SANTA CASA DE VALINHOS 19 CONGRESSO DE PRESIDENTES PROVEDORES E DIRETORES DE SANTAS CASAS E HOSPITAIS BENEFICENTES DO ESTADO SÃO PAULO

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1 19 CONGRESSO DE PRESIDENTES PROVEDORES E DIRETORES DE SANTAS CASAS E HOSPITAIS BENEFICENTES DO ESTADO SÃO PAULO Neste encontro, discutiremos o incentivo à sustentabilidade e à qualidade dentro da organização hospitalar e as maneiras mais produtivas e eficazes de melhorar as condições das pessoas que trabalham nos hospitais, além de debater os novos modelos de cooperação e de construção de parcerias internas. Avançaremos nas oportunidades, localizaremos os obstáculos e as formas de superá los. Dr. José Reinaldo de Oliveira Jr. Presidente FEHOSP

2 IDENTIDADE O NOVO OLHAR!!! IDENTIDADE DE PRODUTO... IDENTIDADE DE COMPOSIÇÃO.. IDENTIDADE DE DIREÇÃO... IDENTIDADE DE CONTEXTO (ÉPOCA)... IDENTIDADE DE NEGÓCIO... IDENTIDADE DE POVEDORIA... ETC.; Sem identidade, jamais haverá qualidade e sustentabilidade. Então, qual o nosso DNA?

3 ANTES DO NOVO OLHAR SANTA CASA DE VALINHOS SEM CERTIFICAÇÃO DA ACREDITAÇÃO

4 SANTA CASA DE VALINHOS RESULTADO FINAL DAS 5 COLUNAS DE SUSTENTABILIDADE ACREDITADO!!!

5 UM NOVO OLHAR EM BUSCA DA QUALIDADE E DA SUSTENTABILIDADE QUAL É O NOSSO PRODUTO?

6 LINHA DO TEMPO 1960 Fundação 1965 Inicio das Atividades Intervenção Nicemar 2001 Provedores Municipal O. Dias 28/05/08 a 30/03/10 NOVA SANTA CASA UM NOVO OLHAR!!! O COMEÇO POR UM SÊLO EM 28 DE MAIO 2008, FIZ A SEGUINTE PERGUNTA? FOCO 1ª) QUAL É O NOSSO PRODUTO? SURGIMENTO DE UMA 2ª PERGUNTA 2ª) QUEM SOMOS? DIRECIONADAS A TODOS OS FUNCIONÁRIOS

7 1ª) QUAL É O NOSSO PRODUTO? O NOSSO PRODUTO É GOSTAR DE GENTE. E GOSTAR DE GENTE COM PROBLEMAS: E ATENDÊ LAS COM ACOLHIMENTO, COM ALEGRIA, COM QUALIDADE, COM SERVIÇOS MÉDICOS E HOSPITALARES, E ASSISTÊNCIA TOTAL NO QUE NOS PROPOMOS!!! Esta foi a primeira pergunta e resposta, que nos levou para UM NOVO OLHAR quanto ao que fazíamos.

8 2ª) QUEM SOMOS? NESTE NOVO OLHAR SURGIRAM 5 QUESTIONAMENTOS E 5 CONFLITOS OS FILANTRÓPICOS/SUS SÃO AUTO SUSTENTÁVEIS? SIM NÃO X OS FILANTRÓPICOS TÊM IDENTIDADE? SIM NÃO X OS FILANTRÓPICOS TÊM DIREÇÃO? SIM NÃO X OS FILANTRÓPICOS TÊM AGIDO DE FORMA PROFISSIONAL? SIM X NÃO OS FILANTRÓPICOS TÊM PROJETOS QUE DEFINEM QUALIDADE E SUSTENTABILIDADE? SIM X NÃO 5 QUESTIONAMENTOS QUE DEVEM NOS LEVAR A UM NOVO OLHAR!

9 CONFLITO 1 LUCRO 1. AUTO SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA É IGUAL A SUPERÁVIT EM TODAS AS NOSSAS AÇÕES, NÃO NECESSARIAMENTE A DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS...

10 A SOLUÇÃO: O SUPERÁVIT INDIVIDUAL... FUNCIONÁRIOS PEQUENO PROVEDOR

11 CONFLITO 2 IDENTIDADE MISTA 2. OS FILANTRÓPICOS NÃO SÃO MUNICIPAIS, MAS TAMBÉM NÃO SÃO EM ESSÊNCIA, PRIVADOS, QUANDO PRESTAM SERVIÇOS AO SUS...

12 SOLUÇÃO: IDENTIFICAR AS NOSSAS PARTES E COMO ELAS ESTÃO DISPOSTAS NO NOSSO ELACIONAMENTO. PARA QUE HAJA QUALIDADE, PRECISAMOS PRIMEIRO, DEFINIR A NOSSA IDENTIDADE COMPOSTA POR VÁRIAS PARTES INTERNAS E EXTERNAS. QUAIS SÃO ELAS?...

13 CONFLITO 3 NÃO HÁ DIREÇÃO DEFINIDA! 3. OS FILANTRÓPICOS/SUS, MUITAS VEZES CONFUNDEM TER DIRETOR COM TER DIREÇÃO, E AÍ, NUNCA HÁ SINERGIA DAS PARTES QUANDO NÃO PERCEBEMOS ESTA ENORME DIFERENÇA...

14 SOLUÇÃO: UM PLANO DIRETOR PARA 20 ANOS, EM DOIS... VISLUMBRANDO PROJETAR E TRABALHAR, VINTE ANOS EM DOIS COMPROMETENDO E MOTIVANDO TODAS AS PARTES QUE NOS COMPÕEM... Plano Diretor 20 anos em 2. Definindo produto/cliente. Contemplando: projetos anteriores, novas ações e o Resgate dos potenciais instalados, sucessões, em: Pessoas 1. Foco no Cliente. 2. Funcionários amigo da Nova Santa Casa. 3. Pequeno Provedor 3. Diretores Distribuição de responsabilidade por áreas. 5. Desenvolto Saber; Fazer; Interagir 6. Valorização dos funcionários/médi cos. Instituição 1. Reforma estatuto. 2. Voz Própria Ass. Imprensa. 3. Otimização dos espaços existentes e construídos. 4. Identificação de gargalos. 5. Educação no AMBIENTE 6. Busca do Superavit. Iniciativa Privada e População Campanha Camp. empresas amiga da Sta Casa. 2. Camp Solid. tem nome 3. Mantenedores Pequenos e especiais. 4. Mudança de paradigma. 5. Parc. intelig. Sucesso (PIS) Poderes Constituídos 1. Reconhecimento das autoridades c/ isenção total político partidária. 2. Definição do conceito de parceria e contrato. 3. Conselho Comunitário 4. Busca de recursos nas esferas federal, estadual e municipal. 5. Proteção da Imagem/Contrato. EVOLUÇÃO Certificação de Qualidade como Co Gestor 1. Caráter da Instituição. 2. Caráter de rastreabilidade e melhoria dos processos kaizen 3. Ferramenta de Valorização do Negócio 4. Credibilidade. 5. Co Gestão Externa

15 DIREÇÃO DEFINIDA POR TODAS AS PARTES PARA QUE HAJA QUALIDADE, PRECISAMOS PRIMEIRO, DEFINIR A NOSSA IDENTIDADE COMPOSTA POR VÁRIAS PARTES INTERNAS E EXTERNAS. ALINHAR CADA PARTE AO PLANO DIRETOR

16 OUTRA VISÃO DE DIRETOR E DIREÇÃO FOCADA EM: PESSOAS! COMO TEMOS NOS ORGANIZADO, NOS RELACIONADOS, PARA ALINHARMOS ESTES COMPONENTES INTERNOS E EXTERNOS E ENTÃO DEFINIRMOS A NOSSA DIREÇÃO? TODAS AS PESSOAS ENVOLVIDAS TÊM QUE TER EQUILÍBRIO NA CONDUÇÃO DA VISÃO DO PD INTERNO.

17 CONFLITO 4 ORGANOGRAMA E SUCESSÃO 4. PROFISSIONALIZAÇÃO DA GESTÃO DEFINIÇÃO DE FUNÇÕES E AUSÊNCIA DA INGERÊNCIA POLÍTICO PARTIDÁRIA.

18 ESTRUTURA HIERÁRQUICA ANTERIOR ADMINISTRAÇÃO POR IMPULSOS

19 NOVO ORGANOGRAMA SANTA CASA DE VALINHOS

20 CONFLITO 5 O QUE É QUALIDADE? ANTES DE DEFINIRMOS QUALIDADE É IMPORTANTE RESSALTAR: 5. QUANDO NÃO DEFINIMOS BEM O CONCEITO DE QUALIDADE, AS INGERÊNCIAS POLÍTICO PARTIDÁRIAS NOS DEIXAM LOUCOS E PERDERMOS O RUMO E A AUTORIDADE SOBRE O NOSSO NEGÓCIO!

21 QUALIDADE E SUSTENTABILIDADE QUALIDADE SEM SEQUESTRO É a resposta de uma proposta a uma necessidade solicitante, preenchendo todos os preceitos técnicos e legais. SUSTENTABILIDADE Sustentabilidade significa buscar a satisfação de todos os nossos clientes e colaboradores resgatando os potenciais instalados em cada PARTE DO TODO, gerenciando os negócios e buscando sempre, direto ou indiretamente, o superávit financeiro em todas as nossas ações, e, perenemente, contribuir para as sucessões naturais MELHORADAS e o desenvolvimento social das comunidades onde estamos presentes, buscando juntos, a preservação do Meio Ambiente.

22 É NECESSÁRIO SENSIBILIDADE SANTA CASA DE VALINHOS VISÃO SISTEMICA E ENCAIXE PERFEITO DE CADA PARTE INTERNA E EXTERNA, EDOS PROCESSOS ENVOLVENDO CADA UMA (NÃO BASTA ME CONHECER). PRECISAMOS CONHECER AS NECESSIDADES DAS PARTES QUE NOS COMPÕEM!

23 QUALIDADE E SUSTENTABILIDADE QUAL TEM SIDO A NOSSA DIREÇÃO? PODEMOS TAMPAR OS OUVIDOS, FECHAR OS OLHOS E NOS CALAR.. OU, COMO TEMOS NOS RELACIONADO?

24 SE SOMOS PRIMITIVOS... SANTA CASA DE VALINHOS Quantos pesos e medidas utilizamos quando não há este alinhamento?

25 QUALIDADE E SUSTENTABILIDADE

26 UMA BUSCA PERMANENTE DE... Temos todas as ferramentas adequadas que precisamos para estes alinhamentos? Profissionalizar a Gestão O profissional, ou ferramenta adequada é aquele que faz as coisas com, técnicas, com amor, que conhece bem um assunto; é aquele que está sempre aprendendo e aplicando dentro de um contexto plural e para o bem de todos as suas ações.

27 VISÃO SISTÊMICA DE GARGALOS TOC SABEMOS QUAIS OS ELOS PRECISAM SER REVISTOS NA NOSSA CADEIA DE PROCESSO INTERNOS E EXTERNOS? ( TOC / SWOT)

28 FIDELIZAÇÃO DO CLIENTE DESDE A RECEPÇÃO, AÇÕES FORTES; INTELIGENTES; DINÂMICAS. CARTEIRA DE VIDAS PLANO SANTA CASA ENTRADAS MENSAIS CONSTANTES GARGALOS MANUTENÇÃO DE FUNCIONÁRIOS ATUAL PARA ABSORVER FATURAMENTO E EVITAR CUSTO MAIOR, C/ DISPENSA E NOVAS CONTRATAÇÕES. CARTEIRA DE VIDAS PLANO SANTA CASA P.I.S. SUPERAVIT FORTALECIMENTO DOS MÉDICOS ATUAIS SANTA CASA PLANTÕES 650,00 SAÍDA DE OUTROS NÃO COMPROMETIDOS PESSOAS RESGATE DOS POTENCIAIS INSTALADOS E NÃO UTILIZAÇÃO X ERRO ZERO SEM RETRABALHO /SATISFAÇÃO EMPRÉSTIMO PARA QUITAR DÉBITOS FEDERAIS LIBERAÇÃO CND DIMINUIÇÃO DO N DE ATENDIMENTO SUS ACIMA DO TETO QUE HOJE É DE R$ RECEBEMOS R$ 400.0

29 INSTITUIÇÕES SEM PLANEJAMENTO SUSTENTÁVEL... REBELDE QUEBRADA DESACREDITADA PERDIDA

30 TEORIA DOS FRACTAIS TUDO ISTO É APENAS TEORIA SE, A MENOR UNIDADE QUE COMPÕE O TODO NÃO FOR A PRIMEIRA A SER CONSIDERADA PESSOAS. SEM MOTIVAÇÃO INDIVIDUAL, NÃO HAVERÁ SUSTENTABILIDADE, POIS NÃO HAVERÁ PEQUENOS PROVEDORES ENEMPROVISÃOEMCADAAÇÃOINDIVIDUAL MOMENTÂNEA E, AO LONGO DO TEMPO SUCESSÃO DE MOTIVAÇÃO.

31 5 PILARES DE SUSTENTAÇÃO SANTA CASA DE VALINHOS SUSTENTABILIDADE BUSCA DO SUPERÁVIT PARCERIAS INTELIGENTES DE SUCESSO. PLANOS DIRETOR COM MELHORIA CONTÍNUA PROFISSIONALIZA ÇÃO / SUCESSÕES GESTÃO DA QUALIDADE DE (CERTIFICAÇÃO: ONA N1)

32

33 Leitos antes das reformas Leitos após as reformas

34 Banheiros antes das reformas Banheiros após as reformas

35 Guarita da entrada antes das reformas Guarita após as reformas

36 Fachada do hospital antes das reformas Fachada do hospital após as reformas

37 Biblioteca e Centro de Estudos antes e depois das reformas SANTA CASA DE VALINHOS

38 Farmácia antes e depois das reformas SANTA CASA DE VALINHOS

39 Auditório antes das reformas Auditório depois das reformas

40 NOVO ESTATUTO MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS EM PROL DO COMPROMETIMENTO E CONTINUIDADE Art. 10: Composição da Irmandade por serviços prestados Art. 20: Critério de desempate provedor o mais novo Art. 27: Criação das Comissões Permanentes diretores. Art. 29n: Critério de elegibilidade PLANO DIRETOR E CHAPA Art.38: Critérios para eleições antecedência de competência

41 DADOS GERAIS Área Total Área Construída ,7 m ,04 m2 Número de leitos 120 Leitos de UTI AD 14 Salas Cirúrgicas 05 Funcionários 404 Corpo Clínico Aberto 105 Serviços Terceirizados Segurança, Laboratório Clínico e de Patologia, Radiologia (em processo) Diagnóstico por Imagem, Banco de Sangue

42 NOSSAS ESPECIALIDADES Anestesiologia Buco Maxilo Cabeça e Pescoço Cirurgia Geral Clínica Médica Cardiologia Dermatologia Endocrinologia Ginecologia e Obstetrícia Infectologia Nefrologia Neurologia /Neurocirurgia Ortopedia Otorrino Oftalmologia Plástica Pediatria Pneumologia Psiquiatria Reumatologia

43 NOSSA MISSÃO SER UM HOSPITAL GERAL, COM CERTIFICAÇÃO DE QUALIDADE, DE FILANTROPIA, COM VISTAS A ATENDER PLANOS DE SAÚDE, PROMOVENDO AÇÕES DE SAÚDE.

44 NOSSA VISÃO SER RECONHECIDO COMO UMA INSTITUIÇÃO SÓLIDA E QUALIFICADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE, NO ÂMBITO HOSPITALAR, E PARA COMERCIALIZAÇÃO DE PLANOS DE SAÚDE EMPRESARIAL, FAMILIAR E INDIVIDUAL, EM VALINHOS E REGIÃO DE CAMPINAS.

45 NOSSOS VALORES RESPEITO AO USUÁRIO; AOS PROFISSIONAIS; AOS COLABORADORES E SUA HISTÓRIA; COMPROMETIMENTO COM A ÉTICA E TRANSPARÊNCIA; VALORIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO PROFISSIONAL ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO PERMANENTE; HUMANIZAÇÃO EM TODAS AS SUAS AÇÕES; ESTIMULO À CRIATIVIDADE INDIVIDUAL E COLETIVA; COMPROMISSO COM A SUSTENTABILIDADE; QUALIDADE NOS PROCEDIMENTOS.

46 Análise dos Cenários...

47 Reconhecendo as Nossas Fraquezas: Estrutura Física Depreciada Modelo de Gestão que limitava o crescimento Modelo assistencial centrado no médico Cultura institucional e populacional NÃO TEM JEITO Déficit no quadro funcional Valor da dívida: contraída no período da intervenção

48 Reconhecendo as Nossas Forças: História Credibilidade do Corpo Clínico Parcerias de Sucesso Projetos de Revitalização Compromisso com a Qualidade Hospital da Nossa Família Apelo Filantrópico junto à população Renda per capita da população de Valinhos

49 Estamos apenas no início da caminhada deste novo olhar...

50 COM CERTIFICAÇÃO ONA SANTA CASA DE VALINHOS

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