IV Seminário de Iniciação Científica 372

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1 IV Seminário de Iniciação Científica 372 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE REVESTIMENTOS DE ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA Juliane Barbosa Rosa 1,3., Renato Resende Angelim 2,3. 1 Voluntária Iniciação Científica PVIC/UEG 2 Pesquisador Orientador 3 Curso de Engenharia Civil, Unidade Universitária de Ciência Exatas e Tecnológicas, UEG. Resumo Devido a grande quantidade de novos materiais e produtos lançados freqüentemente no mercado da construção civil surge à necessidade das instituições de pesquisa saírem à frente para avaliar o desempenho destes novos materiais e produtos com a intenção de assegurar a boa qualidade e os requisitos de desempenho, protegendo o consumidor e evitando o aparecimento de manifestações patológicas indesejáveis nas edificações, que quase sempre acarretam diminuição da vida útil da construção, transtornos, gastos financeiros, retrabalho, geração de resíduos na correção e poluição ambiental. Visando trabalhar neste sentido, este trabalho se propôs avaliar o desempenho de revestimentos de argamassa elaborados a partir de argamassas industrializadas. Para tanto, foram testados dois tipos diferentes de argamassas industrializadas, uma de uso geral e outra tipo monocamada, avaliando as propriedades das argamassas no estado fresco e endurecido, bem como o desempenho dos revestimentos prontos. Os resultados obtidos foram comparados aos resultados de argamassas mistas de cimento e cal, comumente produzida em obra, e aos de revestimentos produzidos a partir delas, obtidos por alunos do Curso de Engenharia Civil da UEG em Trabalhos de Conclusão de Curso, realizados sob as mesmas condições fixadas na pesquisa. Os resultados mostram a necessidade de se fazer um controle tecnológico rigoroso dos materiais e componentes da construção civil comercializados em todo país, no que diz respeito à existência de possíveis não conformidades com as exigências normativas referentes às propriedades e ao desempenho destes. Palavras chave: Revestimentos de argamassa. Desempenho. Durabilidade. 1. Introdução Os revestimentos de argamassa são os mais usados no Brasil, tanto para os revestimentos internos quanto para os externos. Acredita-se que o volume de argamassa de 372

2 IV Seminário de Iniciação Científica 373 assentamento e revestimento empregado na construção civil aproxima-se ao do concreto estrutural, ou seja, uma quantidade bastante significativa (ANGELIM, 2000). ARROBAS & DJANIKIAN (1999) relatam com dados mais precisos que a produção de cimento Portland no ano de 1998, em nível de Brasil, atingiu a casa de 37 milhões de toneladas e que, deste total, aproximadamente 40% é direcionado à produção de argamassas para a Construção Civil. A grande maioria dessas argamassas, cerca de 95%, é produzida em obra e os outros 5% correspondem ao mercado recente de argamassas industrializadas e às argamassas dosadas em central, com valores em torno de 4% e 1%, respectivamente. Estes percentuais correspondem a um volume total de aproximadamente 85 milhões de metros cúbicos/ano, sendo 80 milhões produzidos em obra. No entanto, apesar do grande volume de material empregado, observa-se na maioria das edificações espalhadas pelo país a presença de diversas manifestações patológicas em seus revestimentos. Fissuração, pulverulência, desagregação, descolamento, eflorescências e infiltração de água de chuva são os problemas mais freqüentemente encontrados, os quais geralmente têm como causa a elaboração inadequada das argamassas de revestimento. Ou seja, tais manifestações patológicas estão relacionadas na maioria das vezes aos materiais empregados, ao proporcionamento da mistura e à execução do revestimento. Os fatos demonstram que, apesar do desenvolvimento científico e tecnológico da engenharia, o preparo e a dosagem das argamassas de revestimento ainda são predominantemente baseados no empirismo e na tentativa. (ANGELIM, 2000) O subdesenvolvimento do subsistema revestimento de argamassa talvez se deva ao fato de não implicar comprometimento estrutural, ou seja, risco de desabamento, embora participe aumentando significativamente a durabilidade e a vida útil da construção como um todo. Algumas vezes, porém, o descolamento de revestimentos de tetos e de fachadas, pode causar vítimas fatais. (ANGELIM, 2000) Proteger a estrutura de concreto e principalmente a alvenaria, colaborar no isolamento termo-acústico, vedar permitindo conforto e higiene, regularizar a superfície e melhorar a estética são funções dos revestimentos de argamassa que influem substancialmente na qualidade, na valorização e no aumento da vida útil da construção. Cabe salientar que, os revestimentos de argamassa geralmente servem de substrato para outros revestimentos mais valorizados, como pintura, laminados plásticos, pedras naturais e revestimentos cerâmicos, que para serem executados com sucesso e serem duráveis, dependem muito da boa qualidade da base ou substrato. 373

3 IV Seminário de Iniciação Científica 374 Para atender as estas prescrições, o revestimento deve apresentar resistência mecânica à tração, compressão, impactos, abrasão e riscamentos, bem como apresentar resistência à propagação do fogo. Deve ainda apresentar boa aderência com a base e resistir à ação de variações de temperatura e umidade, além de propiciar uma superfície sem fissuras. (SELMO, 1989 e CINCOTTO, SILVA & CARASEK, 1995) Devido a grande importância que exerce o sistema de revestimentos de argamassa dentro da construção civil atribui-se o surgimento da argamassa industrializada no mercado devido aos seguintes fatores: o grande consumo de argamassa utilizado no país; a elaboração empírica e inadequada das argamassas de revestimento na maioria das obras do país; a grande incidência de diversas manifestações patológicas nos revestimentos de argamassa das edificações no cenário nacional; a tentativa de minimizar custos com mão-de-obra e aumentar a produtividade na construção civil; minimização e otimização de espaços nos canteiros; elevado custo do agregado miúdo, essencialmente constituído de areia natural de leito de rios, cujas fontes de exploração estão cada vez mais afastadas dos centros urbanos e devido a escassez deste recurso e o surgimento de leis de proteção ambiental. Um grande filão do mercado das argamassas industrializadas foi monopolizado pelos fabricantes de cimento. As indústrias cimenteiras utilizam a própria rocha calcária empregada na fabricação do cimento para produção do agregado miúdo destinado à elaboração das argamassas. Segundo Cincotto & Carneiro (1999) a participação da areia na composição das argamassas é em torno de 80% em massa. Por sua vez, as facilidades decorrentes do uso de argamassa industrializada em detrimento às confeccionadas no canteiro são inúmeras, resta saber se o produto industrializado e comprado condiz com o especificado pelo fabricante e estabelecido pelas normas brasileiras vigentes. (ROLIM et al., 2001) O presente trabalho é resultado de uma pesquisa institucional, dentro de um programa da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação da Universidade Estadual de Goiás, e trata-se de uma investigação experimental realizada no Laboratório de Concreto da Unidade Universitária de Ciências Exatas e Tecnológicas. A pesquisa em questão se insere na Linha de Materiais e Componentes de Construção Civil, mais especificamente no sistema de 374

4 IV Seminário de Iniciação Científica 375 revestimentos de argamassa, tendo por tema Avaliação do Desempenho dos Revestimentos de Argamassa Industrializada. Este trabalho tem como objetivo avaliar o desempenho de revestimentos elaborados a partir de argamassas industrializadas, de marcas comumente comercializadas nas regiões metropolitanas de Goiânia e Anápolis e assim: Comparar com o desempenho de um revestimento de argamassa feito por Silva (2005), comumente produzido em obra, de traço 1:1:6 em volume, de argamassa mista de cimento, cal e areia úmida (umidade igual ou superior a umidade crítica), sendo este o escolhido por se tratar de um traço consagrado para revestimentos externos de paredes em obras de todo o país; Verificar se as propriedades do produto industrializado condizem com o especificado pelo fabricante e estabelecido pelas normas brasileiras vigentes. Estas propriedades são teor de ar incorporado, retenção de água e resistência à compressão aos 28 dias de idade, determinados para uma consistência padrão fixada em (255±10) mm. Ainda como objetivo específico, avaliar o desempenho dos revestimentos produzidos com as diferentes argamassas do estudo quanto à fissuração, à resistência de aderência à tração, à permeabilidade à água, à dureza superficial ao risco, a pulverulência e à rugosidade. Os resultados da pesquisa podem alertar o consumidor, no caso mais especificamente os construtores e profissionais do meio, quanto à necessidade da realização de controle tecnológico para escolha de materiais mais adequados e ao longo da execução dos revestimentos de argamassa, bem como servirem de parâmetro aos fabricantes para apurarem a qualidade de seus produtos, caso demonstrem inadequados para o uso. 2. Materiais e Métodos No princípio, quando o projeto foi proposto, pretendia-se testar o desempenho de três marcas ou fabricantes diferentes de argamassa industrializada comercializadas na região. Entretanto no período em que transcorreu a pesquisa um dos fabricantes interrompeu definitivamente o processo de produção, devido à concorrência predatória por parte de certa indústria cimenteira, fabricante de argamassa industrializada. Desta forma, só foi possível trabalhar somente com duas marcas distintas. 2.1 Variáveis de Estudo Foram estabelecidas como variáveis no trabalho: 2 tipos de argamassa industrializada [uma argamassa de uso geral (assentamento e revestimento) e uma argamassa tipo monocamada]; 2 tipos de preparo do substrato ( alvenaria de bloco cerâmico vazado, com e sem chapisco). 375

5 IV Seminário de Iniciação Científica Condições Fixas As condições mantidas fixas para o trabalho: Alvenaria de blocos cerâmicos vazados, em ambiente de laboratório. Os blocos foram assentados com argamassa mista na proporção de mistura 1:2:9 de cimento, cal e areia na umidade crítica, em volume, com junta horizontal de assentamento de aproximadamente 2 cm, base esta também utilizada por Silva; Chapisco: quando aplicado, utilizou-se na proporção de mistura 1:3 de cimento e areia na umidade crítica, em volume, foi aplicado de forma contínua (chapisco fechado), três dias antes da argamassa de revestimento não recebendo cura; Revestimento de argamassa de referência na proporção de 1:1:6 em cimento, cal e areia úmida executado por Silva (2005); Tipo do revestimento: de camada única de espessura 2 cm, aplicada sobre área superior a 1 m 2, com a molhagem da base no instante da aplicação; Idade de avaliação dos revestimentos: 28 dias. 2.3 Materiais Utilizados no Estudo Blocos Cerâmicos Os blocos cerâmicos vazados empregados no programa experimental foram ensaiados no Laboratório de Materiais de Construção da Unidade de Ciências Exatas e Tecnológicas/UEG. A Tabela 2.1, a seguir, apresenta os resultados da caracterização dos blocos. Tabela 2.1 Características dos blocos cerâmicos. Ensaio Método Nº de Resultado Limites Unid. CPs Médio NBR 7171/83 Dimensões Nominais NBR 7171/92 24 cm 10 x 20 x 30 - Resistência à Compressão NBR 6461/83 4 MPa 1,61 1,50 MPa Absorção de Água NBR 7184*/93 4 % 21,4 - Adaptado do ensaio para bloco vazado de concreto simples para alvenaria Argamassa Industrializada Tipo A (Uso Geral) Uma das argamassas empregadas é de uso geral, aqui denominada argamassa tipo A, ou seja, serve para revestimentos de paredes e tetos, assentamento e regularização de contrapiso. As características granulométricas dela estão apresentadas na Tabela

6 IV Seminário de Iniciação Científica 377 Tabela 2.2 Características granulométricas da argamassa tipo A no estado anidro. Método Ensaio Resultados NBR 14086/98 Massa unitária (kg/dm³) 1,33 NBR 7217/87* Módulo de Finura 1,46 NBR 7217/87* Dimensão máxima característica (mm) 1,20 NBR 7217/87* Peso específico (kg/dm³) 2,75 NBR 7211/83* Classificação Muito fina NBR 7211/83* Limites granulométricos Zona 1 NBR 7217/87* Composição granulométrica Abertura das peneiras % retida acumulada (massa) 1,2 mm 1,18 0,6 mm 14,79 0,3 mm 45,59 0,15 mm 84,54 0,075 mm 91,25 <0,075mm 100,00 Adaptado do ensaio de agregado miúdo Argamassa Industrializada Tipo B (Monocamada) A segunda argamassa industrializada escolhida é conhecida no mercado como sistema de revestimento monocamada, denominada neste estudo como argamassa tipo B foi adotada por se tratar de uma novidade no mercado brasileiro devido ao fato de ser pigmentada na cor desejada e suprimir o revestimento de pintura, constituindo-se assim no próprio acabamento decorativo final da parede Argamassa Mista de Cimento e Cal (De Referência) Para que pudesse ser estabelecida uma comparação entre as propriedades das argamassas no estado fresco e entre o desempenho dos revestimentos testados, foram utilizados os resultados de argamassas e revestimentos produzidos em laboratório, testados sobre a mesma base e nas mesmas condições propostas nesta pesquisa. A proporção de mistura utilizada é muito utilizada em todas as obras do país. Os resultados destas argamassas mistas (de referência) apresentados nesta pesquisa foram realizados pelos alunos Silva (2005) e Paulo Neto (2006) do Curso de Engenharia Civil da UEG em seus Trabalhos de Conclusão de Curso. 2.4 Ensaios Realizados Para avaliar as propriedades das argamassas tanto no estado fresco como no endurecido, bem como nos revestimentos acabados foram realizados os seguintes ensaios: 377

7 IV Seminário de Iniciação Científica 378 Determinação do índice de consistência por espalhamento do tronco de cone em mesa ABNT, segundo NBR 7215 (1991); Determinação da densidade de massa (método gravimétrico), segundo NBR (1995); Resistência à compressão, segundo NBR (1995); Resistência de aderência à tração, segundo NBR (1995); Permeabilidade/absorção de água pelo método do cachimbo, segundo CSTC-NIT nº140/1982; Avaliação da fissuração, pulverulência, dureza superficial ao risco através de análises tácteis-visuais não normalizadas; Na data da aplicação das argamassas nos substratos, foram moldados os corpos-deprova para a realização dos ensaios no estado endurecido aos 28 dias de idade. 2.5 Preparo e Aplicação das Argamassas As argamassas foram preparadas e aplicadas seguindo os seguintes procedimentos abaixo: As argamassas industrializadas foram preparadas com a adição de volume de água recomendado pelo fabricante, sendo realizada em betoneira de eixo inclinado; A argamassa mista recebeu a quantidade de água suficiente para que fosse aplicada no painel em única vez, sem se adicionar mais água no reamassamento; Processo de preparação e aplicação: rotina padronizada para as argamassas a serem utilizadas; 2.6 Caracterização das Argamassas e dos Revestimentos As argamassas foram caracterizadas no estado fresco, imediatamente após a mistura, através da determinação do índice de consistência, da retenção de água, do teor de ar incorporado, da densidade de massa e também no estado endurecido, aos 28 dias de idade, quanto à resistência à compressão. Os resultados obtidos serão apresentados no item 3. Já os revestimentos foram avaliados quanto à resistência de aderência à tração, à permeabilidade à água, à fissuração, à pulverulência, à dureza superficial ao risco, à textura superficial e resistência ao desgaste por abrasão. Entretanto, neste trabalho só serão apresentadas as médias aritméticas dos resultados obtidos na caracterização dos revestimentos quanto à resistência de aderência à tração aos 28 dias de idade, apresentadas no item 3, a seguir. 378

8 IV Seminário de Iniciação Científica Resultados e Discussão 3.1 Resultados da Caracterização das Propriedades das Argamassas no Estado Fresco fresco. A Tabela 3.1 apresenta os resultados da caracterização das argamassas no estado Tabela 3.1 Características das argamassas no estado fresco. Ensaio - Método Unid. Argamassas Mista (1) Tipo A Tipo B Volume de água por kg de argamassa anidra % 21,2 16,0 24,8 Retenção de água - NBR 13277/95 % Densidade de massa - NBR 13278/95 g/cm³ 1,96 1,71 1,66 Consistência (mesa ABNT)-NBR 7215/91 mm Tempo de mistura da argamassa min Nota: (1) por Silva (2005). Os resultados da capacidade de retenção de água mostraram que as argamassas industrializadas apresentaram melhor capacidade em relação à argamassa mista de cimento e cal produzida em obra. A argamassa tipo B (monocamada) mostrou maior capacidade de retenção que a tipo A (de uso geral). A maior capacidade de retenção de água dificulta a rápida perda de água da argamassa para o substrato e para o ambiente, o que reduz as chances do aparecimento de fissuras por retração da argamassa no estado fresco e também garante a suficiência de água para completar as reações de hidratação com o cimento. A densidade de massa das argamassas industrializadas foram inferiores a da argamassa mista. A argamassa tipo B (monocamada) apresentou o menor valor de densidade de massa. O menor valor de densidade de massa traduz em maior produtividade pelo rendimento da mão-de-obra na aplicação de uma argamassa mais leve. Quanto às medidas de consistência, todas ficaram entre 250 ± 10 mm, intervalo estabelecido pela NBR (ABNT, 1995) para o índice de consistência padrão para argamassas de revestimento. 3.2 Resultados da Caracterização das Propriedades das Argamassas no Estado Endurecido A Tabela 3.2 apresenta as características das argamassas endurecidas quanto a resistência à compressão aos 28 dias de idade. Tabela 3.2 Características das argamassas quanto à resistência à compressão aos 28 dias. Identificação das Argamassas Resistência à Compressão (MPa) Tipo A (uso geral) 4,37 Tipo B (monocamada) 1,70 379

9 IV Seminário de Iniciação Científica 380 Mista (1) 6,61 Nota: (1) por Silva (2005). Avaliando a resistência dos corpos-de-prova de argamassa percebeu-se que os resultados da argamassa tipo B (monocamada) foram inferiores aos demais tipos testados, o que se justifica no maior teor de água de amassamento utilizado na sua produção. A argamassa mista de cimento e cal produzida em obra apresentou a maior resistência à compressão. Tal fato foi atribuído provavelmente, ao maior teor de cimento existente na sua composição. Cabe salientar que, a menor resistência à compressão das argamassas industrializadas pode ser devido a possível presença de aditivo incorporador de ar na sua composição. 3.3 Resultados da Caracterização do Desempenho dos Revestimentos de Argamassa A Tabela 3.3, apresentada a seguir, mostra os valores de resistência média de aderência à tração aos 28 dias de idade dos revestimentos sobre substrato preparado com chapisco. Tabela 3.3 Resistência média de aderência à tração aos 28 dias de idade dos revestimentos sobre substrato preparado com chapisco. Média de Ruptura Posição N º de Tensão Média Revestimentos Bloco Bloco/Chap. Chap./Arg. Arg. CP's CP s (MPa) (%) (%) (%) (%) Tipo A Bloco ,0 63,0 15,0 0,19 Tipo B Bloco 4 25,0 2,5 51,3 21,2 0,46 Mista (1) Bloco ,0 42,0 0 0,27 Nota: (1) por Silva (2005). Avaliando os resultados de resistência de aderência à tração apresentados na Tabela 3.3 para os revestimentos aplicados sobre chapisco, pode-se perceber que o maior valor de resistência de aderência foi da argamassa tipo B (monocamada) e que a argamassa tipo A (uso geral) não atendeu aos valores mínimos de resistência de aderência estabelecidos pela norma brasileira NBR 13749:96 (maior ou igual a 0,20 para tetos, maior ou igual a 0,25 para uso interno e maior ou igual a 0,30 para uso externo) para uso como revestimento de argamassa. Cabe salientar que, embora este revestimento não atendesse ao valor mínimo de norma não apresentou nenhuma manifestação patológica de descolamento. A Tabela 3.4, apresentada a seguir, mostra os valores de resistência média de aderência à tração aos 28 dias de idade dos revestimentos sobre substrato preparado sem chapisco. 380

10 IV Seminário de Iniciação Científica 381 Tabela 3.4 Resistência média de aderência à tração aos 28 dias de idade dos revestimentos aplicados diretamente sobre a alvenaria sem chapisco. Média de Ruptura Posição N º de Tensão Média Revestimentos Bloco Bloco/Arg. Arg. CP's CP s (MPa) (%) (%) (%) Tipo A Bloco ,0 0,15 Tipo B Bloco 3 47,0 33,0 20,0 0,58 Mista (2) Bloco ,27 Nota: (2) por Paulo Neto (2006). Avaliando os resultados de resistência de aderência à tração apresentados na Tabela 3.4 para os revestimentos aplicados diretamente na alvenaria sem chapisco pode-se perceber que a ausência de chapisco aumentou o valor da resistência de aderência do revestimento de argamassa tipo B (monocamada) de 0,46 MPa para 0,58 MPa (~21%) e diminuiu o do revestimento de argamassa tipo A (uso geral) de 0,19 MPa para 0,15 MPa (~27%). A argamassa tipo B não atendeu aos valores mínimos de resistência de aderência estabelecidos pela norma brasileira NBR 13749:96. O revestimento de argamassa mista manteve o mesmo valor de 0,27 MPa para a situação com chapisco. Ainda avaliando a média do modo de ruptura do revestimento de argamassa industrializada tipo B (uso geral), feito na base não chapiscada, percebeu-se que 69% foi na argamassa, mostrado que a ligação ao substrato foi maior que a resistência da própria argamassa. Isto indica que sua resistência de aderência real é maior que o valor obtido no ensaio. Entretanto, cabe salientar que, a resistência no interior da argamassa também é muito importante, principalmente quando está serve de base para suporte de outros revestimentos mais pesados como exemplo o de pedras naturais. A permeabilidade dos revestimentos de argamassa aos 28 dias de idade é apresentada na Tabela 3.5, a seguir. Tabela 3.5 Permeabilidade dos revestimentos de argamassa aos 28 dias de idade. Tempo Absorção média de água (mm 3 ) (min) Tipo A (uso geral) base com chapisco Tipo B (monocamada) Mista 1 Tipo A (uso geral) base sem chapisco Tipo B (monocamada) Mista 1 0 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1 0,37 0,40 0,13 0,43 0,60 0,30 2 0,50 0,60 0,27 0,53 0,80 0,40 3 0,60 0,80 0,40 0,68 0,90 0,53 4 0,70 1,00 0,50 0,80 1,00 0,63 5 0,82 1,20 0,60 0,90 1,20 0,73 6 0,92 1,30 0,73 0,98 1,40 0,83 381

11 IV Seminário de Iniciação Científica ,00 1,40 0,82 1,03 1,40 0,90 8 1,10 1,40 0,90 1,13 1,40 0,98 9 1,18 1,40 0,98 1,23 1,50 1, ,27 1,40 1,05 1,32 1,50 1, ,33 1,50 1,15 1,40 1,50 1, ,40 1,50 1,22 1,50 1,50 1, ,50 1,60 1,27 1,58 1,50 1, ,58 1,60 1,37 1,67 1,60 1, ,67 1,60 1,43 1,75 1,60 1,55 Taxa 2 0,111 0,107 0,096 0,117 0,107 0,103 Nota: ( 1 ) por Silva (2005); ( 2 ) Taxa de Absorção Média expressa em mm 3 /min no final de 15min. Quanto a permeabilidade os resultados apresentaram-se bem semelhantes para todos os revestimentos testados, mostrando uma leve tendência dos revestimentos executados sobre base chapiscada de serem menos permeáveis. Outro ponto é o revestimento de argamassa tipo B (monocamada) pareceu não sofrer nenhuma influência do tratamento da base. Quanto à fissuração, pulverulência e dureza ao risco todos os revestimentos apresentaram um bom desempenho. Cabe salientar que está última avaliação é táctil-visual e não normalizada. 4. Conclusões Após a análise e a discussão dos resultados no item anterior foram feitas as seguintes conclusões sobre as propriedades das argamassas: Os resultados da capacidade de retenção de água mostraram que as argamassas industrializadas apresentaram melhor capacidade em relação à argamassa mista de cimento e cal produzida em obra; A argamassa tipo B (monocamada) mostrou maior capacidade de retenção que a tipo A (de uso geral). A maior capacidade de retenção de água dificulta a rápida perda de água da argamassa para o substrato e para o ambiente, o que reduz as chances do aparecimento de fissuras de retração na argamassa no estado fresco e também garante a suficiência de água para completar as reações de hidratação com o cimento; A densidade de massa das argamassas industrializadas foram inferiores a da argamassa mista. A argamassa tipo B (monocamada) apresentou o menor valor de densidade de massa. O menor valor de densidade de massa traduz em maior produtividade pelo rendimento da mão-de-obra na aplicação de uma argamassa mais leve; 382

12 IV Seminário de Iniciação Científica 383 Os resultados da resistência à compressão dos corpos-de-prova de argamassa tipo B (monocamada) foram inferiores aos demais tipos testados, o que se justifica no maior teor de água de amassamento utilizado na sua produção e no elevado teor de ar, devido à presença de aditivo incorporador de ar na sua composição; A argamassa mista de cimento e cal produzida em obra apresentou a maior resistência à compressão. Tal fato foi atribuído provavelmente, ao maior teor de cimento existente na sua composição; Quanto ao desempenho dos revestimentos das argamassas foram feitas as seguintes conclusões: O maior valor de resistência de aderência dos revestimentos testados sobre chapisco foi obtido pelo revestimento de argamassa tipo B (monocamada); A argamassa tipo A (uso geral) não atendeu aos valores mínimos de resistência de aderência estabelecidos pela norma brasileira NBR 13749:96 (maior ou igual a 0,20 para tetos, maior ou igual a 0,25 para uso interno e maior ou igual a 0,30 para uso externo) para uso como revestimento de argamassa. Cabe salientar que, embora este revestimento não atendesse ao valor mínimo de norma não apresentou nenhuma manifestação patológica de descolamento; Os resultados de resistência de aderência à tração para os revestimentos aplicados diretamente na alvenaria sem chapisco mostraram que a ausência de chapisco aumentou o valor da resistência de aderência do revestimento de argamassa tipo B (monocamada) de 0,46 MPa para 0,58 MPa (~21%) e diminuiu o do revestimento de argamassa tipo A (uso geral) de 0,19 MPa para 0,15 MPa (~27%); A média do modo de ruptura do revestimento de argamassa industrializada tipo B (uso geral), feito na base não chapiscada, foi de 69% na argamassa, mostrado que a ligação ao substrato foi maior que a resistência da própria argamassa. Isto indica que sua resistência de aderência real é maior que o valor obtido no ensaio. Entretanto, cabe salientar que, a resistência no interior da argamassa também é muito importante, principalmente quando está serve de base para suporte de outros revestimentos mais pesados como exemplo o de pedras naturais. De maneira geral, convém destacar que a pesquisa experimental mostrou que uma das argamassas utilizadas na produção de revestimento, tipo A (de uso geral) não atendeu as prescrições de resistência de aderência exigidas pela norma pertinente. Isto indica que o fabricante deve rever as condições de seu produto. Faz-se a sugestão que o fabricante 383

13 IV Seminário de Iniciação Científica 384 direcione o melhor uso de seu produto de tal maneira que o mesmo possa atender as exigências das normas brasileiras vigentes. Destacamos que esta pesquisa não conseguiu varrer todos os tipos de base, mas chama a atenção do meio técnico, fabricantes e construtores de maneira geral para as possíveis não conformidades dos produtos e componentes da construção civil disponíveis no mercado regional e brasileiro. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Angelim, R. R A influência da adição de finos calcários, silicosos e argilosos no comportamento das argamassas de revestimento Dissertação de Mestrado. Escola de Engenharia Civil da Universidade Federal de Goiás, Goiânia. 272 p. Arrobas, A. A. M. N Djanikian, J. G Argamassa dosada em central - o desempenho da plasticidade após 12 horas. In: Simpósio Brasileiro de Tecnologia das Argamassas, Vitória, PPGEC/ANTAC, v.1, pp Carasek, H Aderência de argamassas à base de cimento Portland a substratos porosos - Avaliação dos fatores intervenientes e contribuição ao estudo do mecanismo da ligação. Tese de Doutorado. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, 285p. Cincotto, M. A.; Silva, M. A. C.; Carasek, H Argamassas de revestimento: características, propriedades e métodos de ensaio. São Paulo, Boletim 68. Cincotto, M. A.; Carneiro, A. M. P Discussão dos métodos de determinação da massa unitária de areia para argamassas. In: Simpósio Brasileiro de Tecnologia das Argamassas, Vitória, PPGEC/ANTAC, v.1, pp Paulo Neto, J. M. de A Influência do tempo de espera entre a aplicação da solução de cal e a aplicação da argamassa na resistência de aderência dos revestimentos. Projeto Final, Publicação ENC. PF-025A/06 Curso de Engenharia Civil, Universidade Estadual de Goiás, Anápolis, GO, 81p. Rolim, M. M.; Silva, J. J. R. e Silva, G. E. S Caracterização de argamassa industrializada para assentamento comercializadas no estado de Pernanbuco. In: Simpósio Brasileiro de Tecnologia das Argamassas, Brasília, Distrito Federal, pp Silva, A. A. M. T Influência do preparo do substrato de blocos cerâmicos com solução de cal na aderência dos revestimentos de argamassa. Projeto Final, Publicação ENC. PF-001A/05 Curso de Engenharia Civil, Universidade Estadual de Goiás, Anápolis, GO, 97p. 384

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