Descolamento de Revestimentos de Argamassa Aplicados sobre Estruturas de Concreto Estudos de casos brasileiros

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1 Descolamento de Revestimentos de Argamassa Aplicados sobre Estruturas de Concreto Estudos de casos brasileiros Helena CARASEK Escola de Engenharia Civil/ Universidade Federal de Goiás Brasil Oswaldo CASCUDO Escola de Engenharia Civil/ Universidade Federal de Goiás Brasil Resumo: O presente trabalho aborda estudos de casos práticos ocorridos em nove obras no Brasil, onde os revestimentos de argamassa aplicados sobre estruturas de concreto armado e protendido apresentaram manifestações patológicas. O problema principal detectado nestas obras foi o descolamento, geralmente acompanhado de fissuração, dos revestimentos de argamassa. Então, com base em inspeções, questionários aplicados e ensaios realizados, apresenta-se a sintomatologia típica, além do diagnóstico detalhado dos casos estudados. São discutidos também aspectos teóricos, com base na literatura nacional e internacional, visando explicar detalhadamente o mecanismo do descolamento. Palavras chave: Argamassa, Revestimento, Patologia, Descolamento, Estrutura de Concreto. 1. INTRODUÇÃO Recentemente têm sido relatados vários casos no Brasil, bem como em Portugal, de manifestações patológicas de revestimentos de argamassa, tanto com argamassas convencionais, preparadas em obra, como com argamassas industrializadas. Os problemas são os mais diversos, mas dentre eles uma manifestação cada vez mais freqüente, conforme relatado recentemente por diversos autores, é o descolamento do revestimento aplicado sobre as estruturas de concreto armado e protendido, para o qual muitas vezes as causas não são ainda totalmente compreendidas [1] a [9].

2 Neste sentido, o trabalho proposto apresenta uma série de estudos de casos práticos ocorridos em nove obras de Brasília DF, Brasil, onde os revestimentos de argamassa aplicados sobre estruturas de concreto armado e protendido apresentaram manifestações patológicas. O problema principal detectado foi o descolamento dos revestimentos de argamassa, observado por regiões com som cavo ou desplacamentos consideráveis do material, geralmente acompanhado de fissuração. Cabe salientar que o objetivo principal não é apresentar detalhadamente resultados de ensaios e sim, com base nos resultados de inspeções e ensaios, discutir o diagnóstico e o mecanismo da manifestação patológica observada, deixando claras as formas de prevenção de tal problema. 2. METODOLOGIA Foram estudados nove casos práticos ocorridos em edifícios na cidade de Brasília DF, Brasil, executados por seis diferentes construtoras de ampla atuação na região. Para a definição do diagnóstico dos nove casos, semelhantes com relação à manifestação patológica principal descolamento dos revestimentos de argamassa sobre as estruturas de concreto -, foram aplicados questionários amplos, os quais foram preenchidos pelos engenheiros e pelos mestres-de-obra responsáveis pela execução dos edifícios que apresentaram problema. Foi realizada também uma inspeção visual acompanhada de documentação fotográfica dos problemas observados. Para uma das obras em estudo, constituída de duas torres de 16 andares, dada a facilidade de acesso e condições de ensaio, foram realizadas outras avaliações, conforme descrito no subitem Questionários aplicados Os questionários abordaram questões sobre os seguintes aspectos: Sobre o problema observado descolamento e fissuração dos revestimentos: local de incidência, intensidade, tempo após o qual apareceram os problemas, etc. Características das estruturas de concreto: concepção estrutural (armado, protendido, laje nervurada, etc.), resistência característica do concreto, fornecedor do concreto, tipo de fôrma, tipo e marca do desmoldante, etc. Cronograma das etapas de execução: prazos adotados desde a execução da estrutura até a aplicação do revestimento. Aspectos da execução do revestimento: tipo de misturador e tempo de mistura das argamassas, preparo da base (limpeza, chapisco, umedecimento, etc.), procedimento de aplicação da argamassa, etc. Características das argamassas de chapisco e de revestimento adotadas: tipo e marca das argamassas industrializadas, traço e materiais constituintes das argamassas preparadas em obra, teor de água adotado. Características das alvenarias: tipo de bloco e argamassa de assentamento.

3 Outros: número de pavimentos do edifício, espessura média dos revestimentos, época do ano (condições climáticas) quando se deu a aplicação da argamassa de revestimento, etc. 2.2 Ensaios realizados Para uma das obras avaliadas, foi possível a realização de testes e ensaios específicos que ajudaram na definição do diagnóstico, conforme descrito a seguir. Determinação da resistência de aderência à tração. Foram realizados 96 pontos de ensaios, conforme a NBR [10], tanto no revestimento aplicado sobre as estruturas de concreto (vigas e pilares), como sobre a alvenaria (neste caso, visando a confirmação de que o problema era somente sobre a estrutura). Análise da composição da argamassa (reconstituição de traço). Foram coletadas amostras de revestimento para a realização de uma reconstituição de traço, visando a determinação do teor de cimento da argamassa empregada. Esta análise foi realizada em um laboratório particular, por meio da determinação química do teor de dióxido de silício. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO A seguir serão apresentados e discutidos os resultados obtidos através das análises realizadas de forma generalizada para as nove obras em questão. 3.1 Sintomatologia Típica do Problema As principais manifestações patológicas observadas nos revestimentos de argamassa, nas nove obras em estudo, foram uma moderada a intensa fissuração acompanhada pelo descolamento, observado tanto pela existência de som cavo, como pelo desplacamento de partes do revestimento. Os problemas ocorriam essencialmente nos revestimentos aplicados sobre a estrutura de concreto, não existindo em nenhum dos casos descolamentos importantes sobre as alvenarias (Figura 1). O revestimento descolava em forma de placas grandes e coesas com ruptura na interface estrutura/chapisco, removendo totalmente o chapisco e deixando a superfície do concreto completamente limpa (Figura 2). A fissuração observada era mapeada ou sem orientação preferencial, em geral com as fissuras se cruzando em ângulos próximos a 90 o (Figura 3). Algumas regiões, aparentemente sem fissuras, apresentavam também o som cavo quando percutidas; nestes casos existiram situações onde o revestimento encontrava-se deslocado do substrato cerca de 3 mm, caracterizando bem o seu empolamento.

4 Figura 1 Vista de uma parte do revestimento externo da caixa de escada. Observa-se que o revestimento descolou somente na parte aplicada sobre a estrutura de concreto; por outro lado, o revestimento aplicado sobre a alvenaria mostra-se bem aderido. Figura 2 Descolamento de placas grandes e coesas com ruptura na interface chapisco/estrutura. Figura 3 Revestimento apresentando fissuração mapeada típica de retração da argamassa. Outro aspecto que cabe ser destacado é que a manifestação patológica geralmente não se mostrava homogênea ao longo dos panos de revestimento, apresentando bolsões de descolamento. Os problemas começaram a ser observados em alguns casos após apenas uma semana e em outros após até 2 meses da aplicação das argamassas de revestimento, tanto interna como externamente ao edifício.

5 3.2 Resultados dos ensaios de resistência de aderência à tração Tendo em vista os objetivos desta comunicação, a seguir são analisados e discutidos os resultados gerais obtidos no ensaio de determinação da resistência de aderência à tração: Em região ensaiada onde o revestimento de argamassa encontrava-se aplicado sobre a estrutura de concreto e não apresentava fissuração e tampouco som cavo, observou-se um resultado de aderência alto (em média 0,32 MPa), com maior incidência de ruptura na interface revestimento de argamassa/chapisco e na interface chapisco/estrutura. Nestas regiões ocorreram grandes variações nos resultados de aderência, os quais oscilaram entre 0,06 MPa e 0,77 MPa. No revestimento fissurado e próximo às regiões apresentando som cavo, aplicado sobre a estrutura de concreto, a resistência de aderência (média igual a 0,11 MPa) foi menor do que na região sã, sendo o tipo de ruptura predominante, neste caso, na interface chapisco/estrutura, ou seja, o chapisco é arrancado deixando à vista a estrutura de concreto. Os revestimentos aplicados sobre alvenaria apresentaram resultados de resistência de aderência adequados (em média 0,29 MPa), rompendo principalmente na interface chapisco/base (deixando exposta a alvenaria) e no interior do bloco cerâmico, mostrando que, neste último caso, a resistência de aderência superou a resistência à tração do bloco cerâmico. Isto ocorreu tanto em região fissurada como na região íntegra. 3.3 Resultados da reconstituição de traço e das observações em lupa estereoscópica A reconstituição de traço indicou um teor de cimento de aproximadamente 24% em massa, o que representa uma argamassa de traço próximo a 1:3 (cimento e agregado, em volume). 3.4 Principais resultados dos questionários A seguir são apresentados e discutidos os principais resultados extraídos dos questionários respondidos pelos construtores das nove obras e que respaldaram o diagnóstico dos problemas. Aspectos gerais que não contribuíram significativamente para o diagnóstico, serão, portanto, omitidos ao longo desta discussão. Argamassa de chapisco: a grande maioria utilizada foi argamassa preparada em obra, em alguns casos contendo aditivos promotores de adesão, mas ocorreu um caso também com chapisco industrializado. Argamassa de revestimento: os problemas ocorreram tanto com argamassas preparadas em obra (com várias composições) como com argamassas industrializadas de diferentes fabricantes. Em uma das obras estudadas, foram aplicados dois tipos de argamassa diferentes (marcas distintas) e o problema foi observado apenas nos locais onde se empregou a argamassa mais rígida (mais rica em cimento). Em uma outra obra observou-se que além da rigidez da argamassa relativamente alta, propiciada por

6 um elevado teor de cimento, foi empregado um teor de água além do previsto pelo fabricante. Processo de aplicação das argamassas: na maior parte dos casos as argamassas foram aplicadas manualmente, mas existiram casos também com a projeção mecanizada. Prazos adotados na execução: tempo entre a concretagem da estrutura e o início da execução do revestimento superior a 30 dias até 8 meses; tempo após a aplicação do chapisco para a execução do revestimento igual ou superior a 3 dias, para todos os casos analisados. Características climáticas na época de aplicação dos revestimentos: para boa parte dos casos analisados a aplicação da argamassa deu-se na época de clima quente, seco e com ventos fortes (julho a setembro, na região Centro-Oeste); no entanto, alguns dos revestimentos que apresentaram problema também foram executados no período chuvoso. Desmoldante adotado nas fôrmas de concreto: na grande maioria das obras adotou-se desmoldante industrializado de base óleo e, em alguns destes casos, com baixa diluição em água, aquém da especificada pelos fabricantes; em duas obras não se tinha a informação do material empregado (possivelmente empregou-se óleo queimado). Limpeza do substrato: na maior parte dos casos não foi realizado nenhum procedimento de limpeza da estrutura antes da aplicação do chapisco. Espessura dos revestimentos: a espessura média dos revestimentos que apresentaram problemas oscilava entre 2,5 cm e 3,0 cm; no entanto, existiram casos localizados de revestimentos com até 6 cm. Número de pavimentos e sistema estrutural: edifícios de 2 a 23 pavimentos, construídos com vários sistemas estruturais. Alvenaria de vedação: na maior parte dos edifícios a alvenaria era de blocos cerâmicos, existindo, entretanto, edifícios com blocos de concreto e com blocos de concreto celular autoclavado; em todos os casos analisados não foram observados problemas de descolamento nos revestimentos aplicados sobre qualquer tipo de alvenaria. 3.5 Diagnóstico dos problemas Basicamente, são observados dois problemas principais que levaram às manifestações patológicas dos revestimentos, descritas anteriormente. O primeiro problema é a baixa aderência entre a camada de chapisco e o substrato (estrutura de concreto). Isto ficou visível pela observação do local de ruptura do revestimento descolado, ou seja, a separação na interface chapisco/estrutura, deixando a superfície desta última totalmente limpa. Analisando-se os resultados dos questionários, observa-se que a causa desta baixa aderência e, conseqüentemente, destes descolamentos,

7 está na falta de limpeza do substrato e principalmente no tipo de desmoldante empregado durante a concretagem. O desmoldante empregado foi de base óleo, típico para concreto aparente e, portanto, inadequado para superfícies de concreto que seriam posteriormente revestidas. Outro agravante foi a diluição do desmoldante, usado, em alguns casos, com baixas diluições, muito aquém das recomendadas pelos fabricantes. Apesar deste aspecto parecer um contra-senso, uma vez que nas obras sempre se busca a redução de custos, existe uma explicação plausível: a utilização do produto mais concentrado do que o recomendado leva a um maior reaproveitamento das fôrmas de madeira e, conseqüentemente, à economia ao final. Sabe-se que a aderência entre uma argamassa (seja ela de chapisco ou de revestimento) e o substrato se dá pela penetração da pasta aglomerante ou da própria argamassa nos poros ou entre as rugosidades da base de aplicação. Quando a argamassa no estado plástico entra em contato com a superfície absorvente do substrato, parte da água de amassamento, que contém em dissolução ou estado coloidal os componentes do aglomerante, penetra pelos poros e cavidades do substrato. No interior destes ocorrem fenômenos de precipitação, de maneira que transcorrido algum tempo, com a cura, esses precipitados intracapilares (principalmente a etringita) exercem ação de ancoragem da argamassa à base [11]. Assim, se a superfície está impregnada de óleo, este exerce uma ação hidrofugante, impedindo a penetração da pasta aglomerante para o interior da camada superficial da base. Desta feita ocorre o comprometimento da aderência entre a argamassa de chapisco e a estrutura de concreto [12]. Outro aspecto observado, ainda com relação à aderência, é que o processo de descolamento mostrou-se, na maior parte dos casos, bastante heterogêneo, existindo em um mesmo pano de revestimento aplicado sobre estrutura de concreto, regiões com boa aderência e outras totalmente descoladas bolsões de descolamento. Estes bolsões também ficaram caracterizados pela alta variabilidade dos resultados de resistência de aderência obtidos nos ensaios. A este respeito cabe um comentário sobre o efeito do óleo desmoldante. O desmoldante quando aplicado sobre a superfície de madeira da fôrma de concreto tende a concentrar-se em regiões localizadas, muito provavelmente por algum efeito físico entre o líquido e a superfície da fôrma. Espalhando-se desta forma heterogênea na fôrma, também o concreto apresentar-se-á de igual modo heterogêneo quanto à concentração de desmoldante em sua superfície. Tal concentração diferenciada afeta a homogeneidade de sucção do substrato no tocante à sua área superficial e, com isto, tem-se explicada em grande parte a ocorrência dos bolsões de descolamento, pelo menos em uma primeira instância de avaliação. O segundo problema é a elevada fissuração observada nos revestimentos. A fissuração mapeada ou sem orientação preferencial, em geral com as fissuras se cruzando em ângulos próximos a 90 o, denota a elevada retração sofrida pela argamassa endurecida. Com relação à fissuração, segundo Joisel [13], uma menor resistência de aderência ao cisalhamento (atribuída no presente trabalho à base de concreto) implica em maiores aberturas de fissuras no revestimento (não necessariamente à maior quantidade de fissuras), o que pode tornar tal fissuração mais notória, ou seja, mais visível a olho nu. Relativo, então, ao diagnóstico do problema patológico em questão, credita-se preponderantemente a origem da elevada retração do revestimento à uma provável

8 inadequação da formulação das argamassas empregadas. Em um dos casos analisados, notou-se a argamassa endurecida muito rígida e apresentando uma certa dificuldade de fragmentação pela ação mecânica de talhadeira e marreta, o que sugere uma resistência elevada e alto módulo de elasticidade. Fragmentando-se um pedaço do revestimento e aspergindo-se o indicador timolftaleína, pôde-se observar no perfil do emboço uma pequena espessura carbonatada (em torno de 0,5 cm) e mais para o interior do revestimento uma maior espessura não carbonatada, que chamou a atenção por apresentar uma tonalidade azul muito intensa. Isto é indicativo de que a argamassa possuía um elevado teor de aglomerante, sendo que, tendo em vista a sua elevada rigidez, acredita-se que tal aglomerante deva ser preponderantemente o cimento Portland. Conforme discutido por Fiorito [14], a tensão de tração na argamassa oriunda da retração é função direta do seu módulo de elasticidade, de sorte que argamassas muito ricas em cimento sofrem notável influência da retração, estando mais sujeitas a tensões de tração que causarão fissuras e possíveis descolamentos de sua base. Um outro fator que também é função direta das tensões de tração na argamassa quando de sua retração é a espessura do revestimento. Observou-se na inspeção, em algumas áreas do revestimento, uma elevada espessura de argamassa (em alguns casos atingindo 6 cm), o que contribuiu para aumentar os efeitos da retração. Por outro lado, além do efeito da retração, um revestimento espesso e constituído por uma argamassa de traço rico em cimento (muito rígido), não pode acompanhar a movimentação da estrutura, agravando-se o descolamento. Por fim, outro aspecto importante que contribuiu com a alta retração, pelo menos em alguns dos casos analisados, certamente foi o clima de Brasília, a saber: quente (temperaturas superiores a 30 o C), seco (a umidade relativa do ar por vezes é inferior a 15%) e com incidência de fortes ventos. Na realidade isto mostra uma necessidade de adequação da formulação das argamassas a este tipo de clima. Um aspecto que cabe destaque é que a patologia estudada não estava diretamente relacionada com a qualidade das argamassas de chapisco adotadas, uma vez que os problemas ocorreram tanto com argamassas preparadas em obra (com e sem aditivo adesivo) como com argamassa de chapisco industrializada (chapisco colante). Assim, a explicação do mecanismo de descolamento observado nas obras em estudo está calcada na retração acentuada dos revestimentos, associada à sua baixa aderência ao substrato. A retração principal é produzida pela saída prematura de água da camada do revestimento, devida à evaporação intensa e à absorção do substrato típicas do revestimento, que se constitui em um elemento delgado, de elevada relação área/volume e normalmente com significativa parte desta área exposta ao ambiente. Quando a ligação entre o revestimento e o substrato é baixa, como no caso em questão pelo efeito do desmoldante impregnado no substrato de concreto, a camada de revestimento tende a se contrair pelo efeito de retração; como a restrição a essa contração é pequena, ou seja, a resistência de aderência ao cisalhamento é baixa, o revestimento tende então a empolar, eventualmente podendo fissurar. Se porventura em alguma região do revestimento a resistência de aderência ao cisalhamento superar a resistência à tração do revestimento, ocorrerá fissura, que, entretanto, se produzirá em muito menor escala se comparada à situação de elevada aderência do revestimento ao substrato. Ressalta-se que quando não há fissuração incidente e nem empolamento visível, mesmo assim o descolamento pode

9 estar ocorrendo, o que é detectado através do som cavo produzido quando o revestimento é percutido com uma ferramenta. Como este fenômeno se produz a intervalos aproximadamente regulares, isto pode resultar na ruína do revestimento como um todo. A tendência é de ocorrer uma movimentação do revestimento para fora (afastando-se do substrato - empolamento). Em outras palavras, se a ligação não é boa, ou seja, se a resistência de aderência é baixa, a retração ocorre livremente produzindo a flambagem da camada de argamassa, podendo ou não fissurar. 4. CONCLUSÕES Assim como em vários outros casos de manifestações patológicas nas construções, não se pode aqui identificar uma única causa. Nos casos estudados, ocorreu uma ação conjugada e sinérgica de vários fatores, sendo os principais a falta de condições adequadas de ancoragem da base, ocasionando baixa aderência entre a argamassa de chapisco e a estrutura de concreto, e a alta retração da argamassa de revestimento. A baixa aderência foi conseqüência primordial da presença de óleo oriundo do desmoldante empregado nas fôrmas, a maioria das vezes preparado em diluições muito baixas, desobedecendo a recomendação do fabricante. O excesso de óleo nas fôrmas conduziu à impregnação posterior da superfície do concreto, hidrofugando-a, e com isto dificultando a penetração dos produtos aglomerantes e a conseqüente ancoragem do revestimento. Já a alta retração foi atribuída à composição das argamassas, em geral caracterizada por um alto teor de cimento, tendo havido também contribuição do clima local (quente, seco e com incidência de ventos fortes), o qual propiciou rápida evaporação da água constituinte da argamassa. 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS Com a dinâmica que rege a construção, são muitas as inovações ocorridas nos últimos anos, que vão desde a inserção de novos materiais e novas práticas construtivas, até a concepção de novos sistemas estruturais. Nesse sentido, é visível a ocorrência de estruturas de concreto com graus de esbeltez significativamente mais altos do que os que se observavam nas estruturas do passado, além de vãos livres maiores e de edifícios consideravelmente mais altos na atualidade. Associado a isto, tem-se em muitas práticas construtivas uma equivocada tendência de retirada de escoramento prematura dos elementos estruturais, quando ainda é demasiadamente baixo o módulo de elasticidade do concreto. O resultado inexorável desse conjunto de aspectos é uma deformabilidade excessiva da estrutura, muitas das vezes incompatível com a capacidade de absorção de tensões por parte dos revestimentos, que não raro fissuram e descolam do substrato. Há de se destacar ainda concernente à ligação do revestimento com o substrato de concreto, o fato de que com o advento do concreto de alta resistência e mediante o uso de fôrmas plastificadas, obtém-se uma superfície de textura muito lisa e fechada. Assim sendo, com muito baixa absorção de água do substrato, há prejuízo da absorção capilar que deve existir na camada superficial da base, de modo a permitir a ancoragem dos produtos de hidratação da argamassa de revestimento no interior do substrato. Este é um fator importante que se soma aos demais já comentados, que contribui para interferir negativamente no desempenho do revestimento de argamassa aplicado à estrutura de concreto.

10 Considerando-se, portanto, todos esses fatores e agregando ainda o fato de se utilizar desmoldante base óleo em estrutura de concreto, muitas das vezes em concentrações excessivamente elevadas e sem limpeza posterior, como observado em várias obras visitadas em várias regiões do Brasil, além do fato de se conceber argamassas de elevada retratibilidade, em geral caracterizadas por altos teores de cimento em suas composições, tem-se como efeito inevitável o descolamento do revestimento. O bom desempenho dos revestimentos de argamassa, assim como de outros sistemas e sub-sistemas constituintes dos edifícios, passa pelo conhecimento e perfeita assimilação conceitual dos mecanismos de ação que eventualmente podem se instalar, gerando os problemas patológicos e levando ao fim da vida útil. Somente com o domínio satisfatório desses conhecimentos científicos e tecnológicos que interagem com o desempenho é que os profissionais de projeto e de execução assumirão as melhores condutas e especificações técnicas, baseadas em aspectos preventivos, que levarão ao melhor desempenho e maior durabilidade possível. 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] Rosenbom, K.; Garcia, J. Renovação de pavimentos e fachadas. In: ENCONTRO NACIONAL SOBRE PATOLOGIA E REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS, 1, Porto, Anais CD-ROM, 12p. [2] Bragança, L.; Almeida, M.G., Mateus, R. Silva, A. Anomalias mais comuns nas fachadas de edifícios do Concelho de Guimarães. In: ENCONTRO NACIONAL SOBRE PATOLOGIA E REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS, 1, Porto, Anais CD-ROM, 12p. [3] Nascimento, O.L.; Reis, R.J.P.; Costa, T.R. Metodologia simplificada para avaliação de aderência em argamassa de revestimento sobre estrutura de concreto armado em canteiros de obras. In SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DAS ARGAMASSAS, 5, São Paulo, 2003, Anais, resumo, p.681. [4] Ceotto, L.H.; Frigieri, V.; Nakakura, E.H. Case Impar A implantação de uma inovação. In SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DAS ARGAMASSAS, 5, São Paulo, 2003, Anais em CD-Rom, palestra. [5] Veiga, M.R. Comportamento de argamassas de revestimento de paredes. In SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DAS ARGAMASSAS, 5, São Paulo, 2003, Anais, p [6] Assali, M.P.; Camargo, F.; Faria, R. Desenvolvimento e aplicação de desmoldante retardador de pega Consitra. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DAS ARGAMASSAS, 7, Recife, 2007, Anais CD-ROM, Resumo Dia do Construtor. [7] Kasmierczak, C.S.; Brezezinski; D.E.; Collatto, D. Influência do tipo e preparo de substrato na resistência de aderência à tração e na distribuição de poros de uma argamassa industrializada. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DAS ARGAMASSAS, 7, Recife, 2007, Anais CD-ROM, 9p.

11 [8] Carasek, H. ; Cascudo, O. Aderência de revestimentos de argamassa : das pesquisas para as aplicações em obra. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DAS ARGAMASSAS, 7, Recife, 2007, Anais CD-ROM, Resumo Dia do Construtor. [9] Macedo, D.; Ribeiro, P.; Machado, G.; Carasek, H.; Cascudo, O. Influência do tempo entre a aplicação do chapisco rolado e a execução do revestimento de argamassas na aderência do sistema. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DAS ARGAMASSAS, 7, Recife, 2007, Anais CD-ROM, 12p. [10] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. Revestimento de paredes e tetos de argamassa inorgânica: determinação da resistência de aderência à tração; método de ensaio NBR Rio de Janeiro, [11] Carasek, H. Aderência de argamassas à base de cimento Portland a substratos porosos: avaliação dos fatores intervenientes e contribuição ao estudo do mecanismo da ligação. São Paulo, Tese de Doutoramento - Escola Politécnica da USP. 285p. [12] Cincotto, M. A.; Uemoto, K.L. Patologia das argamassas de revestimento aspectos químicos. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO, 3. São Paulo, Anais, P [13] Joisel, Albert. Fissuras y grietas en morteros y hormigones: sus causas y remedios. 5.ed. Barcelona, Editores Técnicos Associados, [14] Fiorito, J.S.I. Manual de argamassas e revestimentos. São Paulo, Pini, 1994.

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