Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo o protótipo Web-Meeting

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo o protótipo Web-Meeting"

Transcrição

1 Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo o protótipo Web-Meeting Goreti Marreiros Departamento de Engenharia Informática, ISEP -IPP Disciplina: Agentes Inteligentes e Sistemas Cooperativos 20 de Setembro de 2004

2 Trabalho desenvolvido em colaboração entre a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e o Instituto Superior de Engenharia do Porto Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 2

3 Conteúdo 1. Objectivos do trabalho 2. Enquadramento 3. Trabalho desenvolvido 4. Apresentação do protótipo WebMeeting 5. Conclusões 6. Desenvolvimentos futuros Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 3

4 Objectivos Objectivos do trabalho Levantamento da situação actual nos Sistemas de Apoio à tomada de Decisão em Grupo (SADG) em particular no que se refere aos problemas multicritério Especificar uma arquitectura para o apoio à tomada de decisão em grupo Desenvolver um protótipo Utilizar o protótipo na resolução de um caso de estudo Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 4

5 Enquadramento Tipos de Tomada de Decisão Tomada de decisão Individual Multi-participada Pessoa Sistema Computacional Unilateral Negociada Equipa Grupo Organização Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 5

6 Decisão em grupo Processos realizados por um grupo de pessoas que está a tomar uma decisão em conjunto. (Jelassi, Kersten and Zionts, 1990) Vantagens da tomada de decisão em Grupo Desvantagens da tomada de decisão em Grupo Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 6

7 Enquadramento Vantagens da tomada de decisão em grupo Os membros dos grupos são solidários com decisões nas quais tomaram parte Mais informação A propensão ao risco é ponderada - os grupos tendem a moderar os jogadores e a encorajar os elementos mais conservadores Avaliação mais objectiva Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 7

8 Enquadramento Desvantagens da tomada de decisão em grupo Bloqueio de produção Receio da avaliação Esquecimento Excesso de informação Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 8

9 Enquadramento O que é um Sistema de Apoio à Tomada de Decisão em Grupo (SADG)? Huber (1984) é um conjunto de software, hardware, linguagens e procedimentos que suportam o trabalho de um grupo que tem como tarefa a tomada de decisão DeSanctis e Gallupe (1987) é uma combinação de tecnologias de comunicação, informáticas e de apoio à decisão, que facilitam a formulação e a resolução de problemas não estruturados por um grupo de pessoas Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 9

10 Enquadramento Tomada de decisão em grupo Síncrona Assíncrona Mesmo espaço geográfico Sala de Decisão Rede de decisão local Diferente espaço geográfico Teleconferência Tomada de decisão remota Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 10

11 Tomada de decisão em grupo numa lógica multi-critério Enquadramento A investigação na decisão multi-critério tem sido essencialmente direccionada para o apoio aos agentes de decisão individuais Se a decisão for tomada por um grupo existe um conjunto de novas questões a considerar Existem diferentes linhas de investigação: agregação matemática das preferências dos diferentes elementos dos grupos integração com os SADG Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 11

12 Enquadramento SADG estudados GroupSystems Meeting Works Expert Choice Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 12

13 Enquadramento Lacunas e limitações suportam de forma deficiente algumas das actividades realizadas pelo facilitador pouca informação sobre os participantes pressupõe que todos os elementos do grupo têm a mesma autoridade não existe uma estrutura clara de argumentação a utilização destes produtos não é trivial Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 13

14 Trabalho desenvolvido WebMeeting Objectivo: apoiar os processos de tomada de decisão em grupo Características principais: acessível através da Internet permite a organização de reuniões com um número de participantes variável suporta a tomada de decisão assíncrona suporta a argumentação vocacionado para problemas de decisão multi-critério Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 14

15 Trabalho desenvolvido WebMeeting -arquitectura Configuração Gestão Argumentação Manifestação de preferências Votação Base de dados Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 15

16 Trabalho desenvolvido WebMeeting -argumentação Issue Based Information System (IBIS) Generalizar ou Especificar Tema Sugerido_por Sugerido_por Posição Responde_a Apoia Refuta Sugerido_por Argumento Outro Qualquer tipo de nó Outro Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 16

17 Trabalho desenvolvido WebMeeting - manifestação de preferências TOPSIS - Technique for Order Preference by Similarity to the Ideal Solution normalização de escalas eliminação de alternativas não dominadas determinação de pesos dos critérios Método dos vectores próprios Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 17

18 Trabalho desenvolvido WebMeeting -implementação Internet Information Server (IIS 4.0) como servidor Web Active Server Pages (ASP) VBScript e JScript como linguagens de scripting Microsoft Access 2000 R Visual Basic 6.0 Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 18

19 Trabalho desenvolvido WebMeeting - entidades Facilitador Participante WebMeeting Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 19

20 Trabalho desenvolvido Facilitador Configurar os aspectos gerais de uma reunião definição dos objectivos da reunião escolha do tempo de decisão escolha dos participantes adequados definição das regras de decisão Estruturar o problema de decisão multi-critério definição de critérios configuração de alternativas normalização de escalas eliminação de alternativas dominadas Acompanhar o decorrer da reunião Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 20

21 Trabalho desenvolvido Participante Confirmar presença Analisar o problema definir pesos aplicar algoritmo de ordenação estabelecer preferências Argumentar Votar Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 21

22 Trabalho desenvolvido WebMeeting Enviar notificações aos participantes e ao facilitador por forma a garantir o adequado funcionamento da reunião Exemplos: o aviso que a data limite de confirmação expirou (enviado ao facilitador) o aviso que se encontra uma votação em funcionamento (enviado aos participantes) o aviso que a reunião terminou (enviado ao facilitador e aos participantes) Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 22

23 Apresentação do protótipo WebMeeting protótipo Apresentação do protótipo... Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 23

24 Conclusões Abordagem simples para estruturar e organizar os processos de tomada de decisão em grupo Características essenciais do sistema: é assíncrono e multi-participante, possibilita a distribuição geográfica dos agentes de decisão e um acesso fácil através de um browser na Internet A utilização do WebMeeting em cenários simples e em particular no caso de estudo analisado na dissertação demonstra a aplicabilidade e o potencial da abordagem seguida Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 24

25 Desenvolvimentos futuros Agentes de Apoio à Argumentação e Decisão em Grupo Sistemas de Apoio à Decisão em Grupo Sistemas Multi-Agente Sistemas de Argumentação Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo - o protótipo WebMeeting 25

26 Sistemas de apoio à tomada de decisão em grupo o protótipo Web-Meeting Goreti Marreiros Departamento de Engenharia Informática, ISEP -IPP Disciplina: Agentes Inteligentes e Sistemas Cooperativos 20 de Setembro de 2004

Sistemas Cooperativos. Professor Alan Alves Oliveira

Sistemas Cooperativos. Professor Alan Alves Oliveira Sistemas Cooperativos Professor Alan Alves Oliveira 1. Sistemas de Informação e Sistemas Cooperativos 2 Sistemas de Informação 3 Sistemas de Informação Sistemas ampamente utilizados em organizações para

Leia mais

Técnico em Informática

Técnico em Informática Técnico em Informática Desenvolvimento de Software, I e II Administração de Administrativos em Processamento de Análise de Científica Design Digital Engenharia da Engenharia de Física - Opção Informática

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL PROGRAMADOR(A) DE INFORMÁTICA. PERFIL PROFISSIONAL Programador/a de Informática Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5

PERFIL PROFISSIONAL PROGRAMADOR(A) DE INFORMÁTICA. PERFIL PROFISSIONAL Programador/a de Informática Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 PERFIL PROFISSIONAL PROGRAMADOR(A) DE INFORMÁTICA PERFIL PROFISSIONAL Programador/a de Informática Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO GLOBAL SAÍDA(S) PROFISSIONAL(IS)

Leia mais

UNOESTE - Universidade do Oeste Paulista F I P P - Faculdade de Informática de Presidente Prudente

UNOESTE - Universidade do Oeste Paulista F I P P - Faculdade de Informática de Presidente Prudente 1º TERMO NOTURNO - 2009 31/03/09 3ª feira 20:50 h A ADMINISTRAÇÃO 01/04/09 4ª feira 19:00 h A1/A2 INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO 02/04/09 5ª feira 19:00 h A1 LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA I 02/04/09 5ª feira 20:50

Leia mais

HABILITAÇÃO COMPONENTE TITULAÇÃO

HABILITAÇÃO COMPONENTE TITULAÇÃO Operação de Software Aplicativo Científica Engenharia da Produção Engenharia de Engenharia de Produção Matemática Aplicada às Matemática Aplicada e Científica Matemática com Tecnologia em - Ênfase em Gestão

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

UNOESTE - Universidade do Oeste Paulista F I P P - Faculdade de Informática de Presidente Prudente

UNOESTE - Universidade do Oeste Paulista F I P P - Faculdade de Informática de Presidente Prudente 1º TERMO NOTURNO - 2013 23/09/13 2ª feira 08:20 h B1 (DP) ALGORITMOS E TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO I 23/09/13 2ª feira 19:00 h A1 ALGORITMOS E TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO I 24/09/13 3ª feira 19:00 h A COMUNICAÇÃO

Leia mais

Enunciado de apresentação do projecto

Enunciado de apresentação do projecto Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2 o Semestre de 2009/2010 Enunciado de apresentação do projecto FEARSe Índice 1 Introdução... 2 2 Cenário de Enquadramento... 2 2.1 Requisitos funcionais...

Leia mais

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Artigos Técnicos Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Marcelo Salvador, Diretor de Negócios da Elipse Software Ltda. Já faz algum tempo que ouvimos falar do controle e supervisão

Leia mais

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações Sistemas Multimédia Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP Redes e Comunicações Francisco Maia famaia@gmail.com Já estudado... Motivação Breve História Conceitos Básicos Tipos de Redes Componentes

Leia mais

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto Introdução a Informática Prof.: Roberto Franciscatto APRESENTAÇÃO Os computadores chegaram aos diversos níveis das organizações Nestes contexto: Que linguagem entendem? Que produtos podem usar? Dúvidas

Leia mais

ISEP. Instituto Superior de Engenharia do Porto. Análise de Sistemas Informáticos

ISEP. Instituto Superior de Engenharia do Porto. Análise de Sistemas Informáticos ISEP Instituto Superior de Engenharia do Porto Análise de Sistemas Informáticos Armazenamento de Dados em Rede A Revolução do Armazenamento Partilhado A crise económica e a crescente necessidade de armazenamento

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Como Melhorar a Tomada de Decisão e a Gestão do Conhecimento Capítulo

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 13 Web Services Web Services

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 06. Prof. André Lucio

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 06. Prof. André Lucio FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 06 Prof. André Lucio Competências da aula 6 Diretiva de grupo (GPO). Internet Information Services (IIS). PowerShell. Aula

Leia mais

Grupo de trabalho sobre a protecção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais. Recomendação 1/99

Grupo de trabalho sobre a protecção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais. Recomendação 1/99 5093/98/PT/final WP 17 Grupo de trabalho sobre a protecção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais Recomendação 1/99 sobre o tratamento invisível e automatizado de dados

Leia mais

Internet Access Quality Monitor. Bruno Pires Ramos Prof. Vasco Soares Prof. Alexandre Fonte

Internet Access Quality Monitor. Bruno Pires Ramos Prof. Vasco Soares Prof. Alexandre Fonte Internet Access Quality Monitor Bruno Pires Ramos Prof. Vasco Soares Prof. Alexandre Fonte Escola Superior de Tecnologia - Maio 2008 2 Índice Objectivos Estado da Arte Sistema IAQM Tecnologias Utilizadas

Leia mais

FACSENAC. SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO DRP (Documento de Requisitos do Projeto de Rede)

FACSENAC. SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO DRP (Documento de Requisitos do Projeto de Rede) FACSENAC SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO Versão: 1.2 Data: 25/11/2011 Identificador do documento: Documento de Visão V. 1.7 Histórico de revisões Versão Data Descrição Autor 1.0 03/10/2011 Primeira Edição

Leia mais

Estratégias de Pesquisa

Estratégias de Pesquisa Estratégias de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Survey Design e Criação Estudo de Caso Pesquisa Ação Experimento

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANÁLISE DE DADOS E GESTÃO DE INFORMAÇÃO Grupo de trabalho Armando Mendes Áurea Sousa Fátima Brilhante Rita Marques Brandão Osvaldo Silva Fevereiro 2010 Enquadramento e justificação

Leia mais

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS Compreender e utilizar a linguagem SQL, na construção e manutenção de uma base de dados.

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS Compreender e utilizar a linguagem SQL, na construção e manutenção de uma base de dados. PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 12.ºH CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO MULTIMÉDIA ANO LECTIVO 2013/2014 6. LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO IV Pré-requisitos: - Planificar e estruturar bases

Leia mais

Suporte e Consultoria

Suporte e Consultoria Suporte e Consultoria São Paulo: (11) 2122 4211 - Campo Grande: (67) 4062 0039 - http://kuboit.com Nossos Serviços A KuboIT utiliza seus conhecimentos para fazer com que os sistemas da sua empresa estejam

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE INFORMÁTICA - INSTALAÇÃO E GESTÃO DE REDES

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE INFORMÁTICA - INSTALAÇÃO E GESTÃO DE REDES PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE INFORMÁTICA - INSTALAÇÃO E GESTÃO DE REDES PERFIL PROFISSIONAL Técnico de Informática Instalação e Gestão de Redes Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 ÁREA

Leia mais

DGES DIRECÇÃO GERAL DO ENSINO SUPERIOR MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR

DGES DIRECÇÃO GERAL DO ENSINO SUPERIOR MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR 11. Plano de estudos: 1º semestre curricular (1º ano/1º semestre) QUADRO N.º 2 CRÉD ITOS Álgebra Linear A CB semestral 140 T:30, TP: 30 5 Cálculo I CB semestral 140 T:30, TP:30 5 Tópicos de Matemática

Leia mais

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 1.1

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 1.1 Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 1.1 SISTEMA DE APOIO À DECISÃO Grupo: Denilson Neves Diego Antônio Nelson Santiago Sabrina Dantas CONCEITO É UM SISTEMA QUE AUXILIA O PROCESSO DE DECISÃO

Leia mais

FURB - Universidade Regional de Blumenau TCC - Trabalho de Conclusão de Curso Acadêmico: Fernando Antonio de Lima Orientador: Oscar Dalfovo

FURB - Universidade Regional de Blumenau TCC - Trabalho de Conclusão de Curso Acadêmico: Fernando Antonio de Lima Orientador: Oscar Dalfovo FURB - Universidade Regional de Blumenau TCC - Trabalho de Conclusão de Curso Acadêmico: Fernando Antonio de Lima Orientador: Oscar Dalfovo Roteiro Introdução Sistemas de Informação - SI Executive Information

Leia mais

PROTÓTIPO DE LABORATÓRIO DE EXPERIMENTAÇÃO REMOTA MULTIPLATAFORMA CLIENTE ACADÊMICO: NADER ZANOTTO ORIENTADOR: MIGUEL ALEXANDRE WISINTAINER

PROTÓTIPO DE LABORATÓRIO DE EXPERIMENTAÇÃO REMOTA MULTIPLATAFORMA CLIENTE ACADÊMICO: NADER ZANOTTO ORIENTADOR: MIGUEL ALEXANDRE WISINTAINER PROTÓTIPO DE LABORATÓRIO DE EXPERIMENTAÇÃO REMOTA MULTIPLATAFORMA CLIENTE 1 ACADÊMICO: NADER ZANOTTO ORIENTADOR: MIGUEL ALEXANDRE WISINTAINER ROTEIRO Introdução Objetivos Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

Sistemas de Informação no sector da Construção. João Poças Martins, FEUP/GEQUALTEC, 2011 1

Sistemas de Informação no sector da Construção. João Poças Martins, FEUP/GEQUALTEC, 2011 1 Sistemas de Informação no sector da Construção João Poças Martins, FEUP/GEQUALTEC, 2011 1 Sistemas de Informação no sector da Construção 1. SI na Construção. Introdução 2. ERP 3. BIM 4. Outras aplicações

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO CST ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 68 A disciplina estuda a área da informática como um todo e os conceitos fundamentais, abrangendo desde a

Leia mais

Subáreas. Incubadoras tecnológicas, polos e parques tecnológicos. Formação. Experiência. Conhecimentos. Habilidades

Subáreas. Incubadoras tecnológicas, polos e parques tecnológicos. Formação. Experiência. Conhecimentos. Habilidades Subáreas Incubadoras tecnológicas, polos e parques tecnológicos Design Área: Inovação Perfil Profissional: Instrutor/Consultor Competências Implantação de incubadoras de empresas; Processo de seleção de

Leia mais

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes Microsoft.NET Lirisnei Gomes de Sousa lirisnei@hotmail.com Jair C Leite jair@dimap.ufrn.br Desenvolvimento Baseado em Componentes Resolução de problemas específicos, mas que podem ser re-utilizados em

Leia mais

REGIME DE TRANSIÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA APLICADA PARA O CURSO DE LICENCIATURA EM ESTATÍSTICA E APLICAÇÕES

REGIME DE TRANSIÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA APLICADA PARA O CURSO DE LICENCIATURA EM ESTATÍSTICA E APLICAÇÕES REGIME DE TRANSIÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA APLICADA PARA O CURSO DE LICENCIATURA EM ESTATÍSTICA E APLICAÇÕES Normas regulamentares Artigo 1º Objecto O presente documento apresenta as normas

Leia mais

Introdução 12. 1 Introdução

Introdução 12. 1 Introdução Introdução 12 1 Introdução O crescente avanço no acesso à informação, principalmente através da rede mundial de computadores, aumentou o ritmo de mudanças, impondo uma diminuição no tempo necessário para

Leia mais

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA ÁREA DE FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CURRÍCULO DO CURSO

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA ÁREA DE FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CURRÍCULO DO CURSO UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA ÁREA DE FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CURRÍCULO DO CURSO LICENCIATURA EM ENGENHARIA E GESTÃO DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ( T

Leia mais

Base de Dados para Administrações de Condomínios

Base de Dados para Administrações de Condomínios Base de Dados para Administrações de Condomínios José Pedro Gaiolas de Sousa Pinto: ei03069@fe.up.pt Marco António Sousa Nunes Fernandes Silva: ei03121@fe.up.pt Pedro Miguel Rosário Alves: alves.pedro@fe.up.pt

Leia mais

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 5 INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos

Leia mais

Início do 2º Período em 05/01/09 Férias do Carnaval de 23/02/09 a 25/02/09 Fim do 2º Período em 27/03/09. Número de Tempos Lectivos do 2º Período 34

Início do 2º Período em 05/01/09 Férias do Carnaval de 23/02/09 a 25/02/09 Fim do 2º Período em 27/03/09. Número de Tempos Lectivos do 2º Período 34 ESCOLA SECUNDÁRIA C/3º CICLO DE MANUEL DA FONSECA SANTIAGO DO CACÉM Plano Anual da Disciplina de Redes de Comunicação - 12º Ano Curso Profissional Ano lectivo 2008/2009 Planificação Elaborada pelo professor

Leia mais

PLANILHA DE AVALIAÇÃO CURRICULAR EDITAL 17/2012 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL PNUD - BRA/10/006

PLANILHA DE AVALIAÇÃO CURRICULAR EDITAL 17/2012 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL PNUD - BRA/10/006 PLANILHA DE EDITAL 17/12 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL PNUD - BRA//006 PROJETO BRA//006 Código 147/12 Consultor em análise de prestação de contas Experiência mínima de 4 (quatro) anos na

Leia mais

S I - Sistemas Inteligentes Eletrônicos Ltda www.viawebsystem.com.br. Configurar mais de um VIAWEB receiver em um mesmo computador

S I - Sistemas Inteligentes Eletrônicos Ltda www.viawebsystem.com.br. Configurar mais de um VIAWEB receiver em um mesmo computador S I - Sistemas Inteligentes Eletrônicos Ltda www.viawebsystem.com.br Configurar mais de um VIAWEB receiver em um mesmo computador O VIAWEB receiver, é o software servidor, responsável por manter as conexões

Leia mais

Objectivos: Excel; Data: Megaexpansão, Ensino e Formação Profissional em Novas Tecnologias, Lda. Rua Praça de Touros, 26 2500 167 Caldas da Rainha

Objectivos: Excel; Data: Megaexpansão, Ensino e Formação Profissional em Novas Tecnologias, Lda. Rua Praça de Touros, 26 2500 167 Caldas da Rainha 22.Março.2010 Objectivos: Apresentação do programa Microsoft Excel; Características do programa; Vantagens e desvantagens na utilização do programa. Criação, gravação e edição de uma folha de cálculo;

Leia mais

A Revolucionar a Gestão de Filas. www.q-bloom.com

A Revolucionar a Gestão de Filas. www.q-bloom.com A Revolucionar a Gestão de Filas www.q-bloom.com O BLOOM é um sistema de gestão de filas baseado nas últimas tendências da tecnologia e necessidades do mercado. Fique a conhecer o Bloom e comprove que

Leia mais

PONTDOC. Sistema de Gestão Documental. Dossier de Produto 02.01.2009 DP10.02. www.pontual.pt UGD 1 de 13

PONTDOC. Sistema de Gestão Documental. Dossier de Produto 02.01.2009 DP10.02. www.pontual.pt UGD 1 de 13 PONTDOC Sistema de Gestão Documental Dossier de Produto DP10.02 02.01.2009 www.pontual.pt UGD 1 de 13 PONTDoc Sistema de Gestão Documental A Pontual A Pontual é uma empresa de capitais 100% nacionais,

Leia mais

SISTEMA DE POSICIONAMENTO LOCAL BASEADO EM REDES WI-FI

SISTEMA DE POSICIONAMENTO LOCAL BASEADO EM REDES WI-FI SISTEMA DE POSICIONAMENTO LOCAL BASEADO EM REDES WI-FI Pedro Claro Departamento de Electrónica, Telecomunicações e Informática Universidade de Aveiro 4 de Janeiro de 27 1 1 Introdução 6 Conclusões 2 1

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE GESTÃO E PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE GESTÃO E PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE GESTÃO E PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS PLANO DE ESTUDOS Componentes de Formação Total de Horas (a) (Ciclo de Formação) Componente de Formação Sociocultural Português

Leia mais

APERFEIÇOAMENTO DO PROCESSO DE DECISÃO PARA A EMPRESA DIGITAL

APERFEIÇOAMENTO DO PROCESSO DE DECISÃO PARA A EMPRESA DIGITAL APERFEIÇOAMENTO DO PROCESSO DE DECISÃO PARA A EMPRESA DIGITAL 1 OBJETIVOS 1. Como os sistemas de informação podem ajudar cada gerente a tomar as melhores decisões em caso de problemas não-rotineiros e

Leia mais

Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores

Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores Faculdade de Ciências, Universidade do Porto Faculdade de Ciências da Universidade do Porto 2006-2008 http://www.dcc.fc.up.pt/mi

Leia mais

Modelação dos mecanismos de controlo de acesso numa arquitectura empresarial

Modelação dos mecanismos de controlo de acesso numa arquitectura empresarial Modelação dos mecanismos de controlo de acesso numa arquitectura empresarial Tópicos de Investigação, MEIC, 27/01/2011 Ricardo Martins, 55391 Agenda Enquadramento e problema Objectivos e perguntas de investigação

Leia mais

Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação. Comissão de Curso e NDE do BCC

Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação. Comissão de Curso e NDE do BCC Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação Comissão de Curso e NDE do BCC Fevereiro de 2015 Situação Legal do Curso Criação: Resolução CONSU no. 43, de 04/07/2007. Autorização: Portaria

Leia mais

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Caracterização de Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Caracterização de Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Caracterização de Sistemas Distribuídos Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.deinf.ufma.br

Leia mais

Europass-Curriculum Vitae

Europass-Curriculum Vitae Europass-Curriculum Vitae Informação pessoal Apelido(s) / Nome(s) próprio(s) Morada(s) Correio(s) electrónico(s) Pinto. João Paulo de Oliveira Sampaio Pinto Avenida Merignac 73, 2º Esquerdo, 4060-243 Sra.

Leia mais

Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2)

Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2) Definição de um Sistema Distribuído (1) Introdução Um sistema distribuído é: Uma coleção de computadores independentes que aparecem para o usuário como um único sistema coerente. Definição de um Sistema

Leia mais

2 ALGUMAS PLATAFORMAS DE ENSINO A DISTÂNCIA

2 ALGUMAS PLATAFORMAS DE ENSINO A DISTÂNCIA 2 ALGUMAS PLATAFORMAS DE ENSINO A DISTÂNCIA Neste capítulo faremos uma breve descrição de algumas plataformas para ensino a distância e as vantagens e desvantagens de cada uma. No final do capítulo apresentamos

Leia mais

ACTOS PROFISSIONAIS GIPE. Gabinete de Inovação Pedagógica

ACTOS PROFISSIONAIS GIPE. Gabinete de Inovação Pedagógica ACTOS PROFISSIONAIS GIPE Gabinete de Inovação Pedagógica Cooptécnica Gustave Eiffel, CRL Venda Nova, Amadora 214 996 440 910 532 379 Março, 2010 GESTÃO E PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS 1 GIPE - Gabinete

Leia mais

ORIENTADOR Prof. Dr. Vilmar Pedro Votre

ORIENTADOR Prof. Dr. Vilmar Pedro Votre SISTEMAS WORKFLOW EM PROCESSOS EMPRESARIAIS ORIENTADOR Prof. Dr. Vilmar Pedro Votre Dissertação de Mestrado apresentado ao Curso de Pós- Graduação em Engenharia Elétrica com Concentração em Engenharia

Leia mais

Profa. Adriana de Souza Guimarães Coordenadora do Curso de Engenharia da Computação

Profa. Adriana de Souza Guimarães Coordenadora do Curso de Engenharia da Computação 1º PERÍODO 17/03 Física Geral I 26/05 Física Geral I 18/03 Física Geral I - Dependente 27/05 Física Geral I - Dependente 18/03 Geometria Analítica e Vetores -A 27/05 Geometria Analítica e Vetores -A 19/03

Leia mais

Informática II Cap. 3

Informática II Cap. 3 Cap. 3 1 Tradicionalmente, programar significava apenas a escrita de um programa, que resolvesse o problema pretendido de uma forma aparentemente correcta. Problema Problema Programa Programa Desvantagens:

Leia mais

Fundação Comunitária de Ensino Superior de Itabira Grade Curricular. Faculdade de Ciências Administrativas e Contábeis de Itabira

Fundação Comunitária de Ensino Superior de Itabira Grade Curricular. Faculdade de Ciências Administrativas e Contábeis de Itabira Renovação de Reconhecimento - Portaria Nº 653 de 02/06/10 - DOU: 04/06/10. Emissão: 08/07/15 :34 Página: 1/5 0 GSI0 Libras () 0 GSI067 Gestão de Serviços () 0 GSI068 Jogos Empresariais () 0 GSI069 Administração

Leia mais

MODELO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO COMO BASE DA AÇÃO COMERCIAL DE PEQUENAS EMPRESAS DE TI

MODELO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO COMO BASE DA AÇÃO COMERCIAL DE PEQUENAS EMPRESAS DE TI MODELO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO COMO BASE DA AÇÃO COMERCIAL DE PEQUENAS EMPRESAS DE TI Lina Krafta Proposta de Dissertação de Mestrado Orientador: Prof. Dr. Henrique Freitas Porto Alegre, 21 de Dezembro

Leia mais

Agrupamento de escolas de Coruche. CURSO PROFISSIONAL Ano letivo 2014/2015 Técnico de Turismo Ambiental e Rural

Agrupamento de escolas de Coruche. CURSO PROFISSIONAL Ano letivo 2014/2015 Técnico de Turismo Ambiental e Rural Agrupamento de escolas de Coruche CURSO PROFISSIONAL Ano letivo 2014/2015 Técnico de Turismo Ambiental e Rural Componente de formação: Sócio-cultural: Total de horas (a) (ciclo de formação) Português Língua

Leia mais

Programa de Unidade Curricular

Programa de Unidade Curricular Programa de Unidade Curricular Faculdade Ciências Empresariais Licenciatura Ciências Económicas e Empresariais / Contabilidade Unidade Curricular Programação e Informática Semestre: 2 Nº ECTS: 6,0 Regente

Leia mais

CURSO TECNOLÓGICO 2008/01 1º SEMESTRE. Programação e Estruturas de Dados Fundamentais

CURSO TECNOLÓGICO 2008/01 1º SEMESTRE. Programação e Estruturas de Dados Fundamentais 1º SEMESTRE Programação e Estruturas de Dados Fundamentais 8 Créditos Desenvolver a lógica de programação através da construção de algoritmos utilizando português estruturado Representar a solução de problemas

Leia mais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais conteúdos: Programa de formação avançada centrado nas competências e necessidades dos profissionais. PÁGINA 2 Cinco motivos para prefirir a INOVE RH como o seu parceiro, numa ligação baseada na igualdade

Leia mais

Instituto Superior Politécnico de VISEU. Escola Superior de Tecnologia

Instituto Superior Politécnico de VISEU. Escola Superior de Tecnologia 1 Tradicionalmente, programar significava apenas a escrita de um programa, que resolvesse o problema pretendido de uma forma aparentemente correcta. Problema Problema Programa Programa Desvantagens: Programas

Leia mais

Ferramenta WEB de Monitoração, Administração e Extração de Informações de um SGBD Oracle

Ferramenta WEB de Monitoração, Administração e Extração de Informações de um SGBD Oracle Ferramenta WEB de Monitoração, Administração e Extração de Informações de um SGBD Oracle Rodrigo Luchtenber (FURB) rodrigo_luchtenberg@elosoft.com.br Alexander Roberto Valdameri (FURB) arv@furb.br Resumo.

Leia mais

ENIAC. Introdução aos Computadores e à Programação (Noções Básicas)

ENIAC. Introdução aos Computadores e à Programação (Noções Básicas) ENIAC Introdução aos Computadores e à ção (Noções Básicas) Introdução aos Computadores e à ção (Noções Básicas) 1 Introdução aos Computadores e à ção (Noções Básicas) 2 O transistor foi inventado em 1947

Leia mais

Unidade IV SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Prof. Daniel Arthur Gennari Junior

Unidade IV SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Unidade IV SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Sobre esta aula Sistema de informação nos negócios Sistemas de informação no apoio ao processo de tomada de decisão Sistemas colaborativos

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Capítulo 1 Introdução Material de suporte às aulas de Sistemas Distribuídos de Nuno Preguiça Copyright DI FCT/ UNL / 1 NOTA PRÉVIA A apresentação utiliza algumas das figuras do livro

Leia mais

TCC TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

TCC TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE APLICATIVO PARA ESCRITÓRIO RIO DE ADVOCACIA UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA

Leia mais

APLICATIVO PARA GERENCIAMENTO DE FORÇA DE TRABALHO EM EMPRESAS DE TELEFONIA MÓVEL

APLICATIVO PARA GERENCIAMENTO DE FORÇA DE TRABALHO EM EMPRESAS DE TELEFONIA MÓVEL APLICATIVO PARA GERENCIAMENTO DE FORÇA DE TRABALHO EM EMPRESAS DE TELEFONIA MÓVEL Tatiana Bogo Fujii Prof. Wilson Pedro Carli Orientador Introdução; Telefonia Celular; Internet; ASP; Inteligência Artificial;

Leia mais

Nelson Jorge Silva Rodrigues

Nelson Jorge Silva Rodrigues Rua Vale Formoso, nº 135 2º Dto. Telefone: 965683169 E-mail: nelson@fe.up.pt Web: http://www.nelsonjrodrigues.com Nelson Jorge Silva Rodrigues Habilitações Literárias Outubro 2000 até à actualidade Faculdade

Leia mais

ASP Active Server Pages. ASP (Active Server Pages)

ASP Active Server Pages. ASP (Active Server Pages) ASP Active Server Pages Prof. Sérgio Rodrigues ASP (Active Server Pages) É um ambiente de programação por scripts que rodam no servidor: IIS Internet Information Services PWS Personal Web Server Utiliza

Leia mais

PROPOSTA DE UM MODELO PARA ESCOLHA DE SOLUÇÕES DE GERENCIAMENTO EM AMBIENTES CRÍTICOS UTILIZANDO MÉTODO AHP

PROPOSTA DE UM MODELO PARA ESCOLHA DE SOLUÇÕES DE GERENCIAMENTO EM AMBIENTES CRÍTICOS UTILIZANDO MÉTODO AHP PROPOSTA DE UM MODELO PARA ESCOLHA DE SOLUÇÕES DE GERENCIAMENTO EM AMBIENTES CRÍTICOS UTILIZANDO MÉTODO AHP Autor: Edmilson de Novais Silva Orientador: Prof. Dr. Marcelo Duduchi 1 Introdução Objetivo Aplicar

Leia mais

Arquitecturas de Sistemas de Informação

Arquitecturas de Sistemas de Informação Arquitecturas de Sistemas de Informação Arquitectura Tecnológica Arquitectura Tecnológica O que é: É a escolha dos tipos de tecnologia que devem ser utilizados para dar suporte a cada um dos sistemas e

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Curso Introdução à Informática Ano/Semestre Ano Lectivo Área Científica Dpt. EMP 1ºAno / 1ºS 2005/06 Informática DSI Professor Responsável da Disciplina Miguel Boavida Docente Co-Responsável Martinha Piteira

Leia mais

Especificações SMART Bridgit 2010

Especificações SMART Bridgit 2010 PENSE ANTES DE IMPRIMIR Especificações SMART Bridgit 2010 Versão 4.0 Descrição do produto O software SMART Bridgit é uma aplicação cliente/servidor económica que lhe permite facilmente programar reuniões

Leia mais

Comércio Eletrônico. Aula 01. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

Comércio Eletrônico. Aula 01. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Comércio Eletrônico Aula 01 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos multimídia

Leia mais

A utilização do MapServer como ferramenta de aprendizagem de WebSIG. Nelson Mileu 1

A utilização do MapServer como ferramenta de aprendizagem de WebSIG. Nelson Mileu 1 A utilização do MapServer como ferramenta de aprendizagem de WebSIG Nelson Mileu 1 Resumo - Este trabalho descreve a utilização do software MapServer na disciplina de WebSIG, ministrada no segundo semestre

Leia mais

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 11.1

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 11.1 Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 11.1 11 OBJETIVOS OBJETIVOS APERFEIÇOAMENTO DO PROCESSO DE DECISÃO PARA A EMPRESA DIGITAL Como os sistemas de informação podem ajudar cada gerente a

Leia mais

Paradigma Cliente/Servidor

Paradigma Cliente/Servidor Paradigma Cliente/Servidor Mário Meireles Teixeira UFMA Departamento de Informática Dezembro, 2012 Comunicação em Sistemas Distribuídos! Os processos em um SD estão lógica e fisicamente separados. Precisam

Leia mais

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Departamento de Ciências e Tecnologias de Informação DCTI Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI ANEXO 1 Instituição

Leia mais

SISTEMA DE METADADOS DO IBGE

SISTEMA DE METADADOS DO IBGE SISTEMA DE METADADOS DO IBGE Luigino Italo Palermo (IBGE/DI/COBAD 1 ) Resumo Este trabalho enfoca o Sistema de Metadados do IBGE, importante instrumento para uma efetiva administração de dados e também

Leia mais

Desenvolvimento de Conteúdos Educativos

Desenvolvimento de Conteúdos Educativos Projecto de Publicação de Informação Educativa Escola Superior de Educação de Bragança Vitor Manuel Barrigão Gonçalves Bragança, 2003 Sumário Contexto Objectivos Modelo Tecnológico e Modelo de Desenvolvimento

Leia mais

ARQUITECTURA DE UM MOTOR DE BUSCA: EXEMPLO DO GOOGLE

ARQUITECTURA DE UM MOTOR DE BUSCA: EXEMPLO DO GOOGLE ARQUITECTURA DE UM MOTOR DE BUSCA: EXEMPLO DO GOOGLE por Vasco Nuno Sousa Simões Pereira vasco@dei.uc.pt Sumário. Este artigo explica em modos gerais a arquitectura de um dos motores de busca mais populares

Leia mais

Europass-Curriculum Vitae

Europass-Curriculum Vitae Europass-Curriculum Vitae Informação pessoal Apelido(s) / Nome(s) próprio(s) Morada(s) Correio(s) electrónico(s) Avenida de Lagos nº 10, Francelos 4405-658 V.N.Gaia Portugal Telefone(s) +351227622347 Telemóvel:

Leia mais

Software Livre e Aberto

Software Livre e Aberto Software Livre e Aberto Evolução ou Revolução? Curso de Engenharia Informática Engenharia Informática Instituto Superior de Engenharia do Porto Instituto Politécnico do Porto 1 Software Aberto Definição

Leia mais

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0 PLATAFORMA Versão 1.0 31 de Março de 2008 TABELA DE REVISÕES Versão Autores Descrição da Versão Aprovadores Data António Rocha Cristina Rodrigues André Ligeiro V0.1r Dinis Monteiro Versão inicial António

Leia mais

Capítulo. Sistemas de apoio à decisão

Capítulo. Sistemas de apoio à decisão Capítulo 10 1 Sistemas de apoio à decisão 2 Objectivos de aprendizagem Identificar as alterações que estão a ter lugar na forma e função do apoio à decisão nas empresas de e-business. Identificar os papéis

Leia mais

Software Adobe DreamWeaver. Requisitos para criar aplicações Web

Software Adobe DreamWeaver. Requisitos para criar aplicações Web Software Adobe DreamWeaver O Dreamweaver é uma ferramenta de desenvolvimento de sites que suporta diversas linguagens de scritpting para construir sites dinâmicos. Suporta várias linguagens como por exemplo:

Leia mais

Lisboa, 18 de Janeiro de 2004

Lisboa, 18 de Janeiro de 2004 Lisboa, 18 de Janeiro de 2004 Realizado por: o Bruno Martins Nº 17206 o Cátia Chasqueira Nº 17211 o João Almeida Nº 17230 1 Índice 1 Índice de Figuras... 3 2 Versões... 4 3 Introdução... 5 3.1 Finalidade...

Leia mais

Arquitecturas Tolerantes a faltas em Sistemas Distribuídos

Arquitecturas Tolerantes a faltas em Sistemas Distribuídos Arquitecturas Tolerantes a faltas em Sistemas Distribuídos Replicação de Servidores Transacções Atómicas Protocolos de Replicação Replicação passiva vs. activa Replicação de máquinas de estados vs. Replicação

Leia mais

Guia de Consulta Rápida ASP. Rubens Prates. Novatec Editora. www.novateceditora.com.br

Guia de Consulta Rápida ASP. Rubens Prates. Novatec Editora. www.novateceditora.com.br Guia de Consulta Rápida ASP Rubens Prates Novatec Editora www.novateceditora.com.br Guia de Consulta Rápida ASP de Rubens Prates Copyright@2000 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados. É

Leia mais

TIC Tecnologias da Informação e Comunicação 10º Ano

TIC Tecnologias da Informação e Comunicação 10º Ano TIC Tecnologias da Informação e Comunicação 10º Ano Unidades Conteúdos Objectivos Gerais Nº Aulas (tempos) Módulo 1 Folha de Cálculo Microsoft Excel 2010 Introdução à folha de cálculo o Personalização

Leia mais

Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre

Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre Fabrício Viero de Araújo, Gilse A. Morgental Falkembach Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção - PPGEP Universidade

Leia mais

EDUTec Learning. José Paulo Ferreira Lousado

EDUTec Learning. José Paulo Ferreira Lousado EDUTec Learning MANUAL DO UTILIZADOR José Paulo Ferreira Lousado Índice Página Principal... ii Página de Desenvolvimento de Conteúdos... iii Página de Comunicações...iv Página de Transferência de Ficheiros...vi

Leia mais

Módulo 6: Inteligência Artificial

Módulo 6: Inteligência Artificial Módulo 6: Inteligência Artificial Assuntos: 6.1. Aplicações da IA 6.2. Sistemas Especialistas 6.1. Aplicações da Inteligência Artificial As organizações estão ampliando significativamente suas tentativas

Leia mais

Curso de Especialização Tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão (CET-AIG)

Curso de Especialização Tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão (CET-AIG) Curso de Especialização Tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão (CET-AIG) 1. Plano Curricular do curso O curso de especialização tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão integra as componentes

Leia mais

Especificações da oferta Gerenciamento de dispositivos distribuídos: Gerenciamento de ativos

Especificações da oferta Gerenciamento de dispositivos distribuídos: Gerenciamento de ativos Visão geral do Serviço Especificações da oferta Gerenciamento de dispositivos distribuídos: Gerenciamento de ativos Os Serviços de gerenciamento de dispositivos distribuídos ajudam você a controlar ativos

Leia mais

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Pedro Miguel Barros Morgado Índice Introdução... 3 Ponto.C... 4 Descrição do Problema... 5 Bibliografia... 7 2 Introdução No mundo

Leia mais

SiDEI. Sistema de Avaliação Automática de Alunos. Gestão e Desenvolvimento de Aplicações Informáticas

SiDEI. Sistema de Avaliação Automática de Alunos. Gestão e Desenvolvimento de Aplicações Informáticas SiDEI Sistema de Avaliação Automática de Alunos Gestão e Desenvolvimento de Aplicações Informáticas Disciplina de Engenharia de Software Instituto Superior de Engenharia do Porto Alunos: André Serafim

Leia mais