Confronto das Barreiras e das Facilidades Para a Criação e Desenvolvimento de Novas Empresas de Base Tecnológica (NTBFs) no Brasil e no Exterior

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1 Confronto das Barreiras e das Facilidades Para a Criação e Desenvolvimento de Novas Empresas de Base Tecnológica (NTBFs) no Brasil e no Exterior 1. Introdução A preocupação da sociedade em incentivar e desenvolver novas empresas de base tecnológica (NTBFs new technology-based firms) se justifica pela contribuição que este tipo de empresa pode trazer para o país. A academia buscando cumprir o seu papel deve pesquisar as formas de incentivar este tipo de empresa. Este ensaio não se propõe a mostrar ou comprovar a importância das NTBFs que envolve empregos, participação no PIB, aumento da produtividade pela inovação e nacionalização do conhecimento técnico-científico. O objetivo deste texto é sugerir novas perspectivas para estudar as dificuldades enfrentadas pelas NTBFs. Pinho et al (2002) afirmam que uma forma de abordar os obstáculos à criação e consolidação das NTBFs é pesquisar a opinião dos empresários sobre este assunto. Alguns artigos além dos empresários entrevistam algumas pessoas que estão envolvidas no processo de apoio aos empresários, tais como gestores de incubadoras ou parques, funcionários do SEBRAE ou ANPROTEC etc. Esta metodologia foi utilizada por diversos autores nacionais (Andrade Jr., 2002, Medeiros e Atas, 1995 e Torkomian e Medeiros, 1994), mas pesquisas internacionais utilizaram metodologias semelhantes. A metodologia de pesquisar a opinião do empresário tem grande sucesso para ajudar a compreender os problemas das NTBFs que são complexos, porém carrega um viés muito grande por estar estudando a opinião das pessoas interessadas no aumento dos incentivos a este tipo de organização. As conclusões deste tipo de artigo, em geral, especificam formas de apoio que devem ser incrementadas ou criadas. Uma abordagem distinta seria buscar a opinião do outro lado. A pesquisa seria feita com os responsáveis pelo crédito nos bancos ou os fundos de venture capital e verificar o que eles esperam das empresas que vão buscar apoio. As conclusões deste tipo de pesquisa mostrariam o que as NTBFs deveriam fazer para acessar o capital e não o que as organizações deveriam fazer para ajudar as NTBFs. Pinho et al (2002) exploraram esta outra visão do problema ao entrevistar técnicos do BNDES. Os técnicos apontaram diversas deficiências das empresas que solicitam recursos. A ausência de controles administrativos mínimos e irregularidades na escrituração contábil e fiscal faz com que aproximadamente 80% das solicitações de recursos não passem pelo crivo da avaliação inicial. A terceira metodologia para avaliar as barreiras e os incentivos às NTBFs é a comparação destes temas no Brasil com outros países. Esta análise ajuda a entender outras experiências e aprender com elas, seriam analisados os casos de sucesso e insucesso. 1

2 Além disso, a metodologia de comparação trás subsídios à discussão da necessidade de incentivos e do tamanho dos problemas enfrentados pelos empresários das NTBFs brasileiras. Os problemas enfrentados no Brasil são semelhantes ao do resto do mundo? Os problemas enfrentados no Brasil são maiores que no resto do mundo? Os apoios oferecidos às empresas brasileiras são piores que os oferecidos no exterior? Estas são as questões abordadas neste ensaio, porém nenhuma delas é respondida. O objetivo dos autores é mostrar que estas respostas não são claras e merecem atenção da comunidade acadêmica. É importante salientar que a resposta às perguntas não tem significado social por si só. Assim como as pesquisas que procuram listar as barreiras enfrentadas pelas NTBFs. Estas pesquisas só farão sentido se ajudarem a sociedade a determinar como ela deve incentivar as novas empresas de base tecnológica. 2. Barreiras e Incentivos no Brasil e no Mundo As comparações das barreiras e incentivos no Brasil e no mundo pode ser feita de maneira sistêmica ou analítica. Da forma sistêmica o pesquisador deveria olhar para todas as condições de criação de NTBFs e as interações dos diversos setores que influenciam as NTBFs. Uma pesquisa utilizando uma visão analítica faria o estudo de um problema isolado dos demais. A vantagem da abordagem sistêmica está em compreender o todo, ver a realidade de uma forma ampla, porém dá mais margem a surgirem interpretações ideológicas e políticas. A forma analítica, em geral, é limitada e menos complexa e é esta a forma que será utilizada neste ensaio. Andrade Jr. (2002) ao estudar as dificuldades das empresas de base tecnológica em incubadoras divide o seu estudo em quatro grandes áreas: financeira, gestão, comercialização e produção. É desta mesma forma que este ensaio está organizado Barreira Financeira A falta de capital é apontado por diversos pesquisadores nacionais como uma grande dificuldade para a criação e o desenvolvimento de empresas de base tecnológica (Andrade Jr., 2002, Medeiros e Atas, 1995 e Torkomian e Medeiros, 1994). Esta mesma barreira aparece em pesquisas realizadas na Europa e nos Estados Unidos. Storey e Tether (1998) fazem duas ressalvas sobre as pesquisas que concluíram que uma das barreiras ao desenvolvimento das NTBFs é a falta de financiamento. (1) As pesquisas em geral refletem o ponto de vista do empreendedor e (2) a falta de dinheiro é um problema que aparece em outras pesquisas que tratam de pequenas empresas. A visão do empreendedor sobre o seu negócio pode ser diferente da visão do gestor do capital (funcionário de um banco, de uma agência de fomento, de uma empresa de venture capital ou um angel). Essa diferença de visão pode ter origem por um conflito de interesse, por diferentes propensões ao risco e por avaliações viesadas. Os interesses que estão em jogo numa negociação de empréstimo são conflitantes. O financiador precisa estar a tento a negócios que estão fadados ao insucesso e o empreendedor recorre a um empréstimo para tentar prolongar a vida do seu negócio. As pesquisas realizadas com empreendedores que declaram que a falta de capital é uma barreira não separa os 2

3 negócios que precisam de dinheiro para atingir o sucesso e o que necessita de dinheiro para adiar a sua falência. As pesquisas não avaliam a propensão ao risco do empreendedor e do investidor. A pessoa avessa ao risco tende a exigir um retorno maior para investir em algo mais arriscado. Caso o empreendedor seja amante do risco, ele estará mais propenso a investir no negócio que o analista do financiamento. A questão de vieses é bastante explorada na literatura de decisão e mereceria pesquisa específica sobre os vieses envolvidos num pedido de recursos. Há um viés de informação, pois o analista não conhece o negócio ou a tecnologia tão bem quanto o investidor. Há o viés da super-cofiança, onde o empreendedor envolvido com o projeto tende a super-estimar as possibilidades de sucesso. Além da tendência que as pessoas possuem de culpar outros pelo seu insucesso. A academia deve realizar pesquisas que procurem mostrar se a barreira falta de capital se deve às deficiências no sistema de apoio às empresas ou se os gestores de capital estão julgando corretamente os riscos das empresas. Deve-se estudar mais o que é causa e o que conseqüência: as empresas não atingem o sucesso porque não há capital disponível ou não há capital porque as empresas não atingirão o sucesso? A academia deve realizar pesquisas que procurem mostrar se a barreira falta de capital se deve às deficiências no sistema de apoio às empresas ou se os gestores de capital estão julgando corretamente os riscos das empresas. Deve-se estudar mais o que é causa e o que conseqüência: as empresas não atingem o sucesso porque não há capital disponível ou não há capital porque as empresas não atingirão o sucesso? A segunda grande crítica às pesquisas que apontam a falta de capital como uma barreira à criação de NTBFs é que pesquisas realizadas com pequenas empresas chegam a conclusões semelhantes. Fielden et al (2000) estudando o problema de pequenas empresas no Reino Unido conclui que dificuldade financeira é a barreira mais importante para a criação e desenvolvimento de uma empresa. Adizes (1990, p ) afirma que é natural que as empresas que estejam iniciando enfrentem problemas de falta de dinheiro. Para dar mais subsídios às discussões de apoio às NTBFs as pesquisas precisam distinguir a necessidade de capital de um empreendedor de tecnologia da necessidade de um empreendedor comum. O empresário que está realizando um empreendimento tecnológico tende a consumir mais recursos em pesquisa e desenvolvimento, o seu retorno tende a ser de prazo mais longo (devido ao tempo gasto no desenvolvimento do produto) e há um risco maior de enfrentar um mercado não consolidado Incentivos no Brasil e no Exterior Pinho et al (2002: 8), não utilizando a metodologia de perguntar aos incubados qual a sua necessidade, compara instrumentos de incentivo no Brasil e na Europa afirmam que: Comparando-se a disponibilidade de instrumentos diretos de promoção das EBTs [empresas de base tecnológicas] no estado de São Paulo e na União Européia (STOREY & TETHER, 1998), não se pode, numa primeira avaliação, inferir uma inferioridade clara das políticas aqui prevalecentes. Não só é oferecida às EBTs paulistas praticamente a mesma gama de instrumentos encontrada na Europa fundos de capital de risco, linhas de financiamento específicas, prestação de avais, incentivos fiscais e subvenção direta mas 3

4 também há uma disponibilidade, não de todo usual na União Européia, de instrumentos que enfocam exclusivamente as EBTs. Os autores concluem que a política de fomento às [NTBFs] no Brasil padece menos de disponibilidade de instrumentos do que de efetividade das ações e articulação das agências públicas envolvidas (Pinho et al, 2002: 8). Esta conclusão, segundo os próprios autores não contradiz os estudos do IEDI (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial) que colocam como deficiência das políticas federais a falta de integração dos instrumentos, a passividade das agências de fomento, um tratamento fiscal diferenciados para ganho de capital em fundos voltados para empresas inovadoras, custo do financiamento (que em geral são atrelados à TJLP) e modesto volume de recurso. Assim como no Brasil, a Europa está tentando desenvolver formas de financiamento às pequenas e médias empresas (PME). Porém eles concluem que a Europa deve continuar a desenvolver os seus mercados de capital de risco como alternativa ao crédito bancário (Livro Verde: Espírito Empresarial na Europa, 2003:21). O desafio do incentivo ao capital de risco europeu parece ser diferente do brasileiro. Os europeus (através do livro verde) explica que, apesar de 7000 empresas terem recebido capital de risco em 2001, este se concentrou em empresas de alta tecnologia e de forte crescimento. No Brasil o número de empresas que utilizaram o capital de risco é muito pequeno, em 2001 ocorreram apenas 71 transações e em 2002 este número se reduziu para 34 (STRATUS, 2002). O venture capital (VC) se mostra um desafio maior no Brasil que na Europa. Por sua vez, a Europa aponta os Estados Unidos como uma economia onde o VC está mais disseminado. Porém Auken (2002) afirma que a falta do capital inicial para as empresas é um grande desafio da economia norte-americana. Apesar de haver necessidade de um aprofundamento no estudo, é possível concluir que os instrumentos de apoio nacionais às NTBFs são semelhantes aos Europeus. Porém, o VC no Brasil atua de forma mais limitada que na Europa. Deve-se estudar as razões pela qual este sistema não se desenvolve no Brasil, porém uma análise deste tipo de investimento não pode deixar de considerar que mais de 90% do capital aplicados em fundos de investimento no país está atrelado a títulos do governo. Sobre este tema também deve ser aprofundada a pesquisa sobre o alerta feito por Storey e Tether (1998:940): Em alguns países, como França e Finlândia, subsídios na forma de empréstimo ou concessões dados por agencias públicas foram feitos em uma extensão tal que expulsaram o capital de risco privado Barreira por dificuldade de gestão Andrade Jr. (2002, p. 4) comenta que grande parte dos conteúdos das entrevistas mostrou que os obstáculos existentes para as EBTs [empresas de base tecnológica] incubadas estão relacionados à formação especializada de seus dirigentes, voltada tão somente à elaboração do produto e suas especificidades técnicas. Churchwell (2000, p. 96), para explicitar este problema nos Estados Unidos faz a comparação entre empresas de duas localidades no seu país: Un Retrato Típico de una ENBT en Silicon Valley: (a) El director es un promotor en serie de empresas nuevas con 2-3 salidas a bolsa con éxito. (b) Financiada con capital riesgo con un pozo sin fondo. (c) 4

5 Abogados, contables y consultores cuentan con una experiencia variada en la creación de nuevas empresas. (d) La empresa tiene una posibilidad de éxito del 80% con salida a bolsa o compra por el equipo directivo. Un Retrato Típico de una ENBT en el oeste médio de Estados Unidos: (a) El director es un miembro de la facultad en la Universidad sin experiencia directiva. (b) Está financiada por las 3F (amigos, familia y bobos) valorados demasiado. (c) Abogados, contables y consultores no tienen experiencia en crear empresas. (d) La empresa es un hobby costoso sin esperanza de verdaderamente desarrollar un producto. Este retrato proposto por Churchwell mostra a importância da gestão para o sucesso das empresas. Porém ele mostra que a qualidade do apoio às empresas ou empresários é fundamental Incentivos no Brasil e na Europa No Brasil, alguns financiamentos específicos (geralmente voltados para as NTBFs) permitem que uma parte da verba seja utilizada para o desenvolvimento gerencial da empresa. Os projetos de financiamento FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), tais como Finep integral, Finep tecnologia e Finep gestão, são exemplos de financiamentos voltados para área de inovação e para as NTBFs que permitem o uso do recurso nas áreas de gestão, certificações etc. Além disso, as incubadoras existentes no Brasil oferecem apoio às empresas. Este apoio, numa visão superficial parece ser semelhante ao modelo europeu. Um estudo mais aprofundado poderia ser feito para caracterizar as diferenças de apoios nas diversas incubadoras. Como exemplo dos serviços oferecidos no Brasil e no exterior foi utilizada a tabela 1 que mostra os serviços oferecidos pela Incubadora de Idéias do Taguspark em Portugal e do Centro Incubador de Empresas de Tecnologia (CIETEC) em São Paulo: Incubadora de Idéias - Portugal CIETEC Brasil Apoio técnico especializado em gestão, ajudando o empreendedor na execução do plano de negócios e os seus componentes, no processo de constituição legal da empresa e na candidatura formal para a instalação no Taguspark. Um conjunto de meios que lhe permita dar corpo à sua idéia, facilitando o acesso a um núcleo de trabalho, sala de reuniões, serviços de comunicação e secretariado, biblioteca, etc, inserindoo num ambiente propício à inovação. Apoios financeiros, aconselhamento e encaminhamento para a melhor solução no que respeita a fontes de financiamento, facultar ao empreendedor formação em tecnologias de gestão e disponibilizarlhe informação relevante. Diversos serviços, dos quais se destacam: Assessoria na elaboração do Plano de Negócios, Capacitação em Gestão Tecnológica e Empresarial, Marketing e Comunicação (estratégia, venda, comercialização e assessoria de imprensa), Design e Apoio Jurídico Empresarial, em propriedade intelectual e na captação de recursos financeiros. Além de espaço físico com salas de apoio, o CIETEC possui um laboratório de informática, que garante às incubadas serviços de telecomunicações, acesso à Internet de banda larga, banco de dados, sistema de segurança e servidor especializado na hospedagem de sites e na análise do desenvolvimento de softwares. Os empreendimentos incubados contam com facilidade de acesso a: universidades e instituições de pesquisa de todo o País; órgãos e agências de fomento (que estimulam a pesquisa científica); toda a rede laboratorial do IPEN, IPT e USP; e cursos e consultorias do SEBRAE. Aproximação com investidores dos projetos incubados, oferece consultoria e acompanhamento nas etapas de negociação, além de apoiar e incentivar a participação das empresas em eventos mercadológicos, como feiras, fóruns e conferências, voltados ao mercado a que cada empresa incubada pertence. Tabela 1 - Comparação entre os incentivos oferecidos em uma incubadora no Brasil e em Portugal. Fonte: sites institucionais e 5

6 Comparando os serviços oferecidos pelas incubadoras, podemos notar que o CIETEC só não oferece apoio para a empresa participar de um parque tecnológico. Porém, no site do CIETEC já mostra o projeto do núcleo do futuro parque tecnológico de São Paulo (site acessado no dia 15/12/03) As ferramentas de gestão As consultorias de gestão oferecidas às NTBFs são, em grande parte, feitas por empresas ou pessoas que não possuem as competências descritas por Churchwell. Haja vista a existência de muito poucas pessoas que participaram do sucesso de NTBFs no Brasil, pois não há tantos casos de sucesso nacionais de sucesso quantos os existentes no Vale do Silício. Porém a deficiência em atender as NTBFs nas técnicas de gestão não se limita à falta de pessoal que tenha experiência neste assunto. Muitas das ferramentas administrativas existentes ou publicadas na literatura não compreendem o contexto em que vivem as NTBFs. É comum os livros que tratam de empreendedorismo ou gestão da pequena empresa serem uma síntese das técnicas utilizadas nas grandes empresas. Isso não é surpreendente, pois a administração se desenvolveu para as grandes empresas americanas. Para citar um problema da incongruência da teoria de gestão para a pequena empresa será utilizado o livro do Dornelas (2001). Ao fazer um quadro do potencial de mercado (página 58), o autor cita que um mercado com alto potencial seja aquele que a empresa possa ser líder ou tenha uma participação superior à 20%. Um mercado com baixo potencial é aquele que a empresa deve conseguir uma participação menor que 5%. Estes números parecem ser muito grandes para pequenas empresas. Talvez algumas empresas bastante inovadoras que pretendam criar um novo mercado, possam ter participação no nível sugerido. Porém estas condições são as exceções (mesmo para as NTBFs). Outro problema é o uso da matriz BCG que foi concebida para as grandes corporações americanas no final da década de 60. O problema desta matriz é a consideração que só o produto líder de mercado gera bastante caixa. A concepção desta matriz é a vantagem do maior produtor que terá uma maior economia de escala e estará mais adiantado na curva de aprendizagem. O conceito de ser líder de mercado para obter uma maior economia de escala não parece ser uma estratégia que uma pequena empresa possa adotar. Além disso, poucas são as pequenas empresas que possuam uma variedade suficiente de produtos que necessitem da matriz para serem analisados O Plano de Negócio Tanto no Brasil, como na Europa ou Estados Unidos há uma grande valorização do plano de negócio. Dornelas (2001: 91), autor brasileiro, afirma que o plano de negócios é parte fundamental do processo empreendedor. É sobre o BP que reside a maior parte do apoio gerencial oferecido às empresas (tanto no Brasil como no exterior). Uma discussão que não se encontra nas pesquisas é se o planejamento formal é a ferramenta administrativa mais consistente para a pequena empresa de base tecnológica. A Pesquisa de Bidhé (1999) com 100 empresas crescimento mais rápido nos EUA concluiu que: 41% 6

7 simplesmente não tinham um plano de negócio, 26% tinham um esboço rudimentar de plano, 05% elaboraram um plano pro-forma para bancos ou investidores e 28% redigiram um plano completo. Essa pesquisa sugere que os empreendedores não têm o trabalho de redigir um plano completo por estarem em um ambiente turbulento onde a adaptação é mais importante que planejamento. Porter (1980), um autor notoriamente favorável ao planejamento formal (Mintzberg et al, 2000; Whttington 2002), afirma que a incerteza estratégica é uma característica das indústrias emergentes. O planejamento formal tem diversas restrições nas NTBFs. Se a empresa está trabalhando com um processo inovador ela não tem condições de prever o seu mercado futuro. Dificilmente consegue prever as reações dos clientes e como eles reagirão a um produto que ainda não existe similar. A velocidade de mudança no setor de alta tecnologia é muito acelerada e a projeção do futuro das variáveis ambientais é impraticável. Neste ambiente caótico a flexibilidade é o grande diferencial. Como o ambiente é imprevisível, as empresas devem estar constantemente se modificando. O grande diferencial da pequena empresa é a flexibilidade e o plano de negócio é uma ferramenta que engessa esta capacidade adaptativa da pequena empresa. Algumas experiências que os autores tiveram contato mostram que o plano de negócio é uma ferramenta que os empresários fizeram principalmente para cumprir formalidades exigidas pelas incubadoras Formação do empresário Andrade Jr. (2002) mostra que no Brasil os empresários em incubadoras em sua maioria estão focados na área técnica e apontam a dificuldade de gerencial como uma barreira ao desenvolvimento das NTBFs. Na Europa, Yaquero (2000) afirma que é necessário desenvolver o espírito empreendedor. Como sugestão o autor cita a criação de matérias de gestão nos cursos técnicos. Assim, estas disciplinas iriam sensibilizar sobre o tema de criação de empresas e daria subsídio ao estudante montar um plano de negócio. Outra sugestão de Yaquero é o aumento dos cursos de pós-graduação em administração. No Brasil, o incentivo à formação de profissionais em administração e o oferecimentos de cursos de pós-graduação em administração vem crescendo significativamente nos últimos anos. Além disso, diversos cursos incorporam disciplinas de gestão em sua grade e o tema empreendedorismo já permeia diversas disciplinas, não sendo restrito às disciplinas da área de administração. A capacitação de pessoas na área de gestão não tem um resultado tão rápido quanto às consultorias oferecidas às NTBFs. Mas o Brasil está atuando nas duas frentes e num estudo superficial, não foi possível constatar grandes deficiências das ações brasileiras ao serem comparadas com as européias. 7

8 Comparações Conclui-se que o apoio gerencial oferecido às NTBFs brasileiras não são muito distintos do utilizado na Europa. A deficiência nacional está nos parques tecnológicos, que existem a muito tempo na Europa. O empresário nacional tem apoio na fase de incubação do projeto, mas na sua operacionalização falta o apoio de uma instituição (como as que existem nos parques). Um problema enfrentado no Brasil, na Europa e em algumas regiões dos EUA é a falta de conhecimento específico para gerir NTBFs. Esse problema tem duas causas: (1) não existem muitos consultores que possuem grande experiência e sucesso apoiando as NTBFs e (2) a literatura administrativa sobre o tema é bastante limitada. O combate a uma das causas está relacionado com a solução da outra. A barreira neste caso é a falta de recurso que as NTBFs possuem para pagar consultorias experientes. Conforme o consultor (ou empresa de consultoria) vai adquirindo sucesso, ela tende a trabalhar com empresas maiores que possuem mais recursos para remunerar este tipo de serviço Barreira Comercial As dificuldades de comercialização citadas por Andrade Jr. (2002) "estão ligadas à falta de estratégias adequadas para colocar os produtos das [NTBFs] no mercado e à carência de profissionais de vendas que associem suas habilidades a produtos com grande especificidade técnica". Estes problemas estão associados à falta de formação e conhecimento dos gestores, tratada no item anterior deste ensaio. No artigo de Pinho et al (2002) ao avaliar a dificuldade de crescimento das NTBFs os autores alertam que empresas deste tipo geralmente desenvolvem produtos semelhantes aos utilizados no exterior. Portanto as empresas nacionais sofrem a potencial concorrência de uma empresa estrangeira. As empresas nacionais desenvolvem produtos, em geral, como substituição de importação. Desta forma as empresas ficam restritas a mercados de baixa atratividade que necessitem de um relacionamento grande do cliente com o fornecedor. Estes dois fatores, baixa atratividade e grande customização (ou necessidade de prestação de serviço), dificulta a entrada do competidor externo. Por este motivo as estratégias de posicionamento de produto das NTBFs nacionais são de nicho de mercado. Indicando que o crescimento das empresas nacionais é limitado. Uma pesquisa que poderia ser feita nas empresas incubadas ou em parques nacionais é a identificação de sua estratégia de comercialização. Quantas empresas estão buscando uma estratégia de nicho e quantas estão buscando atingir um alvo amplo? E as consultorias de gestão e de marketing, sugerem que estratégia? Na convivência com empresários de empresas incubadas, os autores deste ensaio constataram que o empresário sofre uma pressão crescer. As consultorias e palestras que eles recebem defendem a idéia de uma grande empresa e não de uma pequena empresa atuando em um nicho específico de mercado. 8

9 Barreiras Sistêmicas à Comercialização Os ambientes competitivos com mercados consumidores atraentes favorecem o aparecimento e o desenvolvimento de empresas inovadoras. Porter e Christensen são dois autores que abordam os temas competição e inovação e é possível relacioná-los com as dificuldades das NTBFs. Porter (1993) afirma que para um país ter exito internacional em uma determinada indústria requer a atuação favorável de quatro atributos: condições de fatores, condições de demanda, indústrias correlatas e de apoio e estratégia, estrutura e rivalidade das empresas. No Brasil existem desvantagens às NTBFs para quase todos os atributos: a) Condições de Fatores: No Brasil há uma abundância de fatores físicos, mas os recursos humanos de alto nível e estoque de conhecimento (gerencial ou científico) são limitados. No Brasil uma porcentagem pequena dos doutores trabalha em empresas, a maioria empregada em universidades. Um dos objetivos das incubadoras é levar às empresas esses profissionais altamente capacitados (doutores). b) Condições de Demanda: A demanda no Brasil é bastante grande e vem se tornando mais exigente com a abertura da economia na década de 90. Porém o surgimento de empresas de tecnologia depende da existência de outras empresas que demandem esta tecnologia. Esse problema é um paradoxo, pois se é necessário a preexistência de empresas de tecnologia para surgirem novas empresas neste setor, como o processo se inicia? Esse paradoxo se reforça com a necessidade de indústria correlatas para o surgimento de novas empresas. c) Indústrias Correlatas ou de Apoio: Esta talvez seja a principal barreira à criação de NTBFs ao estudar os fatores propostos por Porter. A criação de uma empresa envolve toda uma rede de valor. Se a rede já está montada e utiliza alta tecnologia é mais fácil uma nova empresa se inserir neste contexto. Porém são poucas as redes de valor existentes no Brasil que se destacam por utilizar alta tecnologia. O serviço bancário nacional é um exemplo de rede que utiliza tecnologia. Como a rede já está montada é mais fácil surgirem pequenas empresas que vendem produtos inovadores (softwares em geral). Caso este setor no Brasil não fosse tão desenvolvido, seria muito mais difícil criarmos uma nova empresa para prestar serviços de informática usando tecnologia de ponta. d) Estratégia, estrutura e rivalidade. Este atributo envolve a adequação da cultura regional com as estratégias e estrutura das organizações. Há uma necessidade de estudos mais profundos, porém se as empresas norte-americanas (e os americanos) tendem a seguir padrões mais rígidos que as brasileiras (e os brasileiros), então as empresas nacionais tendem a se adaptarem mais facilmente e terão maior probabilidade de sobrevivência em ambientes turbulentos. Neste caso a estratégia das empresas brasileiras podem ser superiores às americanas. Christensen et al (2003) estudando as transformações dos mercados separam as condições onde as empresas integradas se destacam e onde as empresas pequenas terão sucesso. O quadro abaixo resume as conclusões dos autores: 9

10 Quando uma empresa integrada predomina Quando uma empresa pequena predomina A funcionalidade do produto não atende às A funcionalidade supera a necessidade do principal necessidades dos principais clientes cliente Concorrência com base no desempenho do produto Concorrência com base na flexibilidade e customização Produtos desenvolvidos integralmente Produtos modulares Tabela 2 - Comparação entre os mercados favoráveis à integração e à flexibilização. O estudo mostra que as empresas integradas predominam quando um mercado não está consolidado e as empresas necessitam desenvolver o projeto de produto de forma integrada. As empresas pequenas e flexíveis têm vantagens em mercados onde o produto já se consolidou, permite que diversas empresas fabriquem componentes deste produto e ele supera as necessidades dos principais clientes. Isso mostra que o desenvolvimento de um novo mercado (uma inovação radical) requer uma empresa integrada, restando pouco espaço para as pequenas. As pequenas empresas se destacam quando a indústria já se desenvolveu e elas podem atuar em uma etapa da fabricação. As NTBFs portanto terão mais sucesso se desenvolverem produtos para outras empresas. Assessorando empresários situados em incubadoras, os autores perceberam que grande parte dos produtos das empresas visa atender outras empresas e só alguns têm foco no consumidor final (pessoa física). A teoria destes dois autores, Porter e Christensen, mostra que o desafio para a criação de NTBFs é um problema sistêmico e de grande complexidade. Eles indicam que o apoio aos empresários não é suficiente para criar NTBFs, porque essas empresas necessitam de uma condição ambiental apropriada Barreiras à Criação de NTBFs Devida à Necessidade de Criar um Mercado O empresário que estiver lançando um produto inovador, provavelmente terá que fazer um esforço de marketing para ensinar o usuário sobre as vantagens do novo produto. Mesmo que exista um produto similar no exterior, as empresas atuando no Brasil ainda não estão familiarizadas ao produto que a NTBF está oferecendo. Na convivência com empreendedores e analisando planos de negócio, os autores puderam constatar que o custo de preparar o mercado para o produto que está sendo desenvolvido muitas vezes é desprezado pelas NTBFs Barreiras à Criação de NTBFs Devida à Escassez de Empresas Nacionais de Tecnologia Pinho et al (2002) citam estudos nacionais que as universidades ou centros de pesquisas nacionais são a principal origem da tecnologia utilizada pelas NTBFs. Este dado difere das pesquisas internacionais que mostram a principal origem das tecnologias das NTBFs não é a universidade. Além disso, as NTBFs no exterior são em grande parte spin-offs de empresas e não de universidades. A tabela abaixo mostra dois estudos feitos em Portugal pelos autores Laranja e Fontes: 10

11 Estudo de Laranja Nº de empresas Estudo de Fontes Nº de empresas Empresas privadas Institutos de pesquisa públicos - 02 Universidades Empresas formadas por estudantes de engenharia 05 - Total Tabela 3 - Comparação entre os incentivos oferecidos em uma incubadora no Brasil e em Portugal. Fonte: Laranja e Fontes (1998) O nascimento de NTBFs ficam limitados no Brasil por não haver uma quantidade de empresas de base tecnológica, ou grandes empresas que usem tecnologia. Este fraqueza do mercado nacional leva a uma redução das possibilidades de geração de spin-offs Barreira para a Produção A dificuldade de produzir das NTBFs se devem à: (1) desenvolvimento do produto ignorando as técnicas de produção, (2) falta de capital e (3) necessidade de personalizar do produto. Santos (1987, p. 152) revela que o desenvolvimento de um produto inovador e de alta tecnologia é muito complexo. Os empreendedores, a maioria de formação técnica ou de pesquisa, costuma ficar concentrado como resolver os problemas técnicos e de fazer um produto com alta qualidade. Essas preocupações durante a fase de desenvolvimento fazem com que a pessoa que esteja realizando o P&D não se concentre no processo produtivo. Os projetos nem sempre são fáceis de serem produzidos em escala, nem foram criados em módulos para facilitar futuras alterações. Esse processo é agravado no Brasil, pois os pesquisadores, na maioria das empresas incubadas, estão vinculados á universidade. A falta de capital para montar a linha de produção é citada no estudo de Andrade Jr. (2002) e foi abordado nas barreiras financeiras. A facilidade de personalizar o produto é a grande vantagem das NTBFs se comparadas às grandes empresas. Aliás, a flexibilização é a vantagem de qualquer pequena empresa quando comparada com uma grande. Porém devido ao viés de que uma empresa incubada deva se tornar grande, os empresários tendem a querer desenvolver um produto "padrão" que possa ser fabricado em série. Durante assessorias prestadas pelos autores à diversas empresas incubadas, foi possível constatar que a maioria dos empreendedores de empresas que vendem algum produto (não apenas oferecem um serviço) apontam a necessidade de desenvolver um produto padrão e exibem o desejo de produzi-los em série. Isso acontece mesmo quando os empreendedores assumem que a sua vantagem competitiva é a personalização (e proximidade do cliente) e a competência da empresa não é a produção padronizada. Comparando com a Europa, é possível concluir que o Brasil apresenta desvantagem de ter poucos pesquisadores trabalhando na indústria (ver figura 1) e a desvantagem de ter poucos parques tecnológicos para as empresas desenvolverem a sua produção. 11

12 Indústria Governo Universidade e outros EUA Japão Alemanha França Reino Unido Itália Canadá Brasil Figura 1 Distribuição dos engenheiros e cientistas ativos em P&D. Fonte: Brito Cruz (1999: 19) 3. Análise dos Dados Levantados As questões levantadas no início deste ensaio devem ser mais exploradas pela academia e podem resultar em dados significativos para alimentar a discussão de como desenvolver novas empresas de tecnologia no Brasil. A comparação com outros países ajudará o Governo brasileiro alocar os seus recursos escassos entre as diversas demandas da sociedade, inclusive direcionar de uma forma mais abrangente os recursos disponíveis às NTBFs. A metodologia mais utilizada de abordar o problema das NTBFs examina apenas a opinião dos empresários e de pessoas que serão beneficiadas com a ampliação dos recursos às pequenas empresas e à inovação. Comparar as iniciativas Brasileiras com as internacionais (qualitativamente e quantitativamente) reduzirá o viés existente naquela metodologia. Os autores acreditam que mais pesquisas envolvendo comparações devam ser feitas. Inclusive fazendo uma análise de variáveis isoladas. Porém, um estudo sistêmico avaliando os incentivos às empresas, o contexto econômico e cultural dos países será muito mais adequado. Por outro lado, o estudo sistêmico é muito mais complexo e requer o uso de uma metodologia mais elaborada, uma amostra multinacional, com custos e conclusões mais abrangentes Os problemas enfrentados no Brasil são semelhantes ao do resto do mundo? Neste ensaio realizado pelos autores evidenciou-se que os problemas das NTBFs são semelhantes em todo o mundo. A análise da bibliografia consultada não mostrou grandes diferenças entre as barreiras existentes para a criação e desenvolvimento de novas empresas de tecnologia no Brasil, Europa ou Estados Unidos. As dificuldades analisadas neste ensaio foram: a) Dificuldade financeira - praticamente presente em todos os estudos. b) Dificuldade de gerir empresas - pouco conhecimento de administração ou criação do espirito empreendedor são grandes desafio mundiais. 12

13 c) Dificuldade de comercialização - outra barreira muito citada. d) Dificuldade de produção - não é uma barreira muito citada se for dissociada da dificuldade financeira, tanto no Brasil quanto no exterior. Há outras barreiras presentes em estudos nacionais e estrangeiros que não foram confrontadas neste estudo, tais como dificuldade de relacionamento entre a universidade e a empresa, existência de pesquisa básica e aplicada, dificuldade de transmissão de conhecimento entre empresas e defesa da propriedade intelectual Os problemas enfrentados no Brasil são mais intensos que no resto do mundo? Os problemas enfrentados pelas empresas nacionais parecem ter intensidade similar aos enfrentados no exterior se forem desprezados os problemas da economia nacional (alta taxa de juros, carga tributária elevada entre outras). Portanto, os problemas das NTBFs nacionais são maiores que os das americanas ou européias, não porque o Brasil não oferece condições às NTBFs, mas porque o empresário nacional enfrenta maiores desafios que o empresário americano ou europeu Os apoios oferecidos às empresas brasileiras são piores que os oferecidos no exterior? Não houve indícios que mostrasse a inferioridade dos instrumentos de apoio nacionais em relação aos europeus. Uma das deficiências do Brasil é a falta de parques tecnológicos que auxiliem a empresa na sua fase de produção. Porém, foi possível constatar um esforço de algumas localidades para criar um desenvolver os parques. 4. Conclusões Pode-se concluir este confronto entre as barreiras e facilitadores existentes à criação de NTBFs no Brasil e no exterior, afirmando que as pesquisas no Brasil precisam dedicar mais esforço para a compreensão da realidade sistêmica que envolve a criação e a sobrevivência destas empresas no seu ambiente de inserção. O momento de pesquisar e identificar as barreiras e mecanismos de apoio no exterior com o intuito de recomendá-los para ambientes econômicos com características distintas já passou. O mesmo se pode afirmar das pesquisas que levantam barreiras e mecanismo de apoio apenas com os atores interessados em ampliar os incentivos às NTBFs. Existe, atualmente, uma necessidade de se buscar compreensão e avaliação sistêmica das razões pelas quais estas barreiras continuam existindo e porque os diversos atores: bancos, agências financiadoras de projetos, legislação tributária, mecanismos de propriedade industrial, o governo e sua política econômica (taxa de juros em especial) têm dificuldade de lidar com os empreendedores que criam novas empresas baseadas em tecnologia avançadas. Há, ainda, a necessidade de levantar quais seriam as ações integradas que esses atores poderiam realizar para superar essas barreiras, a luz do contexto político, econômico e concorrencial no qual se inserem. 13

14 Da mesma forma, os mecanismos de facilitação, apoio e promoção destinados a ajudar os empreendedores de NTBFs precisam ser avaliados quanto as suas reais condições de satisfazerem as demandas dos empreendedores. Sabe-se que muito destes mecanismos facilitadores, cujos conceitos foram importados, encontram um contexto e uma realidade (institucional, jurídica, tributária e operacional) diferenciada capaz de restringir a eficiência e eficácia de suas ações. A compreensão da realidade sistêmica das NTBFs e de sua interação e integração no contexto econômico local locam onde atuam e interagem todos os agentes é o desafio e a fronteira da pesquisa para elucidar por que as barreiras persistem e identificar caminhos para tornar os mecanismos facilitadores mais eficazes. Referências ADIZES, Ichak. Os ciclos de vida das organizações: como e por que as empresas crescem e morrem e o que fazem a respeito. São Paulo: Pioneira, ANDRADE JÚNIOR, P. P. O desafio do empreendedor: uma análise das dificuldades do empreendedor. In: Encontro Nacional de Empreendedorismo III. ENEMPRE, 2002, Florianópolis. AUKEN, Howard Van. A Model of Community- Based Venture Capital Format To Fund Early-Stage Technology-Based Firms. Jornal of Small Business Management, 40(4), pp , BHIDÉ, Amar. Amar Bhide talk based on: the origin & evolution of new businesses Slides disponíveis no site: acessado em 22/11/03. BRITO CRUZ, C.H. A universidade, a empresa e a pesquisa de que o país necessita. Humanidades, pp 15-29, São Paulo, BRUNO, Albert V., MCQUARRIE, Edward F. e TORGRIMSON, Carol G. The evolution of new technology ventures over 20 years: Patterns of failure, merger, and survival. Journal of Business Venturing. Volume 7, Issue 4, July 1992, Pages Available online 11/04/02. CHRISTENSEN, C. M., RAYNOR, M. e VERLINDEN, M. A teoria para chegar antes. HSM Managment, v.5, no.40, pp , set/out, CHURCHWELL, Thomas L. Cruzando el abismo del laboratório al mercado. In Creación de empresas de base tecnológica: la experiencia internacional, Disponível no site: FIELDEN, Sandra L., DAVIDSON, Marilyn J. e MAKIN, Peter J.. Barriers encountered during micro and small business start-up in North-West England. Journal of Small Business and Enterprise Development, Volume 7, Number 4, LARANJA, Manuel e FONTES, Margarida. Creative adaptation: the role of new technology based firms in Portugal Research Policy v.26, p , MEDEIROS, J.A.; ATAS, L. Incubadoras de empresas: balanço da experiência brasileira. Revista de Administração, São Paulo, v. 30, n. 1, p , jan./mar MINTZBERG, Henry, AHLSTRAND, Bruce, LAMPEL, Joseph. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre: Bookman,

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