Segurança do paciente. Foco nos processos é essencial para melhorar a assistência e prevenir eventos adversos. nº4. setembro/outubro de 2013

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1 Publicação da Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo setembro/outubro de 2013 nº4 Segurança do paciente Foco nos processos é essencial para melhorar a assistência e prevenir eventos adversos págs. 4 e 5 Presidente da FEHOESP fala sobre os desafios da saúde pág. 3 Projeto Bússola de Acreditação promove seminários pág. 6 Federação completa 10 anos na defesa do setor pág. 7

2 Diretoria Presidente: Yussif Ali Mere Junior 1º vice-presidente: Marcelo Soares de Camargo 2º vice-presidente: Roberto Muranaga 3º vice-presidente: Flávio Isaias Rodrigues 1º diretor secretário: Rodrigo de Freitas Nóbrega 2º diretor secretário: Paulo Fernando de Moraes Nicolau 1º diretor tesoureiro: Luiz Fernando Ferrari Neto 2º diretor tesoureiro: José Carlos Barbério Diretor suplente: André Junqueira Santos Pessoa Diretor suplente: Hugo Alexandre Zanchetta Buani Diretor suplente: Danilo Ther Vieira das Neves Diretor suplente: Armando De Domenico Junior Diretora suplente: Luiza Watanabe Dal Ben Diretor suplente: Jorge Eid Filho Diretor suplente: Michel Toufik Awad Conselheiro fiscal efetivo: Antonio Carlos de Carvalho Conselheiro fiscal efetivo: Ricardo Nascimento Teixeira Mendes Conselheiro fiscal efetivo: João Paulo Bampa da Silveira Conselheira fiscal suplente: Maria Helena Cerávolo Lemos Conselheiro fiscal suplente: Fernando Henriques Pinto Junior Conselheiro fiscal suplente: Marcelo Luis Gratão Delegado junto à CNS efetivo: Yussif Ali Mere Junior Delegado junto à CNS suplente: Marcelo Soares de Camargo Edição e reportagem: Ricardo Balego Mtb SP Projeto e produção gráfica: Danilo Minorello Periodicidade: bimestral Tiragem: exemplares Impressão: Pigma Redação: Rua 24 de maio, º andar São Paulo SP Tel: (11) Os artigos assinados não refletem necessariamente a opinião do jornal. Este jornal é impresso em papel reciclado e oriundo de fontes controladas e responsáveis, de acordo com o selo FSC. Se o recebeu via correio, a embalagem plástica que o acondiciona é feita em material oxibiodegradável. Sindicatos filiados: Editorial Segurança para todos Atuando na área da prestação de serviços, lidamos com o bem-estar das pessoas e temos o dever de zelar pela sua saúde. Mas não podemos nos esquecer que também precisamos cuidar da saúde dos nossos negócios, visto que sem isso se torna impossível nossa missão, que é cuidar com carinho e qualidade dos nossos pacientes. Sabemos que isso não é tarefa fácil, mas uma forma de auxiliar neste desafio é nos ampararmos, em nossos processos internos, por princípios de qualidade, baseados nas melhores evidências e experiências disponíveis. Esta filosofia é uma ferramenta de gestão indispensável em nossos dias. É sobre isso que falamos nesta edição, tratando dos investimentos na segurança dos nossos pacientes. Assunto de nossas páginas centrais, o Programa Nacional de Segurança do Paciente vem trabalhando este tema e auxiliando os profissionais de saúde, ao ponto que institui e melhor organiza protocolos em diversas atividades da área. Também não podemos deixar de destacar as primeiras ações do Projeto Bússola, nossa contribuição para qualificar as clínicas e ambulatórios de saúde que representamos, por meio de um programa de Acreditação. Este modelo, já bastante reconhecido no meio hospitalar, será levado agora para estabelecimentos de menor porte, em uma demonstração da nossa preocupação com todo o universo prestador de serviços em saúde no Estado. Esta iniciativa da FEHOESP é pioneira, e conta com a parceria de nossos sindicatos filiados e da Organização Nacional de Acreditação (ONA). Lembramos, por fim, de nossa Federação, que este ano completou uma década de sua criação. Essa trajetória de sucesso nos dá subsídios para este momento de grande importância, em que investimos na modernização de sua estrutura e reforçamos seu papel político. Com o fortalecimento dos nossos sindicatos, e consequentemente da nossa atuação em nível estadual e mesmo federal junto à Confederação Nacional de Saúde, buscamos organizar cada vez mais o segmento. É um trabalho realizado com muita dedicação e afinco, cujo objetivo é melhor defender todos aqueles que representamos. Boa leitura! Yussif Ali Mere Junior Presidente da FEHOESP Foto: Neuza Nakahara LOGO FSC 2

3 Números do setor Presidente da FEHOESP fala sobre os rumos da saúde Dirigente participou de evento promovido pelo Anuário Brasileiro da Saúde O Anuário Brasileiro da Saúde, publicação da FEHOESP e SINDHOSP, promoveu, no dia 5 de setembro, o seminário Os números do setor saúde cenário atual e desafios. O evento, realizado no auditório do Hospital Samaritano, na capital paulista, contou com representantes de entidades do setor, de prestadores de serviços e fornecedores. O presidente da FEHOESP e SINDHOSP, Yussif Ali Mere Junior, abriu as apresentações, falando sobre o tema Cenário atual, desafios e soluções. O dirigente lembrou de números importantes do setor, que no Brasil movimenta cerca de 9% do Produto Interno Bruto (PIB), ou R$ 396 bilhões. Desse total, 54% é gerado pelo setor privado. Munido desses dados, Yussif destacou a importância deste segmento da saúde em todo o país. A saúde vive no Brasil com a ajuda da iniciativa privada. Por mais que muitos defendam as estatizações, no país a estrutura do sistema de saúde é essencialmente privada, defendeu. Também abordou a questão da falta de leitos e a quantidade de médicos, que, apesar de serem em grande número, estão mal distribuídos pelo país. O grande problema que nós temos é que 72% dos médicos se concentram nas regiões Sul e Sudeste, principalmente capitais e grandes cidades, lembrou Yussif. O presidente da Federação destacou, ainda, o paradoxo que o setor vive atualmente. A medicina que praticamos em algumas ilhas de excelência no Brasil está entre as melhores do mundo, e ao mesmo tempo nós temos crise no SUS e na saúde suplementar, analisou, sem deixar de lembrar que o subfinanciamento da área não permite que os médicos atendam pelo Sistema Único de Saúde. Participou do evento, ainda, Paulo Fracaro, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo), para quem o setor precisa se planejar melhor. O país precisa aprender a investir e produzir com alta eficiência também na saúde, disse. Carlos Goulart, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Equipamentos, Produtos e Suprimentos Médico-Hospitalares (Abimed), falou aos presentes sobre as políticas setoriais de produtos para a saúde, importação Yussif Ali Mere Junior tratou dos desafios do setor e exportação de equipamentos e investimentos no segmento. Ao final do evento, foi realizado um talk show, que contou com as participações de Sérgio Alcântara Madeira, da Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes (Abraidi); Ruth Khairallah, da Associação Brasileira das Empresas Certificadas em Saúde (Abec Saúde); e Marco Antônio Gutierrez, da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (Sbis). Fotos: Ricardo Balego TISS 3.0 é prorrogada Estabelecimentos devem adotar o novo padrão até maio de 2014 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), por meio da Resolução Normativa nº 341, prorrogou para 30 de maio de 2014 a data limite para adoção da Troca de Informações em Saúde Suplementar TISS 3.0. O prazo inicial para que todo o setor adotasse a nova versão do padrão era de 30 de novembro de Regulamentada pela Resolução Normativa 305 e pela Instrução Normativa 51 da ANS, ambas de 9 de outubro de 2012, a TISS 3.0 vem acompanhada da Terminologia Unificada para a Saúde Suplementar (TUSS), que avança na padronização de recursos de glosas e na rastreabilidade, inclui terminologias de diárias, taxas, gases medicinais, medicamentos, materiais especiais, órteses e próteses, entre outras mudanças. 3

4 Capa Segurança do paciente em destaque A Organização Mundial da Saúde (OMS) define evento adverso como um incidente que resulta em dano não intencional, decorrente da assistência e sem relação com a evolução natural da doença de base do paciente. Em outras palavras, são acidentes no trato com o paciente que, na maioria das vezes, poderiam ser evitados. Nunca foram notificados tantos casos como estes nos estabelecimentos de saúde como atualmente. De acordo com dados da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), no Brasil cerca de 10% dos pacientes internados sofrem algum tipo de evento, e destes até 66% poderiam ser evitados. Entre os eventos adversos mais comuns estão a troca de medicações e cirurgias em membros errados, provocadas muitas vezes por fadiga, condições de trabalho inadequadas, falta de pessoal, problemas de comunicação e qualificação deficiente. Portanto, não são necessariamente fruto de imperícia ou incapacidade profissional, mas consequência de uma gestão de processos ineficiente, dentro de uma cadeia de eventos que possui problemas. Nos países desenvolvidos, existem políticas de segurança bem consolidadas. Aqui estamos acordando com um pouco de atraso. A questão é adotar mecanismos que impeçam que o erro chegue ao doente, afirma Walter Mendes, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os estudos da Fiocruz auxiliaram, inclusive, o Ministério da Saúde e a Anvisa na criação do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), um conjunto de medidas sobre o tema que vem acompanhado da criação de protocolos para os casos com maior incidência e obrigações por parte dos serviços de saúde já para o início de O programa foi instituído oficialmente em abril deste ano, com o objetivo de implantar ações para prevenir e reduzir os eventos adversos nos serviços de saúde, melhorando a segurança dos pacientes. Além disso, tem a missão de zelar pelas práticas mais recomendadas para a manutenção da segurança, o que também contempla os profissionais de saúde. Estou convencido de que, ao inserir esse tema na agenda prioritária do sistema de saúde público e privado do país, estamos firmando um grande compromisso com a qualidade, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Foco no processo Esta nova realidade acrescenta valor à ideia de que é preciso ter foco no paciente durante a assistência, já que manter o foco nos processos também é essencial. O papel dos gestores de serviços de saúde, portanto, é de extrema importância, pois precisam administrar todas essas necessidades. Além disso, como política governamental, o Programa Nacional de Segurança do Paciente também exige a colaboração dos estabelecimentos de saúde. De acordo com a resolução nº 36/2013, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa, os hospitais e demais serviços de saúde, públicos e particulares, estão obrigados a implantar um Núcleo de Segurança do Paciente (NSP). Este núcleo deverá funcionar como uma referência dentro de cada instituição, com a função de promover uma assistência mais segura (veja ao lado). 4

5 Também deverão desenvolver um Plano de Segurança do Paciente (PSP), que terá o objetivo de notificar, de forma obrigatória, os eventos adversos ocorridos em suas dependências. Os estabelecimentos que não se adequarem a esta norma poderão sofrer sanções legais, segundo a agência reguladora. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, justifica o caráter compulsório da comunicação. A notificação é muito importante para se investigar o que levou ao evento e para que se tome uma ação pontual de prevenção; é o que permite também uma ação local das vigilâncias sanitárias. Protocolos Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais da metade das infecções adquiridas em ambientes hospitalares poderia ser evitada se os profissionais de saúde lavassem corretamente as mãos antes dos procedimentos. Este é apenas um exemplo de metas consideradas prioritárias pelo órgão internacional e que funcionam como base para o PNSP. Foram criados seis protocolos de prevenção, cujos conteúdos orientam a respeito dos seguintes temas: higienização das mãos, cirurgia segura, prevenção de úlcera por pressão, identificação do paciente, prevenção de quedas e prescrição, uso e administração de medicamentos. Todos eles passaram por um período de consulta pública e já estão finalizados, disponíveis para consulta. Em formato de guia, o material traz a padronização e as práticas mais adequadas para cada situação. O uso de protocolos é simples e possibilita uma recuperação mais rápida do paciente, defende o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano. Capacitação O Programa Nacional de Segurança do Paciente também prevê outras ações, como o investimento na capacitação dos profissionais de saúde. Para isso, firmou uma parceria com o Centro de Simulação Realística do Hospital Albert Einstein, que já oferece treinamento com foco em segurança dos pacientes. De acordo com o Ministério da Saúde, estão sendo programadas ações de capacitação em todo o país. Da mesma forma, o governo assinou recentemente um termo de cooperação com o Conselho Federal de Medicina (CFM), que prevê a oferta de treinamento a estudantes e profissionais nas áreas de bioética, ética do exercício profissional e procedimentos clínicos seguros. Serviços devem criar núcleos até janeiro Como parte das ações do Programa Nacional de Segurança do Paciente, a Anvisa publicou, no Diário Oficial da União de 26 de julho deste ano, a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº36, que institui medidas de promoção da segurança do paciente e melhoria da qualidade nos serviços de saúde. O documento determina que os estabelecimentos devem criar um Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), que será responsável por desenvolver um Plano de Segurança do Paciente (PSP). A função do primeiro é estruturar o serviço para melhor lidar com a gestão dos riscos, por meio da melhoria, articulação e integração dos processos internos, baseados em boas práticas e cultura da segurança. Já o PSP deverá notificar todos os eventos ao Sistema de Vigilância Sanitária em até 15 dias após a ocorrência, em casos que envolvam quedas de pacientes, infecções hospitalares e outros eventos adversos ocorridos durante a internação. A única exceção é para os casos que resultarem em morte do paciente, cujo prazo para notificação será de 72 horas. A Anvisa disponibilizará um sistema eletrônico para que as notificações sejam feitas. Os serviços têm um prazo de 180 dias para estruturação de seus NSP, enquanto as notificações devem começar a ser feitas em 210 dias, a contar da data de publicação da medida (prazos que já haviam sido prorrogados pela RDC nº 53/2013). Isso significa que os núcleos devem estar em funcionamento já a partir de 26 de janeiro de 2014, sob pena de sanções como multa e interdição parcial ou total do estabelecimento. Já a notificação dos eventos ocorridos será obrigatória a partir de 26 de fevereiro. 5

6 Gestão da Qualidade Projeto Bússola levará Acreditação para clínicas Iniciativa é pioneira e conta com parceria da ONA As clínicas e ambulatórios representam a maior parte dos estabelecimentos de saúde em atividade em todo o Estado de São Paulo. Pensando na necessidade dessas empresas adotarem processos de qualidade, a FEHOESP, em parceria com seus sindicatos filiados e a Organização Nacional de Acreditação (ONA), está lançando o Projeto Bússola. A iniciativa, inédita no setor, tem o intuito de possibilitar aos estabelecimentos de menor porte participarem do processo de Acreditação, modelo que visa a qualificação dos serviços já bastante consagrado entre hospitais, por exemplo. Baseado em um processo de avaliação constante e amparado em parâmetros previamente definidos, a Acreditação representa uma importante ferramenta de gestão, resultando em uma política de segurança dos pacientes, melhoria dos processos internos e das equipes e, consequentemente, da própria atuação como serviço de saúde. Segundo Maria Carolina Moreno, responsável pelas Relações Institucionais da ONA, o processo pode ser solicitado por instituições de qualquer porte, desde que atenda os requisitos de elegibilidade estabelecidos nas normas orientadoras. Para o projeto, tais normas preconizam alguns requisitos como possuir até 50 colaboradores, serem sócios e/ou contribuintes dos sindicatos filiados à Federação e atuar em determinadas especialidades ambulatoriais, tais como clínica médica, alergologia, angiologia, cardiologia, vascular, cirúrgica, dermatologia, endocrinologia, gastroenterologia, ginecologia, infectologia, oncologia, ortopedia, otorrinolaringologia, pediatria, pneumologia, urologia e vacinação. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), inclusive, determinou que já a partir de 2014 os planos de saúde usem a Acreditação como um dos critérios de qualidade na divulgação da rede prestadora de serviços aos seus usuários. Esperamos contribuir com mais uma ferramenta para qualificar os estabelecimentos. Este projeto-piloto surgiu a partir de uma demanda do nosso próprio setor, já que até os serviços de pequeno e médio portes sabem que investir em qualidade é uma necessidade, ressaltou o presidente da FEHOESP, Yussif Ali Mere Junior. Seminários Em sua primeira etapa, o Projeto Bússola está realizando seminários de sensibilização sobre o tema nas bases dos sindicatos filiados à FEHOESP. O primeiro deles foi promovido no dia 29 de outubro, no auditório do SINDHOSP, capital paulista. Na ocasião, representantes de 35 clínicas de saúde, entre administradores, proprietários, diretores e supervisores de qualidade, puderam ter mais informações sobre o projeto, além dos requisitos e dificuldades em se aderir a processos como a Acreditação. O seminário foi conduzido pela representante da ONA, Maria Carolina Moreno, que destacou a importância de se adotar processos de qualidade nas organizações e como funciona o modelo. É uma série de padrões e requisitos que sugerem a melhor forma de se trabalhar, e um organismo externo para avaliar os processos das organizações de saúde, a fim de se indicar o caminho certo em termos de qualidade. Seu principal objetivo é educacional, destacou. Ao final do evento, o diretor da FEHOESP e um dos coordenadores do projeto, Luiz Fernando Ferrari Neto, explicou em detalhes como funcionará a Acreditação para clínicas e ambulatórios. Destacou também o papel da FEHOESP e seus sindicatos na inciativa, que tem boas expectativas. Estamos atuando como um facilitador, e esperamos ter vários estabelecimentos participando. Ferrari ressaltou, ainda, que os valores negociados para a parceria possibilitarão às clínicas realizar todo o processo a um custo bem menor que os praticados pelo mercado. Estavam previstos, até o final do ano, mais nove seminários do projeto, realizados em Campinas, Presidente Prudente, Santo André, Sorocaba, Santos, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Bauru. Primeiro seminário de sensibilização, realizado em São Paulo Foto: Ricardo Balego Saiba mais sobre o Projeto Bússola: acesse 6

7 Institucional FEHOESP completa uma década na defesa do setor Criada há 10 anos com o objetivo de proporcionar uma representatividade mais abrangente e atuação política mais direta, a Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo FEHOESP possibilitou ao setor em todo o Estado ter assento na Confederação Nacional de Saúde CNS. Com isso, tem sido possível participar das discussões e negociações políticas na esfera nacional, status que a legitima como a maior entidade representativa do segmento no Estado de São Paulo. Junto com a Federação, também foram criados cinco novos sindicatos distribuídos em todo o território estadual que, somados ao SINDHOSP, formam os braços representativos regionais da categoria. São eles: SINDHOSPRU, em Presidente Prudente e região; SINDRIBEIRÃO, em Ribeirão Preto e região; SINDJUNDIAÍ, em Jundiaí e região; SINDMOGIDASCRUZES, em Mogi das Cruzes; e SINDSUZANO, em Suzano. Responsável pela criação da FEHOESP, o médico Dante Ancona Montagnana presidiu a entidade até a data de seu falecimento, em dezembro de Um dos maiores líderes do setor, Montagnana também foi um dos responsáveis pela criação do próprio sistema sindical patronal da saúde no Estado de São Paulo. Presidiu, ainda, o SINDHOSP por mais de 15 anos e sob sua gestão o sindicato se transformou na maior entidade representativa do setor privado de saúde na América Latina. A importância do Dr. Dante Montagnana é inestimável, tanto para nossas entidades como para todo o setor da saúde brasileira. Incansável que foi em suas convicções, nos deixou um campo fértil para que pudéssemos hoje alçar a Federação ao status que lhe é de direito, destacou o atual presidente da FEHOESP, Yussif Ali Mere Junior. Modernização Em meio a um cenário político e econômico de dificuldades e constantes mudanças, tem sido exigida por parte da Federação uma atuação mais incisiva como entidade representativa de toda uma categoria. Pensando nisso, a nova gestão, liderada pelo médico Yussif Ali Mere Junior, vem promovendo mudanças pontuais visando reafirmar e consolidar este papel. A nova diretoria, empossada no início de 2013, definiu como suas prioridades a ênfase na modernização de sua estrutura e o foco em sua atuação política. Dentro dessa visão, a FEHOESP já vem realizando um trabalho de fôlego em sua estrutura institucional, ação que vem se estendendo a seus sindicatos filiados, inclusive. Mesmo o SINDHOSP, com toda sua história e importância, necessita avaliar seus processos e otimizar sua atuação, a fim de atender as demandas atuais impostas pelo mercado e o próprio setor de saúde. Estamos nos reestruturando, junto com a nossa Federação, para representar ainda melhor a categoria, de uma forma mais moderna e contundente, confirma Luiz Fernando Ferrari Neto, vice-presidente do SINDHOSP e diretor da FEHOESP. Os fundamentos deste trabalho estão calcados na realização de um Planejamento Estratégico, como parte de uma nova filosofia que já permeia as ações da entidade, como lembra Yussif. Hoje temos como missão representar os interesses sindicais e políticos da categoria privada de saúde com fins lucrativos, fortalecendo e estimulando nossos sindicatos filiados e, consequentemente, a Confederação, buscando melhor organizar este segmento. Reorganizando bases Outra ação que já começa a tomar forma é a reorganização das bases de alguns sindicatos filiados, visando aperfeiçoar sua atuação. Dessa forma, ganham os prestadores de serviços em saúde com uma melhor representatividade, assim como o acesso dos associados e contribuintes aos serviços exclusivos oferecidos pelos sindicatos. Para isto estamos realizando um estudo para verificar a viabilidade de uma reorganização das bases de alguns dos nossos sindicatos filiados, visando otimizar a atuação dessas entidades em nível regional, confirma o presidente da FEHOESP que também preside dois sindicatos, o SINDHOSP e o SINDRIBEIRÃO. Essas são apenas algumas medidas empreendidas pela entidade, dentre muitas que ainda virão, com o objetivo de reafirmar o papel de defender a categoria e todos os representados pelos sindicatos filiados à Federação. Que venham os próximos dez anos. Fotos: Comunicação FEHOESP Da esquerda para a direita: (1) Montagnana recebe certificado de posse da FEHOESP, entregue por José Carlos Abrahão, da CNS. (2) Abrahão, Dante e Yussif Ali Mere Junior, atual presidente da FEHOESP. (3) Dante Montagnana discursa durante evento. (4) O fundador da FEHOESP junto com o amigo Yussif Ali Mere Junior. 7

8 Artigo A entrevista pelo viés do entrevistador A entrevista de emprego é um momento importante para o entrevistador, uma vez que ele tem a missão de encontrar um profissional que atenda aos requisitos para o cargo, que traga resultados e se adapte com facilidade ao clima da empresa contratante. Para conduzir essa tarefa desafiadora com sucesso, algumas dicas são fundamentais: Foto: arquivo pessoal Antes da entrevista: Procure trazer para entrevistas somente candidatos que atendam aos requisitos básicos do cargo: faça uma boa triagem de currículos. Tenha um roteiro preparado: faça um planejamento, saiba o que vai perguntar e que informações precisa ter ao final da entrevista. Garanta um local adequado: preserve a privacidade e tenha certeza de que não vai expor os participantes do processo a situações constrangedoras. Ex: encontrar alguém da empresa empregadora atual. Leia os currículos previamente: esse cuidado vai permitir que você identifique oportunidades de perguntas ou áreas de dúvidas para as quais deverá dedicar algum tempo para esclarecer. Cumpra a agenda: organize-se para manter o horário acordado. Procure elaborar duas ou três perguntas que deem indícios sobre competências importantes para o cargo em questão. Ex: Você poderia me contar uma situação profissional em que teve que lidar com prazos curtos de entrega? Qual foi a situação, como você agiu e qual foi o resultado final? Durante a entrevista: Tenha a mente aberta e distante de preconceitos: esse é o momento de conhecer o profissional que está à sua frente. Deixe para avaliá-lo depois que a entrevista acabar, assim você dará oportunidade para que a exposição aconteça de uma forma mais ampla e espontânea. Mantenha um clima amigável: seja simpático e agradável, criando um ambiente favorável a uma conversa que incentive a exposição verdadeira. Fale menos e ouça mais: esse é o horário nobre do candidato, deixe que ele brilhe. Faça as perguntas e dê tempo suficiente para a explanação sobre experiências, motivos e expectativas. Use perguntas abertas: esse tipo de pergunta proporciona maior oportunidade de expressão ao candidato, se comparado às perguntas fechadas que incitam respostas do tipo sim ou não. Faça perguntas condizentes com o contexto profissional: procure fazer questionamentos que ajudem o profissional a mostrar suas realizações e características. Evite, por exemplo: qual o seu signo, para que time de futebol torce? Pode fazer anotações: anote o que for fundamental, desde que isso não tire sua atenção do que é mais importante conhecer o candidato. Mantenha o controle da entrevista: esteja atento ao horário e preocupe-se com a organização, para permitir que todos os aspectos sejam investigados, mas que também termine dentro do prazo previsto. Depois da entrevista: Organize o material colhido e junte as informações: currículo, suas anotações, resultados de testes etc. Agora é a hora de avaliar: procure correlacionar as informações que angariou durante a entrevista com os requisitos do cargo. Compare os candidatos finalistas: entre os candidatos disponíveis procure decidir qual está mais próximo das expectativas da empresa. Tome uma decisão e responda à pergunta: esse candidato é adequado às necessidades do cargo, da área e da empresa? Pense no curto, médio e longo prazo. Dê resposta aos candidatos que foram preteridos: isso é muito importante, pois a expectativa é grande quando procuramos emprego e, além disso, você deve preservar a imagem da empresa para a qual trabalha. É bom lembrar que a habilidade para fazer entrevistas é algo que se aprende e, quanto mais praticamos, mais aperfeiçoamos. Yara Leal de Carvalho Consultora e psicóloga com MBA Executivo em Negócios e formação em Coaching pela Sociedade Latino Americana de Coaching. Coautora do blog Questão de Coaching (www.questaodecoaching.com.br). 8

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