UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SÉRGIO MURILO MANOEL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SÉRGIO MURILO MANOEL"

Transcrição

1 1 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SÉRGIO MURILO MANOEL A CONSTRUÇÃO DE UM PORTAL CORPORATIVO POR MEIO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE CONTEÚDO: O ESTUDO DE CASO DA GUARDA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS São José 2005.

2 2 SÉRGIO MURILO MANOEL A CONSTRUÇÃO DE UM PORTAL CORPORATIVO POR MEIO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE CONTEÚDO: O ESTUDO DE CASO DA GUARDA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação na Universidade do Vale do Itajaí, Centro de Educação São José. Orientadora: Profª MEng. Daniella Pinto Vieira São José 2005

3 3 SÉRGIO MURILO MANOEL A CONSTRUÇÃO DE UM PORTAL CORPORATIVO POR MEIO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE CONTEÚDO: O ESTUDO DE CASO DA GUARDA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS Este Trabalho de Conclusão de Curso foi julgado adequado para obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação e aprovado pelo Curso de Ciência da Computação, da Universidade do Vale do Itajaí (SC), Centro de Educação São José. São José, 12 de dezembro de Apresentada à Banca Examinadora formada pelos professores: Prof. MEng. Daniella Pinto Vieira UNIVALI - Centro de Educação São José. Orientadora Prof. Dr. Márcio Matias, membro da banca examinadora. Prof. Esp. Marlise There Dias, membro da banca examinadora.

4 4 AGRADECIMENTOS Agradeço à minha orientadora professora Daniella Pinto Vieira, por me ajudar a trilhar meus passos durante este trabalho. À minha namorada Cíntia Maria Kretzer, que foi a minha maior incentivadora para concluir esse curso, dando-me força nos momentos difíceis. Aos familiares pelo apoio e incentivo durante toda essa caminhada, em especial a minha mãe. Aos professores e colegas do Curso, pela troca de experiências. A Deus.

5 5 RESUMO O presente trabalho apresenta o processo de criação de um portal corporativo por meio de sistemas de gestão de conteúdo. Estes sistemas são peças fundamentais em portais corporativos. Eles se encaixam perfeitamente na criação de um ambiente de colaboração e aprendizado para troca de informações, resultando conseqüentemente, na geração de conhecimento. Diversas ferramentas de gestão de conteúdo estão disponíveis no mercado e disponibilizam diversas funcionalidades que estão presentes em uma plataforma de portal corporativo. Utilizando-se de uma ferramenta de gestão de conteúdo chamada XOOPS, será representado este relacionamento por meio da construção de um protótipo de um portal que atenda as necessidades institucionais da Guarda Municipal de Florianópolis. O objetivo principal deste trabalho foi, utilizando-se desta ferramenta e da Internet como meio difusor, criar um ambiente para a Guarda Municipal que permita e facilite a busca e troca de informações com a comunidade e com seus integrantes e também a automatização de alguns processos internos. A construção deste ambiente trata da aplicação prática dos conhecimentos, ou seja, com finalidade aplicada e utiliza-se de conhecimentos adquiridos por meios de pesquisas no nível descritivo para coleta de dados. Primeiramente será apresentada uma pesquisa bibliográfica sobre temas relacionados com o contexto do trabalho como gestão do conhecimento, portais corporativos e gestão de conteúdo. Posteriormente à pesquisa bibliográfica, será feita a construção do protótipo do portal. A construção do protótipo terá como base a pesquisa bibliográfica e também a aplicação de procedimentos de engenharia de software para atender todos os requisitos necessários para implementação do mesmo. O resultado principal esperado deste projeto é que este protótipo possa ajudar a Guarda Municipal a melhorar a sua interação e qualidade de serviços prestados à comunidade e a seus integrantes. Palavras chave: portal corporativo, conhecimento, informações, gestão de conteúdo, ferramentas de gestão de conteúdo, construção de um ambiente, Guarda Municipal.

6 6 ABSTRACT The present work presents the process of creation of a corporative portal by means of systems of content management. These systems are basic parts in corporative portals. They perfectly incase in the creation of an environment of contribution and learning for exchange of information, resulting consequently, in the knowledge generation. Diverse tools of content management are available in the market and available diverse functionalities that are present in a platform of corporative portal. Using itself of a tool of called management of content XOOPS, this relationship by means of the construction of an prototype of a portal will be represented that takes care of the institucional necessities of Florianópolis Municipal Guard. The main objective of this work was, using itself of this tool and the half diffusing Internet as, to also create an environment for Municipal Guard that allows and facilitates to the search and exchange of information with the community and its integrant ones and the automatization of some internal processes. The construction of this environment deals with the practical application of the knowledge, or either, with applied purpose and is used of knowledge acquired for ways of research in the descriptive level for collection of data. First a bibliographical research on subjects related with the context of the work will be presented as management of the knowledge, corporate portals and management of content. Later to the bibliographical research, the construction of the prototype of the portal will be made. The construction of the prototype will have as base the bibliographical research and also the application of procedures of engineering of software to take care of to all the necessary requirements for implementation of exactly. The main result waited of this project is that this prototype can help Municipal Guard to improve its interaction and quality of services given to the community and its integrant ones. Words key: corporative portal, knowledge, information, management of content, tools of content management, construction of an environment, Municipal Guard.

7 7 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Estrutura do trabalho...15 Figura 2: Evolução temporal dos modelos dos portais...25 Figura 3: Modelo tradicional de produção de conteúdo...31 Figura 4: Processo padrão de Gestão de Conteúdo...32 Figura 5: Modo de publicação de conteúdos com Sistemas de Gestão de Conteúdo...34 Figura 6: Níveis hierárquicos da Guarda Municipal Figura 7: Estrutura organizacional da Guarda Municipal de Florianópolis...40 Figura 8: Tela de configuração do módulo system...48 Figura 9: Tela de configuração de blocos e módulos Figura 10: Tela de inclusão de conteúdos Figura 11: Exemplo de uma enquete Figura 12: Formulário de ouvidoria Figura 13: Tela de inclusão de notícias Figura 14: Galeria de fotos Figura 15: Calendário de eventos Figura 16: Tela do fórum...56 Figura 17: Área de downloads...57 Figura 18: Links interessantes Figura 19: Tela de menus Figura 20: Tela de configuração de grupos Figura 21: Tela de permissão de funcionalidades Figura 22: Atores do protótipo do portal...63 Figura 23: Diagrama de classes...66 Figura 24: Tela do protótipo do portal....69

8 8 LISTA DE SIGLAS API Application Programming Interface; B2B - Business To Business; B2C - Business To Consumer; BI - Business Intelligence; B2E - Business To Employee; CORBA Commom Object Request Brolker Arquiteture; CRM - Customer Relationship Management; DCOM Distribute Component Object Model; DHTML Dynamic HyperText Markup Language ERP - Enterprise Resource Planning; HTML - HyperText Markup Language; JSP - Java Server Pages; OMG - Object Management Group; PHP Hypertext Preprocessor; URL - Uniform Resource Locator; TCIP/IP Transmission Control Protocol/Internet Protocol; UML - Unified Modeling Language; XML - Extensible Markup Language. XOOPS extensible Object Oriented Portal System.

9 9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO APRESENTAÇÃO OBJETIVOS Objetivo geral Objetivos específicos JUSTIFICATIVA ASPECTOS METODOLÓGICOS ESTRUTURA DO TRABALHO RESULTADOS ESPERADOS FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA CONTEXTO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO E SUA RELAÇÃO COM OS PORTAIS Gestão do Conhecimento PORTAIS CORPORATIVOS Requisitos de um Portal Corporativo GESTÃO DE CONTEÚDO DOS PORTAIS Sistemas de Gestão de Conteúdo CONSTRUÇÃO DO PROTÓTIPO DO PORTAL DA GUARDA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS ESTUDO INICIAL Descrição da Organização Descrição do Problema Descrição da Solução Requisitos funcionais Requisitos não-funcionais Regras de negócio CONSTRUÇÃO DO AMBIENTE DO USUÁRIO Módulos da ferramenta utilizados no protótipo System Tiny Content: Xoopspoll Liaise News Myalbum Pical Fórum...56

10 WF-Downloads MyLinks Multimenu Diagrama de use cases Descrição dos Atores Descrição dos Use cases Diagrama de Classes Diagramas de Seqüência CONSIDERAÇÕES FINAIS...70 GLOSSÁRIO REFERÊNCIAS...74 APENDICE I USE CASES DETALHADOS...76 APENDICE II - TELAS DO PROTÓTIPO...96 APENDICE III DIAGRAMAS DE SEQUÊNCIA...114

11 11 1 INTRODUÇÃO 1.1 APRESENTAÇÃO O número de usuários da Internet cresce a cada dia, bem como os serviços e novas oportunidades na sua utilização. Dentre as várias situações de utilização, a Internet pode ser um mecanismo que pode ser utilizado para aproximar os cidadãos e democratizar o acesso à informação. Segundo Eisenberg (2001), a Internet permite uma nova forma de interação comunicativa entre os indivíduos por meio de computadores e independente de localização. Pode-se fazer um comparativo em relação à forma de comunicação da Internet: um website e um programa de televisão não são muito diferentes. Na internet há as interações um a um ou muitos a muitos em que os indivíduos são simultaneamente produtores e receptores de informação. Há também as informações que decorrem de mensagens produzidas por um ou alguns indivíduos e que são consumidas, de forma passiva, durante a navegação. Os websites podem ser ferramentas que auxiliam na comunicação com a comunidade. Os websites podem ser instrumentos governamentais que permitam facilitar o acesso a informações e serviços prestados aos cidadãos. Eles devem apresentar conteúdo relevante e ser acessível ao maior número possível de pessoas. O conteúdo deve permitir ao cidadão resolver seus problemas com o Estado, como queixas e reclamações sobre a qualidade dos serviços prestados, recadastramento de CPF, obtenção da segunda via etc. (EISENBERG, 2001). Neste contexto, a Guarda Municipal de Florianópolis pode utilizar a Internet como oportunidade estratégica na obtenção de seus objetivos como entidade governamental e prestadora de serviços à comunidade. A Guarda Municipal de Florianópolis foi criada pela lei complementar 119, de 24 de junho de 2003, com base na Constituição Federal, tem por missão proteger o patrimônio, bens, serviços e instalações públicas, o meio ambiente e fiscalizar o uso de vias urbanas e estradas municipais. Esta é uma corporação que atua nas ruas em contato direto com a população prestando vários tipos de auxílio. Suas atividades foram direcionadas inicialmente à área central de Florianópolis, preferencialmente no controle do trânsito em frente às escolas, liberação e fluidez do tráfego de veículos, fiscalização do

12 12 trânsito, estendendo-se à educação no trânsito dos alunos das escolas municipais (ROSA, 2004). Por meio de um portal Internet interativo, a Guarda Municipal de Florianópolis pretende utilizar a Internet como canal de comunicação com a comunidade e com seus integrantes. Esse portal tem como principal objetivo prover acesso a informações de interesse da população e de seus integrantes. Além disso, utilizando-se de ferramentas desenvolvidas para a Internet, possibilitar que processos internos da Guarda Municipal possam ser executados dinamicamente no portal. 1.2 OBJETIVOS Objetivo geral É objetivo deste trabalho desenvolver o protótipo de um portal web por meio de um sistema de publicação de conteúdos que seja destinado a atender às necessidades institucionais da Guarda Municipal de Florianópolis Objetivos específicos Realizar a pesquisa bibliográfica relacionada aos principais conceitos que envolvem o trabalho proposto, tais como, gestão do conhecimento, teoria dos portais e gestão de conteúdo; Fazer uma análise comparativa das principais funcionalidades de alguns sistemas de gestão de conteúdos disponíveis no mercado e destinadas a atender os portais web; Fazer toda a análise de requisitos e desenvolver a construção do protótipo do portal web; Analisar os resultados obtidos no desenvolvimento, os benefícios encontrados e sugestões de trabalhos futuros que ainda podem ser realizados.

13 JUSTIFICATIVA Preocupada em atingir seus objetivos de forma mais eficiente e aumentar a qualidade de seus serviços, a Guarda Municipal percebeu a demanda por um canal mais estreito de comunicação e interação com a comunidade e seus integrantes. Acredita-se que, com a criação de um portal, a Guarda Municipal possa melhorar e ampliar os serviços prestados. Pode-se disponibilizar no portal informações e serviços de forma mais ágil. Assim, o cidadão pode, informar-se sobre condições de trânsito, mapas das ruas, horários de ônibus, notícias, dicas de trânsito entre outros. Não somente a comunidade, mas também os guardas municipais poderão ter maior interação com o comando interno e ter acesso a informações de seu interesse. O portal permite apresentar informações e processos relevantes a seus integrantes como escalas de serviço, quadro de cursos, quadro de horas, eventos da guarda entre outros. A relevância deste trabalho consiste, ainda, em levar para a comunidade uma aplicação prática do conhecimento adquirido pelo acadêmico dentro da universidade, mostrando que a universidade não é só feita em salas de aula e laboratórios. Ela também ajuda a estimular a participação acadêmica na integração com a sociedade na resolução de seus problemas. Este trabalho contribui, nesse sentido, para que a universidade atenda a sua responsabilidade social como instituição de ensino superior no incentivo à pesquisa, à profissionalização do acadêmico e à prestação e serviços à comunidade. 1.4 ASPECTOS METODOLÓGICOS A atividade básica da ciência é a pesquisa. Segundo Gil (1999, p.42), pode-se definir pesquisa como o processo formal e sistemático de desenvolvimento do método científico. O objetivo fundamental da pesquisa é descrever respostas para problemas mediante o emprego de procedimentos científicos. Pode-se considerar este trabalho como uma pesquisa aplicada. Conforme abordada por Gil (1999), a pesquisa aplicada se preocupa com a aplicação e utilização prática dos conhecimentos. Este trabalho propõe-se a desenvolver um portal web contendo uma estrutura

14 14 de informações e serviços, a serem disponibilizados para a Guarda Municipal de Florianópolis e a comunidade. O nível da pesquisa é o descritivo, pois tem como característica a utilização de técnicas de coleta de dados e como objetivo a descrição das características de determinada população (GIL, 1999). Para a coleta de dados, será utilizada uma pesquisa bibliográfica por meio de leituras dos principais autores sobre os temas propostos. O propósito da pesquisa bibliográfica é o aprofundamento teórico na área de Gestão do Conhecimento e seu relacionamento com os portais. Outro tópico que será abordado é o dos Sistemas de Gestão de Conteúdo. Estes temas serão objetos de estudo que servirão de apoio na construção do portal da Guarda Municipal de Florianópolis. Esta pesquisa será feita em livros, periódicos científicos, Internet e outros. Após a pesquisa bibliográfica, será construído o protótipo do portal. Para a construção deste, serão utilizados preceitos de engenharia de software que definirão as tarefas a serem executadas para atingir os objetivos. Nesta fase, será feita toda a análise de requisitos e construção do ambiente do protótipo do portal. A coleta de dados será feita por meio de reuniões e entrevistas com integrantes da Guarda Municipal de modo a obter todos os requisitos necessários para a implementação do protótipo do portal. 1.5 ESTRUTURA DO TRABALHO De acordo com a figura 1, no capítulo 2 procura-se mostrar, de maneira geral, o resultado de uma pesquisa bibliográfica relacionada aos principais conceitos que envolvem o trabalho proposto, tais como, gestão do conhecimento, teoria dos portais e gestão de conteúdo. Sobre o tema de gestão de conteúdo, será feita uma análise de algumas ferramentas de publicação de conteúdo on-line destinadas a atender os portais web disponíveis no mercado.

15 15 Figura 1: Estrutura do trabalho O capítulo 3 é destinado para a construção do protótipo do portal web. Primeiramente será feito um estudo inicial com a descrição da organização e os problemas encontrados, bem como uma proposta de solução. Posteriormente, será feita a análise de requisitos por meio de modelagem de diagramas para construção do ambiente do usuário. Feita a análise, o próximo passo é a implementação de funcionalidades do protótipo por meio da ferramenta de gestão de conteúdo. Finalizando o capítulo, será implementado e integrado ao protótipo alguns processos internos da organização. O capítulo 4 serve para realizar conclusões e considerações finais por meio da análise dos resultados e benefícios obtidos no desenvolvimento do protótipo e previsão de trabalhos futuros que ainda podem ser realizados. 1.6 RESULTADOS ESPERADOS Espera-se que este projeto alcance seu objetivo principal que é o da criação do protótipo do portal e que este protótipo possa também atender os objetivos específicos e necessidades institucionais da Guarda Municipal de Florianópolis. Esta, por sua vez, pretende melhorar a qualidade de serviços prestados à comunidade e a seus integrantes. Assim, o protótipo criará um ambiente que centralize as informações que sejam úteis a ambas as partes. Este ambiente proverá a interação entre os colaboradores da organização por meio da troca de informações e serviços disponibilizados. Em relação ao acadêmico, espera-se que o mesmo possa aperfeiçoar seu conhecimento por meio da pesquisa e aplicar de forma prática os conhecimentos adquiridos durante sua graduação nessa universidade. Espera-se, ainda, que o acadêmico possa por meio da universidade contribuir com a integração com a sociedade no apoio social e resolução de seus problemas.

16 16 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Neste capítulo serão apresentados conceitos relacionados aos portais corporativos. Antes de abordar o tema de portais corporativos, introduz-se os conceitos relacionados à Gestão do Conhecimento tendo em vista que esses conceitos permeiam o contexto do trabalho. Assim, serão abordados alguns conceitos básicos com o objetivo de definir os limites para os insumos da Gestão do Conhecimento e sua relação com os portais corporativos. 2.1 CONTEXTO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO E SUA RELAÇÃO COM OS PORTAIS. Primeiramente pode-se definir alguns conceitos básicos considerados insumos da Gestão do Conhecimento. Serão definidos os conceitos de dados, informação e conhecimento. Estes três elementos servem de apoio para entender o processo de transformação desta cadeia dadoinformação-conhecimento, utilizada na gestão do conhecimento. Os portais, se implementados com foco em gestão do conhecimento, podem apresentar um ambiente de receptividade, trazendo estes elementos de forma simples e que favoreça o processo de transformação. Segundo Teixeira Filho (2000), a ênfase nas primeiras décadas da informática foi gerenciar dados. Até hoje essa afirmação é válida, pois ferramentas, tecnologias e métodos enfatizam os dados. Tem-se como exemplo as estruturas de dados, os banco de dados, data warehouse e assim por diante. Dada sua importância, pode-se então defini-los: dados são observações sobre o estado do mundo. Por exemplo: existem 697 unidades no armazém. A observação desses fatos brutos ou entidades quantificáveis pode ser feita por pessoas ou por uma tecnologia apropriada (DAVENPORT,1998, p.19). Já para Stair (1998, p.04), dados são os fatos em sua forma primária, como por exemplo, o nome de um empregado, o número de horas trabalhadas em uma semana, números de peças em estoque. Os dados não fornecem interpretação nem julgamento sustentável para a tomada de decisão. Contudo, e embora por si só não digam o que fazer, eles são importantes para as organizações. Eles são considerados matéria prima essencial para o processo de criação da informação (DAVENPORT e PRUSAK, 1998, p.03).

17 17 Segundo Stair (1998, p.04), informação é um conjunto de fatos organizados de tal forma que adquirem valor adicional além do valor do fato em si. Quando estes fatos estão organizados ou arranjados de uma maneira significativa, eles se tornam uma informação. Davenport e Prusak (1998) definem informação por meio de um processo que consiste em organizar os fatos (dados) numa determinada estrutura, de modo a torná-los com algum significado, relevância e propósito. Dados viram informação quando se agrega valor a eles. Para os dados se transformarem em informação, os autores consideram que se fazem necessários métodos importantes: Contextualização: qual a finalidade dos dados coletados; Categorização: conhecer as unidades de análise ou os componentes essenciais dos dados; Cálculo: pode-se fazer uma análise matemática ou estatística dos dados; Correção: são eliminados os erros dos dados. Condensação: pode-se fazer um resumo dos dados numa forma mais concisa. Analisando o processo de transformação dos dados em informação, acredita-se que o conceito de conhecimento seja mais amplo. Processo esse de geração do insumo mais importante da Gestão do Conhecimento chamado conhecimento. Segundo Teixeira Filho (2000), para transformar dados em informação precisa-se de métodos, ferramentas, mas para transformar informação em conhecimento precisa-se de algo mais: tempo. Conhecimento não pode ser considerado dado ou informação, mas ele está relacionado a ambos. Ele é um agregador de experiências, valores, informação de contexto, criatividade, avaliação de novas informações e experiências. O conhecimento é algo que não se pode separar de dentro e entre os seres humanos. Ele está sendo utilizado há muito tempo, mesmo sem ter uma atenção especial a ele. Nas empresas, o conhecimento pode ser extraído da experiência das pessoas, das atividades em grupos, dos processos, dos documentos, da base de dados, dos sistemas de informação entre outros. Para Davenport e Prusak (1998), os seres humanos precisam fazer virtualmente todo o trabalho de criação do conhecimento por meio da transformação da informação. Para acontecer esta transformação da informação, há, segundo os autores, algumas atividades necessárias:

18 18 Comparação: de que forma as informações relativas a esta situação se comparam com outras situações conhecidas; Conseqüências: que conseqüências estas informações trazem para as decisões e tomadas de ação; Conexões: que relação este novo conhecimento tem com o conhecimento acumulado; Conversação: o que outras pessoas acham desta informação; Diversos autores procuram definir conhecimento, mas Teixeira Filho (2000) afirma que há um conceito central que a maioria dos autores utiliza. Este conceito é o da criação do conhecimento na empresa, é o do conhecimento tácito versus o conhecimento explícito. Este autor define estes dois tipos de conhecimento: Conhecimento tácito é aquele que as pessoas possuem, mas não está descrito em nenhum lugar, residindo apenas em suas cabeças. Conhecimento explícito é aquele que está registrado de alguma forma, e assim disponível para as demais pessoas. Segundo Teixeira Filho (2000), muito do que é feito em gestão do conhecimento tem por base essas sucessivas conversões destes tipos de conhecimento. Nonaka e Takeuchi (1998) definem estas conversões como: Socialização: (tácito para tácito) Esta conversão sugere que as pessoas interajam entre si para que haja o compartilhamento de experiências associadas às emoções, modelos mentais, intenções e visões; Externalização: (tácito para explícito) Consiste no modo pelo o qual o conhecimento tácito é traduzido em novos conceitos capazes de serem justificados, categorizados e contextualizados. É o processo de formalizar o conteúdo abstrato do conhecimento tácito de modo que este conhecimento possa vir a se tornar uma possível fonte de inovação. Pode-se definir como exemplo de externalização a criação de um processo, um documento, um novo produto, entre outros; Combinação: (explícito para explícito) é o processo de identificar os conhecimentos explícitos que foram extraídos pela organização e agrupar aqueles que possuem alguma relação entre si; Internalização: (explícito para tácito) É a captação individual do conhecimento que foi extraído para a organização. Nesta conversão, o conhecimento explícito se torna

19 19 ferramenta de aprendizagem, como manuais e documentos, voltando a ser um conceito subjetivo para cada pessoa da organização (conhecimento tácito). Teoricamente pode-se tentar distinguir dados, informação e conhecimento. Mas, no dia a dia, não é fácil fazer esta distinção, pois eles fazem parte de todo um processo onde estão incluídos. Um passo importante é definir limites que nos ajudem nessa diferenciação. O quadro 1 apresenta um resumo das características dos insumos da gestão do conhecimento: Dados Informação Conhecimento Simples observações sobre o Dados dotados de estado do mundo; relevância e propósito; Facilmente estruturado; Facilmente obtido por máquinas; Freqüentemente quantificado; Facilmente transferível. Requer unidade de análise; Exige consenso em relação ao significado; Exige necessariamente a mediação humana. Informação valiosa da mente humana. Inclui reflexo, síntese. Contexto; De difícil estruturação; De difícil captura em máquinas; Freqüentemente tácito; De difícil transferência. Quadro 1: Características de dados, informação e conhecimento. Fonte: (DAVENPORT, 2002, P.18). No contexto de conhecimento, na Guarda Municipal, assim como em qualquer organização, o conhecimento pode ser extraído da experiência das pessoas, das atividades em grupos, dos processos, entre outros. Pode-se, então, disponibilizar a Guarda Municipal, por meios e processos que habilitem seus funcionários e a comunidade em qualquer local a acessar e utilizar informações e serviços que sirvam para geração do conhecimento. O próximo tópico apresenta a importância de gerenciar o conhecimento nas organizações.

20 Gestão do Conhecimento Inicialmente, pode-se fazer um pequeno histórico sobre a origem da importância em gerenciar conhecimento nas organizações. Segundo Teixeira Filho (2000), o interesse pela Gestão do Conhecimento inicia-se em diferentes momentos, dependendo da referência que se faça. Pode-se considerar que o início da sociedade da informação ocorreu com a popularização dos microcomputadores na década de 80, ou até mesmo antes, nos anos 60 com a utilização dos mainframes em aplicações comerciais. Mas diversos autores assinalam com o início a fase pós-industrial, onde há o predomínio dos trabalhadores do setor terciário, também chamado de serviços. Neste setor, o conhecimento e a informação se firmam como centro da atividade econômica. O autor ainda considera que chegamos numa economia cada vez maior de serviços e numa fase em que o conhecimento, bem como gerenciá-lo, é imprescindível para a sobrevivência de qualquer empresa num meio globalizado e competitivo. Conforme Terra e Gordon (2002), num passado mais recente, o desafio maior das empresas era simplesmente produzir mais produtos, o mais rápido possível e com baixo custo. As prioridades para vantagens competitivas eram, por exemplo, a localização da empresa, as facilidades de acesso, os recursos naturais, entre outros. Toledo (2002) apresenta dados sobre um fórum ocorrido em maio de 2002, no Rio de Janeiro, com Palestrantes do Banco Mundial, no qual o tema apresentado foi O Brasil e a Economia do Conhecimento. Nessa palestra, apresentou-se um modelo econômico no qual o conhecimento é o fator imprescindível para o desenvolvimento, muito diferente do modelo convencional, no qual tal fator é desempenhado pelo capital físico e outros fatores tradicionais como recursos naturais, mão de obra, entre outros. Havia, neste fórum, uma forte tendência em ver a Gestão do Conhecimento como direcionador da prosperidade nacional, do aprendizado, da inovação, assim como da geração do Produto Interno Bruto (PIB). A Gestão do Conhecimento pode ser vista como uma coleção de processos que governa a criação, disseminação e utilização do conhecimento para atingir plenamente os objetivos da organização (TEIXEIRA FILHO, 2000, p.22). Segundo Terra e Gordon (2002), a Gestão do Conhecimento, em seu sentido mais atual, serve para garantir que colaboradores da organização tenham acesso ao conhecimento da

21 21 organização, quando, onde e na forma que eles necessitarem. A Gestão do Conhecimento ajuda a motivar a realização do compartilhamento do conhecimento entre seus detentores. Este compartilhamento torna mais simples o processo de entendimento do conhecimento de seu interesse, bem como a colaboração com outros. Os autores ainda alertam sobre a criação de projetos de Gestão do Conhecimento que muitas vezes são confundidos nas empresas com projetos de sistemas da informação. Projetos de Gestão da Informação estão preocupados com a integridade dos dados e com políticas e estratégias para a informação. Projetos de Gestão do Conhecimento se preocupam em aumentar a capacidade de interpretação dos colaboradores, ao invés de aumentar a quantidade de informação disponível. A preocupação da Gestão do Conhecimento é dar contexto para a informação disponível, enriquecendo a informação como, por exemplo, de quem a criou, onde e quando foi criada, qual o tempo de relevância, quem mais pode ter interesse, qual a sua utilidade, entre outras (TERRA; GORDON, 2002). Portanto, projetos em Gestão do Conhecimento têm o desafio de capturar o conhecimento e a experiência criados pelos colaboradores, tornando-os disponíveis para os demais colaboradores da organização. Os bens mais valiosos das empresas estão nos conhecimentos tácitos de seus colaboradores. Eles estão na mente das pessoas e, por isso mesmo, são precariamente preservados e gerenciados (TOLEDO, 2002). Existem muitas barreiras técnicas e culturais para capturar este conhecimento tácito e transformá-lo em explícito. Por isso, as organizações precisam criar um ambiente que propiciam o aprendizado, a criação e a colaboração. O papel dos colaboradores da empresa e seus processos de trabalho precisam ser redefinidos e principalmente precisa ser disponibilizada infra-estrutura tecnológica que dê suporte e consistência a essa estratégia (TOLEDO, 2002). Para Souza e Silva (2003), o conhecimento está intimamente relacionado com a ação, mais do que o dado e a informação. Este conhecimento está na cabeça das pessoas e torna-se difícil para uma organização processar o caminho que leva o conhecimento até a ação. A tecnologia pode propiciar uma forma de realizar esta difícil tarefa de gerenciar o conhecimento dentro das organizações.

Thalita Moraes PPGI Novembro 2007

Thalita Moraes PPGI Novembro 2007 Thalita Moraes PPGI Novembro 2007 A capacidade dos portais corporativos em capturar, organizar e compartilhar informação e conhecimento explícito é interessante especialmente para empresas intensivas

Leia mais

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO 1 OBJETIVOS 1. O que é a nova infra-estrutura informação (TI) para empresas? Por que a conectividade é tão importante nessa infra-estrutura

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Prof a.:lillian Alvares Fóruns óu s/ Listas de discussão Espaços para discutir, homogeneizar e compartilhar informações, idéias

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Comunidades de Prática Grupos informais e interdisciplinares de pessoas unidas em torno de um interesse

Leia mais

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Prof a Lillian Alvares

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Prof a Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Fóruns Comunidades de Prática Mapeamento do Conhecimento Portal Intranet Extranet Banco de Competências Memória Organizacional

Leia mais

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 9.1

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 9.1 Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 9.1 9 OBJETIVOS OBJETIVOS A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO O que é a nova infra-estrutura de tecnologia de informação

Leia mais

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec Capital Intelectual O Grande Desafio das Organizações José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago Novatec 1 Tudo começa com o conhecimento A gestão do conhecimento é um assunto multidisciplinar

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware 1. A nova infra-estrutura de tecnologia de informação Conectividade Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos Sistemas abertos Sistemas de software Operam em diferentes plataformas

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI Elaborado e adaptado por: Prof.Mestra Rosimeire Ayres Sistemas Colaborativos Empresariais (ECS) Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 Apresentação Doutora e Mestre em Ciências da Comunicação / Bibliotecária (ECA/USP); Docente do curso de

Leia mais

Escola Politécnica da USP MBA EPUSP em Gestão e Engenharia do Produto EP-018 O Produto Internet e suas Aplicações Professor: Márcio Lobo Netto Aluno:

Escola Politécnica da USP MBA EPUSP em Gestão e Engenharia do Produto EP-018 O Produto Internet e suas Aplicações Professor: Márcio Lobo Netto Aluno: Escola Politécnica da USP MBA EPUSP em Gestão e Engenharia do Produto EP-018 O Produto Internet e suas Aplicações Professor: Márcio Lobo Netto Aluno: Giovanni Pietro Vallone Cocco Portais Corporativos

Leia mais

Tecnologias e Sistemas de Informação

Tecnologias e Sistemas de Informação Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 02 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO Capítulo 9 A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO 9.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS O que é a nova infra-estrutura de tecnologia de informação (IT) para empresas? Por que a conectividade

Leia mais

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr.

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. 15 Aula 15 Tópicos Especiais I Sistemas de Informação Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. Site Disciplina: http://fundti.blogspot.com.br/ Conceitos básicos sobre Sistemas de Informação Conceitos sobre Sistemas

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

O poder da colaboração e da comunicação baseadas na Nuvem

O poder da colaboração e da comunicação baseadas na Nuvem O poder da colaboração e da comunicação baseadas na Nuvem O Microsoft Office 365 é a suíte de Produtividade da Microsoft, que oferece as vantagens da Nuvem a empresas de todos os tamanhos, ajudando-as

Leia mais

Perfil. Nossa estratégia de crescimento reside na excelência operacional, na inovação, no desenvolvimento do produto e no foco no cliente.

Perfil. Nossa estratégia de crescimento reside na excelência operacional, na inovação, no desenvolvimento do produto e no foco no cliente. Institucional Perfil A ARTSOFT SISTEMAS é uma empresa Brasileira, fundada em 1986, especializada no desenvolvimento de soluções em sistemas integrados de gestão empresarial ERP, customizáveis de acordo

Leia mais

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Vantagens e desvantagens de uma rede para a organização Maior agilidade com o uso intenso de redes de computadores; Grandes interações

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Informação no contexto administrativo Graduação em Redes de Computadores Prof. Rodrigo W. Fonseca SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA PELOTAS >SistemasdeInformação SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA

Leia mais

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa ACESSE Informações corporativas a partir de qualquer ponto de Internet baseado na configuração

Leia mais

Gestão do Conhecimento Case Documentar

Gestão do Conhecimento Case Documentar Gestão do Conhecimento Case Documentar GESTÃO DO CONHECIMENTO CASE DOCUMENTAR Empresa: Documentar Tecnologia e Informação Localização: R. Barão de Macaúbas 460 20º Andar Santo Antônio BH/MG Segmento: Tecnologia,

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

Seu dia é mais inteligente

Seu dia é mais inteligente Seu dia é mais inteligente O 2007 Microsoft Office system é uma plataforma de soluções inteligentes para tarefas operacionais, estratégicas e organizacionais. O conjunto de aplicativos e servidores e a

Leia mais

Portais Corporativos como Ferramenta Estratégica na Gestão do Conhecimento Organizacional: um estudo exploratório

Portais Corporativos como Ferramenta Estratégica na Gestão do Conhecimento Organizacional: um estudo exploratório Portais Corporativos como Ferramenta Estratégica na Gestão do Conhecimento Organizacional: um estudo exploratório Queli Terezinha Schmitz (TUPER, UDESC, UTFPR) queli@sbs.udesc.br Hélio Gomes de Carvalho

Leia mais

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas.

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas. Introdução Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema Informacional Computadorizado), ou seja manual, que abrange

Leia mais

Introdução. Gestão do Conhecimento GC

Introdução. Gestão do Conhecimento GC Introdução A tecnologia da informação tem um aspecto muito peculiar quanto aos seus resultados, uma vez que a simples disponibilização dos recursos computacionais (banco de dados, sistemas de ERP, CRM,

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

AGENDA. O Portal Corporativo. Arquitetura da Informação. Metodologia de Levantamento. Instrumentos Utilizados. Ferramentas

AGENDA. O Portal Corporativo. Arquitetura da Informação. Metodologia de Levantamento. Instrumentos Utilizados. Ferramentas AGENDA O Portal Corporativo Arquitetura da Informação Metodologia de Levantamento Instrumentos Utilizados Ferramentas PORTAL CORPORATIVO Na sociedade da informação é cada vez mais presente a necessidade

Leia mais

SISTEMA VIRTUAL PARA GERENCIAMENTO DE OBJETOS DIDÁTICOS

SISTEMA VIRTUAL PARA GERENCIAMENTO DE OBJETOS DIDÁTICOS 769 SISTEMA VIRTUAL PARA GERENCIAMENTO DE OBJETOS DIDÁTICOS Mateus Neves de Matos 1 ; João Carlos Nunes Bittencourt 2 ; DelmarBroglio Carvalho 3 1. Bolsista PIBIC FAPESB-UEFS, Graduando em Engenharia de

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA Descrição da(s) atividade(s): Indicar qual software integrado de gestão e/ou ferramenta

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

NCR CONNECTIONS. CxBanking

NCR CONNECTIONS. CxBanking CxBanking NCR CONNECTIONS Nossa soluc a o multicanal permite aos bancos implementar rapidamente servic os empresariais personalizados em canais fi sicos e digitais. Um guia de soluções da NCR Visão geral

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Fóruns / Listas de discussão Espaços para discutir, homogeneizar e compartilhar informações, idéias e experiências que

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV Bloco Comercial CRM e AFV Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos CRM e AFV, que fazem parte do Bloco Comercial. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução Gestão do Conteúdo 1. Introdução Ser capaz de fornecer informações a qualquer momento, lugar ou através de qualquer método e ser capaz de fazê-lo de uma forma econômica e rápida está se tornando uma exigência

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II. Primeiro Trabalho

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II. Primeiro Trabalho UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II Primeiro Trabalho Descrição do trabalho: Escrever um Documento de Visão. Projeto: Automatização do sistema que

Leia mais

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia.

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Introdução Sávio Marcos Garbin Considerando-se que no contexto atual a turbulência é a normalidade,

Leia mais

Aplicações de GED. Aplicações de GED. Document imaging. Document imaging

Aplicações de GED. Aplicações de GED. Document imaging. Document imaging Aplicações de GED Processamento, arquivamento e recuperação de documentos (Document Imaging) Gerenciamento de documentos (Document Management) Sistema de Gerenciamento de documentos técnicos (engineering

Leia mais

PORTAIS CORPORATIVOS: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA DE APOIO À GESTÃO DO CONHECIMENTO. Aline Maria Toledo

PORTAIS CORPORATIVOS: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA DE APOIO À GESTÃO DO CONHECIMENTO. Aline Maria Toledo PORTAIS CORPORATIVOS: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA DE APOIO À GESTÃO DO CONHECIMENTO Aline Maria Toledo MONOGRAFIA SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA ESCOLA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

Leia mais

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente 1. Quais os componentes de um sistema cliente-servidor? Clientes e servidores 2. Na visão do hardware, defina o que é cliente e o que é servidor: Clientes. Qualquer computador conectado ao sistema via

Leia mais

Prof. Lucas Santiago

Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Administração de Sistemas de Informação Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação são classificados por

Leia mais

Capítulo 13: Tecnologia da Informação. Prof.: Roberto Franciscatto

Capítulo 13: Tecnologia da Informação. Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 13: Tecnologia da Informação Prof.: Roberto Franciscatto Introdução Uma informação é um arranjo de dados (nomes, palavras, números, sons, imagens) capazes de dar forma ou sentido a algo do interesse

Leia mais

GESTÃO. Educacional. www.semeareducacional.com.br. Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede

GESTÃO. Educacional. www.semeareducacional.com.br. Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede GESTÃO Educacional A P R E S E N T A Ç Ã O www.semeareducacional.com.br Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede A EXPANSÃO TECNOLOGIA Nossa MISSÃO: Transformação de Dados em Informação Transformação

Leia mais

AULA 5 O E-BUSINESS E OS SISTEMAS DE APOIO ÀS DECISÕES E DE INFORMAÇÃO EXECUTIVA

AULA 5 O E-BUSINESS E OS SISTEMAS DE APOIO ÀS DECISÕES E DE INFORMAÇÃO EXECUTIVA AULA 5 O E-BUSINESS E OS SISTEMAS DE APOIO ÀS DECISÕES E DE INFORMAÇÃO EXECUTIVA APOIO ÀS DECISÕES DE E-BUSINESS E SISTEMAS DE APOIO ÀS DECISÕES Conceito O conceito básico de e-business é simples: negócios

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais

Sistemas de Informações Gerenciais Sistemas de Informações Gerenciais Intranets, Extranets e a Internet Uma intranet Sites é uma na rede Internet interna a uma organização que utiliza tecnologias da Internet para fornecer um ambiente do

Leia mais

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico.

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. TENDÊNCIAS NO COMÉRCIO ELETRÔNICO Atualmente, muitos negócios são realizados de forma eletrônica não sendo necessário sair de casa para fazer compras

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO AMBIENTE COLABORATIVO TIDIA-AE PELO GRUPO DE GERENCIAMENTO DO VOCABULÁRIO CONTROLADO DO SIBiUSP - BIÊNIO 2011-2013

UTILIZAÇÃO DO AMBIENTE COLABORATIVO TIDIA-AE PELO GRUPO DE GERENCIAMENTO DO VOCABULÁRIO CONTROLADO DO SIBiUSP - BIÊNIO 2011-2013 UTILIZAÇÃO DO AMBIENTE COLABORATIVO TIDIA-AE PELO GRUPO DE GERENCIAMENTO DO VOCABULÁRIO CONTROLADO DO SIBiUSP - BIÊNIO 2011-2013 Adriana Nascimento Flamino 1, Juliana de Souza Moraes 2 1 Mestre em Ciência

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Auditoria em Sistemas de Informação Prof. Fabio Costa

Leia mais

Software de gerenciamento de trabalho

Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho GoalPost O software de gerenciamento de trabalho (LMS) GoalPost da Intelligrated fornece informações sob demanda para medir,

Leia mais

IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1

IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1 IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1 Banco de Dados Introdução Por: Robson do Nascimento Fidalgo rdnf@cin.ufpe.br IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson

Leia mais

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People.

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. O SoftExpert BPM Suite é uma suíte abrangente de módulos e componentes perfeitamente integrados, projetados para gerenciar todo o ciclo de

Leia mais

Tecnologias da Informação e da Comunicação Aula 01

Tecnologias da Informação e da Comunicação Aula 01 Tecnologias da Informação e da Comunicação Aula 01 Douglas Farias Cordeiro Universidade Federal de Goiás 31 de julho de 2015 Mini-currículo Professor do curso Gestão da Informação Professor do curso ESAMI

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Princípios da Teoria de Sistemas 1 Grupos diferentes dentro de uma organização necessitam

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

Fase 1: Engenharia de Produto

Fase 1: Engenharia de Produto Fase 1: Engenharia de Produto Disciplina: Análise de Requisitos DURAÇÃO: 44 h O objetivo principal da disciplina é realizar uma análise das necessidades e produzir um escopo do produto. Representará os

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI Noções de sistemas de informação Turma: 01º semestre Prof. Esp. Marcos Morais

Leia mais

INTRANETS. Disciplina: Comércio Eletrônico Prof.: Luis Alberto Gómez Alunos: Renato Jorge Prim Alessandra Teixeira Luciana Silvy

INTRANETS. Disciplina: Comércio Eletrônico Prof.: Luis Alberto Gómez Alunos: Renato Jorge Prim Alessandra Teixeira Luciana Silvy INTRANETS Disciplina: Comércio Eletrônico Prof.: Luis Alberto Gómez Alunos: Renato Jorge Prim Alessandra Teixeira Luciana Silvy I N T R A N E T S O que é Intranet? A intranet é um tipo de rede (LAN ou

Leia mais

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People.

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. O SoftExpert BPM Suite é uma suíte abrangente de módulos e componentes perfeitamente integrados, projetados para gerenciar todo o ciclo de

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

Segurança do SharePoint em ação: melhores práticas orientam a colaboração segura. agility made possible

Segurança do SharePoint em ação: melhores práticas orientam a colaboração segura. agility made possible Segurança do SharePoint em ação: melhores práticas orientam a colaboração segura agility made possible Um dos aplicativos mais amplamente implantados em uso atualmente, o Microsoft SharePoint Server, conquistou

Leia mais

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE)

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) 1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) Segundo Tonsig (2003), para conseguir desenvolver um software capaz de satisfazer as necessidades de seus usuários, com qualidade, por intermédio de uma arquitetura sólida

Leia mais

A sua operação de mina faz uso de uma solução de software de planejamento integrado ou utiliza aplicações de software isoladas?

A sua operação de mina faz uso de uma solução de software de planejamento integrado ou utiliza aplicações de software isoladas? XACT FOR ENTERPRISE A ênfase na produtividade é fundamental na mineração à medida que as minas se tornam mais profundas, as operações se tornam cada vez mais complexas. Empresas de reconhecimento mundial

Leia mais

Divulgação Portal - METROCAMP. Você não quer exercer a profissão mais importante do futuro (Bill Gates)?

Divulgação Portal - METROCAMP. Você não quer exercer a profissão mais importante do futuro (Bill Gates)? Divulgação Portal - METROCAMP Você não quer exercer a profissão mais importante do futuro (Bill Gates)? Torne se um Trabalhador de Conhecimento (Kowledge Worker) de Werner Kugelmeier WWW.wkprisma.com.br

Leia mais

Prof. Rossini Monteiro

Prof. Rossini Monteiro LISTA DE EXERCÍCIOS DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL-ENAD - Revisão Prof. Rossini Monteiro 1ª. O desempenho organizacional da empresa Persinex Ltda. Depende cada vez mais de um Sistema de Informações

Leia mais

Data Warehouse Processos e Arquitetura

Data Warehouse Processos e Arquitetura Data Warehouse - definições: Coleção de dados orientada a assunto, integrada, não volátil e variável em relação ao tempo, que tem por objetivo dar apoio aos processos de tomada de decisão (Inmon, 1997)

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA A informação sempre esteve presente em todas as organizações; porém, com a evolução dos negócios, seu volume e valor aumentaram muito, exigindo uma solução para seu tratamento,

Leia mais

RESUMO DA SOLUÇÃO CA ERwin Modeling. Como eu posso gerenciar a complexidade dos dados e aumentar a agilidade dos negócios?

RESUMO DA SOLUÇÃO CA ERwin Modeling. Como eu posso gerenciar a complexidade dos dados e aumentar a agilidade dos negócios? RESUMO DA SOLUÇÃO CA ERwin Modeling Como eu posso gerenciar a complexidade dos dados e aumentar a agilidade dos negócios? O CA ERwin Modeling fornece uma visão centralizada das principais definições de

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Dimensões de análise dos SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução n Os sistemas de informação são combinações das formas de trabalho, informações, pessoas

Leia mais

IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding

IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding Unindo a estratégia às operações com sucesso Visão Geral O Scorecarding oferece uma abordagem comprovada para comunicar a estratégia de negócios por toda a

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística Sistemas de Informação Sistemas de informação ERP - CRM O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE Um estudo sobre os aspectos de desenvolvimento e distribuição do SIE Fernando Pires Barbosa¹, Equipe Técnica do SIE¹ ¹Centro de Processamento de Dados, Universidade Federal de Santa Maria fernando.barbosa@cpd.ufsm.br

Leia mais

SI- Sistemas de Informação. Professora: Mariana A. Fuini

SI- Sistemas de Informação. Professora: Mariana A. Fuini SI- Sistemas de Informação Professora: Mariana A. Fuini INTRODUÇÃO A informação é tudo na administração de uma organização. Mas para uma boa informação é necessário existir um conjunto de características

Leia mais

WORKFLOW. Mapeamento de Processos de Negócio 26/11/2009. Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

WORKFLOW. Mapeamento de Processos de Negócio 26/11/2009. Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS WORKFLOW Mapeamento de Processos de Negócio Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS É proibido a reprodução total ou parcial de qualquer forma ou por qualquer meio sem a expressa autorização

Leia mais

Enterprise Content Management [ECM] Impulsionando o Poder da Informação

Enterprise Content Management [ECM] Impulsionando o Poder da Informação Enterprise Content Management [ECM] Impulsionando o Poder da Informação O SoftExpert ECM Suite provê as tecnologias utilizadas para criar, capturar, gerenciar, armazenar, preservar e distribuir todos os

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Portal RH WEB Versão 3.6.6 - Full

Portal RH WEB Versão 3.6.6 - Full Portal RH WEB Versão 3.6.6 - Full = z A principal característica do portal RH é permitir a descentralização das informações dos colaboradores, possibilitando que o gestor de área se transforme também num

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 INTRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 Há algum tempo, podemos observar diversas mudanças nas organizações,

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a.

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a. Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a. Lillian Alvares Tecnologia e Gestão O principal papel da Tecnologia

Leia mais

Um White Paper da Websense Web Security Gateway: A Web 2.0 Protegida e Simplificada

Um White Paper da Websense Web Security Gateway: A Web 2.0 Protegida e Simplificada Um White Paper da Websense Web Security Gateway: A Web 2.0 Protegida e Simplificada Visão Geral do Mercado Embora o uso dos produtos da Web 2.0 esteja crescendo rapidamente, seu impacto integral sobre

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos.

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fundada em 1989, a MicroStrategy é fornecedora líder Mundial de plataformas de software empresarial. A missão é fornecer as plataformas mais

Leia mais

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia.

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia. XIV Encontro Regional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação - Região Sul - Florianópolis - 28 de abril a 01 de maio de 2012 RESUMO OBSERVATÓRIO DE

Leia mais

Algumas Instituições. World Bank. Gartner Group. Knowledge Transfer International APQC OCDE IPEA

Algumas Instituições. World Bank. Gartner Group. Knowledge Transfer International APQC OCDE IPEA Principais Autores Michael Polanyi Karl M. Wiig Henry Mitzenberg Betty Ann Mackintosh Gordon Petrash Ikujiro Nonaka Hirotaka Takeuchi J. Bair E. Stear J. Hibbard Verna Allee Ross Dawson Tom Davenport Larry

Leia mais

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas Conceito As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas PÁG 02 Actualmente, face à crescente necessidade de integração dos processos de negócio, as empresas enfrentam o desafio de inovar e expandir

Leia mais

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 Índice 1. Importância do ERP para as organizações...3 2. ERP como fonte de vantagem competitiva...4 3. Desenvolvimento e implantação de sistema de informação...5

Leia mais

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM 5/5/2013 1 ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING 5/5/2013 2 1 Os SI nas organizações 5/5/2013 3 Histórico Os Softwares de SI surgiram nos anos 60 para controlar estoque

Leia mais

Detecção e investigação de ameaças avançadas. INFRAESTRUTURA

Detecção e investigação de ameaças avançadas. INFRAESTRUTURA Detecção e investigação de ameaças avançadas. INFRAESTRUTURA DESTAQUES A infraestrutura do RSA Security Analytics Arquitetura modular para coleta distribuída Baseada em metadados para indexação, armazenamento

Leia mais