Key-words: Treatment phytosanitary, international transit, market.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Key-words: Treatment phytosanitary, international transit, market."

Transcrição

1 TENDÊNCIAS E REALIDADE NOS TRATAMENTOS FITOSSANITÁRIOS COM FINS QUARENTENÁRIOS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO Pedro Leopoldo Perret Furtado 1 Tâmara Silvana Menuzzi Diverio 2 RESUMO Este estudo tem como objetivo identificar como se encontra a realidade dos tratamentos fitossanitários com fins quarentenários em embalagens de madeira, obrigatórios no trânsito internacional de mercadorias. Trata-se de um estudo de caso em uma empresa credenciada para tais tratamentos e alguns exportadores, localizados nas unidades da empresa no Estado do Rio Grande do Sul. Neste sentido a pesquisa pode ser classificada como um estudo aplicado de natureza quantitativa. O resultado obtido demonstra que a percepção das empresas prestadoras de serviço e exportadores é de que os tratamentos para tais fins, requerem mudanças de conceitos e percepções em qualidade ambiental e novas tecnologias, que agreguem respeito ao meio ambiente, agilidade operacional e segurança nas atividades, aplicadas a bons resultados e tendências atuais de mercado. Palavras-chave: Tratamento fitossanitário, trânsito internacional, mercado. ABSTRACT This study aims to identify how to find the reality of the treatment plant quarantine purposes in wooden cases, mandatory on international transit of goods. This is a case study in an accredited company for such treatments and some exporters, business units located in the State of Rio Grande do Sul this sense the research could be classified as an applied study of a quantitative nature. The result shows that the perception of service companies and exporters is that treatments for such purposes, require changes in concepts and perceptions of environmental quality and new technologies that add environmental respect, operational agility and safety activities, applied to good results and current market trends. Key-words: Treatment phytosanitary, international transit, market. 1 Eng. Agrônomo, Dicente do Curso de Pós-graduação em Gestão empresarial. 2 Economista, Docente Faculdade Dom Alberto e orientadora da pesquisa.

2 1 Introdução Este estudo foi motivado pela necessidade verificada, da avaliação das tecnologias de Tratamentos Fitossanitários, com fins quarentenários 3, no trânsito internacional de pallet s e embalagens de madeira. A empresa analisada atua no mercado de Controle de vetores e Pragas em geral, em toda a região do Rio Grande do Sul e em todos os Portos do Brasil. Com o aumento do trânsito de mercadorias de origem animal e vegetal, deu-se a preocupação da entrada de organismos estranhos de uma região à outra, podendo causar grandes impactos econômicos em todo o Mundo. Desde a aplicação das primeiras tecnologias de tratamento, até o momento atual não tem-se uma estruturação legal para o futuro dos tratamentos quarentenários com fins fitossanitários no trânsito internacional de embalagens de madeira. A partir do exposto e procurando colaborar para uma alternativa eficaz e ágil destes tratamentos, a pesquisa busca elaborar formas de tratar estas embalagens sem prejuízos às negociações internacionais. Para responder a questão de pesquisa apresentada este estudo procurou buscar uma avaliação dos serviços prestados para o tratamento de embalagens na conjuntura atual e das novas tecnologias apresentadas hoje para este fim. 2 As Organizações envolvidas e o plano de aprimoramento Este item fornece o embasamento teórico utilizado na pesquisa, abordando itens como padronização em agronegócio, qualidade na empresa prestadora de serviços, comércio internacional, leis, normas e legislações vigentes. 2.1 Funções do Estado na definição, implantação e monitoramento de padrões A definição de padrões por empresas privadas terá impactos tanto mais amplos quanto maior sua denominação do mercado. Fornecedores potenciais tendem a adorar voluntariamente padrões que sejam exigidos por empresas 3 Trata-se de tratamentos curativos, em nível de origem, para evitar-se a disseminação de organismos estranhos em diferentes países do mundo.

3 dominantes, de forma que tenham acesso a mercados. As grandes redes de supermercados poderiam atuar como esse agente difusor de padrões (ZYLBERSZTAJN, 2003). Por sua vez, o governo pode adotar padrões de produtos e processos como forma de proteger os consumidores quando a informação é naturalmente imperfeita, como é o caso de remédios e alimentos industrializados. Também é papel de governos envolvidos na formação de uniões aduaneiras, a exemplo do Mercosul, definir nomenclaturas-padrão para definição de produtos, antes que se possam estabelecer tarifas comuns (ZYLBERSZTAJN, 2003). 2.2 Qualidade na empresa prestadora de serviços A gestão da qualidade no ambiente da empresa prestadora de serviços fica centrada e evidencia-se, fundamentalmente, na interação com o usuário, ou seja, no que poderia ser chamado como processo produtivo da prestadora de serviços, e ambas acabam por confundir-se. Assim, o cliente seria um elemento integrante do processo produtivo, além de gerá-lo, interferir e alterar inteiramente o processo da qualidade no setor de serviços (BONELLI, 2006). Uma característica que poderia ser destacada no processo produtivo da prestação de serviços é que trata de intangíveis, e portanto não há estoques, o que indica que a meta da qualidade operacional está na sua flexibilidade de valor percebido pelo cliente, efeito este que depende do efeito sistêmico de novos serviços (BONELLI, 2006). Observa-se que no Brasil e também em alguns países os consumidores acostumaram-se a se conformar com serviços de baixa qualidade, tanto no setor público, como no setor privado. Com raras e honrosas exceções não há ainda uma cultura bem estabelecida, tanto em termos de buscar prestar um bom serviço, como de exigir um bom serviço pelo qual pagamos. Alguns bons motivos podem ser apontados como responsáveis pela baixa qualidade na prestação de serviços. (GIANESI, 1994, p. 23). Freqüentemente os trabalhadores do setor de serviços são considerados mão-de-obra temporária e, como tal, merecedores de baixos níveis de atenção gerencial para motivação e treinamento. Excessiva ênfase em cortes de custos e míope por produtividade de recursos causam degradação no nível de personalização e qualidade de atendimento.

4 Clientes, em geral acostumados com um nível pobre de serviços, não têm o hábito de exigir mais. Estudos mostram que apenas em torno de 4% dos clientes insatisfeitos reclamam dos serviços. Pouca concorrência, em grande quantidade de casos, os prestadores de serviços são monopolistas em suas regiões ou setores e não sofrem pressões concorrenciais (BONELLI, 2006). Os tempos da concorrência simples, baseada no preço, estão ficando para trás. Daqui para frente, os varejistas deverão se adequar ao modelo de criação de valor para seus clientes, o que implica em maximizar benefícios valiosos, minimizando os custos a adotando algum diferencial em relação aos concorrentes, diferencial esse que está em mutação, para não ser imitado (BONELLI, 2006, p.5). Com isto as empresas prestadoras de serviços de tratamentos quarentenários, com fins fitossanitários, em sua grande maioria, contemplam serviços supracitados nas legislações vigentes e, ao longo de sua atuação no mercado de serviços, não se preocupou em realizar melhorias em tecnologias e qualidade em prestação de serviço e adequação aos mercados atuais (BONELLI, 2006). 2.3 Norma Internacional de Medida Fitossanitária Número 15 A Norma Internacional de Medida Fitossanitária - NIMF nº 15, editada pela FAO em março de 2002, estabelece as diretrizes para a certificação fitossanitária de embalagens, suportes e material de acomodação confeccionados em madeira e utilizados no comércio internacional para o acondicionamento de mercadorias de qualquer natureza. Tendo como foco principal as pragas florestais de interesse agrícola e a condição excepcional das embalagens e suportes de madeira que circulam no mercado internacional na veiculação e disseminação das mesmas, a NIMF apresenta recomendações e orientações quanto ao estabelecimento de medidas fitossanitárias, com vistas ao manejo do risco dessas pragas (NIMF nº 15, 2002). Estarão isentas das exigências da certificação fitossanitária previstas na Norma as embalagens, seus suportes e material de acomodação constituídos de outro material que não a madeira (plásticos, papelões, fibras, etc.) e os constituídos de madeira industrializada ou processada, a exemplo de compensados e

5 aglomerados e outras peças de madeira que, no processo de fabricação, foram submetidas ao calor, colagem e pressão (FAO,2010). Os tratamentos fitossanitários, internacionalmente reconhecidos, e que podem ser utilizados com o objetivo de reduzir o risco de introdução e/ou disseminação de pragas quarentenárias associadas a embalagens e suportes de madeira e levados em consideração no trabalho de certificação fitossanitária exigida pela Norma são os seguintes (NIMF nº 15, 2002): Tratamento Térmico Identificado internacionalmente pela inscrição HT. Neste caso, embalagens de madeira, seus suportes e material de acomodação devem ser submetidos a um aquecimento progressivo, segundo uma curva de tempo/temperatura, mediante o qual o centro da madeira alcança uma temperatura mínima de 56 C, durante um período mínimo de 30 (trinta) minutos (FAO, 2010). A Secagem de Madeira em Estufa ou Kiln Drying (KD), a impregnação de produtos químicos sob pressão e outros tratamentos similares podem ser considerados tratamentos térmicos, desde que os equipamentos utilizados para a sua aplicação cumpram com as especificações exigidas e com os parâmetros de tempo e temperatura descritos no Tratamento Térmico (HT) (FAO, 2010) Fumigação com Brometo de Metila Identificado internacionalmente pela inscrição MB (Methyl bromyde), onde para cada 5 C de queda da temperatura ambiente, abaixo dos 21 C, deverão ser acrescentados 8 g/m³ ao tratamento. A temperatura mínima para realização da fumigação com Brometo de Metila não deve ser inferior a 10 C e o tempo de exposição mínimo deverá ser de 16 horas. Há países que exigem um tempo mínimo de exposição de 24 horas (FAO, 2010). Os tratamentos citados e outros, passíveis de utilização no tratamento de embalagens de madeira e seus suportes, à medida que tiverem seus procedimentos de aplicação registrados junto à Coordenação de Fiscalização de Agrotóxicos, serão reconhecidos e liberados, mediante normatização específica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (FAO, 2010).

6 Embalagens de madeira, seus suportes e material de acomodação que forem submetidos a tratamentos reconhecidos deverão ser sinalizadas com a marca internacional, aprovada pelo Comitê Interino de Medidas Fitossanitárias da FAO, conforme ilustração abaixo: Fonte: International Plant Protection Convencion A gravação da marca internacional na madeira de embalagem, pallets, suportes ou material de acomodação deverá ser feita com a utilização de tinta indelével, de outra cor que não a vermelha ou outro processo que garanta a persistência da marca. O espaço preenchido por BR 046 MB deverá conter, nesta seqüência: (1) a sigla do país, de acordo com as normas ISO (BR, de Brasil, por exemplo); (2) a codificação (número do credenciamento) da empresa que realizou o tratamento, (OTM Desinfestações, por exemplo) e (3) o tipo de tratamento a que a embalagem, suporte ou material de acomodação foi submetida HT (Tratamento Térmico) ou MB (Fumigação com Brometo de Metila). Não há nenhuma prescrição quanto ao tamanho da marca. A única exigência é que seja permanente e legível (FAO, 2010) Instrução Normativa Número 66 Esta Instrução Normativa descreve as medidas fitossanitárias para a redução do risco de introdução e/ou a propagação de pragas quarentenárias associadas com o movimento no comércio internacional de embalagens de madeira, produzido em madeira crua, mas exclui as embalagens fabricadas em madeira processada.

7 As medidas descritas nesta Instrução Normativa não são pretendidas fornecer proteção contra organismos do tipo térmitas, fungos, caracóis, sementes da erva daninha ou outros organismos (por exemplo. aranhas), e somente pragas de importância agrícola e econômica (MAPA, 2010). O uso de agrotóxicos e afins, em tratamentos quarentenários e fitossanitários realizados no trânsito internacional de produtos vegetais, seus produtos, subprodutos e embalagens de madeira, ficam submetidos às regras e procedimentos estabelecidos nesta Instrução Normativa, sem prejuízo do disposto na legislação pertinente, não isentando as Empresas credenciadas de eventuais registros, cadastramentos ou licenciamentos junto a órgãos públicos municipais, estaduais e federais (MAPA, 2010). 2.4 O Protocolo de Montreal Em 16 de Setembro de 1987 foi assinado em Montreal, Canadá, o Protocolo de Montreal sobre Substâncias que destroem a Camada de Ozônio (SDO), ou simplesmente Protocolo de Montreal. O Brasil, como signatário deste Protocolo, assumiu o compromisso de reduzir em 20% o consumo (média de ) no ano de 2005, e eliminar completamente o uso do brometo de metila até o ano de Atualmente, o Brasil encontra-se em cumprimento com o Protocolo atendendo à redução estabelecida e, por meio de legislação e de projeto, preparando-se para a eliminação completa até o ano de O Fundo Multilateral para Implementação do Protocolo de Montreal (FMPM) tem como objetivo prover fundos para que os países em desenvolvimento possam cumprir com o cronograma de eliminação das SDO (ANVISA, 2010). Em relação à Legislação, é importante destacar que o Governo Brasileiro antecipou-se aos prazos estabelecidos pelo Protocolo de Montreal, restringindo a utilização do brometo devido aos riscos à saúde humana e aos impactos ao Meio Ambiente. A Instrução Normativa nº 1, de 10 de setembro de 2002, assinada em conjunto pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), pelo Instituto Brasileiro dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), estabelece os seguintes prazos para a eliminação do brometo de metila: Fumo (31/12/2004), Sementeiras de hortaliças,

8 flores e formicida (31/12/2006), Tratamento quarentenário e fitossanitário (31/12/2015) (ANVISA, 2010). Parte deste resultado deveu-se ao trabalho desenvolvido no setor de fumo, com recursos também provenientes do FMPM, sob a coordenação do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e com a parceria do MAPA, do Sindicato da Indústria do Fumo (SINDIFUMO), da Associação dos Fumicultores do Brasil (AFUBRA), da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) e da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Santa Catarina (EPAGRI) (ANVISA, 2010). Em novembro de 2002, foram aprovados US$ ,00 no FMPM, para a realização de levantamento detalhado sobre o uso remanescente de brometo no país. O estudo concluído em 2004 apontou as principais regiões usuárias de brometo e os usos mais comuns da substância. De acordo com esses resultados, ainda há consumo remanescente nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Mato Grosso do Sul, principalmente para a desinfecção de solo e substratos no cultivo de flores e plantas ornamentais, controle de formigas e outras pragas (ANVISA, 2010). Hoje somente tem-se disponível o produto Brometo de Metila para uso em tratamento fitossanitários com fins quarentenários, sendo este estabelecida sua restrição de uso em 31/12/2015, devendo-se até lá adotar em definitivo as tecnologias disponíveis para o devido fim (ANVISA, 2010). 2.5 O Comércio exterior Brasileiro Desde os tempos dos antigos povos do oriente médio começou a se desenvolver atos de troca de mercadorias entre os mesmo, configurando os primórdios do que chamamos hoje de comércio exterior (DIAS, 2007). O Brasil há tempos pretérito esteve à margem do comércio exterior. Desde seu descobrimento quando o país se torna uma colônia de Portugal, firma um pacto colonial onde as trocas comerciais se resumiam ao envio de matérias primas para a metrópole e a compra de mercadorias manufaturadas provenientes da mesma. Esse fato ainda que tenha acontecido em uma época em que o mercantilismo era a forma de comercialização imperante, significou grande atraso para o desenvolvimento de uma cultura comercial internacional em nossa nação. As trocas internacionais só passaram a acontecer com a vinda da corte portuguesa para

9 o Brasil no início do séc. XIX. Mesmo assim, nossos produtos comercializáveis sempre foram de origem agrícola, já que a indústria brasileira só se desenvolveria muito tempo depois (DIAS, 2007). Mesmo nos dias de hoje onde o processo de globalização avança cada vez mais e a interdependência econômica entre os diversos países do mundo é cada vez maior. Ainda assim vemos que não apenas o fato do Brasil ser ainda um país em desenvolvimento econômico, mas também pela cultura comercial internacional que é quase geneticamente herdada por nossas lideranças governamentais nos impedem de arriscar-mos investimentos em áreas onde outros países menos favorecidos que o nosso têm encontrado alternativas de sucesso comercial. Muitos anos se passaram e ainda hoje nossa economia se baseia na venda de produtos oriundos do setor primário (os commodities), os investimentos na área de produção tecnológica ainda são insuficientes se levar em consideração nosso potencial de mão de obra disponível, que poderia ser mais bem aproveitada se existisse um sistema de educação e qualificação profissional melhorado (DIAS, 2007). 2.6 O processo de exportação Brasileiro Esse processo tem várias peculiaridades que o difere das operações comerciais realizadas dentro do território nacional. O ato de exportar em geral é realizado entre as empresas de forma direta, ou seja, o fluxo de trocas se dá sem a presença de intermediários, todavia, nada impede que eles existam o que configura um meio indireto de exportação (CORINTÃS, 2005). As exportações são vendas de produtos ou serviços de uma empresa localizada em um país para outra que se encontra localizada em um segundo país. A Exportação de uma mercadoria se configura quando ela é disponibilizada ao comprador estrangeiro em local e prazo estipulado em contrato de compra e venda internacional (CORTIÑAS LOPEZ e GAMA, p. 190). Os produtos que irão ser direcionados para o mercado externo devem atender a todas as exigências, normas legais e padrões internacionais no que se refere a: embalagem, qualidade, design, preço, certificação, matérias-prima, formas de produção, etc. Conjuntamente a isso deve ser desenvolvido um serviço de pósvenda bem elaborado com vistas à fidelizar a clientela (CORINTÃS, 2005). Deve ainda ser cuidadosamente estruturado o programa de marketing a ser desenvolvido no mercado externo, este deve levar em consideração os costumes, a

10 cultura e a religião do país ao qual se pretende exportar. Como peça imprescindível se destaca, também, a importância de um sistema logístico bem estruturado e que garanta a satisfação do cliente (CORINTÃS, 2005). TABELA 1 Evolução das exportações brasileiras e mundiais, período: 2002/2007 Fonte: SECEX/MDIC e OMC/WTO Por esta considerável importância do Comércio Exterior Brasileiro os processos de tratamentos fitossanitários com fins quarentenários devem estar alinhados à agilidade e qualidades dos produtos exportados por nosso país. Com base nos processos apresentados acima, a intenção do estudo é apresentar as tecnologias hoje aplicadas às novas tendências de tratamentos fitossanitários com fins quarentenários e suas consequências na agilidade do processo de exportação brasileiro. 3 Metodologia Com o objetivo de verificar a agilidade dos processos de tratamentos fitossanitários com fins quarentenários, nos processos de exportação, foi elaborado e aplicado um questionário, onde através da aplicação deste instrumento, há a percepção de diferentes instrumentos hoje utilizados nos tratamentos em questão e a percepção sobre os diferentes serviços prestados pelas empresas credenciadas junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

11 Para Marconi (2007, p.20) a pesquisa aplicada caracteriza-se por seu interesse prático, isto é, que os resultados sejam aplicados ou utilizados, imediatamente na solução de problemas que ocorrem na realidade. Segundo Richardson et al (1999), o método quantitativo caracteriza-se pelo emprego da quantificação tanto nas modalidades de coleta de informações, quanto em seu tratamento por meio de estatísticas simples, como o percentual. Deu-se preferência pela pesquisa aplicada para mostrar-se a tendência de mercado nos tratamentos quarentenários com fins fitossanitários em função de agilidade e qualidade ambiental, para ajuste futuros das empresas interessadas. Aplicaram-se 10 questionários a um total 10 pessoas, às 5 empresas exportadoras e 5 gestores de 5 unidades diferentes de uma empresa prestadora de serviços, com segmentações de tratamentos diferentes, todos no Estado do Rio Grande do Sul. O respectivo questionário foi aplicado aos interessados acima, entre os meses de Março e Abril de Interpretação e análise da pesquisa desenvolvida Com a análise, condução da pesquisa, interpretação dos dados, foi possível chegar a resultados pertinentes a prestação de serviços e do mercado de tratamentos fitossanitários, com fins quarentenários. Para tanto, o software Excel, foi utilizado para facilitar a compilação das informações obtidas na pesquisa. Com as informações coletadas através da pesquisa sobre a quantidade de embalagens de madeira tratadas por tipo de tratamento permitido hoje em lei, podese analisar no gráfico 1, que quase metade das embalagens tratadas (46%) são realizadas com o produto Brometo de Metila e, seguidos de 54% tratadas por tratamento térmico. Com base nos dados analisados, chegou-se a conclusão de que os tratamentos realizados por HT (Heat Treatment), são muito baixos, visto que, pelo Protocolo de Montreal, em 31/12/2015, será proibido o uso de Brometo de Metila para este tipo de tratamentos.

12 GRÁFICO 1 - Quantidade de embalagens de madeira tratadas por tipo de tratamento permitido hoje em lei A opinião dos exportadores em relação à agilidade dos processos de tratamentos, ainda hoje se tem a percepção que o tratamento térmico (HT), em seu processo é mais lento e não traz a segurança de tratamento de um produto químico. Para tanto 60% dos entrevistados ainda preferem o tratamento com Brometo de Metila, pela agilidade do tratamento, com uma duração do processo de 16 horas e pela segurança de uma não re-infestação de suas embalagens, visto que, o tratamento é realizado diretamente no container e embarcado no navio em pouco tempo após sua abertura. Informações estas evidenciadas no gráfico 2. GRÁFICO 2 Opinião dos exportadores em relação ao processo de agilidade e segurança nos tratamentos

13 Outra questão de análise conjunta com as anteriores, foi a preocupação dos exportadores, em um contexto geral, pela percepção da sociedade e de seus clientes em relação ao meio ambiente, com a atenção nos tratamentos de suas embalagens de madeira, independentemente de agilidade, tecnologia, e eficácia comprovada da operação. O resultado foi de que 80% dos entrevistados estão atentos às preocupações em relação ao meio ambiente e mudariam seus processos para atender tais padrões, já os 20% restantes tem seu foco na agilidade, pouco importando para suas operações o tipo de tratamento utilizado. GRÁFICO 3 Preocupação dos exportadores em relação ao meio ambiente e tipo de tratamento utilizado Com as informações obtidas acima, tem-se parâmetros para a condução de um trabalho de melhorias dos serviços e tratamentos prestados hoje, tanto na concepção das empresas credenciadas para tais fins, como para os exportadores, tendo-se no futuro, serviços de melhor qualidade, conforme as necessidades de comércio exterior.

14 5 Considerações finais A proposta deste trabalho foi mostrar de forma abrangente sobre os rumos dos tratamentos Quarentenários com fins Fitossanitários, já que estes impactam muito na cadeia produtiva do Comércio Internacional. A primeira etapa foi preparar os fundamentos teóricos e legais sobre o tema proposto, através de estudos e pesquisas que se mostraram relevantes na construção deste. Em sua segunda parte a metodologia, onde a partir de um questionário, com base para a análise e compilação dos dados apresentados, com isso agregou-se subsídios e, tem-se a expectativa para o futuro dos Tratamentos Fitossanitários com fins quarentenários as seguintes considerações: Há pouco conhecimento dos exportadores sobre as leis e normativas que regem os processos de tratamentos de suas embalagens; Com a proibição em 2015 do uso de brometo de metila, há alternativas como compra de embalagens para exportação de plástico, MDP, aglomerados, que não exigem qualquer processo de tratamento, apesar de seu custo apresentar-se elevado; O uso do tratamento térmico é a tecnologia mais eficaz neste novo modelo de tratamentos, já que as empresas poderão programar o tratamento antecipado, apenas para a colocação de suas mercadorias na hora do embarque, tendo a embalagem já tratada. Assim, as empresas credenciadas para os Tratamentos Fitossanitários com fins Quarentenários e seus clientes (Exportadores), devem adequar-se com certa urgência à estas novas atitudes e tecnologias disponíveis para que, em 2015, tenhase tranqüilidade, agilidade, segurança e eficácia nos tratamentos disponíveis no mercado, colocando-os em prática no dia-a-dia. Referências BONELLI, Valério. Gestão da Qualidade e do Meio Ambiente: qualidade na empresa prestadora de serviço. São Paulo: Atlas, CORINTÑAS, Lopez. Comércio Exterior competitivo: 2. Ed.; São Paulo: Lex Editora, 2005.

15 DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar (Org.). Comércio Exterior: Teoria e Gestão. São Paulo: Atlas, GIANESI, I. G. N..Administração estratégica de serviços: Operações para a satisfação do cliente. São Paulo: Atlas, INSTRUÇÃO NOMATIVA NÚMERO Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Disponível em: Acesso em: 28 Março INTERNATIONAL PLANT PROTECTION CONVENTION IPPC. Disponível em: Acesso em 28 Março MARCONI, Marina de Andrade. Planejamento e execução de pesquisas: 6. Ed. São Paulo: Atlas, NORMA INTERNACIONAL DE MEDIDA FITOSSANITÁRIA NÚMERO : FAO. Disponível em: Acesso em: 28 Março O BRASIL E O PROTOCOLO DE MONTREAL Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA: Disponível em: Acesso em: 28 Março PLANO NACIONAL DE ELIMINAÇÃO DO BROMETO DE METILA Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento junho Disponível em: RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa social: Métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR SECEX - Disponível em: Acesso em: 28 Março ZYLBERSZTAJN, Decio. Gestão da Qualidade no Agribusiness: funções do Estado, associações de interesse privado e empresas na definição, implantação e monitoramento de padrões. São Paulo: Atlas, 2003.

ANEXO I PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS I - A INSTRUÇÃO NORMATIVA EMERGENCIAL DA SDA

ANEXO I PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS I - A INSTRUÇÃO NORMATIVA EMERGENCIAL DA SDA ANEXO I PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS I - A INSTRUÇÃO NORMATIVA EMERGENCIAL DA SDA Esta Instrução Normativa estabelece, EM CARÁTER EMERGENCIAL, os procedimentos a serem adotados pela Fiscalização Federal

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, DE 6 DE JANEIRO DE 2004

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, DE 6 DE JANEIRO DE 2004 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, DE 6 DE JANEIRO DE 2004 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA DISCIPLINAR A CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE EMBALAGENS E SUPORTES DE MADEIRA UTILIZADAS NO TRÂNSITO INTERNACIONAL

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA DISCIPLINAR A CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE EMBALAGENS E SUPORTES DE MADEIRA UTILIZADAS NO TRÂNSITO INTERNACIONAL ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA DISCIPLINAR A CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE EMBALAGENS E SUPORTES DE MADEIRA UTILIZADAS NO TRÂNSITO INTERNACIONAL CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. As embalagens

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIADE EMBALAGENS E SUPORTES DE MADEIRA UTILIZADOSNO COMÉRCIO INTERNACIONAL CAPÍTULO I

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIADE EMBALAGENS E SUPORTES DE MADEIRA UTILIZADOSNO COMÉRCIO INTERNACIONAL CAPÍTULO I ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIADE EMBALAGENS E SUPORTES DE MADEIRA UTILIZADOSNO COMÉRCIO INTERNACIONAL CAPÍTULO I DA MARCA IPPC, DA AUTORIZAÇÃO E DAS EXIGÊNCIAS PARA O SEU

Leia mais

ANEXO I - REGULAMENTO TÉCNICO PARA CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE EMBALAGENS E SUPORTES DE MADEIRA UTILIZADOS NO TRÂNSITO INTERNACIONAL

ANEXO I - REGULAMENTO TÉCNICO PARA CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE EMBALAGENS E SUPORTES DE MADEIRA UTILIZADOS NO TRÂNSITO INTERNACIONAL ANEXO I - REGULAMENTO TÉCNICO PARA CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE EMBALAGENS E SUPORTES DE MADEIRA UTILIZADOS NO TRÂNSITO INTERNACIONAL CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º As embalagens e suportes

Leia mais

CAPÍTULO I Seção I Da Exigência e do Uso da PTV

CAPÍTULO I Seção I Da Exigência e do Uso da PTV INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 37, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2006 (Revogada pela IN 54, de 04/Dez/2007) O MINISTRO DE ESTADO, INTERINO, DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere

Leia mais

SITUAÇÃO ATUAL DA LEGISLAÇÃO DE BATATA SEMENTE

SITUAÇÃO ATUAL DA LEGISLAÇÃO DE BATATA SEMENTE SITUAÇÃO ATUAL DA LEGISLAÇÃO DE BATATA SEMENTE V SEMINÁRIO BRASILEIRO DA BATATA 21 DE OUTUBRO 2010 UBERLÂNDIA - MG SAMIRA OMAR MOHAMAD EL TASSA FISCAL FEDERAL AGROPECUÁRIO SERVIÇO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS

Leia mais

IV - somente tiverem registro de importação em data anterior a 12 de agosto de 1997.

IV - somente tiverem registro de importação em data anterior a 12 de agosto de 1997. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 6, DE 16 DE MAIO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

PORTARIA N 1.034, DE 26 DE OUTUBRO DE 2010

PORTARIA N 1.034, DE 26 DE OUTUBRO DE 2010 PORTARIA N 1.034, DE 26 DE OUTUBRO DE 2010 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, o

Leia mais

PRÁTICAS AMBIENTAIS DAS EMPRESAS DO SETOR AUTOMOTIVO DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA

PRÁTICAS AMBIENTAIS DAS EMPRESAS DO SETOR AUTOMOTIVO DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA PRÁTICAS AMBIENTAIS DAS EMPRESAS DO SETOR AUTOMOTIVO DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA Solidia Elizabeth dos Santos 1 Co-autores: Prof. Dr. Cleverson V. Andreoli 2 Prof. Dr. Christian L. da Silva 3 RESUMO

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

Principais Exigências Sanitárias e Fitossanitárias do Mercado Internacional

Principais Exigências Sanitárias e Fitossanitárias do Mercado Internacional ENCOMEX Empresarial Fortaleza, 19 de setembro de 2013 Principais Exigências Sanitárias e Fitossanitárias do Mercado Internacional Luís Henrique Barbosa da Silva Exportando... tenho o produto aqui no Brasil

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 32, DE 23 DE SETEMBRO DE 2015

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 32, DE 23 DE SETEMBRO DE 2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 32, DE 23 DE SETEMBRO DE 2015 A MINISTRA DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SDA/SDC/ANVISA/IBAMA Nº 1, DE 24 DE MAIO DE 2011.

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SDA/SDC/ANVISA/IBAMA Nº 1, DE 24 DE MAIO DE 2011. INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SDA/SDC/ANVISA/IBAMA Nº 1, DE 24 DE MAIO DE 2011. O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA, o SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Culturas de Suporte Fitossanitário Insuficiente Cenário Mundial. Recife, 04 de dezembro de 2008

Culturas de Suporte Fitossanitário Insuficiente Cenário Mundial. Recife, 04 de dezembro de 2008 Culturas de Suporte Fitossanitário Insuficiente Cenário Mundial Recife, 04 de dezembro de 2008 Lei 7.802/1989 artigo 3º Agrotóxicos só poderão ser produzidos, importados, exportados, manipulados comercializados

Leia mais

OBJETIVO DEFINIÇÕES. Para os efeitos deste Manual, define-se como: I MAPA: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento;

OBJETIVO DEFINIÇÕES. Para os efeitos deste Manual, define-se como: I MAPA: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; OBJETIVO O sistema SIGVIG instituído pelo MAPA destina-se a atender a necessidade de gerenciamento e controle do recebimento, envio e fiscalização das mercadorias importadas e exportadas através dos portos,

Leia mais

TIPOS DE PALLETS. Imaginemos uma situação onde se precise comprar pallets para exportar em cada um, 1000 kg de papel.

TIPOS DE PALLETS. Imaginemos uma situação onde se precise comprar pallets para exportar em cada um, 1000 kg de papel. Pallets descartaveis (one way) TIPOS DE PALLETS Pallets descartáveis como a prória palavra sugere, são pallets não retornáveis ou seja, acomodam uma determinada mercadoria onde o custo do pallet está incluso

Leia mais

MBA Gestão Estratégica de Marketing e Vendas

MBA Gestão Estratégica de Marketing e Vendas Página 1 de 6 MBA Gestão Estratégica de Marketing e Vendas Carga Horária: 360 horas/ aulas presenciais + monografia orientada. Aulas: sábados: 8h30 às 18h, com intervalo para almoço. Valor: 16 parcelas

Leia mais

25/06/2015 PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS. UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Câmpus de Jaboticabal DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO. Sinonímias: Agrotóxicos

25/06/2015 PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS. UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Câmpus de Jaboticabal DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO. Sinonímias: Agrotóxicos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Câmpus de Jaboticabal Depto. Fitossanidade Tecnologia de Aplicação Introdução Cultivo de plantas graníferas (culturas anuais) na safra 2014/15: Área de 57,21 milhões de ha

Leia mais

Sobre a incompetência do sistema de registro de agrotóxicos

Sobre a incompetência do sistema de registro de agrotóxicos Sobre a incompetência do sistema de registro de agrotóxicos Reginaldo Minaré A produção agrícola ocupa posição de destaque na comunidade brasileira, produz, de fato, os alimentos necessários à população

Leia mais

Agrotóxicos: Análises de Resíduos e Monitoramento

Agrotóxicos: Análises de Resíduos e Monitoramento Agrotóxicos: Análises de Resíduos e Monitoramento Nadia Regina Rodrigues Universidade Estadual de Campinas Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA) Divisão de Análises

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 54, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 54, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2007 ANEXO I NORMA TÉCNICA PARA A UTILIZAÇÃO DA PERMISSÃO DE TRÂNSITO DE VEGETAIS - PTV CAPÍTULO I DA UTILIZAÇÃO DA PTV Seção I Da Exigência e do Uso da PTV Art. 1 o A Permissão de Trânsito de Vegetais - PTV

Leia mais

Revisão da NIMF Nº 15 REGULAMENTAÇÃO DE MATERIAL DE EMBALAGEM DE MADEIRA NO COMÉRCIO INTERNACIONAL (2009)

Revisão da NIMF Nº 15 REGULAMENTAÇÃO DE MATERIAL DE EMBALAGEM DE MADEIRA NO COMÉRCIO INTERNACIONAL (2009) NIMF Nº 15 NORMAS INTERNACIONAIS PARA MEDIDAS FITOSSANITÁRIAS Revisão da NIMF Nº 15 REGULAMENTAÇÃO DE MATERIAL DE EMBALAGEM DE MADEIRA NO COMÉRCIO INTERNACIONAL (2009) Produzido pela Secretaria da Convenção

Leia mais

Revisão da NIMF Nº 15 REGULAMENTAÇÃO DE MATERIAL DE EMBALAGEM DE MADEIRA NO COMÉRCIO INTERNACIONAL (2009)

Revisão da NIMF Nº 15 REGULAMENTAÇÃO DE MATERIAL DE EMBALAGEM DE MADEIRA NO COMÉRCIO INTERNACIONAL (2009) NIMF Nº 15 NORMAS INTERNACIONAIS PARA MEDIDAS FITOSSANITÁRIAS Revisão da NIMF Nº 15 REGULAMENTAÇÃO DE MATERIAL DE EMBALAGEM DE MADEIRA NO COMÉRCIO INTERNACIONAL (2009) Produzido pela Secretaria da Convenção

Leia mais

VI FIAM FEIRA INTERNACIONAL DA AMAZÔNIA 26 A 29/10/2011 A AMAZÔNIA E SUAS FRONTEIRAS NO CONTEXTO DA INTEGRAÇÃO REGIONAL E DO COMÉRCIO EXTERIOR

VI FIAM FEIRA INTERNACIONAL DA AMAZÔNIA 26 A 29/10/2011 A AMAZÔNIA E SUAS FRONTEIRAS NO CONTEXTO DA INTEGRAÇÃO REGIONAL E DO COMÉRCIO EXTERIOR VI FIAM FEIRA INTERNACIONAL DA AMAZÔNIA 26 A 29/10/2011 A AMAZÔNIA E SUAS FRONTEIRAS NO CONTEXTO DA INTEGRAÇÃO REGIONAL E DO COMÉRCIO EXTERIOR VIGILÂNCIA AGROPECUÁRIA INTERNACIONAL VIGIAGRO SECRETARIA

Leia mais

Memória Técnica de Reunião com Camex, Mapa e SRF * Fiscalização das embalagens de madeira - alteração de procedimentos *

Memória Técnica de Reunião com Camex, Mapa e SRF * Fiscalização das embalagens de madeira - alteração de procedimentos * 1 Memória Técnica de Reunião com Camex, Mapa e SRF * Fiscalização das embalagens de madeira - alteração de procedimentos * Data: 10/02/2009, Brasília Órgãos apresentadores: - Aloísio Tupinambá Gomes Neto,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº. 3, DE 10 DE MARÇO DE 2006

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº. 3, DE 10 DE MARÇO DE 2006 INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº. 3, DE 10 DE MARÇO DE 2006 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA, O DIRETOR PRESIDENTE DA AGÊNCIA NACIONAL DE

Leia mais

II SEMANA INTEGRADA DE CURSOS CFO/CFOC

II SEMANA INTEGRADA DE CURSOS CFO/CFOC II SEMANA INTEGRADA DE CURSOS CFO/CFOC 29/06/15 A 03/07/15 CENTRO DE DIFUSÃO DE TECNOLOGIA IAPAR LONDRINA-PR CFO/CFOC CURSO PARA HABILITAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS PARA EMISSÃO DE CFO/CFO FDA Juliano

Leia mais

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA No- 2, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2015

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA No- 2, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2015 SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA No- 2, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2015 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições

Leia mais

PLATAFORMA DE NEGÓCIOS

PLATAFORMA DE NEGÓCIOS SOBRE NOSSA PLATAFORMA COMPLETA A Plataforma de Negocio da Tommasi foi formada ao longo de 20 anos de experiência no ramo de importação e exportação e de uma equipe especializada para formação de uma estrutura

Leia mais

SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS

SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS Curitiba, 18 de março de 2015. 1 SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS Sumário APRESENTAÇÃO... 3 JUSTIFICATIVAS E BENEFÍCIOS... 3 COMO OBTER O SELO...

Leia mais

Agronegócio Internacional

Agronegócio Internacional Boletim do Agronegócio Internacional Agronegócio Internacional Recordistas de vendas no valor total exportado pelo Brasil jan-jul 2014/2013 Edição 03 - Agosto de 2014 O agronegócio representou 44% das

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2005.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2005. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2005. O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 9, inciso

Leia mais

Terceirização de Serviços de TI

Terceirização de Serviços de TI Terceirização de Serviços de TI A visão do Cliente PACS Quality Informática Ltda. 1 Agenda Terceirização: Perspectivas históricas A Terceirização como ferramenta estratégica Terceirização: O caso específico

Leia mais

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo.

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. Cristian Carlos Vicari (UNIOESTE) viccari@certto.com.br Rua Engenharia, 450 Jd. Universitário C.E.P. 85.819-190 Cascavel Paraná

Leia mais

AGÊNCIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO PARANÁ

AGÊNCIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO PARANÁ AGÊNCIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO PARANÁ DIRETORIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA GERÊNCIA DE SANIDADE VEGETAL CURSO PARA HABILITAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE ORIGEM Pragas da Cultura

Leia mais

3.2 Madeira e Móveis. Diagnóstico

3.2 Madeira e Móveis. Diagnóstico 3.2 Madeira e Móveis Diagnóstico Durante a década de 90, a cadeia produtiva de madeira e móveis sofreu grandes transformações em todo o mundo com conseqüentes ganhos de produtividade, a partir da introdução

Leia mais

II - Anexo II - Certificado Fitossanitário de Reexportação (Phytosanitary Certificate For Re-export);

II - Anexo II - Certificado Fitossanitário de Reexportação (Phytosanitary Certificate For Re-export); MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 29, DE 25 DE JULHO DE 2013 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

A Segurança Alimentar num país de 200 milhões de habitantes. Moisés Pinto Gomes Presidente do ICNA

A Segurança Alimentar num país de 200 milhões de habitantes. Moisés Pinto Gomes Presidente do ICNA A Segurança Alimentar num país de 200 milhões de habitantes Moisés Pinto Gomes Presidente do ICNA O uso da terra no Brasil Evolução das Áreas de Produção Milhões de hectares 1960 1975 1985 1995 2006 Var.

Leia mais

5º A emissão de CFOC se dará quando da certificação em unidade centralizadora.

5º A emissão de CFOC se dará quando da certificação em unidade centralizadora. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 6, DE 13 DE MARÇO DE 2000 Revogado(a) pelo(a) Instrução Normativa nº 38/2006/MAPA O SECRETÁRIO DE DEFESA

Leia mais

A Implantação do Operador Econômico Autorizado no Brasil: Papel dos Anuentes

A Implantação do Operador Econômico Autorizado no Brasil: Papel dos Anuentes CÂMARA DE COMÉRCIO EXTERIOR Secretaria-Executiva A Implantação do Operador Econômico Autorizado no Brasil: Papel dos Anuentes 25 de setembro de 2009 Instituto Aliança Procomex - SP LYTHA SPÍNDOLA Secretária-Executiva

Leia mais

FOLDER PRODUÇÃO INTEGRADA DE ARROZ IRRIGADO. Produção Integrada de Arroz Irrigado

FOLDER PRODUÇÃO INTEGRADA DE ARROZ IRRIGADO. Produção Integrada de Arroz Irrigado FOLDER PRODUÇÃO INTEGRADA DE ARROZ IRRIGADO Produção Integrada de Arroz Irrigado O que é a Produção Integrada de Arroz Irrigado? A Produção Integrada é definida como um sistema de produção agrícola de

Leia mais

PROTOCOLO DE MONTREAL. CONTROLE DAS SUBSTÂNCIAS QUE DESTROEM A CAMADA DE OZÔNIO - SDOs IBAMA

PROTOCOLO DE MONTREAL. CONTROLE DAS SUBSTÂNCIAS QUE DESTROEM A CAMADA DE OZÔNIO - SDOs IBAMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - MMA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS IBAMA PROTOCOLO DE MONTREAL CONTROLE DAS SUBSTÂNCIAS QUE DESTROEM A CAMADA DE OZÔNIO - SDOs IBAMA

Leia mais

O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo do Reino Tailândia (doravante denominadas Partes Contratantes ),

O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo do Reino Tailândia (doravante denominadas Partes Contratantes ), ACORDO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DO REINO DA TAILÂNDIA SOBRE COOPERAÇÃO TÉCNICA EM MEDIDAS SANITÁRIAS E FITOSSANITÁRIAS O Governo da República Federativa do Brasil e

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS.

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS. RESOLUÇÃO.../SESA/PR O Secretário Estadual de Saúde, no uso de suas atribuições legais e: CONSIDERANDO a Portaria nº 326/1997/SVS/MS, a Resolução RDC nº275/2002, a Resolução RDC nº 216/2004, da ANVISA,

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 32, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 32, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 32, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

ASPECTOS LEGAIS DA PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE SEMENTES E MUDAS

ASPECTOS LEGAIS DA PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE SEMENTES E MUDAS ASPECTOS LEGAIS DA PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE SEMENTES E MUDAS CURSO SOBRE PROTEÇÃO E REGISTRO DE CULTIVARES 27 A 28 DE MAIO 2010 LONDRINA-PR SAMIRA OMAR MOHAMAD EL TASSA COLODEL FISCAL

Leia mais

IMPORTAÇÕES Definição e Tratamento Administrativo

IMPORTAÇÕES Definição e Tratamento Administrativo IMPORTAÇÕES Definição e Tratamento Administrativo CURSO: Administração DISCIPLINA: Logística Internacional FONTES: DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. São Paulo: Atlas,

Leia mais

Legislação Federal e o Sistema de Registro de Agrotóxicos no Brasil

Legislação Federal e o Sistema de Registro de Agrotóxicos no Brasil Seminário Legislação de Agrotóxicos, Receituário Agronomico, Comercialização e Uso - Aspectos Técnicos e Legais Legislação Federal e o Sistema de Registro de Agrotóxicos no Brasil Engº Agrº Júlio Sérgio

Leia mais

Vigilância Agropecuária Internacional em Aeroportos

Vigilância Agropecuária Internacional em Aeroportos Vigilância Agropecuária Internacional em Aeroportos Fiscalização de embalagens e suportes de madeira MV André Guaragna Marcondes Mestre e Doutor Epidemiologia e Zoonoses (FMVZ/USP) Fiscal Federal Agropecuário

Leia mais

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios

Leia mais

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010 Metodologia Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Através de e-survey - via web Público Alvo: Executivos de empresas associadas e não associadas à AMCHAM Amostra: 500 entrevistas realizadas Campo: 16

Leia mais

Administração. Mercado a atuar. Profª Mestre Patricia Brecht Innarelli. Exportação Noções, Documentos e Despacho Aduaneiro.

Administração. Mercado a atuar. Profª Mestre Patricia Brecht Innarelli. Exportação Noções, Documentos e Despacho Aduaneiro. Administração Profª Mestre Patricia Brecht Innarelli Exportação Noções, Documentos e Despacho Aduaneiro. Mercado a atuar Ao decidir atuar no comércio internacional, a empresa deverá desenvolver um planejamento

Leia mais

O MATOPIBA e o desenvolvimento "destrutivista" do Cerrado

O MATOPIBA e o desenvolvimento destrutivista do Cerrado O MATOPIBA e o desenvolvimento "destrutivista" do Cerrado Paulo Rogerio Gonçalves* No dia seis de maio de 2015 o decreto n. 8447 cria o Plano de Desenvolvimento Agropecuário do Matopiba e seu comitê gestor.

Leia mais

CRITÉRIOS E DIRETRIZES PARA A AVALIAÇÃO E RECONHECIMENTO DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE MATERIAIS DE PROPAGAÇÃO

CRITÉRIOS E DIRETRIZES PARA A AVALIAÇÃO E RECONHECIMENTO DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE MATERIAIS DE PROPAGAÇÃO MERCOSUL/GMC/RES. N 27/03 CRITÉRIOS E DIRETRIZES PARA A AVALIAÇÃO E RECONHECIMENTO DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE MATERIAIS DE PROPAGAÇÃO TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, as

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO NACIONAL OU INTERNACIONAL

REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO NACIONAL OU INTERNACIONAL REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO 1. OBJETIVO Estabelecer requisitos mínimos para a preservação e a embalagem de equipamentos e materiais adquiridos

Leia mais

A China e o agronegócio brasileiro: Complexo Soja

A China e o agronegócio brasileiro: Complexo Soja A China e o agronegócio brasileiro: Complexo Soja Conselho Empresarial Brasil China ABIOVE Carlo Lovatelli Presidente Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais 1 de Junho de 2005 1 Brasil

Leia mais

II 02 Calçados de Couro

II 02 Calçados de Couro II 02 Calçados de Couro [Artigos de Vestuário e de Moda] 1. Definição da Categoria Esta categoria abrange os calçados de couro, incluindo botas, excluindo os sapatos esportivos e chinelos. Todos os calçados

Leia mais

Novas perspectivas e abordagens para os processos de importação e distribuição no Brasil

Novas perspectivas e abordagens para os processos de importação e distribuição no Brasil Introdução Há alguns anos as trading companies brasileiras têm se mostrado uma alternativa segura e economicamente atrativa para empresas estrangeiras que desejam exportar ou distribuir seus produtos no

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.813, DE 22 DE JUNHO DE 2006. Aprova a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e dá outras providências.

Leia mais

Introdução aos Agronegócios Seminário Temático I. Profª Caroline P. Spanhol

Introdução aos Agronegócios Seminário Temático I. Profª Caroline P. Spanhol Introdução aos Agronegócios Seminário Temático I Profª Caroline P. Spanhol A Origem do conceito Cada dia mais, as propriedades rurais... Perdem sua auto-suficiência Passam a depender mais de insumos e

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. TEMÁRIO: 1 Portaria nº. 322, de 2 de setembro de 2014 Publicação: D.O.U. do dia 03/09/14 - Seção 1. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 322,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.741, DE 30 DE MARÇO DE 2006. Regulamenta os arts. 27-A, 28-A e 29-A da Lei n o 8.171, de 17 de janeiro de 1991, organiza

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA DE SUCESSO PARA O AGRONEGÓCIO SUSTENTÁVEL - PROGRAMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO DA CACHAÇA.

UMA EXPERIÊNCIA DE SUCESSO PARA O AGRONEGÓCIO SUSTENTÁVEL - PROGRAMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO DA CACHAÇA. 2, 3 e 4 de Julho de 2009 ISSN 1984-9354 UMA EXPERIÊNCIA DE SUCESSO PARA O AGRONEGÓCIO SUSTENTÁVEL - PROGRAMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO DA CACHAÇA. Cláudio Jorge Martins de Souza (Independente) Resumo Em

Leia mais

PREÇOS X CUSTOS CUSTO PREÇO. t C TEMPO. Globalização => vantagem para compradores => quedas nos preços (também provocadas pela ampliação do comércio)

PREÇOS X CUSTOS CUSTO PREÇO. t C TEMPO. Globalização => vantagem para compradores => quedas nos preços (também provocadas pela ampliação do comércio) $ PREÇOS X CUSTOS Globalização => vantagem para compradores => quedas nos preços (também provocadas pela ampliação do comércio) CUSTO PREÇO Sobrevivência das empresas depende de redução de custos t C TEMPO

Leia mais

Anexo I - Relatório Anual de Produção e Comercialização de Sementes de Espécies Florestais;

Anexo I - Relatório Anual de Produção e Comercialização de Sementes de Espécies Florestais; MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 56, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

SELO ABRAIDI Programa de BPADPS

SELO ABRAIDI Programa de BPADPS SELO ABRAIDI Programa de BPADPS Reuniões: Julho a Agosto de 2010 Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes PAUTA * OBJETIVOS * ASPECTOS FUNDAMENTAIS * HISTÓRICO * SITUAÇÃO ATUAL

Leia mais

Ações de Controle de Pragas do Cacaueiro

Ações de Controle de Pragas do Cacaueiro Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Defesa Agropecuária Departamento de Sanidade Vegetal Ações de Controle de Pragas do Cacaueiro O cacau no Brasil: sua importância Programa

Leia mais

Resumo dos resultados da enquete CNI

Resumo dos resultados da enquete CNI Resumo dos resultados da enquete CNI Brasil - México: Interesse empresarial para ampliação do acordo bilateral Março 2015 Amostra da pesquisa No total foram recebidos 45 questionários de associações sendo

Leia mais

OS PROCEDIMENTOS DA FUMIGAÇÃO COM BROMETO DE METILA EM CONTÊINERES

OS PROCEDIMENTOS DA FUMIGAÇÃO COM BROMETO DE METILA EM CONTÊINERES OS PROCEDIMENTOS DA FUMIGAÇÃO COM BROMETO DE METILA EM CONTÊINERES LOPES, Felipe de Araújo Academico da Faculdade de Agronomia e Engenharia Florestal FAEF/ACEG Garça/SP felipedearaujo@hotmail.com MARTOS,

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO FITOSSANITÁRIA NO AGRONEGÓCIO MANUAL DO CANDIDATO. Ingresso Abril 2012 ESPM-SUL

PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO FITOSSANITÁRIA NO AGRONEGÓCIO MANUAL DO CANDIDATO. Ingresso Abril 2012 ESPM-SUL PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO FITOSSANITÁRIA NO AGRONEGÓCIO MANUAL DO CANDIDATO Ingresso Abril 2012 ESPM-SUL Rua Guilherme Schell, 350 Santo Antônio Porto Alegre/RS. Instituto Phytus Santa Maria Rua Duque de

Leia mais

Artigo: COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO. Resumos em Inglês e espanhol BRAZILIAN TRADE

Artigo: COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO. Resumos em Inglês e espanhol BRAZILIAN TRADE Artigo: COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO Resumos em Inglês e espanhol BRAZILIAN TRADE This article aims to point out the scope of procedures and the organs involved in the processes of export and import made

Leia mais

Leegislação Fitossanitaria e espécies invasoras exóticas

Leegislação Fitossanitaria e espécies invasoras exóticas ECRETARIA DE DEFEA AGROPECUÁRIA Departamento de anidade Vegetal - DV Coordenação de Proteção de Plantas - CGPP Divisão de Análise de Risco de Pragas - DARP Leegislação Fitossanitaria e espécies invasoras

Leia mais

COMO REGULARIZAR PERFUMES, COSMÉTICOS E PRODUTOS DE HIGIENE PESSOAL NO BRASIL

COMO REGULARIZAR PERFUMES, COSMÉTICOS E PRODUTOS DE HIGIENE PESSOAL NO BRASIL 1 Associação dos Distribuidores e Importadores de Perfumes, Cosméticos e Similares Rua Tabapuã, 649 Cj 74 São Paulo SP - CEP 04533-012 - Brasil Tel/Fax: (0XX)11-3168-4518 adipec@adipec.com.br http://www.adipec.com.br

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS EDITAL Nº 05/2009/BRA/06/032 CÓDIGO DEFESA AGROPECUÁRIA O Projeto BRA/06/032 comunica aos interessados que estará procedendo à contratação de consultoria individual, na modalidade produto, para assessorar

Leia mais

MERCOSUL/XXXIX SGT Nº 11/COPROSAL/ P. RES. Nº /12

MERCOSUL/XXXIX SGT Nº 11/COPROSAL/ P. RES. Nº /12 MERCOSUL/XXXIX SGT Nº 11/COPROSAL/ P. RES. Nº /12 PROCEDIMENTOS COMUNS E CONTEÚDO MÍNIMO DE RELATÓRIOS DE INSPEÇÃO NOS ESTABELECIMENTOS FARMACÊUTICOS NOS ESTADOS PARTES (REVOGAÇÃO DA RES. GMC Nº 16/09)

Leia mais

Manual de Exportação e Formação de Preço

Manual de Exportação e Formação de Preço Manual de e Formação de Preço. Sumário FASE 1ª 1 - Planejamento de 2 - Planejamento Estratégico 3 - Canais de Distribuição FASE 2ª 4 - Procedimentos Operacionais de FASE 3ª 5 - Formação de Preço O sumário

Leia mais

O USO DA EPIDEMIOLOGIA NO PLANEJAMENTO DAS AÇOES DE SAÚDE: UM ESTUDO NOS PSF s DE FORMIGA-MG

O USO DA EPIDEMIOLOGIA NO PLANEJAMENTO DAS AÇOES DE SAÚDE: UM ESTUDO NOS PSF s DE FORMIGA-MG O USO DA EPIDEMIOLOGIA NO PLANEJAMENTO DAS AÇOES DE SAÚDE: UM ESTUDO NOS PSF s DE FORMIGA-MG Aline Rodrigues ALVES Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí RESUMO A inserção efetiva do uso da epidemiologia

Leia mais

Resumo do Estudo de Viabilidade. Os Critérios Basel para a Produção Responsável de Soja. e sua Interpretação Brasileira

Resumo do Estudo de Viabilidade. Os Critérios Basel para a Produção Responsável de Soja. e sua Interpretação Brasileira Resumo do Estudo de Viabilidade sobre Os Critérios Basel para a Produção Responsável de Soja e sua Interpretação Brasileira Estudo de Viabilidade realizado por Genetic ID (Europa) AG Augsburg, Alemanha

Leia mais

NIMF Nº. 16 PRAGAS NÃO QUARENTENÁRIAS REGULAMENTADAS: CONCEITO E APLICAÇÃO (2002)

NIMF Nº. 16 PRAGAS NÃO QUARENTENÁRIAS REGULAMENTADAS: CONCEITO E APLICAÇÃO (2002) NIMF Nº 16 NORMAS INTERNACIONAIS PARA MEDIDAS FITOSSANITÁRIAS NIMF Nº. 16 PRAGAS NÃO QUARENTENÁRIAS REGULAMENTADAS: CONCEITO E APLICAÇÃO (2002) Produzido pela Secretaria da Convenção Internacional para

Leia mais

PRODUÇÃO DE SEMENTES DE SOJA NO BRASIL: NOVOS DESAFIOS E PERSPECTIVAS SÉRGIO PAULO COELHO

PRODUÇÃO DE SEMENTES DE SOJA NO BRASIL: NOVOS DESAFIOS E PERSPECTIVAS SÉRGIO PAULO COELHO PRODUÇÃO DE SEMENTES DE SOJA NO BRASIL: NOVOS DESAFIOS E PERSPECTIVAS SÉRGIO PAULO COELHO PROMOVER O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A COMPETIVIDADE DO AGRONEGÓCIO EM BENEFÍCIO DA SOCIEDADE BRASILEIRA LEGISLAÇÃO

Leia mais

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing Internacional

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing Internacional INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. São Paulo: 2004 2.4d_ização de

Leia mais

Café Sustentável. Riqueza do Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento CAPA. MA-0005-Cafe_sustentavel_200x200_NOVO.

Café Sustentável. Riqueza do Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento CAPA. MA-0005-Cafe_sustentavel_200x200_NOVO. 12 MA-0005-Cafe_sustentavel_200x200_NOVO.indd 12-1 CAPA 1 30.10.09 16:08:10 Data (M/D/A): 10/30/09 Contato: (61) 3344-8502 Formato (F): 200x200 mm Formato (A): 400x200 mm Data (M/D/A): 10/30/09 Ministério

Leia mais

Remediadores Ambientais Situação atual das exigências para Registro

Remediadores Ambientais Situação atual das exigências para Registro MESA REDONDA: Produtos Remediadores Associação Brasileira de Empresas de Consultoria e Engenharia AESAS Federação das Industrias do Estado de São Paulo - FIESP Remediadores Ambientais Situação atual das

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 Disciplina a profissão de Agroecólogo. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º É requisito mínimo para o exercício da função profissional de Agroecólogo a comprovação

Leia mais

Revisando... Segmentos antes da porteira: Insumos agropecuários Serviços agropecuários

Revisando... Segmentos antes da porteira: Insumos agropecuários Serviços agropecuários Revisando... Segmentos antes da porteira: Insumos agropecuários Serviços agropecuários Segmentos dentro da porteira: Produção agrícola Produção pecuária Segmentos depois da porteira: Agroindústria Canais

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA RESÍDUOS DE GASES DE EFEITO ESTUFA (GEE) PROTOCOLO DE MONTREAL

LOGÍSTICA REVERSA RESÍDUOS DE GASES DE EFEITO ESTUFA (GEE) PROTOCOLO DE MONTREAL LOGÍSTICA REVERSA RESÍDUOS DE GASES DE EFEITO ESTUFA (GEE) PROTOCOLO DE MONTREAL Setembro/2014 Oseas Omena SDOs Substâncias que destroem a camada de ozônio Substâncias químicas sintetizadas pelo homem,

Leia mais

MBA Gestão Estratégica do Agribusiness

MBA Gestão Estratégica do Agribusiness MBA Gestão Estratégica do Agribusiness Inscrições Abertas: Início das aulas: 24/08/2015 Término das aulas: 24/08/2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às 22h30 Semanal Quarta-Feira 18h30

Leia mais

RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13)

RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13) RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13) O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE, usando da atribuição que lhe confere o Art. 45, Inciso XIV, da Lei Estadual nº 8.485

Leia mais

Estabelece diretrizes socioambientais relativas ao processo de crédito do Itaú Unibanco para empresas.

Estabelece diretrizes socioambientais relativas ao processo de crédito do Itaú Unibanco para empresas. RISCO SOCIOAMBIENTAL Estabelece diretrizes socioambientais relativas ao processo de crédito do Itaú Unibanco para empresas. 1. OBJETIVO Formalizar os critérios socioambientais que são adotados pelo Itaú

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

ANEXO I CAPÍTULO I DO CONTROLE, USO E EXIGÊNCIAS DO CFO E DO CFOC

ANEXO I CAPÍTULO I DO CONTROLE, USO E EXIGÊNCIAS DO CFO E DO CFOC ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA DISCIPLINAR A UTILIZAÇÃO DO CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO DE ORIGEM - CFO E O CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO DE ORIGEM CONSOLIDADO - CFOC CAPÍTULO I DO CONTROLE, USO E EXIGÊNCIAS

Leia mais

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL Alessandro Siqueira Tetznerl (1) : Engº. Civil - Pontifícia Universidade Católica de Campinas com pós-graduação em Gestão de Negócios

Leia mais

SISTEMÁTICA DAS EXPORTAÇÕES

SISTEMÁTICA DAS EXPORTAÇÕES SISTEMÁTICA DAS EXPORTAÇÕES CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTES: DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. São Paulo, Atlas, 2004. SILVA, Luiz Augusto

Leia mais

GESTÃO DE CUSTOS NA AUTARQUIA PÚBLICA: UM ESTUDO DE CASO NA COORDENADORIA REGIONAL DE BAMBUÍ-MG DO INSTITUTO MINEIRO DE AGROPECUÁRIA

GESTÃO DE CUSTOS NA AUTARQUIA PÚBLICA: UM ESTUDO DE CASO NA COORDENADORIA REGIONAL DE BAMBUÍ-MG DO INSTITUTO MINEIRO DE AGROPECUÁRIA GESTÃO DE CUSTOS NA AUTARQUIA PÚBLICA: UM ESTUDO DE CASO NA COORDENADORIA REGIONAL DE BAMBUÍ-MG DO INSTITUTO MINEIRO DE AGROPECUÁRIA Uellington CORRÊA; Érik DOMINIK * CEFET Bambuí; CEFET Bambuí RESUMO

Leia mais

SISTEMA DE PRODUÇÃO DE SEMENTES SILVIO MOURE CICERO. 1. Introdução

SISTEMA DE PRODUÇÃO DE SEMENTES SILVIO MOURE CICERO. 1. Introdução 1 SISTEMA DE PRODUÇÃO DE SEMENTES SILVIO MOURE CICERO 1. Introdução A Lei n 10.711, sancionada em 05/08/2003 e regulamentada pelo Decreto n 5.153 de 23 de julho de 2004, instituiu o Sistema Nacional de

Leia mais