Anexo H Fadiga de alarmes

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1 Anexo H Fadiga de alarmes Adriana Carla Bridi Há mais de uma década, vários estudos vêm apontando que o elevado número de alarmes de equipamentos médicos hospitalares aumenta o risco do paciente grave na terapia intensiva. As principais evidências dessas pesquisas indicam problemas com os sistemas de alarmes, equipamentos de monitorização, recursos humanos das unidades de terapia intensiva, bem como discutem a fadiga de alarmes. Tal fadiga ocorre quando grande número de alarmes encobre alarmes de relevância clínica, possibilitando que sejam ignorados, silenciados ou desabilitados pela equipe. O elevado número de alarmes acarreta sobrecarga sensorial e dessensibilização da equipe, reduz seu estado de alerta e confiança no sentido de urgência dos alarmes. Isso leva à falta de resposta da equipe a alarmes relevantes, o que pode trazer graves consequências aos pacientes, pois alterações clínicas não detectadas impedem a adoção de medidas terapêuticas cabíveis e oportunas. Dentre os fatores contribuintes à fadiga de alarmes podemos citar: K elevada incidência de falsos alarmes, de baixa relevância clínica em razão de sistemas de monitorização com alta sensibilidade e baixa especificidade; K falta de padronização sonora e visual das variáveis em alarme dos monitores; K complexidade da programação dos sistemas de alarmes; K falta de treinamento dos profissionais para o manuseio correto dos equipamentos; K déficit de recursos humanos nas unidades e falta de aderência das equipes para programação e configuração dos alarmes. As plantas físicas das unidades são, muitas vezes, inadequadas ao atendimento dos alarmes, há falta de manutenção dos equipamentos e de envolvimento entre a equipe de saúde e a engenharia clínica. Entre 2005 e 2008, a Food and Drug Administration (FDA) e a Manufacturer and User Facility Device Experience (MAUDE) receberam 566 relatos de mortes de pacientes relacionadas com alarmes de monitorização em hospitais dos Estados Unidos. Entre março e junho de 2010, houve registro na MAUDE de mais 73 mortes relacionadas com alarmes, sendo 33 com monitores multiparamétricos. 442

2 Anexos O Emergency Care Research Institute (ECRI), organização especializada em segurança do paciente e uso de equipamentos médicos hospitalares, elegeu, em 2012, 2013 e 2014, os alarmes em primeiro lugar dentre os dez maiores riscos no uso da tecnologia da saúde. A Association for the advancement of Medical Instrumentation (AAMI), a American College of Clinical Engineering (ACCE), a Healthcare Technology Foundation (HTF) também têm divulgado estudos sobre o assunto. Incidentes com dano envolvendo alarmes de equipamentos médicos e pacientes em unidades de terapia intensiva levaram a Joint Commission a apresentar, como proposta para 2014, o gerenciamento/gestão de alarmes clínicos aos hospitais com programas de acreditação, objetivando melhorar a segurança do paciente no uso desses sistemas. No Quadro 1, listamos as recomendações práticas para minimizar a fadiga de alarmes nas unidades de terapia intensiva, baseadas em evidências. Quadro 1 Recomendações para minimizar a fadiga de alarmes Atender prontamente aos alarmes, de forma resolutiva, não silenciá-los. Avaliar clinicamente os pacientes e ajustar os parâmetros de alarme de forma regular. Buscar, na unidade, a melhor audibilidade dos alarmes, ajustando tons, volume e parâmetros para prioridade de alarme. Conhecer como definir, configurar, programar e ajustar os parâmetros de alarmes e os níveis de prioridade. Contar com uma equipe interdisciplinar, inclusive engenheiros clínicos. Desenvolver processos de melhoria contínua junto à equipe, para melhor utilização dos sistemas de alarme, lançando mão de protocolos para programações e configurações, níveis de prioridade, definição dos parâmetros a serem monitorizados nos pacientes, frequência (níveis de volume e tons) dos alarmes, considerando as necessidades da unidade e a criticidade dos pacientes. Disponibilizar recursos humanos necessários nas unidades de terapia intensiva considerando a complexidade dos pacientes e dos recursos tecnológicos utilizados. Documentar os parâmetros de alarme adotados no prontuário/processo clínico. Familiarizar-se com os equipamentos disponíveis na unidade. Notificar os eventos adversos relacionados ao uso dos equipamentos. Gerenciar as tecnologias disponíveis na unidade, conservação e manutenção. Individualizar e ajustar os limites e níveis dos parâmetros de alarme pelas necessidades do paciente. Minimizar os ruídos extras no ambiente. 443

3 Quadro 1 Recomendações para minimizar a fadiga de alarmes (cont.) Monitorar apenas os pacientes e os parâmetros fisiológicos com real necessidade de monitorização. Preparação adequada da pele e troca dos eletrodos rotineiramente. Treinar constantemente a equipe para lidar com os diferentes equipamentos e seus sistemas de alarmes. Utilizar corretamente acessórios, cabos, sensores, eletrodos, sistemas de transdução elétrica evitando interferências e falsos alarmes. Verificar as configurações de alarme (volume e parâmetros) a cada turno. Fonte: AAMI (2013), Sendelbach, Jepsen (2013). Referências AAMI Advancing Safety in Medical Technology. Clinical alarms, 2011 summit. Arlington, CA: Association for the Advancement of Medical Instrumentation; 2011 [citado 2012 Out 12]. Convened by AAMI, FDA, TJC, AACE and ECRI Institute. Disponível em: publications/summits/. ACCE Healthcare Technology Foundation. Impact of clinical alarms on patient safety. Plymouth Meeting, PA: American College Of Clinical Engineering; 2006 [citado 2012 Nov 2]. Disponível em: Beccaria LM et al. Eventos adversos na assistência de enfermagem em uma unidade de terapia intensiva. Rev Bras Ter Intensiva. 2009;21(3): Blum JM, Trember KK. Alarms in the intensive care unit: too much of a good thing is dangerous: is it time to add some intelligence to alarms? Crit Care Med Feb [citado 2010 Abr 30]; 3(2): Disponível em: PAGE=fulltext& D=ovft& NEWS=N& LINKOUT=Y& CSC=Y& AN= Bridi AC. Fatores determinantes do tempo estímulo-resposta da equipe de enfermagem aos alarmes dos monitores multiparamétricos em terapia intensiva: implicações para a segurança do paciente grave [dissertação]. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Bridi AC, Silva RCL, Monteiro JL. Fadiga de alarmes em terapia intensiva: descrevendo o fenômeno através da revisão integrativa da literatura. J Res Fund Care Online Jul/Set [citado 2013 Jul 1];5(3): Disponível em: view/2308/pdf_810. Chambrin MC. Alarms in the intensive care unit: how can the number of false alarms be reduced? Crit Care Med Aug [citado 2010 Mai 2];5(4): Disponível em: content/5/4/184. Chambrin MC, Ravaux P, Calvelo Aros D, et al. Multicentric study of monitoring alarms in the Adult Intensive Care Unit (ICU): a descriptive analysis. Intensive Care Med [citado 2010 Mai 2];25: Disponível em: 444

4 Anexos Cvach M. Monitor alarm fatigue: an integrative review. Biomed Instrum Technol Jul/Aug [citado 2012 Set 15];46(4): Disponível em: JA_alarm_fatigue.pdf. Dain S. Current equipment alarm sounds: friend or foe? Can J Anesth [citado 2010 Mai 3];50(3): Disponível em: ECRI Institute. Clinical alarms. In: Healthcare risk control, v. 4. Plymouth Meeting, PA: ECRI Institute; 2008 May [citado 2012 Out 12]. (Critical care, 5). Disponível em: https://www.ecri.org/forms/ Documents/Clinical_Alarms.pdf. ECRI Institute Top 10 health technology hazards: guidance article. Plymouth Meeting, PA: ECRI Institute; 2012 Nov [citado 2012 Nov 8]. Disponível em: ECRI Institute Top 10 health technology hazards: guidance article. Plymouth Meeting, PA: ECRI Institute; 2013 Nov [citado 2013 Dez 11]. Disponível em: Documents/2014_Top_10_Hazards_Executive_Brief.pdf. Graham KC, Cvach M. Monitor alarm fatigue: standardizing use of physiological monitors and decreasing nuisance alarms. Am J Crit Care Jan [citado 2010 Mai 3];19(1): Disponível em: are+nursing&pubdate_year=2010&volume=19&firstpage=28. Healthcare Technology Foundation (HTF). 2011National clinical alarms survey: perceptions, issues, improvements and priorities of healthcare professionals. Plymouth Meeting, PA: HTF; 2011 [citado 2011 Out 11]. A project of the Sponsored by AAMI Medical Device Alarms Summit. EUA Disponível em: Imhoff, M.; Kuhls, S. Alarm Algorithms in Critical Care Monitoring. Anesth Analog [citado 2010 Mai 15];102: Disponível em: KIFPPIKMDDOFAJNCDLFGFBEKKAAA00&Link+Set=S.sh %7c39%7csl_10. Joint Commission. [citado 2013 Jun 3]. Disponível em: Field Review_NPSG_Alarms_ pdf. Korniewicz D, Clark T, David Y. A national online survey on the effectiveness of clinical alarms. Am J Crit Care Jan [citado 2010 Mai 22]; 17(1): Disponível em: aacnjournals.org/cgi/content/full/17/1/36?maxtoshow=&hits=10&resultformat=&author1=kor niewicz&andorexactfulltext=and&searchid=1&firstindex=0&sortspec=relevance&volume=17&fi rstpage=36&resourcetype=hwcit. Lima LF, Leventhal LC, Fernandes MPP. Identificando os riscos do paciente hospitalizado. Rev Einstein. 2008;6(4): Madureira CR, Veiga K, Sant Ana AFM. Gerenciamento de tecnologia em terapia intensiva. Rev Lat Am Enfermagem Dez [citado 2010 Abr 22];8(6):1-9. Disponível em: scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=pt&nrm=iso. 445

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