FABIANO JOSÉ ROSSETTO COMPLEXIDADE DA GESTÃO DE TI EM EMPRESAS GLOBAIS E OPORTUNIDADES DA COMPUTAÇÃO NA NUVEM

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1 UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO FABIANO JOSÉ ROSSETTO COMPLEXIDADE DA GESTÃO DE TI EM EMPRESAS GLOBAIS E OPORTUNIDADES DA COMPUTAÇÃO NA NUVEM PORTO ALEGRE 2010

2 2 FABIANO JOSÉ ROSSETTO COMPLEXIDADE DE GESTÃO TI EM EMPRESAS GLOBAIS E OPORTUNIDADES DA COMPUTAÇÃO NA NUVEM Trabalho de conclusão de curso de especialização apresentado como requisito parcial para a obtenção do titulo de especialista em Tecnologia da Informação, pelo curso de Especialização em Administração da Tecnologia da Informação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos Orientador: Prof. Dr. Cláudio Reis Gonçalo PORTO ALEGRE 2010

3 3 Dedico este trabalho ao meu filho Arthur e em especial a Fabíola, minha esposa, pela compreensão nos momentos mais difíceis.

4 4 AGRADECIMENTOS Agradeço a todos os professores do MBA de Administração de Tecnologia da Informação da Unisinos, que de alguma forma contribuíram para o meu aprendizado. Ao professor Fabio Junges, pelo incentivo, ajuda e atenção dispensada durante todo o desenvolvimento deste trabalho, nos momentos mais difíceis e complicados tinha sempre uma bela saída e norteava uma luz no fim do túnel. A toda minha família pelos momentos de felicidade que eles me proporcionam, sempre me apoiando apesar de toda dificuldade sem minha presença nos finais de semana. Agradeço aos meus amigos Ederson Camargo, Edmilson Rodrigues, Gabriel Hoff, João Camargo, Rafael Ries e Vantuir Swarowsky pela amizade e companheirismo e por todos os trabalhos que em sala ou fora dela que sempre estiveram juntos durante estes quase dois anos de MBA. Por último, mas não menos importante gostaria de agradecer aos colegas da Souza Cruz que apoiaram a idéia e colaboraram com sugestões e dicas para a evolução do trabalho.

5 5 RESUMO Este trabalho pretende apresentar como a complexidade de gestão de TI vem aumentando nos últimos anos e as metodologias e ferramentas que são usadas para controlar o ambiente, além de apresentar o conceito da computação em nuvem, uma tendência que pode ajudar as empresas a otimizar recursos e melhorar o gerenciamento dos ativos de TI. Através de entrevistas com os principais executivos de algumas empresas é possível perceber como a computação em nuvem é vista e quais os principais empecilhos para adoção deste novo modelo. Como resultado desta avaliação é apresentado uma proposta de implementação na empresa Souza Cruz como forma de esclarecer o potencial deste novo modelo. Palavras-Chave: Computação em Nuvem, Gestão da complexidade, Tecnologia da informação.

6 6 ABSTRACT This study analyzes how much the complexity of IT management has been increasing in recent years and the methodologies and tools that are used to control the environment, and introduce the concept of cloud computing, a trend that can help companies optimize resources and improve management of IT assets. Through interviews with chief executives of some companies you can understand how cloud computing is seen and what are the main obstacles to the adoption of this new model. As a result of this evaluation is presented a proposal to Souza Cruz Company in order to clarify the potential of this new model. Key words: Cloud Computing, Complexity Management, Information Technology

7 7 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1: RELAÇÃO ENTRE COMPUTAÇÃO UBÍQUA, PERVASIVA E MÓVEL...19 FIGURA 2: PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO DE COMPUTAÇÃO UBÍQUA...23 FIGURA 3: MODELO COBIT...25 FIGURA 4: ESTRUTURA DO CICLO DE VIDA DO SERVIÇO (ITIL V3)...27 FIGURA 5: NÍVEL DE MATURIDADE CMMI...29 FIGURA 6: CICLO DE VIDA DE UM PROJETO...31 FIGURA 7: MATURIDADE DOS TIPOS DE COMPUTAÇÃO EM NUVEM, Excluído: 43 FIGURA 8: MATRIZ DE BENEFÍCIOS X TEMPO DE IMPLANTAÇÃO...44

8 8 LISTA DE TABELAS TABELA 1: TIPOS DE EMPRESAS MULTINACIONAIS E PADRÃO DE CONFIGURAÇÃO DE SISTEMA...16 TABELA 2: COMPARAÇÃO ENTRE OS TIPOS DE COMPUTAÇÃO...20 TABELA 3: FASES DO CICLO DE VIDA DE UMA NOVA TECNOLOGIA...41 TABELA 4: DELIMITAÇÃO DE ENTREVISTAS...50 TABELA 5: ASSUNTO X RAZÃO...51

9 9 LISTA DE SIGLAS AME: Região da África e Oriente Médio API: Application Programming Interface ASPAC: Região da Europa e Ásia Pacífico BAT: British American Tobbaco CCTA: Central Computer and Telecommunications Agency CEO: Chief Executive Officer CIO: Chief Information Officer CMM: Capability Maturity Model COBIT: Control Objectives for Information and related Technology COSO: Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission CRM: Customer relationship management EAI: Enterprise Application Integration ERP: Enterprise Resource Planning GSD: Global Service Delivery IaaS: Infrastructure as a Service IEC: International Electrotechnical Commission ISO: International Organization for Standardization ITIL: Information Technology Infrastructure Library KPA: Key Process Areas LACAR: Região da América Latina e Caribe PaaS: Platform as a Service PDA: Personal Digital Assistants - Assistente Digital Pessoal PDCA: Plan-Do-Check-Act PMBOK: Guide to the Project Management Body of Knowledge PMI: Project Management Institute RH: Recursos Humanos SaaS: Software as a Service SAS: Statement on Auditing Standards SEI: Software Engineering Institute TCO: Total Cost Ownership TI: Tecnologia da Informação UC: Ubiquitous Computing - Computação Ubíqua

10 10 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO DO PROBLEMA QUESTÃO DE ESTUDO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos DELIMITAÇÃO DO ESTUDO JUSTIFICATIVA COMPLEXIDADE DE GESTÃO DE TI NO AMBIENTE GLOBAL MODELOS PARA GESTÃO DOS ATIVOS E PROCESSOS DE TI COBIT ITIL CMM PMI EVOLUÇÃO DA TI COMPUTAÇÃO EM NUVEM Modelos de aplicação de computação na nuvem Tipos de computação em nuvem Vantagens x Desvantagens da computação em nuvem Segurança na nuvem Maturidade da computação em nuvem Matriz de adoção da tecnologia METODOLOGIA ESTUDO DE CASO TEÓRICO Questionário COLETA DE DADOS TABULAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS CONCLUSÃO DA ANÁLISE DE RESULTADOS...51 Excluído: ESTUDO DE CASO APLICADO A EMPRESA SOUZA CRUZ GROUP SERVICE DELIVERY (GSD)...53 Excluído: 53 Excluído: 54

11 Objetivos do GSD ANÁLISE DO CASO Análise das entrevistas Aderência ao ambiente computacional da Souza Cruz Próximos Passos CONCLUSÃO...62 REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA...64 Excluído: 54 Excluído: 55 Excluído: 56 Excluído: 60 Excluído: 61 Excluído: 63 Excluído: 65

12 12 1. INTRODUÇÃO A necessidade de aperfeiçoar recursos e aumentar o raio de atuação para compartilhar custos são os principais motivos para as organizações consolidarem serviços de Tecnologia da Informação (TI) em escala global, neste cenário promissor a visão financeira acaba penalizando quem faz a operação destes serviços. O chamado follow the sun, acaba gerando sérios problemas para quem necessita comandar uma área de TI em uma empresa de atuação global. O aumento da complexidade de gestão de TI é um problema para qualquer executivo visto que não está próximo do fim, pelo contrário, novas tecnologias, novas plataformas, maior velocidade de transformação, ampla distribuição em rede, e outras tendências tecnológicas tendem a transformar a gestão de TI em uma complexa área de atuação. A evolução dos dispositivos móvel, robótica e a ploriferação da internet fazem com que as informações atravessem o mundo em questões de segundos e gerenciar estes avanços é o desafio de qualquer gestor de TI. Apesar de existirem várias metodologias e ferramentas para apoiar o gerenciamento e controle dos ativos, estas ferramentas só auxiliam, nenhuma possui uma fórmula mágica que resolva os problemas. Isso porque as ferramentas focam em alguns pilares, entre eles processos, pessoas, métricas entre outros. Já a tecnologia permeia estes pilares e evolui muito mais rápido que as próprias metodologias e principalmente ferramentas, isso não quer dizer que as metodologias não funcionam, pelo contrário, se não fossem elas hoje estaríamos vivendo em um ambiente caótico. Porém existe espaço para novos conceitos e novas formas para melhorar a gestão de TI. A computação em nuvem é uma tendência tecnológica que vem ganhando espaço no mercado, com uma filosofia de entregar mais por menos, utilizando de forma mais produtiva os ativos e entregando exatamente o que foi comprado, não há ociosidade e com isso é possível compartilhar tais custos com outros clientes. O trabalho apresentará o detalhamento de como é o gerenciamento atual e sua estrutura para suportar as necessidades de negócio, assim como um aprofundamento teórico sobre computação em nuvem, mostrando vantagens e desvantagens da nova tecnologia considerando segurança da informação. Através de uma pesquisa com alguns executivos é possível perceber o direcionamento que as empresas estão adotando para tentar mitigar o problema de gestão de TI, também é

13 13 possível perceber através da entrevista a perspectiva deles em relação à computação em nuvem. 1.1 DEFINIÇÃO DO PROBLEMA Devido a constantes mudanças e novas necessidades de negócio toda organização precisa ter uma área de TI flexível para as mudanças. Para poder agregar valor ao negócio às áreas de TI buscam fornecer as mais variadas soluções e em diferentes ambientes geográficos. Estas variáveis acabam tornando o ambiente de TI mais complexo e de difícil gerenciamento principalmente quando estamos falando em organizações globais na qual além das necessidades cotidianas ainda existem diferenças culturais e leis específicas em cada ponto geográfico. Neste cenário é que se pretende estudar o modelo de computação em nuvem como alternativa de redução da complexidade de gestão em TI, por meio de uma análise qualitativa a partir da percepção de executivos de TI de organizações globais. 1.2 QUESTÃO DE ESTUDO Como a computação em nuvem pode se tornar uma alternativa à complexidade de gestão de TI em empresas globais? 1.3 OBJETIVOS Objetivo Geral Identificar de que forma a computação em nuvem pode se posicionar como alternativa para a redução da complexidade da gestão de TI em empresas globais Objetivos Específicos Como objetivos secundários, podem ser citados: Identificar tendências de mercado em relação a computação em nuvem; Identificar benefícios na utilização deste modelo; Analisar o aspecto da segurança no contexto da computação em nuvem;

14 DELIMITAÇÃO DO ESTUDO A computação é uma área ampla e qualquer estudo necessita esclarecer as limitações que o trabalho abrange. Para facilitar o entendimento do que se propõe o trabalho é necessário determinar o que será visto no estudo. A pesquisa pretende avaliar o modelo de computação em nuvem e o impacto que este modelo pode causar na complexidade de gestão de TI em empresas globais. Há, no entanto, uma série de outros elementos presentes no contexto da gestão de TI em empresas globais, que não serão analisados nesta pesquisa. Ainda é proposta deste trabalho olhar a questão da computação em nuvem para entender se este novo modelo pode ajudar a reduzir a complexidade de gestão. Por outro lado existem vários outros modelos que podem favorecer a redução da complexidade, que também não serão explorados nesta pesquisa. 1.5 JUSTIFICATIVA A gestão de TI é uma área de oportunidade de aprendizado muito importante para qualquer pessoa do ramo, o divisor de águas entre um bom gestor e um figurante está justamente no conhecimento e capacidade de agir. Diante disso é interesse do pesquisador compreender as variáveis de uma boa gestão principalmente em empresas globais, de forma a viabilizar uma contribuição prática efetiva à gestão de TI da empresa da qual o pesquisador faz parte. Outro fator de motivação para o estudo é o pouco conteúdo existente referente à computação em nuvem, desta forma é de interesse do pesquisador contribuir de alguma forma para a empresa na qual trabalha, assim como com a comunidade acadêmica. Por último, mas não menos importante se sabe que existe um grande potencial na própria Souza Cruz pela utilização da Computação em Nuvem como forma de reduzir a complexidade de gestão e principalmente a redução de custos dos ativos de TI.

15 15 2. COMPLEXIDADE DE GESTÃO DE TI NO AMBIENTE GLOBAL Nos dias atuais, a realidade do mercado e, conseqüentemente, das empresas, são fortemente influenciadas pela evolução tecnológica, e pelo modelo econômico praticado em nível global. A alta competitividade tem desafiado as empresas a dar respostas rápidas às mudanças no ambiente externo. Para ser ágil nestas respostas é necessário um alto índice de processamento de informações estratégicas permitindo as empresas serem flexíveis para sobreviver globalmente (SIQUEIRA, 2005). Segundo Porter (1990), ser o melhor não é mais suficiente, porque todos estão empenhados em ser o melhor, portanto para uma empresa manter-se no mercado é necessário criar valor para seus clientes, é se diferenciar dos concorrentes produzindo algo valoroso para os compradores. Existem três tipos de estratégia para agregar valor aos compradores, que são: liderança no custo total, diferenciação e enfoque. Na busca de um posicionamento estratégico algumas empresas acabam adquirindo outras para acelerar o processo. Nestas aquisições ou fusões a Tecnologia da informação tem um papel fundamental e muitas vezes são diretamente responsáveis para o sucesso ou fracasso da estratégia da empresa. As operações de fusão e aquisição precisam levar em conta diversos aspectos relacionados ao aumento na complexidade da gestão de TI, isso porque em um processo como este existem muitas variáveis que devem ser tratadas, tais como: Plataforma de desenvolvimento; Infraestrutura; Telecomunicações; Padronização dos processos; Fluxo de informação; Integração de aplicações; De acordo com Laudon e Laudon (1996), as empresas desenvolvem sistemas de informação internacionais respondendo à desafios e pressões do ambiente empresarial. O nãoalinhamento entre a TI e a estratégia global de negócios pode prejudicar severamente os esforços de uma empresa em sua busca de uma efetiva presença global. Não se pode esquecer que algumas estratégias globais de negócio são particularmente dependentes de informações precisas e atualizadas a respeito das operações em outros países. As empresas devem desenvolver estratégias claras para enfrentar esses desafios e os sistemas de informação internacionais precisam estar em consonância com essas estratégias. Os

16 16 desafios enfrentados pelas empresas para a implementação de sistemas transnacionais são divididos pelos autores em duas categorias: desafios devidos a fatores culturais (desenvolvimento de uma cultura global, evolução local das telecomunicações e redes de transporte, estabilidade política) e desafios devidos a fatores de negócios em escala global (desenvolvimento de mercados, produção distribuída, obtenção de economias de escala). Os autores ressaltam que cada indústria é afetada por esses fatores de maneira diferente. Os autores relacionam, ainda 4, possibilidades para a gestão de TI em empresas globalizadas, distinguindo 4 diferentes tipos de configuração de sistemas de informações: centralizados, duplicados, descentralizados e coordenados. Os sistemas centralizados são desenvolvidos e operados de maneira centralizada, possivelmente em um único local. Os sistemas duplicados são desenvolvidos de maneira centralizada, mas são distribuídos às subsidiárias para que sejam operados localmente. Os sistemas descentralizados são desenvolvidos e operados localmente por equipes de TI independentes (aparentemente este é o tipo de gestão de TI mais comum nas empresas internacionais). Finalmente, os sistemas coordenados são aqueles em que tanto o desenvolvimento quanto a operação são executado de forma integrada e coordenado através de todas as subsidiárias. Esse último tipo de sistema usualmente pressupõe uma grande infraestrutura de telecomunicações e um grande esforço de desenvolvimento de aplicativos e de gerenciamento partilhado que ultrapasse todas as barreiras culturais. A configuração de sistemas dominante varia conforme o tipo de empresa global e apresenta tendência à mudança. Na tabela 1 é retratado este comportamento observado pelos autores, ficando claro o padrão atualmente observado e o padrão emergente de desenvolvimento e gestão de sistemas. Tabela 1: Tipos de empresas multinacionais e padrão de configuração de sistema CENTRALIZADO DUPLICADO DESCENTRALIZADO COORDENADO EXPORTADORA Dominante Emergente MULTINACIONAIS Dominante Emergente FRANQUEADORAS Dominante Emergente TRANSNACIONAIS Dominante Fonte: Laudon e Laudon (1996) Entre as dificuldades, decorrentes da utilização de sistemas descentralizados, estão as restrições das legislações trabalhistas locais, as diferenças nos fusos-horários, as diferenças de qualidade e confiabilidade no fornecimento de energia elétrica local e problemas diversos, tais

17 17 como roubo e sabotagem. Nesse caso, também é fundamental a decisão se o sistema será único, duplicado nos diversos países, ou se serão permitidas manutenções locais. Essa última opção pode conduzir a grandes diferenças ao longo do tempo para o que deveria ser um único sistema. Sem uma forte supervisão central na manutenção dos sistemas, a tendência é que eles evoluam para uma série de diferentes sistemas locais, não interessando quão similares sejam os negócios. A telecomunicação foi destacada por Ives e Jarvenpaa (1991) como o aspecto mais importante relacionado com a plataforma de TI em sistemas globais. A esse aspecto estão associadas questões de custo e qualidade, tais como capacidade de transmissão, disponibilidade e confiabilidade das linhas de comunicação. Também são importantes os aspectos relativos às diferentes plataformas de software e hardware envolvidos em função da disponibilidade e do suporte oferecido por fornecedores nos diversos países onde a organização opera sistemas de informações. A disponibilidade das plataformas pode estar associada com: diferentes regulamentações na importação de equipamentos e software, altas taxas de importação, ausência de distribuidores autorizados e longos prazos de entrega. Mesmo que todos os recursos necessários estejam disponíveis nos países desejados, ainda assim podem existir diferenças entre os equipamentos e programas locais e da matriz, por força de adaptações realizadas pelos fornecedores. A padronização dos dados e informações é o principal problema que afeta o aspecto compartilhamento. É comum usuário de aplicações globais utilizarem bancos de dados centralizados ou, se este não for o caso, terem que consolidar dados dos diferentes países. Normalmente, isto exige que os dados envolvidos estejam bem definidos e padronizados, o que é percebido como impondo significativas barreiras para o compartilhamento internacional de dados. Entre os problemas relacionados com a padronização dos dados estão as dificuldades de linguagem, pois podem existir diferentes significados para a mesma frase ou palavra, diferenças em padrões e procedimentos nacionais, exigências legais, entre outras. O uso de códigos (de produtos, matérias-primas ou peças) diferentes em cada um dos países pode também representar dificuldades para a padronização, assim como diferenças entre moedas e medidas utilizadas. Deve-se observar que a necessidade de padronização dos dados pode enfrentar resistências por parte dos usuários locais, e que para enfrentar essa resistência é necessário encontrar um elemento na organização (pessoa ou departamento) que assuma a responsabilidade de liderar o processo de padronização e mudança. É importante garantir o envolvimento dos usuários e equipes de TI das subsidiárias no desenvolvimento destes

18 18 padrões. Outra questão é a necessidade de se contrapor a padronização com a necessidade de flexibilidade local, dependendo das necessidades e características do negócio, empresa, mercado e país. Em síntese deve-se buscar a padronização dos dados e processos comuns e o projeto de uma arquitetura de dados globais construídas em torno dos objetivos de negócio da organização. Stephens (1999) cita as seguintes dificuldades com a criação de sistemas de informação globais: diferenças de língua, legislação relativa à troca internacional de dados e informações, legislação local e problemas específicos de recursos humanos locais. Laudon e Laudon (1996) afirmam que diferenças políticas e culturais afetam profundamente os procedimentos operacionais padronizados das empresas. Entre os motivos apresentados estão às diferentes práticas contábeis, as diferentes leis que regem o trânsito de informações, políticas de privacidade, horário comercial, termos utilizados nos negócios e mesmo aspectos culturais extremamente específicos como, por exemplo, o fato de no Japão o uso do fax prevalecer sobre o . Os aspectos culturais e legais também se refletem nas práticas contábeis, por exemplo, na Alemanha os lucros relativos a um determinado investimento só são contabilizados quando os projetos estão terminados e pagos, enquanto que na Inglaterra esses lucros começam a ser contabilizados no momento em que há uma razoável certeza de que o projeto dará certo. Até razões intrínsecas de procedimentos podem intervir, por exemplo, os sistemas contábeis das empresas anglo-saxônicas são focados em mostrar a velocidade com que os lucros da empresa estão crescendo, enquanto que no restante da Europa o foco dos sistemas contábeis é mostrar a adequação da empresa às regras e leis, diminuindo a possibilidade de ser legalmente penalizada. Outra questão que aumenta a complexidade na gestão de TI são as tecnologias de computação móvel que encontram atualmente em franca evolução e parecem destinadas a transformar-se no novo paradigma dominante da computação. A utilização destes dispositivos móveis criou um novo conceito, caracterizado pelo uso de dispositivos de comunicação sem fio de forma transparente e com alto grau de mobilidade que é conhecida também como computação pervasiva. De acordo com Araújo (2007), adaptado de Lyytinen & Yoo (2002), computação móvel baseia-se no aumento da nossa capacidade de mover fisicamente serviços computacionais conosco, ou seja, o computador torna-se um dispositivo sempre presente que expande a capacidade de um usuário utilizar os serviços que um computador oferece, independentemente de sua localização. Combinada com a capacidade de acesso, a

19 19 computação móvel tem transformado a computação numa atividade que pode ser carregada para qualquer lugar. O conceito de computação pervasiva implica que o computador está embarcado 1 no ambiente de forma invisível para o usuário. Nesta concepção, o computador tem a capacidade de obter informação do ambiente no qual ele está embarcado e utilizá-la para dinamicamente construir modelos computacionais, ou seja, controlar, configurar e ajustar a aplicação para melhor atender as necessidades do dispositivo ou usuário. O ambiente também pode e deve ser capaz de detectar outros dispositivos que venham a fazer parte dele. Desta interação surge a capacidade de computadores agirem de forma inteligente no ambiente no qual nos movemos, um ambiente povoado por sensores e serviços computacionais (LYYTINEN & YOO 2002). A computação ubíqua beneficia-se dos avanços da computação móvel e da computação pervasiva. A computação ubíqua surge então da necessidade de se integrar mobilidade com a funcionalidade da computação pervasiva, ou seja, qualquer dispositivo computacional, enquanto em movimento conosco, pode construir, dinamicamente, modelos computacionais dos ambientes nos quais nos movemos e configurar seus serviços dependendo da necessidade. Figura 1: Relação entre Computação Ubíqua, Pervasiva e Móvel Fonte: ARAÚJO (2007) Esta trilha, que sai do atributo mobilidade, cruza o terreno pervasivo e chega à ubiqüidade, pode ser encarada como realidade em construção, uma vez que já existem pesquisas e produtos que provam sua viabilidade num futuro muito próximo. Vide, por exemplo, as pesquisas para o desenvolvimento de dispositivos e segurança em redes sem fio 1 Um sistema embarcado é um sistema microprocessado no qual o computador é completamente encapsulado ou dedicado ao dispositivo ou sistema que ele controla. Diferente de computadores de propósito geral, como o computador pessoal, um sistema embarcado realiza um conjunto de tarefas pré-definidas, geralmente com requisitos específicos. Já que o sistema é dedicado a tarefas específicas, através de engenharia pode-se otimizar o projeto reduzindo tamanho, recursos computacionais e custo do produto. Definição da Wikipedia, disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/sistema_embarcado>. Acesso em 09 de junho de 2010.

20 20 (wireless), compressão e armazenamento de dados e datacenter, largura de banda, miniaturização e ampliação do tamanho de telas, durabilidade de baterias e adaptação de conteúdos para variados dispositivos, entre outros. São estudos que convergem para a computação ubíqua e por extensão, a ubiqüidade da comunicação. No mercado de consumo também já encontramos evidências de computação ubíqua em roteadores que disponibilizam acesso sem fio à internet dentro de nossas casas; nos eletrodomésticos, residências e edifícios chamados inteligentes ; nos sistemas de monitoramento e segurança; nos dispositivos de controle de temperatura, iluminação, umidade etc. Na tabela 2 pode-se visualizar, de forma clara, a computação ubíqua como uma síntese da mobilidade com alto grau de embarque de hardwares e de programas, que praticamente se fundem em plataformas técnicas de dispositivos portáteis. Ou seja, um dispositivo de controle dedicado ao ambiente para o qual foi projetado e com possibilidades múltiplas de conexão e comunicação. Tabela 2: Comparação entre os tipos de computação Computação Computação Computação Móvel Pervasiva Ubíqua Mobilidade BAIXA ALTA ALTA Grau de Embarcamento ALTO BAIXO ALTO Fonte: LYYTINEN e YOO (2002) Os horizontes propostos pela computação ubíqua, que além de conectar dispositivos, conectam pessoas e grupos por elas formados facilitam e ampliam os processos de comunicação, de aquisição, de conhecimento, de entretenimento e lazer. Percebe-se aqui, a idéia de que a computação ubíqua permitirá que haja comunicação ubíqua. A Vida digital preconizada por Negroponte (1995) nunca esteve tão próxima. Neste início de século XXI ocorre uma transformação tecnológica silenciosa que muda gradativamente a vida cotidiana. São poucas pessoas que possuem a percepção da ubiqüidade que as redes computacionais introduzem nas relações individuais e coletivas, de comunicação, educação, trabalho, entretenimento etc. A tecnologia torna-se capaz de simular mundos e existências virtuais paralelas em um lugar intangível. Os sistemas informáticos pervasivos envolvem sorrateiramente todo o ambiente humano com suas teias binárias invisíveis e poderosas.

21 21 Já Greenfield (2006), diz que outra grande variável complexa que está cada vez mais tomando forma é a computação ubíqua que tem como objetivo tornar a interação pessoamáquina invisível, ou seja, integrar a informática com as ações e comportamentos naturais das pessoas. Não invisível como se não pudesse ver, mas, sim de uma forma que as pessoas nem percebam que estão dando comandos a um computador, mas como se tivessem conversando com alguém. Além disso, os computadores teriam sistemas inteligentes que estariam conectados ou procurando conexão o tempo todo, dessa forma tornando-se onipresente. Ainda Greenfield (2006), diz que o primeiro passo para conseguir chegar a essa interação mais fácil ou invisível, é a utilização de interfaces naturais, a forma mais primitiva que temos de interagir com algum ser humano, que é a utilização da fala, gestos, presença no ambiente ou até mesmo a movimentação dos olhos, deixando dessa forma o teclado e mouse sem nenhuma utilização. O segundo passo seria a geração de uma computação sensível a contexto, essa tecnologia torna possível que os dispositivos possam capturar o contexto automaticamente. O contexto nesse caso é a presença de uma pessoa ao espaço ou qualquer tipo de movimento corporal, movimentação dos braços, dedos, cabeça, olhos e até movimentos faciais. Esta tecnologia ainda não está no viés das corporações, mas em pouco tempo a tecnologia da informação terá que prover soluções utilizando estes modelos e estes deverão aumentar exponencialmente a complexidade de gestão destes itens de configuração. A computação ubíqua tem por objetivo tornar o uso do computador mais agradável fazendo que muitos computadores estejam disponíveis em todo ambiente físico, mas de forma invisível para o usuário (SOUSA, 2004). A UC (Computação Ubíqua) não é realidade virtual, não é um assistente digital pessoal, não é uma computação pessoal ou íntima com agentes fazendo suas ofertas. A computação ubíqua prevê um mundo com vários tipos de dispositivos conectados entre si, com redes sem fio em todo lugar e com um custo bem baixo. Ao contrário do PDA, a computação ubíqua afirma que o usuário não precisa carregar muitas coisas consigo, uma vez que a informação pode ser acessada em qualquer lugar, e a qualquer momento. Ainda Sousa (2004) diz que: Pervasive Computing, Computação Pervasiva ou Computação Ubíqua é o termo utilizado para referenciar a integração da computação móvel e onipresente com o espaço físico. É um tipo de computação distribuída realizada por dispositivos de computação que atuam de forma discreta nos ambientes onde estão implantados.

22 22 Já Weiser (1996) diz que: A essência da visão é a criação de ambientes impregnados com dispositivos de computação e comunicação, interagindo diretamente com o homem. Esses ambientes de computação são espaços físicos quaisquer (salas de aula, escritórios, edifícios, etc) e os dispositivos eletro-eletrônicos podem ser sensores, computadores e outros, capazes de realizar alguma computação útil aos freqüentadores do ambiente. Os dispositivos devem estar altamente adaptados ao cotidiano dos indivíduos (pessoas, animais e/ou outros seres vivos) e em harmonia com outros objetos presentes. Tais ambientes são comumente nomeados de Espaços Ativos ou Super Spaces. Segundo Weiser (1996), uma das principais características desses ambientes é que a interação entre os usuários e os dispositivos ocorre de forma tranqüila (Calm Technology). Os usuários não precisam se lembrar ou até mesmo saber que estão interagindo com máquinas. Apenas usufruir dos benefícios da computação que ocorre naturalmente. É o que freqüentemente chamamos de computação invisível. Ainda segundo Weiser (1996), a computação ubíqua seria o inverso da realidade virtual. Enquanto na computação ubíqua tentamos adaptar dispositivos eletrônicos à vida das pessoas, na realidade virtual criamos uma vida fictícia onde as pessoas são inseridas, achando que estão vivendo durante o tempo em que a computação ocorre. Para Greenfield (2006), outra característica importante da computação ubíqua, que inclusive explica seu nome, é a onipresença. Os dispositivos computacionais podem e devem estar presentes a qualquer hora e em qualquer lugar. A onipresença e a adaptação dos dispositivos à vida das pessoas que nos traz um vislumbre de um eventual futuro. Tal futuro traria uma grande ajuda com relação ao atual problema de sobrecarga de informação, ao invés das pessoas se preocuparem em lembrar as várias coisas de que necessitam, as coisas é que lembrariam as pessoas do que e quando teriam que ser executadas. Em outras palavras, uma pessoa poderia ser lembrada de que, já é hora para uma troca de óleo do seu carro, ou de que está faltando café no armário da cozinha. Ou mais além, deixar que a própria cozinha fizesse as compras dos itens necessários através de um simples envio de pedido a um supermercado. Sousa (2004) ainda diz que, a computação ubíqua é considerada por muitos a terceira onda da computação, cujo ponto de cruzamento com a computação pessoal deverá ocorrer entre A era da computação Ubíqua terá vários computadores compartilhados por todas as pessoas. Alguns desses computadores serão centenas daqueles que as pessoas podem acessar durante alguns minutos de consulta na Internet. Outros estarão implantados em paredes, cadeiras, roupas, carros, em tudo. A UC é fundamentalmente caracterizada pela

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