A importância do treinamento para a equipe de enfermagem. Enfª Mariângela B Ribeiro

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1 A importância do treinamento para a equipe de enfermagem Enfª Mariângela B Ribeiro

2 Pontos importantes Porquê treinar? Padronização dos processos Segurança na realização dos procedimentos Redução de custos

3 Dificuldades do treinamento em setores fechados Educação permanente tem como prioridade inserir o colaborador na instituição focando no treinamento das práticas de enfermagem. Enfermeiros da Educação Permanente muitas vezes não conhecem as rotinas dos setores fechados

4 Educação continuada Segundo Mancia, a educação continuada é o processo de desenvolvimento e aprimoramento de conhecimentos após a graduação, que possui duração definida e metodologia tradicional.

5 Educação Permanente A educação permanente é contínua e multiprofissional, voltada para toda a equipe, realizada dentro da instituição Levantamento das necessidades de treinamento Aprimoramento das práticas focada para resolver problemas Resultado: as mudanças

6 Definição do trabalho da enfermagem É a ação do ser humano sobre outro ser, com a finalidade de prestar o cuidado, usando as mãos e equipamentos para exercer ações curativas, preventivas e educativas.

7 Tipos de treinamentos Teleconferência, videoconferência assim como os demais recursos multimídia EAD educação a distancia Treinamento em grupo Treinamento específico

8 Perfil do enfermeiro Pesquisador Educador Formação baseada em evidências com ação na assistência

9 Avaliação Segundo Castro, não é apenas o treinamento que é importante, a avaliação é fundamental para se trabalhar a autoestima dos colaboradores e o crescimento profissional

10 Gestão de treinamento

11 Função do enfermeiro do bloco cirúrgico Cabe ao enfermeiro do bloco cirúrgico a função da organização, treinamento, dimensionamento da equipe, assim como prever a necessidade de materiais e equipamentos para que o ato anestésicocirúrgico ocorra com segurança

12 Esquema de treinamento para a equipe de enfermagem CC Apresentação das rotinas e procedimentos Recepção do paciente no Centro Cirúrgico

13 Esquema de treinamento para a equipe de enfermagem CC Anestesia Montagem da sala operatória Posicionamento cirúrgico Anotação de enfermagem Sala de Recuperação

14 Esquema de Treinamento para equipe de enfermagem do CC Áreas de apoio Farmácia Engenharia clínica Central de Materiais Esterilizados Laboratórios de anatomia patológica e análises clínicas Sistema de informática

15 Esquema de treinamento para o enfermeiro do CC Treinamento e capacitação Materiais e equipamentos Agendamento cirúrgico Elaboração de escalas Indicadores Educação

16 Esquema de treinamento da equipe de enfermagem da CME Área do Expurgo Área de Preparo Área de Esterilização Área do Arsenal Área de Distribuição

17 Esquema de treinamento da enfermeira da CME Arquivo e controle dos equipamentos Indicadores de qualidade Visitas nas empresas prestadoras de serviço Confecção das escalas dos colaboradores Validações dos equipamentos Controle dos instrumentais Roteiro de treinamento dos colaboradores. Desenvolver trabalhos científicos

18 Quem não investe em treinamento profissional tem uma assistência de qualidade?

19 Referencias Mancia JR, Cabral LC, Koerich MS. Educação permanente no contexto da enfermagem e na saúde. Rev Bras Enferm [Internet] Set-Out [acesso 2 Dez 2010];57(5): Disponível em: Castro LC, Takahashi RT. Percepção dos enfermeiros sobre a avaliação da aprendizagem nos treinamentos desenvolvidos em um hospital de São Paulo. Rev. Enferm USP [Internet] Jun [acesso 10 Fev 2011];42(2): Disponível em: php?script=sci_arttext&. Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização - SOBECC. Praticas recomendadas centro cirúrgico, recuperação pós-anestésica e central de material e esterilização. 4ª.ed. São Paulo: SOBECC; 2007.

20 Obrigado

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