RELATÓRIO 203 ASSUNTO: 79ª REUNIÃO DO COPISS COORDENADOR. 1. Participantes da 79ª reunião do COPISS; 2. Leitura e aprovação da ata 78ª reunião;

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1 RELATÓRIO 203 ASSUNTO: 79ª REUNIÃO DO COPISS COORDENADOR DATA: 28/05/2015 LOCAL: ANS HORÁRIO: 09h às 12h30min Pauta: 1. Participantes da 79ª reunião do COPISS; 2. Leitura e aprovação da ata 78ª reunião; 3. Aprimoramento do Padrão TISS; 4. Envio de dados do Padrão TISS; 5. Uso dos dados do Padrão TISS; 6. Informes.

2 Reunião coordenada por Marizélia Leão Moreira, Gerente de Padronização e Interoperabilidade da Agência Nacional de Saúde Suplementar e acompanhada por Celina Maria Ferro de Oliveira, Coordenadora de Estrutura de Dados e Terminologias da ANS. Participaram também os técnicos da Gerência de Padronização e Interoperabilidade, Ana Cecília Faveret, Cristiano Oliveira, Jorge Pinho, Júlio di Maio, José Cândido Barbosa e Marta Sundelf. Compareceram, representando a FBH, o Dr. Roberto Vellasco e a Sra. Cristina Gama. Marizélia iniciou a reunião e abordou os primeiros itens da pauta com o anúncio dos participantes da 79ª reunião do COPISS Coordenador, realizada nesta data: os representantes das entidades do referido Comitê, os indicados como convidados e os técnicos da ANS. Em seguida a ata da reunião anterior, realizada em 26/02/2015, foi lida, aprovada e assinada após uma pequena alteração. APRIMORAMENTO DO PADRÃO TISS Celina informou o andamento de todos os grupos técnicos, iniciando pelo de Conteúdo e Estrutura. Pediu que as entidades avaliassem mais uma vez o anexo de quimioterapia e colocou que a proposta elaborada para o envio de dados à ANS cobre 100% das despesas de atenção à saúde. O que não estiver contemplado em nenhuma forma de remuneração existente deverá constar em despesas assistenciais referentes a outras formas de remuneração. Em relação ao grupo de Diárias, Taxas e Gases Medicinais, cerca de 10% das solicitações foram acatadas, pois muitos termos solicitados já existem na TUSS. A Agência anunciou que irá devolver para a entidade de referência quando houver caso desse tipo. Uma questão foi levantada quando alguns representantes expuseram que operadoras glosam o faturamento baseando-se no fato de que determinado item não consta em nenhuma TUSS. Isto gerou muita discussão,

3 pois mesmo que o item não esteja contemplado na TUSS, deve ser cobrado na tabela de domínio 00, não havendo motivo para glosa. Em seguida o representante da CNS solicitou que a ANS publique um esclarecimento em relação ao que está determinado na RN 305, quando a referida RN estabelece que a troca dos dados deverá ser na versão vigente, no sentido de dissociar a TISS da TUSS. Marizélia respondeu que vai rever toda a documentação disponível, pois tudo deve ser o mais claro e legível possível e completou que o assunto deve ser levado também ao Comitê de Monitoramento da Lei 13003/14. Novas divergências ocorreram quando os representantes da SBPC relataram casos em que as operadoras exigem que as guias físicas fiquem armazenadas por um período de cinco anos, outros que a documentação seja enviada à sede da operadora, mesmo havendo um escritório local, e também a ocorrência de glosas quando as guias se perdem nos Correios. Os representantes solicitaram então que a ANS divulgue um comunicado com dois esclarecimentos: nos casos em que a operadora solicitar o envio das guias, que estas devem ser encaminhadas ao escritório local quando houver e que o envio fique sob responsabilidade da operadora que solicitou. Roberto Vellasco FBH disse que já foi enviado à Coordenadora do COPISS material com a legislação que determina o período máximo de arquivamento de guias e exames e completou que, sendo assim, a operadora não pode exigir um período maior. Marizélia afirmou que vai levar o assunto ao conhecimento da Gerência dos Prestadores. Dando continuidade, Celina voltou à apresentação e falou sobre o GT de Materiais e OPME. Os registros ANVISA foram desmembrados gerando mais de termos novos. Este desmembramento enorme causa problemas para operacionalizar, como a abertura muito detalhada de materiais de consumo hospitalar e as alterações na gestão de OPME.

4 Falou ainda em implementar as ações do GT interministerial de OPME com a incorporação do nome técnico da ANVISA e SAS e adesão ao RNI (Registro Nacional de Implantes). Importante mencionar a possibilidade de tratar separadamente os materiais implantáveis dos demais materiais depois que o GT interministerial de OPME criar a lista de matérias implantáveis. ENVIO DOS DADOS À ANS Júlio lembrou que a obrigatoriedade das operadoras de envio mensal dos dados à ANS se iniciou em setembro de 2014 e que continuam ocorrendo inconsistências de estrutura e conteúdo no processamento. Em seguida mostrou vários gráficos com a evolução desse envio de dados e concluiu que o sistema de recepção dos dados do Padrão TISS enviados pelas operadoras está em operação regular e não há impedimento técnico para cumprimento da obrigação de envio de dados à ANS. USO DE DADOS DO PADRÃO TISS Marizélia comentou que outros técnicos da Agência estão utilizando os dados do Padrão TISS e que a Diretoria tem se organizado para disseminar externamente esses dados baseando-se numa experiência internacional. Esse assunto está sendo abordado no Laboratório da Saúde Suplementar. O item 6.0 Informes, foi mencionado durante a reunião. Foram eles: GT interministerial de OPME, Laboratório de Saúde Suplementar, Câmara Técnica de Monitoramento da Lei 13003/14 e Comitê Contábil. A Coordenadora considerou cumprida a pauta, dando por encerrada a reunião. A próxima reunião ficou agendada para o dia 25/06 Comentários: Sendo o COPISS um órgão técnico consultivo e deliberativo, subordinado à Diretoria Executiva, muitos assuntos que são tratados nos subgrupos devem ser levados ao conhecimento do mesmo.

5 Até o momento a TUSS de Materiais e OPME ainda não foi implantada, em razão das inúmeras dificuldades, praticamente insuperáveis, de fazê-lo, uma vez que, por se tratar de um mecanismo dinâmico, em constante mutação e evolução (inclusões, exclusões, codificações, desdobramentos, etc.) nunca poderemos considerá-la acabada. O que não for possível ser codificado no faturamento hospitalar deve ser colocado no domínio 00 até que se consiga uma solução definitiva. São as nossas considerações. Roberto Vellasco

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