Vamos mergulhar no mundo do Era uma vez

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1 Projeto Curricular da Sala de 3 Anos Vamos mergulhar no mundo do Era uma vez Educadora Marlene Cardoso Ano Letivo 2012 / 2013

2 ÍNDICE Introdução... 3 Objetivos Gerais... 4 Caracterização do Espaço e dos Materiais... 5 Caracterização do Tempo... 8 Quadro Semanal de Atividades... 8 Rotina Diária... 9 Caracterização do Grupo Listagem do Grupo Caracterização da Faixa Etária Áreas Curriculares Área de Formação Pessoal e Social Área da Expressão e Comunicação Área da Conhecimento do Mundo Fundamentação Teórica Importância da Relação Escola / Família O Papel do Educador Calendarização Avaliação Bibliografia

3 INTRODUÇÃO ( ) a mente de uma criança ( ) não é um copo vazio que gradualmente se enche de informação ( ) as crianças constroem o seu próprio conhecimento através de experiências repetidas que envolvem interações com pessoas e com materiais ( ) Jean Piaget A delineação de qualquer projeto que seja um fio condutor ao longo do ano letivo, para um grupo de crianças do pré-escolar, só pode no meu entender basear-se numa Pedagogia de Projeto. Nesta perspetiva de trabalho todo o projeto que foi delineado, será ao longo do ano investigado e analisado no sentido de melhorar a prática educativa. Desta forma, as crianças são sempre valorizadas em toda a sua essência, respeitadas como seres humanos carregados de experiências e vivências contextuais bem diferentes. Ao educador cabe assim assumir um papel de autenticidade, intencionalidade mas sempre reflexivo. O próprio projeto poderá sofrer notações segundo os interesses e necessidades das crianças, ao dar-se vós como seres intervenientes, não se pode cortar a sua capacidade de intervenção e decisão em todo um processo educativo de que são alvo e intervenientes em simultâneo. Utilizar-se-á um método eminentemente participativo. O conhecimento é adquirido pela experiência e as crianças devem ser motivadas a experimentar tudo quanto queiram. Um dos grandes princípios deve ser despertar, na criança, a afetividade, o senso de responsabilidade, o senso cooperativo, a sociabilidade e a autonomia reflexiva. Cabe à criança escolher as estratégias e ser capaz de avaliar as suas escolhas. O presente Projeto Curricular, elaborado para o ano letivo de 2012/2013, é referente à Sala de 3 Anos e tem como título Vamos mergulhar no mundo do Era uma Vez Assim, partindo dos conhecimentos do grupo e da sua curiosidade natural proporcionarei oportunidades para que contactem com novas situações e que contribuam para a sua plena inserção na sociedade, como seres autónomos, livr es e solidários. 3

4 OBJETIVOS GERAIS Tendo como base as Orientações Curriculares para a Educação Préescolar, todos os educadores devem ter os seguintes objetivos pedagógicos: - Promover o desenvolvimento pessoal e social da criança com base em experiências da vida democrática numa perspetiva de educação para a cidadania; - Fomentar a inserção da criança em grupos sociais diversos, no respeito pela pluralidade das culturas, favorecendo uma progressiva consciência como membro da sociedade; - Estimular o desenvolvimento global da criança no respeito pelas suas características individuais, incutindo comportamentos que favoreçam aprendizagens significativas e diferenciada; - Desenvolver a expressão e a comunicação através de linguagens múltiplas como meios de relação, de informação, de sensibilização estética e de compreensão do mundo; - Despertar a curiosidade e o pensamento crítico; - Incentivar a participação das famílias no processo educativo e estabelecer relações de efetiva colaboração com a comunidade. 4

5 CARACTERIZAÇÃO DO ESPAÇO E DOS MATERIAIS Segundo Vayer (1990) O mundo à volta da criança é um prolongamento do Eu e, como tal, deve ser concebido para facilitar as interações sujeito-meio. Deve igualmente contribuir para securizar a criança, deve ser um mundo familiar considerado pela criança como sendo dela. Para que as trocas se possam desenvolver e estruturar, a organização geral dos espaços e dos objetos no espaço deve ser pensada em termos de vida e não em termos de aprendizagens particulares. A sala está organizada segundo áreas de interesse, que permitem às crianças escolherem e decidirem o que fazer, para satisfazer os seus desejos e curiosidades. Segundo Cardona (1992)...a criança aprende sobretudo através da ação/experimentação, sendo fundamental proporcionar-lhe um ambiente rico e estimulante, sendo também sublinhada a importância de existir uma organização espaço-temporal bem definida, que permita à criança situar-se e funcionar autonomamente dentro da sala. A organização da sala foi e continua a ser decidida em conjunto com as crianças, desempenhando estas, um papel interativo em todo o processo. Refiro ainda que esta organização não é rígida e que pode sofrer alterações, sempre que o grupo e a educadora considerarem adequado. Referente a este aspeto, Ministério da educação (1997) assim o refere: A reflexão permanente sobre a funcionalidade e adequação do espaço e as potencialidades educativas dos materiais permite que a sua organização vá sendo modificada de acordo com as necessidades e evolução do grupo. Todas as áreas possuem bastantes materiais adequados e todos eles estão em local acessível às crianças. Segundo Hohmann (1997) esta é sem dúvida a melhor opção uma vez que um espaço bem equipado, dividido em áreas de interesse, providencia todo o tipo de materiais que as crianças poderão usar para as brincadeiras de representação de papéis e de faz-de-conta, e para fazerem os seus próprios adereços. O equipamento da sala para além de estar ao alcance das crianças, é adequado e suficiente e todo ele está devidamente identificado, etiquetado e possui um espaço bem definido para a sua arrumação. Este aspeto é bastante importante, 5

6 pois recorrendo a Hohmann (1997) o adulto deve oferecer uma grande variedade de materiais de forma a assegurar que há oportunidades suficientes para as crianças realizarem escolhas e manipularem materiais, ainda sobre este assunto Cardona (1992) refere que é necessário um espaço bem definido, em que os materiais estejam organizados de uma forma lógica, devidamente identificados, para que a criança os consiga encontrar e arrumar facilmente, sem necessidade da interferência do adulto. Nesta sala, podemos encontrar vários espaços que proporcionam vivências diferenciadas e que estimulam a imaginação, a criatividade, o raciocínio lógico-matemático e a linguagem, que são: Área do Acolhimento; Área das Construções; Área da Casinha; Área do Baú da Fantasia; Área da Expressão Plástica; Área da Biblioteca; Área dos Jogos; Área da Informática; Por conseguinte, passo a mencionar a relevância de cada uma destas áreas para o desenvolvimento global das crianças: A Área do Acolhimento é uma área fundamental, tendo em consideração, que é onde se realizam as reuniões em grande grupo, para trocar ideias, cantar, contar histórias e refletir sobre o dia. Esta é ainda uma área propícia ao desenvolvimento da linguagem oral, nas conversas/diálogos/; da linguagem escrita (hora do conto), do raciocínio Lógico-matemático através dos quadros de registo das presenças; do conhecimento do mundo (diálogos, registar o tempo ); da formação pessoal e social, tendo em conta, que a criança tem de saber respeitar os outros quando estão a falar, bem como, a expressão musical (canções, lenga-lengas). No que respeita, à Área da Biblioteca, esta desenvolve a imaginação quer pela linguagem oral, quer pela linguagem escrita visto que as crianças vão recontando as histórias mais conhecidas através das gravuras e relacionando com a ajuda do adulto com a linguagem escrita (letras que representem o nome da criança). 6

7 No que concerne à Área dos jogos, esta permite à criança trabalhar o raciocínio Lógico-matemático, quando classifica ou seria legos; a linguagem oral, ao comunicar com outras crianças, bem como a linguagem escrita, visto estar em contacto com as caixas dos jogos, cujas letras do nome do jogo ou o folheto das regras do jogo permitem à criança identificar letras do seu nome; a formação pessoal e social porque têm de saber partilhar materiais e saber estar em cada área; Em relação à Área da Casinha, salienta-se a importância do jogo simbólico realizado pelas crianças pois, as mesmas são convidadas a imitar papeis do quotidiano exprimindo sentimentos, desenvolvendo a linguagem oral, o seu raciocínio lógico e a formação pessoal e social, através de materiais existentes nas áreas e das relações entre crianças. A Área da Garagem e das Construções é uma área que potencia muito as atividades matemáticas e o raciocínio lógico, através da exploração, imitação, resolução de problemas espaciais, seriação, comparação e faz-de-conta. É igualmente uma área que favorece e estimula a cooperação e a socialização. 7

8 CARACTERIZAÇÃO DO TEMPO QUADRO SEMANAL DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2012/ ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA REGISTO DAS NOVIDADES DO FIM DE SEMANA INICIAÇÃO AO INGLÊS INICIAÇÃO À MATEMÁTICA INICIAÇÃO À LEITURA E À ESCRITA EXPRESSÃO MUSICAL EXPRESSÃO MOTORA EXPRESSÃO PLÁSTICA ÁREA DO CONHECIMENTO DO MUNDO INICIAÇÃO À INFORMÁTICA NATAÇÃO - EXPRESSÃO FICHAS DE ATIVIDADE - FICHAS DE ATIVIDADE - FICHAS DE ATIVIDADE FICHAS DE ATIVIDADE DRAMÁTICA. FICHAS DE ATIVIDADE. IMPORTÂNCIA DE UMA ROTINA A sucessão de cada dia ou sessão tem um determinado ritmo existindo, deste modo, uma rotina que é educativa porque é intencionalmente planeada pelo educador e porque é conhecida pelas crianças que sabem o que podem fazer nos vários momentos e prever a sua sucessão, tendo a liberdade de propor modificações. Nem todos os dias são iguais, as propostas do educador ou das crianças podem modificar o quotidiano habitual. «Orientações Curriculares, pp. 40» A rotina diária no Jardim de Infância é muito importante, uma vez que proporciona às crianças uma sequência de acontecimentos que elas seguem e compreendem, ou seja, oferece -lhes uma estrutura de acontecimentos do dia. Deve ser consistente, permitindo que as crianças antecipem os acontecimentos que se vão seguir, sendo uma estrutura de segurança para as crianças. 8

9 A rotina diária apoia a iniciativa da criança e promove a sua autonomia. ROTINA DIÁRIA Horário Rotinas 6:30/9:00 Acolhimento 9:00/10:00 10:00/11:15 Início das atividades na respetiva sala (Canção do Bom Dia, mapa das presenças, mapa do tempo, mapa das tarefas) - Atividades Orientadas de grupo e individuais (de acordo com o quadro semanal de atividades e no âmbito da planificação diária) - Atividades livres nas áreas de atividades 11:15/11:30 - Recreio 11:30/11:45 - Higiene 11:45/12:30 - Almoço 12:30/12:45 - Higiene 12:45/15:30 - Sesta 15:30/16:00 - Higiene 16:00/16:30 - Lanche / Higiene 16:30/17:30 - Atividades Orientadas de grupo e individuais (de acordo com o quadro semanal de atividades e no âmbito da planificação diária) - Atividades livres nas áreas de atividades 17:30/18:15 - Recreio 18:15/18:30 - Higiene 18:30 / 20:00 - Prolongamento de Horário : Sala Polivalente (jogos, canções, histórias, televisão) 9

10 CARACTERIZAÇÃO DO GRUPO O grupo é composto por 24 crianças (9 meninas e 15 meninos). Do grupo, 13 crianças transitaram da sala onde eu era educadora, 10 crianças transitaram da outra sala de 2 anos e 1 está a frequentar o colégio pela primeira vez. A adaptação correu bem, tivemos a vantagem de já conhecermos a maior parte do grupo, o que deu alguma segurança às crianças e aos pais. No grupo existem 2 crianças com necessidades educativas especiais, uma delas diagnosticada com Síndrome de Down ou Trissomia do cromossoma 21 e a outra com um atraso no seu desenvolvimento cognitivo. O grupo é no geral um grupo muito dinâmico, ativo e curioso. É um grupo muito participativo e motivado, revelando sempre muito interesse pelas atividades propostas. Estão claramente familiarizadas com o espaço, o equipamento, a equipa, o grupo, os materiais e as metodologias de trabalho. Demonstram uma preferência extrema pela Área da Casinha, Garagem e Construções e Jogos, onde o jogo simbólico está presente e é tão importante para seu desenvolvimento cognitivo e para o equilíbrio emocional. Progressivamente, descobrem o prazer da socialização, na medida em que começam a ter em conta as ideias dos outros colegas, sendo cada vez mais possível colaborarem umas com as outras, o que se torna evidente em tarefas de pequeno grupo. Revelam um nível de interesse e curiosidade bastante elevado no que respeita às atividades propostas ou orientadas. A cada dia que passa demonstram uma sensibilidade crescente às regras do grupo, tentando respeitá-las e de uma forma progressiva e usam mais as palavras para exprimir as emoções e sentimentos. 10

11 LISTAGEM DO GRUPO Nome Data de Nascimento ABNER FILIPE DA CRUZ LIMA ARAÚJO 01/02/2010 BEATRIZ ESTEVES CALDEIRA DOS SANTOS 12/05/2009 BERNARDO MONTEIRO DA SILVA DE ALMEIDA CABRAL 31/03/2009 BRUNA ISABELLE SANTOS DE QUEIROZ 09/11/2009 BRUNO DANIEL BARNABÉ SIMÕES 23/10/2008 CAROLINA NEGRÃO BARROSO 30/09/2009 DIANA PEREIRA NOGUEIRA 25/10/2009 FRANCISCO DE MENDONÇA GONÇALVES BEXIGA 06/10/2009 FRANCISCO PIMENTEL GUERRA SANTOS ALVES 14/06/2010 GUILHERME LOPES NASCIMENTO FRANCO SANTORUM 12/07/2009 GUILHERME LOPES PAULOS CALDEIRA 14/09/2009 INÊS SANTOS LOPES GALVÃO 27/01/2010 JOÃO DIOGO AMARAL SALVADOR NEVES JORGE 01/08/2009 JOÃO PEDRO NEVES FERNANDES 15/07/2009 LAURA VAZ CAMPOS MENDONÇA JESUS 14/07/2009 LEONOR DA SILVA COSTA 25/06/2009 LOURENÇO FERNANDES MORAIS 08/11/2009 MARIA TERESA DA SILVA MONTEIRO GRANÇA 25/11/2009 MARIANA RODRIGUES SILVA SOARES TRINDADE 11/05/2009 MARTIM VITAL DE AZEVEDO 20/10/2009 MIGUEL RODRIGUES DOS SANTOS 04/01/2010 RICARDO FILIPE BARATA MARTINS RICARDO 15/12/2009 RODRIGO COELHO MARTINS 13/07/2009 RODRIGO GASPAR NETO 18/04/

12 CARACTERIZAÇÃO DA FAIXA ETÁRIA A caracterização das crianças que vou fazer é fundamentada nas teorias de alguns investigadores, segundo a faixa etária do grupo. É fundamental conhecer as características próprias desta faixa etária para que possa ir ao encontro das suas necessidades. Na área emocional ainda se encontra um pouco descontrolada, expressando as suas emoções de uma forma um tanto desenfreada; a nível social revela um sentido muito intenso de o meu, enquanto que o Teu ainda é débil, não tendo facilidade em partilhar; por outro lado, inicia um processo de autoafirmação, opondo-se sistematicamente às ordens que recebe - é a chamada IDADE DO NÃO. A criança procura demonstrar que é um ser independente e a negação é a sua arma mais poderosa. Por vezes, a criança nesta idade tenta demonstrar o seu descontentamento com alguma violência física (dentadas, empurrões, pontapés, etc). Dos 3 aos 4 anos, a criança mantém-se profundamente inserida no meio familiar, as relações com a família fazem parte da sua identidade pessoal e, por isso, a criança ainda sente alguma dificuldade na separação que é feita todas as manhãs na sala. Segundo Wallon, a rivalidade, o ciúme, a frustração e a ansiedade são sentimentos específicos nesta idade. Aos 3 anos, as brincadeiras implicam cooperação e trabalho de equipa e as crianças começam a apreciar verdadeiramente a companhia uma das outras. Algumas fazem amigos com toda a facilidade e em todas as situações. Outras, pelo contrário, têm um ou dois amigos (que normalmente são colegas da creche) e não estabelecem relações com facilidade. No entanto, ter só um amigo não é motivo para preocupações, pois entre ter um amigo e não ter nenhum, a diferença é grande. Querer e gostar de brincar sozinho não só é normal como também é emocionalmente saudável. Continua a ser uma forma de desenvolver a criatividade e autoconfiança, arrumando as ideias e dando à criança espaço para resolver os seus interiores. Por outro lado, há crianças que aos 4 anos são muito sociáveis, gostando imenso de brincar com outras crianças. Havendo trocas aprende-se a reciprocidade e a partilha. 12

13 Nesta faixa etária, a criança explica-se verbalmente sobre objetos, acontecimentos e sentimentos espontaneamente ou não, representando oralmente as primeiras impressões do mundo que a rodeia. Através destas representações a criança revela o seu egocentrismo. A linguagem egocêntrica vai dando lugar a uma linguagem mais socializada ao mesmo tempo que a criança desenvolve essa aptidão social. Segundo Gessell, após um curto período de submissão, a criança entra agora numa fase agitada e perturbada onde se recusa a obedecer e querer que façam as coisas à sua maneira. Esta fase nota-se mais nas rotinas diárias. Tem de ser ela a ditar todas as leis e parece que só se sente segura quando está a comandar. É imaginativa e inventiva com uma autêntica capacidade para brincar. Pode ter consciência dos sentimentos alheios e mostrar-se muito terna nas expressões do seu afeto. As crianças nesta idade suportam muito mal um fracasso, defendendo-se com um não ou não sou capaz. A criança revela amizade ou repulsa por certas pessoas. A nível motor a criança desta idade tem um espírito vigoroso. Possui elevada energia motora. 13

14 ÁREAS DE CONTEÚDO Consideram-se áreas de conteúdo como âmbitos de saber, com uma estrutura própria e com pertinência sócio-cultural, que incluem diferentes tipos de aprendizagem, não apenas conhecimentos, mas também atitudes e saber-fazer (Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, 1997:47) ÁREA DE FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL Objetivos Contribuir para a educação para os valores Contribuir para a autoestima Contribuir para a independência Contribuir para a autonomia Contribuir para a partilha do poder e vivência de valores democráticos Contribuir para o desenvolvimento da identidade Contribuir para a educação multicultural Estratégias. Tomar Consciência de si e do outro;. Atribuir valor a comportamentos e atitudes suas e dos outros;. Interação com diferentes valores e perspetivas;. Agir em conjunto e relacionar-se com os outros;. Conhecer, reconhecer e diferenciar modos de agir.. Fomentar atitudes de tolerância, compreensão e respeito pelo outro;. Saber gerir diferentes opiniões e conflitos.. Estabelecer uma relação positiva com as crianças;. Valorizar, escutar, estimular e encorajar as suas iniciativas.. Promover a aquisição do saber-fazer;. Promover oportunidades de escolha e de responsabilização.. Promover a tomada de decisões;. Saber encontrar critérios e razões para as suas escolhas.. Partilhar o poder entre cada criança e o grupo;. Promover uma organização social participada;. Promover uma vivência democrática no grupo;. Estabelecer regras elaboradas e negociadas entre todas as crianças;. Promover a consulta, a colaboração e a cooperação de todo o grupo.. Promover a autoestima;. Promover o sentido de pertença;. Respeitar diferenças culturais;. Saber valorizar a diversidade de contributos individuais para o enriquecimento do grupo.. Pela igualdade de oportunidades;. Respeito pelas diferentes maneiras de saber estar;. Aceitar as diferenças: sexual, social e étnica.. Pela organização do ambiente dentro de critérios 14

15 Contribuir para a educação estética Contribuir para a educação para a cidadania estéticos que favoreçam a educação do gosto;. Contacto com diferentes formas de expressão artística;. Contacto com o meio envolvente, com a natureza e com a cultura.. Pela aquisição de espírito crítico e interiorização de valores;. Pela abordagem a temas transversais: Educação multicultural, educação sexual, educação para a saúde, educação para a prevenção de acidentes, educação do consumidor. ÁREA DA EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO Expressão Motora Objetivos Permitir o desenvolvimento da motricidade global Permitir o desenvolvimento da motricidade fina Permitir o desenvolvimento de jogos movimentados Estratégias. Tomar consciência dos diferentes segmentos do corpo;. Tomar consciência das suas possibilidades e limitações;. Interiorização do esquema corporal;. Identificar e designar as diferentes partes do corpo;. Adquirir noção do corpo em relação ao exterior;. Adquirir noção de: esquerda, direita, em cima, em baixo etc.. Conseguir trepar, correr, deslizar, baloiçar, rodopiar, saltar a pés juntos ou num só pé, etc.. Orientar para exercícios que deem um controlo voluntário desses movimentos;. Saber iniciar, parar, seguir vários ritmos e várias direções;. Desenvolver a capacidade de estar quieto e de se relaxar.. Pela manipulação de diversos objetos;. Saber receber e projetar objetos;. Saber ligar a expressão motora à linguagem;. Utilizar materiais que permitam diversificar e enriquecer as oportunidades de expressão motora;. Apreender ritmos, sons, e o acompanhamento musical ligando a expressão motora à dança e também à expressão musical.. Controlo motor;. Saber aceitar e compreender regras;. Executar jogos movimentados tanto no interior como no exterior. 15

16 Expressão Dramática Objetivos Permitir a exploração do jogo simbólico Permitir a educação para o jogo simbólico Permitir o jogo dramático Permitir a utilização de fantoches Permitir a utilização de sombras chinesas Estratégias. Atividade de brincadeira espontânea;. Saber recrear experiências da vida quotidiana e situações imaginárias;. Pela utilização de materiais que oferecem diferentes possibilidades de fazer de conta ;. Saber utilizar objetos livremente, atribuindo-lhes significados múltiplos.. Criar outras formas de expressão e comunicação;. Saber utilizar as vivências e experiências das crianças;. Utilizar diferentes formas de mimar e dramatizar através do corpo/voz;. Dialogar com as crianças sobre o material necessário e como adaptá-lo e transformar. Dramatizações, encadeamento de ações;. Permitir o desenvolvimento da imaginação e da linguagem verbal e não verbal;. Devem as crianças desempenhar diferentes papéis em diferentes dramatizações de histórias.. Para facilitar a expressão e a comunicação;. Possibilidade de criar pequenos diálogos;. Construção e utilização de vários tipos de fantoches.. É um outro suporte para atividades de dramatização;. Saber projetar o corpo ou mãos;. Saber criar formas mais elaboradas Expressão Plástica Objetivos Permitir um ambiente de representações e de comunicação Permitir a aquisição de conhecimentos sobre a utilização dos materiais Permitir a expressão tridimensional Permitir o acesso à arte e à cultura Estratégias. Representar graficamente as vivências individuais ou de grupo;. Possibilitar a planificação conjunta da forma como devem realizar as atividades;. Organizar adequadamente o espaço;. Disponibilizar diversidade de materiais.. Favorecer o conhecimento de regras;. Responsabilizar as crianças pelo material coletivo;. Incutir o respeito pelo trabalho dos outros. Permitir a diversidade e acessibilidade dos materiais. Possibilitar meios de alargar as experiências;. Favorecer a expressão tridimensional que tem uma importância fundamental para as crianças mais pequenas;. Utilizar materiais diferentes: dimensões, volumes, formas, texturas;. Utilizar materiais de desperdício.. Desenvolver o sentido estético e o conhecimento do mundo; 16

17 Expressão Musical Objetivos Incutir o saber escutar Incutir o prazer de cantar Incutir o prazer de dançar Incutir o prazer de tocar Estratégias. Saber escutar de olhos fechados;. Saber fazer silêncio;. Identificar e reproduzir sons e ruídos da natureza e da vida.. Perceber a relação entre a música e a palavra;. Trabalhar as letras das canções;. Enriquecer as canções pelas diferentes formas de ritmo;. Tirar partido das rimas para discriminar sons.. Dançar ao ritmo de uma música, permite que as crianças exprimam como sentem a mesma;. Permite trabalho organizado com uma finalidade comum.. Desenvolver a sensibilidade estética neste domínio;. Aumentar a cultura musical;. Utilização de instrumentos musicais;. Utilização de gravações;. Construção de instrumentos simples. Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita - Linguagem Oral Objetivos Fomentar o diálogo Fomentar o interesse em comunicar Permitir o progressivo domínio da linguagem Permitir a exploração de caráter lúdico Estratégias. Facilitar a expressão das crianças e o seu desejo de comunicar;. Saber escutar cada criança;. Valorizar a sua contribuição para o grupo;. Fomentar o diálogo entre as crianças.. Implica saber-se escutado e supõe ter coisas interessantes para comunicar;. Em grupo ter cuidado com as crianças que têm mais dificuldade em se exprimir.. Pela utilização de frases simples e mais complexas;. Adquirir maior domínio da expressão e comunicação.. Pelo prazer em lidar com as palavras;. Pelo prazer em inventar sons e descobrir relações;. Permitir a descoberta da língua e da sensibilização estética;. Permitir brincadeiras através do narrar acontecimentos, reproduzir ou inventar histórias. 17

18 Permitir a apropriação das funções da linguagem Possibilitar a comunicação não verbal Permitir a compreensão de códigos simbólicos convencionais Saber adequar a comunicação a situações diferentes: Narrar acontecimentos, resolver regras de grupo, distribuição de tarefas, dar recados, falar ao telefone, fazer perguntas, obter informações. Expressar e comunicar sentimentos através de gestos ou mímica (relacionar com a expressão dramática).. Saber reconhecer símbolos, sinais de trânsito;. Saber criar símbolos próprios para substituição de palavras. - Linguagem Escrita Objetivos Permitir a imitação da escrita e a leitura Permitir a familiarização com o código escrito Permitir as tentativas de escrita Permitir a utilização do desenho como forma de escrita Permitir que as crianças partilhem nas diversas estratégias de leitura Permitir o desenvolvimento da imaginação e do vocabulário Compreender o valor das bibliotecas Estratégias. Através de diferentes materiais: folhas, cadernos, blocos, revistas e jornais.. Pela apreensão da utilidade da leitura e da escrita;. Pela Valorização das tentativas de escrita.. Pela perceção das normas da codificação escrita a criança vai desejar reproduzir algumas palavras;. Comparar as letras com o nome dos colegas;. Aprender a escrever o seu nome.. Narrar uma história e posteriormente representar através do desenho;. Partilhar a leitura de histórias, leitura de imagens, noticias de jornais, leitura de receitas,. Pela leitura realizada pelas crianças. Pela interpretação de imagens de livros e de gravuras.. Utilizar a biblioteca como espaço de recreio, de cultura e de interesse pelo livro. - Outras Formas de Linguagem Objetivos Permitir a utilização de meios audiovisuais Permitir a utilização de meios informáticos Estratégias. Como meios de expressão individual e coletiva;. Como meios de transmissão do saber e da cultura;. Como método lúdico;. Conseguirem as crianças relacioná-los com outras formas de expressão (desenho, pintura). Sensibilizar a um outro código (código informático) que pode ser utilizado em expressão plástica, musical, escrita e matemática. 18

19 Domínio da Matemática Objetivos Permitir vivências no espaço e no tempo Desenvolver princípios lógicos Saber seriar e ordenar Adquirir a noção de número Permitir a obtenção da orientação ao nível do tempo Estratégias. Atividades espontâneas e lúdicas. Com critérios previamente estabelecidos. Pela noção de pertença;. Pelo reconhecimento das diferenças.. Conseguir reconhecer as características que permitem estabelecer uma classificação: Altura, tamanho, espessura, luminosidade, velocidade, duração, intensidade.. Através de séries definidas: uma série (número ordinal). Uma hierarquia (número cardinal).. Através do suporte em outras áreas de expressão é possível a tomada de consciência do desenvolvimento do tempo: antes e depois; sequência semanal, mensal e anual;. Tempo marcado pelo relógio. ÁREA DA CONHECIMENTO DO MUNDO Objetivos Promover o conhecimento do mundo Permitir a perceção do sentido das coisas Perceber a importância de preservar o meio ambiente Sensibilizar para as ciências, promover o desenvolvimento de atitudes científicas e experimentais Promover os conhecimentos de física e química Fomentar para a educação para a saúde Estratégias. Através da curiosidade e o desejo de saber, promover situações de descoberta.. Pela apreensão dos contextos: escolar e extraescolar;. Visitas de estudo; vivências; mas média. Pela importância do bem-estar e qualidade de vida;. Respeito pela natureza;. Através de ações simples: arrumação, limpeza, cuidar dos espaços.. Através de atividades que relacionam com domínios do conhecimento: humano, biologia, física, química, geologia, geografia.. Ações simples: esquema do corpo humano; Plantas, animais. Através de experiências: com água, com ar, com fontes de luz, com sombra.. Saber cuidar da sua higiene diária e alimentação 19

20 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Todos sabemos que as crianças devem ter a possibilidade de contactar com os livros desde cedo, pois através deles estaremos a promover o desenvolvimento infantil. É certo que todas as crianças gostam de ouvir histórias na escola, em casa, na hora de ir dormir, pois estas fazem-nas imaginar e fantasiar, sonhando com aquelas personagens tão conhecidas dos contos de fadas. No entanto hoje, devido à falta de tempo, as crianças são muitas vezes privadas desta tão importante atividade pedagógica. As crianças devem ter sempre a possibilidade de contactar com os livros e com a leitura diariamente, pois estes constituem um dos bens mais preciosos da educação. Apesar de hoje em dia, termos ao nosso dispor muitas ferramentas de trabalho novas, não há nada mais valioso do que imaginar o que cada um tem dentro de si, através da magia dos livros. Deste modo através de diversas atividades pedagógicas, iremos fazer dos livros, objetos do nosso dia a dia, tornando-os objetos de trabalho auxiliar. Tendo em conta o grupo e a faixa etária utilizarei como estratégias de implementação deste projeto: O contacto com os livros através da hora do conto; A realização de um livro de sala com a colaboração escola família; A elaboração de livros tendo em conta o tema a ser trabalhado; O cuidar e estimar os livros. Elaboração de cartazes alusivos ao tema com a participação das famílias Recolha de materiais na escola e por parte das famílias e imagens alusivas ao tema; Visitas de Estudo; Realização de atividades alusivas à temática com interação e participação das famílias; Lengalengas, dramatizações, poesias, canções, histórias, trava-línguas, adivinhas; Intercâmbio entre as diferentes valências; Visualização de histórias em formato digital; 20

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