Área Temática: Administração Geral. Análise Ambiental em um Simulador de Planejamento Estratégico Pessoal

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1 Área Temática: Administração Geral Análise Ambiental em um Simulador de Planejamento Estratégico Pessoal ROBERTO PORTES RIBEIRO UNIVERSIDADE FEDERAL DA SANTA MARIA MARTINHO ISNARD RIBEIRO DE ALMEIDA Universidade de São Paulo ANTONIO CARLOS AIDAR SAUAIA Universidade de São Paulo Resumo Os simuladores educacionais podem ser ferramentas eficazes se usadas com orientação à aprendizagem, sendo recomendados para análise do processo de tomada de decisão, neste caso, sobre diversos aspectos da vida de um indivíduo. Este estudo busca relacionar os conceitos de análise ambiental do planejamento estratégico aplicado ao indivíduo em um simulador. Tomando como base um indivíduo dotado de objetivos, sonhos e aspirações, tal como na vida real, pode-se supor que ele deva desenvolver as estratégias adequadas ao ambiente em que vive, bem como implementá-las aproveitando oportunidades e neutralizando ameaças, para assegurar o alcance de seus objetivos e finalmente a satisfação pessoal em realizá-los. Pretende-se focalizar o estudo na etapa de análise ambiental de um simulador de planejamento estratégico pessoal, que adota uma seqüência de etapas para que cada indivíduo possa, ao exercitá-las, ter maior conhecimento das ações que podem levá-lo à satisfação. Para isso, pesquisas bibliográficas sobre análise ambiental no contexto do planejamento estratégico pessoal e simuladores alimentaram a idéia da estruturação da análise ambiental no simulador. Ao final, este estudo sugere uma maneira de abordar a análise ambiental dentro da seqüência de etapas para o planejamento individual em um simulador, que permite praticar o planejamento estratégico pessoal. Palavras-chave: análise ambiental, planejamento estratégico pessoal, simulador

2 Abstract The educational simulators can become efficient tools when used as a direction for the learning being indicated for the decision made process, in this case, on various aspects of an individual's life. This study aims to relate the concepts of environmental analysis in strategic planning applied to a person in a simulator. Taking a person with life objectives, dreams, aspirations, as well as real life, one can suppose that he or she must develop appropriate strategies to the life s environment, and implement them taking advantage of opportunities and neutralize threats, to ensure the achievement your goals and finally the personal satisfaction in performing it. It s intended to focus the study on the environmental analysis stage of a simulation for a personal strategic planning, which takes a sequence of steps that each individual can, to exercise them, to have awareness of actions that can bring you satisfaction. To this end, theory bibliographic researches on environmental analysis in the context of personal strategic planning and simulations entertained the idea of structuring the environmental analysis in the simulator. In the end, this study suggests an approach to environmental analysis within the sequence of steps for an individual planning simulation that lets you practice personal strategic planning. Key words: environmental analysis, personal strategic planning, simulator

3 1. Introdução Naturalmente aplicado às organizações, o planejamento estratégico pode também ser aplicado aos indivíduos. Parece inegável a existência de oportunidades e ameaças às pessoas, a necessidade em cada indivíduo de se ter uma missão tanto profissional como de ser humano. A partir desta comparação com as empresas, percebe-se a chance de aplicar os conceitos de planejamento estratégico no plano individual e imaginar que, tal como as organizações, o indivíduo pode refletir sobre estes assuntos e atuar na vida pessoal. Através da reflexão sobre as estratégias da vida, o planejamento estratégico como ferramenta administrativa propicia às pessoas prepararem-se para as alterações do ambiente em que estão inseridas e responder a elas com maior vigor e rapidez. Planejar a vida significa saber onde se está hoje, onde se quer ir e o que deve ser feito para atingir os objetivos. Através do planejamento estratégico pessoal, o indivíduo poderá planejar o rumo de seus esforços e recursos, poderá de forma racional se preparar para o futuro, para a realização de seus anseios, ao invés de ficar esperando por acontecimentos que possam melhorar aleatoriamente sua vida. Já o uso da simulação em termos educacionais permite gerar fenômenos onde os estados emocionais estão fortemente presentes e a vivência desses fenômenos pode ser uma alavanca para a aprendizagem. Assim, o simulador de planejamento estratégico pessoal, devido ao seu dinamismo e, principalmente, por proporcionar motivação e interação aos participantes, permite e exige maior participação dos estudantes, na medida em que se baseia na aplicação prática das teorias ensinadas pelos métodos tradicionais de ensino através da tomada de decisões, e na posterior análise dos resultados alcançados. O foco deste estudo é a etapa de análise ambiental de um simulador de planejamento estratégico pessoal, que adota uma seqüência de etapas para que cada indivíduo possa, ao exercitálas, ter maior conhecimento das ações que podem levá-lo à satisfação. Ao levar a aplicabilidade do planejamento estratégico ao nível individual e estabelecer uma seqüência de etapas de planejamento estratégico pessoal, espera-se alcançar uma maneira de abordar a análise ambiental dentro da seqüência de etapas para o planejamento individual em um simulador, que permite praticar a análise do ambiente no planejamento estratégico pessoal. No início desta pesquisa são apresentados os aspectos introdutórios ao desenvolvimento da mesma, a segunda etapa contém a fundamentação teórica a respeito da análise ambiental inserida no contexto do planejamento estratégico pessoal e da aprendizagem através de simuladores, posteriormente são tratados os aspectos metodológicos do estudo, que englobam o desenho estrutural da pesquisa. A próxima seção busca relacionar os conceitos de análise ambiental do planejamento estratégico aplicado ao indivíduo em um simulador. Por fim, têm-se as conclusões do estudo e sugestões para trabalhos futuros. 2. Análise ambiental no contexto do planejamento estratégico pessoal Almeida (2010) divide o processo de planejamento estratégico organizacional em cinco etapas: orientação, diagnóstico, direção, viabilidade e operacional. Segundo o autor, a fase de orientação, busca a missão da empresa, ou seja, a razão de ser do empreendimento, sua vocação que pode ser entendida como o gosto ou facilidade de se desenvolver uma atividade e sua visão relacionada ao que a empresa espera se tornar. No diagnóstico, são analisados os aspectos tanto internos quanto externos à organização. A análise dos aspectos internos trata-se da escolha de fatores críticos de sucesso na área de atuação da empresa e a comparação do desempenho atual da empresa com outras empresas consideradas como referência.

4 É na etapa de diagnóstico que se realiza a análise do ambiente, com ameaças e oportunidades decorrentes de variações e tendências do ambiente. As perspectivas da economia, o mercado potencial, a concorrência e o público interno podem representar ameaças e oportunidades. Fischmann e Almeida (2009) classificam os segmentos ambientais como clima (decisões do governo com influência na organização), solo (características da população onde a empresa está inserida), ambiente operacional (conjunto de clientes, intermediários, fornecedores, prestadores de serviço, concorrentes) e ambiente interno (funcionários e acionistas). O campo de atuação reflete a área da empresa onde de fato ela deve estar operando em consonância com sua missão e visão, além de vocação. Conforme Almeida (2010), na etapa de direção são definidas as estratégias e objetivos a serem seguidos pela organização. Já na etapa de viabilidade, é o momento em que ocorre a quantificação dos objetivos em termos de resultados e desempenho. Na empresa isso pode ser observado no demonstrativo de resultados, balanço, mutações e índices. Essa quantificação é necessária para tornar mensuráveis as informações relacionadas aos objetivos; e para facilitar a execução da etapa seguinte que é a operacional, etapa em que ocorre a coordenação operacional de ações e do cronograma. Na visão de Estrada e Almeida (2007) é a partir da definição do planejamento estratégico organizacional que surge a imagem do planejamento estratégico pessoal, como um processo similar que consiste na definição da visão de futuro, na análise sistemática das oportunidades e ameaças do ambiente externo e dos pontos fortes e fracos, com o intuito de estabelecer objetivos, estratégias e ações que contribuam para alcançar essa visão. Uma imagem que pode ajudar a visualizar o planejamento estratégico pessoal com maior facilidade, segundo Cavalcante (2009), é pensar que a missão é o pico mais alto a ser alcançado, os valores são a bússola que serve de orientação, o ambiente externo se refere ao clima, solo e equipamentos, os objetivos são o mapa para chegar onde se quer, e as metas são como placas de rodovias que precisam ser ultrapassadas no caminho. O planejamento a longo prazo deu origem ao planejamento estratégico, que se diferenciou do planejamento a longo prazo por incluir a análise do ambiente organizacional, ou seja, vigorou o entendimento de que o futuro não é apenas uma continuidade do passado, mas está sujeito a influências diversas que podem alterá-lo. Conforme os estudos de Almeida e Almeida (2003), a análise do ambiente organizacional constitui-se uma importante ferramenta para o desenvolvimento do planejamento estratégico que por sua vez tem se mostrado como uma área da Administração, que deixou de ser privilégio de poucas organizações para se tornar parte do dia a dia de organizações menores e inclusive de indivíduos. O planejamento estratégico pessoal tem como um de seus objetivos incentivar a reflexão sobre hábitos e atitudes dos indivíduos, o que visa promover um gerenciamento mais consciente da vida. Dentre as características do planejamento estratégico pessoal, destacam-se a maior reflexão sobre sonhos e aspirações e as formas de alcançá-los, o que traz como conseqüência a preocupação com o ambiente externo. Para Augustin (2008) um projeto de vida bem elaborado organiza os objetivos da pessoa e permite que esta consiga manter o foco e ver a vida com uma perspectiva de longo prazo, aproveitando oportunidades e evitando as ameaças do ambiente. Segundo Almeida (2010), as grandes empresas apresentam maior preocupação na identificação da missão, enquanto no caso das pequenas empresas e indivíduos a vocação, relacionada ao prazer, ao gosto, e habilidade em realizar determinada atividade tem maior relevância. A reflexão sobre a vocação pessoal é importante porque ajuda na definição seqüencial de objetivos. Similarmente ao planejamento estratégico empresarial, o diagnóstico no planejamento estratégico pessoal busca avaliar a direção até então tomada pelo indivíduo. Para um indivíduo seria

5 o caso de identificar o quanto ele tem sido eficiente na realização dos fatores críticos de sucesso nos aspectos da sua vida. Além disso, o indivíduo precisa entender quais são para ele as ameaças e oportunidades existentes para poder pensar em ações de neutralização e aproveitamento respectivamente. Para Almeida (2010), na identificação da região de localização para um indivíduo, se deve levar em consideração, além dos fatores profissionais, os fatores humanos que incluem as necessidades familiares, tais como: qualidade de vida na região, número de empregos, proximidade da família/amigos e preço do custo de vida para a família. Em se tratando da análise do macroambiente clima para um indivíduo, Almeida (2010) recomenda que a pessoa deva considerar todas as variáveis que afetam a organização e a unidade em que ela trabalha, como também aspectos pessoais relacionados à família, amigos, por exemplo, desemprego da esposa, ou planejamento de um filho. Percebe-se que o indivíduo como unidade, inserido em uma família, empresa, grupo, corporação, apresenta um grau de exposição elevado e um espectro de fatores ambientais interferentes amplo. No que tange à análise do macroambiente solo, Almeida (2010) salienta que o indivíduo também sofre influências da unidade em que se encontra e de toda a empresa, além da própria forma de se relacionar com os demais indivíduos. Com relação ao ambiente operacional, Almeida (2010) destaca os clientes e fornecedores, pois uma pessoa possui clientes que busca atender, bem como fornecedores que precisa para atender estes clientes. Existem também os concorrentes, e a análise da concorrência no plano individual, pode parecer não ético, mas é uma análise pertinente. O objetivo central é importante para que se tenha definido onde se deseja chegar, tendo esse objetivo em mente se torna possível verificar se o fato almejado foi atingido. Segundo Dutra (2002) quando se sabe onde quer chegar, desistir do objetivo torna-se mais difícil, além do que, o indivíduo fica mais permeável e diminuem as chances dele se contaminar com objetivos de outros que na verdade podem ser pouco importantes para a própria pessoa. A formatação de índices e metas quantitativas para o indivíduo pode ser apresentada por uma projeção de fluxo de caixa pessoal, conforme exemplificado por Almeida (2010). Cabe ao indivíduo conseguir formatar o que ele deseja em formato de uma planilha de ações com prazo determinado e seus controles. As etapas do planejamento estratégico traduzidas para a entidade indivíduo por Almeida (2010) permitem que a pessoa se conheça melhor e perceba o contexto onde está inserida, dando-lhe condições contínuas para seu auto-aprimoramento, para isto a análise ambiental se mostra relevante, pois o futuro não é uma continuidade do passado e o planejamento estratégico pessoal é uma ferramenta de aperfeiçoamento para as pessoas, que podem ganhar vantagem competitiva e estar preparadas para as oportunidades e ameaças do ambiente. No entanto, elaborar o plano estratégico pessoal com uma análise ambiental não é solução para os problemas, pois cada pessoa é agente único e responsável pelo planejamento e gestão de seu destino. 3. Aprendizagem através de simuladores Conforme dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP (2011), nos anos de 1991 a 2007, o ensino superior brasileiro apresentou crescimento, tanto no número de matrículas, com a evolução de matrículas em 1991 a matrículas em 2007, quanto no número de cursos, de cursos em 1991 a cursos em Acompanhando este crescimento do ensino brasileiro, os métodos didáticos se desenvolveram e atualmente são utilizadas variações didáticas nas diferentes instituições de ensino brasileiras.

6 Ainda assim, a técnica de ensino tradicional e mais difundida atualmente no Brasil é a aula expositiva, as instituições brasileiras vivem problemas de adequação a realidade e ainda hoje, existem escolas que se dedicam apenas à transmissão de conhecimentos limitadas à exercitá-los, no âmbito escolar, de forma quase mecânica. Segundo Nicolini (2003) existem instituições que priorizam percorrer o campo mais amplo de conhecimentos, sem a preocupação com a mobilização destes em uma determinada situação, confiando na formação profissionalizante ou na vida para garantir a formação de competências. Um dos desafios da educação no meio acadêmico é a capacidade de se produzir um aprendizado pleno e uma das alternativas para o alcance deste objetivo, são os métodos de aprendizagem vivencial que utilizam simuladores. De acordo com Sauaia (1995) no ensino tradicional o papel principal é desempenhado pelo educador, personagem com elevado grau de envolvimento e que deseja ensinar seus alunos, apoiado em suas próprias experiências. Estabelece objetivos educacionais coletivos, orientados para a classe como um todo. Mantém a aula em andamento mediante a geração permanente de estímulos externos. Atuando desta forma, cria um ambiente eminentemente individualista e competitivo. Alternativamente à aula expositiva, podem-se utilizar outras técnicas, como por exemplo, as simulações, que centram as atividades didáticas no participante. Sauaia (1995) enfatiza que na aprendizagem vivencial o papel principal desloca-se para o educando, que passa a ser o centro do processo, diferentemente do ensino tradicional. Isto facilita um envolvimento maior, pelo desejo fomentado na busca de aprendizagem competitiva e cooperativa. O trabalho em grupo prevalece sobre a apresentação expositiva e individual do instrutor. São exercitados conteúdos do educando e do educador. O processo é calcado nos motivos dos educandos, em um ambiente que desafia, ao mesmo tempo em que acolhe, combinando momentos de disputa e de união entre os educandos e entre eles e o educador. Harrell et al. (2002) propõem que a simulação consiste no processo de experimentação, por meio do desenvolvimento de um modelo que replica o funcionamento de um sistema real ou idealizado, para determinar como o sistema responderá a mudanças em sua estrutura, no ambiente ou nas condições de contorno. Já Mury (2002) resume a simulação como uma representação de um sistema ou organismo por outro sistema ou organismo que aparentemente tem semelhança relevante no seu comportamento com o sistema original. Summers (2004) destaca que o uso de novas tecnologias está transformando o processo de criação e elaboração de simuladores, na medida em que situações até então consideradas pontos fracos quanto à utilização de simuladores estão sendo superadas, com a criação de simulações que consideram variáveis comportamentais e não apenas variáveis quantificáveis. A tendência para os simuladores, segundo Cornélio Filho (1998), é a utilização de sistemas interativos e inteligentes, nos quais as técnicas de realidade virtual, sistemas especialistas e inteligência artificial são utilizados. Ainda assim, existem questionamentos se as possibilidades de técnicas, geralmente suportadas por modelos computadorizados, não estariam subestimadas, tendo em vista sua semelhança com o processo decisório, tornando-o um processo de simulação próximo à realidade das organizações. Conforme Martinelli (1987) os próprios jogos de empresas computadorizados são simulações de determinados processos decisórios dentro de contextos empresariais e são considerados como método educacional no qual os participantes, geralmente agrupados em equipes, analisam e estudam diversos problemas e situações do modelo empresarial, simulando ciclos sucessivos de decisões e resultados. O mesmo autor destaca ainda que as simulações desempenham uma importante função no treinamento de estudantes e executivos, apresentando uma grande contribuição ao exercício da tomada de decisões e ao desenvolvimento de habilidades fundamentais à atividade eficiente e eficaz de um gestor. Sendo assim, percebe-se que a utilização de simuladores como instrumento didático contribui para melhoria da aprendizagem.

7 Atualmente os simuladores são utilizados para abordar desde processos generalistas de gestão em jogos de empresas até o treinamento em áreas específicas. Por exemplo, Novaes e Orlandeli (2004) relatam a utilização de simuladores envolvendo a cadeia logística. Quanto ao mercado financeiro, destacam-se as simulações com objetivos específicos em mercado de capitais. Até o momento não foram encontrados estudos que utilizem simuladores para planejamento estratégico pessoal abordando a análise ambiental, segundo pesquisas realizadas no portal de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e nos bancos de teses das principais universidades brasileiras. 4. Aspectos metodológicos Com o alinhamento entre os recursos de simulação, e a técnica de análise ambiental para o planejamento estratégico pessoal, como objeto de estudo, esta pesquisa busca responder a questão de como utilizar a análise ambiental em um simulador para o planejamento estratégico pessoal. A relevância do tema de pesquisa é verificada pela crescente demanda de pessoas pela realização do planejamento estratégico pessoal. Dutra (2002) relaciona alguns motivos formadores de uma certa pressão social para que as pessoas realizem seu próprio planejamento, tais como: o aumento na diversificação das oportunidades profissionais pela maior complexidade organizacional e tecnológica; disseminação da idéia que cada vez mais as pessoas são capazes de influenciar suas próprias carreiras; e a valorização social do contínuo crescimento, da mobilidade, da flexibilidade e da notoriedade, que pressionam as pessoas a competir consigo próprias e sempre rever suas expectativas e necessidades. Por se tratar de tema ainda pouco estudado, o método utilizado neste estudo é a pesquisa exploratória, de maneira a se obter informações suficientes para permitir o desenvolvimento de uma ferramenta de análise ambiental para o planejamento estratégico pessoal em um simulador, conforme Cooper e Schindler (2003), os estudos exploratórios tendem a gerar estruturas soltas com objetivos de descobrir futuras tarefas de pesquisa. Quanto ao objetivo, segundo Cooper e Schindler (2003), neste estudo descritivo pretende-se analisar um problema e propor um modelo para solução desse problema, com a descoberta de associações entre diferentes variáveis. Com relação à natureza, trata-se de pesquisa aplicada, pois de acordo com Marconi e Lakatos (2010), a pesquisa aplicada gera conhecimentos novos e úteis para o avanço da ciência e para aplicação prática. Buscou-se a compilação de modelos e propostas de diversos autores para a montagem de uma ferramenta coerente com os objetivos apresentados que tenha implicações sobre o tema, na medida em que pretende fornecer uma forma de simular a etapa de análise ambiental para o planejamento estratégico individual. De acordo com Vergara (2009), no método de coleta de dados por levantamento bibliográfico, os dados secundários provenientes deste levantamento podem ajudar a decidir o que precisa ser feito, tornando-se uma rica fonte de hipóteses para o pesquisador. Neste estudo, o poder do pesquisador de produzir efeitos nas variáveis que estão sendo estudadas é experimental. Para Cooper e Schindler (2003) em um experimento o pesquisador tenta controlar e/ou manipular as variáveis no estudo. O planejamento experimental é apropriado quando se procura descobrir se determinadas variáveis produzem efeitos em outras variáveis. A experimentação é a ferramenta mais poderosa para testar hipóteses. As simulações são cada vez mais usadas em processos de pesquisa. Segundo Cooper e Schindler (2003) simular significa copiar a essência de um sistema ou processo e analisar as variáveis nesse ambiente simulado. Conforme Miguel (2010) a utilização de modelos permite compreender melhor o ambiente em questão, identificar problemas, formular estratégias e sistematizar o processo de tomada de decisão. A partir da pesquisa bibliográfica e de estudos realizados em outros modelos de simuladores, segue-se a avaliação e seleção das variáveis relevantes para modelagem conceitual da

8 análise ambiental no simulador para planejamento estratégico pessoal, investigando diferentes alternativas de abordagens e identificando a mais apropriada para o sistema de simulação. 5. A análise ambiental para o indivíduo em um simulador A proposta de utilizar a análise ambiental para o indivíduo em um simulador de situações de vida das pessoas, englobando aspectos profissionais, financeiros, sociais e familiares tem o objetivo de estimular as pessoas a planejarem a vida com enfoque no contexto do ambiente em que vivem, reduzindo-se a impressão de que a análise ambiental quando se aborda o planejamento estratégico pessoal pode ser complicada ou inacessível. Ao mesmo tempo, pretende-se desmistificar a ideia de que é preciso ter sorte para alcançar êxito profissional, financeiro ou social e que o ambiente externo é completamente imprevisível ou aleatório. O simulador está estruturado de modo que os acontecimentos ocorrem na vida de um indivíduo desde o momento em que este começa a decidir suas ações com independência até sua aposentadoria. A dinâmica do simulador proporciona que o indivíduo teste seus limites, tomando decisões e conhecendo em seguida os resultados produzidos por elas. O modelo proporciona o acompanhamento do desempenho de equipes como gestoras da vida de um indivíduo, enfatizando a capacidade de tomar decisões, de definir estratégias, de entender o funcionamento do mercado de trabalho, aspectos familiares, da vida social, e de planejar e controlar a utilização de recursos financeiros e, após um determinado tempo, premia os participantes que alcançaram os objetivos estabelecidos no início da simulação para cada pessoa. A modelagem conceitual do simulador estrutura-se a partir da seqüência de etapas para o planejamento estratégico individual proposto por Almeida (2010). A Figura 1 apresenta sucintamente as etapas do planejamento individual projetadas no modelo do simulador. Figura 1 - Proposta de etapas para o planejamento estratégico individual Fonte: Adaptado de Almeida (2010)

9 O modelo do simulador segue a orientação de Almeida (2010) e divide o processo de planejamento estratégico pessoal em cinco etapas: orientação, diagnóstico, direção, viabilidade e operacional. Na fase de orientação, busca-se definir a missão do indivíduo que constitui a sua razão de existir, a vocação do indivíduo que pode ser entendida como o gosto ou facilidade de desenvolver uma atividade e sua visão relacionada ao que o indivíduo espera se tornar no futuro, no sentido de ser um desafio. Na etapa do diagnóstico, são analisados os aspectos tanto internos, quanto externos ao indivíduo. A análise dos aspectos internos trata da escolha de fatores críticos de sucesso na área de atuação do indivíduo e a comparação do desempenho atual do indivíduo com outras pessoas consideradas como referência. É no momento do diagnóstico que se realiza a análise do ambiente, com ameaças e oportunidades decorrentes de variações e tendências do ambiente. As perspectivas da economia, o mercado de trabalho potencial, a concorrência, os clientes e os fornecedores podem representar ameaças e oportunidades. Os segmentos ambientais são divididos em: clima (decisões do governo com influência no indivíduo), solo (características da sociedade onde o indivíduo vive), ambiente operacional (conjunto de clientes, fornecedores, concorrentes) e ambiente interno (valores e aspirações). O campo de atuação reflete a área em que de fato o indivíduo deve estar operando em consonância com sua vocação e visão. Destaca-se que é na fase do diagnóstico que se encontra a análise do ambiente, em que cada indivíduo tem uma maneira diferente de perceber e analisar as possíveis ameaças e oportunidades que surgem de variações e tendências do ambiente simulado. O simulador aborda um ambiente rico que oferece muitas perspectivas de análises em função da economia, do mercado de trabalho, do governo, da população, da concorrência, dos clientes e dos fornecedores simulados de acordo com as necessidades do público-alvo da simulação. Na fase de direção são definidas as estratégias e objetivos a serem seguidos pelo indivíduo. Já na etapa de viabilidade, é o momento em que ocorre a quantificação dos objetivos em termos de resultados e desempenho, na forma de indicadores, metas de curto prazo e fluxo de caixa. Essa quantificação é necessária para tornar mensuráveis as informações relacionadas aos objetivos; e para facilitar a execução da etapa seguinte que é a operacional, etapa em que ocorre a coordenação de ações e do cronograma. A simulação começa com a elaboração do plano estratégico para que cada equipe de participantes defina onde se deseja chegar, e assim se torna possível verificar se o fato almejado foi atingido ao final da simulação. Sendo assim, a simulação ocorre em períodos anuais e traz indicadores de sucesso a cada equipe que medem o percentual de alcance das metas estabelecidas para o indivíduo no início da simulação, além disso, o indivíduo deve gerenciar seu fluxo de caixa pessoal, equilibrando receitas e despesas. Cabe a cada equipe de participantes decidir quais serão as ações do indivíduo ao longo da simulação com prazos determinados e controles conforme o plano estratégico definido inicialmente. As simplificações do modelo têm o objetivo de tornar a análise menos complexa e com um menor grau de dificuldade, para que a avaliação do processo de decisão seja realizada de modo mais simplificado e as conseqüências deste processo sejam visualizadas com maior facilidade pelos participantes. Na realidade, são vários os fatores que influenciam na vida de uma pessoa. Contudo, para fins didáticos, optou-se por desenvolver um modelo simplificado, com vistas a facilitar o aprendizado da relação econômica, social e ambiental da vida dos indivíduos. O modelo conceitual do simulador está estruturado de forma a desenvolver a pessoa nas suas principais áreas de atuação: individual, familiar, participação social, negócios pessoais e profissional, conforme demonstrado na Figura 2. Essas cinco áreas são interligadas, e se alguma área for modificada, isto pode interferir nas demais.

10 Planejamento Estratégico Pessoal Planejamento Individual Planejamento Familiar Planejamento da Participação Social Planejamento de Negócios Pessoais Planejamento Profissional Afetividade Economia Finanças Saúde Lazer/cultura Tempo Companheiro Pais Filhos Avós/netos Projetos Políticos Projetos Sociais Projetos Religiosos Mercado Economia e Finanças Carreira Competências Técnicas Relacionamento Qualidade Quantidade Comemorações Bens Aplicação Rendimento Alimentação Atividade Física Controle Médico Viagens Saídas Hobbies Aproveitamento Priorização Individualidade Relacionamento Relacionamento Dependência Relacionamento Dependência Quantidade Relacionamento Partidário Profissional Participação na comunidade Religião Espiritualidade Produto Segmento Patrimônio Rentabilidade Lucratividade Função Cargo Remuneração Formação Atualização

11 Competências Comportamentais Ambiente Organizacional Figura 2 Variáveis consideradas no simulador para planejamento estratégico pessoal Idiomas Estágio Autoconhecimento Emoção Comunicação Aprendizagem Liderança Pessoas Local Instalações Físicas Equipamentos A situação inicial proposta na simulação é definida de acordo com o público-alvo da simulação. Após esta definição, os participantes elaboram seu plano estratégico pessoal que deve considerar a situação inicial igual para todos os participantes, com aspectos internos e ambiente externo semelhantes. No início da simulação, cada participante atribui uma ordem de importância para cada área, o que permite que cada pessoa elabore um plano de acordo com seus valores, objetivos e aspirações, o que caracteriza a flexibilidade do modelo, pois de acordo com as situações apresentadas no decorrer da simulação a pessoa pode escolher dentre as alternativas, aquela que poderá lhe trazer maior benefício de acordo com suas prioridades. A simulação transcorre em etapas onde os participantes devem decidir uma opção dentre algumas alternativas apresentadas em cada rodada da simulação. Estas opções apresentam aspectos negativos e positivos, cabe ao jogador avaliar qual a alternativa que apresenta melhor contribuição para alcançar seus objetivos definidos no início da simulação. Cada alternativa de decisão traz uma pontuação diferente para cada área, o que influencia na pontuação total de cada participante é a importância que cada uma das cinco áreas possui, pois de acordo com esta pré-definição de ordem de importância será atribuído um peso diferente a cada uma das áreas. Por exemplo, suponhamos que uma pessoa recebeu uma herança no valor de R$ ,00 em uma determinada rodada da simulação e precisa decidir entre as seguintes alternativas: a) Comprar um automóvel; b) Montar um pequeno negócio em sociedade com um amigo; c) Investir esta quantia no mercado financeiro, formando uma carteira de investimentos de renda fixa e variável; d) Doar esta quantia para uma instituição de caridade que ajuda crianças com câncer; e) Viajar para o exterior a fim de melhorar sua fluência em outro idioma; f) Realizar um sonho de sua mãe, presenteando-a com um tratamento estético; g) Cursar uma pós-graduação na sua área de especialização; h) Organizar uma grandiosa festa de comemoração de seu casamento; i) Usar esta quantia como entrada na compra de um imóvel próprio. Esta decisão dependerá da situação proposta no simulador e dos objetivos traçados por cada participante. Supondo que o principal objetivo de um participante seja alcançar um alto índice de participação social, a alternativa que geraria o maior resultado em termos de pontuação na competição com outros jogadores seria a alternativa d. Já para um participante que priorize suas finanças, a melhor alternativa poderia ser a c ou b. Outro indivíduo que priorize a família poderia

12 obter maior pontuação com as alternativas f e h, por exemplo. Uma pessoa que valorize o lado profissional poderia obter maior pontuação com as alternativas e e g. Já um indivíduo com prioridades mais relevantes nos aspectos de lazer e conforto poderia obter melhores resultados com as alternativas a e i. Cada rodada da simulação gera conseqüências para as próximas decisões e produz um resultado parcial que é somado com os resultados de todas as rodadas. O vencedor da simulação será o participante que decidir de acordo com seu planejamento inicial e obtiver a maior pontuação acumulada ao final da simulação. Espera-se que o simulador seja uma ferramenta de aprendizado que ajude a compreender a análise ambiental no planejamento estratégico pessoal por meio da ação, da interação com outras pessoas, da internalização dos resultados, dos sucessos e fracassos, no entanto, seu sucesso depende do nível de envolvimento emocional dos participantes. As informações próximas à realidade da vida dos participantes fazem parte da estratégia para que os mesmos busquem informações e interajam com os outros componentes, estimulando o interesse e pesquisa em torno do assunto. 6. Considerações finais A partir deste estudo pode-se verificar como a análise ambiental é relevante para o planejamento estratégico pessoal e do ponto de vista da pesquisa acadêmica pode-se perceber contribuições advindas dos trabalhos sobre planejamento estratégico para o desenvolvimento do tema. O modelo sugerido nesta pesquisa abordando etapas do planejamento estratégico individual em um simulador, com ênfase à etapa de análise do ambiente, objetiva a estruturação de ações detalhadas para que os indivíduos possam se planejar e com isto otimizarem o gerenciamento de suas expectativas e objetivos dentro da proposta do simulador. Esta proposta é concebida com o intuito de ser uma ferramenta de apoio para a conscientização e sensibilização das pessoas sobre a importância da etapa de análise do ambiente quando se elabora o planejamento estratégico pessoal. Já que planejar a própria vida para alguns pode parecer em um primeiro momento um exagero e para outros uma necessidade. Todavia, se acredita que o exercício do planejamento estratégico pessoal pode auxiliar no autoconhecimento e definição de ações prioritárias que serão de fato importantes para uma pessoa. Apresentam-se como limitações da pesquisa desenvolvida a impossibilidade de quantificar a fidelidade de um simulador educacional à realidade que este pretende representar, e a dificuldade de quantificação exata dos conhecimentos adquiridos com a simulação pelos participantes, pois o modelo a ser aplicado representa apenas uma simplificação da realidade, e além do mais as questões sobre planejamento estratégico pessoal podem não ter compreendido todos os pontos relevantes. No entanto, pretende-se utilizar o simulador com diferentes grupos de pessoas, o que poderá contribuir para a melhoria do mesmo, proporcionando o ajuste contínuo do modelo ao público-alvo da simulação. O simulador é projetado para ser utilizado em aplicações acadêmicas bem como em cursos ou treinamento específicos de planejamento estratégico pessoal, o qual se caracteriza como um motivador ao grupo de estudantes a serem treinados, através de sua maneira interativa, lúdica e criativa de proporcionar aprendizado. Conforme o exposto, este estudo propicia a aplicação futura de um simulador no aprimoramento de conhecimentos de análise ambiental na área de planejamento estratégico pessoal. Pretende-se implantar o simulador como ferramenta de ensino-aprendizagem na disciplina de planejamento estratégico do Curso de Administração do Centro de Educação Superior Norte do RS da Universidade Federal de Santa Maria e espera-se que o estudo realizado sirva como subsídio para o desenvolvimento de novas pesquisas.

13 Referências bibliográficas ALMEIDA, M. I. R. Manual de planejamento estratégico: desenvolvimento de um plano estratégico com a utilização de planilhas excel. 3. ed. São Paulo: Atlas, ALMEIDA, M. I. R.; ALMEIDA, F. R. Análise do ambiente organizacional: a peça chave para o desenvolvimento de um planejamento estratégico. VI SEMEAD Seminários em Administração FEA/USP. São Paulo, AUGUSTIN, E. S. Planejamento pessoal e sua ligação com o planejamento estratégico organizacional Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, CAVALCANTE, A. O que realmente importa? São Paulo: Gente, COOPER, D. R.; SCHINDLER, P. S. Métodos de pesquisa em administração. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, CORNÉLIO FILHO, P. O modelo de simulação do GPCP-1: jogo do planejamento e controle da produção Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, DUTRA, J. S. Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e perspectivas. São Paulo: Atlas, ESTRADA, R. J. S.; ALMEIDA, M. I. R. A eficiência e a eficácia da gestão estratégica: do planejamento estratégico à mudança organizacional. Revista de Ciências da Administração. Florianópolis, v. 9, n. 19, p , FISCHMANN, A. A.; ALMEIDA, M. I. R. Planejamento estratégico na prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, HARRELL, C. R. et al. Simulação otimizando os sistemas. São Paulo: Instituto IMAM, INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS. INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais. Evolução a Brasília, Disponível em: <http://portal.inep.gov.br/web/censo-da-educacao-superior/evolucao-1980-a-2007>. Acesso em: 23 mar KEYS, B.; WOLFE J. The Role of Management Games and Simulations in Education and Research. SAGE - Journal of Management. v. 16, n. 2, p , MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, MARTINELLI, D. P. A utilização de jogos de empresas no ensino da Administração Dissertação (Mestrado em Administração) Universidade de São Paulo, São Paulo, MIGUEL, P. A. C. Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de operações. Rio de Janeiro: Elsevier, MURY, A. R. Simulando a cadeia de suprimento através de um jogo logístico: um processo de treinamento Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, NICOLINI, A. Qual será o futuro das fábricas de administradores? Revista de Administração de Empresas - FGV, São Paulo, v. 43, n. 2, p , NOVAES, A.; ORLANDELI, R. Utilização de jogos de empresas envolvendo cadeia logística: um enfoque educacional Disponível em: <producaoonline.org.br/index.php/rpo/article/view/ 302> Acesso em: 22 mar SAUAIA, A. C. A. Satisfação e aprendizagem em jogos de empresas: contribuições para aprendizagem gerencial Tese (Doutorado em Administração) Universidade de São Paulo, São Paulo, 1995.

14 SUMMERS, G. J. Today s business simulation industry. Simulation & Gaming. v. 35, n. 2, p , VERGARA, S. C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009.

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