REDE DE ENSINO FTC. Faculdade de Tecnologia e Ciências. MATERIAL DIDÁTICO Produção Acadêmica. Produção Técnica. William Oliveira.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REDE DE ENSINO FTC. Faculdade de Tecnologia e Ciências. MATERIAL DIDÁTICO Produção Acadêmica. Produção Técnica. William Oliveira."

Transcrição

1

2 ERGONOMIA

3 REDE DE ENSINO FTC Faculdade de Tecnologia e Ciências William Oliveira Presidente Reinaldo Borba Vice-Presidente de Inovação e Expansão Fernando Castro Vice-Presidente Executivo MATERIAL DIDÁTICO Produção Acadêmica Marcelo Nery Diretor Acadêmico Jean Carlo Bacelar Supervisão Pedagógica Fábio Sales Jaqueline Sampaio Leonardo Suzart Ludmila Vargas Milena Macedo Análise Pedagógica Fernanda Lordêlo Coordenação de Curso Rodrigo Silva Santos Autoria Produção Técnica João Jacomel Coordenação Márcio Magno Ribeiro de Melo Revisão de Texto Larissa Valéria Costa Aragão Editoração Larissa Valéria Costa Aragão Ilustrações Imagens Corbis/Image100/Imagemsource copyright FTC EAD Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei de 19/02/98. É proibida a reprodução total ou parcial, por quaisquer meios, sem autorização prévia, por escrito, da FTC EAD - Faculdade de Tecnologia e Ciências - Educação a Distância.

4 Sumário ERGONOMIA E USABILIDADE 7 O QUE É A ERGONOMIA 7 DEFINIÇÃO DE ERGONOMIA 7 O TAYLORISMO VERSUS A ERGONOMIA 10 DESPESAS E RETORNOS DA ERGONOMIA 13 O PAPEL DE UM ERGONOMISTA 15 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO 19 ESTRESSE NO AMBIENTE DE TRABALHO 19 CONCEPÇÃO DE POSTO DE TRABALHO 23 PROGRAMAS DE QUALIDADE DE VIDA NOS POSTOS DE TRABALHO 26 A POSTURA SOB O OLHAR DO ERGONOMISTA 32 TRABALHO, SAÚDE E ERGONOMIA 41 SEGURANÇA NO TRABALHO 41 DO DIAGNÓSTICO À MODIFICAÇÃO 41 TÉCNICAS DE VERIFICAR A ERGONOMIA 43 RECOMENDAÇÕES ERGONÔMICAS PARA IHC (INTERFACE HOMEM-COMPUTADOR) 45 RUÍDOS/ VIBRAÇÕES 48 3

5 FATORES HUMANOS NO TRABALHO 53 A FALHA HUMANA 54 FATORES FISIOLÓGICOS DOS POSTOS DE TRABALHO 56 A RELAÇÃO CORPO E TRABALHO 59 AFASTAMENTOS: UM GRANDE ÔNUS 61

6 Apresentação da Disciplina Futuros Tecnólogos, A disciplina Ergonomia e Saúde Ocupacional aparece para vocês como uma ferramenta a ser utilizada no seu dia a dia como Tecnólogo em Segurança do Trabalho. Você irá conhecer um pouco da história da ergonomia, como ela surgiu e seus vários objetivos. A disciplina esta formatada em dois blocos temáticos, cada um contendo dois temas e cada tema composto de quatro conteúdos. No primeiro Bloco Temático vamos falar sobre Ergonomia e Usabilidade. Neste bloco mostraremos a base da ergonomia, com a sua defi nição, relação com as formas de administração e gestão socioeconômica, a viabilidade, qual a função do ergonomista, a concepção dos postos, o estresse ocupacional e os Programas de Qualidade de Vida. O segundo Bloco Temático versa sobre Trabalho, Saúde e Ergonomia. Engloba este bloco a distância entre percepção e alteração, alguns instrumentos e as recomendações em IHC, a infl uência do ruído e das vibrações, além da falha humana. Essa disciplina vem para acrescentar a você, Tecnólogo, alguns conhecimentos sobre as estações de trabalho e a organização empresarial. Aprecie este material com todo o prazer. Cordialmente, Rodrigo Silva Santos 5

7

8 ERGONOMIA E USABILIDADE O QUE É A ERGONOMIA DEFINIÇÃO DE ERGONOMIA Neste início iremos citar algumas defi nições de ergonomia descritas pelos mais variados autores. No entanto, começaremos informando que a palavra ergonomia é de origem grega, em que ERGO signifi ca trabalho e NOMOS signifi ca regras, normas, leis. Podemos entender que seriam as regras/normas/leis para a execução do trabalho. Se considerarmos como ciência, poderemos dizer que é a ciência aplicada em facilitar o trabalho executado pelo homem, sendo que aqui se interpreta a palavra trabalho como algo muito abrangente, em todos os ramos e áreas de atuação. Sendo, desta forma, uma ciência que pesquisa, estuda, desenvolve e aplica regras e normas a fi m de organizar o trabalho, tornando este último compatível com as características físicas e psíquicas do ser humano. Alguns autores a consideram como ciência, outros como tecnologia. Segundo Montmollin, a ergonomia é uma ciência interdisciplinar que compreende a fi siologia e a psicologia do trabalho. Murrel a defi ne como o estudo científi co das relações entre o homem e o seu ambiente de trabalho. Self cita que ergonomia reúne os conhecimentos da fi siologia e psicologia e das ciências vizinhas aplicadas ao trabalho humano, na perspectiva de uma melhor adaptação ao homem dos métodos, meios e ambientes de trabalho. Wisner explica ergonomia como sendo o conjunto dos conhecimentos científi cos relacionados ao homem e necessários à concepção de instrumentos, máquinas e dispositivos que possam ser utilizados com o máximo de conforto, segurança e efi ciência. Na defi nição de Couto é um conjunto de ciências e tecnologias que procura a adaptação confortável e produtiva entre o ser humano e seu trabalho, basicamente buscando adaptar as condições de trabalho às características do ser humano. Já Leplat nos informa que ergonomia é uma tecnologia, e não uma ciência, cujo objetivo é a organização dos sistemas homem-máquina. Pare para refletir... Segundo a Ergonomics Research Society, Ergonomia é o estudo do relacionamento entre o homem e seu trabalho, equipamento e ambiente e, particularmente, a aplicação dos conhecimentos de anatomia, fi siologia e psicologia na solução dos problemas surgidos desse relacionamento. Segundo a International Ergonomics Association IEA, a Ergonomia é a disciplina científi ca preocupada com o entendimento das interações entre seres humanos e 7

9 Ergonomia outros elementos de um sistema e a profi ssão que aplica teorias, princípios, dados e métodos para projetar, de modo a otimizar, o bem-estar humano e a performance geral do sistema. Em 1960 a Organização Internacional do Trabalho OIT defi ne a ergonomia como sendo a: Aplicação das ciências biológicas conjuntamente com as ciências da engenharia para lograr o ótimo ajustamento do homem ao seu trabalho, e assegurar, simultaneamente, efi ciência e bem-estar (MIRANDA, 1980). Algumas considerações sobre interações entre homem e seus ambientes de trabalho foram encontradas em alguns documentos da Grécia Antiga, em alguns outros artigos medievais com mais de cem anos na Alemanha. Falando em relação à historia moderna da ergonomia, que surgiu no período entre 1939 a 1945 com a Segunda Grande Guerra, houve a necessidade de adaptação das armas utilizadas no combate ao homem, com o principal objetivo de obter vantagens sobre o adversário, além de preservar a própria sobrevivência. Para Abrahão e Pinho (2002), a importância da ergonomia nos anos 1940 se deu pela abordagem do trabalho humano e suas interações nos contextos social e tecnológico, buscando mostrar a complexidade dessas interações. A ergonomia trouxe a ideia de proteger o trabalhador dos riscos físicos, ambientais e psicológicos provocados, principalmente, pelo sistema capitalista, que visa sempre o lucro através do aumento da produção. Promovendo a intensifi cação da carga de trabalho e implementação do tempo de trabalho, sem se preocupar com o conforto do funcionário. Podemos exemplifi car com o que aconteceu nos EUA, quando os norte-americanos construíram o projeto da cápsula espacial, em que o homem tentou adaptar qualquer tipo de máquina às características humanas. Mas o desconforto provocado aos astronautas no primeiro protótipo da cápsula espacial fez com que houvesse a necessidade de replanejar o tempo e os meios para a viagem ao espaço. É importante citarmos que o conforto do trabalhador é necessário para que tenha uma boa relação com o trabalho. Dentro das atribuições da ergonomia temos alguns domínios de especialização com competências mais profundas. São elas: Ergonomia Física versa sobre as características humanas anatômicas, antropométricas, fi siológicas e biomecânicas que se relacionam com a atividade física. Os tópicos relativos incluem posturas de trabalho, manipulação de materiais, movimentos repetitivos, lesões músculo-esqueléticas relacionadas com o trabalho, layout do posto de trabalho, segurança e saúde. Ergonomia Cognitiva relata sobre os processos mentais, como a percepção, memória, raciocínio, e resposta motora, que afetam as interações entre humanos e outros elementos de um sistema. Os tópicos relevantes incluem a carga de trabalho mental, tomada de decisão, desempenho especializado, interação homemcomputador, fi abilidade humana, stress do trabalho e formação relacionadas com a concepção homem-sistema. 8

10 Ergonomia Organizacional diz respeito à otimização de sistemas sociotécnicos, incluindo as suas estruturas organizacionais, políticas e processos. Os tópicos relevantes incluem comunicação, gestão de recursos de equipes, concepção do trabalho, organização do tempo de trabalho, trabalho em equipe, concepção participativa, community ergonomics, trabalho cooperativo, novos paradigmas do trabalho, cultura organizacional, organizações virtuais, teletrabalho e gestão da qualidade. Segundo HENDRICK (1992), a ergonomia possui quatro componentes identifi cáveis: Tecnologia de interface homem-máquina ou ergonomia de Hardware é aplicada no projeto de controles, displays e arranjo das estações de trabalho para otimizar a performace do sistema e diminuir as probabilidades de erros humanos; Tecnologia da interface homem-ambiente ou ergonomia ambiental que consiste no estudo das capacidades e limitações humanas em relação às demandas impostas pelas variações do ambiente. É utilizada a fi m de minimizar o estresse ambiental para a performance humana e também para proporcionar maior conforto e segurança, além do aumento da produtividade; Tecnologia de interface usuário-sistema ou ergonomia de software estuda como as pessoas conceitualizam e processam as informações. É frequentemente chamada de ergonomia cognitiva. A maior aplicação desta tecnologia é no projeto ou modifi cação de sistemas para aumento da usabilidade; Tecnologia da interface homem-organização-máquina ou macroergonomia o foco central das três tecnologias da ergonomia é o operador individual, no time de operadores ou em níveis de subsistemas. A macroergonomia tem seu foco na estrutura do sistema de trabalho como um todo, ou seja, em suas interfaces com os avanços tecnológicos, com o sistema organizacional e com a interface homem-máquina. Quando falamos em ergonomia temos que levar em consideração alguns pontos, como: Produtividade da empresa; Qualidade do produto; Condições de trabalho; Qualidade de vida dos trabalhadores. Alguns objetivos devem sempre ser levados em consideração, tais como: Melhoria das condições ambientais; Prevenção de acidentes de trabalho; Prevenção de lesões por esforço repetitivo. Outra consideração que devemos ter, quando se trata de ergonomia, é a sua tríade básica de sustentação, composta por: EFICIÊNCIA SEGURANÇA CONFORTO Através desta tríade podemos observar que a efi ciência de uma intervenção ergonômica é muito importante, tanto para justifi car o trabalho do ergonomista como para melhoria das condições da empresa (fi nanceira, econômica, social ou profi ssional). Além da própria melhoria da efi ciência dos trabalhadores. 9

11 Ergonomia A segurança é de extrema importância, tanto para os trabalhadores como para os empregados. A diminuição dos riscos indica uma maior preocupação com os funcionários. O conforto nos mostra que o indivíduo, quando em situações satisfatórias, produz e trabalha mais e com melhor humor. O TAYLORISMO VERSUS A ERGONOMIA Vamos começar falando sobre o surgimento e evolução da ergonomia e depois mostrar as principais intervenções e modelos de planejamento de trabalho ocorridos nestas épocas. Em se tratando de adaptações para a melhoria do trabalho, vem desde antigamente, quando os indivíduos utilizavam as pedras como armas, em especial no momento em que ajustam as pedras fazendo pontas ou gumes para facilitar o seu trabalho. Outro momento é quando os indivíduos começaram a utilizar os utensílios de barro para auxiliar no cozimento de alimentos e para tomar água. Uma invenção muito importante para a humanidade foi a criação da roda, que possibilitou a facilitação do transporte de cargas, principalmente. Após esse momento foram aparecendo algumas invenções que facilitavam o trabalho do homem, até que a Revolução Industrial apareceu espantosamente alterando o trabalho, que era artesanal, para o mecanizado. Esse momento foi marcado pela alteração não só do processo produtivo, mas também da atividade comercial. Foi uma evolução social, tecnológica e econômica. Essa evolução foi capaz de tecnifi car a produção, isolando inicialmente as fases de produção. Antes dessa revolução o indivíduo participava de todas as fases, desde a coleta da matéria-prima até a comercialização do produto. Após esta época, o indivíduo perde o controle do processo produtivo, não participa mais de todas as fases da produção e passa a ter um trabalho direcionado ou controla alguma máquina da fábrica. Após a Revolução Industrial o grande evento que ocorreu, marcando a evolução da ergonomia e também da humanidade, foi a Primeira Grande Guerra. Saiba mais sobre a Revolução Industrial em: O taylorismo foi um modelo/método de planejamento e de controle do tempo e dos movimentos de realização do trabalho, desenvolvido pelo americano Frederick Winslow Taylor ( ). Taylor foi um engenheiro que nasceu na Pensilvânia (E.U.A.), no subúrbio da Filadélfi a, numa região chamada Germantown. Nasceu no dia 20 de março de 1856 e morreu em Ele era fi lho de família de classe média e pôde estudar em bons colégios. Ele, aos 22 anos, conseguiu emprego como operário, na empresa Midvale Steel Company, construção de máquinas. Foi operário, contador da fi rma, torneiro, mestre de tornos, chefe de seção, contramestre, chefe de ofi cina e engenheiro chefe. Sendo que todas essas promoções ocorreram num curto período de 6 anos. (Ginástica laboral e ergonomia, 2005). Saiba mais sobre Taylor em: a/taylorismo-fordismo.htm 10

12 Henri Fayol, engenheiro, nascido em Istambul no dia 29 de julho de 1841 e morto em 19 de novembro de 1925, concluiu que a administração de uma empresa deveria ser desvinculada das demais funções (produção, comercial e fi nanceira). Ele foi o primeiro a defi nir administração como um processo de planejar, organizar, dirigir e controlar. Fayol sintetizou a administração em 14 princípios: Divisão do trabalho tarefas específi cas para cada indivíduo, separação de poderes; Autoridade e responsabilidade; Disciplina; Unidade de comando cada indivíduo tem apenas um superior direto; Unidade de direção um conjunto de operações que visam o mesmo objetivo; Subordinação do interesse particular ao interesse geral; Remuneração do pessoal; Centralização; Hierarquia a série dos chefes desde o primeiro até o último escalão; Ordem; Equidade o tratamento das pessoas com benevolência e justiça, não excluindo a energia e o rigor quando necessários; Estabilidade pessoal; Iniciativa; União do pessoal espírito de equipe. Saiba mais sobre Fayol em: O fordismo, criado por Henry Ford, que nasceu na cidade de Dearborn, em 30 de julho de 1863 e faleceu no dia 07 de abril de 1947, baseou-se na implantação da esteira rolante para controlar os movimentos, criando o trabalho em série. Alguns princípios do fordismo são: Sempre que possível o trabalhador não dará um passo supérfl uo; Não permitir, em caso algum, que ele se canse inutilmente, com movimentos à direita ou à esquerda, sem proveito algum; Tanto os trabalhadores quanto as peças devem ser dispostos na ordem natural das operações, diminuindo o caminho da peça ou aparelho na esteira de montagem; Empregar planos inclinados ou aparelhos semelhantes, de modo que o operário coloque as peças que trabalhou no mesmo lugar e ao seu alcance. Saiba mais sobre Ford em: O casamento entre essas teorias predominou em várias indústrias até o fi nal do século XX e apresentou algumas características, como: Padronização e produção em série como condição para a redução de custos e elevação dos lucros; Trabalho de forma intensa, padronizado e fragmentado, na linha de produção proporcionando ganhos de produtividade. 11

13 Ergonomia O taylorismo consiste, ainda, na dissociação do processo de trabalho das especialidades dos trabalhadores, ou seja, o processo de trabalho deve ser independente do ofício, da tradição e do conhecimento dos trabalhadores, mas inteiramente dependente das políticas gerenciais. Esse tipo de modelo predominou na grande indústria capitalista ao longo do século XX e ainda predomina em muitas organizações, a despeito das inovações. A crise deste modelo começou com a resistência crescente dos trabalhadores ao sistema de trabalho em cadeia, à monotonia e à alienação do trabalho super fragmentado. Atenção! Taylor separa a concepção da execução. Nega ao trabalhador qualquer manifestação criativa ou participativa. ESTEIRA ROLANTE Diante da revolta dos trabalhadores, provocada principalmente pela insatisfação com a forma que o trabalho era organizado e realizado, começaram a surgir novas teorias e ideias a respeito da organização do trabalho, em grande parte contrárias ao taylorismo. Pare para refletir... Segundo Chang Junior (1995), a escola de Relações Humanas no Trabalho nasceu de uma reação à Administração Científi ca. E, a partir dela, evoluiu-se de uma avaliação mecanicista do ser humano para uma concepção mais progressista. O indivíduo tem necessidades sociais e precisa trabalhar em grupo. Nesse momento pós-taylor e Ford surgiram, principalmente, duas ideias. Uma é a de enriquecimento de cargos, e a outra de semiautônomos. A ideia de enriquecimento de cargos procura eliminar o inconveniente do trabalho parcelado e monótono, ampliando o número de tarefas realizadas pelo trabalhador. A ideia semiautônomos permitia melhor relação entre os trabalhadores. Cada equipe de trabalho tem liberdade de distribuir as tarefas entre os componentes. No entanto, o tra- 12

14 balho proposto é bastante defi nido e previamente racionalizado, o que faz permanecer o tempo de execução do produto. Importante ressaltar que mesmo nessas outras teorias os princípios do taylorismo e fordismo não foram abandonados, houve apenas a sua aplicação de uma forma mais suave. Na verdade, uma tentativa de adequar o taylorismo e o fordismo às mudanças socioeconômicas da época. Na década de 1950 foi criado um novo conceito, chamado de Administração de Qualidade Total, trazendo a ideia de que a conformidade com os padrões de qualidade passa a ser problema de todos. Todos que estão ligados à empresa precisam sentir-se confortáveis e felizes com a organização como um todo, pois somente assim poderão utilizar todas as suas capacidades. Esse conceito foi amplamente utilizado nas organizações japonesas. Segundo ROCHA 2000, o trabalho na organização japonesa é atribuído ao grupo e não ao indivíduo, cabendo ao grupo se organizar e dividir o trabalho entre seus membros. A autora ainda reforça que a forte motivação dos japoneses é social e não econômica, já que, para eles, ser excluído do grupo de trabalho equivale a ser excluído da própria vida. Nos EUA e Europa começam os sinais de que a ideia do fordismo principia a entrar em crise. Aparece, neste momento, o pós-fordismo, um novo modelo de regulação da economia, fl exibilizando o processo de produção. Conforme Heloani (2002), [...] a adesão do trabalhador aos programas de elevação de produtividade se transformou em uma questão de importância fundamental e, para obtêla, foram criadas as novas formas de gestão da produção. Desse período datam as experiências que alguns autores chamaram de administração participativa. DESPESAS E RETORNOS DA ERGONOMIA Os gastos com ergonomia, que antes eram considerados sem retorno, hoje mostram para nós que era uma visão administrativa errada. Mafra cita, mostrando para nós que o investimento em ergonomia inicialmente se deu através da exigência legal, que Atenção! A Ergonomia, aliada ao movimento de Gestão de Qualidade, é uma base para a melhoria contínua dos processos produtivos. Porém, diferentemente da qualidade, que é uma exigência de mercado (Normas ISO), a Ergonomia tem, no Brasil, exigência de lei, pela Norma Regulamentadora 17 (NR-17), do Ministério do Trabalho e Emprego. Os empresários seguiam essas orientações com a fi nalidade de cumprir a lei, se preocupando apenas com o gasto imediato que isso provocaria, sem atentarem para o retorno econômico, produtivo e em qualidade que poderia aparecer com a ergonomia. É sabido que a ergonomia traz benefícios reais aos negócios. Então, vários ergonomistas reconhecidos no mercado informam que o maior problema é mostrar, de uma forma objetiva, para as empresas e organizações o quanto a intervenção ergonômica é viável. No caso dos empresários eles estão preocupados principalmente com a viabilidade econômica da ergonomia. 13

15 Ergonomia Investir em ergonomia signifi ca mais segurança, saúde e conforto para os colaboradores. E isso, é claro, tem que ocorrer em função de equipamentos e ambientes adaptados às normas, além de palestras sobre postura adequada e informando a importância das seções de alongamento promovidas ao longo do dia no ambiente laboral. Utilizando-se da ergonomia a empresa atende à legislação vigente e ainda reduz as despesas com saúde, multas e até com processos trabalhistas. Os questionamentos principais entre ergonomistas e empresários são: Quanto custa uma intervenção ergonômica; Quando iniciar a intervenção; Quando ela será viável economicamente; Como demonstrar uma situação subjetiva, com valores objetivos. O custo de uma intervenção ergonômica está relacionado com o tipo de trabalho realizado, o ambiente onde se realiza, as condições prévias da estrutura de trabalho, possibilidades de adaptações, perfi l dos funcionários etc. É importante lembrar que o próprio orçamento fornecido pelo ergonomista só deve ser válido após uma visita e avaliação a todos os locais da empresa que sofreram intervenções. Inclusive alguns ergonomistas, já reconhecidos no mercado, cobram fi nanceiramente das empresas o próprio orçamento. Relacionados ao tempo despendido para orçar. Levando em consideração o momento de início da intervenção, deve ser observado o grau de deterioração do ambiente de trabalho a ser avaliado, pois, em alguns casos, é possível e até recomendável realizar pequenas correções (o que pode, de uma certa forma, justifi car a cobrança do orçamento). Através da conversa com os empresários, pode-se inferir o grau de interesse desses indivíduos no seu serviço e ganhá-los de vez no momento do orçamento. O ponto de viabilidade ergonômica pode ser observado através de dois pontos de vista: Primeiro, é a ideia que a intervenção ergonômica passa a ser viável desde o momento de sua implantação, ou seja, desde o orçamento. Pois esse fato indica intenção de melhora; Segundo ponto é quando a empresa passa a economizar fi nanceiramente com a ergonomia. Quer dizer que o momento em que a economia fi nanceira da empresa, provocada pela intervenção ergonômica, supera ou iguala o investimento da empresa nesta intervenção. Esse momento da intervenção é muito difícil de ser determinado, pois existem vários fatores que podem infl uenciar. Desde fatores internos da própria empresa (alteração do objetivo, por exemplo) ou fatores externos (crises no mercado fi nanceiro, por exemplo). O ergonomista deve ser bastante criterioso ao divulgar uma data para atingir este ponto. Deverá divulgar uma previsão no momento do orçamento e periodicamente tentar mostrar resultados que o aproximem da previsão. Outra situação difícil é a demonstração econômica dessa melhoria, que inicialmente é subjetiva, mas os empresários querem visualizar resultados objetivos, seja através de gráfi cos ou de planilhas. Existem alguns caminhos para demonstração dessas vantagens. Uns se utilizam de um modelo de caso de negócio, outros utilizam estruturas mais elaboradas ou qualitativas. Sendo, talvez, a principal delas, as abordagens através de planilhas. Alguns autores exemplifi cam essa difi culdade, além de mostrar que não há ainda uma ferramenta administrativa, fi nanceira para demonstrar os custos/benefícios da intervenção ergonômica. 14

16 Stanton e Baber (2003) mencionaram que um dos estudos clássicos de efetividade de custos da ergonomia ocorreu nos anos 70, com o dispositivo de luz de freio colocada no centro e no alto do vidro traseiro nos automóveis (McKNIGHT e SHINAR, 1992; AKERBOOM et al., 1993). Esse tipo de colocação da luz de freio oferece vantagens cognitivas sobre as luzes de freio convencionais. Estudos posteriores mostraram que os custos eram pequenos (US$ 10 por carro) e os benefícios bem maiores (estimados em torno US$ 900 milhões de economias anuais) do que tinham sido antecipados. Os ergonomistas lamentam que nem todas as intervenções sejam de justifi cativas tão claras quanto essa. Nesse sentido, Hendrick (2003) argumenta que o ergonomista profi ssional precisa colocar suas propostas ergonômicas em termos econômicos, ou seja, é necessário falar na mesma linguagem, já que as decisões a respeito de mudanças devem ser racionalizadas em bases fi nanceiras. São identifi cadas três categorias principais para a informação fi nanceira: Custos poupados identifi cação correta do problema raiz: ao invés de gastar dinheiro corrigindo o problema errado, procurar aumento da produtividade, redução de danos, melhoria no moral, aumento de competência, entre outros; Custo evitado perda de vendas, aumento do treinamento, melhoria de suporte e manutenção, melhoria nas taxas de rejeição; Novas oportunidades projeto de sistemas fl exíveis, expansão de mercados para negócios e maior âmbito de usuários. Pode-se utilizar a Análise Ergonômica para fazer uma análise e previsão dos custos e do possível retorno da intervenção ergonômica. Na visão econômica de grande parte dos empreendimentos, primeiramente implica numa visão mais ampla da conjuntura e da posição relativa da empresa dentro desse contexto, ou seja, traça-se o histórico e a caracterização da empresa no estado anterior dentro de um cenário mais amplo. Num segundo momento, passa-se a avaliar as condições internas de operacionalidade, apontando-se uma Estimativa Inicial, que será a estimativa de Custo Ergonômico, seguida pela identifi cação dos problemas com as perspectivas de custo, o que culminará com o mapeamento dos problemas identifi cados em determinadas situações. Situação ideal para se montar o Quadro de Custos Ergonômicos numa empresa. Com base nesse quadro de custos determinam-se os focos principais do quadro, o que podem ser indicadores de perdas ergonômicas na empresa. Baseado nesse quadro e seus focos, podem-se prever os possíveis ganhos (expectativas de retornos dos projetos) e fazer uma avaliação inicial de custo/benefício. Após as análises sistemáticas nos focos, será possível aferir, com mais precisão, os problemas e seus custos, revendo as expectativas de retorno dos projetos de transformação. O PAPEL DE UM ERGONOMISTA O ergonomista é hoje um profi ssional que a cada dia vem sendo mais solicitado nas empresas, por um motivo legal, pois algumas defesas judiciais e avaliações são melhor elaboradas e mais aceitas quando feitas por um ergonomista e, por outro lado, pela melhora da qualidade do trabalho, segundo os próprios trabalhadores. 15

17 Atenção! Ergonomia Os ergonomistas são profi ssionais de diversas áreas que se especializam em ergonomia e contribuem para o planejamento, projeto e a avaliação de tarefas, além de avaliarem postos de trabalho, produtos, ambientes e sistemas com a fi nalidade de compatibilizar o trabalho com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas. Segundo a IEA International Ergonomics Associacion, por meio da ABERGO (Associação Brasileira de Ergonomia), o ergonomista, através das suas competências, é o indivíduo que: 1 Investiga e avalia as demandas de projeto ergonômico no sentido de assegurar a ótima interação entre trabalho, produto ou ambiente e as capacidades humanas e suas limitações: Entende as bases teóricas para planejamento ergonômico e checagem da situação de trabalho; Aplica abordagem sistêmica em suas análises; Entende as exigências para a segurança, os conceitos de risco, avaliação de riscos e gerenciamento de riscos; Entende e pode conviver com a diversidade de fatores que infl uenciam desempenho humano e qualidade de vida e suas inter-relações; Demonstra uma compreensão de métodos de mensuração pertinentes para avaliação e projeto em Ergonomia; Reconhece o escopo pessoal de competência. 2 Analisa e interpreta os achados das investigações em ergonomia: Avalia produtos ou situações de trabalho em relação a expectativas de desempenho livre de erros; Aprecia o efeito de fatores que infl uenciam a saúde e o desempenho humano; Consulta de forma adequada observações e interpretação de dados de seus levantamentos; Analisa diretrizes, normas e legislação relativas às variáveis que infl uenciam a atividade; Toma decisões justifi cáveis mediante critérios pertinentes que infl uenciam um novo projeto ou as soluções de um problema específi co. 3 Documenta de forma adequada os achados ergonômicos: Provê um relatório sucinto em termos compreensíveis pela Gerência a que se vincula e apropriados ao projeto. 4 Determina a compatibilidade da capacidade humana com as solicitações planejadas ou existentes: Aprecia a extensão da variabilidade humana que infl uencia o projeto; Determina as bases e a interação entre as características, habilidades, capacidades e motivações, de uma pessoa, e a organização, os ambientes planejados ou existentes, os produtos manuseados, equipamentos, sistemas de trabalho, máquinas e tarefas; 16

18 4.3 - Identifi ca áreas e tarefas de alto risco potenciais ou existentes; Determina se um problema é tratável por uma intervenção ergonômica. 5 Desenvolve um plano para projeto ergonômico ou intervenção ergonômica: Adota uma visão holística da ergonomia no desenvolvimento de soluções; Incorpora abordagens que buscam a melhoria de qualidade de vida no ambiente de trabalho; Desenvolve estratégias para implementar um novo projeto que estabeleça um local de trabalho saudável e seguro; Considera alternativas para otimizar as interações entre a pessoa e o produto, a tarefa ou o ambiente que possibilitem alcançar um bom desempenho; Desenvolve um plano balanceado para controle de risco; Comunica-se de forma efetiva com a Gerência a que se vincula e as pessoas com quem interage profi ssionalmente. 6 Faz recomendações apropriadas para projeto ou intervenção ergonômica: Entende as hierarquias dos sistemas de controle; Esboça recomendações apropriadas para projeto ou intervenção; Esboça recomendações apropriadas para o gerenciamento e a gestão organizacional; Faz recomendações relativas à seleção de pessoal; Desenvolve recomendações apropriadas para educação, treinamento e desenvolvimento, baseadas em princípios ergonômicos. 7 Implementa recomendações para otimizar o desempenho humano: Relaciona-se com a Gerência a que se vincula e com as que assessora em todos os níveis de seu pessoal; Supervisiona a aplicação do plano ergonômico; Gerencia a implementação das mudanças. 8 Avalia os resultados da implementação das recomendações ergonômicas: Monitora efetivamente os resultados do projeto ou intervenção ergonômica; Produz refl exão ou pesquisa avaliativa relevante para a Ergonomia; Elabora julgamentos pessoais acerca da qualidade e efetividade de projeto ou intervenção ergonômica; Modifi ca o programa de ergonomia conforme resultados de suas avaliações, onde for necessário. 9 Demonstra comportamento profissional: Demonstra um compromisso com uma prática ética e com altos padrões de desempenho e de atos em conformidade a exigências legais; Reconhece forças e limitações pessoais e profi ssionais bem como reconhece as habilidades de outros; Mantém conhecimento atualizado de estratégias nacionais e internacionais relevantes para a prática de Ergonomia; Reconhece o impacto da Ergonomia na vida das pessoas. A qualifi cação de ergonomista se dá através de um curso de especialização em ergonomia, pois não existem cursos de graduação para habilitação em Ergonomia. Além disso, o indivíduo deve atualizar-se periodicamente através de congressos e cursos. 17

19 Ergonomia Ainda dentro destas características temos que o ergonomista contribui para o planejamento, projeto e avaliação de tarefas, postos de trabalho, produtos, ambientes e sistemas de modo a torná-los compatíveis com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas. Dentro dessas características, concluímos que o ergonomista é um profi ssional essencial às empresas, necessitando de atualização constante. As certificações em ergonomia começaram a ser discutidas em 1996 através da ABERGO. Já existem quatro normas prontas para entrar em vigor, são elas: ERG BR 1000 que cria o sistema de certifi cação profi ssional; ERG BR 1001 estabelece as competências focais para a ergonomia; ERG BR 1002 estabelece o código de Deontologia; ERG BR 1003 estabelece a acreditação de programas universitários de terceiro grau em ergonomia. Além das normas, a ergonomia ja conta com normas internacionais ISO, criadas a partir de 1981, certifi cando atividades envolvendo o uso de dispositivos de informação. 1. Defi na ergonomia. Atividades Complementares 2. Fale sobre os três domínios da ergonomia. 3. Fale sobre Taylor e taylorismo. 4. Fale sobre Fayol. 5. Fale sobre Henry Ford e fordismo. 18

20 6. Quais as despesas da ergonomia? 7. Quais os retornos da ergonomia? 8. Como se verifi ca o custo/benefício da ergonomia? 9. Quais as funções do ergonomista? 10. Quem pode ser ergonomista? ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ESTRESSE NO AMBIENTE DE TRABALHO O estresse, segundo Guimarães 2000, é o conjunto de reações que um organismo desenvolve ao ser submetido a uma situação que exige esforço para a adaptação. Atenção! O organismo, quando exposto a um esforço desencadeado por um estímulo percebido como ameaçador à homeostasia, seja ele físico, químico, biológico ou psicossocial, apresenta a tendência de responder de forma uniforme e inespecífi ca, denominada síndrome geral de adaptação, podendo estar associado ao estresse. O estado de tensão a que algumas situações nos submetem mantém o nosso organismo em estado de alerta. Estado este de responsabilidade de uma parte do sistema 19

Norma ERG BR 1001 Competências Essenciais para os Ergonomistas Certificados 1

Norma ERG BR 1001 Competências Essenciais para os Ergonomistas Certificados 1 ABERGO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ERGONOMIA Norma ERG BR 1001 Competências Essenciais para os Ergonomistas Certificados 1 Aprovada na Assembléia Geral Ordinária da ABERGO [4 de setembro de 2002 Recife, Pernambuco]

Leia mais

Qualidade de vida no Trabalho

Qualidade de vida no Trabalho Qualidade de Vida no Trabalho Introdução É quase consenso que as empresas estejam cada vez mais apostando em modelos de gestão voltados para as pessoas, tentando tornar-se as empresas mais humanizadas,

Leia mais

3 ORIGENS E CONCEITUAÇÃO DA ERGONOMIA

3 ORIGENS E CONCEITUAÇÃO DA ERGONOMIA De acordo com dados da Ergonomics Research Society, Inglaterra, a Ergonomia é o estudo do relacionamento entre o homem e o seu trabalho, equipamento e ambiente, e particularmente a aplicação dos conhecimentos

Leia mais

A Segurança consiste na responsabilidade de saber e agir da maneira correta.

A Segurança consiste na responsabilidade de saber e agir da maneira correta. Segurança do Trabalho É o conjunto de medidas que versam sobre condições específicas de instalações do estabelecimento e de suas máquinas visando à garantia do trabalhador contra riscos ambientais e de

Leia mais

A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos

A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos Fisioterapeuta: Adriana Lopes de Oliveira CREFITO 3281-LTT-F GO Ergonomia ERGONOMIA - palavra de origem grega, onde: ERGO = trabalho e NOMOS

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

Capítulo 6 Resolução de problemas com sistemas de informação

Capítulo 6 Resolução de problemas com sistemas de informação Capítulo 6 Resolução de problemas com sistemas de informação RESUMO DO CAPÍTULO Este capítulo trata do processo de resolução de problemas empresariais, pensamento crítico e etapas do processo de tomada

Leia mais

A ADAPTAÇÃO SEMPRE OCORRE DO TRABALHO PARA O HOMEM E NÃO VICE-VERSA. ERGO = TRABALHO NOMOS = REGRAS, LEIS NATURAIS

A ADAPTAÇÃO SEMPRE OCORRE DO TRABALHO PARA O HOMEM E NÃO VICE-VERSA. ERGO = TRABALHO NOMOS = REGRAS, LEIS NATURAIS ERGONOMIA AULA 1: O O QUE ÉERGONOMIA DEFINIÇÃO ESTUDO DO RELACIONAMENTO ENTRE O HOMEM E SEU TRABALHO, EQUIPAMENTO E AMBIENTE, E APLICAÇÃO DOS CONHECIMENTOS DE ANATOMIA, FISIOLOGIA E PSICOLOGIA NA SOLUÇÃO

Leia mais

ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005

ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005 ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005 Código de prática para a gestão da segurança da informação A partir de 2007, a nova edição da ISO/IEC 17799 será incorporada ao novo esquema de numeração como ISO/IEC 27002.

Leia mais

Newsletter do Grupo 4Work Nº 60 Setembro de 2014

Newsletter do Grupo 4Work Nº 60 Setembro de 2014 A 4 Work - Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho, Lda., vai realizar a partir do início do mês de Outubro, uma campanha de vacinação antigripal, desenvolvida e dirigida às empresas, independentemente

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles, M.Sc.

Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles, M.Sc. Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engenharia de Produção ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles,

Leia mais

Código de prática para a gestão da segurança da informação

Código de prática para a gestão da segurança da informação Código de prática para a gestão da segurança da informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia

Leia mais

SECRETARIA DE RESSOCIALIZAÇÃO. Programa de Alívio e Relaxamento do Estresse

SECRETARIA DE RESSOCIALIZAÇÃO. Programa de Alívio e Relaxamento do Estresse SECRETARIA DE RESSOCIALIZAÇÃO Programa de Alívio e Relaxamento do Estresse SUMÁRIO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS EXECUÇÃO CONDIÇÕES GERAIS JUSTIFICATIVA As facilidades e a agitação da vida moderna trouxeram

Leia mais

ERGONOMIA Notas de Aula - Graduação

ERGONOMIA Notas de Aula - Graduação ERGONOMIA Notas de Aula - Graduação Análise Ergonômica do Trabalho - AET Ponto 02 Mario S. Ferreira Março, 2010 CONCEITUAÇÃO Análise Ergonômica do Trabalho Intervenção, no ambiente de trabalho, para estudo

Leia mais

LER/DORT. Dr. Rodrigo Rodarte

LER/DORT. Dr. Rodrigo Rodarte LER/DORT Dr. Rodrigo Rodarte Há dois lados em todas as questões (Pitágoras, 410 445 a.c.) Definição: As L.E.R. são Lesões por Esforços Repetitivos (definição mais antiga) A D.O.R.T. (conhecidas como doenças

Leia mais

Teorias da Administração

Teorias da Administração Teorias da Administração Cronologia das teorias da administração 1903 Administração Científica 1903 Teoria Geral da Administração 1909 Teoria da Burocracia 1916 Teoria Clássica da Administração 1932 Teoria

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

Gestão Ergonômica e Programas de Ergonomia na Empresa

Gestão Ergonômica e Programas de Ergonomia na Empresa Gestão Ergonômica e Programas de Ergonomia na Empresa Ms. João Eduardo de Azevedo Vieira Fisioterapeuta (PUC-PR / 2000) Esp. Fisiologia do Exercício e do Desporto (IBPEX / 2001) Esp. Fisioterapia do Trabalho

Leia mais

PRINCÍPIO DE ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA

PRINCÍPIO DE ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Projetos PMI, PMP e PMBOK PMI (Project Management Institute) Estabelecido em 1969 e sediado na Filadélfia, Pensilvânia EUA, o PMI é a principal associação mundial, sem fins lucrativos,

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014.

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),

Leia mais

PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011

PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011 CENTRO DA QUALIDADE, SEGURANÇA E PRODUTIVIDADE PARA O BRASIL E AMÉRICA LATINA PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011 Diretrizes para auditorias de sistemas de gestão da qualidade e/ou ambiental

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

P Ú B L I C O I N T E R N O

P Ú B L I C O I N T E R N O Apresentação O Banrisul valoriza seus colaboradores por entender que estes são a essência do negócio. A promoção da qualidade de vida e da segurança dos funcionários é uma prática constante que comprova

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR Prof. Dr. Jones Alberto de Almeida Divisão de saúde ocupacional Barcas SA/ CCR ponte A necessidade de prover soluções para demandas de desenvolvimento, treinamento

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental & Certificação SGA - ISO 14.000

Sistema de Gestão Ambiental & Certificação SGA - ISO 14.000 ZOOTECNIA/UFG DISCIPLINA DE GPA Sistema de Gestão Ambiental & Certificação SGA - ISO 14.000 Introdução EVOLUÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL Passou por três grandes etapas: 1ª. Os problemas ambientais são localizados

Leia mais

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1 Página 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL As pessoas que supervisionam as atividades das outras e que são responsáveis pelo alcance dos objetivos nessas organizações são os administradores. Eles tomam decisões,

Leia mais

1.1 Segurança do trabalho

1.1 Segurança do trabalho 1.1 Segurança do trabalho A Segurança do Trabalho pode ser entendida como o conjunto de medidas adotadas, visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade

Leia mais

POR QUE ALGUMAS EQUIPES CONSEGUEM ALCANÇAR OS SEUS OBJETIVOS E OUTRAS NÃO?

POR QUE ALGUMAS EQUIPES CONSEGUEM ALCANÇAR OS SEUS OBJETIVOS E OUTRAS NÃO? PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE PESSOAS ORGANIZAÇÃO NO TRABALHO Doutorando - UFG romeumontes@gmail.com Rio Verde GO, agosto de 2012 POR QUE ALGUMAS EQUIPES CONSEGUEM ALCANÇAR OS SEUS OBJETIVOS E OUTRAS NÃO?

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES 1 QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES Alguns pesquisadores brasileiros que se destacaram por seus trabalhos sobre Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) consideram que só recentemente a abordagem da Qualidade

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção Curso de Engenharia de Produção Organização do Trabalho na Produção Organização do Trabalho na Produção Projeto do Trabalho -Objetivo: criar um ambiente produtivo e eficiente, onde cada um saiba o que

Leia mais

Módulo 11 Socialização organizacional

Módulo 11 Socialização organizacional Módulo 11 Socialização organizacional O subsistema de aplicação de recursos humanos está relacionado ao desempenho eficaz das pessoas na execução de suas atividades e, por conseguinte, na contribuição

Leia mais

SOlUçõES PARA O CAPItAl HUMANO de SUA EMPRESA

SOlUçõES PARA O CAPItAl HUMANO de SUA EMPRESA SOlUçõES PARA O CAPItAl HUMANO de SUA EMPRESA fundada em 1986 É precursora na implementação de serviços especializados em mapeamentos de competências humanas. Empresa de pesquisa aplicada especializada

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO. Funções administrativas ADMINISTRAÇÃO. Revisão de véspera Técnico INSS ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO. Funções administrativas ADMINISTRAÇÃO. Revisão de véspera Técnico INSS ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO Funções administrativas Revisão de véspera Técnico INSS Planejamento Organização Direção Controle 1 2 Funções administrativas Planejamento: Planejamento é a função administrativa que estabelece os objetivos

Leia mais

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014 Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 Este relatório baseia-se nas respostas apresentadas no Inventário de Análise Pessoal comportamentos observados através questionário

Leia mais

ENTENDENDO A ISO 14000

ENTENDENDO A ISO 14000 UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS ENTENDENDO A ISO 14000 Danilo José P. da Silva Série Sistema de Gestão Ambiental Viçosa-MG/Janeiro/2011

Leia mais

e-book PPRA E PCMSO O QUE ISSO TEM A VER COM SEU PROJETO ARQUITETÔNICO OU MOBILIÁRIO? índice express

e-book PPRA E PCMSO O QUE ISSO TEM A VER COM SEU PROJETO ARQUITETÔNICO OU MOBILIÁRIO? índice express e-book PPRA E PCMSO O QUE ISSO TEM A VER COM SEU PROJETO ARQUITETÔNICO OU MOBILIÁRIO? índice express Apresentação 2 PPRA perguntas & respostas 3 PCMSO perguntas & respostas 5 Links Úteis 6 apresentação

Leia mais

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2.1 IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO Um ponto muito importante na administração é a sua fina relação com objetivos, decisões e recursos, como é ilustrado na Figura 2.1. Conforme

Leia mais

ERGONOMIA: ATIVIDADES QUE COMPROMETEM A SAÚDE DO TRABALHADOR

ERGONOMIA: ATIVIDADES QUE COMPROMETEM A SAÚDE DO TRABALHADOR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ERGONOMIA: ATIVIDADES QUE COMPROMETEM A SAÚDE DO TRABALHADOR Danielle Satie Kassada 1 ; Fernando Luis Panin Lopes 2 ; Daiane Ayumi Kassada 3 RESUMO: O

Leia mais

Programa de Ginástica Laboral

Programa de Ginástica Laboral Programa de Ginástica Laboral 1. IDENTIFICAÇÃO Nome: Programa de Ginástica Laboral (PGL) Promoção e Organização: Centro de Educação Física, Esportes e Recreação Coordenadoria do Campus de Ribeirão Preto.

Leia mais

Administração em Enfermagem Teorias da Administração - Aula 3

Administração em Enfermagem Teorias da Administração - Aula 3 Administração em Enfermagem Teorias da Administração - Aula 3 Teorias da Administração Aula 3 Teoria Científica Taylorismo (Continuação) Taylor observou que, ao realizar a divisão de tarefas, os operários

Leia mais

Visão Geral do Sistema da Qualidade ISO 9001: 2000

Visão Geral do Sistema da Qualidade ISO 9001: 2000 2 Visão Geral do Sistema da Qualidade ISO 9001: 2000 Para a gestão da qualidade na realização do produto a ISO 9001: 2000 estabelece requisitos de gestão que dependem da liderança da direção, do envolvimento

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II Departamento de Orientação Profissional - EEUSP PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL VERA LUCIA MIRA GONÇALVES AVALIAÇÃO JUÍZO DE VALOR Avaliação de desempenho

Leia mais

Unidade III GESTÃO EMPRESARIAL. Prof. Roberto Almeida

Unidade III GESTÃO EMPRESARIAL. Prof. Roberto Almeida Unidade III GESTÃO EMPRESARIAL Prof. Roberto Almeida Esta estratégia compreende o comportamento global e integrado da empresa em relação ao ambiente que a circunda. Para Aquino:Os recursos humanos das

Leia mais

Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas...

Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas... APRESENTAÇÃO O incremento da competitividade é um fator decisivo para a maior inserção das Micro e Pequenas Empresas (MPE), em mercados externos cada vez mais globalizados. Internamente, as MPE estão inseridas

Leia mais

Lista de Verificação / Checklist

Lista de Verificação / Checklist Lista de Verificação / Checklist Avaliação NC / PC / C Departamentos Padrões de Referência /// Referências do MQ //// Referências Subjetivas A B C D E Cláusula Padrão Conforme/ Não C. 4 Sistema de Gestão

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

Teoria Geral da Administração (TGA)

Teoria Geral da Administração (TGA) Uma empresa é uma organização social que utiliza recursos a fim de atingir tais objetivos. O lucro, na visão moderna das empresas privadas, é conseqüência do processo produtivo e o retorno esperado pelos

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Organizar, no sentido comum, é colocar uma certa ordem num conjunto de recursos diversos para fazer deles um instrumento ou uma ferramenta a serviço de uma vontade que busca a realização

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

Indicadores de Desempenho do SGQ

Indicadores de Desempenho do SGQ Módulo 3: Indicadores de Desempenho do SGQ Instrutor: Henrique Pereira Indicadores de Desempenho do SGQ Partes interessadas: Quem são? Quais são suas necessidades? Como monitorar e medir os processos:

Leia mais

COMPORTAMENTO SEGURO

COMPORTAMENTO SEGURO COMPORTAMENTO SEGURO A experiência demonstra que não é suficiente trabalhar somente com estratégias para se conseguir um ambiente de trabalho seguro. O ideal é que se estabeleça a combinação de estratégias

Leia mais

ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3)

ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) 9.1. Do objeto e campo de aplicação. 9.1.1. Esta Norma Regulamentadora

Leia mais

SOLUÇÕES AMBIENTE SEGURO SEUS NEGÓCIOS DEPENDEM DISSO!

SOLUÇÕES AMBIENTE SEGURO SEUS NEGÓCIOS DEPENDEM DISSO! SOLUÇÕES AMBIENTE SEGURO SEUS NEGÓCIOS DEPENDEM DISSO! O ambiente de Tecnologia da Informação (TI) vem se tornando cada vez mais complexo, qualquer alteração ou configuração incorreta pode torná-lo vulnerável

Leia mais

P Ú B L I C O I N T E R N O

P Ú B L I C O I N T E R N O Apresentação O Banrisul valoriza seus colaboradores por entender que estes são a essência do negócio. A promoção da qualidade de vida e da segurança dos funcionários é uma prática constante que comprova

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições

Leia mais

Lição 4 Avaliação na EAD

Lição 4 Avaliação na EAD Estudo e Aprendizado a Distância 89 Após concluir o estudo desta lição, esperamos que você possa: identifi car a fi nalidade de um objetivo de aprendizagem; identifi car o conceito de avaliação da aprendizagem;

Leia mais

1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano. Vamos falar sobre isso?

1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano. Vamos falar sobre isso? 1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano Vamos falar sobre isso? Algumas estatísticas sobre Saúde Mental Transtornos mentais são frequentes e afetam mais de 25% das pessoas

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 ISO 9001:2000 Esta norma considera de forma inovadora: problemas de compatibilidade com outras normas dificuldades de pequenas organizações tendências

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR DENOMINAÇÃO DO CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Desenvolver e implantar sistemas informatizados, dimensionando requisitos e funcionalidades do

Leia mais

AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico

AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico Sâmia Simurro Novembro/2011 FATOS SOBRE O STRESS Inevitável Nível positivo?

Leia mais

1 IDENTIFICAÇÃO 2 E CAUSA O QUE É O ESTRESSE? EDITORIAL INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO EDITORIAL ÍNDICE COMBATA O ESTRESSE COMO IDENTIFICAR O ESTRESSE?

1 IDENTIFICAÇÃO 2 E CAUSA O QUE É O ESTRESSE? EDITORIAL INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO EDITORIAL ÍNDICE COMBATA O ESTRESSE COMO IDENTIFICAR O ESTRESSE? EDITORIAL EDITORIAL INTRODUÇÃO COMBATA O ESTRESSE Sérgio Butka Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba O estresse é uma das grandes pragas do mundo moderno. Este problema sintetiza

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental

Sistema de Gestão Ambiental Objetivos da Aula Sistema de Gestão Ambiental 1. Sistemas de gestão ambiental em pequenas empresas Universidade Federal do Espírito Santo UFES Centro Tecnológico Curso de Especialização em Gestão Ambiental

Leia mais

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa.

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa. A Liderança Faz a Diferença Guia de Gerenciamento de Riscos Fatais Introdução 2 A prevenção de doenças e acidentes ocupacionais ocorre em duas esferas de controle distintas, mas concomitantes: uma que

Leia mais

Curso Técnico em Segurança do Trabalho Subsequente

Curso Técnico em Segurança do Trabalho Subsequente Curso Técnico em Segurança do Trabalho Subsequente PERFIL PROFISSIONAL Profissional capaz de orientar e intervir na realidade do processo produtivo, promovendo mudanças em relação às aplicações tecnológicas

Leia mais

Qual a melhor forma de fazer um determinado trabalho?

Qual a melhor forma de fazer um determinado trabalho? A abordagem típica da Escola da Administração Científica é a ênfase nas tarefas; Objetivava a eliminação dos desperdícios e elevar os níveis de produtividade Frederick W. Taylor (1856-1915): Primeiro período

Leia mais

Planejamento. Futuro. Técnica ou processo que serve para lidar com o futuro. O que aumenta a incerteza nas organizações. Incerteza nas organizações

Planejamento. Futuro. Técnica ou processo que serve para lidar com o futuro. O que aumenta a incerteza nas organizações. Incerteza nas organizações Fonte: Introdução à Administração de Antonio Cesar Amaru Maximiano Índice Definição de planejamento Incertezas Eventos previsíveis Processo de planejamento Decisões de planejamento Planejar Atitudes em

Leia mais

Muito mais rápido. Vamos trabalhar juntos para amortizar os custos de investimento de sua nova máquina. Faça certo desde o início

Muito mais rápido. Vamos trabalhar juntos para amortizar os custos de investimento de sua nova máquina. Faça certo desde o início Investimentos em máquinas Faça certo desde o início Vamos trabalhar juntos para amortizar os custos de investimento de sua nova máquina. Muito mais rápido. 12 minutos podem reduzir 12 meses Se você estiver

Leia mais

MÓDULO 3. 3.1 O que é um Sistema de Gestão Ambiental? Oportunidade ambiental

MÓDULO 3. 3.1 O que é um Sistema de Gestão Ambiental? Oportunidade ambiental MÓDULO 3 3.1 O que é um Sistema de Gestão Ambiental? T1M3 3.1.1 Introdução RISCOS MEIO AMBIENTE OPORTUNIDADES Poupar dinheiro reduzindo custos Ganhar dinheiro expandido-se no mercado Prevenção da poluição

Leia mais

Itaú BBA protege operações e transações financeiras com soluções CA Service Assurance

Itaú BBA protege operações e transações financeiras com soluções CA Service Assurance CUSTOMER SUCCESS STORY Itaú BBA protege operações e transações financeiras com soluções CA Service Assurance PERFIL DO CLIENTE Indústria: Serviços Financeiros Companhia: Itaú BBA Grupo Itaú Unibanco Empregados:

Leia mais

Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO

Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO Comunicação empresarial eficiente: Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO Sumário 01 Introdução 02 02 03 A comunicação dentro das empresas nos dias de hoje Como garantir uma comunicação

Leia mais

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Avaliação de: Sr. Mario Exemplo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Leia mais

Estudo de Remuneração

Estudo de Remuneração 2012 2013 Estudo de Remuneração Cenário atual e perspectivas para 2013 Uma onda positiva atingiu o mercado de trabalho brasileiro até o início de 2012, que apresentou taxas de desemprego baixíssimas e

Leia mais

I WORKSHOP FNCC. Governança da TI. Mário Sérgio Ribeiro Sócio-Diretor mario.ribeiro@enigmaconsultoria.com.br (11) 2338-1666 (11) 9-9845-7396

I WORKSHOP FNCC. Governança da TI. Mário Sérgio Ribeiro Sócio-Diretor mario.ribeiro@enigmaconsultoria.com.br (11) 2338-1666 (11) 9-9845-7396 I WORKSHOP FNCC Governança da TI Mário Sérgio Ribeiro Sócio-Diretor mario.ribeiro@enigmaconsultoria.com.br (11) 2338-1666 (11) 9-9845-7396 São Paulo, 22 de setembro de 2015 1 OBJETIVO Apresentar a Enigma

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS Amplitude de Controle Conceito Também denominada amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de subordinados que um

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

Como a nuvem mudará as operações de liberação de aplicativos

Como a nuvem mudará as operações de liberação de aplicativos DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Junho de 2013 Como a nuvem mudará as operações de liberação de aplicativos Jacob Ukelson Entrega de aplicativos Sumário Resumo executivo 3 Seção 1: 4 Mudando o cenário de automação

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O

Leia mais

Curso de Especialização em Gestão Pública

Curso de Especialização em Gestão Pública Universidade Federal de Santa Catarina Centro Sócio-Econômico Departamento de Ciências da Administração Curso de Especialização em Gestão Pública 1. Assinale a alternativa falsa: (A) No processo gerencial,

Leia mais

O que é ISO 9001:2000?

O que é ISO 9001:2000? O que é ISO 9001:2000? Um guia passo a passo para a ISO 9001:2000 SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Conteúdo * SISTEMAS DA QUALIDADE ISO 9001:2000 E PDCA... 1 * OITO PRINCÍPIOS DE GESTÃO DA QUALIDADE...

Leia mais

A nova versão da ISO 9001:2015 - Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos

A nova versão da ISO 9001:2015 - Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos A nova versão da ISO 9001:2015 - Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos Criada pela International Organization for Standardization (ISO), a ISO 9001 é uma série de normas sobre gestão da qualidade

Leia mais

TGA TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS. Profº Cláudio de Almeida Fernandes, D.Sc

TGA TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS. Profº Cláudio de Almeida Fernandes, D.Sc FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERLÂNDIA TGA TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES Profº Cláudio de Almeida Fernandes, D.Sc Ph.D in Business Administration Doutorado

Leia mais

Responsabilidade Social

Responsabilidade Social Responsabilidade Social Profa. Felicia Alejandrina Urbina Ponce A questão principal é debater: o que torna uma empresa socialmente responsável? É o fato de ela ser ética? Ou fi lantrópica? Ou porque ela

Leia mais

Aumente sua velocidade e flexibilidade com a implantação da nuvem gerenciada de software da SAP

Aumente sua velocidade e flexibilidade com a implantação da nuvem gerenciada de software da SAP Parceiros de serviços em nuvem gerenciada Aumente sua velocidade e flexibilidade com a implantação da nuvem gerenciada de software da SAP Implemente a versão mais recente do software da SAP de classe mundial,

Leia mais

Antecedentes Históricos da Administração: Os primórdios da Administração

Antecedentes Históricos da Administração: Os primórdios da Administração Antecedentes Históricos da Administração: Os primórdios da Administração No decorrer da história da humanidade sempre existiu alguma forma simples ou complexa de administrar as organizações. O desenvolvimento

Leia mais

IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1

IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1 IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1 Banco de Dados Introdução Por: Robson do Nascimento Fidalgo rdnf@cin.ufpe.br IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DOS PROCESSOS DE AUDITORIA AMBIENTAL TIPOS DE AUDITORIA

CARACTERÍSTICAS DOS PROCESSOS DE AUDITORIA AMBIENTAL TIPOS DE AUDITORIA CARACTERÍSTICAS DOS PROCESSOS DE AUDITORIA AMBIENTAL A auditoria ambiental pode ser restrita a um determinado campo de trabalho ou pode ser ampla, inclusive, abrangendo aspectos operacionais, de decisão

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

MQS do Brasil Consultoria, Assessoria e Treinamento. Segurança do Trabalho, RH, Gestão da Qualidade, e Meio Ambiente.

MQS do Brasil Consultoria, Assessoria e Treinamento. Segurança do Trabalho, RH, Gestão da Qualidade, e Meio Ambiente. MQS do Brasil Consultoria, Assessoria e Treinamento Segurança do Trabalho, RH, Gestão da Qualidade, e Meio Ambiente. Realização de cursos, treinamento e palestras. 1 ISO 9001:2008 - Interpretação e Implementação

Leia mais