A Publicidade e Propaganda, Consideradas Ferramentas de Mercado da Comunicação, Contribuindo na Co-produção do Bem Público: um estudo de caso no CAPC.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Publicidade e Propaganda, Consideradas Ferramentas de Mercado da Comunicação, Contribuindo na Co-produção do Bem Público: um estudo de caso no CAPC."

Transcrição

1 A Publicidade e Propaganda, Consideradas Ferramentas de Mercado da Comunicação, Contribuindo na Co-produção do Bem Público: um estudo de caso no CAPC. Resumo Autoria: Luciana Pereira da Rocha, Maria Ester Menegasso, José Francisco Salm O presente estudo realiza um projeto de comunicação publicitária para a co-produção do bem público na instituição CAPC (Centro de Apoio ao Paciente com Câncer) na região de Florianópolis devido a uma necessidade latente de comunicação. O objetivo geral é realizar as peças publicitárias no projeto de comunicação na entidade focando promover a ação social bem como informação a todos os cidadãos. Partindo da premissa que a Publicidade e a Propaganda podem ser ferramentas a disposição de quem co-produz o bem público, realizou-se a produção de peças publicitárias baseadas em fatores que motivam os cidadãos a agir na sociedade em prol do bem comum. Para tal entendimento, foram levantados dados sobre a co-produção e administração pública para realização do projeto de comunicação publicitária. Palavras chave: Co-produção do Bem Público; Publicidade e Propaganda; Terceiro setor, Comunicação, Novo Serviço Público. 1. Introdução O tema do presente trabalho é demonstrar como a Publicidade e Propaganda, que são consideradas ferramentas de mercado da comunicação, podem contribuir para a co-produção do bem público, por meio de um estudo teórico e uma aplicação prática. Para realizar esse fim será realizado a conceitualização da comunicação, especificamente a Propaganda como ferramentas de mercado, o foco no cidadão no lugar do cliente/consumidor, o novo serviço público junto a co-produção, as motivações para que os cidadãos co-produzam e verificar como a Publicidade e Propaganda podem valer-se dessas motivações e tendo caráter informativo para fazer os cidadãos trabalharem para o bem público. Vale ressaltar que a Publicidade a Propaganda são consideradas ferramentas de mercado porque estão no contexto de mercado, tantos nos argumentos do capitalismo desenvolvido por Hirschman (2000) quanto na multidimensionalidade humana de Ramos (1989). Este estudo realizará o intento de relacionar dois opostos aparentes: ferramentas de mercado que especificam o como fazer com a co-produção que especifica o por quê e para que fazer. De forma que se conhecermos o porquê das ações e da implementação como afirma Denhardt e Denhardt (2003) por meio do projeto do novo serviço público, pode-se utilizar ferramentas de mercado a favor dessa nova categoria. Com o objetivo de verificar essa relação entre a ferramenta de mercado e a coprodução do bem público realiza-se um planejamento de comunicação com as peças publicitárias evocando as reações dos cidadãos e seu engajamento cívico. 1

2 2. Fundamentação Teórica 2.1 A visão de mercado O mercado constitui-se na esfera econômica, que segundo Ramos (1989) é apenas uma das esferas a ser considerada no paradigma paraeconômico. A teoria de delimitação dos sistemas sociais, defendida por Ramos (1989), ao realizar um modelo de análise e planejamento dos sistemas sociais considera o homem unidimensional, onde o mercado é a principal categoria para a ordenação dos negócios pessoais e sociais. Esta unidimensionalização é um tipo específico de socialização através da qual o indivíduo internaliza o caráter do mercado, e age como se tal caráter fosse o supremo padrão normativo. Acontece que os indivíduos, como cidadãos existentes, participam da esfera econômica de mercado, e ainda que não devam priorizar a mesma como única esfera existente, pode valer-se de suas ferramentas de mercado para desenvolver as outras esferas. Por esta razão que conforme Ramos (1989) a delimitação de cenários diferenciados para a vida humana sadia, é que os indivíduos devem se ajustar para a sociedade e saibam atuar em todas as dimensionalidades. Esta sociedade, composta de cidadãos, e segundo a visão de Denhardt e Denhardt (2003) ao contribuir para a teoria do Novo Serviço Público aflora o conceito de diálogo, democracia e participação cidadã. Ademais, deve-se considerar que a sociedade de mercado associada à Teoria da Delimitação dos Sistemas Sociais proposta por Ramos (1981), afirma que a sociedade de mercado quando delimita a dimensão da economia acaba tornando o homem um ser unidimensional, e dessa forma na sociedade os cidadãos não estão se vendo na multidimensionalidade que podem atuar. Conseqüentemente, ao ter consciência que o mercado dificilmente pode regular por si só o bem comum, tampouco o estado consegue dar conta de todas as demandas da sociedade, existindo uma lacuna da administração pública que o cidadão necessita atuar para chegar ao bem público, é que surge o conceito de co-produção para corroborar no exercício da cidadania. 2.2 Relação entre terceiro setor, cidadania e Co-produção como necessários. Existe uma relação direta entre as organizações do terceiro setor, a cidadania e a coprodução. Analisando o cidadão e seu comportamento em relação à co-produção do bem público, verificaremos que o cidadão para realizar a co-produção está inserido na sociedade e exerce a cidadania em organizações do terceiro setor. A sociedade está constituída de cidadãos que como homens políticos, segundo Hana Arendt (1997), estão inseridos na esfera pública e na esfera privada. Os homens, como ser político, atuam na comunidade e nas organizações, e estas organizações podem ser do terceiro setor, que conforme Hudson (2004), está composto por organizações cujos principais objetivos são sociais. Estes objetivos sociais giram em torno de valores mantidos pelas pessoas que acreditam nas mudanças necessárias, sendo assim, os cidadãos são aqueles que podem realizar a mudança. Observando que no Brasil, sobretudo a partir do final dos anos 90, as formulações sobre o desenvolvimento local vêm obtendo clara visibilidade e impregnando um conjunto ainda crescente de atores institucionais, dentro e fora das instâncias do governo (Silveira, 2001; França; Silva;Vaz;, 2002) dá lugar à dinâmica do terceiro setor. 2

3 O terceiro setor pode ser visto como um conjunto de iniciativas privadas com fins públicos, segundo Canton (2002) que enfatiza a relação Estado, iniciativa privada e sociedade civil como fundamentais para obtenção de resultados pretendidos. Existem fatores que prejudicam as organizações do terceiro setor, o primeiro deles é que estas organizações por serem sem fins lucrativos enfrentam dificuldades com a intensificação da concorrência e a divisão dos recursos escassos entre os vários setores, e este fator faz com que estas organizações sintam a necessidade de rever suas próprias estruturas de forma a manterem a sua sustentabilidade. Outro fator é a magnitude com a qual os problemas sociais brasileiros se intensificam têm superado as capacidades das organizações do Terceiro Setor de solucioná-los isoladamente, gerando pressões por parte da sociedade em governo e empresas (Sagawa, 2000; Quandt e Fernandes, 2003). De fato, a crescente do terceiro setor e da co-produção como atuantes nas instâncias sociais, defendem Santos, Ichikawa e Vieira (2005) é conseqüência de um Estado cada vez mais debilitado e cada vez mais incapaz de atuar como indutor do desenvolvimento, fazendo com que a questão social seja transferida para os governos locais e para as instituições da sociedade civil. Surge com a debilidade do estado a necessidade da co-produção, que pode ser definida, segundo Marschall (2004), como uma prestação de serviços mediante um processo, em que cidadãos e o governo dividem as responsabilidades que são compartilhadas na produção de serviços públicos, Na divisão de responsabilidades é que ocorre o desenvolvimento local da comunidade, como enfatiza Franco (2002) citando o desenvolvimento de cidades, municípios e regiões próximas. O estado pode contribuir para a co-produção se os governos empreenderem ações de planejamento e considerarem o ciclo de vida setorial objetivando identificar o estágio de desenvolvimento dos setores, delineando as estratégias e ações setoriais, face a uma perspectiva mais ampla de políticas lógicas para alcançar o desenvolvimento local. (Mauad e Martinelli, 2005). A co-produção, como tipo de cooperação passou a ser determinante para o sucesso das ações sociais (Kanter, 1990; Fischer, 2002) porque utilizar as forças em conjunto para atuar na sociedade é uma forma de sobrevivência, compartilhamento de recursos e vantagem competitiva (Wilk e Fensterseifer, 2003). A co-produção também foi designada de cooperação intersetorial entre empresas com fins lucrativos e organizações do terceiro setor defendida por Fonseca,Morri e Alves (2005) desde que tenham a participação de governo, setor privado sem fins lucrativos e cidadãos (Marçon e Escrivão Filho, 2001). Desta forma, co-produção consiste no envolvimento do cidadão na prestação de serviços e traz qualidade e eficiência aos serviços (Brudney e England. 1983) e este envolvimento surge de uma cooperação voluntária por parte dos cidadãos e do auxilio do governo. A co-produção depende da informação brindada aos cidadãos, da accountability que prioriza as responsabilidades, do diálogo entre as partes que co-produzem e da participação cidadã (Denhardt e Denhardt, 2003). 2.3 Comunicação: a publicidade e propaganda A propaganda e a publicidade são dois conceitos que não são sinônimos. Propaganda deriva do latim propagare, e teve seu início na propagação de ideologias por meio da religião, 3

4 enquanto o termo publicidade está relacionado a dar a conhecer produtos ou serviços (KLEPPNER,1999). A publicidade pode ter caráter comercial valendo-se de apelos emocionais e modelando o comportamento do consumidor (ROSLOW,LASKEY e NICHOLLS, 1993) enquanto a propaganda possui caráter ideológico e pretende vender idéias e valores específicos. A propaganda pode estar presente na publicidade e também nos discursos políticos, nas notícias dos meios de comunicação, em documentários, em produções cinematográficas e até no próprio meio acadêmico. A arte de persuasão da propaganda já era praticada pelos sofistas, filósofos que foram mestres na retórica, considerada arte do bem falar e da utilização do discurso persuasivo. Segundo Aranha (1993) foram os sofistas que procederam à passagem para a reflexão propriamente antropológica, centrando suas atenções na questão moral e política, apesar de serem freqüentemente acusados de superficialidade pronunciando um discurso vazio onde o foco era a forma e não o conteúdo. A Publicidade e Propaganda muitas vezes são acusadas da mesma superficialidade, mas sendo ela uma ferramenta de comunicação poderosa, pode ser utilizada também a favor da co-produção do bem público. Dessa forma, a Propaganda é uma ferramenta que pode co-produzir o bem público focando o cidadão em vez do cliente ou consumidor, disseminando valores e ideologias dos cidadãos. Como afirma Denhardt e Denhardt (2003), o novo serviço público não deve servir um cliente nem consumidor, e sim o cidadão, pois os dois primeiros apenas irão lutar pelo seu interesse próprio, maximizando o interesse individual enquanto o cidadão deve lutar pelo interesse público que é maior do que a soma de interesses individuais.vale ressaltar que alguns autores diferenciam o conceito de cliente e de consumidor, como Sheth, Mittal e Newman (2001) quando afirmam que nem sempre o usuário de um produto ou serviço é aquele que pagou por ele. Enfatizando que o consumidor é quem de fato utiliza o serviço, enquanto o cliente é aquele que paga por ele. Nesse caso o cidadão não pode ser considerado um consumidor ou cliente, já defendido por Denhardt e Denhardt (2003), porque no novo serviço público o cidadão não paga diretamente por aquilo que necessita e sim pelo o que é de interesse público. Considerando que para o cidadão exercer a cidadania em sua plenitude necessita de informação para ter confiança no governo, essa informação pode ser disseminada por meio da Propaganda que pode ser utilizada em prol do cidadão. Da mesma forma existem teorias que afirmam que o consumidor, agora visto como cidadão, se defronta com uma marca de alguma organização, afirma Brucks (1985) tende a fazer uma avaliação sobre a organização de forma rápida e direta, trazendo da memória tudo que lhe pareça relevante a respeito desta entidade. Focando esse assunto, deve-se valer inclusive da imagem que evoca ao cidadão determinada entidade, podendo transmitir ou não confiança dependendo da informação que lhe é brindada. Por outro lado, além da informação ao cidadão, se busca as motivações para coproduzir segundo a teoria de Alford (2002) em contrapartida com as de Cheskin (1964) que já afirmava que as motivações que levam as pessoas à agir não são totalmente ou ainda mesmo basicamente racionais e, assim sendo, não são válidos os procedimentos normais e diretos que se empregam para medir fatores objetivos. Por este motivo, ainda que se apresente a informação concreta na mensagem aos cidadãos, é necessário valer-se do emocional. A comunicação publicitária poder ser utilizada para a co-produção do bem público e sua importância consiste em alcançar os objetivos das estratégias delineadas pelas organizações e brindar informação aos cidadãos para que os mesmos possam estabelecer o diálogo e interagir com o meio. Para este fim explora-se a atividade de mercado, especificamente a comunicação publicitária, com o intuito de servir para a co-produção do bem público. 4

5 Na realidade econômica a Propaganda pode ser de utilidade pública objetivando promover comportamentos e ações comunitariamente úteis, como defende Sampaio (1999) quando aborda campanhas de cidadania e limpeza das ruas, respeito às leis de trânsito, campanhas contra drogas, campanhas de doação de sangue entre outras. O autor afirma que a propaganda é uma arte, ciência e técnica ao planejar, produzir e emitir mensagens que por sua vez podem ser de causas comunitárias, sociais, de fundo cultural, de utilidade pública, caráter beneficente ou de fundo cívico. Sendo assim, a propaganda pode ser uma ferramenta utilizada para a co-produção do bem público uma vez que dissemina informações de utilidade pública podendo mover os cidadãos aos objetivos e interesses públicos, e ainda mais considerando que a democracia brasileira possui cidadãos alastrados em um grande território diferenciando-se da polis grega, por essa razão, mais do que nunca, deve-se manter os cidadãos informados por meio de veículos de comunicação que se valem criatividade para transmitir mensagens (Dualibi e Simonsen 2000) como é caso da propaganda atualmente. Utilizando as mesmas ferramentas que o mercado utiliza, entretanto em benefício dos cidadãos é possível atuar para que exista maior confiança no governo e todos trabalhem juntos pelos interesses públicos. E se todos trabalharem para o bem comum podemos alcançar a multidimensionalidade humana com homens parentéticos (Ramos,1989) que realizem uma reflexão sobre o meio em que está inserido, permeando toda uma sociedade. 2.4 Publicidade para co-produzir As estratégias de marketing constantemente utilizadas na economia de mercado, visando preço, concorrência, vendas, consumidor e lucro (Cobra, 1992; Kotler, 1993; Sandhusen, 1998) podem servir para co-produção quando retira-se as variáveis mercadológicas focando na estratégia de comunicação, mais precisamente no planejamento da Publicidade e Propaganda (Cobra, 1991). O planejamento da publicidade e propaganda,está composto segundo Kleppner (1990) por dois elementos fundamentais para a realização das peças publicitárias: a mensagem que deve ser disseminada e o público que deve ser atingido. O primeiro elemento que é a mensagem é fundamental para enviar as informações necessárias e da maneira mais clara possível. O segundo elemento, que é o público, e aqui tratado como cidadãos, deve ser definido para entender que linguagem deve ser transmitida. Corroborando a idéia da informação ser importante para a participação cidadã (Denhardt e Denhardt, 2003) e que a mensagem exerce função de importância (Kleppner,1990) existe também a máxima defendida por Mc Luhan (1968) que afirma que o meio é a mensagem porque segundo o modo de percepção e a forma da matriz de informações a serem disseminadas podem ou não alcançar os objetivos pré-determinados. Ou seja, o objeto de informação é essencial e esse paradoxo está em transformar o meio na própria mensagem. No caso estudado, o desafio está em transformar a informação que os cidadãos devem obter em meios propriamente ditos, e estes meios podem ser os meios publicitários. 5

6 3. Metodologia Com intuito de verificar a aplicação da Publicidade na co-produção do bem público realizou-se um estudo de caso, defendido por Yin (1994) como importante para pesquisas sociais. O Estudo de Caso tem tido um uso extensivo na pesquisa social, seja nas disciplinas tradicionais, seja nas disciplinas que possuem uma forte orientação para a prática como a Administração, além de ser usado para a elaboração de teses e dissertações nestas disciplinas (Yin, 1989). Um ponto comum entre vários autores (Goode, 1969, Yin 1989, Bonoma, 1985) é a recomendação de grande cuidado ao se planejar a execução do estudo de caso para se fazer frente às críticas tradicionais que são feitas ao método. O Método do Estudo de Caso não é uma técnica específica. É um meio de organizar dados sociais preservando o caráter unitário do objeto social estudado (Goode, Hatt 1969). De outra forma, Tull (1976, p 323) afirma que um estudo de caso refere-se a uma análise intensiva de uma situação particular e Bonoma (1985) e coloca que o estudo de caso é uma descrição de uma situação gerencial. Yin (1989) afirma que o estudo de caso é uma inquirição empírica que investiga um fenômeno contemporâneo dentro de um contexto da vida real, quando a fronteira entre o fenômeno e o contexto não é claramente evidente e onde múltiplas fontes de evidências são utilizadas. O estudo de caso foi realizado no Centro de Apoio ao Paciente com Câncer e baseado nos tipos de dados, definidos por Kumar (1996), foram realizadas coletas de dados primários quando a informação foi recolhida a partir de um instrumento desenvolvido ou adaptado pelo próprio investigador e, secundários, cujas informações foram adquiridas de estudos já efetuados. Os dados secundários provieram da própria instituição que brindou informações de relatórios já efetuados bem como seu planejamento organizacional. Os dados primários obtiveram-se dos procedimentos metodológicos realizados que foram divididos em duas etapas. Na primeira etapa realizou-se uma pesquisa de cunho qualitativo, para entender os objetivos da organização relacionados à comunicação. O instrumento de coleta de dados foi a entrevista estruturada e a observação com os dirigentes e membros da organização conjuntamente com a aplicação de um questionário de perguntas abertas e fechadas. Após a coleta de dados e análise dos dados secundários fornecidos pela instituição, deu-se lugar a segunda etapa. Na segunda etapa realizou-se um projeto para implementar a ação de comunicação publicitária a partir das diretrizes já delineadas pela diretoria e membros voluntários. Realizaram-se as peças publicitárias segundo as diretrizes da organização, com foco no voluntariado, empresários e governo. 4. Descrição do caso de co-produção estudado: Centro de Apoio ao Paciente com Câncer O caso utilizado no presente trabalho é o Centro de Apoio ao Paciente com Câncerlocalizado no estado de Santa Catarina. Segundo os fundadores do CAPC, o Centro de Apoio é uma instituição filantrópica, de utilidade pública, criada com objetivo de cuidar, apoiar e auxiliar as pessoas com câncer e outras doenças degenerativas a enfrentarem o problema. Esta instituição foi construída exclusivamente com doações por meio da sociedade catarinense que desde o início engajou-se na campanha para angariar fundos. Neste caso, é 6

7 uma atividade co-produção que na classificação de Whitaker (1980) surge por iniciativa dos cidadãos que solicitaram assistência para a prestação deste tipo de serviço. Estes cidadãos decidiram a necessidade deste serviço e começaram a co-produzir, as obras foram iniciadas em janeiro de 1996 por uma equipe de engenharia voluntária e no dia 08 de março de 1998, o Centro de Apoio iniciou suas atividades operacionais. No primeiro ano foi iniciado um processo que previa apenas um dia de tratamento, posteriormente houve a possibilidade de implementação progressiva de outras etapas. Os trabalhos no Centro de Apoio são realizados basicamente por voluntários e esse voluntariado atende em média 36 pessoas por semana, em regime de internação, e 40 pessoas em regime externo. Muitos pacientes também fazem parte dos grupos de auto-ajuda, coordenados por voluntários. Isso significa que o CAPC atende aproximadamente cem pacientes por semana. As equipes operacionais são formadas por várias modalidades de terapia, que são executadas por pessoas habilitadas na categoria de tratamento. Somente em 2001, participaram dos trabalhos no Centro de Apoio cerca de 157 voluntários. Eles são treinados para aplicação das terapias complementares através de cursos, oferecidos pelo SINE (Serviço Nacional de Emprego), como por exemplo: massagem terapêutica, cromoterapia, reflexologia, Florais de Bach, Reiki, nutrição básica, atendimento ao paciente oncológico, auto-ajuda para familiares de pacientes com câncer, entre outras modalidades. O Centro de Apoio também oferece aos seus colaboradores formação humanística, através de estudos em grupos, viagens e encontros de trabalho, em que o objetivo principal é desenvolver o ser, de forma que aprendendo a se cuidar, o voluntário possa também estar pronto para cuidar do outro. Além do voluntariado, o Centro de Apoio conta com colaboradores médicos, enfermeiros, psicólogos, farmacêuticos, odontólogos, nutricionistas, administradores e terapeutas em diversas especialidades. Desta forma, no centro também trabalham um equipe remunerada como por exemplo, parte da equipe de enfermagem, por prestar cuidado técnico e também pela necessidade de estar presente em todos os períodos de atendimento, e o pessoal de apoio e de limpeza. Esta remuneração é paga por empresas particulares e federações que se engajam na co-produção do bem público. Esta atividade de co-produção, segundo a classificação de Brudney e England (1983), estaria na tipologia de co-produção coletiva porque existe uma participação conjunta dos cidadãos em geral e da administração pública na prestação deste serviço público e os benefícios resultam tanto para cidade como para coletividade quando surgem pacientes de todos os municípios estejam perto ou não da sede de prestação de serviços e o grau de coprodução é significativo nesta área de atendimento ao paciente com câncer. Desta forma, podem ser verificadas na CAPC as atividades de co-produção segundo Brudney e England (1983) quando: - Envolvem a participação da população na produção dos serviços públicos: o serviço prestado está relacionado à produção de serviços de tratamento e apoio ao cidadão que adquiriu a enfermidade diagnosticada como câncer. Visto a necessidade de apoio a aqueles que tem a doença, e que os hospitais públicos podem contribuir somente com tratamentos físicos, a CAPC busca trazer o apoio físico e psicológico bem como a preparação de toda a família daquele que se encontra com a doença. Eles defendem que o paciente com câncer tem uma recuperação física mais rápida quando existe uma estrutura de apoio por parte dos familiares e por parte da instituição. - Envolvem a cooperação voluntária dos cidadãos: a CAPC é mantida devido aos voluntários da instituição que trabalham para prestar o serviço a comunidade. 7

8 - Envolvem a produção de serviços públicos : a CAPC é um serviço público e gratuito para todos aqueles que se encontrem com a doença, sem cobrar nenhuma taxa ou remuneração pelos mesmos. 4.1 Metas de Comunicação diagnosticada: resultados A CAPC utiliza a comunicação para atingir mais precisamente a arrecadação de recursos por parte do governo e de instituições privadas. Esta comunicação é direcionada a partir de representantes e contatos estabelecidos no meio. Não existe um material formal que busque adequar a informação necessária e junte esforços em explicar a finalidade dos recursos. Enquanto aos pacientes, a publicidade utilizada resumi-se a um site informativo na Internet e ao marketing boca-a-boca que ocorre de pacientes que já efetuaram o tratamento para outros conhecidos, bem como do próprio voluntariado e de parte da comunidade participante da instituição. Com o objetivo de realizar um planejamento de comunicação, estudou-se por parte da instituição aonde pretendiam chegar e o que pretendiam comunicar. Buscando os motivos que podem trazer maior contribuição por parte do voluntariado, do governo, das instituições privadas e dos próprios pacientes traçou-se alguns fatores que devem fundamentalmente estar presentes nas peças publicitárias. Os resultados obtidos foram os seguintes: Para a comunicação com os voluntários a informação de maior relevância seria: Informação para o voluntariado 10% 5% 70% 15% Informação sobre a importância do trabalho voluntário Importância do comprometimento do voluntário A responsabilidade perante os pacientes de sua ajuda A sobrevivência da organização Gráfico 1: Informação para o voluntário Observa-se no gráfico que a informação de maior relevância a ser comunicada nas peças publicitárias é a importância do comprometimento do voluntário, deve-se enfatizar então o quanto é importante este comprometimento para a organização de forma criativa porque 70% acreditam que este é o fator de maior importância. Enquanto os outros fatores somam 30%, sendo 15% para importância do trabalho voluntário como não remunerado, 10% o comprometimento do voluntário e 5% a sobrevivência da organização. 8

9 Para os pacientes a informação de maior relevância seria: Informação ao paciente Informação sobre o local, telefone e contato Apoio encontrado na instituição Ajuda imediata 2% 3% 8% 13% 15% Conforto Carinho 48% 7% 4% Solidariedade Amor Cuidados Gráfico 2: Informação ao paciente Observa-se que 48% acreditam que o carinho é a principal informação que deva ser brindada ao paciente, segundo as entrevistas realizadas, os dirigentes informam que a busca de carinho é a forma do paciente acreditar que ainda viva e é querido por outras pessoas assim como sua família. Os outros sentimentos a serem transmitids na comunicação publicitária ao paciente estão divididos entre informação do local, conforto, solidariedade, cuidados e ajuda imediata. Para o governo a informação de maior relevância seria: Informação para o Governo Como contribuir e que recursos Apoio a comunidade 13% 12% 20% Melhoria de Imagem do governo 30% 25% Forma de Lucratividade (votos) Melhoria da qualidade de vida dos cidadãos Gráfico 3: Informação ao governo A informação de maior relevância ao governo, segundo os dirigentes, colaboradores e voluntários do CAPC lhes parece que seria com 30% a forma de lucratividade para o governo, 9

10 o que o governo ganha contribuindo com a instituição. Infelizmente, acreditam que pouco se passa pelo apoio a comunidade ou melhoria de vida dos cidadãos, senão que imagem e votos são o que fazem o governo apoiar instituições como esta. Os materiais de comunicação vão focar as contribuições do governo e os adventos da mesma. Para os empresários a informação de maior relevância seria: Informação para as empresas Como contribuir e que recursos Marketing Social 10% 8% 20% Apoio a comunidade 40% 5% 17% Melhoria de Imagem da empresa Forma de Lucratividade Ação de responsabilidade social Gráfico 4: Informação para as empresas Novamente, pode-se observar que a informação com maior porcentagem passa aos 40% sendo a melhoria de imagem da empresa, focando também o que o outro lado pode ganhar se apoiar a instituição. Desta forma, serão realizados materiais que fomentem criativamente o que a empresa pode vir a ganhar. Uma vez verificado a intenção de comunicação da instituição, deu-se início a confecção dos materiais de comunicação, como descritos a seguir. 4.2 A campanha publicitária realizada O material realizado para a instituição seguiu os objetivos de co-produção do bem público por meio dos seguintes itens: comunicar ao cidadão da importância de seu voluntariado para o desenvolvimento da comunidade, comunicar o empresário para mantimento de suas doações, comunicar aos que necessitam ajuda ao receber o diagnóstico da doença informando do tratamento gratuito. A comunicação publicitária é uma das ferramentas de marketing e pode ser utilizada em prol da co-produção, porque considera as teorias de estratégias de mercado, e enfatiza, segundo Guilhoto (2004), os elementos dos compostos de marketing que devem ser emoldurados de forma que a estratégia de comunicação quando envolve propaganda e publicidade devem reforçar os aspectos informacionais de relevância para o público. Sendo assim a estratégia realizada é direcionada aos diferentes públicos e as informações de maior relevância sob a ótica de cada um, brindando a possibilidade conhecer a instituição e como contribuir com a co-produção do bem público. Conforme a teoria de Klepnner (1990) a comunicação deve estar direcionada para diferentes públicos, no caso estudado delimitou-se da seguinte forma: - Aos pacientes: buscando aqueles que necessitam de ajuda no tratamento de câncer e fomentando a procura pela instituição para receber o tratamento gratuito. - Aos empresários: buscando parcerias de desenvolvimento, recursos financeiros para o desenvolvimento da instituição, 10

11 - Aos voluntários: buscando incentivar sua participação e demonstrando sua importância. As peças publicitárias foram realizadas segundo o critério do público-alvo classificado para as mesmas, compondo a seguinte estrutura: - Pacientes: material gráfico para veiculação de cartazes, outdoor, e veiculação na mídia local (revistas e jornais da cidade e comunidade), roteiro de mídia televisiva. A mensagem foca informar sobre a CAPC demonstrando seu caráter humanitário e gratuito. Reforça-se de um folder explicativo e institucional para distribuição na região delimitada. - Voluntários: material gráfico demonstrando a importância daqueles que contribuem para a sobrevivência da instituição e daqueles que podem contribuir futuramente para a continuidade de seus serviços. Constitui-se de mídia televisiva local, material gráfico também a ser veiculado em revistas e jornais de circulação local. - Empresários: material gráfico composto de portfólio que informe sobre a organização a as formas de contribuições. - Governo: material gráfico com informações sobre a entidade, leis de incentivos, ajudas e projetos que poderiam auxiliar no serviço. 5. Considerações Finais Neste contexto, o estudo procurou contribuir com a construção de uma ferramenta, que visa utilizar a comunicação por meio da Publicidade e Propaganda como instrumento para a promoção do desenvolvimento social e co-produção. A publicidade e propaganda, como toda ferramenta, possui uma variável condizente que está na forma como será utilizada, que deve priorizar a informação e não a manipulação. A dificuldade encontra-se em que tipo de informação a instituição pretende brindar a cada um dos receptores da mensagem e de que forma será passada a mensagem sem ruídos. Nem sempre o que a instituição prioriza é o que o outro lado pretende receber, e de fato a confecção das peças publicitárias não significa os resultados esperados em 100% dos casos. Entretanto, mapeando novamente os objetivos e a forma de comunicar sobre as instituições é possível realizar a co-produção se existir um histórico com as informações esperadas e os resultados obtidos. Mesmo que não seja possível dizer com precisão os fatores motivadores que faça cada uma das partes contribuir na co-produção é possível realizar tentativas de comunicação que tentem impulsionar essas forcas a agir conjuntamente, e assim construir uma sociedade mais digna para os cidadãos que a compõe. 6. Referências Bibliográficas ALFORD, J. Why do public-sector clientes coproduce? Toward a contigency theory. Administration &Society. V.34, n.1, p mr ARANHA, M.L.D.A; MARTINS, M.H.P. Filosofando: introdução a filosofia. 2 edição. São Paulo: Moderna, ARENDT,H. A condição humana. 8 ed. Rio de Janeiro: Forense universitária, BONOMA, T. V. - Case Research in Marketing: Opportunities, Problems, and Process. Journal of Marketing Research, Vol XXII, Maio,

12 BRUCKS, M. The effects of product class knowledge on information search behaviour. Journal of Consumer Research. Gainesville, v 12, p1-16, June BRUDNEY,J.L;ENGLAND,R.E. Toward a definition of the coproduction concept. Public Administration Review. V.43,n.1,p jan-fev,2003. CANTON, Antônia Marisa. Eventos: ferramenta de sustentação para as organizações doterceiro setor. São Paulo: Roca, CHESKIN, Louis. Por que se compra? a pesquisa motivacional e sua aplicação. São Paulo: Pioneira Editora l COBRA,M. Administração de Marketing. São Paulo: Atlas, COBRA, Marcos. O impacto da propaganda: um estudo para algumas classes de bens. São Paulo: Atlas, DENHARDT, J.V; DENHARDT R.B. The New Public Service: service, not steering. New York: M.E.Sharpe, DUALIBI,R.; SIMONSEN,H.JR. Criatividade e Marketing. Makron Books, São Paulo:2000. FISCHER, Rosa Maria. O desafio da colaboração: práticas de responsabilidade social entre empresas e Terceiro Setor. São Paulo: Gente, FRANÇA, C; SILVA, I; VAZ, J. Aspectos econômicos de experiências de desenvolvimento local. São Paulo: Instituto Pólis, FRANCO, A.; Por que Precisamos de Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável? Revista Século XXI, Brasília: Instituto de Política, v. 3, FONSECA, G.M; MORRI, R.G; ALVES,M.A. Cooperação intersetorial (empresas privadas e organizações do terceiro setor): uma visão baseada em valor. Encontro anual da ANPAD, p. 1-16, 2005, São Paulo. 1CD-ROM. GHILHOTO, L. De F. M. A influência do país de origem na percepção do consumidor na qualidade dos produtos. Caderno de Pesquisa em Administração. USP. São Paulo, V8 no 4, p out-dez GOODE, W. J. ;HATT, P. K. - Métodos em Pesquisa Social. 3ªed., São Paulo: Cia Editora Nacional, HIRSCHMAN, A.O. As paixões e os interesses. 2 edição. São Paulo:Paz e Terra, HUDSON, Mike. Administrando organizações do Terceiro Setor: o desafio de administrar sem receita. São Paulo: Pearson Makron, KANTER, Rosabeth Moss. When giants learn cooperative strategies. Planning Review, Jan/Feb, p , KLEPPNER,O.; RUSSEL,T.J.; LANE,W.R. Publicidad. México: Prentice Hall Hispanoamericana,1994. KOTLER, Philip, ARMSTRONG, Gary. Princípios de marketing. Rio de Janeiro: Prentice-Hall,

13 KUMAR, Ranjit. Research methodology: a step-by-step guide for beginners. Sage publications. 1o edição. London: MC LUHAN, The médium is the massage: an inventory effects. New York: Bantam Books, MARÇON, D.; ESCRIVÃO FILHO, E.. Gestão das organizações do Terceiro Setor: um repensar sobre as teorias organizacionais. Encontro anual da ANPAD, 2001, p.1-16, São Paulo. CD-ROM. MARSCHALL,M.J. Citizen participation and the neighborhood context: a new look at the coproduction of local public goods. Political Research Quaterly. V.57, n.2,p ,jun MAUAD,T.M; MARTINELLI,D.P. Ciclo de vida storial: uma proposta para orientar o desenvolvimento local e as políticas públicas. Encontro anual da ANPAD, p. 1-16, 2005, São Paulo. 1CD-ROM. QUANDT, Carlos Olavo; FERNANDES, Ana Cristina Coelho Barroso. Aplicação do conceito de inteligência competitiva e seu impacto no processo estratégico em organizações do Terceiro Setor. Encontro anual da ANPAD, p. 1-16, 2003, São Paulo. 1CD-ROM. RAMOS, A. G. A nova ciência das organizações: uma reconceituação da riqueza das nações. Rio de Janeiro: FGV : Instituto de Documentação, SAGAWA, Shirley. Common interest common good: creating value through business and social sector partnerships.california ManagementReview. vol.42 n.2 winter 2000 p SANDHUSEN, Richard. Marketing Básico. São Paulo: Saraiva, SANTOS,E.M; ICHIKAWA, E.Y;VIEIRA,S.F.A. A Presença e a Sustentabilidade do Terceiro Setor na Área de Ciência, Tecnologia e Inovação:Perda ou Busca de uma Identidade? O caso da ADETEC. Encontro anual da ANPAD, p. 1-16, 2005, São Paulo. 1CD-ROM. SAMPAIO,R. Propaganda de A a Z. Rio de Janeiro: Campus, SHETH,J.N; MITTAL,B.; NEWMAN.B.I. Comportamento do cliente: indo além do comportamento do consumidor. São Paulo: Atlas, TULL, D. S. & HAWKINS, D. I. - Marketing Research, Meaning, Measurement and Method. Macmillan Publishing Co., Inc., London, VHITAKER,G,P. Coproduction: Citizem participation in service delivery. Public Administration Review. P , may/jun YIN, Robert, K. Case study research: design and methodos. 2nd. ed. Thousand Oaks: SAGE,

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA?

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? Definição: a manipulação planejada da comunicação visando, pela persuasão, promover comportamentos em benefício do anunciante que a utiliza. Funções: cabe a propaganda informar

Leia mais

A importância da Coprodução dos Serviços Públicos na garantia dos Direitos Sociais.

A importância da Coprodução dos Serviços Públicos na garantia dos Direitos Sociais. 2371 X Salão de Iniciação Científica PUCRS A importância da Coprodução dos Serviços Públicos na garantia dos Direitos Sociais. Grazielli Faria Zimmer Santos, Matheus de Andrade Branco, Tarcísio Vilton

Leia mais

Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS

Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS OFICINA 2 Professora: Izabel Portela izabel@institutoiris.org.br Novembro - 2007 1 M A R K E T I N G

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Este material resulta da reunião de fragmentos do módulo I do Curso Gestão Estratégica com uso do Balanced Scorecard (BSC) realizado pelo CNJ. 1. Conceitos de Planejamento Estratégico

Leia mais

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Ana Carolina Trindade e-mail: carolinatrindade93@hotmail.com Karen

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA PROGRAMA VOLUNTARIADO. Regulamento do Voluntariado

REGULAMENTO INTERNO PARA PROGRAMA VOLUNTARIADO. Regulamento do Voluntariado REGULAMENTO INTERNO PARA PROGRAMA DE VOLUNTARIADO Índice 1. Enquadramento... 3 2. Definição... 3 3. Princípios... 4 4. Objetivos... 4 5. Direitos... 4 6. Deveres... 5 7. Inscrição... 7 8. Candidatura...

Leia mais

Modelo de Briefing de Produto - Roteiro de Coleta de Informações - Completo

Modelo de Briefing de Produto - Roteiro de Coleta de Informações - Completo BRIEFING DE PRODUTO Modelo de Briefing de Produto - Roteiro de Coleta de Informações - Completo Modelo Extraído dos livros: Tudo o que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve paciência para explicar

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

Espaços Culturais como estratégia de comunicação de marca

Espaços Culturais como estratégia de comunicação de marca Espaços Culturais como estratégia de comunicação de marca Casos: Oi, Vivo, Citibank e HSBC Objetivos a. Analisar as estratégias de comunicação das empresas que utilizam os espaços culturais do Rio de Janeiro

Leia mais

Palavras Chave: Segurança, Transporte, Cliente, Modernidade, Agilidade.

Palavras Chave: Segurança, Transporte, Cliente, Modernidade, Agilidade. RESUMO A imagem de uma empresa de transporte é diretamente influenciada pelas condições do meio urbano. As grandes cidades e as regiões metropolitanas são as que mais sofrem com o trânsito, um dos principais

Leia mais

Campanha ONG Animais 1

Campanha ONG Animais 1 Campanha ONG Animais 1 Bruna CARVALHO 2 Carlos VALÉRIO 3 Mayara BARBOSA 4 Rafaela ALVES 5 Renan MADEIRA 6 Romulo SOUZA 7 Marcelo PRADA 8 Paulo César D ELBOUX 9 Faculdade Anhanguera Santa Bárbara, Santa

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização

O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização Cristiane dos Santos Schleiniger * Lise Mari Nitsche Ortiz * O Terceiro Setor é o setor da sociedade que emprega aproximadamente 1 milhão de pessoas.

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

Relatório Anual. Instituto Nossa Ilhéus. Instituto Nossa Ilhéus

Relatório Anual. Instituto Nossa Ilhéus. Instituto Nossa Ilhéus Resumo da ONG O é uma iniciativa da sociedade civil organizada que tem por objetivo fortalecer a cidadania e a democracia participativa, tendo por base a sustentabilidade e o monitoramento social. O age

Leia mais

O MARKETING DIRETO COMO CONQUISTA DE CLIENTES

O MARKETING DIRETO COMO CONQUISTA DE CLIENTES O MARKETING DIRETO COMO CONQUISTA DE CLIENTES Rosanne Farineli Peixoto Gomes, Ivonete A. Canuto Dias, Valdete Neri Andrade, Luiz Sérgio Almeida dos Santos e Wagner Conceição INTRODUÇÃO O mercado atual

Leia mais

COMPOSTO DE MARKETING NA ABORDAGEM DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO

COMPOSTO DE MARKETING NA ABORDAGEM DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO COMPOSTO DE MARKETING NA ABORDAGEM DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO CALDAS, Rosângela Formentini Departamento de Ciência da Informação UNESP/Marília A definição de marketing ainda permanece enquanto uma discussão

Leia mais

Jardim Fim de Semana UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE

Jardim Fim de Semana UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE Jardim Fim de Semana Bruna de Carvalho Raggi Terra Carolina Ramos Troeira Fabio Jose Cação Kono Gustavo Perticarati Ruiz Polido

Leia mais

Plano de COMUNICAÇÃO do Planejamento Estratégico da Justiça Federal

Plano de COMUNICAÇÃO do Planejamento Estratégico da Justiça Federal Plano de COMUNICAÇÃO do Planejamento Estratégico da Justiça Federal PLANO DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA Introdução É importante ressaltar que um plano de comunicação tem a finalidade de tornar conhecida

Leia mais

PRÊMIO ABF- AFRAS DESTAQUE SUSTENTABILIDADE 2012 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Categoria Franqueado

PRÊMIO ABF- AFRAS DESTAQUE SUSTENTABILIDADE 2012 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Categoria Franqueado PRÊMIO ABF- AFRAS DESTAQUE SUSTENTABILIDADE 2012 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Categoria Franqueado Dados da empresa Razão Social: FLY IDIOMAS Nome Fantasia: WIZARD Data de fundação: 10/07/2010 Número de funcionários:

Leia mais

Campanha promocional Doutores da Alegria - Voluntáriado 1

Campanha promocional Doutores da Alegria - Voluntáriado 1 Campanha promocional Doutores da Alegria - Voluntáriado 1 Alexandre COELHO 2 Catarina CARVALHO 3 Danielle RIBEIRO 4 Leoni ROCHA 5 Paloma HADDAD 6 Professor/Orientador: Daniel CAMPOS 7 Universidade Fumec,

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CENÁRIO EMPRESARIAL ¹ JACKSON SANTOS ²

RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CENÁRIO EMPRESARIAL ¹ JACKSON SANTOS ² RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CENÁRIO EMPRESARIAL ¹ JACKSON SANTOS ² A Responsabilidade Social tem sido considerada, entre muitos autores, como tema de relevância crescente na formulação de estratégias empresarias

Leia mais

Pós-Graduação em Comunicação Organizacional Integrada

Pós-Graduação em Comunicação Organizacional Integrada Pós-Graduação em Comunicação Organizacional Início em 28 de Abril de 2016 Aulas as terças e quintas, das 7h às 9h30 Valor do curso: R$ 18.130,00 À vista com desconto: R$ 16.679,00 Consultar planos de parcelamento.

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Pós Graduação em Comunicação Organizacional Integrada

Pós Graduação em Comunicação Organizacional Integrada Público - alvo Pós Graduação em Organizacional Integrada Indicado para profissionais de comunicação organizacional, relações públicas, assessores de comunicação, gestores de comunicação, bem como para

Leia mais

Comunicação Empresarial

Comunicação Empresarial Comunicação Empresarial MBA em Gestão Empresarial MBA em Logística MBA em Recursos Humanos MBA em Gestão de Marketing Prof. Msc Alice Selles 24/11 Aula inicial apresentação e visão geral do módulo. Proposição

Leia mais

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO Citação de Dr. Emílio Rui Vilar 2 Tempo de mudanças sociais Estamos no início de um século que se adivinha difícil e instável nos seus Problemas Globais

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

Guia sobre Voluntariado Instituto Lina Galvani

Guia sobre Voluntariado Instituto Lina Galvani Guia sobre Voluntariado Instituto Lina Galvani Sumário Conceito de voluntário... 3 O que é e o que não é voluntariado... 3 Lei do voluntariado... 4 Voluntariado no Brasil... 4 Benefício do Voluntariado...

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Fluxo Ampliado de Marketing

Fluxo Ampliado de Marketing Fluxo Ampliado de Marketing No estudo deste fluxo ampliado de marketing, chega-se a conclusão da importância de um composto mercadológico mais intenso e realmente voltado ao atendimento das necessidades

Leia mais

Plano de Comunicação para o Hospital Infantil Varela Santiago¹

Plano de Comunicação para o Hospital Infantil Varela Santiago¹ Plano de Comunicação para o Hospital Infantil Varela Santiago¹ José Alves de SOUZA² Maria Stella Galvão SANTOS³ Universidade Potiguar (UnP ), Natal, RN RESUMO Este Plano de Comunicação refere-se a um estudo

Leia mais

Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo

Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo Datos generales: Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo 1. Nombre de la herramienta: Conselhos de Desenvolvimento Comunitário (Programa Comunidade Ativa) 2. Organización

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES t COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES Joaquim Domingos Maciel Faculdade Sumaré joaquim.mackim@gmail.com RESUMO: Este artigo pretende alertar estudantes e profissionais para a compreensão

Leia mais

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política No Brasil, há poucas experiências conhecidas de uso de ferramentas de monitoramento de mídias sociais em campanhas políticas. Uma delas

Leia mais

1. APRESENTAÇÃO 2. OBJETIVO E FOCO TEMÁTICO INSCRIÇÕES 14º DIA DO VOLUNTARIADO 2015.

1. APRESENTAÇÃO 2. OBJETIVO E FOCO TEMÁTICO INSCRIÇÕES 14º DIA DO VOLUNTARIADO 2015. REV.: 03 Pág.: 1 de 6 A Manaus Ambiental torna público que estão abertas as inscrições para a seleção de Instituições e Projetos Sociais para o 14º Dia do Voluntariado. A empresa realizará o processo de

Leia mais

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec: Professora Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: Teodoro Sampaio Eixo Tecnológico: Gestão de Negócios Habilitação Profissional: Técnico em Administração

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

cidade escola cidadão O projeto trabalha no núcleo destas três esferas promovendo trocas entre elas

cidade escola cidadão O projeto trabalha no núcleo destas três esferas promovendo trocas entre elas cidade escola cidadão O projeto trabalha no núcleo destas três esferas promovendo trocas entre elas escola teoria prática cidadania hierarquia inclusão exclusão social cooperação competição Observamos

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br Apresentação preparada para: I Congresso de Captação de Recursos e Sustentabilidade. Promovido

Leia mais

Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO

Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO Abril/2014 Porto Velho/Rondônia Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO Terceiro Setor É uma terminologia sociológica que

Leia mais

Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec

Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec ETEC: DE MAIRIPORÃ Código: 271 Município: MAIRIPORÃ Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: TÉCNICO EM CONTABILIDADE Qualificação:

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional,

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: São José do Rio Pardo Código: 150 Município: São José do Rio Pardo Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares TODO COMPORTAMENTO TEM SUAS RAZÕES. A ÉTICA É SIMPLESMENTE A RAZÃO MAIOR DAVID HUME DEFINIÇÕES

Leia mais

FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING. Professor: Arlindo Neto

FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING. Professor: Arlindo Neto FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING Professor: Arlindo Neto Competências a serem trabalhadas GESTÃO DE MARKETING PUBLICIDADE E PROPAGANDA GESTÃO COMERCIAL FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

cada fator e seus componentes.

cada fator e seus componentes. 5 CONCLUSÃO Conforme mencionado nas seções anteriores, o objetivo deste trabalho foi o de identificar quais são os fatores críticos de sucesso na gestão de um hospital privado e propor um modelo de gestão

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

3. Estratégia e Planejamento

3. Estratégia e Planejamento 3. Estratégia e Planejamento Conteúdo 1. Conceito de Estratégia 2. Vantagem Competitiva 3 Estratégias Competitivas 4. Planejamento 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Administração de Pequenas Empresas

Leia mais

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais.

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais. Unidade de Projetos de Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais Branding Agosto de 2009 Elaborado em: 3/8/2009 Elaborado por: Apex-Brasil Versão: 09 Pág: 1 / 8 LÍDER DO GRUPO

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec ETEC PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS - SP Área de conhecimento: GESTÃO E NEGÓCIOS Componente Curricular: MARKETING INSTITUCIONAL Série:

Leia mais

PROJETO MULTIDISCIPLINAR DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL - 2013 - PLANO DE COMUNICAÇÃO -

PROJETO MULTIDISCIPLINAR DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL - 2013 - PLANO DE COMUNICAÇÃO - PROJETO MULTIDISCIPLINAR DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL - 2013 - PLANO DE COMUNICAÇÃO - A estrutura a seguir foi desenvolvida com base no escopo da disciplina de Planejamento Estratégico de Comunicação,

Leia mais

MOVIMENTO CASCAVEL ROSA - NA LUTA CONTRA O CÂNCER

MOVIMENTO CASCAVEL ROSA - NA LUTA CONTRA O CÂNCER MOVIMENTO CASCAVEL ROSA - NA LUTA CONTRA O CÂNCER Área Temática: Saúde Adriane de Castro Martinez Martins 1 (Coordenadora) Claudecir Delfino Verli 2 Aline Maria de Almeida Lara 3 Modalidade: Comunicação

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA

MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA 1 MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA Felipe Rogério Pereira (UniSALESIANO Araçatuba/SP) HerculesFarnesi Cunha ( Docente das Faculdades Integradas de Três Lagoas- AEMS e UniSALESIANO

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO SERVIÇO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO) - PCS A Política de Comunicação do Serviço

Leia mais

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO Autores: Rúbia Ribeiro LEÃO; Letícia Érica Gonçalves

Leia mais

Prefeitura Municipal de Botucatu

Prefeitura Municipal de Botucatu I- Identificação: Projeto Empresa Solidária II- Apresentação : O Fundo Social de Solidariedade é um organismo da administração municipal, ligado ao gabinete do prefeito, que atua em diversos segmentos

Leia mais

PESQUISA DE MARKETING

PESQUISA DE MARKETING PESQUISA DE MARKETING CONCEITOS É a busca de informação, a investigação do fenômeno que ocorre no processo de transferência de bens ao consumidor Trata da coleta de qualquer tipo de dados que possam ser

Leia mais

Introdução ao Marketing. História do Conceito

Introdução ao Marketing. História do Conceito História do Conceito O termo marketing, de acordo com Cobra (1988, p. 34) é uma expressão anglo-saxônica derivada da palavra mercari, do latim, que significa comércio, ou ato de mercar, comercializar ou

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PLANO DE T&D

AVALIAÇÃO DO PLANO DE T&D AVALIAÇÃO DO PLANO DE T&D Ariadne Cedraz 1 Léa Monteiro Rocha 2 Luciana Cristina Andrade Costa Franco 3 A quarta e última etapa do processo refere-se à avaliação que tem por objetivo averiguar se os resultados

Leia mais

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica por Camila Hatsumi Minamide* Vivemos em um ambiente com transformações constantes: a humanidade sofre diariamente mudanças nos aspectos

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo 5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo Este estudo teve como objetivo contribuir para a compreensão do uso das mídias sociais, como principal ferramenta de marketing da Casar é Fácil, desde o momento da sua

Leia mais

05/DEZEMBRO É O DIA INTERNACIONAL DO VOLUNTÁRIO!!!!! Solidariedade é o amor em movimento

05/DEZEMBRO É O DIA INTERNACIONAL DO VOLUNTÁRIO!!!!! Solidariedade é o amor em movimento OBJETIVOS: Desenvolver o espírito de cidadania e voluntariado em nossos alunos, através de ações comunitárias envolvendo a comunidade local; Desenvolver o espírito do empreendedor social em nossos alunos;

Leia mais

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento.

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Por PAULA FRANCO Diante de um cenário empresarial extremamente acirrado, possuir a competência atitude

Leia mais

Trote Solidário INTRODUÇÃO

Trote Solidário INTRODUÇÃO 1 Trote Solidário Ana Claudia Muniz Douglas Ramos Teixeira Maria Marlene Antunes de Oliveira Marina de Fátima Batista Renata Chenchi 1 Maria Eliza Zandarim 2 Sumário: Introdução. 1. O Que é Trote Solidário.

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 No passado, até porque os custos eram muito baixos, o financiamento da assistência hospitalar

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

9º Congresso de História do ABC A classe operária depois do paraíso

9º Congresso de História do ABC A classe operária depois do paraíso 9º Congresso de História do ABC A classe operária depois do paraíso Mesa de debate: O papel das instituições de ensino superior do ABC no desenvolvimento regional. Centro Universitário Fundação Santo André

Leia mais

Venda com Tráfego Gratuito

Venda com Tráfego Gratuito Venda com Tráfego Gratuito Depois de vários anos no marketing digital, acabei por aprender como fazer divulgação online de forma gratuita. Estou falando de algo totalmente novo, diferente de tudo o que

Leia mais

Gestão Pública. Ética e cidadania. Tema: Ética e Cidadania

Gestão Pública. Ética e cidadania. Tema: Ética e Cidadania Gestão Pública Profa. Márcia Velasques Ética e cidadania Seminário de políticas locais/regionais: as dimensões da ética, da cultura e dos serviços prestados ao público Tema: Ética e Cidadania Núcleo de

Leia mais

Como resultado da preparação desse I Workshop foram formalizadas orientações básicas para formatação de um projeto cultural que seguem abaixo.

Como resultado da preparação desse I Workshop foram formalizadas orientações básicas para formatação de um projeto cultural que seguem abaixo. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO CULTURAIS A Fundação Cultural do Estado da Bahia tem como missão fomentar o desenvolvimento das Artes Visuais, Dança, Música, Teatro, Circo, Audiovisual, Culturas

Leia mais

CAPTAÇÃO DE ALUNOS DO CURSO DE ENFERMAGEM PARA DOAÇÃO DE SANGUE FRENTE A CARÊNCIA VIVENCIADA 1

CAPTAÇÃO DE ALUNOS DO CURSO DE ENFERMAGEM PARA DOAÇÃO DE SANGUE FRENTE A CARÊNCIA VIVENCIADA 1 CAPTAÇÃO DE ALUNOS DO CURSO DE ENFERMAGEM PARA DOAÇÃO DE SANGUE FRENTE A CARÊNCIA VIVENCIADA 1 BENDER, Leticia Silmara 2 ; MARZARI, Carla 3 ; MENEGAZZI, Bruna Boff 4 ; NEVES, Bruna Sartori 5 ; QUADROS,

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Prêmio Vivaleitura. Dicas para se inscrever no. e outros projetos...

Prêmio Vivaleitura. Dicas para se inscrever no. e outros projetos... Dicas para se inscrever no Prêmio Vivaleitura e outros projetos... 2011 Vaga Lume R. Aspicuelta, 678 Vila Madalena São Paulo SP 05433-011 (11) 3032-6032 www.vagalume.org.br falecom@vagalume.org.br 1) Apresentação

Leia mais

Capítulo 19 - RESUMO

Capítulo 19 - RESUMO Capítulo 19 - RESUMO Considerado como sendo um dos principais teóricos da área de marketing, Philip Kotler vem abordando assuntos referentes a esse fenômeno americano chamado marketing social, desde a

Leia mais

A RESPONSABILIDADE SOCIAL COMO CONTRIBUIDORA PARA O APRIMORAMENTO DA INTERAÇÃO HUMANA - UM ESTUDO DE CASO 1

A RESPONSABILIDADE SOCIAL COMO CONTRIBUIDORA PARA O APRIMORAMENTO DA INTERAÇÃO HUMANA - UM ESTUDO DE CASO 1 A RESPONSABILIDADE SOCIAL COMO CONTRIBUIDORA PARA O APRIMORAMENTO DA INTERAÇÃO HUMANA - UM ESTUDO DE CASO 1 BACH, Cláudia 2 ; MARTINS, Ana 3, GODOY, Leoni 4 1 Artigo apresentado no XV Simpósio de Ensino,

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios.

Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios Caro (a) aluno (a), Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. O Plano de Negócios deverá ter no máximo

Leia mais

1 Seminário FEAC 2014 Gestão no Terceiro setor 22 de maio

1 Seminário FEAC 2014 Gestão no Terceiro setor 22 de maio 1 Seminário FEAC 2014 Gestão no Terceiro setor 22 de maio Gestão de comunicação e marketing Lisa Gunn Diretora de Comunicação e Mobilização Greenpeace Brasil O Greenpeace é uma organização independente

Leia mais

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS ENCONTRO DE GRUPOS REGIONAIS DE ARTICULAÇÃO- ABRIGOS - SÃO PAULO O QUE É UMA REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL? sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições,

Leia mais

A importância da atuação do assistente social nas clínicas integradas de saúde e sua contribuição para as práticas de saúde coletiva

A importância da atuação do assistente social nas clínicas integradas de saúde e sua contribuição para as práticas de saúde coletiva A importância da atuação do assistente social nas clínicas integradas de saúde e sua contribuição para as práticas de saúde coletiva Jakeline Gonçalves Bonifácio Vitória Régia Izaú Resumo Partimos do princípio

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER?

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? Anderson Katsumi Miyatake Emerson Oliveira de Almeida Rafaela Schauble Escobar Tellis Bruno Tardin Camila Braga INTRODUÇÃO O empreendedorismo é um tema bastante

Leia mais

OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG

OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG 1 OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG Camila Alves Teles 1 Maria Solange dos Santos 2 Rodrigo Honório Silva 3 Romenique José Avelar 4 Myriam Angélica Dornelas 5 RESUMO O presente

Leia mais

FMU - FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING E MARKETING DE PERMISSÃO.

FMU - FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING E MARKETING DE PERMISSÃO. FMU - FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING E MARKETING DE PERMISSÃO. São Paulo - SP 2016 RENAN ROCHA ALVES - RA: 6448758 E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING

Leia mais