BRã^wfflffl HIhH B l w^bp%b?wi$ffiíb BmWqb B FERNAND SIMÉON MA R TINS

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1 ü Letras» ewlríes ^^B Dming, ANO 7. N. 284 FUNDADOR: JORGl LACERDA DIRETOR: ALMEIDA FISCHER :*n mi 'i f > f'í I > MODERNISMO literári, n sentid fie afirmaçã O de tendências recentes, u renvaçã de temas e mtivs, u de substituiçã d estil antig pr um nv estil, nã é manifestaçã islada u episúdica dc um sentiment circunstancial. É antes, um fenômen cíclic que se repete cm manifesta regularidade, stentand, a cada crrência, um cnjunt dc características perfeitamente recnhecíveis. Quand repnta, trai n seu prcess a identidade mecânica cm infinít númer de mviments anterires. As cndições da êpca c que mudam, segund á scilahtc fisinmia da vida, acrescida a cada pass de nvs íraçs, nvas perspectivas, nvas cres, nvs plans Prtcu de inumeráveis transfrinações. Cada geraçã chega, e lhand cm trn cuida da recnstruir mund; cada geracã atinge à cnsciência intelectual, e descmpreende Irar balh já cumprid a redr dc si, e se impacienta pr cumpril ela própria que a mve pde ser um gest inédit den- d relativism d presente, ktn as é apenas, para lhar que arda a perspectiva d temp, um gest que se renva... Nada mais sugestiv e mais bel que, n dmíni d pensament, grit de rebeldia, de indepenència, de atrevida afirmaçã. Nada mais fecund, igualmente, que a usadia que quer ver pr si mesma jg de elements e a face d destin. O clássic é a rdem, equiibri, a serenidade, cnhecinenl e "pr iss é etern. Venhuma investida destruirá, jis clássic é precisamente» que resta depis que silênci üesceu sóbre as agitações e s recntrs incendids. O mdern é, prtant, uma cndiçã de vida d clássic, cuja autenticidaclc prva magnificamente; e cnstitui, n fund, a sua pdersa justificativa. Prque clássic quase nunca vems extreme ds interesses c elements secundáris c insignificantes que a êle se mesclam, Parecerá estranh, mas em ver-.dade a mair parte das idéias je da expressã acabada, "sl disant" clássica, nã c de fat. Pde ser imitaçã generalifzada, pôde ser um esfrç mais lu mens eficiente n sentid "ds dads fundamentais, erigi' ds em mdel e exempl; mas "clássic" nã é. O filã de u- M^Pmflffm ÜffTffrtt^flffiWRiVWM I 111 filii nf^^tgnlilllhlli BfnlFtTf^^íf^^^^!^P»B"5^»3^BB UHJmmé HIkSM i\ lilljiii IK^a illlllllllllli IUIlfI9!Bi^39SS^23&9EflHI BRã^wfflffl HIhH B l w^bp%b?wi$ffiíb BmWqb B A Xilgravura de bq RlgB^jjK^i B FERNAND SIMÉON RENOVAÇÃO LITERÁRIA r há-de buscar-se, na mina -abstersa, cult e misturad à cpisa ganga. Cm definir estil clássic, autêntic estil clássic, '$ nesse ai aviã de nrmas e de bras que, cpiandlhe as exteriridades, pretendem inçülcar-sè pr êle; e nã fazem senã desvirtuá-l? Cm atingír à verdade essencial, distinguind-a d que apenas lhe reprêsenta arremed pálid? Dirsc-á que êle cntém em si mes m s mtivs de sua perdurabilidade; a prpriedade n dizeiv a precisa aplicaçã d pensament, a perfeiçã, em suma. CRISTIANO MA R TINS sã máquinas bastante resistentes para explrar vitrisameivte temp, que rla as suas ndas cm um ri. E bem que é assim. Mas, fórmula análga da perfeiçã, a expressã clássica acaba pr prduzir, especialmente n dmíni líric, a estintura fria e mrta ds geners pétics cnvencinais, ds prcesss e espécies imutáveis em sua cnfiguraçã. Aí está mair perig, prque se abrem tôtias as prtas à cnfusã,, a arremed, à meda falsa, à ttal inversã ds valres. A reaçã periódica das esc- Ias nvas, em literatura, cnlí» s valres universais vigentes, que pr cnvençã tácita se apelidaram clássics, realiza-se principalmente na esfera própria as gêners c frmas já destituíds de qualquer significaçã. Prpõem-se, em - substituiçã a estes, nvas frmas u nvs gêners, u reclamam-se a abliçã de limas e utrs. Apaguem-sc s "clichês" scdiçjqs, destitua-se a tirania ds chafões. A atitude que se precnlza e exalta cm legitimamente adequada à dignidade da inleligência é à"da livre cnsideraçã ds prblemas da estética, da mral, u d sentiment, a Irrestrita fidelidade às vzes lr< dtvlduais, às palpitações d:c«raçã, cm as cálculs da rav zã acrdada em sua vlrgindade riginal. Esplêndida atitude, que vive apenas de sua frça ingênua c fervrsa! Vertical atitude, que visa unicamente a destruiçã d artificial, d lnó«cu e d inexpressiv, e nem se persuade dc que cntribui para a persistência, através ds sêcu* ls, ds mesms valres d cias* sicism! A distância crnlógica que as sapara ds mvimeuts anterires, de caráter idênr tic, bem cm entusiasm, que as emplga em sua intempestividade, faz crer a cada gft raçã nva que a sua rebeldia é uma surpresa n univers e que sbre s seus mbrs pesa a tarefa de imprimir um sentid diferente à Arte e à Cultura, Aqui, cm ali, há excesss perniciss, há dispersã de gests e vacuidade de esfrçs. Assim cm a repetiçã mecânica e a preguiça de pensar desvirtuara.n pensament clássic, ardr cmbativ, a incência e a ebriedade das pressursas gerações nvas muitas vezes se desfazem n ar, sem nada cnstruir. A cab memória de tud cstuma restar apenas amen srris da sabedria.. > E' mister, prém, que nã na esqueçams dc que s grande.1! escritres clássics de tds s pvs fram, em seu temp, quase sem exceçã, precursres de idéias, iniciadres de sistemas, guias c descbridres, bandeirantes em paragens até entã descnhecidas. At de restauraçã d pensament, mdernism manifesta-se cnsequentemente cm pdersa frça clássica, estabelecend cntat cm s grandes vults da pesia, nas diterentes fases universais. As suas lutas lgraram de cert md destruir a tirania das frmas, n que estas tinham de arfcifíciai e vã. Quant à essência dc pesia, tud permaneceu cm estava; fluid de natureza estranha c misterisa, ela é pr si mesma refrataria às defini ~ ções e sistematizações. O que se debatia eram, pis, n fund, meras questões frmais de pesia, apenas cm um valr de circunstância, eis que sbreviveram incólumes em sua sóbria e aérea arquitetura as frmsas cnstruções d espírit clássic, (Agência Nacinal),! :' ''"' '? Sí^X- ":-v%^. m&'--.

2 tigiit» 2 fetras E.-_»' Dming, í CABA d chegar a esta* cidade escritr Glen- - wd Clark, priessr admuit de literatura inglesa d <A *.WMIam and Mary Cllege', *le Wllllamsburg, Virgínia. O intelectual nrte-amencan trei a nss pais para imnis- Htrar curss de literatura amepleana na Universidade d Bra- ii, durante dca meses. Para uvi-l a resi~»cv,... ir&ris assunts ligads à sua especialidade, "LETRAS E AR* ttbs" prcuru- na Seçã Cultural da Embaixada Ame- Krlcana, nde fez uma breve pa- /5estra cm cnhecid autr We bigrafias de hmens céle- Iwes para a Juventude. ksob TERRÍVEL TEMPORAL Antes mesm de iniciarms iiissa entrevista, Glenwd MÕlark falu-ns de sua primeidra estada n Brasil, em 1950, «uand teve prtunidade de tentrar em cntat cm alguns «scritres brasileirs e fazer palestras culturais sbre temas «literáris.. Guard dessa épca disse ele gratas recrdações dêste pv amig e cult que ítant me impressinu em ml- >nha viagem anterir a este grande país. Cnfess que a «altar aqui, praticamente szlnh, sb terrível tempral, fa- Hei à minha espsa que aqueia?jgra certamente a única vez que Sviria a Brasil. A minha cheí-gada senti-me um estranh, idesambientad, cnstrangid. Mas tud ist nã passu de 'falsa impressã, pis lg deupis vi que tinha afinidade cm *>s intelectuais brasileirs e cm io simpátic públic que me itinru cm sua presença e atençã. Aliás, basta ver-me»aqui pela segunda vez para cerfitiíicar-se da sinceridade de mi-»^ihas palavras. li &ASES COLONIAL, NACIONAL E UNIVERSAL Perguntams-lhe entã cm ique cnsistia seu curs de li- $eratura americana na Univercidade d Brasil., Resumidamente pss lhe J dizer que em meu curs pre-. atend discrrer sbre a transiplantaçã da literatura ingleflsà para s Estads Unids, ftcalizand seu desenvlviment Item três aspects que me pare- cem s mais imprtantes. Fa» Liarei da literatura nrte-ame- Mearia em suas fases clnial, Inacinal e universal. Se abr- (dar estes pnts cm a elare- ga que desej, pens que minhas aulas serã bastante priveitsas n sentid de dar uma idéia ampla da trajetória literária dò ineu pais em tda a sua história. Além dist prsseguiu JVT -UINI Nvgrd, mai fi^w de ReceDi i'el ê'i0 al ' e pr Deus, sint-me infi- \ hitamente feliz. Agradeç-lhe lantn Pavlwitch, agradeçlhe de td craçã. Um de- séj me leva n mment a pas- Ssaêár atravésv da cidade,* & de (gritar bem alt: Sabem vcês litds que Tchekv me fez presente de um relógi? Na verda- Ide, eu estu muit cntente e imais cntente ainda pel fat -de ainda ser susceptível de esjperimentar a alegria franca de <um gart. Gstaria também ^ muit de lh fazer um presente, *mas hesit nã sabend esclher * bjet que interessaria. Diíga-me se vcê é caçadr? Ist é, se gsta de caçar a tir. ÜDiga-me mais depressa psísivel, peç-lhe....há algum temp que es- :vfu em vias de ler as nvelas»tíe Ivan Banine. Acntece-lhe, jipr vezes, nã lhe escrever mui- Sit mal, mas vcê já ntu ' le que imita? O "Fantasista",! Épr exempl, fi escrit sb a [sua influencia direta; mas nã! uma nvela bem realizada. 893' que se tema abslutamente Smpôssivel imitar vcê e Maumassant. Entretant, esse Bufinine tem eertamente sens da ' natureza e um dm da bserva- " O GLENWOOD CLARK FALA DE SEUS OBJETIVOS NA UNIVERSIDADE DO BRASIL "NÉW-CRITICISM" NOS ESTADOS-UN IDOS- WtWj»."ES^»STA r*" W*" USM0 _ FASES COLÔNIA L, NACIONAL E UNIVERSAL ""....^.. vw..v.v^y^v«-l-»».-w«:-w>ífí?-'.->_»-* w^ Jt_yj:: B%8«a_>8 H II^^^^^^M^MiM_fli: IIP V-_^l»fpWv#^Hi _^ÜH^^_^^^IWi^fe^^^^ IÍ ^TfflTTff^BnWfflBHB r Effi:'::::* B B_g-S 8kS^^/^ ^^_^ ^k_ 8a_bb^ssSlSsffS^kB8_» Kg» 4-Z^&&íw&í&0fâ 3 H_ BwW &X*XyW8È8n ffi l ^S_^^_^_^^^^_i SI' ;ÀSasSgS J &&Si _!M nffllwi Wfrllw^fflilBi BMWWri ffit^...^ - ^ ^ ^.-:.. x. //:.,,,,,., «ase» Prfessr Cl en wd Clark '. /?:.v" -:,, - é meu prpósit referir-m à demcratizaçã da cultura na classe média, à cntribuiçã francesa na..literatura americana ns últims vinte ans etc. OS brasileirs devem ter s mesms prblemas que nós. embra de utrassrigens. O nss cas, nã bstante também estejams numa fase de cresciment ' ainda inicial, esta ligad mais de pert à cultura alemã e parte d acultura riental.esses fenômens serã b- O jet de minhas aulas na Universidade d Brasil. Dizend descnhecer, nsss escritres pr nã falar a língua prtuguesa,. Glenwd Clrák manifestu', entretant, seu viv aplaus "a' iriviment que se* está esbçand agra, cm as traduções em váris idimas, e especialmente' em.língua inglesa, tíe alguns de nsss mais imprtantes escr!-. tres cm Machad de Assis, cuj sucess vem send > i«< -." UMA CARTA DE GORKI A. TCHEKOV cnsiderável. entre públic e a critica nrte-americanas, segund infrmações d "New Yrk Times" já;divulgadas pr este suplement. O "NEW-CRFFICISM" NOS ESTADOS UNIDOS Um ds prblemas mais discutids atualmente ns círculs da crítica literária é que diz respeit à teria d "new-crlticism", de que s nrte-americans sã s principais pre- ROMANCISTA BE "KONOVALQF" CONFESSA HAVER SOFRIDO A INFLUÊNCIA DE STENDHALL, BALZAC E FLAUBERT çã puc cmum. Gst, aliás, ds seus verss, ingênus e infantis; devem agradar muit às crianças. N numer de març a revista "Cmeç" publicu a traduçã de "Herhardt Grimm", um pema dramátic de Tr Hedberg. Ah! esses suecs, que vigrs talent pssuem eles na verdade. Se nã leu ainda essa bra, nã deixe de le-3a. E muit ba, muit ba mesm. Parece estranh na minha piniã que nã haja nenhum traç de simblism na pdersa literatura russa. A Inglaterra tem Shelley, Byrn e Shakespéare; a Alemanha, Gethe Hausptmann; a França, Flaubert (na "Tentátin de Saint Antine;'). Ora, cnsc nã ha senã Dstiewski que usu escrever "A legenda d grande inquisidr*'' e é tud. Será prque sms realistas inats? Mas vejams, s suecs também sã mais d que nós, que nã s impede de ter s Ibsen e s Hedberg.5 Pr utr lad, serems verdadeiramente realistas? E' -que pergunt a mim mesm. E uma vez que entrams nesse assunt aprveit a casiã para dizer-lhe que, cm escritòr sfri a influencia indubitável e prfunda da "sidisant" grande literatura francesa Stendhal, Balzac, Ralubert... Sã artistas geniais, s maires" mestres da arte universai. Tais artistas a litèr-atüra russa nã s cnheceu. Lembr-me de haver lid "Un céur.símpels", de Flaubert, numa tarde de Pentecstes, quand me achava num recant slitari, nde me refugiara para evitar a multidã bulhenta da gente endmingada, Fiquei literalrhente subjugad pr essa narrativa.- Em dad mment, tive a impressã de me haver trnad surd-mud e ceg a mesm temp. Nã saberei jamais expilear prque aquelas palavras tã humanamente simples que autr havia pst n relat.da viáa "nã interessante" dè uma pbre c- \ *;tal zinheira me transtrnaram de maneira. Havia ali para mim uma espécie de milagre a tal pnt incncebível que nã invent nada na circunstancía varias vezes, em seguida, examinei a cntra luz aquelas paginas encantadras, cm se quisesse descbrir nas entrelinhas segred daquele milagre. Mas vltems as suecs. Acab de ler a peça de Strindberg, "A senhrita Julia". O fund me seduziu enrmemente. O pder artístic ti autr, gadres. Interessand as es. tudlss d td mund, J também d Brasil, nde se <i.v tacam as duas presença, Afrani Cutinh e de seu m jvem seguidr Bláuli d N; ciment, a nva teria tem c-h cntrad negadres sistenmtil cs discípuls apaixna»!..-1 Sbre a clcaçã desse pible-^ ma ns Estads Unids uvij ms a palavra de Gienwjl Clark que, discrdand pes.sal.1 mente d cientificísm dessal critica, quase sempre levad al rtdxism petas suas facili.l dades aparentes, semelhante]) em cert sentid & psicanálise] aplicada & literatura, disse, en«f tretant, que 4,new-criti- cism" tem inúmers adepts e* é bem grande seu circul de influência ns intelectuais e esh tudantes universitáris. Mas a mairia da critica nerte-americana é pel unpressinlsm crític, embra prcure na prí tica desse impressinism ;?;«lizar-se de tds s elemevi ls' psitivs a seu alcance na, aferiçã de um valr literári. REALISMO PESSIMISTA E IDEALISMO Glenwd Clark passu a talar das características da li çã e da pesia nrte-amerleana ns dis últims séculs, assim se expressand: Em eintese pss lhe di zer que n períd psterir ;, -primeira guerra a literatura americana era essencialmente pessimista, num realism quu ultrapassu de muit a que se esbçara em fins d sécul 'dezit. Vejam-se,pr exempi, s cass de Faulkner, Jlm Ds Passs, Caldwell, Heiningway etc. Psterirmente, n entant, trnu-se idealista e hje é idealism seu traç principal. Glenwd Clark abrdu ainda em sua palestra cm "LE- TRÁS E ARTES" a situaçã d existenciálism ns Estacii Unids, cuja Influência nã existe, prpriamente, pis nã há bras em que se pssa nutar a presença de qualquer te«se inspirada na dutrina ppularizada pr Cartre. Cmj na Inglaterra, e sbre este mesm assunt teve idêntica p«-niã Jhn Lehman, em entrt vista cncedida ^i "RevisJ Barnca", existencialismj uma crrente filsófica que tegra s cmrículòs universit? ris da mesma maneira qs malquer utra. Nada de sensacinalism nist. E.finalizand, prfeswj nrte-american falu de s. livrèx para~ a juventude, cnsistem em Didgrafias résin midas para crianças até l j ans. Entre s vults ds Estads Unids já bigrafads, salientu Thmas Jéffersn a Wlater Reed. frçand-me a inveja e a ad- miraçã inclinu-me a uma es-1 pecie' de piedade para cmigsl, mesm, suscitand-me a espi- f rit muits pensaments tristísl cm relaçã a nssa literatiua.1 O que vcê me diz me espan-b ta. Que pde achar de cmum entre mim e Strindberg. Esse suec é descendente diret dsi nrmands que n curs am temps se,revelaram a mund cm criadres pderss, temeraris e riginais. Na épca das cruzadas, suberam eie,! fundar imi Estad verdadeiramente cavalheiresc na Siciüa- Estad que serviu de chama: guiadra- a tda a nbreza numana nesse períd smbri. Pí" ra mim, Strindberg é um grande hmem, um nbre craçã, um espírit clar. Nã escn*^ de éle suas simpatias da mesma maneira que nã distaiv seus ódis. A esse hmem <g craçã, cm quer vcê que^y me assemelhe? Dig- cnin~ ta tristeza, mas sem querer me humilhar, pis faç questã, acima de tud,.de permanece? tal cm su na realidade e a desembaraçar, n meu ír "}" tim das influencias estrangeg ras que me impedem de esp-r mir livremente própri. sament. (Cnclui m W.3 jjl/.cl Ale J< f «!». uais entt 1 a au digui De iapàn inant éle < Jinsn vant: Jsu sua i da i supe CE, a pi tsidei tent: cedii ced F( mim Pss MOJ deíii ciad MEr üe CE» (um lent: rem FIM Lc circi a le va ] cnv< e uí can< dess n í.sbi viva lem 31E vm espí na: td: sim _i^w5~ _s

3 Dming, L E T R AS E INCO ans depis, d. lançam"'»4» Ú* FOk C~^ A mim'i>. u'n rtlljmi,,fa" Mti;au de mmt mewunnt, íasend rápid balanç du uia iit- Jsé Uns «Keg, nhtlii Luc ela dificilmente uura/ui inaii tíc (aumenta an*. A cntrari <i que pde parecer, u análise era. até cert pm, bastante favrável c as razões, dignas de pnderaçã. De utra tmuda, quand d apareciment desse mesm rmance, fi dit e repetid que éle era cramcnt da bia linsrcgulana; huve quem levantassc a hipótese de haver Jsé Lins atingid aplcc de sua carreira, dai pr diante nada mais havend que fazer de superir. Parece que EURIDI- CE, de certa frma, cnfirmu a previsã pis mutts cnsideram esse livr cm uma tentativa relativamente mal sucedida. De CANGACEIROS é ced para falar-se. FOGO MORTO tem pira mim excepcinal imprtância. Pss dizer que data de FOGO MORTO a minha cnversã definitiva a mdernism» iniciada, em rigr, cm pema MENINICE de Jrge de Uma. jje permei, huve JMAKT1M CERERE de Cassian Ricard (uma das descbertas mais vjlentas de minha vida) e, n remate, TERRAS DO SEM FIM de Jrge Amad. Lembr-me perfeitamente das circunstancias em que cmecei a ler Jsé Lins d Reg. Esta-?a preparand um trabalh que envlvia assunts de engenhs e usinas d interir pernambucan e lia tud quant me pndesse ajudar na casiã, quer n frneciment de infrmações.sbre a vida rural, quer n rcavivament de impressões u lembrança de terms peculiares. MENINO' DE ENGENHO era um bm títul. Cm seria de esperar, nã -encntrei n rnnance s subsídis prcurads; tdavia, a experiência teve resuitatts assa/ cncrets, p.«s me abriu as prtas de uma íiceã diria mesm, de uma literatura - que eu teimava em ignrar. Percrri tdt> "cicl da cana de açúcar" bem mais interessad n rmancista que n meu trabalh prfan. Recnheç que interesse nã fi em CRESCENDO, prque, depis de BANGÜÊ, tinha de enfrentar as quedas de MOLE- QUE RICARDO e USLNA. Nã bstante, fui além d "cicl"'. Mas já se anunciava a ediçã, de FOGO MORTO. Este rinance iria de fat assinalar NO DÉCIMO ANIVERSÁRIO DO CAPITÃO VITORINO CARNEIRO DA" CU N H A pnt mui» anu Üfl prduçã d autr de MENINO DE ENGE- NtiO. Meu entusiasm fi daqueles qüe só um prvincian è capaz de ter. Dai pr diante, FOGO MORTO passaria a ser, para mim, sem pssibilidade d cntestaçã, mair rmance de nssa literatura e Jsé Lins d Reg, nss mair rmanclsta. Nem Raul Pmpeia, nem Lima Barret, nem Machad detiveram a classificaçã. Smente Alexandre Hcrculan pderia resistir a cnfrnt: ma» Herculan era prtuguês... Os ans fram passand, e nvs rmancistas fram descberts; Gracilian Rams, Crneli Penna, Jsé Gerald Vieira. Alterei diverss de meus juízs de prvincia. Jsé Lins permanecia, mas eu receava sempre que a admiraçã, pitce puc, estivesse send substituida pr uma espécie de saudsa gratidã, pela simpatia d atleta para cm primeir trei- nadr- Quand crític limitu a cinqüenta ans a sbrevivência da bra d rmancista, fiquei mais apreensiv d que chcad. N mment em que a critica assume ares de tlerância, pde-se dizer que a bra está entregue à psteridade. E' a maneira mais discreta de enterrar um autr viv. Apsentatiria literária, cm venciments integrais... Eu, um vitrinista de primeira hra, -tinha a secreta paúra de encntrar um cadáver n lugar daquele persnagem que cnsiderava mair de nssas letras* talvez únic e verdadeir tip criad pr um escritr.'brasileir,'depis de Capitu. Dentr da mala, na embalagem das paginas já amareland, a estatua eqüestre d Capitã Vitrin Carneir da Cunha. Reli - rmance. Na releitura, mais duas vezes li a terceira parte. E nunca ninguém me pareceu mais viv,-mais.rbust, mais dispst a uma lnga permanência d que Capitã. FAUSTO 'ARTES Página f J CUNHA Cmpreendi, também, que guardava de VHrln uma impressã rasa, ná havia abarcad ainda a extensã de sua grandeza. N entusiasm da prvincia, esquecera-me de avaliar as dimensões d herói. As pá- Jsé Lins d Reg ginas em que Jsé Lins d Reg talhu retrat de crp inteir d Capitã Vitrin Carneir tia Cunha nã perderam uma vírgula de sua frça. Seu estil paratáctic pssuia uma agilidade que eu ainda nã tinha bservad. O CALOR HU- MANO da figura sbe cada vez mais n termômetr da autenticidade. [! Cm a velha Adriana, lng temp vivi junt d Capitã sem aquilaiá-l devidamente. Pss falar que nem Jsé Lins, nem cmpadre Jsé Amar, nem pv d Pilar se lembraram de dizer: O CA- PITÃO E' UM HOMEM DE FÔLEGO í caráter está cmpst ns miitims detalhes, a estatura nã falta uma plegada. O sentiment telúric que me ligava, emtivamente, a Capitã, cedeu diante da cmpreensã de sua realidade Verifica-se em FOGO MORTO, cm partícula-. ridade nas ultimas cem paginas, a glrifleaçã d artista pel persnagem, uma glriflcaçã quase psta àquela bservada pr Thmas Mann em 1 relaçã a Cervantes e desenvlvida pr Le Spitzer. Pderia, quiçá, ir até à psiçã ttal, pis a glrifleaçã de Cervantes pr si própri é a mesma de Vitrin vivend da própria* grandeza, d própri triunf. Jsé Lins d Reg desaparece pr trás de sua criaçã. O Capltã, que "nã precisava de ninguém para ser que era", nâ precisa sequer de seu descbridr. Também aqui deveria lembrar a Spitzer, pis eis um exempl cncret da criaçã esclhend criadr, mtr e maquina de si mesma. Nã cafceria, em FOGO MORTO, a bjeçã irônica de Linel Trilling. O tip human de Vitrin Carneir da Cunha, cm tds s seus atributs, as suas qualidades, s seus defeits, nã tem paráclases. A bndade, idealism, desassmbr, amr à terra craçã de Vitrin pdem ser examinads a fri. Às vezes, Vitrin e a terra cnfundem-se, sã hipós-. laser, de uma entidade abslu- "tud, ta. Cm seu direit acima de a gleba é uma arena: "Daqui eu nã sai. Nã crr da luta" (p. 291) diz êle, quand fí)h quer levá-l para a metróple. Nã trca sua ter-. vapr nenhuma cisa, "nemqucj fsse pr um rein" (p. 302). Cenas cm a d negr Passarinh (ps. 272 e 292) revelam uma alma nde a bndade se XXX encntra cm estad nativ, ainda misturada' cm a ganga da vitrin, ate agra, se.me afigurara um mit. Vej-, * arrgância infantil. Diz que neste mment, cm hmem nã dá cigarr a vagabund, que nunca deixu de ser. O mas dá maç td... Vestígi da tradiçã pslelôglea ds senhres de terra, rgulh* a sberbla, a pelulancia de Vitrin cmpensam si sua derrcada ecnômica. Vive«u pel mens pensa viver, d prestígi nmásllcp. Quem nã cnheça de pert esse as-* pert de nssa scilgia, nã estará em cndições de cnt?nder MODUS VIVENDI fin Vitrin. A tradiçã nmftstica, riginária ds privilégis de frtuna, cnverte-se mais i;>rde em valrizaçã d nme pur c simples. Ainda é muit cmum, n Brasil nã atingid pel nv-riquisnui da scardade empleirada cm aventuras1 de períds financeirs anrmais, êsse prestigi ds nmes de família, prvcadr de muits êxits c de muitíssimas injustiças. Vems, assim, cm Vitrin Carneir da Cunha lança frequentemente seu nme cm se fsse um argument suprem, nele se ampara cm atra» de um escud. Põe nme em jg, e nã retira senã n> camp da hnra, lavad ent sangue. "Faz-se" n punhal w cada instante: para nós, é um» atitude simbólica, para Vitrin é a defesa de uma tradiçã de cragem. Crajs, éle é. Prva-nt. I quand enfrenta cangaccir Antôni Silvin, quand desafia tenente Mauríci, "te* nente de m...", cm lhe cha* ma. O encntr de Vitrin 6 sua patente de capitã cm m patente e a arbitrariedade san* guinaria d ficial dá a ra* mance climax c cnsagra tdas as qualidades heróicas de» Vitrin. Desse episódi pr diante, Capitã c utr hmem para pv d Pilar. Ele prpri imerge num snh de grandeza. O desprez pel dinheir, que se manifesta a cada pass, «lca sua figura n plan d mais alt idealism cavalhehesc universal. Tem cinc mil reis n bls: passará a Gvern um telegrama de prtest... Nesse desprendiment da& cisas mate ia is, vai até a sa - rifíci. Defende s press, arrisca a vida pel prim ingrat (curisíssima a frma cm reslve, pr uma espécie de dinamism inerte, se a expressã fsse cmpreensível, a pendència entre prim Lula c cm*' padre Jsé Amar) e ferid, la-* nhad, manda a mulher aja- (Cnclui na 10.H págüiay l wfô&&>yj$*'^3fcfc/.y ^B W&^yyy''''--'.ME Wfy-^r&Ê Bt ^^. - -'wf- ^m RkB ^1 K'l%M'7MX'S>''4«l'iS a Vinheta de SANTA ROSA RESSURREIÇÃO ESTRANHO A NOITE ME LEVANDO OS OLHOS! (PUPILAS DE CRISTAL NA ROCHA MÔVEL)^/ A CIRANDA DOS ANJOS DISTANCIA O DEUS PAGÃO DA CARNE COMO FLÂMULA. Í-..-Í- O SONHO REPOISADO NO MEU SÍMBOLO EXPLODE EM FLORAÇÃO LAMBENDO ESPUMAS. \ POMBOS FERIDOS, LÍMPIDOS DE LÁGRIMAS, ARRULHAM-ME A ORAÇÃO DOS QUE VOLTARAM SEM QUE O MUNDO TORTURE O CALENDÁRIO., (T.P.AJ& IM F- S íl T ' 1 f i. JO kj CRIANÇA NO APAGADO DA PAISAGEM, CAMINHE SOBRE MIM, QUE A PERCO EM BRUMA OS SEUS PASSOS DE NEVE SOBRE ESPELHOS REVESTEM, NA MANHÃ GRAVADA EM PÉTALAS, 0 MORTO OUE DESPERTA ILUMINADO. J %-ITT A K.AX.E.N..CAÍ *j jl.nr-»nffnir Éí

4 '! fe:-., y /' ' ^ Página 4 1 a primeira impressã que s tem n abrdar estud de Ds-.tíewsky 6 a d uni grande s- Cna história da lltcratu- Wft russa. Esta Impressã, p- *&&, é falsa: nenhum utr se Kgu tant quant éle as.seus antecessres sucessres, hn- S*e s antecessres pensa-se jg em Puchkine pr quem tutr de "Crime e Castig" pruessava um grande cult, c atg» cm Ogl. Dstiewsky está fcft intimamente ligad a Gcl que sms freqüentemente «tentads a ver nêl um yerda- «lelr cntinuadr deste ultim, esar das diferença» sensíveis le estil e de cncepçã d íund exterir (embra mes- «n niss se pssam ntar muifits traçs cmuns). Vams limais lnge ainda: se Ggl nã &e desviasse d caminn que Siie havia indicad Puchkine pderia vir a ser uni Ds Uiewski.,., Desde iníci da carreira liíferária, Dstiewsky cntinuu ^gl e crític Belinsky na ;e enganu, anunciand que um iv Ggl nascera. O primeh mance de Dstiewsky ''Pbre asentc", que autr trabalhu lngamente, nã é utra cisa senã uma bra nva, muit nva de Ggl. O herói ds- Êiewskian Devuchklnc^ nã riassa de uma reincarnaça d Ucaki Akakievifcch, d «'Cap- ;e", abrind sua alma a Varenca, em frases arrancadas, cn- 'usas, terrivelmente "gghart_asm e se esfrçand para pr- 5rar fundament das preten- - f TITULO geral dessa vasantlgia Pets * f"*-r the EngMsh Language «cinc ' vlumes de, em media, 10 páginas cada uma sublinha-,», nvidade d plan: trata-se Mã smente de petas inglem mas de lingua inglesa. Se é difícil, cm efeit, cnsi- -.lerâr rmance inglês e rbnance american cm írk and um só dmíni, parece ie mesm nã se dá quant pesia..,.. v A unidade da pesia de hngua inglesa, tal cm sbressai desses cinc vlumes (que vã ítfé 1914) nã é artificial, embra ela pareça, de iníci, ape«gar-se a fat de que as cn- % vençóes d pema metr; \ ainda que indefinidamente abrandad permaneçam as 4mesmas n além Atlântic. *' Essa permanência nã se ex- ^la senã pr mtivs mais rjrrfunds. Malgrad tdas as %iferencas de evluçã Inst- Rrlea ds pvs de lingua mglefea, subsiste uma camada essen- ><'clal de sensibilidade cmum, a 1 kial nã lgra exprimir-se vertíadeiramente a nã ser pela «esia, jrr artesian junít a qual s rmances, e mesm as filsfias, sã cm len- _is de superfície, carregads... tda a srte de elements icais, nacinais. Mais que a melhr histria 'da literatura, essa antlgia bermite abarcar a amplidã ^e «ntiiiúidadé d fenômen péític, que transbrda d quadr «acinai cie frma imprevisível;,sem negar a nã ser pr ês-, is ultrapassament espntane-k ÍPara muits, é descrtinar de ftlguns autres em que de rdinári vems exclusivamente Mrsadr, rmancista (Meredim Hardy, Melville) e ns cnsrida, também a refazer alguns guizs apressads. Cada um ds vlumes vem precedid d curta intrduçã, que traça as linhas mestras d períd a u ai é cnsagrad. ; 3Sssas paginas, que nada têm fie preâmbul erudit, frmam ; «ü entant, se unirms as cm-i ip ntícias, um guia sumari, prém mais das ycws _uc:l- fcls, nde a pesia se acha re-, clcada n cntext Iii3!;nc,; js sua evluçã ó assciada a.] tis utrs gêners literáris, J ^u mesm à das artes plásticas. 1 i; A testa de cada livr, figura ; ainda um calendári us pri- > tipais acnteciments sciais e literáris d períd abrangid; j :írnece, esse quadr crnlógic^ 'EETRVS E rarjj_s DOSTOIEWSKI ENTRE GOGOL E TURGUENEF Bões de Akakl Akakievitch, que queria ser irmã ds utrs hmens e da humanidade inteira. A nvela de Dsticwski 6 Intclramente desprvida de assimt e de açã, lnga, mnótna, mas sem estil, sua maneira de falar arrancada e gaguejante cnstitui um verdadeir "tur de frce". E* mais um rascunh, um trabalh de alun de bm alun de Ggl-^ d que uma verdadeira bra. - A "Pbre gente" sucede "O sósia" e "Sr. Prkharfcichine", em que encntrams de nv a influência das tradições de Puchkine e Ggl, embra se trate de duas bras íundamentalmente riginais, em que aparecém jã tds s prcesss de análise psiclógica que irã caxacterlzar Dstiewsky da maturldade. O estud da lucura, d pequen funcinári sãpetersburguense Gliadkini, «atingind desdbrament da persnalidade", em analgla perfeita cm a lucura de Ivan, ns "Irmãs Karamaaf", -prvém'd «Cavaleir de Brnze" é da «Dama de Espada", ^O primeu vlume yai da Idade Media a Spençer, ist é, de 1330 a 1«00, cbrind assim mais de dis séculs. Vai se- h. heem;an li * /! I th.' ^ífcjp m I * j r#ft *_ T3- ' m mék ^m+ fr mm W^mM -.i*n. ^^ ^tim mmimma ' -flk_^b H 9 _^_^_i H m\ Wr - *.***^_B _BP * \M mmmwwmmmwl J Dstiewskl de Puchkine e das "Memórias de um luc", de Ggl. Dstiewsky tem muitas utrás cincidências cm Ggl, frtuitas u «I: exatamente cm as d autr d «Capte, * mm^mmmmmmmmm+**mm suas preferências se inclinam paxá s meis de funcináris e pequens burgueses, cm W- gar ds prprietáris rurais de Turguenev e ds aristcratas de Tlstl, n mesm Sa Pcteshurg cinzent e prsaic, amda mais fantasticamente prsaic. bem diferente d de Puchkine. Cm Ggl, cultiva ele igualmente, um realism impressinista, que cnsiste em dar relev as pequens detalhes dispares e característic, a cntrári de Turguenef. cm.a sua unifrme "verdade" ( lealism de Ggl na é abslutamente verdadeir). Afinai, encntrams ns dis *M?M J mesma «estüizaçã» da vida, a Sesma mrbidez (Ggl sfria de lipemania e Dstiewski de epllepsla, " mal sagrad ). Sb muits aspects, Ds- "'" "" "" "" " tlewski se clca numa anttnmia absluta cm relaçã a Turguenef, a cmeçar pela pàçâ que se verifica entre as naturezas de ambs -0 g}~ meir tem uma natureza mlstica nr Tezes cnfusa, bscura e pecadra; segund revela, um psitivism seren; um é esia- GS "POETAS DE LINGUA IN* GLEÔA" DE AUDEI^ E PEARSQN um fund mdispe^vel a ftuem deseje ter uma tttéia de cn- Junt de épcas m rijj.,«cnfusa*, cm a ds isafli* HENRI THOMAS «undó de Marlwe a Marvell, u seja, de 1600 a 1680, breve temprada-mas prdig?a.amei> te íecunda. O teref0»'?^!" tn a Ciçper, - d claesicam puritan a pre-rmpt!sm. B' também de gramô n- «ueaa. Ntams smente, quan- % a Ppe, tiue nã era ele, de md algum, un» espeeie de Bileau denti, antes. «% um rar peta, da mais fiutn mversidade ~_. - N quart tm, um vw d«blake a Pe, «ntrams 3a» clima mdern, em Kmersan, David Threau; Fe, as vzes da America se unem as ae inimí39» & UAHÜÍ..PEmuMQJ Dming, :* víil e cnservadr; utr cldentallsta c liberal ~- e essa psiçã vai at á amwência cm que eles criavam, uma amblênla que devia reflcllr-sc nc\a.suas bras, ns seus prcesss' de cmpsiçã e n estil. Turguenef «cm Tlstl) era um prprietári rural abastad, criad num -ninh de íidal- «s", tend lazeres para h- a caça c admirar lindas palsagens. Dsticwski era um buiguês pbre ( pai íõra medic) nascid na cidade (em Mscu), educad numa cidade (cm Mscu, depis cm Sã Pelersmirg), n& tend pr assim dizer jamais vivid n camp; e iss-devia determinar tant mais clima de suas bras quant Dstiewski nã se interessava senã pel hmem, a natureza nã cupand ns seus rmances um papel secundári e mesm de terceir plan. Turguenef nã tinha nenhuma necessidade da pena para viver, e pdia cnsumir muits ans na elabraçã de uma bra, muits ans a reler, a crrigir, a atingir máxim da pcrfelçã para enfrentar _ulgamenl d públic sb uma luz mais favrável (pr utr lad, prrl fat de nã experimentar ele necessidade de dinheir lhe dava meis para fazer exlgencias as editres e bter melhres smas pels livrs). Dstlewski vivia perpetuamente acuad pels credres e vendia seus rmances antes mesm de te-ls cmeçad. Dessa frma, (Cnclui ma 10.* P* -> glaterra. Merece apdauss lu- IS cnferid a Threau, dc «uem figuram deáit pemas. Mas a antlgia reserva muitas utras surpresas, mesm ac leitr inglês u american. O quint e ultim cmeça em Tennysn e finda em Yeats. Ocupa Tennysn ai um lugar destacadissim: esse muiti-lauread peta parece emergir d fams purgatóri e encant hipnótic ds ltus xateis nã deixa de apai-enta-l cm Baudelaiiíe. Tdavia, esse encant resulta factíci em relacã, p. ex., a um ds pemas ae Sidney Lanier (Hyimies des jaarais). Mas de Lanier ( ) que se cnhece em França Ce na Inglaterra)? Na intrduçã a,esse quint vlume, certas frases na deixam de surpreender-ns:. «sécul XIX é sécul eurpeu. Na medida em que nem a Inglaterra nem a America fazem parte da Eurpa, pdems qualificar de prvincial a pesia de que trata este v u- me. O que nã-significa mfi queirams tirar nada de seu valr. Muit a cntrári, terse-ia antes a impressã de que em literatura, as bras realmente nvas e revlucinárias aparecem entã, nã na Eurpa. {prpriamente dita, mas na sua periferia rmances russas dramas de Ibsen u ainda francamente fra. da Eurpa, na America".., Que s dramas de Ibsen, jmtpregnads de filsfia alemã, nssam parecer a um amenaen.«'supms que essas linhas nau eâ de Auden) «periférics" m i-elaçã à Eurpa, é cisa qu& dâ que pensar.o juíz segund qual a pesia inglesa I sécul XIX é «prvincial cm relaçã à Eurpa nã e me- '3is surpreendente. Onde»- Éuar, neste cas, um Eben Srvning, cujs maires peanas- (e mesm s que figura^ '310 tm, e que nã sã s me- :gl_res) estã tds banhads de luz italiana?.!' Mas essas reservas, e u,i^ mã mens graves, sbre pen- sament ds autres da antigia ds 1'etas dc Lingua ini gksa nã diminuem interesse i Ga bra em si. Tenham eles ' desejad u nã, esse Quadr lea pesia dc lingua ingjes* ( cntribui para dar a pa ayra Sesia seu valr de testemunnq universal, de expressã wiun [m d hmem através ds az a Ires da história e RObjâ&!s^f climas d espírit, -y^ _3mu PI J&t dc 'iwt ;tn;v < "M \;unr: f aliás, j i cm un 1 para c í ram a cntrai yccem to»8 un» <] a niad nhum sua ai últim seus l Js de Ifõcs "filhas < &utr 'quc P tx esta yccera vida < imaita ^lsc. tima pi* I MM

5 ÍWm i*m ^í^ül s numerss r. D1.-NTKE JISl que deste lad d Atlântic prliferaram a K>Ua d an 39, na sua mai- Wm de inspiraçã nrtc-amerlma c brasuelra, Fernand -víilni c ds rars, cm, «53 j& Uvc casiã de dizer 2 ii das minhas crônicas Sn este jnal, que nã f- Jr»m a fund e antes pel Cntrári de dia para dia pa fecern querer levantar mais aií a sua bra. Há uns quatr un, que autr de A nite e ihnm nv rmance, rda a?r atençã se cncentra ns ísmôs temps» relundir s Lis livrs publicads e a da- Ida de nv à estampa em edi- «ócs expurgadas das demasias iillias ds pucs ans que autr cntava n mment em Sui pela primeira vez as deu k estampa. Fi assim que apa- "eceras até agra. Retalhs da vs de um médic. A casa «a fôxaita c Minas de San Fian fiüsc Destas três bras, a ulima é a mais ambicisa, e, pliss mesm, a que exigia /KETR'AS B XRTES CONSIDERAÇÕES SOBRE O EM- PREGO DO TEMPO DOS VER- BOS NA ARTE DO ROMANCE 'um trabalh de revisã mais cautels c prlngad. De 1939 liara cá já huve temp de veliilcar que que é para viver c que é para mrrer n rmanc ne-realista ja esta viv u já é mrt. Infelizmente, Fernand Nrnha parece nã ler cmpreendid a liçã d temp, e as suas Minas de San Francisc, em vez de se libertarem de td lix acumulad pels ans à vlta d ne-realista, surgem de nv em letra de frma stentand nâ só s seus vícis iniciais, mas, dir-se-á, sbrecarregadas de nvs vícis. JOÃO GASPAR SIMÕES. E cnhecid empreg abusiv qu s rmancistas da cscla ne-realista fizeram d presente ci indicativ na açã das suas bras. A cntrári da tendência realista, que n sécul XIX, cm Gustave Fiaubert, atribuirá a imperfeit d indicativ realeza quase absluta n andament das bras de ficçã, a nv aescla passa para presente para Indicativ presente esses atnmits majestátics. De rest, imperfeit d indicativ já era temp usad pr Balzac u pr Stendhal. Fi imperfeit d indicativ que Eça de Quelrz cnsagru ns seus rmances direta u indiretamente inspirads na estética realista que mestre da Madame Bvary tã alt elevu. Nã há dúvida, empreg d temp ds verbs n rmance crrespnde a qualquer cisa de muit imprtante. Na e apenas um caprich ^ramatical: é uma afirmaçã valida, cm denúncia de uma atitude em que se define, inclusivamente, uma cncepçã dp «nund, uma filsfia da vida. Se s ne-realistas, enterrads de pés e mãs n circunstancial, adradres da cntemprânea Página & dade, deaprewun temp ter* bal que» seus maires entr* nliaram, é prque imaginam que nada há mais Imprtante nest mund que mment presente, que instante qu passa, persuadids de que» missã pr excelência de tda rmancista empenhad cm Interpretar as aspirações d h«mem scial nã pdc ser utra senã aquela implícita na situaçã d hmem d seu temp, d hmem d temp presente. Em verdade que imprta a um refrmadr a sclcdade d passad : hmem qua. deu a sua vida a temp c jaa sepult na terra fria da hiat* ria? Sc alguma cisa esta crrada na sciedade humana, s urge mdificar as cndições da vida d hmem scial a sciedade humana que esta errada, as cndições da vida s- Mal que urge mdificar. sá> aquelas que se encntram diante de nós, aquelas de que * respnsável nss temp, w assim se justifica, de cert md, empreg que s rnwncistas de ne-realism vieram»< (Cnclui na 8.* pág-> jsèn, imalems, meriaen alias nã ics" em ji&a ct»& juíz sea inglês?. vincial" iá é memde " tf- Rbert res pe- 3 figuram í s mebanhads e utra* >re pen- Ia àntl- Íngua In- > interesseaam eles e quadr i inglesa á palavra estemunh i príung ds azabjsàsjí Í '* D IA N A Javfflê I.''3ífjS ü m RR INCA O SOL - SERPENTE EM SUA MÃO, lbee O TORSO ARCAICO MORDE ÉNROSCA-SE SOBRE O VENTRE E DORME. OH.FRIA CARNE DE BRQtó ^ NUA.. AO OLHO DE CRISTAL DO AQUÁRIO! frisálida ESTRANHAME NTE VERDE DâÍHE POSSE NO ABANDONO DE OUTRA VIDA..:. QUEIMA O SILÊNCIO AZUL DE ANTIGÜIDADE, RIDO FREME, ROSA E TARDE. E D G A R ü B K A G A, Ilustraçã m^n^i^

6 /igina b NOTAS PARA UM DIÁRIO REFLEXIVO REYNALDO O peta Antôni Rangel Bandeira fax uma cníerencia, patrcinada pel I Clube de Pesia, dc Sã Paul. e fala sbre s tendências da nva pesia brasileira. Lg após a paiestra, durante s debates, surge utra vez decantad prblema das influências que essa pesia sfreu das gerações anterires. Td mund discute assunt, mas smente Dmings Carvalh da Silva e Péricles Eugêni da Silva Rams abrdam a questã acertadamente. Prque, na verdade, há uma diferença essencial entre as gerações de 22, 30 e 45- Entre 22 e 30 essa diferença é mais d que palpável, ainda que Jsé Tavares de Miranda ache cntrari. Os petas, aparecids em 30. desprezam a assiaçã de idéias, a piada Jncnseqüente (a piada pela piada), a precupaçã pel excessiv nacinalism na arte, uma das características mais frtes ds -nsss primeirs mdernistas e pst-mdernistas, cm Cassian Ricard Cem "Marfim Cererê") e Raul Bpp (em "Cbra Nrat"). A geracãq, cgnminada de 30, pretende dar à pesia nvamente a seriedade que ela havia perdid cm a geraçã anterir. Sã tds eles petas intrvertids, mais humans, mais transcendentais, puc precupads cm a terra e, quand se utilizam da piada, ela funcina n pema em resultad d humr u d sarcasm, para nã dizer que a piada prvém diretamente d desajustament que peta de 30 sente em relaçã a mund que cerca (exempl mais típic: Carls Drummnd de Andrade). Já n que diz respeit ã geraçã nva, chamada geraçã de 45, é visceral a diferença entre ela e 22 e 30. O que a peculiariza c a cnsciencializaçã da frma pética, abslutamente indissciável d cnteu-r ci e também uma «espécie tíe prlngament dele. A geraçã de 45, ns seus petas mais representativs, empresta à palavia um valr nv, independente muitas vezes d seu real significad meramente etini- Igic e abmina hermetism cm prdut exclusiv de uma bscuridade pética frçada, que nada pde significar n amp da pesia mair. Os temas, utilizad- pr essa geraçã tã recente, em geral, sã s temas eterns que a aprxima um puc, num cert sentid, de alguns petas de 3.0 Nã. faz cncessões a pitresc e excra p?ma-piada, tã a agrad de 22 e ainda utilizad, nutr sentid, pels petas de 30. Puc u nada se precupa cm a pesia naclnalista u de caráter flclric. Seus caminhs sã utrs. Sua rta é vertical, enquant que a de 22 e 30 é apenas lirlzntal n seu cnteúd e na sua criaçã artística própriamente d Ha. II A audiçã da ópera, em um at, de Ravel, "I/Heure Espagnle", me faz lembrar a acusaçã qu esfreu cmpsitr francês de ter sid SEM- PRE influenciad pela bra de Claude Debussy. Nada mais injust. Ravel cmeçu a sua carreira de cmpsitr dentr da linha impressinista defeussyniana, para tant bastand lembrar "Jeux d*éaus\ de 1901, e certs trechs d seu quartet em fá, datad de Esse quartet, entretant, já mstra que Ravel saiu de sb jug de Debussy, quand sentims as diversas inl.nsncias BAIRÃO ppulares e exóticas que emprestam tant valr à dissnancia utilizada pel autr dc "Daínls e Clé". Suas bras, desse segund períd, pderiam ser classificadas cm send dc "um impressinism em segunda ptência", que lhe dá um caráter pessal e diriams mesm incnfundível. ' L'Heure Espagnle", d mesm an da "Rapsódia Espanh- Ia" (1907), está há léguas de distancia de "Pelléas te Mélisande". Prque "I que es -ambiente"' en Debussy, en Ravel tiende a cnvertirse en ' perfir\ Ia mancha en dibuj, y I que en Debussy es "arabesc" aspira a ser en Ravel 'mtiv" firme de líneas. La cmparación (íuera de sus dlmensines respectivas) entre Ias únicas cmpsciincs dramaticas de ls ds grandes músics franceses, entre "Pelléas et Mélisandc" y "L'Heurc Espagnle" es sbremanera elcuente". (Adlf Salazar, "La Musica Mderna", Editrial Lsada, Buens Aires, 1944). III Ainda Ravel. Afirma cnhecid musiclg e cmpsitr espanhl, Adlf Salazar, "Ia que espécie de "impressinism en segunda ptencia" que es el de Ravel, más allá que el de Debussy, aparece perfetcamente definid en Mirirs", cuyas paginas aparecen en 1905". Cntinuand a falar sbre autr de "L'eníant et les srtiléges", ele diz: "Refractari a develar sus emcines de índle persnal, pç afectiv, reservad y sec, n llevó a su arte efusines líricas más cmunicativás. Su manera de sentir n se traducia en términs "sentinientales", de Ia misma manera que su sensibilidad n se reílejó nunca en rasgs "sensibles". La sensibelría estaba ya ausente en Debussy, aunque n Ia blandura blandicie. En Ravel es antagônica cn su temperament, cn sus prcedimients y cn su cnept dei arte". IV Os meus amigs mais achegads em geral mrrem ced. Assim aunteceu cm Paul Sérgi. Assim acnteleu rm Yêdd, aquele estranh tip de inteletual que fi Aur Yêdd Martins. Pertenente tradicinal família de Mat Grss, Aur Yêdd Martins naseu em 1922, sb sign da Semana de Arte Mderna, e mrreu na madrugada de 28 de julh cie 1951, cm apenas 29 ans de idade. Frmad em Direit, muit ced sentiu inelinaçã para a pesia, para a ficçã peética e principalmente para a musica. A sua nvela "Malvina" é bem uma prva diss,v já que jvem escritr prcuru, numa linguagem vivencialmente lírica e musical, captar tds s segreds lie uma existência que nã pdia se entregar à mrte absluta e sem cnseqüências futuras. Seus pemas, de um caráter prfundamente human, insistem em se integrar na realidade ambiente daí resultand um tíesa justamente intrínsec, que aprximand seu mdel literari Carls Drummnd de Andrade. Essa pssível influencia, n entant, se apresenta muit mais cm uma atitude d peta perante a Vida c a Mrte, d que prpriamente cm um "sentiment pétic" à busca de uma verdade que êle sabe de antemã precavia. Aur Yêdd Martins, cm aquele utr peta da nva geraçã. chamad Paul Sérgi, se sabia um cndenad, à espera d (Cnriui na 8.* pág.) <" t<l'etrra's E HSfES Dming, 22-3-l95á KINE CÂLDWEL í Aí Sua cncepçã d realism literári - Lê só uns quatr fr Nightfall" - Um vlume de mil páginas - Fala < Caldwell, "Tbacc ERSKINE autr de k,gd's Rad'\ Little "Tragic Acre", Grund" e de tants utrs rmances que se cntam entre s mais ppulares da América, está em Paris pr aiguns dias. E' num salã d Htel Ritz que êle ns recebe. Está em cmpanhia de seu agente literári, Mr. James, de Nva Irque, e para cmeçar, fala-ns rmancista d Ri de Janeir, nde passu duas semanas, em 1948; êle e sua senhra gstaram muitíssim da cidade, afirma-ns. _» Caldwcil é um hmem magr, alt, sec, cm um escssês, lhs azuis irônics, muit parecid a esses descendentes ds pineirs d Middte West, um puc engraçad, de ar indlente. Caricaturas de seu tip sã encntradicas na "Esquire". revista SERIA UM ESCRITOR PARA ^ies^-v. Sem enrme sucess de seus livrs, seria um escritr para De qual- "elites". quer frma, é um ds cnteurs mais riginais de nssa épca. Pssui mais dns naturais d que cultura, mais inspiraçã que trabalh metódic e técnic. Nist se parece cm Hemingway, Fitzgerald. vez esteja êle mais à Tal- vntade ns cnts que ns rmances, quiçá prque seus rmances nã passam de cnts lngs. Pde-se aqui debater a questã e marchar para uma definiçã d rmance. Caldwell sabe à maravilha apanhar um tip num relance, num gest; mas nas cnstruções de lng fôleg é desajeitaifit a CONCEPÇÃO DO REALISMO NO u ROMANCF À nessa pergunta sbre sua cncepçã d realism n ns: rmance, respnde- Prcur nunca afãstar-me d real. Quand cri, trata-se ainda de realism verssímil. Pss deixar minha imaginaçã trabalhar e crrer, prém me esfrç em cnferir à história um sentid verdadeir. O estil bjetiv e fri cntrasta cm a lucura de alguns de meus assunts e s recnduz à terra. A GALERIA HUMANA DE CALDWELL O aviltament, a perda de tda dignidade, a decadência, embruteermentó de seus persnagens, que cmem erva, amam em plena estrada, vivem amntads em casebres, muit cntribuíram a inspirar dúvidas as nrte-americans sbre, a sua própria saúde, sua pujança, sua mral. E a lad dessas descrições dlrsas, atrzes, chcantes, reina, ns livrs de Caldwell, uma pesia verdadeira. O amr que esses pbres seres têm pela terra', que preferem esgravatar a ir prcurar subsistência a alhures; uma espécie de misticism da clheita, de timism salvam seus rmances d prsaic e d pessimism. As persnagens e as situacões, as mais trágicas, assumem um aspect grtesc, cômic, às vezes mlièresc. As defrmidades absurdas fazem cm que suas figuras lembrem mnstrs. De igual frma, d pnt de vista psiclógic, sabe Caldwell desviar de seu bjet um sentiment universai e aplicá-lc a um pnt minúscul, dand assim às suas criaturas caráter nenstrus. LÊ APENAS QUATRO LIVROS POR ANO f Caldwell vive seis meses na Geórgia»U. S. A«). e viaja LO U I S Vf 12., MjwWflB ^S^^^jk';''v'.:vX\'!vAvi--*X-'"'-''- wk» m&'$j&y$yy wmm Mv"' yyy^.y^, wèsèèêmèêm Wrskine Caldwell. quand cri entrev ita Eur ta vez, vei êle à Eurpa i "viagem para uma de ne&s i gócis" de 15 dias. Milã,\ Lndres, Paris a fim de visitar s seus editres e- cntrlar a venda de seus 1 i livrs... Mais de u«? Ihã de exemplares vj êle na Eurpa. O senhr lê indagams. Uns quatr livrs p<?r an. Nã mais. Nã se de, a um temp, le? ^ crever. Quant a mim, jjj fir escrever. Os utrs lêem. E' precis haverã rest d an, Des- cada cisa para que Ma um mund. Quand M» du preferência as cntemprânes. Nã vu prcurar muit lnge, n passad. Faulkner, Hesningway, Miller, a estes eu ce* nheç. Prém nã tenh cnvivência cm eles. A vida literária na América é bem mais primitiva d W* na França. Cada um trabaf lha para seu lad. Q*w d muit, escreve-se m"a que utra carta.. * CALDWELL FAJLAj "A DE LAMP FÕ~ NIGHTFALL" Explica-ns seu uftip "A livr, Larnji fr Nig^ fali": í0m A intriga desenr se na Nva Inglaterra en

7 Dming, E F.TRA S E rart ES Página -'3 ala a"letras e Artes íuítr livrs pr an - O que é seu últim livr, "A Lmp Fila Caldwell ds nvs escritres nrte-americans i cri vh Z N I f Z E Eurpa eútrevistad pr nss crrespndente ua Eurpa de ner j Milã, v fim de t res e le seus l ^L w fhh rs pr _ i. v Ai/M ) W fre gente simples, que vive nas mntanhas. E' a descriça da desintegraçã da vida famiiiar entre s descendentes de antigs pineirs. Um país queimad pel sl, nde s negrs acreditam em srtitégss, em superstições. Nã s surpreende apareciment de um urs branc pelas ruas da aldeia; urs entra numa czinha, a czinheira enxta e vlta as seus afazeres. Finalmente um negr vai lutar cm urs, mas urs bate e derriba, levantand depis uma tas patas, cm fazem s vencedres em lutas de bx... PRÓXIMO LANÇAMENTO: UM VOLUME DE PÁGINAS Perguntams qual próxim lançament. Caldwell ns respnde que será um vlume de mil páginas, cntend tds s cnts até hje escrits pr êle e intitulad: "The Cmplete Caldwell Shrt Stry'". Aparecerá em Nva Irque, em utubr deste an. Cnversams sbre as traduções de suas bras para prtuguês, e ète ns adianta que vai dirigir-se a editr Jsé Olympi neste sentid. UMA FILOSOFIA DA VIDA A vida é que se sente diz-ns Caldwell. A gente quer sempre se enganar a si mesma. O Estad, a Igreja, etc, dizem que a gente é diferente d que Deus fez, e se acredita. "Gd's já em Little Acre1', dizia Ty que é pena que s hmens nã tenham bm sens que s cães pssuem de nascença.., AS GRANDES REPORTAGENS DE CALDWELL Cnvém nã esquecer aqui as grandes reprtagens de Caldwell sbre a Rússia e a América, sbretud saw their fa- "Yu ces", ntável estud, cm abundante dcumentaçã ftgráfica, da decadência e miséria d Sul ds Estads Unids. Esse livr fi a revelaçã de que s hrrres descrits em seus rmancs eram baseads ns mais estrita realidade. Há muita semelhança entre Jsé Lins d Reg e Caldwell, que nã deixams de mencinar a Caldwell, que lg ns pediu para lhe falar de de Enge- "Menin "Cangaceirs" nh" e ' CALDWELL E A CAMPANHA ANTICOMUNISTA NOS EE. UU. Lembrams a rmancista a vaga de histeria anticmunista que grassa ns Estads Unids. Sã arrastads perante a cmissã d Senad prfessres de Universidade que teriam sid cmunistizantes em E Caldwell exclama: E' um absurd! Em 1930, td hmem um puc inteligente era cmunista. Se eu, pessalmente, nã tivesse hrrr a qualquer filiaçã, decert me teria inscrit naquela casiã. Smente em 1938 e 1939 é que se teve a revelaçã de que a revluçã havia sid traída, que Stalin massacrava s câmaradas de 1917, se aliava à Alemanha, etc. Nã pdems punir hje as esperanças de 20 ans atrás... OS NOVOS DA LITERATURA NORTE- AMERICANA Quisems que Caíwell infrmasse alguma cisa quant à nva geraçã de escritres nrte-americans. Ê5e nã se fez de rgad; Há uma excessiva /endência às fassas aíitudes de vilência u de apatia. Nã gst de Tennesse Williams, Truman Capte. Em Carsn Mc Cullers há muit talent e muita verdade. Nrman Mailer é bm escritr, mas èu duvid que tenha ainda alguma cisa que dizer depis de Naked and "The the Dead". A América atravessa sua idade ingrata... INFLUÊNCIA DO ROMANCE NORTE- AMERICANO NA EUROPA Falams a Caldwell da influência d rmance nr- Se-american na Eurpa, cm especialidade ds imitadres que êle própri tem.tid na França, na Sué- :ia, na Itália. Re«ndens: Tend perdid a fé em sua civilizaçã e ns seus valres, s eurpeus se vltaram para a literatura primitiva que lhes era mais acessível: a nssa. Tdavia, descnfi que nã íhes será de muit prveir. Ela ns exprime bem a nós, mas nã a eles. Diante da prta d Ritz, que se abre para a bela praça Vendôme, tda iluminada e aquecida pr um ss de primavera, dig :sdéu$ a Ersfcíwe GáldwelL \ "ELEGIAS 3 9 MAURITÔNIO desses pemas é quase sempre das elegias. O bastante para se bservar a unidade pética, a unidade de entnaçã d 11- vr, a linha reta de sua inspiraçã. Pesia genèricament mncórdica, nunca linear em inspiraçã. Estã aí algumas qualidades desses pemas das "Elegias", bastante para merecer nss respeit. Mas. há utras: há juntamente cm essas uma qualidade de caráter reginal, ainda nã bservada pels que se detiveram sbre livr d líric pernambucan. E a fixaçã, as raízes desses pemas ntrduzidas na cidade "flutuante" d Recife. Álvar Lins, n prefáci,, tcu de leve neste aspect e fi únic até agra. Mas disse quase tud em quatr palavras. Prque 11- vr de Maur Mfca td éle exibe um desej e um esfôrç de fixaçã na cidade, nas suas sugestões dminguje i r a s, nas suas sugestões aquáticas. ns seus passeis, nas suas praças, sbrads, cacas, nas ruas. "reais"' u "mrtas". De um reginalism nunca bairrista MEJRA OM "Elegias", Maur M- esses pemas fram felta, ta vem nã apenas s cm terms nacinais e unlversais. "Dming n Recife" é C^\ -* desligar d númer ds inédits. Seu livr trás pnt alt de tds eles. Além uma reivindicaçã muit mair, das sugestões de rdem crnlógicas relativas á cidade [<D- a de uma psiçã estética que tem de ser das mais invejaveis de nssa literatura. E mais imprópri para menres" 1 das ming) "d primeir cinema um "d Nrte" que tma assent nas páginas da história figuras ppulares, [(Dming) de rdem pitrescas, lixand da literatura brasileira. E numa psiçã singular, cm a guel"], das sugestões mesm d "d Clarinete de "seu" "Mi- que Maur Mta vem cnseguir, cm a cnstruçã despr- imutável d bairr de Sã J- bairr (Dming clnial psitada de uma bra que se, sé" u "O Espirit Sant balxará n Páte de Sã Pedr") de iníci, teve muit de uma eclsã de lut intempestiv, a tdas de ligaçã apenas recifense, ntem-se utras em têr- seqüência prcessu-se n entusiasm da calma, na vlúpia ms gerais e nã apenas reglnais ("exuma-se baralh na d vagar. Nada de carreira, nada de atrpels, nada, também, mesa de jantar")... de jrnalism pétic cm a Se tm geral d seu livr sua imprvisaçã, smente para a vida de um dia. O que é mei smbri, se éle se cnfigura, ifecha-se esteticamente precupu íi a seleçã da elements insubstituíveis, essenciais, em sua inspiraçã. êle nã chega a trair talent às alegrias, à pesia de épca, Daí, a energia diradra que repusa na cnstruçã básica e de várias faces que c na verdade. Nã encntrams em na intensidade lírica ds seus verss. Nte-se que a sua "Elegias" pesia já passu pr uma ba pr- crnista da cidade, clabran- apenas peta e va de permanência: a mairia ds seus pemas e tdas as elegias fram publicadas há alguns Tant crític clabra cm d-se. Há; também, critic. ans. Vems que acnteceu. peta em "Elegias" quant em Nã se pde supr que a pesia de Maur Mta íique; ela plaqucte anterir "N rteir d Cariri" clabru já está permanente. Cm a seus verss resistiram a sepultament sb sdias desses princípi a fim d livr, numa peta cm prsadr, de ans. Cm d mergulh que de_ ram, acmpanhand as açãc de fecundante ternura. páginas amarelecidas ds jrnais, vltam cm mesm fôleg, sufi- clabraçã de um cm u- A prva mais realçada dessa ciente para surgirem à tna, tr artista encntrams nítidamente em "A mesa", um ds sem mudar, nem arrefecer a sua vibraçã e sem sfrer nada pemas mais bem realizads d em sut atitude! Têm mesm calr ds primeirs dias. a que tem de pétic, dè frmal, livr, que se sbreleva, ra pel mesma seiva e inspiraçã primitiva. Cm se aquela perçã crítica, atuand na seleçã de artesanat, ra, de còntenmanência n quasi scpultament tivesse apenas prprcinad d pensament e na esclha das palavras necessárias. É nde ó crític clabra mais, se um estági nde se depurasse, uma rupa branca que se bem que sintams a sua açã põe n cradr nara ficar mais até nas elegias nas de n. 1, alva... Pesia digams -* *. 2 e ns tercets da ri. 3, particularmente. Ei&. "A mesa", es- que nã fi feita cm pressa, nã fi publicada cm pressa, tã tds s artistas presentes que nã se acabará cm pressa em Maur Mta, cm em uma pesia de permanência assegurada na seqüência ds dias. fundar muit, ntams cm, síntese. Se frms ns apr- Já nã quer falar, agra, aí, anda também a experiência mdernista influind n ds dez snets que frmam as elegias genericamente ditas. Pixem-ns, pis, ns restantes. t quant a clássica na cndu- sentid pétic ds verss, tan- Cm bservu Luiz Delgad, çã da mensagem, n que cncerne à frma. O que nã mestre sempre atent, tm pa- Ml II" li.l"j.i,ll> li.i i»h.i I».»?".'-«.Li..'«H rece puc, quand se sabe que mdernism e classicism s nã se apresentam irrecnciliáveis vem-l em Maur Mta sã de md geral incmpatíveis, antipdamente dlverss. Eu gstei de "A mesa". Maur Mta sugere uma veneraçã pel móvel de tal md que ficams pensand n quant de pétic tds tems em nssa própria casa. Aquela mesa que vei d casament d bisavô, que serve de "palc d velóris", cberta "mrtalha" da talha branca, que pela "decisões presenciu familiares, cartas de jg, utras cartas, escritas na cabeceira"... ns tca simpatia, sentims seu rangid "que nã é da madeira"... Em resum: sbre cada um ds pemas deste livr, pderia ser feit um ensai, pr antig u mdern, tais as tendências da pesia de Maur Mta; antig, n sentid de clássic. Seus pemas sã, em suma de substâncias, nã de palavras. Picam. E ns trazem uma 11- çã, principalmente a nós jvens, a d vagar n?( prduçã, d pudr de cada um expôr flanc ã critica c exprse a abism da letra de frma um abism a síu md. t^-ereir 1953 P*1* i-..

8 -*igin» f ' t E T R 'A S' E'rARTE S I Dming, V5â (Cnclusã da 5.1 página; /astr d presente d Indicativ d» verbs. Kserevrr n presente, nã n passad é acreditar que rmance, a invés d que cru crença de um Flaubcrt, de um SUmdhuI, de um ltal/.í - u de um Kca tíe Queirz, é muit mais um panflet que uma bra de arte. F iud. afinal, kc re-., sume nist: para nc-rcalista a mdificaçã da àcleda- <lc imprta ini'it mais que a interpretaçã d hmem. í: a presente d Indicativ que Fernand Namra presta as suas hmenagens? Ni» rmánçe que Fernand Namra acaba de reeditar Minas de San Francisc, presente d indicativ nã é temp nrmalmente empregad, A açã scila a td mment entre temp presente e um temp que de algum md se pde cnsiderar passad. Parece-me muit mais reprvável ainda esta alternância de temps. Através dela nâ pdems siquer admitir que rmancista mantenha perante a vida rima psiçã definida. Seria muit preferível vê-i empregar sistèmã-tlçameitte só presente d qifc ser testemunha de.iíe prcess em mie se adivinha antes de maitf nada imprvisaçã c falta de cnsciência estética. Na verdade, vai e vem ri temp nas Minas de San Francist nã bedece a qualquer critéri. Se Fernand Namra julgu que adtava algum, crt é que nã ns deu dele qualquer chave capaz de ns ajudar a cmpreender seu prpósit. Se critic nã cnsegue atingir qual sentid desta flutuaçã sem precerténl&f. leitr,!èsse; pbre dele, a td 'mment sacudid entre ca e lá. entre presente e ò passad, entre espaç imaginári de açã e camp d*! redaçã dá bra, é muit natural que venha a sentir-se cmpletamente desrientad. Segund a gramática', s temps principais «s verbs indicam que a açã é presente. passada ii futura em relaçã a um mment igualmente passad u futur, Pis bem: presente, segund a mesma terminlgia gramatical, pressupõe u indica eme a açã nã só è praticada n mment em que se fala. mas ainda que é cntinua, habitual u eientifiçámenièí verdadeira. Assim dia, pel mens, a graraáticá que tenh à mã. Quand Fernand Namra, a página 9íí das suas Minas de San Francisc, escreve, pr exempi: "Ti Card nã quer pensar nestes negócis sujs. Bas- 1a-íhe a mága de ter um filh na candnga, aparecend cm casa a hras d diab, cm 05 deds recheads de anéis, fats de senhr da cidade, cntand aventuras de lhs esgazeads. Nunca se sabe nde ele para, inquiet, agitad, imprevist cm vent" estams diante de uma açã açã que se traduz n pensament de Ti Card nã só pratlcada n mment em que rmancista escreve." mas ainda diante de uma açã que pressupõe cntinuidade, habitual!- dade, uma açã "cientificamente verdadeira", cm reza a gramática. Repare-se cm estas características, tratand-se da açã de uma persnagem de rmance ist é, d pensament de uma figura fictícia se adaptam mal á sua navureza intrínseca, a qual nã pde deixar de ser cntrari de "cientificamente verdadeira". Cm efeit, um ds princlpais incnvenientes d empreg n rmance d presente d indicativ, sbretud quand a-maneista faz us dele para penetrar n pensament das suas persnagens, traduz-se neksa certeza nsitiva científiea imnlícita n caráter indisctilível da açã que enuncia. "TI C-«rd nã quer pensar..." Pis ^á «retirar a pensament, a slibóquí meu- CONSIDERAÇÕES SOBRE O EMPREGO DO TEMPO DOS VERBOS NA ARTE DO ROMANCE tal, a flutuaçã inerente a tud quant decrre na cnsclcnelst, lugar nde ninguém penetra a fund, nde nem mesin rmancista tem acess fácil? Supnhams que em vez de "nã quer pensar*' se tinha esórltò: "nã queria pensar". A passagem d presente para imperfeit retiraria imediatamente a açã sr» caráter psiüv, cientificamente verdadeir. N imperfeit a açã é presente cm relaçã a utra passada, u cmpletamente pas- Nada, u ainda, ec cas, indica um desej de cuja reall- /açã duvidams. Este "queria" cm lugar de "quer" viria intrduzir n at de' pensar enunciad pel rmancista a necessária flutuaçã, a dúvida necessária para que ieitr ue sentisse diante de qualquer ci- BA intraduzivel em terms clentlflcamentc verdadeirs. Pr mair que seja pder d rmancista sbre as suas erlaturas, é indispensável qu leitr as «inta agir cm independentemente da intervençã daquele. O livre arbítri é nã só sinal da autnmia d ilmcm perante Criadr, ma» também prerrgativa indispensável à afirmaçã da vida nas persnagens d rmance. Bem cert que empreg d presente nã é negad a rmaneistu, mesm cm caráter excepcinal. O presente, lá diz a gramática, pde substituir perfeit d indicativ quand se pretende dar mais vida a discurs. íí entã "presente históric". O exempl* clássic õ de Os Lusíadas: "nã acaba- NOTAS PARA IM DIÁRIO REFLEXIVO (Cnclusã da 0\a pág.) mment prpíci e únic. Nã desiludiu nem a si me&n, nem à própria Vida. Matu-se irremedlàvelmente; Matu-se sem deixar nenhuma explicaçã a ninguém. Matu-se cm rguin daqueles que sabem que «> Vida realmente vale... Alem de "M-.rlvina", Aur Yedci Martins deixu alguns pemas ainda inédits e deixu também uma utra nvela sem títul definitiv. Clabru em algumas revistas e jrnais d país, prém uma grande tnsciência artística e urna humildade incmènsürávél impediram que éle publicasse (em vida) a sua pequena mas valisa bra literária. Aur Yedd Martins, que tanta sensibildade pssuía para a musica, matu-se em.silênci, persistind naquela.slidã que smente s verdadeir» artistas cnhecem. Talvez ele adivinhasse, cabalisticamente, que silenci é, acima de tud, a frma d Hmem se manifestar através d Sm... Talvez êle suspeitasse que, n silenci d Mrt, está a máxima realizaçã... V Leitura e releitura de "Pass da Memória", de Jsé Tavares de Miranda; de "Glrassl de Outn", de Dmings Carvalh da Silva; e "Nigandrés", de de August de Camps, Deci Pignatari e Harld de Camps. À nite, uç "Lulu", pera de Alban Berg, em três ats e cantada em alemã. "Lulu". cuj librett é d própri Alban Berg, é uma cndensaçã das duas famsas tragédias de Frank Wedekind; "Erdgeist" e "Die Buchse der Pandra". Infeliz- EVOLUÇÃO EM MARCHA O nv trabalh de Julian Huxley agra publicad ns Estads Unids se intitula "Eviutin in Actin" (Harper). O fams bilgista fcaliza dis bilhões de ans na evluçã da bilgia, prcess de que resultu hmem mdern. Nesse trabalh Huxley cnclui " que prgress da evluçã bilógica está terminad", e que agra é épca d hmem dirigir 5eu própri desenvlviment. A MODERNA FICÇÃO CIENTÍFICA "Mdern Science Fictin: Its Meaning and Its Future", de Reginald Bretnr, acaba de ser editad pr Cward-Mc- Cani. Estudand significad e futur desse gêner literari, reunem-se n vlume ensais sbre a ficçã científica cm uma nva expressã da literatura fiecinísticá. AS MEMÓRIAS DE SAN- TAYANA O últim vlume da autbigrafia de Gerge Sántayana, "My Hst the Wrld", será publicad neste mês de març pr Sribners. Send terceir da série, cuj títul geral é "O Mund Meu Anfitriã'', esse mente essa bra ficu incmplet, já que seu autr mrreu un 1935, antes de terminá-la. Trata-se de uma peça tremendamente dramática, uma das pegas mais dramáticas deste secul e, sem duvida alguma, juntamente cm "Wzzeck", uma das peras mais impr tantes da musica cntemprânea. O tratament das vzes e da instrumentaçã é revlucinári E escrevend sbre caratcj de Lulu, Lawrence Gilinan, cnhécidó critic, diz: "A symbl fhüman passin ad agny and írustitin and deíeaf. Dizer que atnahsm é uma arte matemática, abstrata, fra da terra e d sentiment human, e piegas e demnstra puc cnheciment cie causa, para nã dizer que demnstra um 'parti-pris*' abminável, em se tratand de cmpreensã e de sensibilidade. "Wzzeck" e "Lulu" pssuem remanescentes de um rmantism insfismável. Abrdam temas absutamente humans u dependentes das paixões humanas. Uma precupacã religisa atravessa essas bras de lad a lad, na necessidade que tem seu autr de uma definiçã d Hmem cm prtpi. Aliás, cm escreveu um crític de Praga: "Lulu is a herine f furth dimensinal pwer inher endurance and her suffering, destrying ali that she magnetizes"... VI Relei, utra vez, "Die Aufzeichnungen des Malte Laurids Brigge". E, agra, na ediçã argentina, lançada pela Editrial Lsada, de Buens Aires, numa traduçã d ensaista Francisc Ayala. (Às IG e 30 hs.) Estu cada vez mais vlume tem subtítul "Pessas e Lugares" e é a história ds últims ans de Santayana na Inglaterra e psterirmente em Rma, nde se retiru para uma vida slitária. UM ADENDO A respeit ainda da publicaçã de "Mdern Science Fietin", cmenta "New Yrk Times" em seu Bk Authrs; "O livr examina "prque" da ficçã. científica, as razões culturais em que se baseiam seu desenvlviment e sua ppularidade e sua influencia em nss md de pensar e n cncert que tems d univers. Entre s antlgiads se encntram s ensaistas Fletcher Pratt, Anthny Bucher, L. Sprague de Camp, Phillip Wylie e Gerald Heard. PRÊMIOS DE POESIA 1952 Cm títul acima íi reunida em vlume uma cleçã de riginais de pesia de autres laureads n gêner. (Uni«versity f Pennsylvania). OUTROS LIVROS DE VÁRIOS GÊNEROS Divulgam-se ns Estads interessad nestas paginas smbris que cnstituem s caderns de Malte Laurids Brigge. Apesar de uma certa bscuridade pética e de um excessiv intelectuahsm, qüe é mais ntável neste livr é estad pétic em que êle fi criad, estad pétic que me parece uma cnseqüência da \ trama psiclógica aqui delineada c, misterisamente, acmpanhada de cmentáris crítics particularmente esclarecedres. A precupaçã pela infância perdida é, indubitavelmente, a parte fundamental da persnalidade d autr das "Elegias de Duin'". Um mistéri indefinivel envlvend a alma humana e Insndavel percrre a bra tda, numa sugestã metafísica verdadeiramente admiravel. (À nite) cm auxíli das palavras de Guilherm de Trre: Acas Ia pesia en sus últims, ei. sus más purs reduets n tiene alg de essencialmente inefable, de fatalmente incmunicable?" justificams cm facilidade ' que é bscur neste livr e até achams que essa bscuridade ci necessária para a sua realizaçã. Ela cria um "clima." indispensável para a cmpreensã ttal da bra de Rilke. Ela empresta lirism a certs trechs fantasmagórics u apenas de ama fantasia dentia. Ela define uma persnalidade tã cmplexa cm a d criadr ds "Snets a Orfeu". Ela ss justifica em si mesma, cm se ela fsse a necessidade d própri Rilke para aicanaçr a plenitude d Td Abslut através da sua senribilidaed descnhecida até pr êle mesm. {M f>? Unids s seguintes livrs de lançament recente: "Marx e a Ciência", de j. D. Bernal, Estud. (Internacinal Publishers). "A Ciência, a Linguagem e s Direits Humans", (University f Pennsylvania). Encntram-se aqui ensais apresentads n "Annual Meeting", d Clégi da Cidade dtj New Yrk, em dezembr de A publicaçã é da."ameriean Philsphical Assciatin, Eastern Divisin". "O Dilema da Demcracia Scialista", de Peter Gray. (Clumbia University). "Os Escrits de Thmas Jeffersn", vl. 6 (de 21 de mai de 1781, a 1 de març de 1784), de Juliaii P. Byd cm a clabraçã de Mina R. Bryan e Elizabeth L. Hutter. (Princetn University). "Andar sbre a Pnte Escura", de William CFarrel. Uma história de "Clube detetive d d Crime". Em abril próxim será publicada "A Smbra de um Snh", nvela de Charltte Haldane. A autra já assinu um trabalh sbre Mareei Prust. S. C. va, quand uma figura Ke ni mstra n ar". O perfeit anda sempre a lad d imper* feit. 1: cm esses dis temps qu rmance de Flauberl cria as suas admiráveis perspectivas n temp físic e men* tal das suas "Frc* persnagens. dérl 8'nrrêta pluslcurs fh dans Tescalicr, tunt sn ceun battait frt" - lé-se, pr exempi, na sua Êducatln Senti* mcntalc. E aqui tems a ver. dadeira perspectiva d rmnnce, a perspectiva d rmance tal qual praticam s grandes mestres da arte de ficçã. X'd«uma açã exterir descrever-st n "A presente. mina é uma cheia Implacável, que vem sempre e sempre crescend", lêse, a certa altura, n rmance de Fernand Namra. E enti empreg d presente está cert. O que nã ó um fat psitiv, que de md algum fide ser apresentad cm caráter científic -~ é que s passa dentr das criaturas humanas, as Idéias que se frmam na cnsciência das persnagens. que flui c reflui n íntim de cada um de nós. Fernand Namra tem de ter ist em menté se quiser que s seus rmances se ns nã e\\- bam cm nã cnvincentes. De fat, é na perda de verssimilhança interir que se traduz empreg d indicativ >»u descriçã da cnduta mral dns persnagens da literatura de ficçã. O que trna admirável a verssimilhança ds mestres psicólgs é tat cm nc estes sugerem mviment da cnsciência das suas criações humanas. Em psielegia nãn há certezas. Tud é títittiánte * cnjeturaj. Há quase uüí sécui yue Frcdéric, herói da Édiicattn Sentimentale, "paru várias vezes na escada, tã depressa. seu craçã gatia". Mas esta açã d herói de Fláubcrt, precisamente prque já era petssada n mment cm que rmancista a evcava, líá-dc ser eternamente presente. Quand rmancista afirma a prçsença de uma açã dependente ó' seu at de afirmar, leiti só pr si nã tem pderés P»raf prferir "sésam" que a despeitará, chamand-a à vida?5 precis um grande esfrç de adaptaçã para se ler um livr em quç tud é presente. E esse. esfrç de adaptaçã resultará pr assi mdi-/er iníiiil se leitr, mal acabu de fazer, para se adaptar a presente de uma açã, lg é brigad a anulá-l para regressar a seu passad. / Mas há mais: se a histõria que rmance ns prprcisa c, de fat, de uma tal atualidade que as circunstâncias que refere se encntram de tal md acrrentadas a um. determinad acnteciment históric que só pderã ser cmpreendidas de acrd cm eíe, entã, lid ans mais tarde, quand desapareceram de td as cndições históricas que determinaram, esfrç d leitr terá de ser dupl: a auxíli que tem de pedir a r-< mancista para recriar as suas figuras vem juntar-se que é brigad a slicitar da história, para entender s fats que lhe sã narrads. As Minas de San Francisc, diretamente relacinadas cm a mineraçã d vlfrâmi, fat que tem a sua explicaçã na guerra de 39, jã hje, n seu presente d indicativ, temp verbal que afirma a cntinuidade e a verdade científica de uma açã, se ns apresentam cm qualquer cisa de espectral, de pre-históri" c, de fssilizad. assim qw; presente cmprmete s r : mancistas. Quand mais d sei temp julgam afirmar-se, maii se cndenam a estilar-se n< passad. Só que nasce, real mente, integrad numa pers pectiva de cert md intem. pral ferece, em verdade, cndições de perpetuidade. Nãc. há presente n rmance n«rmance só há passad. Ai d rmancista que acredita na nermanencia d eíémcr! r : à sa- U i- ai s* m ); í t.s l āis V^aiO :ia ver* M r f msíam ^není mai:;.0"'"ntar pr- c e SS v. (mnt f/dei- *" U- 1 «- l " lhe l WSÈL f * fíiü m S H M jjí.fff-ji*r--~^^'gjií^m^'ii'wifchrrriwiiw ZàmmfW1^ 1, BK f ibb

9 w TA p Dming, 'LETRTIS E rart ES Página 9.-.»-- >*- \0 hci sc rl em qulr e cartmantes; em «stról* us, sim, quase acrdlt. ri mens duas vcr.es tive le,l;i entã tm hrscpista de Fí em Vlksilórf, pert de Hamburg.»t* aut. pr euire murs c arvres, chegava-,(. ia num pul. E. cm a cnsultas dessas em^tfnpqjal-,c melhr, érams t-lrlke Nau, KertOl Amklcc, Leite Spcirva, Ara e eu. Custs agra traduzi-las, mas que, cnsc, aquela tarde, alegremente se atiravam a ucrer pder espiar um triz lie leus destins. Ulrike, a bávara, slta, sem pausas) trigueira Uináriea, de crp subid pernas lngas, cm s de uma nòrdlca. Grelel, sua prima, da Tiuíngia, simples lura, que vinha de achar mar d amr, c redi/ia. cm jeit de sust: Dic Liebe Ist da.s Element des Lcbcns! E Lene, òiideta, de es- «ninads lhs verdes cm cinlil de pedras, espessa ruiva, eslavas maçãs d rst, bmta, mas lg influind uni az iiiquiclantc c imprecis. Frau Hedst ns recebeu na mfifislnal, cra lisa benevlència. Era uma ampla senhia, lavada c enxugada, livre nas rupas, definitiva. Admirei-Ihe as maneiras e sua ciência ds astrs, que devia ser plena, a pnt de dar-lhe tant desdém d ritual cabalístic. Apenas tinha pert de si íim gat, amarel, sentad, «pie trazia tud para dentr ile seus lhs e gerava n ambiente eletricidade e amníac. Principiand pr Gretel, Frau Heelst curvu-se n trabalh. Flheu / tabelas, usu fapis e cmpass, traçu um circul. Em cncentraçã de matemátic e nã de vidente, fi frmand númers, trignmclria, signs. A cab ds cálculs, vltu-se. E anunciu tendências inatas, passad principal, futur próxim «que a Gretel tcava, segund céu antig. Gretel escutua, sem reagir, sem um nesta- «ej. Falu, a fim: Sint, cara senhra, mas explicad, até nde sei, a mim nã pde aplicar-se, absluta mente nã. Frau Heelst nã hesitu um til. Só: Assim, minha filha, as indicaçôes que me deu devem ter sid de algum md inexatas. Nasceu mesm às 6 da manhã, e em 1915? Rápida, fi Ulrike Wab quem apntu err: Gretel nã era de Erfurt, cm desatentamen* te dissera, mas nascida em Darassalam, na África Oriental, de nde teria vind menina. E latitude e lngitude cntam, ns assinalamcnts sinderais. Frau Heelst acariciu gat. Cm mesm cmpst afinc, retmu a tarefa, que nã du- aru mens nem mais que da «primeira mã. Mas s resulíttadbs nvs sc disseram muit certs. A uvir que ia depres-»í?a casar-se, e ter quatr fi- «lhs, a cnfirmaçã de Gretel pcaiu larga: t)ie Liebe Ist; idas Element des Lebensl > E entã vei a vez de Lene íspeierva, de Maricnbad, cm 24 ans, vestida de verde. Esgerávams. Súbit, sim, mal cmeçara a reclher-se, Frau HHeelst se desassestu. Apa* mhu-ns s lhs, em unia mirada em arc, e infrmu, ma tant desviadamente, que estud astral da mça pu*-> aiha-se mais difícil, se mstraiva cnfus, que preferia na»1 «prsseguir. Dava pr atenuarse nas palavras, mas traía-a V> sbrecenh, td tm.! Lene insistiu, um centímetr. Frau Heelst demru, dna üè si. Naturalmente, nós, cm mela algazarra, tínhams de apia- Ia: que sem dúvida cnvinha (adiar, em melhr casiã vl- -taríams. Prém Lene teimu, ÍM>r sete varas. Pel amr d Céu, Frau fleelst! Dev saber minha srte... De mim a mim, tive que aijigiim lance a pieara, talvez «, Impetus de Ulrike, qualquer fínía em seu lhar, u a in- A SENHORA DOS SEGREDOS vluntária praga meridinal:. Iliinmcihcrrgttsakra! em que pensasse perceber uni subtn de Irnia, Prque as duas já vinham cruzand antipatia limpa, quase de trib a trib, inevitável, c que agra parecia afiar-se cm pequen udi. Daí Frau Hcelsí, cirúrgica, sc decidira. Perlekt, era a sina da /. GUIMARÃES ROSA iitra, a seu querer; cubesselhe, pis, fel e mel, a brigaçã dela advinda. Mas, prfunda c a malícia de uma maga, n sua sabedria: acrescentu que a sessã teria de ser a dentr de prtas, smente na presença da interessada, e de uma pessa mais, cm testemunha; c, para nss pasm, esclheu Ulrike, ** As duas cncrdaram, de brusc estreitas, uma c utra, ^ ROMANCE NATURALISTA na firmeza germânica. Gretel. Ara e eu saims para a saleta, nde fizems pr abrir hnesta cnversaçã sem cr, sbr trem d temp. Mns, de. malguarda, nssa fala era apenas rumr, human tímais cm de pã mastiga» d, e cada um bebia sua sm- O E O ROMANCE MODERNO Azeved fi, cnscientemente, um seguid}- ALUIZIO de Zla e Eça de Queirz. Pr acas eu havia lid, pela primeira vez, O crime d Padre Amar, de Eça de Quei-- rz. A dia seguinte apanhei O Mulat, de Aluizi. A terminar a leitura tive a sensaçã de que Aluizi se inspirara diretamente em Eça. Até bem puc temp pensei desta frma. Depis, analisand me' lhr, vi que há, de fat, semelhança entre s dis, mas prque ambs se filiaram à mesma crrente literária Naturalism. Os naturalistas, essencíalmente bjetivs, davam valr demasiad às descrições. Tant que Renan, irnicamente, fingind ignrar Naturallsm, "O perguntava: Naturalism existe? Ah!, sim, duzentas páginas para descrever um jardim..." Pis este gst abusiv pelas descrições se encntra também em Aluizi Azeved. Cenáris e persnagens sã descrits cm minúcias. Um cenári, pr exempl: "A lad, uma prensa de cpiar, um xp d água, suj de pó e um pincel chat; mais adiante, sbre um mach de madeira preta, muit alt, via-se Diári deitad de cstas e abert de par em par" (página 1 nva ediçã Garnier, sem data). A "Repüblica" nde mrava Paiva e a rua, a amanhecer d dia, sã vivamente descritas nas páginas 50, 60 e 61. Qualquer /. /. DE LIGUEI RE IX) III persnagem que surge, sja principal,.c.e.ja secundária, é lg minucisamente descrita. O dutr Silveira, pr exempl, iigura sem imprtância n rmance, aparece na página vinte e dis e lg diz autr: "Hmem íntim da casa e figura cnhecida na plítica da terra". Os imprtantes, entã, cm Camps (5, 6), D. Maria Hrtência (4, 6), prfessr Antôni Pires (12, 13), Angela, Vascncels, Jã Cqueir (50), etc, tds surgem, sã apresentads e descrits, c cmeçam a agir manejads pel autr. Amânci, figura central, vem descrit mralmente cm "snhadr, sensual e vaids, hipócrita, vlutus, medrs, ruim, temperament cálid, desensfrid, fingid". Fisicamente aparece cm "franzin, imberbe, ar mei ingênu, rst mren e chupad, pômuls salientes, lhs negrs, bca estreita, dentes bns, clars e retínds, testa pequena, curta e sem espinhas, cabels cresps". O autr ns dá a impressã de estar descrevend um sujeit que abre uma ficha na plícia. Ainda pres âs idéias naturalistas, que viam n mei e na heredítariedade as causas para as bndades u defeits ds hmens, Aluizi, antes de mais nada, cuidadsamente, prcura mstrar Amânci "apanhand muit em pequen", tend med a pai, sempre fingind, e cm a mãe carinhsa a amenlaar s rigres d velh Vascncels. Já rapaz, Amânci diava a pai e a mestre Antôni Pires. A cena da briga de Amânci n Clégi, reagind pr lhe haverem xingad a mãe, é feita para explicar hmem dissimulad c vingativ que saiu d menin recalcad. O reumafclsm que Amânci apanha depis, herdu- da preta que amamentu e deu-lhe a sifius (Idéia da hereditariedade). A td instante autr diz cm é persnagem. Os diálg? apenas prcuram justificar as afirmações d autr que, às vezes, nfi cnsegue bem seu bjetiv. Nas páginas 33, 34 e 35. pr exempl, autr quer mstrar Amânci incapaz de esfrc séri, levian. E levand a exager gst pelas der,- crlções, fala de uma extensa carta. Esclarece até quantas flhas de papel a carta encheu, cm eram as flhas, que se disse nelas. Os diálgs das paginas 41 a 45 querem pintar Paiva interesseir e fals, enquant que Simões aparece cncentrad. A cena d Braz dand pancada na mulher 6 viva, cheia de descrições e minúcias, e deseja, evidentemente, dar um panrama d Ri daquele temp, nv mei que vai influenciar Amânci. Os persnagem; nã sa descrits uma vez s. Cqueir, pr exempl, surge em váris passs (50, 69, 71). E a idéia naturalista da acredita- (Cnclui na 10.a i)ág\).ji-1,*<w*^^*3mcs^~* *- " ' * T^mmwmwmmmwm^mmm^mjmjmjmmjmfmfm^ HK'".,<!* ' isbmmmwljmmj^bj.. - ^vsv-v^x-^v > v^'*: *;» :m* Wk * 'ifv ^w lü 1 BHIW' v^^mm Hk: 1!m]M'IÊ!WmmM^KSmmMWÊÍki^'^B^SSIÍJJma :' ' ' ' - '\'-tsfp HaBgy^SiaB R&gy-Sl BBMaBa.v >>:» mjmsx^sê WtBbbZm dw-w?? '' < : y- ^Jiclffll Wmlr^nCSmF^^^SfnB^aSnL nrawpb HafflHW^-?7*...-. > '»?'Ai' ''iilirbhiwwwmiiíiifflr : 'anfiwllmtíifsisml 16 IP A Vinheta de SANTA ROSA L V A SEI QUE O MUNDO, LÁ FRA, NÃO MAIS REPOUSA NO CAIR DAS NOITES: t TÃO INQUIETA A SOMBRA DO CREPÚSCULO, COMO O SILÊNCIO CÍCLICO DA AURORA. MINHA VIDA CONSOME O TEMPO E SE DESFAZ NA SOLIDÃO QUE O TEMPO ME CONSOME, REPETINDO-SE A BUSCA, A SEDE EA FOME. RESULTADO DE MUITAS ESPERANÇAS, ME ENCONTRO ENTRE HORIZONTES, COMO UM PEQUENO MUNDO, A PERDER E A ENCONTRAR NOVAS DISTÂNCIAS. E. C. CALDAS % lula curisidade, cm um vi* uh fri. Enfim, d('i)t»ií», reapareceram. K Oltremeccmst víams Lene rmper era prant, amparud-.*»e cm Ulrike, que a abraçava, lr,t/ciul-a ate nó», afafava-a; cliravam juntas. Xerrivcl... Trrivcl... fi a única revelaçã qu tini.i- ns passu, num sussurr. E n entant, n rst d Prau liecist, â pria, s liams branditra c seriedade, v. nada a nã ier pura bndada <n% seus lhs azüls -M.i- minhn segunda ida ;i Vlksdrf s«: iun smente»»u meads de.junh de!!);>!>. c prtant quns um an após; (mand Wr. Gebbcls andava visitand Dantzig, c eu linha uma ra pergunta prnta pa- Frau Hccist. Haverá guerra? Ach, nee... De md nc* niium. Esteja sssegad. A respsta era a respsta. Mas nã a previra em lhar tã ras. O «at lá estava, dentre d círcul de sua cauda. Seus lhs sugeriam s jlc Lene, c vestid de Lene, de quem me faltavam nticias, a nã ser que estava niva de um hmem de má lama, e pr iss em luta cm a própria mãe, que rta queria dar cm luca c ihternar. Afinal, eu ali nã pas:;ava de um estrangeir, e * temfis íeelst serviu-me chá. eram perigss. Piau Tríviand enversa, pedi para saber cm seria iuvestiçãvel astrlgicamente aquele assunt, de paz c querra neste mund snblunar; e ela grau em gran se descerru, vist que terren da ciência é da sã cmunicaçã. Sim, pdia-se tirar gráfic d destin de um país, dum regime, desde que» a data de sua instituiçã rsse cnhecida. Para I!l. Jtekh, pr dizer... E pr que nã recrrer as hróscps ds rapazes em idade militar? Olha, nã, nã, nã... e Frau Heelst riu rednd. Es«es nunca vêm aqui... Iss pr Iss, nã a nã, s?in a sim, fms faland, entretant, das cisas guardadas, slirestranhas, servas d Íaust4> e funest. Quem sabe, valeria preparar, in abstract, nrscópis virtuais, ba cópia deles... Glbalmente, cm as catatísticas ds nasciments nas diverfüis parles d pais... Talve/, já pairasse, fõutc centenas de milhares de vidas, influx mins de. Marte. Mas, para fim, Frau liecist dissuadiu-me de especular haquil, pis guerra nã iria haver, pel mns a guerra cm grandes cndições. Deciarava- cm afã prudente, c mesm patrióíica, demnstrativa. Nssa despedida fi quase afetusa. Tant, que passei a lembra- Ia grande lura, ã banca, de seu fici, na trípde, eürvada sbre s celestes área n;;.»e em de Ulrike Wab, cm seus mviments de nça em jejum, sua alegria elástica; Gretel Amklee e sua densa incência; e Lene Speíerva, brasas na cabeça, rutilante cabe- I. Kclcmbrei-a, cnversand em Ara, pr td junh, julh, agst, vez mais, vez menós. 'feria de recrdá-la sempre. Mas, just naquele dia, eu estava pensand em utras cisas, aquela manhã precisa men - te, quand me chamaram a telefne, de Vlksdrf, Frau Heelst, turbada, aflita. Faiu, falu urgente desájuntanu frases:... Se lhe seria cnsentid emigrar para Brasil, para a America, qualquer cidade nssa, nde huvesse cm ganhar seu sustent... Se pdia vir ver-me, cmbinar s prmenres, receber prntamente s pa - pé.jh, parur... Nã, Frau Heelst, na«a mais era pssível. Nã permitiam s astrs. Dze dias depis, cmeçava a guerra. (AgênéLV. Nacinal).

10 - ;- X! «uiumn»^..^^^bmamittaillllll^ll^llll l im ll MI MllilllMll^ - ' 8?.' íí^l,-*í"" Página 10 HET R'A S E (Cnclusã da 8." p&ff.) dar cmpadre, qu necssufl muis d."< êle. Apesar d tda a sua bravura na defens& d prim, Vitrin jamais pupa a sarcasm: "l/á vem rei de sabu. de milh", apnta, (p. 293) quand se uve a campainha d cabrilé. O surcsm desencadeia-se cm fretpiênria nas criatuias subrdinadas a. ridícul (emparc-sc, v. #., Dm Quixt) e Vitrln Carneir da Cunha nã perde casiã: "Já está dand em ccg, tenente?" pergunta, numa gargalhada, (p. 881), audácia que Ibe custará muit car. Chcga, às vezes, a menscab da hnra alheia (v. 2." parte). Sua psiclgia d matrimôni é das mais pitrescas e serve de subsídi a estud da família brasileira na zna d açúcar, pis se inscreve, diretamente, numa linha de cnduta tradicinal, a da submissã ttal d» mulher a esps. "Vaca velha", é assim «ue trata a cmpanheira. Sentints, prém, à prprçã que a história caminha, qne essa expressã, tã fensiva, se trapsfrma num destenativ carinhs. sem nenhum fund pe.iraliv; subsiste, apenas, a dentaçã* de superiridade d marid. Hmem arrgante. Vitrin n»mca se farta de afirmar que nã tem prerisã de ninguém. Nem ds parentes, nem ds amigs, nem d filh, nem da esnsa. Szinh enfrenta mund. p» vez em «uand. perde a nrã ds limites da resistência h«mana. A seguinte passagem é bastante expresriva, e mstra cm nele reulh estava smente abaix id. autssuficiência. Orand f'5,» e?«barca pars», Fi e a velha Adriana decir1e fier. Vitrin é franc: a v»iha f?r..va prque imisera. *'Nã nedira nara ue ficasse. E''! tií» precisava de ninguém p^"«. ser ue era" (». 327). Há, em Fc Mrt, um lanc nqc; s ip*. i vw; define caráter inuebvaptáyêl d' Ganitã: a persnalidade alça-se vn" inteir. ^' üase um lema. Está na ' página 349. Quand querem ue êle se submeta a r»n exame legal, pára apura- "Ca- w d «flei.it, reciisa-se: ph.ã v^rin Carneir da Cunha,ã e hmpm para crpn dè delit''. f} Depis da vitória, há um cmee de desintegraçã. Ans- <. i-se rlele «ma frma benigna de deh'ri. D i a avnica n crp<\ chib^tead". Ms Vitrin grita cntra s plítics situacinlstas, cntra Ovêrn. O snh cmeça. ''Vitrin feiehpii p lhs, mas estava muit acrda.^, cm s pensamerit<i vòl*?dps nara a vida ds utr*!, FJ.tinha muit riue fazer ainda. F.le tinha Pilar para tnr*v cnta, ele tinha seu ele$tr?'d, s seus adversaris. Tnd ist nvecisava de seus cnhads, da fôvea d seu bj,r,e. de seu tin" (p. 355). O «nh paveée materializarse. «K r«ã distingue mais entre. devanei e realidade. De r.wwtir», n ny»iò ds» sala, vê-se pvpf^if «*<> FUnr. rl»efc nlíü- (f,r>. E rdena, as grftos. A mullier pensa ue Vitrin enluíieceu ue "está snharad"... " Que snhand ue Df«a nenhuma. Vai para a tua czinha e me deixa na sala" ín. 3!>9). O snh nã se interrmne. Fi-l entrand na r,n.sa da Câmara, nv sacudind-lhe flres, dand vivas; "... gritariam nel chefe ue tmava a direçã d munieípi. Mandaria abrir as prtas da cadeia. Tds ficariam cnfntes cm seu triunf" (p. 360). Mas pnt para qual eu desfiaria chamar a atençã ipt,. dé"'ni aniversári d ~n?ta Vitrin Carneir da Çnnha é que êle representa, fcálveis a exwssã mais elevaria de valrizaçã d hmem pel". palavra, em n«sa ficçã. Nã 6 uvp'"> valrizaçã uiüiesca, u seja* de fund sa-. 'ARTES Dming NO DÉCIMO ANIVERSÁRIO DO CÁPSTÃO V8TO* RINO CARNEIRO DA CUNHA líric. Vitrin nã é, em nenhum mment, uma figura cômica. Sc, cm muits aspeits, suas atitudes cnfundemse cm as d Cavaleir da Triste Figura n mais, afastase de td cm td. Cm exccçã, pssivelmente, de IJnamun, vêem s cmentaristas d Dm Quixt unia subrdinaçã permanente d persnagem a criadr. Ist nã se dá em Fg Mrt. O Capitã nã se deixa encaminhar nem pel autr nem pels cmparsas de enréd, cm sempre acntece cm pbre Quijan. Sc em ambs ardr guerreir se manifesta (para efeit de rmance) na velhice, é precis cnsiderar que iss se deve, quant a mancheg, a uni acess de lucura rmântica, enquant que Vitrin sempre esteve n camp da luta. Nã é um cavaleir que parte pel mund cm defesa de sua dnzela, mas um hmem, de pés fincads na terra, cnsciente de seu destih ainda que de um jeit mais u mens ideal. Sua hutalha cntra s plítics é, sem dúvida, a investida cntra- s minhs de venlü. Jamais cnseguirá desbaratar a máqulna gvernamental, antes será arrastad nas suas engrenagens. Na cmunhã das liguras da ficçã universal, está Vitrin Carneir ria Cunha a lad daqueles, cm Hamlct, Macbeth c Lear, ds quais disse Erieh Aucrbach que amaclurecém sb pes de seu destin. Vitrin é exatamente aquele hmem "se que ergue, em tda a sua pureza, d grtescridícul" para entrar na psse da sabedria c da dignidade. Nã se depara em Fg Mrt aquele ilusinism que Auerbach apnta na literatura espanhla d sécul de ur, de que Cervanles é a culminância. Na "história da cnquista literária da realidade mderna", ü nã-prblematism cervantin retira a Dm Quixte (sem embarg da afirmaçã de Spitzer cm cntrári) uma imprtãncia mair. O espirit de Vitrin está mais próxim daque!;! "lucura fundamental, multívca insanável" d Hamlet, d que da "lucura de simples desvari, facilmente cmpreensível c pr fim curavel" de Dm Quixte de 1? Mancha. Prque Hamlet está diante d mund da realidade, a pass que Cavaleir se situa, n mund maravilhs - prventura fundad numa realidade extinta. O 'mund de Hamlet é mesm de hje. Cm de Vitrin ainda nã se mdifieu nas linhas essenciais. "As aventuras de I)m Quixte (ainda Auerbach, Mimesis>. sbretud, nã põem em ev'dência nenhum prblema radie:»! da sciedade daucle temp". A imaginaçã de Vitrin é muit mais simples que a de Hamlet. Extrvertid. Vitrln é um hmem sem dúvidas prque a palavra liberta e ele sempre encntra derivativ n empenh físic. Hamlet é de O ROMANCE NATURALISTA E O RQ- MANCE MODERNO UMA MIA DE G0RK1 (Cnclusã da 9.* pág.) riedade faz d avô de Cqueir um ambicis, d pai, um hmem galhfeit e preguiçs; da mãe, uma carinhsa çèriã vntade própria. Assim, herdand tud ist, autr ns apresenta Cqueir dissimulad, ambicis, muit agarrad ã família, mas seu tant abalic, a pnt de sfrer jug de madame Brissard, a velha francesa cm quem casu pr interesse. O rmaitce é feit tcl segund a técnica naturalista. O estil nã surge das necessidades d livr, mas é fenômen autônm. O enred cuida mais da vida exterir ds persnagens e nã penetra ns recôndits bscurs da alma. Há uma precupaçã de apresentar as cenas lgicamente. O autr prepara tud cuidadsamente, a fim de, n mment just, um. persnagem determinad desempenhar a funçã que lhe fi destinada. Haja vista, pr exempl, a carta de Jã C- (Cnclusã da 2.a pág.) Nietzsche disse um dia que "cada escritr é sempre vassal de alguma mral". Nã é cas de Strindberg, enquant.que eu, lacai sórdid,, sirv uma senhra pela qual nã tenh nenhuma estima e em quem nã depsit nenhuma cnfiança. Será mesm que a cnheç afinal de cntas? Nada sei a cert e aí está td meu desgst. Triste, minha vida deixa muit a desejar, Antn Pavlviach. E cm à sua falta-lhe também alegria, nã quer vs falar ds ferrs que me açrrentam crp e a alma. Nã partirei para lugar ai-' gum este verã que pretend passar em Nijinii-Nvgrd. Minha mulher cm filh vã fazer um cruzeir pel Vlga e depis partirã, para Pierme. Assim, permanecerei szinh para trabalhar cm calma. "A slidã é mãe da sabedria" disse, certa vez, um herói de Hedberg, enquant utr lg acrescenta: ':E a lucura?" Eu queria viver sempre só, mesm mais siltari d que vcê se acha presentemente. A família é uma cisa muit ba; nã bstante vcê tem feit bem de viver sem ela até hje. Mas nã dev fatiga-l muit cm minhas cartas lngas. Até à vista. E cragem para trabalh. Anért-lhe crdialmente as mãs. M. GORKI", queir (69), que vem exatamente n mment em que Amânci deve sair da casa d Camps, mas já, anterirmente, rejeitara a "República" d Paiva. Há também um persnagem central, segund a técnica naturalista: Amânci. O rmance cnta-lhe a infância, a mcidade, a vida n Ri, a vagabundagem, as licencisidades, s amres cm Amélia, escandals prcess e, pr fim, Amânci assassinad pr Jã Cqueir. Apesar de cnscientemente pres à técnica d mestre de Medan, Ahüzi ainda nã fugiu, de td, as epílgs dramátics e sangrents d ultra-rmantism. Os utrs persnagens, sempre manejads pel autr, aparecem e desapárecem cm bnecs que enchem palc. Nã há, em verdade, análise prfunda da vida. Há, entretant, uma abundância de cres e pitresc, justamente quei assim tnt, sabend exisprque Aluizi fi um exceiente bservadr de tips e cstumes. Nã cnseguia descrever as reações psiquicas ds persnagens, mas sabia magistralmente mstrar-lhes s. traç3 fisinômics e faze-ls andar, rir, ir e vir, enfim, praticar tds s ats exterires da vida ctidiana. Daí serem mais acessíveis a grande públic s rmances naturalistas. E' pr iss, também, que s jvens tant se extasiam cm s livrs realistas e naturalistas, e sen* tem certa fadiga a lei- um Jyce u Prust. Prque, em verdade, é precis ter amadurecicl para acmpanhar a des-, cida que fazem s rmancistas mderns as desvãs d incnsciente. Cnfess mesm "Memórias que Póstumas de Bra?. Cubas", "Angústia" e "Retrat d artista quand jvem''' só me agradaram depis da segunda leitura. Na primeira fitir certa grandeza nessas bras, mas, em verdade, eu nã lhes penetrara td' sentid. Cnfess mais: só as cmpreendi depis de haver lid e meditad alguns prblemas de psiclgia. Já Aluizi, nã. Quand li O Mulat e Casa de Pensã ainda bem nv achei-s assmbrsamente c a t i v a n - t e s, talvez prque neles vivams smente a vida exterir des persnagens e estejams diante dum enred lógica e inteligentemente cncátehad e,. até mesm, cm seu pòuquinh de dramalhãc. O rmance naturalista se estende hrizhtalmènte; s.mderns, verticalmente, numa descida às prfundezas cia alma hiuíi«i.;, in-. d tcar que em nós existe de ^etern. Enquant s naturalista explraram as exteriridades da épca, pitresc, geralmente escatlógic da sciedade, rmance mdern, numa ânsia de eternidade, busca fixar hmem scial nã smente através ds ats exterires, mas, principalmente, das reações incnscientes e prfundas (Cnclui n próxim númer) DOSTCIEWSÜ ENTOE Cnclusã da 4.a pág.) nã smente se via na impôssibilidade de trabalhar estil cm Turguenef,, mas também brigad a vltar as mesms temas,, às mesmas Idéias, nã cnseguind sempre exprimir a fund s própris pensaments, tant mais que suas idéias princlpaís eram, na mairia, terrivelmente cmplexas < Tdavia a mair diferença entre. Dstiewski e Turguenef reside ns métds cntraditóris de ambs. Enquant Turguenef tmava sempre pr pnt de partida ds seus rmances a vida real, tal cm pdia bserva- Ia em trn dele e criava, dessa maneira, verdadeirs dcuments histórics, Dstiewski nã recrria senã à própria imaginaçã e as dads da literatura. Inventava êle s persnagens que lhe encarnavam as próprias idéias, s própris sentiments e apresentava-s tais cm eles deviam existir, agir, falar, sentir, pensar. Os heróis de Turguenef aparecem-ns cm pessas nrmais, cmprtand-se e exprimind-se, cm : tda gente que cnhecems» Dstiewski disseca cérebr e craçã ds persnagens c ra ns expõe que eles sentem e pensam sua mestria de pslcanalista é única na história da literatura russa ra s brlga a exprimir-se pr si mesms, cm ninguém antes se exprlmiu antes dele. Pis é precis insistir num pnt: esses tips nunca existiram antes de Dstiewski e depis dele Viems a cnhecer grande númer dsmesms. Assim cm Byrn deu rigem a tda uma geraçã de "byrnians", Dstievvski intrduziu na sciedade russa hmens que se presumiam saíds ds seus rmances e se sentiam tmads de histeria mórbida, Nã fi a vida que criu univers de Dstiewski. mas Dstiewski quem incitu seus leitres a viverem cm heróis de rmance... cert :..-.:> um :<...r,...,;;, rs tátic. Hmer de palavra c d< pensament, quand Capita é um hmem de palavra e de açã. (^çü direta, nã aeâ histérica, cm se dá cm Quixte). Míus aqueia Mentidade pciíiisíc, cm independência de persnhdafnss. Embra se cnsidere **limem de puuc falar" (p. S4ih, Vitrin Carneir du Cunhs fa- In Incessantemente. Jsé hlmt d Ii-}sr fi mnit«>vini ftíh nn estabeleciment ds díâlrt, nmn vez que nã «se perdem a frça e sentid das n-^lavras Há bem nuc. peta Augusl Frederic Schmfdt nre«ava uma revnlrnaeüf» de V< T». A palavre nerdera n Msrrifi^teãi e alcantv». n nv t» t?- nha mais enfiancí» nas v«-w»s ue se levantavam. Rnv «t*,_ rurts farm OR nlf5"~"<: /> ««% vnr. n pv escnt»t. J5 ^n" «e pôs í» cbs n»w>«: <Srrn«*ç --»u DerU**»-" ;» S"T»*i«*l ntk» **»>V-íç_ «5j».1 CV«r»it~n Víf.vrtwv ^1. ->»»- e.ntr. c*n ****+*% it»»i»-»< -.» )n«. &r»\ nr»c^> fí**f»5«v **v>»~ *;»- T? 1\f\!?t*M"?>fr»rI,"'» tlftç ""!,"Oij temnns. f«*1-*»* ffi ria nr»\ #* '»?V.-»ÍT» iwieiws na M'*"- 'WíniíflT^?'*» "^e t*r*in nm f*-»ea«<»''v ^"^ = *»- pnônt^^fes, Aç renigntrf «*S"*s. jpçtwif^l pr «TT»' T»1"*^»-""J ítlé*>~*tvnriío.e«í?»w>«rj'»»" ' «. O ní»'^!!?^ a n^^^v^a <* sw^ wt^w» _ f\ v*1>í». «> fir»fa *** ^"^ '""^, l]ia'm^ftaf?'b i>-,»í"-»r»»'»";í*>vj»->»-. é, rins ri'» V*>i»»~ Psjím^p.^j. *^ também iè»*vk*5»!sí s<v T<^>^'~nirnpJ';; Ottíí r^ mfl»fí«i*. i*»wlíei» 3 a^^sí^^ia «^-^ si^a rarac»'** r";<;- sã^. A h^t<»í«> ti* *!Asereã*> ít»- vní.*? «'" v«>i ê nbm ni- IJlãn**. O V^tO fi "»»->,nr-,->1»'v t a^ c> eiina. Fenômen «na ainda nã mereceíi a Tíeeess^í^ia, cn5íi<í«3ir..íí'-'í<i ê de Fç^ Mrt Iwwer -^íd escrit n^l-wü nauna «*»<»- \ ca de ams&ifáw» d*»- ^«J^xr,% quand ap^pe^li içxii de "m "Vitrin, yült cm ma vida re?»-?, seria impfisstvc!. A. exemplq d» Orvantes. de Shak^sneare. talve? ^nã*» tenha tid Jsé íjias d Ifcêçp a <?xata n«í»*> «I cttie sistnificãwt < seu nessbagem. T^ívez tara êle Cantiã nã lisia ne^sad de um afre»èd dí* Ctinx«te. de imi anfaíída d.teca Tatu. A cnsciência d arüsts nem sem re é necfôsãvia. à t^ilidade dá eiiaea. Num perid cm aquele, n sureün^^íu de um tip d esiòi de Vitriji fi a prta pr nde se esgueiraram s idealisms enttds. Ds lábis híçèiius de Vitrm Carneir da Cíunha b?v» tavam tdas as palavras recaicadas. descia a lava da insubmissã. Estudada de mais pert, «psiçã tempral de FVsg Mr-* t ê de singular relev e traduz, dentr de eerkrs limite?, uma reabilitaçã inieleci»a! De igual srie, à iuz «ue sbre êle prjeta seu déeini aniversári, Capitã Titrim Carneir da Cuiabá perde Ouí^ xtism triste de que vestir a crítica de entã, impssibili; 'deira tada de abrançer a s«ia verda*c perspectiva, e incrpra» se à galeria ds visináris t ds rebeldes. Nã mais fantasnsa a vaguear entre as rui-- nas de usi inund que desaba-1 ra, e sim a íeamaçã ite un: espirit de liberdadeás: ^^>

11 1 ' Dming, :etr'as e vrtes Página -11 mt 1 PANORAMILITER i^1' ">^ Os dis últims rmances de Jsé Gerald Vieira ic ' *íh BB? i Jsô Gerald Vieira, um ds rman» cistaa brasileirs ti mair Imprtanela, tm alcançad grande êxit cm. <=eus día últlma livrs. "A Ladeira da Memória" e "O Alhatra". A cn- -rlbutça d rmanc de Jsé Geral-.10 Vieira à nssa literatura ainda ift tev realç que seria de eaperar, prquant, embra a crítica em,,erfll se manifeste sempre favrável luahd üm Uvr seu 6 lançad, in. tu na exist um estud qu assinaa prfundamente a pslçfi UterAri.i desse autr, qu truxe para nsias letras um sentid universal, danl-na uma vlsa d 'hmem dentr d quadr filsófic da realldad mderna. De "A Ladeira da Memória" saiu há puc uma segunda sdlçft. na cleçã "Jabuti", da edl«tra Saraiva. Encerrad cncurs de pesia da Feminina" de "A Caateta" "Página Encerru-se praz para recebiment de livrs u cncrrerã a prêmi de pesia d certame prmvida nr Maria Antônia. rganizadra da "Página Feminina de imai "A Gazeta", de Sã Paul. A banca examinads,. frmada pels petas Guilherme de Almeida. Mentt liei Plcchia e Jrge de Lima. O livr vencedr, além d prêmi, terá uma ediçã de lux, ilustrada pr Darcy Pentead. Mais de cem petisas se candidataram. Hmenagem a Orrega y Casse* pr casiã de seu 70. aniversári Um grup de Intelectuais espanhóis iniciará, em abril próxim, na capital espanhla, uma série de cnferências e debates em hmenagem a Ortega y Gasset, que, em mai, cmpletará 70 ans. As cnferências e debates versará eóbre filsfia, história, literatura e arte, a sciedade c direit, etc. Nv livr de pemas de Eliezer Demenezes Eliezer Demenezes, um ds melhres. elements que á nva geraçã de petas prduziu entre nós, e que tem Fid injustamente esquecid, pr se manter à margem ds grups dminantes, pretende reunir seus últims pemas em livr, a sair dentr em puc. "A cultura a serviç da cultura" Cntinuams recebend de Prtugal "Gazeta jrnal de Cantânhede", em que aparece-mensalmente, sb a dlrecã de Mári Mta,' uma página literária dedicada a Brasil. Também ns chegu, de autria d peta e escritr prtuguês acima citad, um exemplar de seu trabalh, A cultura a. serviç da cultura". "As Cndições Ambientes", de Edsn Regis lilíéiéíé&> * <* Jm IMPRESSÕES DE Depis de "O Desert e s Nútriérós"', vlume cm que estreu ;n 1949, nã mais publicu livr cta Edsn Regis, saudad naquela içasiàp cm a revelaçã pética d n. Seu segund vlume, "As Cnlições Ambientes", já diversas vezes :nunciad, ainda nã saiu, esperan. i>se seu lançament este an, pea editra "Regiã", cnfrme está n-gramad. Infrma-se, a prpósit, : *$ que a revista "Regiã" vltará a clrcular. LEITURA Já está n prel da Editra "A Niter', 3. vlume' das Impressões de leitura, de J. A. Cutinli Júnir. Trata-se de um trabalh em que autr faz a análise ds livrs lids, apntand as escritres e errs e faltas ntads. Os dis vlumes anterires fram recebids cm muita simpatia e agrad ds leitres. KOVO LIVRO DE ALVfMCORRÊA ROBERTO O ensaísta Rbert Alvim crrêa, antig e apreciad crític 11- terári de A MANHA, vai publlcar nv livr, sb 0 titul de "Hebbe", reunind estuds sbre prblemas ligads à educaçã. O vlume será lançad, dentr em puc, ns Caderns de Cultura, d Serviç de Dcumentaçã d, Ministéri cia Educaçã e Saúde... Led Iv na França Partiu para a França, nda ficará durante una dl anb. peta Led Iv. D Paria, deve/a remeter clabraçft para Brasil, mantend-se, assim, ligad á nsea vida literária. *' Elegias" de Maur Mtta e a crítica Cntinu a critica aclhend llsnjelrnmentc livr d estréia de Maur Mtta, "Elegias". embra ná se trat da revelaçá de um nv pet, prque Maur Mtta J.a tinha publicad n Imprensa a mairia da pemas r editads, seu apareciment em livr ná deixa d cnstituir um ds maires acnteciments 11- terárls d an. Suplement Literári O "Jrnal de Piracicaba", da cidade que lhe dá nme, Iniciu, 8 deste mês, a publicarã 'de um Suplement Literári mensal, que bedece á direçã de Oliveira Mendes. Cm Iniciativa de Jrnal Interlrn, n publicaçã d aludid suplement merece td api e estímul. A crrespndência para Suplement Literári d "Jrnal de Piracicaba" deve ser dirigida a Oliveira Mendes Ruu Mrais Barrs. 823 Piracicaba. Estad de Sã Paul. Mrreu Prkfieff Faleceu famb cmpsltr russ Prkíleíf. casiderad um ds maires vults da música universal. A bra de Prkíleíf, mult vlumsa, é das mais variadas. "Pstais ingleses1' de Silvi Neves Pels Caderns de Cultura fi publicad trabalr de Silvi Neves. "Pstais Ingleses", que abrda, de frma inteligente, aspectob da vida britânica. Histórias Esclhidas Jã Guimarães está preparand a 3.» efflcã de seu Uvr "Histórias esclhidas", que deverá aparecer em edlçã da Melhraments. Trata-se de Interessante vlume de histórias flclóricas adaptadas à juventude esclar. 'Prtuguês Prátic" As Edições Melhraments vêm de lançar mais dis 11- vrs didátics destinads as aluns d curs clegial: -Prtuguês Prátic", para a 1.» e a 2.a séries clegiais, respectivamente, de autria d prfessr Marques da Cruz. Fedr "Traduçã ds Fábulas de Fedr", é um ds raal3 nvs trabalhs d prf. Maximian August Gnçalves. Cultura, sens lingüístic fc clareza distinguem s livrs d acatad mestre. Mais um vlume de crônicas de Rubem Braga Rubem Braga, um ds mestres da nssa crônica llterária, muitas já Incluídas ns quatr vlumes já publicads, acaba de fazer uma seleçã de seus trabalhs para. um nv livr. Cmentnd a sua própria sluçã, queixa-se Rubem Braga de ser apenas um crnista,, dizend que preferiria publicar um rmance. Essa melanclia parece desmentir a nticia, nã há muit divulgada, de que ele estava preparand um rmance. Edições de "Revista Branca" ' REVISTA BRANCA, que acaba de lançar "O Livr ds Grtescs", de Sherwòd Andersn, em traduçã de Cnstantin Paíéólg, e "As Melhres-Histórias de Jaclc Lndn" traduzid pr Lygia Autran Rdrigues Pereira.e Ilustrad cm desenhs de Darei, tem n prel P^PfP^ m lançament s seguintes livrs: Traduções;- ^fggpm and Cultüre", de Jhn Dewey, traduzid pr Eustaqui Duarte; "Walden", d Henry David Thrêau, traduziu pr- BC.Caldas; "O Ov da Semente", de David Duncan traduzid Pr Cnstarittnp Paleólg; "Pineirs", de Willa Cather, traduzid pr Saldanha Celh; autbigrafia de Henry Adams", em -dis vlumes; trachizias pr D.dm?eunn; e "Alguns Ensais^ de Henry David Threau em traduçã de E C Caldas. Outrs livrs "O Patfr, cnts de Saldanha Celh; "Intrduçã ã Critica Literária. Mránull d Nasciment; "O.Prque Outrs Pemas^, de Albert da Csta e Silva. Recentemente a R. B. Jnncu "RasaquáriumV, de Elcl Xavier. 'GRANDE RENÉ CLAIR E O PRÈMíO DO CINEMA FRANCÊS" a O Grande Prêmi d Cinema Francês fi "Belles cncedid a René Olair pr de Nuit", pr 11 vts cntra 3 a Claude Vermrei, diretr de "Cnquérants Slitaires". D júri faziam parte André Mauris, André Cayatte, Tuchagues, Charles Spaak, Luis Chauvet. Gérard Bauer e Gaby Mrlay, sb a presidencia de Emile Bllaert. COLEtTE CONDECORADA COM A CRÃ-CRUZ DA LEGIÃO DE HONRA A Clette fi elevada pel gvern francês à dignidade de Grã-Cruz da Legiã de Hnra. A escritra, já nnagenáriâ, cntinua trabalhand na literatura c nã parece dispsta a despedir-se, tã ced, deste mund. Atualnente é Segunda ediçã da "Pequena Bibligrafia Crítica da Literatura Brasileira A "Pequen Bibligrafia Critica da Uieratura Brasileira", de Ott Mari :arpeaux, publicada an passad el 8ervlç d Dcumentaçã d,'mistéri da Educaçã, está cm a ua primeir ediçã praticamente etada. Esse livr, qu tã Imprtan cntribuiçã vei trazer & nssa ticrtur, dada n ausência d um ;illa bibligráfic atualizad, deverá cr a segunda edlçfi lançada denr de mais algum temp, tend. :arpeáux aumentad cnsiderável. WÊÊÊà «,!>ite material infrmativ e cm- Wmm pietad alguns pnts. Nv livr de cnts de Bren Accily O cnstista Bren Accily, autr de dis livrs de cnts "Já Urs" e "Cgumels", cnsiderad um de melhres fiecinistas da nva geraçá, deverá lançar seu terceir vlume de cnts este an, pr Intermédi das EdlçõC3 "Regiã", d Recife. "Caiçara", de fevereir Está circuland mais um númer, crrespndente a mes de fevereir, de "Calçara", mensarl de literatura arte, publicad em Marilia, sb a direçã de Plávl Sampleri e Jã Mesquita Valença, A excelente publicaçã marilense estampa numersas clabrações da melhr categrla e fart nticiári. "Ausnia" de fevereir Da Itália ns chega nv númer de "Austiia". revista internacinal de literatura e arte, que se edita em Siena, sb a direçã d peta Lul0'l Flreutln. O pre sente númer, crrespndente a junelr-uiverelr, publlca, entre utras, clabrações de Renz Lauran, En/. Carli, G. Titta Rsa, Luigi Pirentin, Nin de Trapani. Helle Bucacca, Pir Chiara, Brun Malcr, Lulgl enric Marml, etc. "O sbrad na paisagem irecifense" <fe Aderbal Jurema n "» O critic pernambucan Aderbal Jurema publicu iccentemente "O sbrad na paisagem recifeiis", Uvr qu estuda a evluçã urbanística d Recife. O vlume trás 45 reprduções de gravuras e ftgrafias d Recife antig. "O Faun de Vidr" O peta Fernand Whitaker Tavares da Cunha, autr de "Cinzas da Vida", acaba de publicar nva cletanea de verss sb títul de "O Faun de Vidr,. O vlume reúne algumas dezenas de pemas e um apens, cnstituída pr uma histrieta.,vier Placer e uma traduçã de Rimbaud üffirwã!'' r*f:'x*xvx-x'r";ssvs^'* fficskí c<^iw^: x : : :v:flwfflfil» mêtmatut9mmami9nabimamamsamêam»m>êmmm' Clete cnsiderada na França um ds scritres mais imprtantes, talvez mesm nair rniancista viv. UM VELHO SUCESSO DE RAMEAU NA O Teatr Nacinal da Opera vai festejai a quinquagésima representaçã de " Les Indes Galantes". Rameau escreveu essa partitura em 1735, mas a revluçã de 1739 interrmpa d as representações de Versalhes e ninguém, antes de 19õ2, psnsara em inscrever "Les Indes Galantes" n repertóri d Paláci Garnier. MORREU COLETTE YVERT gl Desapareceu a escritra Clette Yvert, qu? há pir levantara um grande prêmi literári. Esse rmancista, cuj nme é muitas vez:» cnfundid cm de Clette, tinha grande ntriedade. n «^'"«irtr-'*""' «««já» e fc «a O cntista Xavier Placer publicu, pels Caderns de Cultura, uma tra-.luçã de "Un<: Saisn en Enfer", de Rimbaud. Cm se sabe, essa bra -. das mais difíceis da mderna pe- «ca francesa, e uma traduçã para íí nssa língua ferece bstáculs às vezes intranspníveis. Tdavia, Xa-. vier Placer cnseguiu tair-se bem da usada tarefa, dand-ns uma apreclável traduçã d genial peta simslista.. CONCURSO DE COWOS DO "ITIMÃ JOHUl HORA" O vespertin "Ultima Hra", de.sã Paul, pr intermédi da jrualista Lei Ia Marlse, instituiu um Imprtante cncurs de cnts só para mulheres. O cncurs despértu Invulgar interesse, nele se inscrevend dezenas de candidatas ab valiss prêmis ferecids pr aquele lrnãl. Finalmente agra fram cnhecids s resultads que fram s seguintes: l. ) "Em que se nta a influência de um chapéu amarel", cnt de autria de Maria Castilh de Barrs; 2 0) _ "Mania de Mamãe", de Ida Lehnr; 3. ) "Um hmem mrreu n mar", de Dely Galva de França. A cmissã Julgadra se cmpôs ds escritres: Helena Silveira. Lygia Fagundes Telies Mari da Silva Brit. LIVROS E CORRESPONDÊNCIA Tda crrespndência destinada a "LETRAS E ARTES" deve ser dirigida a Almeida Fischer Redarã de. A MANHA Rua Sacadura Cabral, 43, Ri de Janeir, p I

12 Letras eartes DOMINGO, 22 DE MARÇO DE 1953 S O N E T O & -/......,sv WíV w...,... \v.v.v v.w \v v,v v.v.v.^.^v.^^^^^v.^^v.^^^v.^^^^>,/,^^^.^,.^^ í.^.,^:^^ ^^.>: ^^^;^ :^ ; ^X ; ; :-..: : vy.v;v//.,>>,vx<\\v;^'a\^^'. >>>>>Í<v^^X<*\\yX!-. v>xv;v>>>>.y:\y;v.v..;.;. 'x>\>v.v/v/.v>:\^>>x*>>>vx>>> ' ->. H Ilustraçã de SANTA ROSA ^fc «_ * ENTRE A RAIZ E A FLOR: 0 TEMPO E O ESPAÇO, E QUALQUER COISA ALÉM: A CÔR DOS FRUTOS, A SEIVA ESTUANTE, AS FOLHAS IMPRECISAS E O RAMO VERDE COMO UM SÊR COLACO. O 1*2* IA COM O SOL A PINO HÁ UM SÚBITO CANSAÇO, E O CAULE TOMBA SOBRE O SOLO DE ACO; "". SOBEM FORMIGAS PELAS HASTES LISAS", DESCEM INSETOS PARA O SOLO ENXUTO. *tí id H a cá ' * -«-1 ENTÃO É NECESSÁRIO QUE AS BORRASCAS VENHAM CEDO LIVRÁ-LA DA COBIÇA ': QUE SOBE E DESCE PELAS SUAS CASCAS; V., Li-4 :.,U > (ã c5i QUE ENTRE RAIZ E FLOR HÁ UM BREVE TRACüi O SILÊNCIO DO LENHO, - QUIETA LICA ENTRE A RAIZ E A FLOR, O TEMPO E Õ ESPAÇO. i. yswmrapnrwm*^ wêmvmmm ww_mb w i A

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