem, consideravelmente, dos equivalentes autênticos em relação a uma variedade de características discursivas, como mostra o Quadro I abaixo: QUADRO I: Discourse feature Textbook data Authentic data A comparison of Lexical density 55, 64% 48% lexical density and False starts 0 6,5 frequency of target Repetition discourse features Pauses in pooled samples Terminal overlap of 1,283 words from Latching textbook and authentic Hesitation devices data. Back-channels Gilmore (2004: 366) Numa segunda investigação, Gilmore (ibid) examinou a ocorrência dessas mesmas características discursivas em três encontros comerciais, encontrados em livros didáticos mais recentes, tais quais: New Headway Intermediate (1996), Getting Ahead (1999), e Cutting Edge (2001), e comparou a frequência desses traços discursivos com aqueles registrados para os dados de livros didáticos e dados autênticos do estudo anterior. Este autor comenta que, embora seja difícil chegar a conclusões definitivas, baseando-se na pequena quantidade de textos analisados nessa segunda análise, seus resultados indicam que os livros didáticos mais recentes começaram a 4 Encontros comerciais (i.e. service encounters) são encontros onde, pelo menos, duas pessoas, geralmente estranhas, se encontram e um demanda informação ao outro. Por exemplo, quando um turista pede informações num centro de informações a turistas, ou quando um cliente vai a uma loja comprar alguma coisa. Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

10 incorporar mais dos elementos discursivos presentes nos dados autênticos. As ocorrências de falsos começos, repetição, recursos de hesitação, e eco discursivo 5 aumentaram em relação ao estudo anterior, e a densidade lexical média caiu para uma porcentagem semelhante à encontrada em encontros comerciais autênticos. Apesar dos progressos, é importante mencionar que o número de ocorrências de falsos começos, repetições, pausas, e recursos de hesitação ainda está muito abaixo do encontrado em dados autênticos. Esses resultados são preocupantes pois o insumo do livro didático para o ensino de línguas serve como base para o desenvolvimento da habilidade interacional do aluno. Se esse insumo é fabricado, ou seja, artificial, o aluno pode ser levado a produzir uma variante da língua-alvo que não o possibilita a uma comunicação / interação efetiva e natural, principalmente com nativos dessa língua. Em outras palavras, o que os alunos de línguas, em geral, ouvem na sala de aula, difere da linguagem do mundo real. Em muitos casos, a linguagem ouvida na sala de aula corresponde a um uso afetado da linguagem oral, e a autenticidade se perde em função da necessidade de ensinar pontos linguísticos específicos, através de procedimentos pedagógicos que alguns professores julgam serem mais accessíveis para os aprendizes. A esse respeito, advogamos que a linguagem informal autêntica é tão válida quanto a linguagem formal. Aliás, não existe correto e incorreto e sim registros de linguagem. Só se aprende uma língua estrangeira quando se aprende as características e elementos desses dois registros principais. Não se deve tentar salvar o aluno dos coloquialismos: quando se faz isso, o professor priva o aluno de aprender efetivamente a língua estrangeira, e essa higienização do insumo é prejudicial a uma aprendizagem efetiva. Brosnan et al.(1984) ressaltam a importância do uso de linguagem autêntica na sala de aula de L2 nos seguintes termos: a) A linguagem é natural. Ao simplificar a língua ou alterá-la com propósitos pedagógicos (limitando estruturas, controlando vocabulário, etc), nós nos arriscamos a tornar a tarefa mais árdua. Nós podemos estar, na verdade, removendo as pistas para o significado; b) A linguagem autêntica oferece aos alunos a chance de manipular uma pequena quantidade de materiais, os quais, ao mesmo tempo, contêm mensagens completas e significativas; c) Os materiais impressos e autênticos possibilitam os alunos a fazerem uso de pistas não linguísticas (e.g. layout, figuras e fotos, cores, símbolos, e o contexto físico no qual 5 Eco discursivo (i.e. back-channels) são elementos que evidenciam que o ouvinte está acompanhando o que o falante está dizendo, ou avaliando o que está ouvindo: OK, Right, uh-hum, Great!, sem querer se apoderar do turno. Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

11 eles ocorrem) para auxiliá-los a descobrir os significados mais facilmente; d) O material autêntico possibilita a conexão entre o que o aluno faz em sala de aula e o que ele precisa fazer fora da sala de aula, ou seja, no mundo real. Por outro lado, Nunan (1999:27) admite que não é realista esperar que professores de línguas utilizem somente materiais autênticos na sala de aula. Ele enfatiza que os aprendizes devem ser alimentados com uma dieta rica em dados autênticos, pois, se eles encontrarem somente diálogos e materiais de compreensão auditiva artificialmente fabricados, sua aprendizagem vai ser dificultada Breve análise de diferentes materiais didáticos para o ensino de ILE no Brasil Esta seção descreve uma investigação que fizemos recentemente em 16 materiais didáticos para ILE no Brasil (especialmente nos seus livros textos, ou dito livro do aluno), publicados entre 1992 e 2007, com o objetivo de determinar se esses materiais incluem características discursivas, linguagem coloquial adequada e moderna, e temas atuais das conversas espontâneas, e avaliar o grau de autenticidade das tarefas propostas neles. Por falta de espaço, apresentaremos nesta seção apenas as características gerais encontradas nesses materiais e alguns exemplos ilustrativos. Grande parte do insumo oral nos materiais didáticos analisados (e.g. Interchange - Third Edition, 2005, English for International Tourism, 2004, New Headway Advanced, 2003, StarTeam, 2006, New English File, 2004, Attitude, 2006, Flashlight, 2007) ainda constitui insumo modificado, ou simplificado, ou especialmente construído para o ensino de elementos linguísticos, pois exibem, apenas em pequena quantidade, os elementos discursivos de conversas naturais, tais como falsos começos, hesitações, pausas, repetições, sobreposições de turnos, pedidos de esclarecimento, e ecos discursivos, tão comuns nas conversas espontâneas do mundo real. Suas atividades ou tarefas, classificadas como comunicativas, por sua vez, não correspondem, na maioria das vezes, a atos genuínos de comunicação, pois não estabelecem brechas e trocas genuínas de informações, nem envolvem propósitos comunicativos reais entre os interlocutores. Uma tarefa, por exemplo, que pressupõe a troca de informações sobre os hóspedes de um dado hotel (e.g. seus nomes, nacionalidades, número dos quartos onde estão hospedados, e Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

12 seus números do passaporte; cf. English for International Tourism Pre-Intermediate, 2004: 11), onde um dos alunos detém parte dessas informações, e seu colega de turma a parte complementar que lhe falta, não constitui uma tarefa autêntica, pois não há uma troca real e necessária de informações. Para entendermos a artificialidade desse tipo de atividade basta lembrarmos que a comunicação / interação natural tem como objetivo primordial a troca de informações novas ou desconhecidas pelos interlocutores. Quando uma pessoa faz uma pergunta a outra, ela o faz com o objetivo de obter uma informação que desconhecia anteriormente. Detectamos, no entanto, que, na última década em especial, houve uma preocupação e um nítido esforço por parte de alguns autores e editores de materiais didáticos de aproximar o insumo e tarefas pedagógicas do mundo real (e.g a série Gateways, Transitions e Explorations Integrated English, 1998). Essa preocupação é evidente nas contracapas desses materiais que indicam a inclusão de insumo baseado em corpora (i.e bancos de textos autênticos, organizados por gêneros e propósitos comunicativos, coletados para descobrir como a língua é realmente usada; e.g Touchstone, 2005; Collins Cobuild Advanced Learner s English Dictionary, 2004). Em alguns livros didáticos mais recentes (e.g Go for it!, 2005; Project, 2005; Natural English, 2002/3), o insumo trata de temas atuais, retirados diretamente e / ou adaptados de fontes autênticas, e foca gêneros de texto frequentemente utilizados no mundo moderno e informatizado, como o site da Internet, o , o perfil de sites de amizade ou relacionamento, a história em quadrinhos, com linguagem mais corrente e coloquial. Percebe-se também o objetivo definido de fazer o aprendiz notar e se conscientizar sobre as formas linguísticas mais freqüentes e comumente usadas no discurso oral pelo nativo da L2, inclusive os coloquialismos e as expressões idiomáticas da linguagem falada (veja Touchstone, 2005; Natural English, 2002/3; New Headway - Upper-Intermediate, 2002). No material Natural English (ibid), por exemplo, introduziu-se uma nova área para o programa de ensino, denominada de inglês natural. Caixinhas referentes a essa área, nas unidades desse material, exibem e têm como objetivo a conscientização do aprendiz quanto ao uso da língua de diversas palavras e expressões da linguagem oral, inclusive as suas combinações (collocations) mais comuns. Existem propostas de tarefas mais autênticas, onde se pede ao aluno para relatar sobre sua vida pessoal, profissional, sobre suas opiniões, interesses, relacionando, dessa forma, a língua-alvo às suas próprias experiências e aspirações: e.g criar uma homepage e colocar suas informações pessoais e fotos Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

13 (e.g Go for it!, 2005); listar as diversas influências em sua vida (Hotline Pre-Intermediate, 1992). Entre os materiais didáticos acima citados, o Touchstone (2005) se destaca por ter seu insumo estruturado a partir de linguagem real e frequente, de acordo com o Corpus (de língua inglesa) Internacional de Cambridge, e por desenvolver estratégias de conversação. Estas estratégias são apresentadas nas lições nas seções intituladas Conversation Strategy e Strategy plus, as quais ensinam, por exemplo, estratégias de repetição através de perguntas do tipo eco (e.g The new John Woo movie is playing. / Excuse me? The new what?, cf. Touchstone 2, Unit 6), e importantes expressões para o gerenciamento da conversação, tais quais I mean (usado para repetir idéias ou dizer mais sobre alguma coisa); Right / I know (para mostrar que você concorda com alguém, ou que está ouvindo); Anyway (usado para mudar o tópico ou finalizar a conversa); Uh-huh (eco discursivo que indica que o interlocutor está ouvindo); Uh / Um / Well, Let s see / Let me think (indicam um tempo para pensar); I bet (indica, no começo de uma declaração, que o falante está bem certo sobre alguma coisa). Há neste material a intenção clara de esclarecimento quanto ao uso dessas estratégias conversacionais, e de informar a respeito da frequência dessas na conversação: In conversation... People say Sometimes I 7 times more often than I sometimes (Touchstone 1, Unit 5); when people ask others to repeat information, they say I m sorry? more often than Excuse me? (cf. Touchstone 2, Unit 6). No Gateways 1 (1998), os diálogos iniciais das lições e na seção Conversation são mais naturais, contendo, por exemplo, pedidos de repetição / esclarecimento; Lisa: When is your trip to Seoul? Max: It s in January. Lisa: When? Max: In January. (Unit 7: 13). No material didático English for International Tourism (ibid), as atividades ou tarefas são autênticas, de acordo com o paradigma proposto acima (veja 2.3), pois utiliza, por um lado, material autêntico, retirado de guia de turismo, companhia aérea, locadora de automóveis, e empresa de cruzeiros marítimos reais, além de conter atividades típicas, exercidas pelo profissional de turismo, como, por exemplo, dar dicas / conselhos a turistas, fazer reservas, lidar com reclamações. Já os insumos orais deste material contêm poucos elementos discursivos naturais, ao contrário do que acontece no livro-texto Basic Survival - New Edition (2004). Além disso, muitas de suas tarefas de sala de aula não envolvem brechas reais de informação, como foi exemplificado acima. Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

14 3. Conclusões Um dos maiores desafios atualmente enfrentados pelos professores de línguas estrangeiras é como despertar e prender o interesse dos seus alunos de L2. Por não dispor de uma gama de livros-textos baseados nos conceitos e práticas de autenticidade discutidos neste artigo, o professor dos tempos atuais se encontra no dilema de ter que suplementar o livro didático com atividades que aproximem o aluno da realidade, e que utilizem conteúdos autênticos e correntes, e recursos tecnológicos vigentes e populares, acessível a grande parte do alunado, como, por exemplo, a Internet, o CD, o DVD, o Data Show, e outros. Devido à grande difusão das mídias de comunicação, observa-se um maior senso crítico e um maior nível de exigência por parte do aprendiz moderno em relação aos materiais e abordagens pedagógicas utilizadas em aulas de L2, sendo que a eficácia dos materiais selecionados depende de o aprendiz considerar as atividades propostas como relevantes para suas necessidades de aprendizagem e seus interesses pessoais e profissionais. O presente artigo revelou que, até pouco tempo atrás, havia grandes diferenças entre os diálogos no livro didático e seus equivalentes autênticos. Contudo, já existe evidência que alguns autores de livros-textos para o ensino de ILE da última década estão introduzindo temas, gêneros textuais, tarefas e elementos discursivos das conversas espontâneas no material pedagógico. Num passado não muito distante, no entanto, os materiais didáticos não refletiam as interações autênticas, pois a maioria dos seus diálogos eram fabricados para reforçar determinados elementos linguísticos. Acima de tudo, a importância da utilização de materiais didáticos com insumo e tarefas de maior grau de autenticidade se traduz na possibilidade de se capacitar o aluno de L2 para uma comunicação mais efetiva no mundo real. 4. Referências Bibliográficas BREEN, M.. Authenticity in the language classroom. Applied Linguistics, v. 6, n. 1, p , BRINTON, D.M. The use of media in language teaching. In: Celce-Murcia, M. (ed.), Teaching English as a Second or Foreign Language, Boston: Heinle and Heinle Publishers, 1991, p BROSNAN et al. Reading in Context. Adelaide: National Curriculum Resource Center, Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

15 GEBHARD, J.G. Teaching English as a Foreign Language: A Teacher Self-Development and Methodology Guide. Ann Arbor: The University of Michigan Press, GILMORE, A., A comparison of textbook and authentic interactions. ELT Journal, v. 58, n. 4, p , GRELLET, F. Developing Reading Skills. Cambridge: Cambridge University Press, LEE, W.Y. Authenticity revisited: Text authenticity and learner authenticity. ELT Journal, v. 49, n. 4, p , LONG, M.H. A role for instruction in second language acquisition: task-based language teaching. In: Hyltestam, K. and Pienemann, M. (eds.), Modelling and Assessing Second Language Acquisition. Clevedon Avon: Multilingual Matters, 1985, p MELVIN, B.S. & STOUT, D.S. Motivating language learners through authentic materials. In: Rivers, W. (ed.) Interactive Language Teaching. New York: Cambridge University Press, 1987, p MISHAN, F. Designing Authenticity into Language Learning Materials. UK: Intellect Books, NUNAN, D. Communicative tasks and the language curriculum. TESOL Quarterly, v. 25, n. 2, p , NUNAN, D. Second Language Teaching and Learning. Boston: Heinle and Heinle Publishers, PORTER, D. & ROBERTS, J. Authentic listening activities. English Language Teaching Journal, v. 36, n. (1), 37-47, RICHARDS, J.C., PLATT, J. and WEBER, H. (1986). A Dictionary of Applied Linguistics. London: Longman. SCHUBERT, B. P. B. (2010). Task Authenticity and Consciousness-Raising: Development of Interactional Competence. Unpublished PhD Thesis. Niterói: Universidade Federal Fluminense. TAYLOR, D. Inauthentic authenticity or authentic inauthenticity? TESL-EJ, 1 (2), 1-12, WIDDOWSON, H.G. Teaching Language as Communication. Oxford: Oxford University Press, WIDDOWSON, H.G. Learning Purpose and Language Use. Oxford: Oxford University Press, WIDDOWSON, H.G. Context, community and authentic language. TESOL Quarterly, 32, 4, , WIDDOWSON, H.G. Interpretations and correlations: A reply to Stubbs. Applied Linguistics, 22, 4, , WILSON, D. Accessible authenticity: Using Internet resources with school foreign language learners in difficulty. Paper presented at FLEAT III, University of Vitoria, Vitoria, British Columbia, Canada, August Livros textos de ILE, que foram utilizados na investigação sobre autenticidade pela autora do presente artigo: Interchange - Third Edition, 2005 Gateways, Transitions & Explorations Integrated English, 1998 English for International Tourism, 2004 Touchstone 1 / 2, 2005 New Headway Advanced, 2003 Collins Cobuild Advanced Learner s English Dictionary, 2004 Star Team, 2006 Go for it!, 2005 Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

16 New English File, 2004 Project, 2005 Attitude, 2006 Natural English, 2002/3 Flashlight, 2007 New Headway - Upper-Intermediate, 2002 Basic Survival - New Edition, 2004 Hotline Pre-Intermediate, 1992 Recebido em 18/09/2010. Aprovado em 01/11/2010. Linguagens e Diálogos, v. 1, n. 2, p ,

ATIVIDADE DA TUTORIA 1. Parte I: De qual/quais estratégia(s) você faz uso ao aprender inglês? Discuta com um colega e faça uma lista no espaço abaixo.

ATIVIDADE DA TUTORIA 1. Parte I: De qual/quais estratégia(s) você faz uso ao aprender inglês? Discuta com um colega e faça uma lista no espaço abaixo. ATIVIDADE DA TUTORIA 1 CURSO: CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS/INGLÊS DISCIPLINA: Produção Oral e Escrita em Língua Inglesa I PERIODO: 3º Estratégias de Aprendizagem Parte I: De qual/quais estratégia(s)

Leia mais

3. O projeto LINDSEI-BR: apresentação e composição

3. O projeto LINDSEI-BR: apresentação e composição DIFICULDADES INERENTES À COMPILAÇÃO DE UM CORPUS ORAL DE INFORMANTES BRASILEIROS APRENDIZES DE INGLÊS PARA O PROJETO LINDSEI-BR 1. Introdução Predomina, atualmente, a utilização de corpora de falantes

Leia mais

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Departamento de Letras Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Aluna: Esther Ruth Oliveira da Silva Orientadora: Profª. Bárbara Jane Wilcox Hemais Introdução O presente projeto se insere

Leia mais

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA SPADA, Nina. Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Estrangeira: uma entrevista com Nina Spada. Revista Virtual de Estudos da Linguagem - ReVEL. Vol. 2, n. 2, 2004. Tradução de Gabriel de Ávila Othero.

Leia mais

RESPOSTA FÍSICA TOTAL

RESPOSTA FÍSICA TOTAL RESPOSTA FÍSICA TOTAL Valdelice Prudêncio Lima UEMS João Fábio Sanches Silva UEMS O método apresentado é baseado na coordenação da fala e da ação, desenvolvido por James Asher, professor de psicologia

Leia mais

5 METODOLOGIA. 5.1 O Estudo

5 METODOLOGIA. 5.1 O Estudo 5 METODOLOGIA Este capítulo descreve a metodologia utilizada neste estudo visando verificar de que maneira os livros didáticos analisados estão incluindo gêneros discursivos em suas atividades de leitura

Leia mais

Manual do aluno. Curso Master

Manual do aluno. Curso Master Manual do aluno Curso Master Sumário A escola... 3 Inglês por nível... 3 Material Didático Interchange Fourth Edition... 4 Série complementar pós-interchange:... 5 Metodologia do curso Master:... 5 Em

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA CORREÇÃO DE ERROS GRAMATICAIS E O FILTRO AFETIVO NO ENSINO DE INGLÊS COMO LE EM AMBIENTE COMUNICATIVO

A INFLUÊNCIA DA CORREÇÃO DE ERROS GRAMATICAIS E O FILTRO AFETIVO NO ENSINO DE INGLÊS COMO LE EM AMBIENTE COMUNICATIVO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A INFLUÊNCIA DA CORREÇÃO DE ERROS GRAMATICAIS E O FILTRO AFETIVO NO ENSINO DE INGLÊS COMO LE EM AMBIENTE COMUNICATIVO André William Alves de Assis 1 ;

Leia mais

A realidade dos alunos trazida para a sala de aula. Ao ser perguntado Que possibilidade(s) de escrita(s) os seus alunos

A realidade dos alunos trazida para a sala de aula. Ao ser perguntado Que possibilidade(s) de escrita(s) os seus alunos INTERAÇÕES EM SALA DE AULA Autor: CARDON, Felipe Raskin Felipe Raskin Cardon 1 Resumo: Neste Estudo Piloto, relacionar-se-ão algumas citações do artigo A construção social da linguagem escrita na criança,

Leia mais

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso 2202D - Comunicação Social: Jornalismo. Ênfase. Disciplina 0003016A - Língua Inglesa I

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso 2202D - Comunicação Social: Jornalismo. Ênfase. Disciplina 0003016A - Língua Inglesa I Curso 2202D - Comunicação Social: Jornalismo Ênfase Identificação Disciplina 0003016A - Língua Inglesa I Docente(s) Lucinéa Marcelino Villela Unidade Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Departamento

Leia mais

MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS

MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS Prof. Dr. Richard Schütz www.sk.com.br Referência: SCHÜTZ, Ricardo. "Motivação e Desmotivação no Aprendizado de Línguas" English Made in Brazil .

Leia mais

O ENSINO E APRENDIZAGEM DE LEITURA EM LÍNGUA INGLESA NO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA NA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL 25 DE JULHO DE IJUÍ/ RS 1

O ENSINO E APRENDIZAGEM DE LEITURA EM LÍNGUA INGLESA NO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA NA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL 25 DE JULHO DE IJUÍ/ RS 1 O ENSINO E APRENDIZAGEM DE LEITURA EM LÍNGUA INGLESA NO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA NA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL 25 DE JULHO DE IJUÍ/ RS 1 Jamile Tábata Balestrin Konageski 2, Solânge Lopes Ferrari 3, Luana

Leia mais

Lição 4 Avaliação na EAD

Lição 4 Avaliação na EAD Estudo e Aprendizado a Distância 89 Após concluir o estudo desta lição, esperamos que você possa: identifi car a fi nalidade de um objetivo de aprendizagem; identifi car o conceito de avaliação da aprendizagem;

Leia mais

LINHA DE PESQUISA E DE INTERVENÇÃO METODOLOGIAS DA APRENDIZAGEM E PRÁTICAS DE ENSINO (LIMAPE)

LINHA DE PESQUISA E DE INTERVENÇÃO METODOLOGIAS DA APRENDIZAGEM E PRÁTICAS DE ENSINO (LIMAPE) História da profissão docente em São Paulo: as estratégias e as táticas em torno dos fazeres cotidianos dos professores primários a instrução pública paulista de 1890 a 1970 Linha de Pesquisa: LINHA DE

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA.

AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA. AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA. MORAES, Camilla Santos 1 Palavras-chave: ensino-aprendizagem de inglês, novas tecnologias, ensino mediado pelo computador.

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Inglês Instrumental Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Módulo:

Leia mais

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA Maria Lúcia C. Neder Como já afirmamos anteriormente, no Texto-base, a produção, a seleção e a organização de textos para a EAD devem

Leia mais

O que há de diferente no Common Core? Susan Pimentel

O que há de diferente no Common Core? Susan Pimentel O que há de diferente no Common Core? Susan Pimentel 2 Menor número de parâmetros, mais exigentes e mais claros As deficiências mais comuns dos 3 parâmetros estaduais tradicionais Deficiência Familiar:

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR RESENHA Neste capítulo, vamos falar acerca do gênero textual denominado resenha. Talvez você já tenha lido ou elaborado resenhas de diferentes tipos de textos, nas mais diversas situações de produção.

Leia mais

Como adquirir os materiais didáticos do Moderna.Compartilha

Como adquirir os materiais didáticos do Moderna.Compartilha Como adquirir os materiais didáticos do Moderna.Compartilha MODERNA.COMPARTILHA: INTEGRAR TECNOLOGIA E CONTEÚDOS A FAVOR DO APRENDIZADO. Os alunos deste século estão conectados com novas ideias, novas

Leia mais

COMO FORMATAR MONOGRAFIA E TCC

COMO FORMATAR MONOGRAFIA E TCC TEXTO COMPLEMENTAR AULA 2 (15/08/2011) CURSO: Serviço Social DISCIPLINA: ORIENTAÇÕES DE TCC II - 8º Período - Turma 2008 PROFESSORA: Eva Ferreira de Carvalho Caro acadêmico, na Aula 2, você estudará Áreas

Leia mais

O lugar da oralidade na escola

O lugar da oralidade na escola O lugar da oralidade na escola Disciplina: Língua Portuguesa Fund. I Selecionador: Denise Guilherme Viotto Categoria: Professor O lugar da oralidade na escola Atividades com a linguagem oral parecem estar

Leia mais

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA Neide Cesar CRUZ Universidade Federal de Campina Grande Resumo: Este estudo de pequeno porte focaliza as crenças que graduandos

Leia mais

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS REFLEXÕES PEDAGÓGICAS A forma como trabalhamos, colaboramos e nos comunicamos está evoluindo à medida que as fronteiras entre os povos se tornam mais diluídas e a globalização aumenta. Essa tendência está

Leia mais

Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos

Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos Luna Abrano Bocchi Laís Oliveira O estudante autônomo é aquele que sabe em que direção deve avançar, que tem ou está em

Leia mais

CURSO DE EXTENSÃO Ensino e Aprendizagem de Língua Inglesa para Comunicação em Contextos Acadêmicos Professora Responsável: Sandra Mari Kaneko Marques

CURSO DE EXTENSÃO Ensino e Aprendizagem de Língua Inglesa para Comunicação em Contextos Acadêmicos Professora Responsável: Sandra Mari Kaneko Marques INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS SÃO CARLOS CURSO DE EXTENSÃO Ensino e Aprendizagem de Língua Inglesa para Comunicação em Contextos Acadêmicos Professora Responsável:

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e Tecnologias para a Educação Básica Coordenação Geral de Materiais Didáticos PARA NÃO ESQUECER:

Leia mais

ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL

ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL INTRODUÇÃO Patrícia Palhares Tupinambá FERNANDES DE

Leia mais

Estratégias de Pesquisa

Estratégias de Pesquisa Estratégias de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Survey Design e Criação Estudo de Caso Pesquisa Ação Experimento

Leia mais

Language descriptors in Portuguese Portuguese listening - Descritores para a Compreensão do Oral em História e Matemática

Language descriptors in Portuguese Portuguese listening - Descritores para a Compreensão do Oral em História e Matemática Language descriptors in Portuguese Portuguese listening - Descritores para a Compreensão do Oral em História e Matemática Compreender informação factual e explicações Compreender instruções e orientações

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte 4 Metodologia [...] a metodologia inclui as concepções teóricas de abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a apreensão da realidade e também o potencial criativo do pesquisador. (Minayo, 1993,

Leia mais

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2]

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2] PROFESSOR OU EDUCADOR? CIDADANIA UMA RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ENSINO DE LITERATURA E DA PRÁTICA DE ENSINO NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA Referência: TOGNATO, M.I.R..

Leia mais

X Semana de Extensão, Pesquisa e Pós-graduação - SEPesq Centro Universitário Ritter dos Reis

X Semana de Extensão, Pesquisa e Pós-graduação - SEPesq Centro Universitário Ritter dos Reis DIÁLOGOS (IN)AUTÊNTICOS EM LIVROS DIDÁTICOS DE INGLÊS E SEUS IMPACTOS NA COMPETÊNCIA INTERACIONAL DO/A APRENDIZ DE LE: UMA PROPOSTA DE PESQUISA VIA ANÁLISE DA CONVERSA Ana Paula Alba Wildt Doutoranda em

Leia mais

8ª PESQUISA DE PRODUTIVIDADE APRENDIZADO DE IDIOMAS 2012

8ª PESQUISA DE PRODUTIVIDADE APRENDIZADO DE IDIOMAS 2012 8ª PESQUISA DE PRODUTIVIDADE APRENDIZADO DE IDIOMAS 2012 Tel. 55 11 3862 1421 Pesquisa revela panorama do aprendizado do idioma inglês no Brasil de 2003 a 2012 por Paulo P. Sanchez* A BIRD Gestão Estratégica

Leia mais

ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA

ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA Dayane Ribeiro da Silva (PICV/PRPPG/ UNIOESTE), Greice da Silva Castela (Orientadora), e-mail: greicecastela@yahoo.com.br

Leia mais

GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UM BREVE ESTUDO

GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UM BREVE ESTUDO GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UM BREVE ESTUDO Analine Bueno Scarcela Cuva Faculdade da Alta Paulista, Tupã/SP e-mail: analine.bueno@gmail.com Pôster Pesquisa Concluída Introdução Toda disciplina

Leia mais

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Fabiana Pacheco Lopes 1 1 Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) fabipl_21@yahoo.com.br Resumo.Este

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

O ENSINO DE COMPREENSÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA: IMPLICAÇÕES PARA A FORMAÇÃO DOCENTE

O ENSINO DE COMPREENSÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA: IMPLICAÇÕES PARA A FORMAÇÃO DOCENTE O ENSINO DE COMPREENSÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA: IMPLICAÇÕES PARA A FORMAÇÃO DOCENTE MEIRELES, Mirelly Karolinny de Melo/UNIDERC 1 mirellyk@yahoo.com.br NASCIMENTO, Kaline Brasil Pereira/UEPB 2 k.aline.brasil@hotmail.com

Leia mais

GUIA DE INTERPRETAÇÃO DO CELLA DA FLÓRIDA

GUIA DE INTERPRETAÇÃO DO CELLA DA FLÓRIDA GUIA DE INTERPRETAÇÃO DO CELLA DA FLÓRIDA INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O CELLA A Flórida utiliza o CELLA (Comprehensive English Language Learning Assessment, Avaliação Abrangente do Aprendizado de Língua Inglesa)

Leia mais

Critérios de seleção e utilização do livro didático de inglês na rede estadual de ensino de Goiás

Critérios de seleção e utilização do livro didático de inglês na rede estadual de ensino de Goiás Critérios de seleção e utilização do livro didático de inglês na rede estadual de ensino de Goiás COSTA, Bianca Ribeiro Morais OLIVEIRA, Eliane Carolina de Universidade Federal de Goiás- UFG Programa de

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

AMERICAN ASSOCIATION OF SCHOOL LIBRARIANS PARÂMETROS PARA O APRENDIZ DO SÉCULO 21

AMERICAN ASSOCIATION OF SCHOOL LIBRARIANS PARÂMETROS PARA O APRENDIZ DO SÉCULO 21 AMERICAN ASSOCIATION OF SCHOOL LIBRARIANS PARÂMETROS PARA O APRENDIZ DO SÉCULO 21 CONVICÇÕES COMPARTILHADAS A leitura é uma janela para o mundo. A leitura é uma competência fundamental para a aprendizagem,

Leia mais

ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA SOCIOLINGUÍSTICA

ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA SOCIOLINGUÍSTICA ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA Cristiane Toffanello Mestranda UniRitter/Laureate International Universities Cristoffi@hotmail.com SOCIOLINGUÍSTICA

Leia mais

Passo 3 Como se cadastrar no Elancers. Dicas valiosas para preencher um currículo via site

Passo 3 Como se cadastrar no Elancers. Dicas valiosas para preencher um currículo via site Passo 3 Como se cadastrar no Elancers Este Passo é fundamental para que você seja encontrado dentre tantos outros curriculuns, e existem detalhes simples que podem fazer a diferença. Espero poder contribuir

Leia mais

1» A revolução educacional e a educação em valores 11

1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Sumário Introdução 9 1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Introdução 12 As causas da revolução educacional 12 O triplo desafio pedagógico 14 Da transmissão à educação 15 O que pretende

Leia mais

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Precisamos reinventar a forma de ensinar e aprender, presencial e virtualmente, diante de tantas mudanças na sociedade e no mundo do trabalho. Os modelos tradicionais

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

TECHONOLOGY FOR SECOND LANGUAGE LEARNING

TECHONOLOGY FOR SECOND LANGUAGE LEARNING CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE LINGUAGEM E TECNOLOGIA Mestrado em Estudos de Linguagens TECHONOLOGY FOR SECOND LANGUAGE LEARNING CAROL A. CHAPELLE Disciplina: Ambientes

Leia mais

Boletim de Guia para os Pais das Escolas Públicas Elementar de Central Falls

Boletim de Guia para os Pais das Escolas Públicas Elementar de Central Falls Boletim de Guia para os Pais das Escolas Públicas Elementar de Central Falls O objetivo principal do cartão de relatório elementar é comunicar o progresso do aluno para os pais, alunos e outros funcionários

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SANTIAGO DO CACÉM ESCOLA FREI ANDRÉ DA VEIGA DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE INGLÊS - 2º CICLO 5º ANO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SANTIAGO DO CACÉM ESCOLA FREI ANDRÉ DA VEIGA DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE INGLÊS - 2º CICLO 5º ANO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SANTIAGO DO CACÉM ESCOLA FREI ANDRÉ DA VEIGA DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE INGLÊS - 2º CICLO 5º ANO Competências de comunicação Pesos Instrumentos Parâmetros

Leia mais

Jovens do mundo todo Conheça outras culturas

Jovens do mundo todo Conheça outras culturas 5 a a 8 a séries Ensino Fundamental Jovens do mundo todo Conheça outras culturas Softwares Necessários: Microsoft Encarta 2000 Internet Explorer 5,0 Microsoft Publisher 2000 Microsoft Word 2000 Áreas:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2010. Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM SECRETARIADO

Plano de Trabalho Docente 2010. Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM SECRETARIADO Plano de Trabalho Docente 2010 Ensino Técnico ETEC DE SUZANO Código: Município: SUZANO Área Profissional: Secretariado Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM SECRETARIADO Qualificação:

Leia mais

ANÁLISE DE SITES EDUCACIONAIS PELO PROFESSOR E PELO ALUNO

ANÁLISE DE SITES EDUCACIONAIS PELO PROFESSOR E PELO ALUNO Análise do professor: Parâmetros para avaliação Ao navegar por Web sites é importante observar alguns tópicos para determinar se um site é bom ou não. Navegação, design, conteúdo, velocidade de acesso,

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia I nvestigativa Escolha de uma situação inicial: Adequado ao plano de trabalho geral; Caráter produtivo (questionamentos); Recursos (materiais/

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

Neologismos no Facebook: o ensino do léxico a partir das redes sociais

Neologismos no Facebook: o ensino do léxico a partir das redes sociais Neologismos no Facebook: o ensino do léxico a partir das redes sociais Renise Cristina Santos (UFMG) 1 Introdução Este trabalho apresenta dados parciais da pesquisa de mestrado que está sendo desenvolvida

Leia mais

TRABALHANDO VOCABULÁRIO EM SALA DE AULA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

TRABALHANDO VOCABULÁRIO EM SALA DE AULA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA TRABALHANDO VOCABULÁRIO EM SALA DE AULA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Cristiane Vieira Falcão (PIBID/CAPES/UEPB) crisfalcão@outlook.com.br Maria Glayce Kelly O. da Silva (PIBID/CAPES/UEPB) glayceoliveira20@gmail.com

Leia mais

O ENSINO DE INGLÊS NA ESCOLA NAVAL Profa. Dra. Ana Paula Araujo Silva Escola Naval

O ENSINO DE INGLÊS NA ESCOLA NAVAL Profa. Dra. Ana Paula Araujo Silva Escola Naval Eixo Temático I: Práticas pedagógicas a serviço da educação superior militar Subtema 1: metodologias de ensino e aprendizagem; ensino voltado para competências; hibridismo pedagógico; interdisciplinaridade

Leia mais

Orientações para Mostra Científica IV MOSTRA CIENTÍFICA 2014 COLÉGIO JOÃO PAULO I

Orientações para Mostra Científica IV MOSTRA CIENTÍFICA 2014 COLÉGIO JOÃO PAULO I Orientações para Mostra Científica IV MOSTRA CIENTÍFICA 2014 COLÉGIO JOÃO PAULO I Tema VIDA EFICIENTE: A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA A SERVIÇO DO PLANETA Cronograma Orientações Pré-projeto Metodologia Relatório

Leia mais

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Fonte: http://www.testexpert.com.br/?q=node/669 1 GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Segundo a NBR ISO 9000:2005, qualidade é o grau no qual um conjunto de características

Leia mais

rio,gramática e funções a partir de textos em inglês DISAL Editora / Mark G. Nash & Willians R. Ferreira (2010) Sejam bem-vindos!

rio,gramática e funções a partir de textos em inglês DISAL Editora / Mark G. Nash & Willians R. Ferreira (2010) Sejam bem-vindos! Sejam bem-vindos!.:: DISAL / São Paulo, 18 de junho, 2010 ::. Estrutura da apresentação: 1) Contexto de produção de Real English 2) Apresentação do livro 3) Destaques 4) Sugestões de como melhor explorar

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS

LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS Driely Xavier de Holanda Kátia Fabiana Lopes de Goes Valmira Cavalcante Marques Regina Celi Mendes Pereira Universidade Federal da Paraíba

Leia mais

TECNOLOGIAS COMPUTACIONAIS APLICADAS AO ENSINO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

TECNOLOGIAS COMPUTACIONAIS APLICADAS AO ENSINO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 63 TECNOLOGIAS COMPUTACIONAIS APLICADAS AO ENSINO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO CARLOS FERNANDO DE ARAUJO JR 1 ÁDERSON GUIMARÃES PEREIRA 2 RESUMO O trabalho procura demonstrar que a aplicação das tecnologias

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

Não adianta falar inglês sem fazer sentido. 1

Não adianta falar inglês sem fazer sentido. 1 Não adianta falar inglês sem fazer sentido. 1 BOGUSZEWSKI, Luiza. 2 SCHETTERT, Gabriela Antunes. 3 MENEZES, Sérgio. 4 Universidade Positivo, Curitiba, PR. 2013 RESUMO Com a disseminação da cultura norte-americana

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec:Paulino Botelho/ Professor E.E. Arlindo Bittencourt (extensão) Código: 092-2 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação

Leia mais

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR?

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? O que dizem as crianças sobre o brincar e a brincadeira no 1 ano do Ensino Fundamental? Resumo JAIRO GEBIEN - UNIVALI 1 Esta pesquisa visa investigar os momentos

Leia mais

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental Ajuda ao SciEn-Produção 1 Este texto de ajuda contém três partes: a parte 1 indica em linhas gerais o que deve ser esclarecido em cada uma das seções da estrutura de um artigo cientifico relatando uma

Leia mais

O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa

O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa ARTIGO...Letrônica v. 3, n. 1, p.153, julho 2010 O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa Luciane Guimarães de Paula Introdução O presente artigo 1 relata um recorte dos resultados de

Leia mais

CURSOS INGLÊS RÁPIDO Liberdade de Escolha

CURSOS INGLÊS RÁPIDO Liberdade de Escolha 1 Nossos cursos são dirigidos a adolescentes, jovens e adultos que querem aprender inglês de forma rápida e eficiente. Pessoas que já tentaram estudar inglês e tiveram dificuldades vão se surpreender com

Leia mais

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO Érika Cristina Mashorca Fiorelli, UNESP - Presidente Prudente-SP, SESI/SP; Ana

Leia mais

Como escrever um estudo de caso que é um estudo de caso? Um estudo so é um quebra-cabeça que tem de ser resolvido. A primeira coisa a

Como escrever um estudo de caso que é um estudo de caso? Um estudo so é um quebra-cabeça que tem de ser resolvido. A primeira coisa a Página 1 1 Como escrever um Estudo de Caso O que é um estudo de caso? Um estudo de caso é um quebra-cabeça que tem de ser resolvido. A primeira coisa a lembre-se de escrever um estudo de caso é que o caso

Leia mais

A DESCODIFICAÇÃO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA

A DESCODIFICAÇÃO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA A DESCODIFICAÇÃO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA Henrique Innecco Longo e-mail: hlongo@civil.ee.ufrj.br Universidade Federal do Rio de Janeiro, Departamento de Mecânica Aplicada e Estruturas Escola de Engenharia,

Leia mais

METODOLOGIA & Hábito de estudos AULA DADA AULA ESTUDADA

METODOLOGIA & Hábito de estudos AULA DADA AULA ESTUDADA Educação Infantil METODOLOGIA & Hábito de estudos AULA DADA AULA ESTUDADA s s s Precisao e organizacao nos conceitos A agitação é a mesma. Com algumas adaptações ao espaço e ao tempo, a rotina e as histórias

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

Externato João Alberto Faria INGLÊS-ALEMÃO

Externato João Alberto Faria INGLÊS-ALEMÃO Externato João Alberto Faria CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO GRUPO DE INGLÊS-ALEMÃO ENSINO SECUNDÁRIO Ano Letivo 2015/2016 Externato João Alberto Faria Ano Letivo 2015/2016 1.PRESSUPOSTOS 1.1- A avaliação não

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E ÉTICA. Cipriano Carlos Luckesi 1

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E ÉTICA. Cipriano Carlos Luckesi 1 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E ÉTICA Cipriano Carlos Luckesi 1 Artigo publicado na Revista ABC EDUCATIO, nº 54, março de 2006, páginas 20 e 21. Estamos iniciando um novo ano letivo. Vale a pena olhar um pouco

Leia mais

Versão em Português. Exame de. Proficiência. em Língua. Japonesa. Data da realização no ano de 2011. 04 de dezembro

Versão em Português. Exame de. Proficiência. em Língua. Japonesa. Data da realização no ano de 2011. 04 de dezembro Versão em Português Exame de em Língua Japonesa Proficiência Data da realização no ano de 2011 04 de dezembro O Que é Exame de Proficiência em Língua Japonesa? É o maior exame de língua japonesa realizado

Leia mais

Como Eu Começo meu A3?

Como Eu Começo meu A3? Como Eu Começo meu A3? David Verble O pensamento A3 é um pensamento lento. Você está tendo problemas para começar seu A3? Quando ministro treinamentos sobre o pensamento, criação e uso do A3, este assunto

Leia mais

English Adventure. By Carmen Castellani Consultant and Teacher trainer

English Adventure. By Carmen Castellani Consultant and Teacher trainer English Adventure By Carmen Castellani Consultant and Teacher trainer " Eu toco o futuro, eu ensino." Christa McAuliffe Você está pronto para levar seus alunos para uma English Adventure? Principais características

Leia mais

O ORIENTADOR FRENTE À INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIENCIA NA ESCOLA REGULAR DE ENSINO

O ORIENTADOR FRENTE À INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIENCIA NA ESCOLA REGULAR DE ENSINO O ORIENTADOR FRENTE À INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIENCIA NA ESCOLA REGULAR DE ENSINO Flávia Fernanda Vasconcelos Alves Faculdades Integradas de Patos FIP flaviavasconcelos.edu@hotmail.com INTRODUÇÃO Observa-se

Leia mais

1. Escolha do Tema. 2. Formulação do Problema. 1 Escolha do Tema II. PLANEJAMENTO DA PESQUISA

1. Escolha do Tema. 2. Formulação do Problema. 1 Escolha do Tema II. PLANEJAMENTO DA PESQUISA II. PLANEJAMENTO DA PESQUISA 1. Escolha do tema 2. Formulação do problema 3. Justificativa 4. Determinação dos objetivos 5. Referencial teórico 6. Referências 1 Escolha do Tema 1. Escolha do Tema Nesta

Leia mais

Educação a Distância: a oportunidade vai ao seu encontro

Educação a Distância: a oportunidade vai ao seu encontro DICAS PARA ESTUDAR A DISTÂNCIA Educação a Distância: a oportunidade vai ao seu encontro Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.

Leia mais

Linguística Aplicada ao ensino de Língua Portuguesa: a oralidade em sala de aula (Juliana Carvalho) A Linguística Aplicada (LA) nasceu há mais ou menos 60 anos, como uma disciplina voltada para o ensino

Leia mais

Domínios, Competências e Padrões de Desempenho do Design Instrucional (DI)

Domínios, Competências e Padrões de Desempenho do Design Instrucional (DI) Domínios, Competências e Padrões de Desempenho do Design Instrucional (DI) (The Instructional Design (ID) Domains, Competencies and Performance Statements) International Board of Standards for Training,

Leia mais

PEDAGOGIA SURDA. Por SHIRLEY VILHALVA - Surda / Professora Técnica do CAS/SED/MS E-mail: svilhalva@brturbo.com.br

PEDAGOGIA SURDA. Por SHIRLEY VILHALVA - Surda / Professora Técnica do CAS/SED/MS E-mail: svilhalva@brturbo.com.br PEDAGOGIA SURDA Por SHIRLEY VILHALVA - Surda / Professora Técnica do CAS/SED/MS E-mail: svilhalva@brturbo.com.br Alfabetizar alunos com Culturas diferentes é um choque tanto para o professor ouvinte como

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Recursos Humanos Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos 1.

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PORTUGUESA DE LÍNGUA. Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) MARÇO

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PORTUGUESA DE LÍNGUA. Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) MARÇO EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA MARÇO 2013 Expectativas de Aprendizagem de Língua Portuguesa dos anos iniciais do Ensino Fundamental 1º ao 5º ano Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES CAMBRIDGE ENGLISH E UNOi

PERGUNTAS FREQUENTES CAMBRIDGE ENGLISH E UNOi PERGUNTAS FREQUENTES CAMBRIDGE ENGLISH E UNOi ANTES DO EXAME O que é a parceria entre UNOi e Cambridge English? Por que eu devo prestar os exames Cambridge English? Quais são os exames? O que é o Placement

Leia mais

Analisando a construção e a interpretação de gráficos e tabelas por estudantes do Ensino Médio Regular e EJA

Analisando a construção e a interpretação de gráficos e tabelas por estudantes do Ensino Médio Regular e EJA Analisando a construção e a interpretação de gráficos e tabelas por estudantes do Ensino Fabiano Fialho Lôbo Universidade Federal de Pernambuco fabiano_lobo@yahoo.com.br Luciana Rufino de Alcântara Universidade

Leia mais