MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES

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1 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO REPRESENTAÇÃO NO BRASIL SOLICITAÇÃO DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE (MI) (SELEÇÃO DE CONSULTORES) Programa de Modernização de Instrumentos e Sistemas de Gestão da Administração Pública Federal SOLICITAÇÃO PARA A APRESENTAÇÃO DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE N o 10/2014 do Contrato de Empréstimo nº 2192/OC-BR. Processo nº / Seleção Baseada na Qualidade e Custo nº 07/2014. A República Federativa do Brasil recebeu um financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e se propõe utilizar parte destes fundos para efetuar pagamentos de despesas elegíveis em virtude do Programa de Modernização de Instrumentos e Sistemas de Gestão da Administração Pública Federal para prover os seguintes serviços de consultoria: Estudo Referencial e Desenho do Ambiente Integrado do Guia de Serviços Públicos do Governo Federal no prazo de 12 (doze) meses. O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão convida os consultores elegíveis a apresentar o seu interesse na execução dos serviços solicitados. Os consultores interessados deverão fornecer informação que demonstre que estão qualificados para prestar os serviços (folhetos, descrição de serviços semelhantes executados, experiência em condições idênticas, corpo técnico adequado etc.). É permitida a associação em consórcio para melhorar as suas qualificações. Os consultores serão selecionados de acordo com os procedimentos estabelecidos nas Políticas para Seleção e Contratação de Consultores Financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (edição atual), e está aberta a todos os Consultores de Países Elegíveis, conforme definido nestas normas. Os Consultores interessados poderão obter mais informação por meio do endereço abaixo indicado, durante o horário comercial [08h00-12h00 e 14h00-18h00]. As manifestações de interesse deverão ser enviadas via postal, ou correio eletrônico ao endereço abaixo indicado o mais tardar até às 18h do dia 03/11/2014.

2 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Diretoria de Administração Coordenação-Geral de Aquisições Coordenação de Compras At: Priscila Alves de Castro Chefe de Divisão Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Esplanada dos Ministérios, Bloco K, Sala 216, CEP: , Brasília /DF - Brasil. Tel: /4997 Fax: com cópia para e 1. Objetivo Evoluir o atual Guia de Serviços a partir de um Estudo Referencial e Desenho do Novo Ambiente Integrado do Guia de Serviços Públicos do Governo Federal de forma que facilite aos cidadãos e empresas buscar informações sobre serviços governamentais, com novos atributos, de forma integrada com outros sistemas e que propicie a interação entre Estado e Sociedade. Este novo ambiente também será uma plataforma de informação e conhecimento sobre os serviços dos órgãos do governo, com ferramentas de administração descentralizada e características de flexibilidade quanto à descrição dos serviços e sua governança. 2. Resultados Esperados A contratação visa atingir os seguintes resultados: prover uma arquitetura de informações modernizada, capaz ampliar as relações do Governo com os cidadãos, empresas e entre os órgãos do próprio Estado com o objetivo de aprimorar a qualidade dos serviços prestados; promover a interação com empresas e indústrias; e fortalecer a participação cidadão por meio do acesso à informação; realizar estudos referenciais garantindo a integração do novo Guia com o novo SIORG e outros estruturantes;

3 prover um desenho de ambiente integrado para tornar a administração do Guia mais eficiente e descentralizada; propor uma arquitetura para melhorar o atendimento aos usuários do Guia de serviços (www.servicos.gov.br); desenhar arquitetura tecnológica adequada e realizar provas de conceito que indiquem a viabilidade de integração com a RAD do SERPRO. realizar testes piloto que comprovem a maior facilidade no acesso dos usuários aos serviços e informações relativas às diversas áreas de atuação governamental elevando a qualidade e a efetividade da prestação dos mesmos. Ofertar, para o cidadão, informações para meios de acesso aos serviços e equipamentos públicos. 3. Produtos a Serem Fornecidos Os produtos serão compostos por documentos, eventuais arquivos de dados e scripts para validação das provas de conceito e transferência de conhecimento e tecnologia. A lista a seguir descreve os produtos a serem construídos e entregues ao longo do projeto. PRODUTO I Plano de Projeto SUB-PRODUTO I.1 Termo de Abertura do Projeto SUB-PRODUTO I.2 Estrutura Analítica do Projeto SUB-PRODUTO I.3 Cronograma SUB-PRODUTO I.4 Matriz de Responsabilidades SUB-PRODUTO I.5 Plano de Comunicações SUB-PRODUTO I.6 Plano de Riscos SUB-PRODUTO I.7 Plano de Interações pelo Método Ágil O Plano de Projeto é um documento que será gerado após um conjunto de reuniões técnicas com a equipe da CONTRATADA que irá desenvolver o projeto. Neste documento, deverão constar o detalhamento do escopo do projeto, seus riscos, responsabilidades, entregas, cronograma e o método de acompanhamento. O Plano de Projeto deverá estar acompanhado aos seguintes documentos:

4 Termo de Abertura do Projeto: documenta as necessidades de negócio e o grau de responsabilidade das áreas e pessoas envolvidas. Indica quem será o PO (Project Owner) do projeto e seus substitutos em caso de ausência nas reuniões de Comitê Estratégico. Estrutura Analítica do Projeto (EAP): documenta o dimensionamento do escopo do projeto. A EAP do projeto é visualização hierárquica que apresenta a decomposição do projeto em partes menores e gerenciáveis, em pacotes de trabalho. Cronograma: documenta e relaciona as precedências entre as atividades do projeto. Deve ser gerado como um Gráfico de Gantt do projeto e detalhar os produtos e tempos de entrega do projeto. Matriz de Responsabilidades: documenta as responsabilidades dentro do projeto, sobretudo em relação a integração com o método ágil, definindo claramente os papéis de cada integrante das equipes. Plano de Comunicações: documenta e identifica as partes interessadas, o que, como, quem, quando, porque e onde será comunicado cada tipo de informação e ainda como isto influencia no projeto. Plano de Riscos: identifica os potenciais riscos do projeto utilizando a abordagem Delphi para coletar e documentar os riscos identificados, qualitativamente e quantitativamente, além do plano de respostas aos riscos. Plano de Interações pelo Método Ágil: documenta como as equipes do projeto irão utilizar o Método Ágil (SCRUM) ao longo do projeto. Deverá indicar a ferramenta apropriada para uso do Método. PRODUTO II Padrão de Catalogação, Disponibilização e Integração de Serviços SUB-PRODUTO II.1 Estudo sobre portais de serviços de outros governos SUB-PRODUTO II.2 Modelo de explicitação da finalidade do serviço SUB-PRODUTO II.3 Modelo de apresentação visual SUB-PRODUTO II.4 Modelo de documentação de interoperabilidade A disponibilização de serviços pelo Governo deve possuir um padrão que envolve, por exemplo, elementos de negócio (necessidade do serviço, publico alvo, formato de apresentação, órgão de origem), elementos de formatação (cores, ícones, mensagens, alertas) e elementos técnicos (base de dados externas ou internas, interoperabilidade, mecanismos de integração, frequência de atualização). Uma estratégia de disponibilização de serviços deve garantir que todos os serviços digitais

5 novos ou redesenhados sigam um padrão de catalogação, disponibilização e integração. Este produto visa gerar um documento, com explicações claras, exemplos e tutoriais para garantir que os atuais e os novos serviços sejam apresentados, disponibilizados e integrados de forma padronizada. O Padrão de Catalogação, Disponibilização e Integração de Serviços deverá estar acompanhado aos seguintes documentos: Estudo sobre portais de serviços de outros governos: realiza uma busca de portais de serviços de governos de outros países, considerando um mínimo de 10 portais e 20 variáveis de comparação entre os mesmos, que serão definidos em tempo de plano de projeto. Modelo de explicitação da finalidade do serviço: define um padrão de catalogação, exemplos práticos e tutoriais para a correta documentação dos elementos de negócio do serviço, sua necessidade, seu público-alvo, a linguagem a ser utilizada, os órgãos responsáveis e as tags de busca, por exemplo. Modelo de apresentação visual: documenta a forma de apresentação visual dos serviços, considerando o tipo de dado a ser fornecido ao cidadão e empresas, fazendo sugestões de tipografia, cores, imagens, ícones, botões e formulários, por exemplo. Este modelo deverá considerar ainda o padrão de acessibilidade e- mag e desenvolvimento de websites do Governo, fazendo otimizações de percepção em função dos grupos de serviços (cidadão ou empresas, público ou privado, órgãos de origem, etc). Modelo de documentação de interoperabilidade: define a forma de documentação das integrações de cada serviço considerando o padrão e-ping. Esta documentação tem por objetivo facilitar a adesão de novos órgãos e serviços ao Guia de Serviços na medida em que fornece um modelo de integração, com exemplos, modelos de integração e arquitetura de dados e serviços catalogados. PRODUTO III Arquitetura do Guia de Serviços SUB-PRODUTO III.1 Metadados dos serviços e órgãos SUB-PRODUTO III.2 Modelo de Dados SUB-PRODUTO III.3 Arquitetura de Componentes de Interoperabilidade SUB-PRODUTO III.4 Arquitetura de Componentes de Permissões e Acesso SUB-PRODUTO III.5 Arquitetura de Componentes de Busca SUB-PRODUTO III.6 Arquitetura de Componentes de Comunicação com Cidadão e Empresas

6 SUB-PRODUTO III.7 Avaliação do protótipo da Arquitetura do Guia de Serviços O Guia de Serviços do Governo Federal deverá mapear as possibilidades de integração entre dados de órgãos, seus respectivos serviços e os dados de cidadãos e empresas. Por exemplo, quando um cidadão deseja ter um serviço prestado por um órgão, diversos dados são solicitados. A consultoria deverá atuar nestes produtos mapeando que dados são estes, onde encontrá-los, como desenhar um modelo de entidade e relacionamentos considerando dados que estão disponíveis, dados que não estão acessíveis, como desenhar uma arquitetura que possibilite integrações futuras, seja diretamente entre bases de dados, seja por mecanismos de web semântica, seja por rotinas de extração frequente. Diversas reuniões com diversos interlocutores em diferentes órgãos deverão ser realizadas para obtenção e validação destes dados. A Arquitetura de integração dos órgãos, serviços, cidadão e empresas deverá estar acompanhada aos seguintes documentos: Metadados dos serviços e órgãos: correspondem aos dados de serviços e seus respectivos órgãos que serão passíveis de mapeamento e documentação. Modelo de Dados: modelo de entidade e relacionamento contemplando as entidades de serviços, órgãos, cidadãos, empresas e demais entidades correlatas. Arquitetura de Componentes de Interoperabilidade: Com a perspectiva de ampla disponibilização e integração de Serviços, cada mecanismo de integração corresponde a uma função de uma aplicação que pode ter seu comportamento descrito através modelos conceituais em termos de funções, classes, estruturas de dados, entre outros mecanismos computacionais, comumente denominados de componentes. Uma estrutura de componentes interconectados formam um mecanismo de integração, uma rotina de banco de dados ou mesmo um software. A este conjunto de funções de um determinado domínio, denomina-se arquitetura de componentes. Neste produto, a consultoria deverá entregar os desenhos e modelos de classes capazes de demonstrar como um conjunto de componentes interligados pode garantir a interoperabilidade entre os serviços e seus requisitantes e garantir a disponibilização de acesso para aplicativos móveis. Arquitetura de Componentes de Permissões e Acesso: desenhos e modelos de classes capazes de demonstrar como um conjunto de componentes interligados podem garantir o modelo de permissões e acessos a cada tipo de solicitante de serviço e gestores. Arquitetura de Componentes de Busca de Serviços: desenhos e modelos de classes capazes de demonstrar como um conjunto de componentes interligados podem garantir a busca eficiente de serviços, utilizando componentes e estruturas lógicas de mineração de dados, textos e web.

7 Arquitetura de Componentes de Comunicação com Cidadão e Empresas: desenhos e modelos de classes capazes de demonstrar como um conjunto de componentes interligados podem garantir a comunicação entre as bases de dados de serviços e seus requisitantes (cidadão e empresas), seja via sms, notificações, , sistemas ou outras formas de comunicação que garantam que a informação chegue ao seu solicitante no momento em que ela é gerada. Avaliação do protótipo da Arquitetura do Guia de Serviços: prova de conceito que demonstre a viabilidade do uso dos metadados, modelo de dados e componentes descritos nos subprodutos supracitados. PRODUTO IV Plano de implantação da arquitetura do Guia de Serviços Uma vez mapeada e desenhada a arquitetura do Guia de Serviços, a consultoria irá desenvolver o Plano de Implantação, considerando os aspectos de interoperabilidade, integrações com sistemas estruturantes, permissões e acesso, busca de serviços, comunicação com cidadão e empresas, acessibilidade, entre outros. Participar de reuniões técnicas em Brasília e/ou em locais determinados pela Secretaria Executiva/MP para detalhamento do Plano de Implantação e implantação dos pilotos de validação da arquitetura. A equipe deverá possuir corpo técnico experiente para o acompanhamento de implantação de pilotos em ambientes de homologação e produção do SERPRO Brasília, Rio de Janeiro e outras localidades demandas pelo MP. Neste produto, o apoio será focado nos padrões de interoperabilidade de dados dos serviços e a consultoria deverá acompanhar, prover o conhecimento adequado e eventualmente indicar soluções para a correta interoperabilidade entre os serviços mapeados e seus demandadas. PRODUTO V Plano de Migração dos Dados SUB-PRODUTO V.1 Mapeamento de Dados SUB-PRODUTO V.2 Plano de Migração SUB-PRODUTO V.3 Plano de Testes Processo sistemático, detalhado em etapas e atividades distintas, onde cada atividade gera insumos para a execução da atividade de planejamento e execução da migração de dados. O plano de migração deverá considerar aspectos da infraestrutura e integração com dados dispostos no Repositório de Arquivos de Dados - RAD do SERPRO e deverá conter os seguintes documentos: Mapeamento de Dados: definição do escopo da migração, os modelos conceituais e físicos das fontes de dados de origem, os modelos conceituais e físicos das fontes de dados de destino.

8 Plano de Migração: definição de como será executado o processo, a especificação das tecnologias envolvidas nas fontes de dados de origem e destino, a especificação das tecnologias e metodologias que suportarão o processo de migração, a identificação de riscos associados, definição do relatório de auditoria de dados (gaps e riscos identificados quanto à qualidade de dados) e do relatório de execução da migração. Plano de Testes: definição dos atributos que constarão no relatório de execução de testes, como sucesso e erros ocorridos por objeto migrado por exemplo. PRODUTO VI Piloto de Integração SUB-PRODUTO VI.1 Definição e análise de viabilidade de um serviço piloto para cidadão SUB-PRODUTO VI.2 Análise de Resultados sobre a interoperabilidade do serviço piloto escolhido SUB-PRODUTO VI.3 Diretrizes e recomendações para interação entre o Guia e outros serviços de Governo Após os desenvolvimentos dos metadados e das arquiteturas de componentes, são necessárias avaliações para testar a viabilidade de integração das requisições de serviços. A estes testes, são denominados pilotos de integração e envolvem atividades de análise de viabilidade de um serviço escolhido para o cidadão e uma prova de conceito para testar sua interoperabilidade. Os produtos que envolvem o piloto de integração são: Definição e análise de viabilidade de um serviço piloto para cidadão: documento que relata a possibilidade de integração de um serviço, de um determinado órgão cujo público seja o cidadão, seja por viabilidade técnica, política ou estrutural, indicando inclusive prazos para efetiva integração e possíveis serviços. Análise de Resultados sobre a interoperabilidade do serviço piloto escolhido: após a definição, uma prova de conceito sobre o cenário de interoperabilidade do serviço escolhido será realizada e seus resultados relatados. Diretrizes e recomendações para interação entre o Guia e outros serviços de Governo: a partir da análise dos resultados, um relatório contendo recomendações e diretrizes técnicas e operacionais deve ser elaborado para facilitar a interação entre o Guia e outros serviços de Governo das esferas federais, estaduais e municipais.

9 PRODUTO VII - Documentação técnica da aplicação Guia de Serviços na Rede de Apoio e Colaboração (RAC) PRODUTO VII.1 - Manual de Implantação da Aplicação PRODUTO VII.2 - Manual de Configuração de Hardware e Software PRODUTO VII.3 - Documento de Especificações de Dados PRODUTO VII.4 - Questionário sobre ambientes implementados PRODUTO VII.5 - Análise sobre ferramentas de segurança da informação Documentos necessários para implantação de qualquer aplicação na RAC - Rede de Apoio a Colaboração do SERPRO. O conjunto desta documentação técnica envolve: Manual de Implantação da Aplicação: Documento que descreve tecnicamente a solução computacional, em quais portas devem rodar cada serviço ou software e como devem ser instalados por exemplo. Determina como deve ser feita a configuração de cada componente computacional e ainda deve conter arquivos de configuração que precisam ser entregues para serem colocados em diretórios adequados à aplicação. Manual de Configuração de Hardware e Software: O manual de configurações de hardware e software é um documento que define as especificações detalhadas de hardware e software a serem implantadas na Rede de Apoio e Colaboração (RAC) do Serviço de Processamento de Dados do Governo (SERPRO) e é usado para a produção virtual e física das máquinas. A equipe de consultores deve ser capaz de realizar este dimensionamento. Nesse documento é ainda indicado a necessidade ou não de backup de dados, log de aplicação, schedule de aplicações e serviços. Documento de Especificações de Dados: Documento que descreve os dados que o projeto utiliza, os tipos de dados, suas tabelas e campos. Este documento deve demonstrar a implementação da semântica dos dados que serão armazenados nas bases do RAD no SERPRO, de modo que, quando o MP solicitar um dado específico, seja viável e facilitada sua busca mediante tantos sistemas da administração pública federal. Questionário sobre ambientes implementados: Documento que aborda quais perguntas devem ser feitas aos responsáveis pela aplicação desenvolvida para que o ambiente seja montado de forma segura e atenda primeiramente as necessidades da aplicação.

10 Análise sobre ferramentas de segurança da informação: Documento que agrega estudo de diversas ferramentas de monitoramento de hardware e software, onde deve conter relatórios comparativos e a justificativa de escolha para a utilização delas. PRODUTO VIII Transferência de Conhecimento e Tecnologia SUB-PRODUTO VIII.1 Artefatos (documentos, apresentações e relatórios) referentes aos seminários de transferência de conhecimento e tecnologia SUB-PRODUTO VIII.2 Artefatos (documentos, apresentações e relatórios) referente às reuniões técnicas SUB-PRODUTO VIII.3 Documentação atualizada do projeto A fase de transferência de conhecimento e tecnologia consiste em conjunto de reuniões técnicas com as equipes de análise de negócio, de arquitetura de dados, de gestores, além de analistas de tecnologia da informação responsáveis por absorver conhecimento e métodos gerados pelo projeto. A Contratada deverá realizar a transferência de conhecimento e tecnologia para integrantes do MP e através de documentação correlata, apresentações e reuniões técnicas. A transferência de conhecimento e tecnologia deverá proporcionar aos gestores e analistas do MP o conhecimento necessário ao entendimento dos trabalhos realizados, devendo ser ministrada pela própria empresa fornecedora dos serviços, em português e na cidade de Brasília-DF. A transferência de conhecimento e tecnologia deverá atender a todos os profissionais indicados pelo MP e deverá contar com pelo menos 2 seminários com carga horária mínima de 8 (oito) horas, 3 reuniões técnicas e entrega formal dos documentos de gerenciamento do projeto, métodos gerados, modelos de dados, de arquitetura de informações, apresentações para posterior disseminação e relatório de transferência de conhecimento e tecnologia em formato digital. A Contratada deverá responsabilizar-se por todos os custos referentes à locomoção, alimentação e hospedagem dos profissionais que executarão o processo de transferência de conhecimento e tecnologia, bem como todo material utilizado para apoiar esse processo. O MP poderá solicitar a realização de um novo processo de transferência de tecnologia e conhecimento, com a reformulação que achar necessária, caso o processo executado pela Contratada não atenda às expectativas da Contratante. A Transferência de Tecnologia deve acompanhar os seguintes documentos: Artefatos (documentos, apresentações e relatórios) referentes aos seminários de transferência de conhecimento e tecnologia.

11 Artefatos (documentos, apresentações e relatórios) referente às reuniões técnicas Documentação atualizada do projeto, incluindo documentos, relatórios, protótipos, scripts de validação ou diagramas referentes a todos os produtos supracitados. 4. Local de Execução dos Serviços Todas as apresentações gerenciais e as entregas dos produtos serão realizadas em Brasília. Reuniões técnicas serão realizadas em Brasília, nas instalações do SERPRO no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte e potenciais locais indicados pelo MP, onde o SERPRO possui instalações. 5. Qualificações Técnicas Para a execução dos trabalhos / elaboração dos produtos, a equipe da Contratada deverá ser composta por, pelo menos, o conjunto de profissionais nas funções definidas a seguir. FUNÇÃO 1 Coordenador de projeto FORMAÇÃO E EXPERIÊNCIA MÍNIMA Formação em nível superior: na área de tecnologia da informação ou engenharia. Mestrado em engenharia de sistemas, sistemas de informação, ciência da computação ou área similar. Desejável Doutorado em engenharia de sistemas, sistemas de informação, ciência da computação ou área similar. Experiência Técnica: Mínimo de 5 anos de experiência na coordenação de projetos com o Governo ou órgãos públicos. Experiência em pesquisas e/ou trabalhos acadêmicos relacionados à Gestão de Conhecimento e/ou Mineração de Dados. 1 Gerente de projeto Formação em nível superior: ciência da computação ou área similar. Pós-graduação, MBA ou especialização em Gerência de Projetos (min 360h). Desejável Mestrado em engenharia de sistemas ou área similar. Desejável Doutorado em engenharia de sistemas ou área similar. Experiência Técnica: Mínimo de 2 anos de experiência na gerência de projetos com o Governo ou órgãos públicos. Experiência comprovada em pesquisas e/ou trabalhos acadêmicos relacionados a Banco de Dados, Gestão do Conhecimento, Negociação e Resolução de Conflitos.

12 1 Arquiteto de sistema sênior 2 Analistas de sistemas pleno Formação em nível superior: em ciência da computação ou área similar. Desejável mestrado em engenharia de sistemas ou área similar. Experiência técnica: Experiência em projetos com o Governo ou órgãos públicos e de no mínimo 2 anos e experiência de pesquisa com desenvolvimento na plataforma Java Enterprise Edition (Java EE), Java Server Faces (JSF), Java Persistence API (JPA), Sistemas de Controle de Versão e Web Service e interoperabilidade. Formação em nível superior: ciência da computação ou área similar. Desejável Mestrado em engenharia de sistemas, tecnologia da informação ou área similar. Mínimo de 1 ano de experiência no desenvolvimento de projetos com o Governo ou órgãos públicos. Experiência comprovada em pesquisas e/ou trabalhos relacionados à Gestão do Conhecimento, Teste de aplicações, Sistemas de Suporte a Decisão e Fluxo de Processos (workflow) Experiência com pesquisa e/ou trabalhos relacionados com Web Services e interoperabilidade. E experiência em redes. 1 Web designer pleno Formação em nível superior: em área designer ou similar. Experiência com designer de interfaces para websites. 1 Analista de banco de dados sênior - Formação em nível superior: em ciências da computação ou área similar. - Desejável Mestrado na área de banco de dados. - Mínimo de 1 ano de experiência no desenvolvimento de projetos com o Governo ou órgãos públicos. - Experiência comprovada em pesquisas e/ou trabalhos acadêmicos relacionados a banco de dados e banco de dados PostgreSQL. - Experiência comprovada em pesquisas e/ou trabalhos acadêmicos relacionados a Banco de Dados, Gestão do Conhecimento, Colaboração e/ou Mineração de Processos e Textos.

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