MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA

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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CAMPUS ALEGRETE Autorizado pela Portaria n 03/2010 do Conselho Superior Reformulado pela Resolução ad referendum nº 16 de 20 de abril de 2011 Alegrete, RS, Brasil. 2013

2 SUMÁRIO 1 JUSTIFICATIVA OBJETIVOS REQUISITOS DE ACESSO PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR REQUISITOS DAS DISCIPLINAS REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PROCESSO FORMATIVO FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DISCIPLINAS ELETIVAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EMENTÁRIO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM63 17 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ANTERIORMENTE DESENVOLVIDAS INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA E CERTIFICADOS COLEGIADO DE CURSO NUCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE AVALIAÇÃO DO CURSO... 71

3 Presidente da República Dilma Rousseff Ministro da Educação Fernando Haddad Secretário da Educação Profissional e Tecnológica Marco Antônio de Oliveira Reitor do Instituto Federal Farroupilha Carla Comerlato Jardim Pró-reitora de Ensino Denírio Marinho Flores Diretor Geral do Ana Paula Ribeiro Equipe Técnica Diretor de Ensino do Rodrigo Ferreira Machado Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Paulo Ricardo Barbieri Dutra Lima

4 1 JUSTIFICATIVA 1.1 COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA: CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS DE FORMAÇÃO De acordo com a CEEInf Comissão de Especialistas de Ensino de Computação e Informática os cursos da área de Computação e Informática podem ser divididos em duas grandes categorias: os cursos que tem predominantemente a computação como atividade fim e os cursos que tem predominantemente a computação como atividade meio. Segundo a CEEInf: Os Cursos que tem a computação como atividade fim visam a formação de recursos humanos para o desenvolvimento cientifico e tecnológico da computação. O egressos desses cursos devem estar situados no estado da arte da ciência e tecnologia da computação, de tal forma que continuam suas atividades na pesquisa, promovendo o desenvolvimento científico, ou aplicam os conhecimentos científicos, promovendo o desenvolvimento tecnológico. (COMISSÃO DE ESPECIALISTAS DE ENSINO DE COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA MEC/SESu. Perfís de profissionais e denominações de cursos. Disponível em: Acessado em:03/11/2009) Já os cursos que têm a computação como atividade meio são assim definidos pela CEEInf: Os cursos que tem a computação como atividade meio, os cursos que trabalham os sistemas de informação, no campo acadêmico, abrangem duas grandes áreas: (1) aquisição, desenvolvimento e gerenciamento de serviços e recursos da tecnologia de informação e (2) o desenvolvimento e evolução de sistemas e infraestrutura para uso em processos organizacionais. A função de sistemas de informação e de tecnologia tem a responsabilidade geral de desenvolver, implementar e gerenciar uma infraestrutura de tecnologia da informação (computadores e comunicação) dados (internos e externos) e sistemas que abrangem toda a organização. Tem a responsabilidade de fazer prospecção de novas tecnologias da informação e auxiliar na sua incorporação de estratégias, planejamento e práticas da organização. A função também apóia sistema de tecnologia da informação departamentais e individuais. A atividade de desenvolvimento de sistemas para processos organizacionais e interorganizacionais envolve o uso criativo de tecnologia da informação para aquisição de dados, comunicação, coordenação, análise e apoio a decisão. A criação 4

5 de sistemas em organizações inclui questões de inovação, qualidade, sistemas homem-máquina, interfaces homem-máquina, projetos sóciotécnicos e gerenciamento de mudanças. (COMISSÃO DE ESPECIALISTAS DE ENSINO DE COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA MEC/SESu.Perfís de profissionais e denominações de cursos. Disponível em: Acessado em:03/11/2009) Como já referido, o Curso a que se refere este projeto está voltado para análise e desenvolvimento de sistemas pertencendo aos cursos que abordam a computação como atividade meio. A sua construção curricular, seguindo as orientações da CEEInf, tem uma perspectiva multidisciplinar, combinando conhecimentos dos diferentes campos, permitindo que os egressos possam apoiar processos de inovação organizacional, processos de planejamento e gerenciamento da infraestrutura da informação e coordenação dos recursos de informação, sob ponto de vista estratégico, tático e operacional. Outro aspecto importante e observado, diz respeito à necessidade de que o curso aplique ênfase na utilização de laboratórios como prática pedagógica, capacitando os egressos ao uso eficiente e eficaz das tecnologias informacionais, além de realizarem a prática profissional, enquanto estudantes, o trabalho de conclusão de curso. 1.2 AS PERSPECTIVAS DE APLICAÇÃO DO EGRESSO NO MUNDO DO TRABALHO Nos últimos anos verifica-se na região uma forma de desenvolvimento a partir da dualidade da matriz econômica que, antes voltada somente para as atividades agropecuárias como ponto forte, agora está experimentando um crescimento significativo nas atividades relacionadas ao comércio internacional, com o franco desenvolvimento das organizações desse ramo de atividade. Tanto as organizações do setor primário, quanto às do setor terciário, estão utilizando os recursos da tecnologia da informação. Assim, a demanda por profissionais da área de informática já é uma realidade e com perspectivas de crescimento. 5

6 Diante de um ambiente cada vez mais competitivo, as empresas, nos seus mais diferentes setores de atividades, têm incorporado inovações e aumentado sua demanda por colaboradores mais qualificados. Assim, a força de trabalho a ser inserida no mercado pelo curso, proporcionará um contingente humano capacitado para contribuir não só com a situação presente, como também com as propostas desenvolvimentistas da região. A proposta do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, visa suprir as necessidades da região, no que se refere a Cursos de Graduação que tenham a Computação como atividade meio, permitindo ao mercado local e regional o atendimento à demanda por profissionais com tal formação. Até a década de 80, a formação profissional limitava-se ao treinamento para a produção em série e padronizada. A partir de então, as novas formas de organização e gestão modificaram estruturalmente o mundo do trabalho. Um novo cenário econômico e produtivo se estabeleceu com o desenvolvimento e emprego de tecnologias complexas agregadas à produção e à prestação de serviços e pela crescente internacionalização das relações econômicas. Passou-se, assim, a requerer sólida base de educação geral para todos os trabalhadores, educação profissional básica, qualificação profissional de técnicos e educação continuada para atualização, aperfeiçoamento, especialização e requalificação. Além disso, conforme indicam estudos referentes ao impacto das novas tecnologias cresce a exigência de profissionais polivalentes, capazes de interagir em situações novas e em constante mutação. Como resposta a este desafio, escolas e instituições de educação profissional buscaram diversificar programas e cursos profissionais, atendendo a novas áreas e elevando os níveis de qualidade de oferta. A educação profissional passou, então, a ser concebida, não mais como simples instrumento de política assistencialista ou linear ajustamento às demandas do mercado de trabalho, mas, sim, como importante estratégia para que os cidadãos tenham efetivo acesso às conquistas científicas e tecnológicas da sociedade. Impõe-se a superação do enfoque tradicional da formação profissional baseado apenas na preparação para a execução de um determinado conjunto de tarefas. A educação profissional requer, além do domínio operacional de um determinado fazer, a compreensão global do processo produtivo, com a apreensão do saber tecnológico, a valorização da cultura do trabalho e a mobilização dos valores necessários à tomada de decisões. ( PARECER CNE/CES Nº 436/2001. Trata de Cursos Superiores de Tecnologia Formação de Tecnólogos. Disponívelhttp://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf_legislacao/supe rior/legisla_superior_parecer pdf.(acessadoem: 15/12/2009) Isto significa que do total de profissionais que o mercado demanda a maior parte é dos cursos de Tecnologia. 6

7 2 OBJETIVOS O Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas tem a computação como atividade meio. Assim, tem como objetivo geral a formação de recursos humanos para automação dos Sistemas de Informação (SI) nas organizações. Os profissionais deste curso são aptos a atuar em planejamento, análise, desenvolvimento e utilização de tecnologias de informação aplicadas aos três setores de atividade econômica comércio, indústria e serviços - em organizações públicas e privadas. O curso visa à formação de profissionais capacitados a atuar num mercado de trabalho sujeito a transformações aceleradas, oferecendo-lhes, além de uma formação fundamental ampla em computação, também a condição para a aprendizagem de conhecimentos da área humanística, da área das ciências sociais aplicadas. A combinação interdisciplinar dos componentes curriculares permite uma formação ampla e integral, que lhes dota das habilidades e aptidões necessárias para gerar mudanças no meio social em que vão atuar como profissionais e cidadãos, promotores do desenvolvimento econômico e da sociedade. Seu objetivo maior é o de formar profissionais que atuem no desenvolvimento, gerenciamento e manutenção de tecnologias de informação, suprindo assim as necessidades do mercado de trabalho; possibilitando-os a conhecer e saber aplicar adequadamente os recursos computacionais, como: equipamentos, linguagens de programação e metodologia de projetos que atendam de modo competente para uma produção eficiente, de qualidade e segurança de sistemas. O profissional, egresso do curso, deve ser capaz de desempenhar funções em diversos ramos de atividades, destacando-se as seguintes: Projetista de Sistemas de Informação; Projetista e Desenvolvedor de software; Administrador de Banco de Dados; Consultor de tecnologias, principalmente no que se refere a software; Analista de Sistemas; Gerente de CPDs e Departamentos de Sistema de Informação; 7

8 Administrador e gerente de Redes de computadores; Desenvolver sistemas baseados na web; Estimular o espírito criativo e empreendedor. Estas funções podem ser executadas em organizações de diferentes áreas de atuação, prestadoras de serviços, comerciais, industriais ou agroindustriais. Laboratórios de pesquisa, instituições de ensino, empresas que atuam nas áreas financeira, industrial, públicas ou privadas, da saúde que tenham a informática como meio ou atividade fim são algumas das organizações que utilizam os recursos das tecnologias de informação. Os sistemas de informação podem ser compreendidos como sistemas que contém componentes da tecnologia da informação exigindo investimentos sociais, organizacionais e intelectuais que concorrem, quando combinados, para o atendimento dos seus objetivos. O mesmo pode ser afirmado em relação ao Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. 8

9 DETALHAMENTO Denominação do Curso: Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tipo: Curso Superior de Tecnologia Modalidade: Presencial Habilitação: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Endereço de Oferta: Instituto Federal Farroupilha - RS 377, Km 27, Passo Novo, Alegrete RS. Turno de funcionamento: Noturno Número de vagas: 25 Periodicidade de Oferta: Anual Carga horária total: 2060 horas Regime Letivo: Semestral Período mínimo de integralização: 6 semestres Período máximo de integralização: 9 semestres Coordenador: Paulo Ricardo Barbieri Dutra Lima 3 REQUISITOS DE ACESSO O Instituto Federal Farroupilha, em seus processos seletivos, adota os dispostos no regulamento organizado pela Comissão Permanente de Vestibular. Considerando as peculiaridades do Curso, a quantidade proposta de 25 vagas visa proporcionar boa qualidade nas condições de ensino, principalmente no que se refere ao aproveitamento da infraestrutura física existente, biblioteca, laboratórios e corpo docente disponível. 4 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O IF Farroupilha, em seus cursos, prioriza a formação de profissionais que: 9

10 tenham competência técnica e tecnológica em sua área de atuação; sejam capazes de se inserir no mundo do trabalho de modo compromissado com o desenvolvimento regional sustentável; tenham formação humanística e cultura geral integrada à formação técnica, tecnológica e científica; atuem com base em princípios éticos e de maneira sustentável; saibam interagir e aprimorar continuamente seus aprendizados a partir da convivência democrática com culturas, modos de ser e pontos de vista divergentes; sejam cidadãos críticos, propositivos e dinâmicos na busca de novos conhecimentos. O egresso desse curso deve estar preparado a solucionar problemas do mundo real, por meio da construção de modelos adequados de dados e do emprego coerente das técnicas e dos recursos disponíveis para o processamento automatizado da informação. O conhecimento construído durante o curso deve garantir um perfil profissional que o habilite a projetar e construir softwares complexos, projetar e desenvolver sistemas de informações, entender a arquitetura de redes de computadores, gerenciar sistemas e ambientes de computação, planejar e implementar soluções de tecnologia de informações em diferentes organizações, absorvendo novas tecnologias, acompanhando a evolução da informática. Para tanto, o egresso deve ter a capacidade de conhecer os objetivos das organizações, em particular as atividades negociais das empresas, e seus problemas administrativos, gerenciais, econômicos, etc. e propor soluções que envolvam: modelagem do fluxo de informações, planejamento do uso e integração de sistemas, escolha e configuração de software, escolha e configuração de equipamentos, especificação e instalação de redes, treinamento de pessoal para uso de equipamentos e softwares, desenvolvimento de software de integração e análise e tratamento de informações. O profissional egresso do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas também esta apto a desempenhar as seguintes competências: Projetar, desenvolver, implantar e manter sistemas de informação; 10

11 Atender as exigências do mercado adotando técnicas, métodos e tecnologias mais eficientes; Conhecer e usar aplicativos e ferramentas para desenvolvimento de sistemas; Aplicar linguagens de programação visual, orientada a objetos e eventos; Estabelecer um planejamento estratégico na área de informática nas organizações; Analisar e sugerir melhorias em aplicações já existentes; Pesquisar novos conhecimentos e produtos; Ser capaz de se inserir no mundo do trabalho compromissado com a sustentabilidade; Ser capaz de interagir e aprimorar continuamente seus aprendizados; Desenvolver ações empreendedoras; Possuir uma formação humanística pautada na ética, atuando de modo participativo, propositivo, consciente e crítico do seu papel profissional na sociedade; Atuar no ambiente organizacional, formando redes de relacionamento interpessoal e desenvolvendo trabalho coletivo. 11

12 5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Os currículos dos cursos da área de computação e informática podem ser compostos por quatro grandes áreas de formação: formação básica, formação tecnológica, formação complementar e formação humanística. A área de formação básica tem por objetivo introduzir as matérias necessárias ao desenvolvimento tecnológico da computação. Na área de formação tecnológica, com o conhecimento básico adquirido, pretende-se mostrar a aplicação do mesmo no desenvolvimento tecnológico, criando instrumentos (ferramentas) de interesse da sociedade. A área de formação complementar permite ampliação dos conhecimentos em áreas complementares e correspondentes A área de formação humanística envolve conhecimentos relacionados à história da ciência da computação, ética, sociedade e filosofia. Desta forma o estudo da computação transcende as questões meramente técnicas, exigindo também a compreensão do processo de construção do conhecimento. A organização curricular do Curso de Análise de Desenvolvimento de Sistemas está estruturada em seis semestres e conta além das disciplinas teóricas e práticas atividades como: seminários, semanas académicas, viagens de estudos e apresentações dos trabalhos de conclusão de curso. Essas atividades têm como objetivo aprofundar os conhecimentos adquiridos em sala de aula. Período Letivo 1º Semestre Código Componentes Curriculares CH (hora aula)* Nº aulas na Teórica PPI* semana INGTEC Inglês Técnico LETEX Leitura e Produção Textual ADM Administração FUNDCOM P CH Total h/a Fundamentos da Computação LOG Lógica ALGPROG Algoritmos e Introdução à Programação MTCOMP Matemática para Computação

13 Subtotal 360 Período Letivo 2º Semestre Código Componentes Curriculares CH (hora aula)* Teórica Nº aulas na semana ECOFIN Custos e Finanças ARQCOMP Arquitetura e Organização de Computadores BDADOS I Banco de Dados I ENGSOFT I Engenharia de Software I PPI* CH Total h/a ESTDADOS Estrutura de Dados PROG I Programação I Subtotal 360 Período Letivo 3º Semestre Código Componentes Curriculares CH (hora aula)* Teórica Nº aulas na semana FSISTINFO Fundamentos de Sistemas de Informação OPTI Disciplina Eletiva I REDES Redes de Computadores I BDADOS II Banco de Dados II PPI* CH Total h/a ENGSOFT II Engenharia de Software II PROG II Programação II Subtotal 360 Período Letivo 4º Semestre Código Componentes Curriculares CH (hora aula)* Teórica Nº aulas na semana IHC Interface Humano-Computador GREDES Redes de Computadores II SISTOPER Sistemas Operacionais OPT II Disciplina Eletiva II PPI* CH Total h/a PWEB I Programação III Subtotal 360 Período Letivo Código Componentes Curriculares CH (hora aula)* Teórica PPI* Nº aulas na semana CH Total h/a 13

14 ETICA Legislação é Ética º Semestre EMPREEND Empreendedorismo METCIENT Metodologia Científica SEMPCOMP Seminários em Tecnologia da Informação PWEB II Programação IV Subtotal 360 Período Letivo 6º Semestre Código Componentes Curriculares CH (hora aula)* Teórica PPI* Nº aulas na semana TCC Trabalho de Conclusão de Curso SEGTRAB Segurança no Trabalho GESTAMB Educação Ambiental OPT III Disciplina Eletiva III OPT IV Disciplina Eletiva IV CH Total h/a AUDIT Segurança e Auditoria de Sistemas TECA Tópicos Especiais em Computação Aplicada Subtotal 432 Atividades complementares (hora relógio) Total da carga horária do curso (horas relógio) 200 h 2060 h * A hora aula corresponde a 50 minutos ** Prática Profissional Integrada O segue o regime de trabalho do Instituto Federal Farroupilha que atua com hora/aula de 50 minutos. Para a integralização em horas/relógio de um mínimo de 2000 horas/relógio conforme o Catálogo Nacional de CST, disciplinas de 30 horas são trabalhadas em um número de 36 horas/aula, e disciplinas de 60 horas são trabalhadas em um número de 72 horas/aula, perfazendo o total em horas/relógio conforme legislação. 14

15 6 REQUISITOS DAS DISCIPLINAS As disciplinas que compõem o Curso não exigem pré-requisitos formais, ou seja, não é obrigatório que os alunos tenham sido aprovados nesta ou naquela disciplina para poderem efetuar suas matrículas em outras. Optou-se por trabalhar com as modalidades de Co-Requisito e Requisito Especial, onde um co-requisito indica que o aluno tem que estar matriculado nas duas disciplinas ao mesmo tempo e o requisito especial (que é a modalidade mais utilizada) indica que o aluno, para cursar uma disciplina pode ter sido reprovado na outra, excetuando-se o caso de reprovação por frequência. 5. REQUISITOS (PRÉ/ CO E REQUISITOS ESPECIAIS) P=PRÉ C=CO R=R. ESP SEMESTRE COD DISCIPLINAS DO CURSO (TODAS) DISCIPLINA QUE É PRÉ OU CO- REQUISITO OU REQUISITO ESPECIAL I II III IV INGTEC LETEX ADM FUNDCO MP LOG ALGPROG MATCOM P ECOFIN ARQCOM P BDADOSI ENGSOFT I EDADOS PROGI SISINFO OPTI REDCOM P BDADOSII ENGSOFT II PROGII IHC GERRED SISTOP OPTII PWEBI Inglês Técnico Leitura e Produção Textual Administração Fundamentos da Computação Lógica Algoritmos e Introdução a Programação Matemática para Computação Custos e Finanças Arquitetura e Organização de Computadores Banco de Dados I Engenharia de Software I Estrutura de Dados Programação I Fundamentos de Sistemas de Informação Disciplina Eletiva I Redes de Computadores I Banco de Dados II Engenharia de Software II Programação II Interface Humano-Computador Redes de Computadores II Sistemas Operacionais Disciplina Eletiva II Programação III R R R R,C R R R R R MATCOMP LOG ALGPROG ALGPROG,EDADOSI BDADOSI ENGSOFTI PROGI REDCOMP PROGII 15

16 V VI ETICA EMPREEN D METCIEN T SEMTI PROGWE BII TCC SEGTRAB GESTAMB AUDIT TECA OPTIII OPTIV Legislação e Ética Empreendedorismo Metodologia Científica Seminários em Tecnologia da Informação Programação IV R PROGWEBI Trabalho de Conclusão de Curso Segurança no Trabalho Educação Ambiental Segurança e Auditoria de Sistemas Tópicos Especiais em Computação Aplicada Disciplina Eletiva III Disciplina Eletiva IV 16

17 7 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PROCESSO FORMATIVO 17

18 8 FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR De acordo com o Plano Nacional de Educação (Lei de janeiro de 2001): Prevê diretrizes curriculares que assegurem a necessária flexibilidade e diversidade nos programas oferecidos pelas diferentes instituições de ensino superior, de forma a melhor atender às necessidades diferenciais de suas clientelas e às peculiaridades das regiões nas quais se inserem. Para a flexibilização curricular o curso dispõe além de atividades práticas nas disciplinas, no qual os alunos também serão avaliados nesta modalidade, a proposta das disciplinas eletivas. Dessa forma os alunos através de votação selecionam a disciplina que querem cursar no referido semestre, com o intuito de possibilitar um itinerário formativo flexível para o estudante. Além disso, a matriz curricular proposta neste projeto pedagógico propicia ao aluno formação em diversas linhas de atuação na área de Computação. 9 PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA Propõe-se que sejam trabalhadas interdisciplinarmente as disciplinas que compõem a mesma área de formação sendo que a prática profissional proposta rege-se pelos princípios da equidade (oportunidade igual a todos), flexibilidade (mais de uma modalidade de prática profissional), aprendizado continuado (conciliar a teoria com a prática profissional) e acompanhamento total ao estudante (orientador em todo o período de sua realização). Desta forma, conforme as disciplinas vão ocorrendo durante o curso, os professores responsáveis promovem trabalhos e práticas interdisciplinares. Também é desenvolvido um trabalho na forma da constituição de uma Empresa Junior na área de prestação de serviços a qual possibilita o trabalho de integração entre as várias áreas de formação, bem como a integração do curso superior com o curso técnico em informática já estabelecido na instituição. A prática profissional é implementada também através de Estágio Curricular (não obrigatório) e/ou de Desenvolvimento de Projetos Integradores e/ou Projetos 18

19 de Extensão e/ou Projetos de Pesquisa, podendo ser desenvolvidos no próprio IFF, na comunidade e/ou em locais de trabalho, objetivando a integração entre teoria e prática e baseando-se no princípio da interdisciplinaridade, e resultando em relatórios sob o acompanhamento e supervisão de um orientador. Obs.: O curso proposto não conta com Estágio Supervisionado Obrigatório, mas o aluno pode, de acordo com regulamentação própria, realizar Estágio não Obrigatório para aprimorar sua prática profissional, a partir do terceiro semestre letivo. Como este é um curso por natureza prático, o aluno está praticando suas futuras funções durante a realização de trabalhos e programação de softwares, bem como no desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso, da mesma forma em disciplinas de caráter prático. 10 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Para realizar o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), o aluno deve ter completado com aprovação até o quinto semestre previsto na matriz curricular. O TCC é composto por: monografia sobre tema afim, defesa pública do trabalho para uma banca composta por três docentes da instituição e o desenvolvimento de um software referente ao tema escolhido para a monografia. Durante o sexto semestre os alunos freqüentam uma disciplina de TCC que possibilita o acompanhamento do desenvolvimento dos trabalhos por seus respectivos orientadores, em um total de 72 (setenta e duas) horas/aula. Regimento em Anexo. 11 DISCIPLINAS ELETIVAS Como o próprio nome indica, as disciplinas eletivas são escolhidas (eleitas) pelos próprios alunos nos semestres em que elas ocorrerão. Não existe garantia de que uma disciplina eleita em um semestre se repetirá no próximo. O período em que ocorrerá a escolha das disciplinas eletivas, bem como o rol de disciplinas 19

20 passíveis de serem ofertadas, devem ser divulgados pela coordenação do curso em edital específico. São possibilidades de disciplinas Eletivas: LIBRAS Tópicos Especiais em Sistemas de Informação Tópicos Especiais em Sistemas Distribuídos Tópicos Especiais em Ciência da Computação Tópicos Especiais em Processamento Paralelo e Distribuído Tópicos Especiais em Inteligência Computacional Tópicos Especiais em Computação Gráfica Tópicos Especiais em Engenharia de Software Tópicos Especiais em Computação Aplicada Tópicos Especiais em Informática Teórica Tópicos Especiais em Redes de Computadores Tópicos Especiais em Banco de Dados Tópicos Especiais em Processamento de Imagens 12 ATIVIDADES COMPLEMENTARES Objetivam o enriquecimento da formação do tecnólogo, contribuindo também para a sua inserção social, como futuro profissional. A operacionalização das atividades complementares é regida por documento próprio (em anexo) e incluem atividades como aquelas denominadas comunitárias, estágios, participação em projetos de pesquisa, eventos científicos, cursos de atualização, apresentação de trabalhos, participação na assistência de bancas, monitorias, entre outras. 20

21 13 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Elaboração de monografia sobre um tema específico, com a orientação de um professor. Implementação do trabalho descrito na monografia. Apresentação perante banca examinadora. 14 EMENTÁRIO Inglês Técnico 72 h Ementa: Dedução do significado e uso de itens léxicos desconhecidos; estabelecimento de relações entre informações explícitas e implícitas e entre elementos da sentença; identificação da ideia ou tópico principal; análise e avaliação da informação transmitida por textos técnicos na área de Informática GALANTE, Terezinha Prado; POW, Elizabeth. Inglês para processamento de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, GALANTE, Terezinha Prado; LAZARO, Svetlana Ponomarenko. Inglês básico para informática. 3. ed. São Paulo: Atlas, TORRES, Nelson. Gramática Prática da Língua Inglesa: o inglês descomplicado. 8 ed. São Paulo: Saraiva, CRUZ, T.D. & SILVA, A. V. & Rosas, Marta. Inglês.com.textos para informática. Disal Editora,

22 MACIEL, José Amarino B. Inglês para Informática. Porto Velho. Ed. do autor, MICHAELIS: Dicionário prático. São Paulo: Melhoramentos, MICROSOFT PRESS. Dicionário de informática. 4. ed. Rio de Janeiro: Campus, MUNHOZ, Rosângela. Inglês Instrumental: Estratégias de leitura Módulo I. São Paulo: Texto Novo, Leitura e Produção Textual 36 h Ementa: A linguagem. A língua e a fala; variedades lingüísticas. O processo de comunicação. As funções da linguagem. Atualização gramatical. A estrutura da frase. Qualidade e defeitos da frase. Tipologia do texto. Correção continuada e crítica de textos. Leitura, interpretação e produção de textos técnicos. Trabalho com a oralidade. BLINKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. 10ª edição. S. Paulo: Ática, MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental. São Paulo: Atlas, FAVERO, Leonor Lopes. Coesão e Coerência Textuais. São Paulo, Ática, CAMPEDELLI, Samira Youssef; SOUZA, Jésus Barbosa. Produção de textos e usos da linguagem: curso de redação. São Paulo: Saraiva, p 22

23 INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto: curso prático de leitura e redação. Ed. São Paulo: Scipione, KOCH, Ingedore G. V. A coesão textual, São Paulo: Contexto, São Paulo: Contexto, MARTINS, D.S. e ZILBERKNOP, L.S. Português instrumental. Porto Alegre: Ed. Sagra, MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT. 25.ed. São Paulo: Atlas, p. Administração 36 h Ementa: Bases históricas. Abordagem clássica: Administração Científica e Teoria Clássica; Abordagem Humanística da Administração: Teorias Transitivas, Teoria das Relações Humanas e Decorrências da Teoria das Relações humanas. Abordagem Neoclássica da Administração: Teoria neoclássica, Processos Administrativo, Tipos de Organização, Departamentalização, Administração por Objetivo. MAXIMIANO, A. Amaru. Introdução a Administração. São Paulo: Atlas MOTTA, F.C.P. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 16ª. edição, p.1-132, KUMAR, K. Da Sociedade Pós-Industrial à Pós-Moderna, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, Cap. 2, 3, 4 e 5, p , ABBEL, D. F. Definição do negócio: ponto de partida do planejamento estratégico. São Paulo: Atlas,1996. BARROS. Betânia Tanure de. Fusões, Aquisições e Parcerias. São Paulo: Atlas,

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