DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO TRAZENDO DIFERENCIAIS, FACILITANDO O TRANSPORTE E FORTALECENDO O PAPEL DA EMBALAGEM NA LOGÍSTICA

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1 DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO TRAZENDO DIFERENCIAIS, FACILITANDO O TRANSPORTE E FORTALECENDO O PAPEL DA EMBALAGEM NA LOGÍSTICA Robson Seleme (UFPR) Gelson Douglas Pellegrini (UFPR) Lesly Miki Abe Furuie (UFPR) Alessandra de Paula (FATEC) A Indústria Termoplástica Plastini Ltda., fabricante de tampas plásticas para tubos aerossóis levou cerca de dois anos para a produção do primeiro lote de tampas plásticas. Formas de fabricação, materiais, processo de injeção, embalagem, deesperdícios, aumento da lucratividade, diminuição de custos, transportes, fatores impactantes e diferenciais competitivos terão seus conceitos defendidos junto à logística, no presente artigo. A identificação de problemas e a implantação de soluções com o intuito de desenvolver o produto que facilite seu transporte, aumentando sua participação no mercado é um dos papéis da logística. Sabe-se que os produtos e serviços são a primeira coisa a ser vista pelos clientes, onde o desenvolvimento contínuo dos projetos ajuda na definição da posição competitiva da organização. A satisfação do consumidor, tendo suas necessidades e expectativas atendidas, é um dos objetivos do projeto de produtos e serviços, melhorando a competitividade, pois tudo se inicia e termina no consumidor. O estudo da concorrência deve ser uma prática constante, pois o mercado consumidor é ávido de novidades, e se a empresa permanece em sua zona de conforto, está fadada a fechar suas portas. Fato que levou a Indústria Termoplástica Plastini Ltda. a voltar a ser líder de mercado no ramo de tampas plásticas, com o lançamento de novo modelo de tampa, que agrega valores em todo o ciclo logístico, envolvendo desde o projeto até o transporte ao cliente final. Tendo como fator conclusivo de seu retorno e sucesso organizacional, a importância da visão da Logística. No presente artigo pode-se concluir a importância do desenvolvimento do produto para a melhoria da aplicação da logística. Palavras-chaves: Aerossol; Tampas Plásticas; Embalagem; Desenvolvimento de Produto; Logística.

2 1. Introdução O presente artigo apresenta a necessidade das organizações realizarem pesquisas sistêmicas no desenvolvimento de seus produtos como forma de obter diferenciais competitivos que as mantenham no mercado. Conforme Seleme e Paula (2006), vários são os fatores que possibilitam à empresa alcançar o sucesso almejado, desde a fatores relacionados a marca, passando pelos processos de desenvolvimento de bens e serviços e finalmente sua produção. Neste particular tanto o desenvolvimento como a gestão compreendem várias etapas. A primeira delas considera o conceito para o desenvolvimento de produtos, esta ligada diretamente ao atendimento das necessidades dos clientes. A segunda o planejamento estratégico do produto para o mercado, a terceira a concepção de bens e serviços, a quarta o desenvolvimento de bens e serviços, a quinta o estudo e definição do mercado e finalmente a sexta com a manutenção do produto no mercado, neste caso em especial a inovação em desenvolvimento de produtos já existentes. Ainda de acordo com Novaes (2004), as relações comerciais dependem de um conjunto de forças de natureza econômica, social e tecnológica que estão por trás dos fabricantes, comerciantes e consumidores finais. Considerando estes fatos as organizações fabricantes devem obrigatoriamente avançar e desenvolver este conjunto de forças, estes fatores justificam as pesquisas necessárias ao desenvolvimento de produtos. O trabalho reflete um estudo de caso realizado na Indústria Termoplástico Plastini Ltda., onde foram analisadas as características técnicas de projeto uma tampa plástica, sua remodelagem e consequentes ganhos de produção e mercado. Vale salientar que o produto foi remodelado e hoje substitui o anterior com inúmeras vantagens descritas a seguir 2. Caracterização da Organização A Indústria Termoplástico Plastini Ltda. foi fundada por três sócios no dia 12 de janeiro de 2000, na garagem da casa de um dos sócios. Inicialmente com duas máquinas, modelo Pic Boy, de manuseio manual, em função da pouca tecnologia envolvida em seu funcionamento, fabricando, por encomenda, tampas para tubos aerossóis, apenas no tamanho 53 mm, por conta do único molde existente. Seus sócios adquiriram novos moldes aumentando a produção e a receita da indústria. Em 2003, a máquina Batenfeld injetora de plástico para 90 toneladas foi adquirida, automatizando as operações na indústria, sinalizando a necessidade da contratação de um funcionário. Em 2005, apesar do desligamento de um dos sócios, foi adquirida a segunda máquina injetora de marca Himako de 120 toneladas. Atualmente a indústria possui três máquinas injetoras, moinhos para reciclagem e reaproveitamento de produtos, laboratório para controle da qualidade e desenvolvimento de cores, tudo concentrado em uma estrutura própria, adquirida em 2009, e conta com 3 colaboradores. São produzidos, injetados, nove tipos de tampas para tubos aerossóis, dentre outros produtos, nas mais variadas tonalidades. (TABELA 1). Os clientes estão localizados na 2

3 grande maioria em Curitiba e Região Metropolitana, além de atender o mercado existente nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais. Modelo / Especificação Tubos Aerossóis Obs 35 mm 35 mm 48 mm 48 mm 53 mm 53 mm 53 mm Giga 53 mm Com Garra p/ Canudo 57 mm 57 mm 63 mm 63 mm 63 mm Giga 63 mm Com Garra p/ Canudo 65 mm 65 mm 67 mm 67 mm Tabela 1: Produtos injetados Fonte: Autor -Portfólio dos produtos Plastini O objeto base do presente estudo é o reprojeto da tampa termoplástica para recipientes de aerossóis. Para uma perfeita compreensão descrevemos a seguir as características dos principais elementos analisados. 3. Características dos Processos e Materiais Diversos são os materiais e processos que envolvem o produto ora analisado. Assim apresentamos a seguir, as características necessárias à compreensão do processo e seu desenvolvimento 3.1 Aerossol Aerossol é um termo que pode designar um conjunto de partículas suspensas num gás, com alta mobilidade intercontinental, servindo tanto as partículas como ao gás na qual as partículas estão suspensas ou ao objeto que contém o gás sobre pressão, pronto para uso, conhecidos como spray. E em 1929 o engenheiro e inventor norueguês Erik Rotheim, registou uma patente que descrevia o uso de recipientes de pressão incorporados a uma válvula que libertava o produto sob a forma de spray. (PARRAMON E FERRON, 1990) Trata-se de uma embalagem normalmente metálica (alumínio), que armazena dois produtos, um deles pode ser na forma de creme, espuma, odorizadores, tinta, inseticida, e o outro é um propelente (gás líquido segredo que ao acionar a válvula spray faz com que o produto seja expelido com força suficiente para seu uso adequado). Enquanto os dois produtos estão dentro da lata, ficam livres de interferências externas. No momento do acionamento da válvula spray, o líquido propelente se expande e transforma-se em gás, diminuindo a pressão interna da lata, fazendo com que este gás ocupe um espaço interno maior, expelindo os produtos para fora. 3

4 Esta passagem do estado líquido, para o estado gasoso pelo qual o produto propelente sofre dentro da lata de spray, explica o porquê das latas aerossóis, quando agitadas, ficarem geladas. Com esta mudança no estado físico do produto, a busca por mais espaço físico, que não existe dentro da lata, ocorre. "Para que alguma substância consiga passar do estado líquido para o gasoso, ela precisa consumir energia de algum lugar. No caso do aerossol, a energia é tirada do calor da lata. Por isso, a temperatura dela diminui", explica o físico Cláudio Furukawa, da Universidade de São Paulo (USP). No passado eram utilizados os CFC s (clorofluocabonatos), ótimos propelentes, mas, altamente prejudiciais à camada de Ozônio. Atualmente é utilizado o GLP (gás liquefeito de petróleo). 3.2 Termoplástico Trata-se de uma resina plástica (polímeros) sensível ao calor. Quando aquecida apresenta alta viscosidade podendo ser moldada ou conformada. Possui duas características básicas: material fácil e rápido para ser processado, podendo ser reciclado. Podem sofrer transformação por moldagem ou extrudados, respeitando as características já citadas. 3.3 Polímeros A palavra POLIMEROS originou-se do grego: onde POLI significa MUITOS e MEROS significa PARTES, logo, polímeros significa muitas partes, partes estas formadas por muitas macromoléculas, que por sua vez são formadas por pequenas moléculas chamadas manômeros, que se ligam por meio de reações chamadas polimerização. (ROWELL; HAN e ROWELL, 2000) O efeito das ramificações no comportamento reológico depende do tamanho das cadeias macromoleculares. Polímeros ramificados com cadeias longas propiciam a formação de emaranhados e, conseqüentemente, apresentam uma viscosidade maior que polímeros ramificados de cadeias curtas. (FROLLINI; LEÃO e MATTOSO, 2000) Existem duas formas nas quais os polímeros são encontrados: naturais e sintéticos. Têm-se como exemplos de polímeros naturais: a celulose (plantas), as caseínas (proteínas do leite), o látex e a seda. Como exemplos de polímeros sintéticos têm-se: Nylon, Acrílico, PET Poli (tereftalato de etileno), PEAD (polietileno de alta densidade), PVC Poli (cloreto de vinila), PEBD (polietileno de baixa densidade), PP (polipropileno), PS (poliestireno), dentre outros. Apesar do comportamento mecânico parecido, os polímeros podem ser, em alguns aspectos, mecanicamente diferentes dos metais, como por exemplo, em relação ao módulo de elasticidade, limite de resistência à tração e alongamento, (Callister, 2002). 3.4 Moldagem por injeção A moldagem por injeção é um dos processos mais versáteis e modernos na área de transformação de polímeros, consiste basicamente em forçar o polímero amolecido ou fundido, através de uma rosca - pistão, para o interior da cavidade de um molde. Após o resfriamento, a peça é extraída. A moldagem de injeção é um processo intermitente composta por várias etapas que se repetem a cada ciclo, na qual podem ser produzidas uma ou várias peças por vez. Vários produtos podem ser fabricados através do processo de injeção, tais como: brinquedos, discos, telefones, gabinetes de computadores e televisores, capacetes, parachoques, dentre outros. Este processo pode ser usado tanto para termoplásticos, elastômeros como termofixos. (BLASS, 1998) 4

5 A moldagem por injeção utiliza inúmeras matérias primas plásticas, onde na grande maioria são polímeros, bastando dar formato após aquece-las e transportá-las até os moldes, onde são resfriadas. O americano Leo Hendrik Baekeland, em 1909, aqueceu a baquelita e em seguida modificou sua forma utilizando um molde, tornando-se assim o primeiro homem a transformar resinas e a moldá-las, revolucionando a indústria plástica. Como o plástico é um material barato e de fácil transformação, sua aplicação na atualidade é quase insubstituível, em alguns produtos, aumentando a cada ano, a participação dos polímeros nos mais diversos setores da indústria mundial. O processo de injeção de termoplásticos é simples, bastando acrescentar grânulos de plásticos no interior do cilindro de uma máquina (injetor) através de um funil receptor da matéria prima, onde este plástico será aquecido e derretido a uma determinada temperatura, conforme a especificação de cada produto (termoplástico), sendo então injetado em um molde (ferramenta específica para cada produto) sendo resfriado e extraído do molde, completando assim um ciclo. A duração de um ciclo depende exclusivamente de cada produto a ser produzido, e da tecnologia desenvolvida na aplicação do molde no momento de resfriar a resina, agilizando e facilitando a sua extração do molde. 4. Desenvolvimento da Tampa Termoplástica para recipientes de aerossóis A fabricação de tampas termoplásticas utilizadas em recipientes aerossóis necessita de máquinas injetoras, bem como do molde com as especificações, respeitando sempre a qualidade do produto, assim como as especificações para o devido encaixe nas latas de alumínio, onde serão envazados produtos como creme, espumas, odorizadores, inseticidas, dentre outros. A Termoplásticos Plastini fabrica nove modelos de tampas termoplásticas para serem utilizadas em tubos metálicos de aerossóis, de variadas bitolas, para variados tubos, onde, para o presente artigo, a tampa 57 mm será o foco. Apresenta-se a seguir a ficha técnica do projeto antigo, uma vez que o produto novo, já se encontra em produção. 4.1 Ficha Técnica Tampa - 57 mm (Projeto Antigo) A ficha técnica foi extraída dos catálogos e especificações da empresa e apresenta as seguintes especificações: Denominação: Tampa para Aerossol Referência 57 mm Composição: Tampa com Coloração:Polipropileno 98 % Pigmento (master) 2 % Tampa Transparente: Polipropileno 100 % Características Gerais: Peso: 6,64 g. Altura: 48,00 mm Diâmetro interno da tampa: 57,00 mm Diâmetro externo da tampa: 58,00 mm Modelo: Conforme figura 1 5

6 Embalagem: Armazenada em sacos plásticos de 5 kg, contendo 754 unidades, resistente ao transporte e armazenamento. A identificação é feita em etiqueta no próprio saco plástico, contendo na etiqueta nome do fornecedor, turno e data de fabricação das tampas, prazo de validade, nome do produto, quantidade, referência, cor, material e lote. Ciclo: O tempo para fabricação é de 8,6 segundos. Molde: O projeto do molde da tampa 57 mm é de quatro cavidades. Dentro das especificações relatadas, é apresentado o esquema na Figura 1. Fonte: Portfólio dos produtos Plastini Figura 1: Desenho Esquemático da Tampa 57 mm no formato Antigo 4.2 Condições de Transporte da Tampa 57 mm Até o Cliente A tampa era transportada até seu destino, armazenada em sacos plásticos com suas devidas referências. A partir do qual era acoplada às latas de alumínio já com seus produtos (líquido) envazados. Para em seguida serem embaladas em caixas com seis, dez e dezoito unidades de aerossóis, conforme especificação do cliente para o qual foi despachado, acondicionado e envolto em plástico filme, de forma a oferecer segurança, proteção e integridade às latas e à tampa durante o transporte. A maneira correta de empilhamento das embalagens não deve ultrapassar o máximo de sete embalagens com as latas de alumínio aerossol, em função do esmagamento das embalagens situadas na parte inferior, devido ao peso das mesmas, sobrando espaço na parte superior das embalagens, até o teto dos caminhões-baú. Este espaço livre entre as embalagens e o teto do baú, tornava mais oneroso o transporte. 6

7 Fonte: Autor -Portfólio dos produtos Plastini Figura 2: Desenho esquemático, da tampa 57 mm antiga. Outro problema apresentado era de que se forçada com mais de 7 pilhas de embalagens a tampa acabava entrando no Tubo Aerossol e acionando a válvula Spray, e causando prejuízos à empresa e seu cliente. 4.3 Análise das características da Tampa 57 mm A Plastini percebeu que a tampa 57 mm, especificada anteriormente, e esquematizada na figura 2, tinha se tornado um produto sem valor comercial atrativo, apesar de ter um mercado em expansão, pois seu projeto era antigo e não havia acompanhado o mercado, além de não se adaptar à realidade do transporte da atualidade. O processo de negócio compreendendo desde a idéia inicial e levantamento de informações do mercado até a homologação final do produto e processo e transmissão das informações sobre o projeto e o produto para todas as áreas funcionais da empresa" (Grupo de Engenharia Integrada). Logo, o desenvolvimento de um projeto inovador com possibilidade de melhorias em vários setores, desde a fabricação até o transporte, sem deixar de ser lucrativo, seria necessário para a permanência da Plastini no mercado globalizado. 5. Desenvolvimento de um novo produto Clark e Fujimoto (1991) definem Processo de Desenvolvimento de Produto como "É o processo a partir do qual informações sobre o mercado são transformadas nas informações e bens necessários para a produção de um produto com fins comerciais". Pugh (1991) define como sendo a atividade sistemática necessária desde a identificação do mercado/necessidades dos usuários até a venda de produtos capazes de satisfazer estas necessidades uma atividade que engloba produto, processos, pessoas e organização. É fato dizer que o desenvolvimento de produtos é processo-chave para a competitividade na manufatura, pois o aumento da concorrência, mudanças tecnológicas, diminuição do ciclo de vida dos produtos e exigência por parte dos consumidores têm exigido 7

8 agilidade, produtividade e qualidade das indústrias, fatos que dependem da eficiência e eficácia das mesmas em todo o processo. (ROZENFELD, 1997) O grau de incerteza no início do processo de desenvolvimento de produto é elevado, com a diminuição do tempo e aumento do custo, além deste processo se basear no ciclo projetar-construir-testar; sendo uma atividade multidisciplinar (com fortes barreiras culturais); com a necessidade de grande número de ferramentas, sistemas, metodologias; além de visões parciais que tornam o gerenciamento um grande desafio. (ROZENFELD, 1997) Slack, Chambers e Jhonston (2008) relatam que o objetivo de projetar produtos e serviços é a satisfação do consumidor, atendendo às suas necessidades e anseios atuais e futuros, melhorando a competitividade da organização, processo que se inicia e se finda no consumidor. 5.1 Identificação de um novo projeto Em função de estudos realizados com a tampa 57 mm, a Plastini se mobilizou e foi em busca de uma alternativa melhorasse seu valor comercial, bem como buscou inovar, com índices de qualidade superior aos existentes no mercado. O diretor Nelson Pellegrini, após dois anos de testes e estudos, contando com parcerias que iam desde vários setores da indústria, e clientes que apontavam as dificuldades encontradas no seu dia a dia com o produto (tampa), já no tubo aerossol, chegou a um protótipo, que apresentou melhorias acima do esperado. As mudanças, basicamente, foram três, mas que aumentaram significativamente o rendimento da empresa, além de colocá-la novamente no mercado, com um produto inovador e competitivo. 5.2 Ficha Técnica Tampa 57 mm (Projeto Novo) Denominação: Tampa para Aerossol Referência 57 mm (nova) Composição: Tampa com Coloração: Polipropileno 98 % Pigmento (máster) 2 % Tampa Transparente: Polipropileno 100 % Características Gerais: Peso: 5,54 g. Altura: 40,00 mm Diâmetro interno da tampa: 57,00 mm Diâmetro externo da tampa: 58,00 mm Modelo: Figura 4 Embalagem: Armazenada em sacos plásticos de 5 kg, contendo 904 unidades, resistente ao transporte e armazenamento. A identificação é feita em etiqueta no próprio saco plástico, contendo na etiqueta nome do fornecedor, turno e data de fabricação das tampas, prazo de validade, nome do produto, quantidade, referência, cor, material e lote. Ciclo: O tempo para fabricação é de 6 segundos. Molde: O projeto do molde da tampa 57 mm (nova) é de quatro cavidades. 8

9 Fonte: Portfólio dos produtos Plastini Figura 3: Desenho esquemático da Tampa 57 mm, no novo formato Para que o novo projeto fosse aceito, deveria ter características distintivas que permitissem a permanência a empresa no mercado. 5.3 Características distintivas Foram identificadas quatro características distintivas, apresentadas pelo novo projeto, são elas: A mudança na altura, a mudança no design, a mudança na estrutura e o rendimento no transporte de embalagens, que apresentamos a seguir Mudança na altura Com a diminuição da altura da tampa, em 8 mm, a Plastini conseguiu uma economia na matéria prima (Polímeros) que alcança quatorze por cento (14%). O novo desenho da tampa facilitou também o tempo de Injeção das tampas, diminuindo o ciclo de fabricação das mesmas, aumentando a produtividade em sete mil, duzentos e cinqüenta e seis (7.256) tampas a mais por dia, o que significa um rendimento de quarenta e três, trinta e cinco por cento (43,35%) de rendimento na produtividade apenas com a diminuição do ciclo Mudança no design Como a Plastini tinha a intenção de colocar no mercado um produto inovador, aproveitou o momento para desenvolver um produto com significativa mudança em seu desenho. A diretora Gisela Ana Pellegrini cita que: Torna-se necessário colocar no mercado um produto diferenciado que melhore a apresentação do produto nas prateleiras dos mais variados mercados do país, sendo assim, a tampa original que antes era praticamente reta, agora na tampa nova tem uma pequena diferença entre a parte que se encaixa no tubo e a parte superior de 1 mm, de cada lado, (formato de um cone) e com acabamento na parte superior mais arredondada, conforme ilustrada na figura 3. 9

10 Fonte:Autor - Portfólio dos produtos Plastini Figura 4: Desenho da Tampa 57 mm do Projeto novo Estas pequenas mudanças fizeram com que a tampa nova, agora tenha uma resistência maior, em função das distâncias serem menores entre a boca da tampa e a parte superior, O formato mais arredondado também aumenta a resistência ao distribuir melhor as forças aplicadas sobre a tampa. Na figura 4 fica clara a distribuição de forças Mudança na estrutura O grande diferencial deste projeto ficou por conta das travas de segurança na parte interna da tampa, que sofreram um leve aumento de 0,2 mm encorpando e reforçando as paredes da tampa, estas travas de segurança são os pontos de apoio que se alojam à borda do tubo aerossol, como são mais robustas evita que esta entre no tubo e acabe acionando a válvula do aerossol, com o acúmulo de peso (forças) sobre a tampa, desperdiçando produto Rendimento no transporte de embalagens Quando a tampa está no tubo aerossol, e é acondicionada na embalagem para transporte e envolta em filme plástico, pode ser empilhada sem preocupação da tampa vir a acionar a válvula, deixando o produto escapar durante o transporte. Este acréscimo de embalagens dentro do caminhão-baú significa setenta e um, quarenta e quatro por cento (71,44%) de aproveitamento da carga, indiferente do destino. Para Moura e Banzato (2000), a embalagem é parte de um sistema logístico total, com a responsabilidade de minimizar o custo de entrega, bem como de maximizar as vendas. O desenvolvimento de um produto que permita uma embalagem adequada pode evitar danos, desperdícios e custos em operações logísticos, uma embalagem pode agregar valor, proteção, utilidade e comunicação, e é responsável por manter a condição perfeita dos produtos durante o transporte. A embalagem é responsável pela proteção na logística, levando em conta que danos causados podem alterar todo o valor agregado ao produto. Um conceito mais abrangente proposto por Moura e Banzato (2000) faz referência à embalagem como: 10

11 Conjunto de artes, ciências e técnicas utilizadas na preparação das mercadorias, com o objetivo de criar as melhores condições para seu transporte, armazenagem, distribuição, venda e consumo, ou alternativamente, um meio de assegurar a entrega de um produto numa condição razoável ao menor custo global. A embalagem está integrada com todas as funções da logística, desde armazenamento, manuseio, movimentação de materiais e transporte. Ao integrar as funções da logística é possível conseguir redução de custos, de tempo de entrega, minimizando perdas, agilizando as trocas de modal e melhorando o nível de serviços, evitando os problemas que podem causar danos aos produtos. 3. Conclusão A Plastini observou um desperdício no momento do transporte de suas mercadorias, embalagens, e após algum tempo de estudos, testes e parcerias, desenvolveu um produto com tecnologia inovadora. O produto novo apresenta um rendimento comercial diferenciado, com um custo de produção menor, possibilitando um aumento competitivo frente às negociações com seus clientes, além de facilitar seu transporte até os clientes, sem danos na embalagem ou perdas de produtos, proporcionando um aumento de 71,44% em cada pedido, em um único despacho de produtos com as mesmas embalagens, ficando claro como o desenvolvimento de produto pode ajudar melhorar a logística de transportes. O artigo retrata uma caso de sucesso que possibilitou a organização manter seu produto no mercado com um diferencial competitivo não avaliado anteriormente. A redução de custos permitiu que a empresa pudesse ter melhores condições de negociação junto aos seus clientes com melhor segurança. A alteração na embalagem proporcionou também a relação ganha-ganha tão procurada na logística para permitir que se tenham parceiros comerciais, e não fornecedores, na medida em que se reduziu o custo de transporte por unidade de produto, e melhoria no aproveitamento da distribuição. Neste artigo podemos considerar que se A missão da Logística é colocar os produtos certos nos locais certos, no momento certo e nas condições desejadas pelos clientes (BALLOU, 1993), o desenvolvimento, sua aplicação e importância foram comprovadas. Referências BALLOU, R.H. Logística Empresarial Transportes, Administração de Materiais e Distribuição Física. São Paulo: Atlas, BLASS, A. Processamento de Polímeros. Universidade Federal de Santa Catarina, editora da UFSC, 2 a ed., Florianópolis,1988. BOWERSOX D. J.; CLOSS D. J. LOGÍSTICA EMPRESARIAL: O processo de Integração da Cadeia de Suprimento. São Paulo: Atlas, CALLISTER Jr.; William D. Ciência e Engenharia dos Materiais Uma Introdução. LTC Livros Técnicos e Científicos S.A. Rio de Janeiro,

12 CLARK, K. B.; FUJIMOTO, T. Product development performance: strategy, organization and management in the world auto industry. Boston, Mass.: Harvard Business School Press, FROLLINI, E.; LEÃO, A.; MATTOSO, L. H. C. IQSC/Embrapa Instrumentação Agropecuária/UNESP, São Carlos, MOURA, R. A.; BANZATO J.M.. Embalagem Unitização & Conteinerização. São Paulo:IMAM, NOVAES, Antonio Galvão. Logística e Gerenciamento da Cadeia de distribuição: estratégia, operação e avaliação, 2a Rio de Janeiro: Elsevier, PARRAMON e FERRON. O Grande Livro da Airbrush. Livraria Cultura, PUGH, S. Total design: integrated methods for successful product engineering. Addison Wesley, ROWELL, R. M.; HAN, J. S.; ROWELL, J. S. "Natural Polymers and Agrofibers Based Composites", ROZENFELD, H., Disponível em: (http://www.numa.org.br/conhecimentos/ conhecimentos_port/pag_conhec/desenvolvimento_de_produto.html), SELEME, Robson, PAULA, Alessandra de, Projeto de produto:desenvolvimento e gestão de bens, serviços e marcas. Curitiba: Ed.IBPEX, 2006 SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da Produção, 2a Ed.São Paulo: Atlas,

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