UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 14 PROFª BRUNO CALEGARO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 14 PROFª BRUNO CALEGARO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 14 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 01 de Novembro de 2013.

2 Revisão aula passada Projeto de Arquitetura Decisões de projeto de Arquitetura Padrão de Arquitetura Arquitetura em camadas

3 Arquitetura de repositório Esse padrão descreve como um conjunto de componentes que interagem podem compartilhar dados A forma como os componentes podem trocar dados dentro do sistema pode ser de duas maneiras: Os dados compartilhados são mantidos em um banco de dados central ou repositório e podem ser acessados por todos os componentes Cada componente mantém seu próprio banco de dados e passa os dados explicitamente para outros Quando grandes quantidades de dados devem ser compartilhados, o modelo de repositório para compartilhamento é comumente usado, já que é um mecanismo de compartilhamento de dados eficiente

4 O padrão repositorio Nome Descrição Exemplo Quando é usado Vantagens Desvantagens Repositório Todos os dados em um sistema são gerenciados em um repositório central, acessível a todos os componentes do sistema. Os componentes não interagem diretamente, apenas por meio do repositório. Será mostrado a seguir. Se deve usar esse padrão quanto tem um sistema no qual grandes volumes de informações são gerados e precisam ser armazenados por um longo tempo. Você também pode usá-lo em sistemas dirigidos a dados, nos quais a inclusão dos dados no repositório dispara uma ação ou ferramenta. Os componentes podem ser independentes eles não precisam saber da existência de outros componentes. As alterações feitas a um componente podem propagar-se para todos os outros. Todos os dados podem ser de forma consistente (por exemplo, backups feitos ao mesmo tempo), pois tudo está em um só lugar. O repositório é um ponto único de falha, assim, problemas no repositório podem afetar todo o sistema. Pode haver ineficiências na organização de toda a comunicação através do repositório. Distribuir o repositório através de vários computadores pode ser difícil.

5 Uma arquitetura de repositório para um IDE

6 Arquitetura Cliente-Servidor Muito usado para sistemas distribuídos Descreve como os dados e processamento é distribuído através de uma série de componentes Pode ser implementado em um único computador Os principais componentes desse modelo são: Um conjunto de servidores autônomos que prestam serviços específicos, tais como impressão, gerenciamento de dados, etc Um conjunto de clientes que exigem a estes serviços Uma rede que permite que os clientes acessem servidores

7 O padrão cliente-servidor Nome Descrição Exemplo Quando é usado Vantagens Desvantagens Cliente-Servidor Em uma arquitetura cliente-servidor, a funcionalidade do sistema está organizada em serviços cada serviço é prestado por um servidor. Os clientes são usuários desses serviços e acessam os servidores para fazer uso deles. Um exemplo será mostrado a seguir. É usado quando os dados em um banco de dados compartilhado precisam ser acessados a partir de uma série de locais. Como os servidores podem ser replicados, também pode ser usado quando a carga em um sistema é variável. A principal vantagem desse modelo é que os servidores podem ser distribuídos através de uma rede. A funcionalidade geral (por exemplo, um serviço de impressão) pode estar disponível para todos os clientes e não precisa ser implementada por todos os serviços Cada serviço é um ponto único de falha suscetível a ataques de negação de serviço ou falha de servidor. O desempenho, bem como o sistema, pode ser imprevisível, pois depende da rede. Pode haver problemas de gerenciamento se os servidores forem propriedade de diferentes organizações.

8 Uma arquitetura cliente-servidor para uma biblioteca de filmes

9 Arquitetura de duto e filtro Nesse modelo, transformações funcionais processam suas entradas para produzir saídas Pode ser referido como modelo de duto e filtro por causa do UNIX As variantes dessa abordagem são muito comuns Quando as transformações são seqüenciais, este é um modelo seqüencial de lote que é usado extensivamente em sistemas de processamento de dados Não é adequado para sistemas interativos

10 O padrão duto e filtro Nome Descrição Exemplo Quando é usado Vantagens Desvantagens Cliente-Servidor O processamento dos dados de um sistema está organizado de modo que cada componente de processamento (filtro) seja discreto e realize um tipo de transformação de dados. Os dados fluem (como em um duto) de uma componente para outro para processamento. A seguir será mostrado. Comumente, é usado em aplicações de processamento de dados (tanto as baseadas em lotes como as baseadas em transações) em que as entradas são processadas em etapas separadas para gerarem saídas relacionadas. O reuso da transformação é de fácil compreensão e suporte. Estilo de workflow corresponde à estrutura de muitos processos de negócios. Evolução por adição de transformações é simples. Pode ser implementado tanto como um sistema seqüencial quanto concorrente. O formato para transferência de dados tem de ser acordado entre as transformações de comunicação. Cada transformação deve analisar suas entradas e gerar as saídas para um formato acordado. Isso aumenta o overhead do sistema e pode significar a impossibilidade de reuso de transformações funcionais que usam estruturas incompatíveis de dados.

11 Um exemplo da arquitetura duto e filtro

12 Arquitetura de Aplicações Sistemas aplicativos são projetados para atender a uma necessidade organizacional Como as empresas têm muito em comum, os seus sistemas de aplicação também tendem a ter uma arquitetura comum que reflita as necessidades da aplicação A arquitetura de aplicação genérica é uma arquitetura para um tipo de sistema de software que pode ser configurado e adaptado para criar um sistema que atenda às necessidades específicas

13 Uso de modelos de arquitetura de aplicações Como ponto de partida para o processo de projeto da arquitetura Como um checklist de projeto Como forma de organizar o trabalho da equipe de desenvolvimento Como uma forma de avaliar os componentes para reuso Como um vocabulário para falar sobre os tipos de aplicações

14 Exemplos de tipos de aplicações Aplicações de processamento de dados Aplicações orientadas a dados que processam dados em lotes sem a intervenção explícita do usuário durante o processamento Aplicações de processamento de transações Aplicações centralizadas em dados que processam as solicitações do usuário e atualizam as informações em um banco de dados do sistema Sistemas de processamento de eventos Aplicações onde as ações do sistema dependem de interpretar os acontecimentos do ambiente do sistema Sistemas de processamento de linguagem Aplicações onde as intenções dos usuários são especificados em uma linguagem formal, que é processada e interpretada pelo sistema

15 Exemplos de tipos de aplicações No caso de sistemas de processamento de linguagem e processamento de transações temos: Sistemas de processamento de transações Sistemas de E-commerce Sistemas de reserva Sistemas de processamento de linguagem compiladores Intérpretadores de comando

16 Sistemas de processamento de transações Processam os pedidos de informação do usuário de um banco de dados ou pedidos para atualizar um banco de dados Da perspectiva do usuário uma transação é Qualquer seqüência coerente de operações que satisfaça um objetivo Por exemplo - encontrar os tempos de voos de Londres para Paris Os usuários fazem solicitações assíncronas ao serviço que processadas por gerenciador de transações

17 A estrutura de aplicações de processamento de transações

18 A arquitetura de software de um sistema de ATM

19 Sistemas de informação Os sistemas de informação têm uma arquitetura genérica que pode ser organizado como uma arquitetura em camadas Estes são os sistemas baseados em transações onde a interação com esses sistemas geralmente envolve transações de banco de dados As camadas envolvem A interface de usuário Comunicação com o usuário Recuperação da informação Banco de dados do Sistema

20 Arquitetura de sistema de informação em camadas

21 A arquitetura MHC-PMS

22 Sistemas de informação Web Sistemas de gestão de informação e recursos agora são geralmente sistemas baseados em web As interfaces de usuário navegador web são implementadas usando um Por exemplo, os sistemas de e-commerce são os sistemas de gestão de recursos baseados na Internet que aceitam ordens eletrônicas de bens ou serviços e, em seguida, providenciam a entrega desses bens ou serviços para o cliente Em um sistema de e-commerce, a camada específica do aplicativo inclui funcionalidades adicionais apoiando um 'carrinho de compras' na qual os usuários podem fazer uma série de itens em transações separadas, em seguida, pagar por eles todos juntos em uma única transação

23 Implementação de Servidor Estes sistemas são freqüentemente implementados como arquiteturas/cliente/servidor multicamadas O servidor web é responsável por todas as comunicações do usuário, com a interface do usuário implementado usando um navegador web O servidor de aplicação é responsável por implementar a lógica específica do aplicativo, bem como o armazenamento de informações e solicitações de recuperação O servidor de banco de dados passa informações de e para o banco de dados e lida com o gerenciamento de transações

24 Sistemas de processamento de linguagens Esses sistemas traduzem uma linguagem natural ou artificial como entrada e geram alguma outra representação dessa língua Pode incluir um interpretador para dar seguimento às instruções da linguagem que está sendo processado Utilizado em situações em que a maneira mais fácil de resolver um problema é descrever um algoritmo ou descrever os dados do sistema

25 Arquitetura de um sistema de processamento de linguagem

26 Componentes de um compilador Uma analisar léxico Uma tabela de símbolos Uma analisador sintático Uma árvore de sintaxe Um analisar semântico Um gerador de código

27 Arquitetura do compilador em duto e filtro

28 Uma arquitetura de repositório para um sistema de processamento de linguagem

29 Resumo Modelos de arquiteturas ajudam a entender e comparar as aplicações, validar projetos e avaliar componentes de grande escala para reuso Sistemas de processamento de transações são sistemas interativos que permitem que as informações em um banco de dados sejam acessadas remotamente e modificadas por um número de usuários Sistemas de processamento de linguagem são usadas para traduzir textos de uma língua para outra, e para levar a cabo as instruções especificadas no idioma de entrada Eles incluem um tradutor e uma máquina abstrata que executa a linguagem gerada

30 Referências Engenharia de Software 9º Edição. Sommerville, I. Editora Persson. Capítulo 6

Projeto de Arquitetura

Projeto de Arquitetura Projeto de Arquitetura Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 1 Objetivos Apresentar projeto de arquitetura e discutir sua importância Explicar as decisões de projeto

Leia mais

Arquiteturas de Sistemas Distribuídos

Arquiteturas de Sistemas Distribuídos Arquiteturas de Sistemas Distribuídos Sistema distribuído O processamento de informações é distribuído em vários computadores ao invés de confinado em uma única máquina. Bastante comum em qualquer organização

Leia mais

Projeto de Arquitetura

Projeto de Arquitetura Introdução Projeto de Arquitetura (Cap 11 - Sommerville) UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Curso de Ciência da Computação Engenharia de Software I Prof. Rômulo Nunes de Oliveira Até agora, estudamos: Os

Leia mais

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Projeto de Sistemas Distribuídos Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Exemplos de SD Quais podem ser? Ex. de SD: Internet Internet é um conjunto de redes de computadores, de muitos tipos diferentes,

Leia mais

Tencologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: WEB I Conteúdo: Arquitetura de Software Aula 03

Tencologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: WEB I Conteúdo: Arquitetura de Software Aula 03 Tencologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: WEB I Conteúdo: Arquitetura de Software Aula 03 Agenda 1. Arquitetura de Software 1.1.Introdução 1.2.Vantagens da Arquitetura de Software

Leia mais

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1 1 / 58 - Parte 1 Erick Nilsen Pereira de Souza T017 - Arquitetura e Design de Aplicações Análise e Desenvolvimento de Sistemas Universidade de Fortaleza - UNIFOR 11 de fevereiro de 2015 2 / 58 Agenda Tópicos

Leia mais

Desenvolvimento de Sistemas Tolerantes a Falhas

Desenvolvimento de Sistemas Tolerantes a Falhas Confiança de software Desenvolvimento de Sistemas Tolerantes a Falhas Em geral, os usuários de um sistema de software esperam ele seja confiável Para aplicações não-críticas, podem estar dispostos a aceitar

Leia mais

Engenharia de Software e Gerência de Projetos Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Engenharia de Software e Gerência de Projetos Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Engenharia de Software e Gerência de Projetos Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Cronograma das Aulas. Hoje você está na aula Semana

Leia mais

Definição de Padrões. Padrões Arquiteturais. Padrões Arquiteturais. Arquiteturas de Referência. Da arquitetura a implementação. Elementos de um Padrão

Definição de Padrões. Padrões Arquiteturais. Padrões Arquiteturais. Arquiteturas de Referência. Da arquitetura a implementação. Elementos de um Padrão DCC / ICEx / UFMG Definição de Padrões Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo Um padrão é uma descrição do problema e a essência da sua solução Documenta boas soluções para problemas recorrentes

Leia mais

Capítulo 2. Processos de Software. 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. slide 1

Capítulo 2. Processos de Software. 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. slide 1 Capítulo 2 Processos de Software slide 1 Tópicos apresentados Modelos de processo de software. Atividades de processo. Lidando com mudanças. Rational Unified Process (RUP). Um exemplo de um processo de

Leia mais

GBD PROF. ANDREZA S. AREÃO

GBD PROF. ANDREZA S. AREÃO GBD PROF. ANDREZA S. AREÃO Dado, Informação e Conhecimento DADO: Estímulos captados pelos sentidos humanos; Símbolos gráficos ou sonoros; Ocorrências registradas (em memória, papel, etc.); Indica uma situação

Leia mais

Forefront Server Security Management Console: Gerenciamento Simplificado da Segurança para Mensagens e Colaboração White Paper

Forefront Server Security Management Console: Gerenciamento Simplificado da Segurança para Mensagens e Colaboração White Paper Forefront Server Security Management Console: Gerenciamento Simplificado da Segurança para Mensagens e Colaboração White Paper Outubro de 2007 Resumo Este white paper explica a função do Forefront Server

Leia mais

INTRODUÇÃO A SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

INTRODUÇÃO A SISTEMAS DISTRIBUÍDOS INTRODUÇÃO A SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos O que é um sistema Distribuído? SD é aquele no qual os componentes de hardware ou software se comunicam e coordenam suas ações

Leia mais

É importante que nos atenhamos a alguns aspectos importantes sobre banco de dados:

É importante que nos atenhamos a alguns aspectos importantes sobre banco de dados: Módulo 16 CONCEITOS DE BANCO DE DADOS Quando nos referimos a um computador como máquina, observamos as suas características em armazenar e gerenciar informações, além dessas características, existem outras

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 06 PROFª BRUNO CALEGARO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 06 PROFª BRUNO CALEGARO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 06 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 27 de Setembro de 2013. Revisão aula anterior Desenvolvimento Ágil de Software Desenvolvimento e entrega

Leia mais

ARQUITETURAS DOS SISTEMAS DE EMPRESARIAIS (ERP) Arquitetura cliente-servidor Arquitetura aberta

ARQUITETURAS DOS SISTEMAS DE EMPRESARIAIS (ERP) Arquitetura cliente-servidor Arquitetura aberta ARQUITETURAS DOS SISTEMAS DE PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS (ERP) Arquitetura cliente-servidor Arquitetura aberta Arquitetura cliente-servidor Definição do modelo cliente-servidor O modelo cliente-servidor

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Curso: Sistemas de Informação Arquitetura de Software Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 4 Estilos Arquitetônicos Estilos Arquiteturais Dataflow

Leia mais

Prof. Antonio Almeida de Barros Jr. Prof. Antonio Almeida de Barros Junior

Prof. Antonio Almeida de Barros Jr. Prof. Antonio Almeida de Barros Junior Prof. Antonio Almeida de Barros Jr. Introdução Dados Informações Banco de Dados Conceitos Básicos em Bancos de Dados Definição BD - Banco de Dados SGBD - Sistema de Gerenciamento de BD Programa de Aplicação

Leia mais

EVOLUÇÃO DE SOFTWARE

EVOLUÇÃO DE SOFTWARE EVOLUÇÃO DE SOFTWARE Dinâmica da evolução de programas Manutenção de software Processo de evolução Evolução de sistemas legados 1 Mudança de Software 2 Manutenção de software Mudança de software é inevitável

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Universidade Federal do Pará Campus Universitário de Marabá Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação Sistemas Distribuídos Prof.: Warley Junior warleyjunior05@gmail.com Plano de Ensino. Turma SI

Leia mais

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Quando se projeta um sistema cuja utilização é destinada a ser feita em ambientes do mundo real, projeções devem ser feitas para que o sistema possa

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Projeto de Arquitetura Cap. 11 Sommerville 8 ed. Introdução: - O projeto de arquitetura vem após os requisitos. - Sistemas grandes devem ser decompostos em sub-sistemas. - Vantagens de projetar e documentar

Leia mais

Capítulo 3 Projeto de Arquitetura

Capítulo 3 Projeto de Arquitetura Aula 05 Projeto de Arquitetura Universidade de Mogi das Cruzes Objetivo: Apresentar os diversos tipos de Arquitetura do Sistema. Capítulo 3 Projeto de Arquitetura O projeto de arquitetura descreve hardware,

Leia mais

Sistemas Cliente-Servidor

Sistemas Cliente-Servidor Sistemas Cliente-Servidor Disciplina Bancos de Dados II (INE 5616 2006-1) Curso de Sistemas de Informação Prof. Renato Fileto INE/CTC/UFSC 1 1 Cliente - Servidor Arquitetura cliente/servidor: Os servidores

Leia mais

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Desenvolvimento de Sistemas Cliente Servidor Prof. Esp. MBA Heuber G. F. Lima Aula 1 Ciclo de Vida Clássico Aonde estamos? Page 2 Análise O que fizemos

Leia mais

ARQUITETURA DE SISTEMAS. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com)

ARQUITETURA DE SISTEMAS. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) ARQUITETURA DE SISTEMAS Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) Roteiro Definição Documento de arquitetura Modelos de representação da arquitetura Estilos arquiteturais Arquitetura de sistemas web Arquitetura

Leia mais

Aula 03-04: Modelos de Sistemas Distribuídos

Aula 03-04: Modelos de Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Computação Aula 03-04: Modelos de Sistemas Distribuídos 2o. Semestre / 2014 Prof. Jesus Principais questões no projeto de um sistema distribuído (SD) Questão de acesso (como sist. será acessado)

Leia mais

Objetivos. Processos de Software. Tópicos abordados. O processo de software. Modelos genéricos de modelos de processo de software.

Objetivos. Processos de Software. Tópicos abordados. O processo de software. Modelos genéricos de modelos de processo de software. Processos de Software Objetivos Apresentar os modelos de processo de software Conjunto coerente de atividades para especificar, projetar, implementar e testar s de software Descrever os diferentes modelos

Leia mais

Sistemas Distribuídos (DCC/UFRJ)

Sistemas Distribuídos (DCC/UFRJ) Sistemas Distribuídos (DCC/UFRJ) Aula 1: 4 de abril de 2016 1 Conceitos básicos sobre sistemas distribuídos 2 Computação distribuída Computação distribuída A computação distribuída envolve o projeto, implementação

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 6 EJB Enterprise Java

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

Unidade IV GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade IV GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade IV GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI - Tecnologia da informação SI - Tecnologia da informação Com a evolução tecnológica surgiram vários setores onde se tem informatização,

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Fundamentos. Nazareno Andrade. Universidade Federal de Campina Grande 02/2008

Sistemas Distribuídos. Fundamentos. Nazareno Andrade. Universidade Federal de Campina Grande 02/2008 Sistemas Distribuídos Fundamentos Nazareno Andrade Universidade Federal de Campina Grande 02/2008 Fundamentos Coordenando processos Construíndo sistemas Sistemas construídos 2 Fundamentos O que são sistemas

Leia mais

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos Introdução a Sistemas Distribuídos Definição: "Um sistema distribuído é uma coleção de computadores autônomos conectados por uma rede e equipados com um sistema de software distribuído." "Um sistema distribuído

Leia mais

Sistemas Distribuídos Arquitetura de Sistemas Distribuídos I. Prof. MSc. Hugo Souza

Sistemas Distribuídos Arquitetura de Sistemas Distribuídos I. Prof. MSc. Hugo Souza Sistemas Distribuídos Arquitetura de Sistemas Distribuídos I Prof. MSc. Hugo Souza Como já vimos, os sistemas distribuídos são apresentados considerando um planejamento bem mais complexo relacionado aos

Leia mais

Engenharia de Software II

Engenharia de Software II Engenharia de Software II Aula 28 Revisão para a Prova 2 http://www.ic.uff.br/~bianca/engsoft2/ Aula 28-28/07/2006 1 Matéria para a Prova 2 Gestão de projetos de software Conceitos (Cap. 21) Métricas (Cap.

Leia mais

Sistemas Operacionais. Conceitos de um Sistema Operacional

Sistemas Operacionais. Conceitos de um Sistema Operacional Sistemas Operacionais Conceitos de um Sistema Operacional Modo usuário e Modo Kernel Como já vimos são ambientes de execução diferentes no processador Há um conjunto de funções privilegiadas acessadas

Leia mais

Organização de Computadores 1. Prof. Luiz Gustavo A. Martins

Organização de Computadores 1. Prof. Luiz Gustavo A. Martins Organização de Computadores 1 1 - INTRODUÇÃO Prof. Luiz Gustavo A. Martins Arquitetura Define os elementos que impactuam diretamente na execução lógica do programa. Corresponde aos atributos visíveis veis

Leia mais

Unidade 8: Padrão MVC e DAO Prof. Daniel Caetano

Unidade 8: Padrão MVC e DAO Prof. Daniel Caetano Programação Servidor para Sistemas Web 1 Unidade 8: Padrão MVC e DAO Prof. Daniel Caetano Objetivo: Apresentar a teoria por trás dos padrões na construção de aplicações Web. INTRODUÇÃO Nas aulas anteriores

Leia mais

Disciplina de Banco de Dados Introdução

Disciplina de Banco de Dados Introdução Disciplina de Banco de Dados Introdução Prof. Elisa Maria Pivetta CAFW - UFSM Banco de Dados: Conceitos A empresa JJ. Gomes tem uma lista com mais ou menos 4.000 nomes de clientes bem como seus dados pessoais.

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Aula 2 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação - UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação - UFJF Por que definir uma arquitetura?

Leia mais

Modelos de Arquiteturas. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com

Modelos de Arquiteturas. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Modelos de Arquiteturas Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Agenda Introdução Arquitetura de Sistemas Distribuídos Clientes e Servidores Peer-to-Peer Variações Vários Servidores Proxy Código Móvel

Leia mais

UNICE Ensino Superior Linguagem de Programação Ambiente Cliente Servidor.

UNICE Ensino Superior Linguagem de Programação Ambiente Cliente Servidor. UNICE Ensino Superior Linguagem de Programação Ambiente Cliente Servidor. Modelo Cliente/Servidor Por HIARLY ALVES Fortaleza - CE Apresentação. O mais famoso tipo de arquitetura utilizada em redes de computadores

Leia mais

Processos de Software

Processos de Software Processos de Software Prof. Márcio Lopes Cornélio Slides originais elaborados por Ian Sommerville O autor permite o uso e a modificação dos slides para fins didáticos O processo de Um conjunto estruturado

Leia mais

20486 - DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DE WEB ASP.NET MVC 4

20486 - DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DE WEB ASP.NET MVC 4 20486 - DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DE WEB ASP.NET MVC 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Módulo 1: Explorando ASP.NET MVC4 O Objetivo Deste módulo de e delinear AOS Alunos OS Componentes da Pilha de Tecnologias

Leia mais

Engenharia de Software. Tema 1. Introdução à Engenharia de Software Profa. Susana M. Iglesias

Engenharia de Software. Tema 1. Introdução à Engenharia de Software Profa. Susana M. Iglesias Engenharia de Software Tema 1. Introdução à Engenharia de Software Profa. Susana M. Iglesias Sistemas Computacionais Automatiza ou apóia a realização de atividades humanas (processamento da informação)

Leia mais

Análise de Sistemas. Contextualização. O Sucesso. Aula 4. Instrumentalização. Aula 4. Prof. Emerson Klisiewicz. Clientes satisfeitos

Análise de Sistemas. Contextualização. O Sucesso. Aula 4. Instrumentalização. Aula 4. Prof. Emerson Klisiewicz. Clientes satisfeitos Análise de Sistemas Aula 4 Contextualização Prof. Emerson Klisiewicz Aula 4 Gerenciamento de Requisitos Refinamento de Requisitos Aprovação de Requisitos Matriz de Rastreabilidade O Sucesso Clientes satisfeitos

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Arquiteturas Capítulo 2 Agenda Estilos Arquitetônicos Arquiteturas de Sistemas Arquiteturas Centralizadas Arquiteturas Descentralizadas Arquiteturas

Leia mais

ASSUNTO DA APOSTILA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET

ASSUNTO DA APOSTILA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET AULA 01 ASSUNTO DA APOSTILA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET JAMES A. O BRIEN CAPÍTULO 01 Páginas 03 à 25 1 A mistura de tecnologias da Internet e preocupações empresariais

Leia mais

CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 1 CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2009.1A Atualizado em 10 de junho BRUSQUE de 2013 pela Assessoria (SC) de Desenvolvimento 2013 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 ADMINISTRAÇÃO GERAL...

Leia mais

ENG1000 Introdução à Engenharia

ENG1000 Introdução à Engenharia ENG1000 Introdução à Engenharia Aula 01 Processo de Desenvolvimento de Software Edirlei Soares de Lima Processo de Software O processo de software consiste em um conjunto estruturado

Leia mais

DISTRIBUTED SYSTEMS ARCHITECTURES. Ian Sommerville, 8º edição Capítulo 12 Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos

DISTRIBUTED SYSTEMS ARCHITECTURES. Ian Sommerville, 8º edição Capítulo 12 Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos DISTRIBUTED SYSTEMS ARCHITECTURES Ian Sommerville, 8º edição Capítulo 12 Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos Objetivos Explicar as vantagens e desvantagens das arquiteturas de sistemas distribuídos

Leia mais

O Processo de Engenharia de Requisitos

O Processo de Engenharia de Requisitos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, LETRAS E CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE COMPUTAÇÃO E ESTATÍSTICA O Processo de Engenharia de Requisitos Engenharia de Software 2o.

Leia mais

Introdução à Computação: Sistemas de Computação

Introdução à Computação: Sistemas de Computação Introdução à Computação: Sistemas de Computação Beatriz F. M. Souza (bfmartins@inf.ufes.br) http://inf.ufes.br/~bfmartins/ Computer Science Department Federal University of Espírito Santo (Ufes), Vitória,

Leia mais

Sistemas Operacionais Arquitetura e organização de sistemas operacionais: Uma visão estrutural hardware & software. Prof. MSc.

Sistemas Operacionais Arquitetura e organização de sistemas operacionais: Uma visão estrutural hardware & software. Prof. MSc. Sistemas Operacionais Arquitetura e organização de sistemas operacionais: Uma visão estrutural hardware & software Prof. MSc. Hugo Souza Continuando nossas aulas relativas ao Módulo 1, veremos a seguir

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS

SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS Arquitetura Sistemas Operacionais Andreza Leite andreza.leite@univasf.edu.br Plano de Aula Sistemas monolíticos Sistemas em camadas Sistemas micro-núcleo Modelo Cliente-Servidor Máquinas

Leia mais

ÁREA DISCIPLINAR DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PROGRAMAÇÃO. Tem sob a sua responsabilidade as seguintes unidades curriculares:

ÁREA DISCIPLINAR DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PROGRAMAÇÃO. Tem sob a sua responsabilidade as seguintes unidades curriculares: ÁREA DISCIPLINAR DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PROGRAMAÇÃO Engenharia em Desenvolvimento de Jogos Digitais Inteligência Artificial Aplicada a Jogos, com 6 Paradigmas de Programação I, com 9 Paradigmas de

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2º Semestre, 2007/2008 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: Loja Virtual Fevereiro de 2008 Índice Índice...2 Índice de Figuras...3 1 Introdução...4

Leia mais

Introdução à Engenharia de Computação

Introdução à Engenharia de Computação Introdução à Engenharia de Computação Tópico: O Computador como uma Máquina Multinível (cont.) José Gonçalves - LPRM/DI/UFES Introdução à Engenharia de Computação Máquina Multinível Moderna Figura 1 Máquina

Leia mais

O que é um programa? Programa é uma lista de instruções que descrevem uma tarefa a ser realizada pelo computador.

O que é um programa? Programa é uma lista de instruções que descrevem uma tarefa a ser realizada pelo computador. O que é um programa? Programa é uma lista de instruções que descrevem uma tarefa a ser realizada pelo computador. Linguagem de Programação Uma linguagem de programação é um método padronizado para expressar

Leia mais

Agenda da Aula. Resumo dos Padrões (Aula 4) Padrões Arquiteturais. Arquitetura Cliente-Servidor. Arquitetura Cliente-Servidor

Agenda da Aula. Resumo dos Padrões (Aula 4) Padrões Arquiteturais. Arquitetura Cliente-Servidor. Arquitetura Cliente-Servidor Reuso de Software Aula 05 Agenda da Aula Linha de Produtos de Software Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo reuso.software@gmail.com 19 Março 2012 Padrões arquiteturais Cliente-Servidor

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS. 2º TRIMESTRE Patrícia Lucas

SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS. 2º TRIMESTRE Patrícia Lucas SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS 2º TRIMESTRE Patrícia Lucas O QUE SÃO SISTEMAS OPERACIONAIS? Um sistema operacional é um conjunto de rotinas executado pelo processador, de forma semelhante

Leia mais

Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software SISFTC COLIBRI FINANCIAMENTOS

Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software SISFTC COLIBRI FINANCIAMENTOS 1 Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software SISFTC COLIBRI FINANCIAMENTOS EDILBERTO SILVA 1, BRUNO LUIZ () 2, CARLOS ALEXANDRE (912186) 2, ERIVELTO DRUMOND (1012520) 2, HARUO TAKEDA (1012300)

Leia mais

Banco de Dados Orientado a Objetos

Banco de Dados Orientado a Objetos Banco de Dados Orientado a Objetos MODELAGEM, ANÁLISE, PROJETO e CLASSIFICAÇÃO Interação combinando lógica, através de objetos que contém os dados. Estes divididos conforme seus tipos e métodos (classe),

Leia mais

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados 1. Introdução O governo é um dos maiores detentores de recursos da informação. Consequentemente, tem sido o responsável por assegurar que tais recursos estejam agregando valor para os cidadãos, as empresas,

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais Arquitetura de Computadores Introdução aos Sistemas Operacionais O que é um Sistema Operacional? Programa que atua como um intermediário entre um usuário do computador ou um programa e o hardware. Os 4

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos 11 Objetivos Este capítulo apresenta uma introdução aos sistemas distribuídos em geral Arquiteturas de cliente servidor Características das arquiteturas de 2 e 3 camadas Ambiente

Leia mais

Estrutura de um Sistema Linux Moderno Padrões de um Sistema Linux. Prof. Claudio Silva

Estrutura de um Sistema Linux Moderno Padrões de um Sistema Linux. Prof. Claudio Silva Estrutura de um Sistema Linux Moderno Padrões de um Sistema Linux Estrutura de um Sistema Linux Por ter sua origem universitária, a forma como o Linux foi concebido é de perfeito agrado para o seu estudo.

Leia mais

Diagrama de Estrutura Composta

Diagrama de Estrutura Composta Diagramas da UML Diagrama de Estrutura Composta Diagrama de Casos de Uso Indicação: Análise de Requisitos Permite descobrir os requisitos funcionais do sistema Fornece uma descrição clara e consistente

Leia mais

Sistemas de Banco de Dados

Sistemas de Banco de Dados Sistemas de Banco de Dados Gerência de Sistemas de Informação Aula 04 Por que as empresas guardam dados? Para a obtenção de informações e, logo, conhecimento O conhecimento leva à tomada de decisões Dados

Leia mais

Introdução à Arquitetura de Computadores. Renan Manola Introdução ao Computador 2010/01

Introdução à Arquitetura de Computadores. Renan Manola Introdução ao Computador 2010/01 Introdução à Arquitetura de Computadores Renan Manola Introdução ao Computador 2010/01 Introdução Conceitos (1) Computador Digital É uma máquina que pode resolver problemas executando uma série de instruções

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Prof. Esp. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com fabianotaguchi@gmail.com ENLACE X REDE A camada de enlace efetua de forma eficiente e com controle de erros o envio

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

Projecto de Modelação, Engenharia de Software e Sistemas Distribuídos 2008-09. Requisitos para a 3ª entrega do projecto.

Projecto de Modelação, Engenharia de Software e Sistemas Distribuídos 2008-09. Requisitos para a 3ª entrega do projecto. Departamento de Engenharia Informática Modelação, Engenharia de Software, Sistemas Distribuídos Requisitos para a 3ª entrega do projecto Test O Matic 10 de Maio de 2009 1 Índice 1 Índice... 1 2 Sumário...

Leia mais

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional 01 INTRODUÇÃO 1.5 ESTRUTURA DOS SISTEMAS OPERACIONAIS O Sistema Operacional é formado por um Conjunto de rotinas (denominado de núcleo do sistema ou kernel) que oferece serviços aos usuários e suas aplicações

Leia mais

Introdução a Web Services

Introdução a Web Services Introdução a Web Services Mário Meireles Teixeira DEINF/UFMA O que é um Web Service? Web Service / Serviço Web É uma aplicação, identificada por um URI, cujas interfaces podem ser definidas, descritas

Leia mais

Apresentação da Disciplina Processo de Software

Apresentação da Disciplina Processo de Software Apresentação da Disciplina Processo de Software Prof.ª Dra. Aida Araújo Ferreira aidaferreira@recife.ifpe.edu.br Modelos de Melhoria de Processo de Software Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Leia mais

Definir o espaço das informações das organizações; Realizar o detalhamento das análises dos fluxos de dados;

Definir o espaço das informações das organizações; Realizar o detalhamento das análises dos fluxos de dados; MODELAGEM DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EAD Módulo 1 Arquitetura dos sistemas de informação A unificação das perspectivas desenvolvidas pelo modelo de negócio e dos sistemas de informação formam a arquitetura

Leia mais

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com Última atualização: 20.03.2013 Conceitos Banco de dados distribuídos pode ser entendido como uma coleção de múltiplos bds

Leia mais

ICC - Aula 13 Compiladores, Linguagens e Software

ICC - Aula 13 Compiladores, Linguagens e Software ICC - Aula Compiladores, e January 9, 05 ICC - Aula Compiladores, e enquanto ( x

Leia mais

Conceitos Básicos de Rede. Um manual para empresas com até 75 computadores

Conceitos Básicos de Rede. Um manual para empresas com até 75 computadores Conceitos Básicos de Rede Um manual para empresas com até 75 computadores 1 Conceitos Básicos de Rede Conceitos Básicos de Rede... 1 A Função de Uma Rede... 1 Introdução às Redes... 2 Mais Conceitos Básicos

Leia mais

Introdução aos computadores, à Internet e à World Wide Web. 2005 by Pearson Education do Brasil

Introdução aos computadores, à Internet e à World Wide Web. 2005 by Pearson Education do Brasil 1 Introdução aos computadores, à Internet e à World Wide Web OBJETIVOS Neste capítulo, você aprenderá: Conceitos básicos de hardware e software. Conceitos básicos de tecnologia de objeto, como classes,

Leia mais

Introdução a Banco de Dados Aula 03. Prof. Silvestri www.eduardosilvestri.com.br

Introdução a Banco de Dados Aula 03. Prof. Silvestri www.eduardosilvestri.com.br Introdução a Banco de Dados Aula 03 Prof. Silvestri www.eduardosilvestri.com.br Arquiteturas de Banco de Dados Arquiteturas de BD - Introdução Atualmente, devem-se considerar alguns aspectos relevantes

Leia mais

Roteiro. Arquitetura. Tipos de Arquitetura. Questionário. Centralizado Descentralizado Hibrido

Roteiro. Arquitetura. Tipos de Arquitetura. Questionário. Centralizado Descentralizado Hibrido Arquitetura Roteiro Arquitetura Tipos de Arquitetura Centralizado Descentralizado Hibrido Questionário 2 Arquitetura Figura 1: Planta baixa de uma casa 3 Arquitetura Engenharia de Software A arquitetura

Leia mais

GBC043 Sistemas de Banco de Dados. Introdução. Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/sbd UFU/FACOM

GBC043 Sistemas de Banco de Dados. Introdução. Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/sbd UFU/FACOM GBC043 Sistemas de Banco de Dados Introdução Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/sbd UFU/FACOM Página 2 Definição BD Def. Banco de Dados é uma coleção de itens de dados

Leia mais

Tópicos da Aula. Que é são requisitos? Tipos de Requisitos. Requisitos Funcionais. Classificação de Requisitos. Requisitos de Software.

Tópicos da Aula. Que é são requisitos? Tipos de Requisitos. Requisitos Funcionais. Classificação de Requisitos. Requisitos de Software. Engenharia de Software Aula 06 Tópicos da Aula Software Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo dcc603@gmail.com 26 Março 2012 Funcionais e não funcionais De usuário e do Engenharia de Estudo

Leia mais

Sistemas Distribuídos Arquitetura de Sistemas Distribuídos Aula II Prof. Rosemary Silveira F. Melo Arquitetura de Sistemas Distribuídos Conceito de Arquitetura de Software Principais elementos arquiteturais

Leia mais

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Caracterização de Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Caracterização de Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Caracterização de Sistemas Distribuídos Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.deinf.ufma.br

Leia mais

Estilos Arquiteturais. Estilos Arquiteturais. Exemplos de Estilos Arquiteturais. Estilo: Pipe e Filtros

Estilos Arquiteturais. Estilos Arquiteturais. Exemplos de Estilos Arquiteturais. Estilo: Pipe e Filtros Em geral sistemas seguem um estilo, ou padrão, de organização estrutural Os estilos diferem: nos tipos de componentes que usa na maneira como os componentes interagem com os outros (regras de interação)

Leia mais

Diagrama lógico da rede da empresa Fácil Credito

Diagrama lógico da rede da empresa Fácil Credito Diagrama lógico da rede da empresa Fácil Credito Tabela de endereçamento da rede IP da rede: Mascara Broadcast 192.168.1.0 255.255.255.192 192.168.1.63 Distribuição de IP S na rede Hosts IP Configuração

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Basedos na Web Capítulo 12 Agenda Arquitetura Processos Comunicação Nomeação Sincronização Consistência e Replicação Introdução

Leia mais

Requisitos de Software

Requisitos de Software Requisitos de Software Centro de Informática - Universidade Federal de Pernambuco Kiev Gama kiev@cin.ufpe.br Slides originais elaborados por Ian Sommerville e adaptado pelos professores Márcio Cornélio,

Leia mais

Conceitos de Banco de Dados

Conceitos de Banco de Dados Conceitos de Banco de Dados Autor: Luiz Antonio Junior 1 INTRODUÇÃO Objetivos Introduzir conceitos básicos de Modelo de dados Introduzir conceitos básicos de Banco de dados Capacitar o aluno a construir

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Curso: Sistemas de Informação Arquitetura de Software Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 3 Introdução à Arquitetura de Software (continuação)

Leia mais

4 Desenvolvimento da ferramenta

4 Desenvolvimento da ferramenta direcionados por comportamento 38 4 Desenvolvimento da ferramenta Visando facilitar a tarefa de documentar requisitos funcionais e de gerar testes automáticos em uma única ferramenta para proporcionar

Leia mais

Conceitos Básicos sobre Sistemas Operacionais

Conceitos Básicos sobre Sistemas Operacionais Conceitos Básicos sobre Sistemas Operacionais Ivanovitch Medeiros Dantas da Silva Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação DCA0800 - Algoritmos e

Leia mais

Fundamentos de Banco de Dados

Fundamentos de Banco de Dados Fundamentos de Banco de Dados SISTEMAS BASEADOS NO PROCESSAMENTO DE ARQUIVOS Sistema A Funcionário Pagamento Cargo Sistema B Funcionário Projeto SISTEMAS GERENCIADORES DE BANCO DE DADOS (SGBD) Sistema

Leia mais

Conceitos básicos. Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Tecnologia de Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Conceitos básicos. Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Tecnologia de Análise e Desenvolvimento de Sistemas Conceitos básicos Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Tecnologia de Análise e Desenvolvimento de Sistemas Organização de Computadores Prof. André Luiz 1 Um computador

Leia mais