FABIANO JOSÉ ROSSETTO COMPLEXIDADE DA GESTÃO DE TI EM EMPRESAS GLOBAIS E OPORTUNIDADES DA COMPUTAÇÃO NA NUVEM

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FABIANO JOSÉ ROSSETTO COMPLEXIDADE DA GESTÃO DE TI EM EMPRESAS GLOBAIS E OPORTUNIDADES DA COMPUTAÇÃO NA NUVEM"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO FABIANO JOSÉ ROSSETTO COMPLEXIDADE DA GESTÃO DE TI EM EMPRESAS GLOBAIS E OPORTUNIDADES DA COMPUTAÇÃO NA NUVEM PORTO ALEGRE 2010

2 2 FABIANO JOSÉ ROSSETTO COMPLEXIDADE DE GESTÃO TI EM EMPRESAS GLOBAIS E OPORTUNIDADES DA COMPUTAÇÃO NA NUVEM Trabalho de conclusão de curso de especialização apresentado como requisito parcial para a obtenção do titulo de especialista em Tecnologia da Informação, pelo curso de Especialização em Administração da Tecnologia da Informação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos Orientador: Prof. Dr. Cláudio Reis Gonçalo PORTO ALEGRE 2010

3 3 Dedico este trabalho ao meu filho Arthur e em especial a Fabíola, minha esposa, pela compreensão nos momentos mais difíceis.

4 4 AGRADECIMENTOS Agradeço a todos os professores do MBA de Administração de Tecnologia da Informação da Unisinos, que de alguma forma contribuíram para o meu aprendizado. Ao professor Fabio Junges, pelo incentivo, ajuda e atenção dispensada durante todo o desenvolvimento deste trabalho, nos momentos mais difíceis e complicados tinha sempre uma bela saída e norteava uma luz no fim do túnel. A toda minha família pelos momentos de felicidade que eles me proporcionam, sempre me apoiando apesar de toda dificuldade sem minha presença nos finais de semana. Agradeço aos meus amigos Ederson Camargo, Edmilson Rodrigues, Gabriel Hoff, João Camargo, Rafael Ries e Vantuir Swarowsky pela amizade e companheirismo e por todos os trabalhos que em sala ou fora dela que sempre estiveram juntos durante estes quase dois anos de MBA. Por último, mas não menos importante gostaria de agradecer aos colegas da Souza Cruz que apoiaram a idéia e colaboraram com sugestões e dicas para a evolução do trabalho.

5 5 RESUMO Este trabalho pretende apresentar como a complexidade de gestão de TI vem aumentando nos últimos anos e as metodologias e ferramentas que são usadas para controlar o ambiente, além de apresentar o conceito da computação em nuvem, uma tendência que pode ajudar as empresas a otimizar recursos e melhorar o gerenciamento dos ativos de TI. Através de entrevistas com os principais executivos de algumas empresas é possível perceber como a computação em nuvem é vista e quais os principais empecilhos para adoção deste novo modelo. Como resultado desta avaliação é apresentado uma proposta de implementação na empresa Souza Cruz como forma de esclarecer o potencial deste novo modelo. Palavras-Chave: Computação em Nuvem, Gestão da complexidade, Tecnologia da informação.

6 6 ABSTRACT This study analyzes how much the complexity of IT management has been increasing in recent years and the methodologies and tools that are used to control the environment, and introduce the concept of cloud computing, a trend that can help companies optimize resources and improve management of IT assets. Through interviews with chief executives of some companies you can understand how cloud computing is seen and what are the main obstacles to the adoption of this new model. As a result of this evaluation is presented a proposal to Souza Cruz Company in order to clarify the potential of this new model. Key words: Cloud Computing, Complexity Management, Information Technology

7 7 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1: RELAÇÃO ENTRE COMPUTAÇÃO UBÍQUA, PERVASIVA E MÓVEL...19 FIGURA 2: PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO DE COMPUTAÇÃO UBÍQUA...23 FIGURA 3: MODELO COBIT...25 FIGURA 4: ESTRUTURA DO CICLO DE VIDA DO SERVIÇO (ITIL V3)...27 FIGURA 5: NÍVEL DE MATURIDADE CMMI...29 FIGURA 6: CICLO DE VIDA DE UM PROJETO...31 FIGURA 7: MATURIDADE DOS TIPOS DE COMPUTAÇÃO EM NUVEM, Excluído: 43 FIGURA 8: MATRIZ DE BENEFÍCIOS X TEMPO DE IMPLANTAÇÃO...44

8 8 LISTA DE TABELAS TABELA 1: TIPOS DE EMPRESAS MULTINACIONAIS E PADRÃO DE CONFIGURAÇÃO DE SISTEMA...16 TABELA 2: COMPARAÇÃO ENTRE OS TIPOS DE COMPUTAÇÃO...20 TABELA 3: FASES DO CICLO DE VIDA DE UMA NOVA TECNOLOGIA...41 TABELA 4: DELIMITAÇÃO DE ENTREVISTAS...50 TABELA 5: ASSUNTO X RAZÃO...51

9 9 LISTA DE SIGLAS AME: Região da África e Oriente Médio API: Application Programming Interface ASPAC: Região da Europa e Ásia Pacífico BAT: British American Tobbaco CCTA: Central Computer and Telecommunications Agency CEO: Chief Executive Officer CIO: Chief Information Officer CMM: Capability Maturity Model COBIT: Control Objectives for Information and related Technology COSO: Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission CRM: Customer relationship management EAI: Enterprise Application Integration ERP: Enterprise Resource Planning GSD: Global Service Delivery IaaS: Infrastructure as a Service IEC: International Electrotechnical Commission ISO: International Organization for Standardization ITIL: Information Technology Infrastructure Library KPA: Key Process Areas LACAR: Região da América Latina e Caribe PaaS: Platform as a Service PDA: Personal Digital Assistants - Assistente Digital Pessoal PDCA: Plan-Do-Check-Act PMBOK: Guide to the Project Management Body of Knowledge PMI: Project Management Institute RH: Recursos Humanos SaaS: Software as a Service SAS: Statement on Auditing Standards SEI: Software Engineering Institute TCO: Total Cost Ownership TI: Tecnologia da Informação UC: Ubiquitous Computing - Computação Ubíqua

10 10 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO DO PROBLEMA QUESTÃO DE ESTUDO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos DELIMITAÇÃO DO ESTUDO JUSTIFICATIVA COMPLEXIDADE DE GESTÃO DE TI NO AMBIENTE GLOBAL MODELOS PARA GESTÃO DOS ATIVOS E PROCESSOS DE TI COBIT ITIL CMM PMI EVOLUÇÃO DA TI COMPUTAÇÃO EM NUVEM Modelos de aplicação de computação na nuvem Tipos de computação em nuvem Vantagens x Desvantagens da computação em nuvem Segurança na nuvem Maturidade da computação em nuvem Matriz de adoção da tecnologia METODOLOGIA ESTUDO DE CASO TEÓRICO Questionário COLETA DE DADOS TABULAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS CONCLUSÃO DA ANÁLISE DE RESULTADOS...51 Excluído: ESTUDO DE CASO APLICADO A EMPRESA SOUZA CRUZ GROUP SERVICE DELIVERY (GSD)...53 Excluído: 53 Excluído: 54

11 Objetivos do GSD ANÁLISE DO CASO Análise das entrevistas Aderência ao ambiente computacional da Souza Cruz Próximos Passos CONCLUSÃO...62 REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA...64 Excluído: 54 Excluído: 55 Excluído: 56 Excluído: 60 Excluído: 61 Excluído: 63 Excluído: 65

12 12 1. INTRODUÇÃO A necessidade de aperfeiçoar recursos e aumentar o raio de atuação para compartilhar custos são os principais motivos para as organizações consolidarem serviços de Tecnologia da Informação (TI) em escala global, neste cenário promissor a visão financeira acaba penalizando quem faz a operação destes serviços. O chamado follow the sun, acaba gerando sérios problemas para quem necessita comandar uma área de TI em uma empresa de atuação global. O aumento da complexidade de gestão de TI é um problema para qualquer executivo visto que não está próximo do fim, pelo contrário, novas tecnologias, novas plataformas, maior velocidade de transformação, ampla distribuição em rede, e outras tendências tecnológicas tendem a transformar a gestão de TI em uma complexa área de atuação. A evolução dos dispositivos móvel, robótica e a ploriferação da internet fazem com que as informações atravessem o mundo em questões de segundos e gerenciar estes avanços é o desafio de qualquer gestor de TI. Apesar de existirem várias metodologias e ferramentas para apoiar o gerenciamento e controle dos ativos, estas ferramentas só auxiliam, nenhuma possui uma fórmula mágica que resolva os problemas. Isso porque as ferramentas focam em alguns pilares, entre eles processos, pessoas, métricas entre outros. Já a tecnologia permeia estes pilares e evolui muito mais rápido que as próprias metodologias e principalmente ferramentas, isso não quer dizer que as metodologias não funcionam, pelo contrário, se não fossem elas hoje estaríamos vivendo em um ambiente caótico. Porém existe espaço para novos conceitos e novas formas para melhorar a gestão de TI. A computação em nuvem é uma tendência tecnológica que vem ganhando espaço no mercado, com uma filosofia de entregar mais por menos, utilizando de forma mais produtiva os ativos e entregando exatamente o que foi comprado, não há ociosidade e com isso é possível compartilhar tais custos com outros clientes. O trabalho apresentará o detalhamento de como é o gerenciamento atual e sua estrutura para suportar as necessidades de negócio, assim como um aprofundamento teórico sobre computação em nuvem, mostrando vantagens e desvantagens da nova tecnologia considerando segurança da informação. Através de uma pesquisa com alguns executivos é possível perceber o direcionamento que as empresas estão adotando para tentar mitigar o problema de gestão de TI, também é

13 13 possível perceber através da entrevista a perspectiva deles em relação à computação em nuvem. 1.1 DEFINIÇÃO DO PROBLEMA Devido a constantes mudanças e novas necessidades de negócio toda organização precisa ter uma área de TI flexível para as mudanças. Para poder agregar valor ao negócio às áreas de TI buscam fornecer as mais variadas soluções e em diferentes ambientes geográficos. Estas variáveis acabam tornando o ambiente de TI mais complexo e de difícil gerenciamento principalmente quando estamos falando em organizações globais na qual além das necessidades cotidianas ainda existem diferenças culturais e leis específicas em cada ponto geográfico. Neste cenário é que se pretende estudar o modelo de computação em nuvem como alternativa de redução da complexidade de gestão em TI, por meio de uma análise qualitativa a partir da percepção de executivos de TI de organizações globais. 1.2 QUESTÃO DE ESTUDO Como a computação em nuvem pode se tornar uma alternativa à complexidade de gestão de TI em empresas globais? 1.3 OBJETIVOS Objetivo Geral Identificar de que forma a computação em nuvem pode se posicionar como alternativa para a redução da complexidade da gestão de TI em empresas globais Objetivos Específicos Como objetivos secundários, podem ser citados: Identificar tendências de mercado em relação a computação em nuvem; Identificar benefícios na utilização deste modelo; Analisar o aspecto da segurança no contexto da computação em nuvem;

14 DELIMITAÇÃO DO ESTUDO A computação é uma área ampla e qualquer estudo necessita esclarecer as limitações que o trabalho abrange. Para facilitar o entendimento do que se propõe o trabalho é necessário determinar o que será visto no estudo. A pesquisa pretende avaliar o modelo de computação em nuvem e o impacto que este modelo pode causar na complexidade de gestão de TI em empresas globais. Há, no entanto, uma série de outros elementos presentes no contexto da gestão de TI em empresas globais, que não serão analisados nesta pesquisa. Ainda é proposta deste trabalho olhar a questão da computação em nuvem para entender se este novo modelo pode ajudar a reduzir a complexidade de gestão. Por outro lado existem vários outros modelos que podem favorecer a redução da complexidade, que também não serão explorados nesta pesquisa. 1.5 JUSTIFICATIVA A gestão de TI é uma área de oportunidade de aprendizado muito importante para qualquer pessoa do ramo, o divisor de águas entre um bom gestor e um figurante está justamente no conhecimento e capacidade de agir. Diante disso é interesse do pesquisador compreender as variáveis de uma boa gestão principalmente em empresas globais, de forma a viabilizar uma contribuição prática efetiva à gestão de TI da empresa da qual o pesquisador faz parte. Outro fator de motivação para o estudo é o pouco conteúdo existente referente à computação em nuvem, desta forma é de interesse do pesquisador contribuir de alguma forma para a empresa na qual trabalha, assim como com a comunidade acadêmica. Por último, mas não menos importante se sabe que existe um grande potencial na própria Souza Cruz pela utilização da Computação em Nuvem como forma de reduzir a complexidade de gestão e principalmente a redução de custos dos ativos de TI.

15 15 2. COMPLEXIDADE DE GESTÃO DE TI NO AMBIENTE GLOBAL Nos dias atuais, a realidade do mercado e, conseqüentemente, das empresas, são fortemente influenciadas pela evolução tecnológica, e pelo modelo econômico praticado em nível global. A alta competitividade tem desafiado as empresas a dar respostas rápidas às mudanças no ambiente externo. Para ser ágil nestas respostas é necessário um alto índice de processamento de informações estratégicas permitindo as empresas serem flexíveis para sobreviver globalmente (SIQUEIRA, 2005). Segundo Porter (1990), ser o melhor não é mais suficiente, porque todos estão empenhados em ser o melhor, portanto para uma empresa manter-se no mercado é necessário criar valor para seus clientes, é se diferenciar dos concorrentes produzindo algo valoroso para os compradores. Existem três tipos de estratégia para agregar valor aos compradores, que são: liderança no custo total, diferenciação e enfoque. Na busca de um posicionamento estratégico algumas empresas acabam adquirindo outras para acelerar o processo. Nestas aquisições ou fusões a Tecnologia da informação tem um papel fundamental e muitas vezes são diretamente responsáveis para o sucesso ou fracasso da estratégia da empresa. As operações de fusão e aquisição precisam levar em conta diversos aspectos relacionados ao aumento na complexidade da gestão de TI, isso porque em um processo como este existem muitas variáveis que devem ser tratadas, tais como: Plataforma de desenvolvimento; Infraestrutura; Telecomunicações; Padronização dos processos; Fluxo de informação; Integração de aplicações; De acordo com Laudon e Laudon (1996), as empresas desenvolvem sistemas de informação internacionais respondendo à desafios e pressões do ambiente empresarial. O nãoalinhamento entre a TI e a estratégia global de negócios pode prejudicar severamente os esforços de uma empresa em sua busca de uma efetiva presença global. Não se pode esquecer que algumas estratégias globais de negócio são particularmente dependentes de informações precisas e atualizadas a respeito das operações em outros países. As empresas devem desenvolver estratégias claras para enfrentar esses desafios e os sistemas de informação internacionais precisam estar em consonância com essas estratégias. Os

16 16 desafios enfrentados pelas empresas para a implementação de sistemas transnacionais são divididos pelos autores em duas categorias: desafios devidos a fatores culturais (desenvolvimento de uma cultura global, evolução local das telecomunicações e redes de transporte, estabilidade política) e desafios devidos a fatores de negócios em escala global (desenvolvimento de mercados, produção distribuída, obtenção de economias de escala). Os autores ressaltam que cada indústria é afetada por esses fatores de maneira diferente. Os autores relacionam, ainda 4, possibilidades para a gestão de TI em empresas globalizadas, distinguindo 4 diferentes tipos de configuração de sistemas de informações: centralizados, duplicados, descentralizados e coordenados. Os sistemas centralizados são desenvolvidos e operados de maneira centralizada, possivelmente em um único local. Os sistemas duplicados são desenvolvidos de maneira centralizada, mas são distribuídos às subsidiárias para que sejam operados localmente. Os sistemas descentralizados são desenvolvidos e operados localmente por equipes de TI independentes (aparentemente este é o tipo de gestão de TI mais comum nas empresas internacionais). Finalmente, os sistemas coordenados são aqueles em que tanto o desenvolvimento quanto a operação são executado de forma integrada e coordenado através de todas as subsidiárias. Esse último tipo de sistema usualmente pressupõe uma grande infraestrutura de telecomunicações e um grande esforço de desenvolvimento de aplicativos e de gerenciamento partilhado que ultrapasse todas as barreiras culturais. A configuração de sistemas dominante varia conforme o tipo de empresa global e apresenta tendência à mudança. Na tabela 1 é retratado este comportamento observado pelos autores, ficando claro o padrão atualmente observado e o padrão emergente de desenvolvimento e gestão de sistemas. Tabela 1: Tipos de empresas multinacionais e padrão de configuração de sistema CENTRALIZADO DUPLICADO DESCENTRALIZADO COORDENADO EXPORTADORA Dominante Emergente MULTINACIONAIS Dominante Emergente FRANQUEADORAS Dominante Emergente TRANSNACIONAIS Dominante Fonte: Laudon e Laudon (1996) Entre as dificuldades, decorrentes da utilização de sistemas descentralizados, estão as restrições das legislações trabalhistas locais, as diferenças nos fusos-horários, as diferenças de qualidade e confiabilidade no fornecimento de energia elétrica local e problemas diversos, tais

17 17 como roubo e sabotagem. Nesse caso, também é fundamental a decisão se o sistema será único, duplicado nos diversos países, ou se serão permitidas manutenções locais. Essa última opção pode conduzir a grandes diferenças ao longo do tempo para o que deveria ser um único sistema. Sem uma forte supervisão central na manutenção dos sistemas, a tendência é que eles evoluam para uma série de diferentes sistemas locais, não interessando quão similares sejam os negócios. A telecomunicação foi destacada por Ives e Jarvenpaa (1991) como o aspecto mais importante relacionado com a plataforma de TI em sistemas globais. A esse aspecto estão associadas questões de custo e qualidade, tais como capacidade de transmissão, disponibilidade e confiabilidade das linhas de comunicação. Também são importantes os aspectos relativos às diferentes plataformas de software e hardware envolvidos em função da disponibilidade e do suporte oferecido por fornecedores nos diversos países onde a organização opera sistemas de informações. A disponibilidade das plataformas pode estar associada com: diferentes regulamentações na importação de equipamentos e software, altas taxas de importação, ausência de distribuidores autorizados e longos prazos de entrega. Mesmo que todos os recursos necessários estejam disponíveis nos países desejados, ainda assim podem existir diferenças entre os equipamentos e programas locais e da matriz, por força de adaptações realizadas pelos fornecedores. A padronização dos dados e informações é o principal problema que afeta o aspecto compartilhamento. É comum usuário de aplicações globais utilizarem bancos de dados centralizados ou, se este não for o caso, terem que consolidar dados dos diferentes países. Normalmente, isto exige que os dados envolvidos estejam bem definidos e padronizados, o que é percebido como impondo significativas barreiras para o compartilhamento internacional de dados. Entre os problemas relacionados com a padronização dos dados estão as dificuldades de linguagem, pois podem existir diferentes significados para a mesma frase ou palavra, diferenças em padrões e procedimentos nacionais, exigências legais, entre outras. O uso de códigos (de produtos, matérias-primas ou peças) diferentes em cada um dos países pode também representar dificuldades para a padronização, assim como diferenças entre moedas e medidas utilizadas. Deve-se observar que a necessidade de padronização dos dados pode enfrentar resistências por parte dos usuários locais, e que para enfrentar essa resistência é necessário encontrar um elemento na organização (pessoa ou departamento) que assuma a responsabilidade de liderar o processo de padronização e mudança. É importante garantir o envolvimento dos usuários e equipes de TI das subsidiárias no desenvolvimento destes

18 18 padrões. Outra questão é a necessidade de se contrapor a padronização com a necessidade de flexibilidade local, dependendo das necessidades e características do negócio, empresa, mercado e país. Em síntese deve-se buscar a padronização dos dados e processos comuns e o projeto de uma arquitetura de dados globais construídas em torno dos objetivos de negócio da organização. Stephens (1999) cita as seguintes dificuldades com a criação de sistemas de informação globais: diferenças de língua, legislação relativa à troca internacional de dados e informações, legislação local e problemas específicos de recursos humanos locais. Laudon e Laudon (1996) afirmam que diferenças políticas e culturais afetam profundamente os procedimentos operacionais padronizados das empresas. Entre os motivos apresentados estão às diferentes práticas contábeis, as diferentes leis que regem o trânsito de informações, políticas de privacidade, horário comercial, termos utilizados nos negócios e mesmo aspectos culturais extremamente específicos como, por exemplo, o fato de no Japão o uso do fax prevalecer sobre o . Os aspectos culturais e legais também se refletem nas práticas contábeis, por exemplo, na Alemanha os lucros relativos a um determinado investimento só são contabilizados quando os projetos estão terminados e pagos, enquanto que na Inglaterra esses lucros começam a ser contabilizados no momento em que há uma razoável certeza de que o projeto dará certo. Até razões intrínsecas de procedimentos podem intervir, por exemplo, os sistemas contábeis das empresas anglo-saxônicas são focados em mostrar a velocidade com que os lucros da empresa estão crescendo, enquanto que no restante da Europa o foco dos sistemas contábeis é mostrar a adequação da empresa às regras e leis, diminuindo a possibilidade de ser legalmente penalizada. Outra questão que aumenta a complexidade na gestão de TI são as tecnologias de computação móvel que encontram atualmente em franca evolução e parecem destinadas a transformar-se no novo paradigma dominante da computação. A utilização destes dispositivos móveis criou um novo conceito, caracterizado pelo uso de dispositivos de comunicação sem fio de forma transparente e com alto grau de mobilidade que é conhecida também como computação pervasiva. De acordo com Araújo (2007), adaptado de Lyytinen & Yoo (2002), computação móvel baseia-se no aumento da nossa capacidade de mover fisicamente serviços computacionais conosco, ou seja, o computador torna-se um dispositivo sempre presente que expande a capacidade de um usuário utilizar os serviços que um computador oferece, independentemente de sua localização. Combinada com a capacidade de acesso, a

19 19 computação móvel tem transformado a computação numa atividade que pode ser carregada para qualquer lugar. O conceito de computação pervasiva implica que o computador está embarcado 1 no ambiente de forma invisível para o usuário. Nesta concepção, o computador tem a capacidade de obter informação do ambiente no qual ele está embarcado e utilizá-la para dinamicamente construir modelos computacionais, ou seja, controlar, configurar e ajustar a aplicação para melhor atender as necessidades do dispositivo ou usuário. O ambiente também pode e deve ser capaz de detectar outros dispositivos que venham a fazer parte dele. Desta interação surge a capacidade de computadores agirem de forma inteligente no ambiente no qual nos movemos, um ambiente povoado por sensores e serviços computacionais (LYYTINEN & YOO 2002). A computação ubíqua beneficia-se dos avanços da computação móvel e da computação pervasiva. A computação ubíqua surge então da necessidade de se integrar mobilidade com a funcionalidade da computação pervasiva, ou seja, qualquer dispositivo computacional, enquanto em movimento conosco, pode construir, dinamicamente, modelos computacionais dos ambientes nos quais nos movemos e configurar seus serviços dependendo da necessidade. Figura 1: Relação entre Computação Ubíqua, Pervasiva e Móvel Fonte: ARAÚJO (2007) Esta trilha, que sai do atributo mobilidade, cruza o terreno pervasivo e chega à ubiqüidade, pode ser encarada como realidade em construção, uma vez que já existem pesquisas e produtos que provam sua viabilidade num futuro muito próximo. Vide, por exemplo, as pesquisas para o desenvolvimento de dispositivos e segurança em redes sem fio 1 Um sistema embarcado é um sistema microprocessado no qual o computador é completamente encapsulado ou dedicado ao dispositivo ou sistema que ele controla. Diferente de computadores de propósito geral, como o computador pessoal, um sistema embarcado realiza um conjunto de tarefas pré-definidas, geralmente com requisitos específicos. Já que o sistema é dedicado a tarefas específicas, através de engenharia pode-se otimizar o projeto reduzindo tamanho, recursos computacionais e custo do produto. Definição da Wikipedia, disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/sistema_embarcado>. Acesso em 09 de junho de 2010.

20 20 (wireless), compressão e armazenamento de dados e datacenter, largura de banda, miniaturização e ampliação do tamanho de telas, durabilidade de baterias e adaptação de conteúdos para variados dispositivos, entre outros. São estudos que convergem para a computação ubíqua e por extensão, a ubiqüidade da comunicação. No mercado de consumo também já encontramos evidências de computação ubíqua em roteadores que disponibilizam acesso sem fio à internet dentro de nossas casas; nos eletrodomésticos, residências e edifícios chamados inteligentes ; nos sistemas de monitoramento e segurança; nos dispositivos de controle de temperatura, iluminação, umidade etc. Na tabela 2 pode-se visualizar, de forma clara, a computação ubíqua como uma síntese da mobilidade com alto grau de embarque de hardwares e de programas, que praticamente se fundem em plataformas técnicas de dispositivos portáteis. Ou seja, um dispositivo de controle dedicado ao ambiente para o qual foi projetado e com possibilidades múltiplas de conexão e comunicação. Tabela 2: Comparação entre os tipos de computação Computação Computação Computação Móvel Pervasiva Ubíqua Mobilidade BAIXA ALTA ALTA Grau de Embarcamento ALTO BAIXO ALTO Fonte: LYYTINEN e YOO (2002) Os horizontes propostos pela computação ubíqua, que além de conectar dispositivos, conectam pessoas e grupos por elas formados facilitam e ampliam os processos de comunicação, de aquisição, de conhecimento, de entretenimento e lazer. Percebe-se aqui, a idéia de que a computação ubíqua permitirá que haja comunicação ubíqua. A Vida digital preconizada por Negroponte (1995) nunca esteve tão próxima. Neste início de século XXI ocorre uma transformação tecnológica silenciosa que muda gradativamente a vida cotidiana. São poucas pessoas que possuem a percepção da ubiqüidade que as redes computacionais introduzem nas relações individuais e coletivas, de comunicação, educação, trabalho, entretenimento etc. A tecnologia torna-se capaz de simular mundos e existências virtuais paralelas em um lugar intangível. Os sistemas informáticos pervasivos envolvem sorrateiramente todo o ambiente humano com suas teias binárias invisíveis e poderosas.

21 21 Já Greenfield (2006), diz que outra grande variável complexa que está cada vez mais tomando forma é a computação ubíqua que tem como objetivo tornar a interação pessoamáquina invisível, ou seja, integrar a informática com as ações e comportamentos naturais das pessoas. Não invisível como se não pudesse ver, mas, sim de uma forma que as pessoas nem percebam que estão dando comandos a um computador, mas como se tivessem conversando com alguém. Além disso, os computadores teriam sistemas inteligentes que estariam conectados ou procurando conexão o tempo todo, dessa forma tornando-se onipresente. Ainda Greenfield (2006), diz que o primeiro passo para conseguir chegar a essa interação mais fácil ou invisível, é a utilização de interfaces naturais, a forma mais primitiva que temos de interagir com algum ser humano, que é a utilização da fala, gestos, presença no ambiente ou até mesmo a movimentação dos olhos, deixando dessa forma o teclado e mouse sem nenhuma utilização. O segundo passo seria a geração de uma computação sensível a contexto, essa tecnologia torna possível que os dispositivos possam capturar o contexto automaticamente. O contexto nesse caso é a presença de uma pessoa ao espaço ou qualquer tipo de movimento corporal, movimentação dos braços, dedos, cabeça, olhos e até movimentos faciais. Esta tecnologia ainda não está no viés das corporações, mas em pouco tempo a tecnologia da informação terá que prover soluções utilizando estes modelos e estes deverão aumentar exponencialmente a complexidade de gestão destes itens de configuração. A computação ubíqua tem por objetivo tornar o uso do computador mais agradável fazendo que muitos computadores estejam disponíveis em todo ambiente físico, mas de forma invisível para o usuário (SOUSA, 2004). A UC (Computação Ubíqua) não é realidade virtual, não é um assistente digital pessoal, não é uma computação pessoal ou íntima com agentes fazendo suas ofertas. A computação ubíqua prevê um mundo com vários tipos de dispositivos conectados entre si, com redes sem fio em todo lugar e com um custo bem baixo. Ao contrário do PDA, a computação ubíqua afirma que o usuário não precisa carregar muitas coisas consigo, uma vez que a informação pode ser acessada em qualquer lugar, e a qualquer momento. Ainda Sousa (2004) diz que: Pervasive Computing, Computação Pervasiva ou Computação Ubíqua é o termo utilizado para referenciar a integração da computação móvel e onipresente com o espaço físico. É um tipo de computação distribuída realizada por dispositivos de computação que atuam de forma discreta nos ambientes onde estão implantados.

22 22 Já Weiser (1996) diz que: A essência da visão é a criação de ambientes impregnados com dispositivos de computação e comunicação, interagindo diretamente com o homem. Esses ambientes de computação são espaços físicos quaisquer (salas de aula, escritórios, edifícios, etc) e os dispositivos eletro-eletrônicos podem ser sensores, computadores e outros, capazes de realizar alguma computação útil aos freqüentadores do ambiente. Os dispositivos devem estar altamente adaptados ao cotidiano dos indivíduos (pessoas, animais e/ou outros seres vivos) e em harmonia com outros objetos presentes. Tais ambientes são comumente nomeados de Espaços Ativos ou Super Spaces. Segundo Weiser (1996), uma das principais características desses ambientes é que a interação entre os usuários e os dispositivos ocorre de forma tranqüila (Calm Technology). Os usuários não precisam se lembrar ou até mesmo saber que estão interagindo com máquinas. Apenas usufruir dos benefícios da computação que ocorre naturalmente. É o que freqüentemente chamamos de computação invisível. Ainda segundo Weiser (1996), a computação ubíqua seria o inverso da realidade virtual. Enquanto na computação ubíqua tentamos adaptar dispositivos eletrônicos à vida das pessoas, na realidade virtual criamos uma vida fictícia onde as pessoas são inseridas, achando que estão vivendo durante o tempo em que a computação ocorre. Para Greenfield (2006), outra característica importante da computação ubíqua, que inclusive explica seu nome, é a onipresença. Os dispositivos computacionais podem e devem estar presentes a qualquer hora e em qualquer lugar. A onipresença e a adaptação dos dispositivos à vida das pessoas que nos traz um vislumbre de um eventual futuro. Tal futuro traria uma grande ajuda com relação ao atual problema de sobrecarga de informação, ao invés das pessoas se preocuparem em lembrar as várias coisas de que necessitam, as coisas é que lembrariam as pessoas do que e quando teriam que ser executadas. Em outras palavras, uma pessoa poderia ser lembrada de que, já é hora para uma troca de óleo do seu carro, ou de que está faltando café no armário da cozinha. Ou mais além, deixar que a própria cozinha fizesse as compras dos itens necessários através de um simples envio de pedido a um supermercado. Sousa (2004) ainda diz que, a computação ubíqua é considerada por muitos a terceira onda da computação, cujo ponto de cruzamento com a computação pessoal deverá ocorrer entre A era da computação Ubíqua terá vários computadores compartilhados por todas as pessoas. Alguns desses computadores serão centenas daqueles que as pessoas podem acessar durante alguns minutos de consulta na Internet. Outros estarão implantados em paredes, cadeiras, roupas, carros, em tudo. A UC é fundamentalmente caracterizada pela

MBA Gestão da Tecnologia de Informação

MBA Gestão da Tecnologia de Informação MBA Gestão da Tecnologia de Informação Informações: Dias e horários das aulas: Segundas e Terças-feiras das 18h00 às 22h00 aulas semanais; Sábados das 08h00 às 12h00 aulas quinzenais. Carga horária: 600

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial

Sistemas de Informação Empresarial Sistemas de Informação Empresarial Governança de Tecnologia da Informação parte 2 Fonte: Mônica C. Rodrigues Padrões e Gestão de TI ISO,COBIT, ITIL 3 International Organization for Standardization d -

Leia mais

MODELOS DE MELHORES GOVERNANÇA DE T.I. PRÁTICAS DA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

MODELOS DE MELHORES GOVERNANÇA DE T.I. PRÁTICAS DA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza MODELOS DE MELHORES PRÁTICAS DA GOVERNANÇA DE T.I. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza MELHORES PRÁTICAS PARA T.I. MODELO DE MELHORES PRÁTICAS COBIT Control Objectives for Information

Leia mais

Melhores Práticas em TI

Melhores Práticas em TI Melhores Práticas em TI Referências Implantando a Governança de TI - Da Estratégia à Gestão de Processos e Serviços - 2ª Edição Edição - AGUINALDO ARAGON FERNANDES, VLADIMIR FERRAZ DE ABREU. An Introductory

Leia mais

ITIL V3 GUIA DE MELHORES PRÁTICAS EM GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS

ITIL V3 GUIA DE MELHORES PRÁTICAS EM GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS ITIL V3 GUIA DE MELHORES PRÁTICAS EM GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO ITIL V3 1.1. Introdução ao gerenciamento de serviços. Devemos ressaltar que nos últimos anos, muitos profissionais da

Leia mais

Engenharia de Software Qualidade de Software

Engenharia de Software Qualidade de Software Engenharia de Software Qualidade de Software O termo qualidade assumiu diferentes significados, em engenharia de software, tem o significado de está em conformidade com os requisitos explícitos e implícitos

Leia mais

Governança de TI. Importância para as áreas de Auditoria e Compliance. Maio de 2011. IT Governance Discussion

Governança de TI. Importância para as áreas de Auditoria e Compliance. Maio de 2011. IT Governance Discussion Governança de TI Importância para as áreas de Auditoria e Compliance Maio de 2011 Page 1 É esperado de TI mais do que deixar o sistema no ar. Page 2 O que mudou o Papel de TI? Aumento de riscos e de expectativas

Leia mais

COBIT Um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

COBIT Um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com COBIT Um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com Introdução Atualmente, é impossível imaginar uma empresa sem uma forte área de sistemas

Leia mais

COBIT (CONTROL OBJECTIVES FOR INFORMATION AND RELATED TECHNOLOGY)

COBIT (CONTROL OBJECTIVES FOR INFORMATION AND RELATED TECHNOLOGY) Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Informática e Estatística INE Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Projetos I Professor: Renato Cislaghi Aluno: Fausto Vetter Orientadora: Maria

Leia mais

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Apresentação Apresentação Professor Alunos Representante de Sala Frequência e Avaliação Modelos das aulas

Leia mais

Alinhamento Estratégico da TI com o Modelo de Negócios da Empresa: um estudo sobre as melhores práticas da biblioteca ITIL

Alinhamento Estratégico da TI com o Modelo de Negócios da Empresa: um estudo sobre as melhores práticas da biblioteca ITIL Alinhamento Estratégico da TI com o Modelo de Negócios da Empresa: um estudo sobre as melhores práticas da biblioteca ITIL Fernando Riquelme i Resumo. A necessidade por criar processos mais eficientes,

Leia mais

COBIT. Governança de TI. Juvenal Santana, PMP tecproit.com.br

COBIT. Governança de TI. Juvenal Santana, PMP tecproit.com.br COBIT Governança de TI Juvenal Santana, PMP tecproit.com.br Sobre mim Juvenal Santana Gerente de Projetos PMP; Cobit Certified; ITIL Certified; OOAD Certified; 9+ anos de experiência em TI; Especialista

Leia mais

Governança de TI com COBIT, ITIL e BSC

Governança de TI com COBIT, ITIL e BSC {aula #2} Parte 1 Governança de TI com melhores práticas COBIT, ITIL e BSC www.etcnologia.com.br Rildo F Santos rildo.santos@etecnologia.com.br twitter: @rildosan (11) 9123-5358 skype: rildo.f.santos (11)

Leia mais

Como obter resultados em TI com gestão e governança efetivas direcionadas a estratégia do negócio?

Como obter resultados em TI com gestão e governança efetivas direcionadas a estratégia do negócio? Como obter resultados em TI com gestão e governança efetivas direcionadas a estratégia do negócio? A Tecnologia da Informação vem evoluindo constantemente, e as empresas seja qual for seu porte estão cada

Leia mais

Convergência TIC e Projetos TIC

Convergência TIC e Projetos TIC TLCne-051027-P1 Convergência TIC e Projetos TIC 1 Introdução Você responde essas perguntas com facilidade? Quais os Projetos TIC mais frequentes? Qual a importância de BI para a venda de soluções TIC (TI

Leia mais

Unidade IV ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Profa. Lérida Malagueta

Unidade IV ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Profa. Lérida Malagueta Unidade IV ESTRATÉGIA COMPETITIVA Profa. Lérida Malagueta Estratégia competitiva Já conhecemos os conceitos sobre a teoria da decisão estratégica e de como competem e cooperam: Os decisores As empresas

Leia mais

Carlos Henrique Santos da Silva

Carlos Henrique Santos da Silva GOVERNANÇA DE TI Carlos Henrique Santos da Silva Mestre em Informática em Sistemas de Informação UFRJ/IM Certificado em Project Management Professional (PMP) PMI Certificado em IT Services Management ITIL

Leia mais

Governança e Qualidade em Serviços de TI COBIT Governança de TI

Governança e Qualidade em Serviços de TI COBIT Governança de TI Governança e Qualidade em Serviços de TI COBIT Governança de TI COBIT Processos de TI Aplicativos Informações Infraestrutura Pessoas O que é o CObIT? CObIT = Control Objectives for Information and Related

Leia mais

Acelere o valor da computação em nuvem com a IBM

Acelere o valor da computação em nuvem com a IBM Acelere o valor da computação em nuvem com a IBM Obtenha soluções em nuvem comprovadas para as suas prioridades mais urgentes Destaques da solução Saiba sobre os benefícios mais comuns de implementações

Leia mais

Unidade I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Prof. Daniel Arthur Gennari Junior

Unidade I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Unidade I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Prof. Daniel Arthur Gennari Junior A disciplina Nossa disciplina se divide em 4 unidades de aprendizagem: 1. Conceitos e contexto empresarial

Leia mais

MBA em Gestão de Tecnologia da Informação. Governança de TI. Lincoln Herbert Teixeira lincolnherbert@gmail.com

MBA em Gestão de Tecnologia da Informação. Governança de TI. Lincoln Herbert Teixeira lincolnherbert@gmail.com MBA em Gestão de Tecnologia da Informação Governança de TI Lincoln Herbert Teixeira lincolnherbert@gmail.com Governança de TI Ementa: Relacionar a governança de TI com a governança corporativa. Boas práticas

Leia mais

Gerenciamento de Serviços em TI com ITIL. Gerenciamento de Serviços de TI com ITIL

Gerenciamento de Serviços em TI com ITIL. Gerenciamento de Serviços de TI com ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com ITIL A Filosofia do Gerenciamento de Serviços em TI Avanços tecnológicos; Negócios totalmente dependentes da TI; Qualidade, quantidade e a disponibilidade (infra-estrutura

Leia mais

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI)

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) APARECIDA DE GOIÂNIA 2014 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Áreas de processo por

Leia mais

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS.

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. A computação em nuvem é uma mudança de paradigma no gerenciamento de TI e de datacenters, além de representar a capacidade da TI

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TIC. ISO/IEC 20.000 / ITIL V2 e V3

Gerenciamento de Serviços de TIC. ISO/IEC 20.000 / ITIL V2 e V3 Gerenciamento de Serviços de TIC ISO/IEC 20.000 / ITIL V2 e V3 Agenda O que é serviço de TIC? O que é Qualidade de Serviços de TIC? O que é Gerenciamento de Serviços de TIC? ISO IEC/20.000-2005 ITIL versão

Leia mais

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS.

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. A computação em nuvem é uma mudança de paradigma no gerenciamento de TI e de datacenters, além de representar a capacidade da TI

Leia mais

Metodologias COBIT e ITIL e as perspectivas do Modelo de Alinhamento Estratégico de TI

Metodologias COBIT e ITIL e as perspectivas do Modelo de Alinhamento Estratégico de TI Metodologias COBIT e ITIL e as perspectivas do Modelo de Alinhamento Estratégico de TI Gilberto Zorello (USP) gilberto.zorello@poli.usp.br Resumo Este artigo apresenta o Modelo de Alinhamento Estratégico

Leia mais

CobiT: Visão Geral e domínio Monitorar e Avaliar. Daniel Baptista Dias Ernando Eduardo da Silva Leandro Kaoru Sakamoto Paolo Victor Leite e Posso

CobiT: Visão Geral e domínio Monitorar e Avaliar. Daniel Baptista Dias Ernando Eduardo da Silva Leandro Kaoru Sakamoto Paolo Victor Leite e Posso CobiT: Visão Geral e domínio Monitorar e Avaliar Daniel Baptista Dias Ernando Eduardo da Silva Leandro Kaoru Sakamoto Paolo Victor Leite e Posso CobiT O que é? Um framework contendo boas práticas para

Leia mais

COMPUTAÇÃO EM NUVEM. Michele Marques Costa 1,2, Julio César2 ¹Universidade paranaense (Unipar)

COMPUTAÇÃO EM NUVEM. Michele Marques Costa 1,2, Julio César2 ¹Universidade paranaense (Unipar) COMPUTAÇÃO EM NUVEM Michele Marques Costa 1,2, Julio César2 ¹Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil Mih_nai@hotmail.com juliocesar@unipar.br Resumo. Este artigo contém a definição e citação

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Governança de TI Prof. Carlos Henrique Santos da Silva, MSc

Governança de TI Prof. Carlos Henrique Santos da Silva, MSc Governança de TI Prof. Carlos Henrique Santos da Silva, MSc PMP, PMI-RMP, PMI-ACP, CSM, CSPO, ITIL & CobiT Certified Carlos Henrique Santos da Silva, MSc, PMP Especializações Certificações Mestre em Informática

Leia mais

GESTÃO DE T.I. COBIT. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com

GESTÃO DE T.I. COBIT. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com GESTÃO DE T.I. COBIT José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com COBIT Control Objectives for Information and Related Technology Copyright 1996, 1998, 2000 Information Systems Audit and Control Foundation. Information

Leia mais

GOVERNANÇA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NA CIDADE DE APUCARANA

GOVERNANÇA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NA CIDADE DE APUCARANA Revista F@pciência, Apucarana-PR, ISSN 1984-2333, v.3, n. 9, p. 89 98, 2009. GOVERNANÇA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NA CIDADE DE APUCARANA Márcia Cristina

Leia mais

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 Conhecimento em Tecnologia da Informação Alinhamento Estratégico A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 2010 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani Ementa Conceitos básicos de informática; evolução do uso da TI e sua influência na administração; benefícios; negócios na era digital; administração

Leia mais

SUMÁRIO. Sistemas a serem considerados na construção de data centers. A gestão do projeto e a integração dos fornecedores

SUMÁRIO. Sistemas a serem considerados na construção de data centers. A gestão do projeto e a integração dos fornecedores REPORT 04 e fevereiro de 2013 INFRAESTRUTURA FÍSICA E DATA CENTERS SUMÁRIO Introdução O que são data centers Padrões construtivos para data centers Sistemas a serem considerados na construção de data centers

Leia mais

A Governança de TI Gestão de TI através de Portfólios

A Governança de TI Gestão de TI através de Portfólios A Governança de TI Gestão de TI através de Portfólios Sandra Sergi Santos, PMP Governança de TI Vamos começar este artigo analisando Governança de TI. A Governança de TI é a área mais crítica de uma governança

Leia mais

Análise da Compatibilidade entre IRM e ITIL na Gestão de Ativos de TI (Pesquisa de Campo TELEMAR)

Análise da Compatibilidade entre IRM e ITIL na Gestão de Ativos de TI (Pesquisa de Campo TELEMAR) Análise da Compatibilidade entre IRM e ITIL na Gestão de Ativos de TI (Pesquisa de Campo TELEMAR) Heitor Luiz Murat de Meirelles Quintella, D.Sc. UFF Renato Augusto dos Santos Côrtes UFF André Almeida

Leia mais

Guia completo para. planejar seu orçamento de TI

Guia completo para. planejar seu orçamento de TI Guia completo para planejar seu orçamento de TI SUMÁRIO >> Introdução... 3 >> Planejamento é a chave do sucesso... 6 >> Como fazer uma gestão de TI eficiente... 12 >> Aprenda a calcular o investimento

Leia mais

Curso preparatório para exame de Certificação do ITIL V3.

Curso preparatório para exame de Certificação do ITIL V3. Curso preparatório para exame de Certificação do ITIL V3. Dentro do enfoque geral em conhecer e discutir os fundamentos, conceitos e as definições de Governança de TI - Tecnologia da Informação, bem como

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a SISTEMAS INTEGRADOS Prof. Eduardo Oliveira Bibliografia adotada: COLANGELO FILHO, Lúcio. Implantação de Sistemas ERP. São Paulo: Atlas, 2001. ISBN: 8522429936 LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas

Leia mais

CobIT. Eduardo Mayer Fagundes. Um framework para a eficiência das organizações de Tecnologia da Informação e Telecomunicações

CobIT. Eduardo Mayer Fagundes. Um framework para a eficiência das organizações de Tecnologia da Informação e Telecomunicações CobIT Um framework para a eficiência das organizações de Tecnologia da Informação e Telecomunicações Eduardo Mayer Fagundes Copyright(c)2008 por Eduardo Mayer Fagundes 1 Agenda 1. Princípio de Gestão Empresarial

Leia mais

Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK

Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK http://www.sei.cmu.edu/ Prefácio do CMM Após várias décadas de promessas não cumpridas sobre ganhos de produtividade e qualidade na aplicação de novas metodologias

Leia mais

Reduza custos. Potencialize o valor da TI em seus negócios.

Reduza custos. Potencialize o valor da TI em seus negócios. Reduza custos. Potencialize o valor da TI em seus negócios. Autor: Douglas Marcos da Silva 7 Sumário Executivo Nas últimas décadas, a evolução tecnológica, a interdependência dos mercados e a intensificação

Leia mais

Governança de TI: O que é COBIT?

Governança de TI: O que é COBIT? Governança de TI: O que é COBIT? Agenda Governança de TI Metodologia COBIT Relacionamento do COBIT com os modelos de melhores práticas Governança de TI em 2006 Estudo de Caso Referências Governança de

Leia mais

GTI Governança de TI

GTI Governança de TI GTI Governança de TI Modelos de Melhores Práticas e o Modelo de Governança de TI Governança de TI FERNANDES & ABREU, cap. 4 1 COBIT Control Objectives for Information and Related Technology. Abrangente

Leia mais

Governança. Sistemas de Informação 8º Período Prof: Mafran Oliveira

Governança. Sistemas de Informação 8º Período Prof: Mafran Oliveira Governança Sistemas de Informação 8º Período Prof: Mafran Oliveira 1 Definição de Governança Governança Corporativa: É a Estrutura que identifica os objetivos de uma organização e de que forma pode-se

Leia mais

Gestão de Sistemas de Informação II Introdução ao COBIT

Gestão de Sistemas de Informação II Introdução ao COBIT Gestão de Sistemas de Informação II Introdução ao COBIT Professor Samuel Graeff prof.samuel@uniuv.edu.br COBIT O que e? COBIT significa Control Objectives for Information and related Technology - Objetivos

Leia mais

A relação da Governança de TI (COBIT), Gerenciamento de Serviços (ITIL) e Gerenciamento de Projetos (PMI)

A relação da Governança de TI (COBIT), Gerenciamento de Serviços (ITIL) e Gerenciamento de Projetos (PMI) A relação da Governança de TI (COBIT), Gerenciamento de Serviços (ITIL) e Gerenciamento de Projetos (PMI) Os principais modelos de melhores práticas em TI Carlos Henrique Santos da Silva, MSc, PMP, ITIL

Leia mais

Soluções completas em tecnologia Convergência natural entre negócios e TI

Soluções completas em tecnologia Convergência natural entre negócios e TI Soluções completas em tecnologia Convergência natural entre negócios e TI Abordagem multidisciplinar e equipe especializada em integração tecnológica A dinâmica e as mudanças dos negócios têm tornado a

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Governança de TI. Por que a Governança de TI é vista como fator chave para criação de valor para o Negócio? Conhecimento em Tecnologia da Informação

Governança de TI. Por que a Governança de TI é vista como fator chave para criação de valor para o Negócio? Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Governança de TI Por que a Governança de TI é vista como fator chave para criação de valor para o Negócio? 2010 Bridge Consulting Apresentação A Governança de Tecnologia

Leia mais

ITIL. Information Technology Infrastructure Library

ITIL. Information Technology Infrastructure Library Information Technology Infrastructure Library 34929 - Daniel Aquere de Oliveira 34771 - Daniel Tornieri 34490 - Edson Gonçalves Rodrigues 34831 - Fernando Túlio 34908 - Luiz Gustavo de Mendonça Janjacomo

Leia mais

Sistema IBM PureApplication

Sistema IBM PureApplication Sistema IBM PureApplication Sistema IBM PureApplication Sistemas de plataforma de aplicativos com conhecimento integrado 2 Sistema IBM PureApplication A TI está vindo para o centro estratégico dos negócios

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Fernando L. F. Almeida falmeida@ispgaya.pt Principais Modelos Capability Maturity Model Integration (CMMI) Team Software Process and Personal Software Process (TSP/PSP)

Leia mais

GERENCIAMENTO E PROCESSO Porque adotá-los? Onivaldo Roncatti e Leonardo Noshi

GERENCIAMENTO E PROCESSO Porque adotá-los? Onivaldo Roncatti e Leonardo Noshi GERENCIAMENTO E PROCESSO Porque adotá-los? Onivaldo Roncatti e Leonardo Noshi 1 Sobre a empresa A Business Station é uma provedora de soluções de tecnologia. Possui 5 filiais: São Paulo (matriz), Campinas,

Leia mais

agility made possible

agility made possible RESUMO DA SOLUÇÃO Gerenciamento de ativos de software com o CA IT Asset Manager como posso administrar melhor os meus ativos de software e reduzir o risco de auditorias de conformidade? agility made possible

Leia mais

Porquê na ITIL nas empresas? o Para termos uma resposta efetiva é preciso entender o porque da governança; o Entender gerenciamento de riscos.

Porquê na ITIL nas empresas? o Para termos uma resposta efetiva é preciso entender o porque da governança; o Entender gerenciamento de riscos. ITIL V3 Porquê na ITIL nas empresas? o Para termos uma resposta efetiva é preciso entender o porque da governança; o Entender o gerenciamento de riscos. Porquê Governança? Porque suas ações e seus requisitos

Leia mais

Gerenciamento de TI. Paulo César Rodrigues

Gerenciamento de TI. Paulo César Rodrigues Gerenciamento de TI Paulo César Rodrigues *Analista de Sistemas; *Tutor do curso de graduação em Tecnologia em Sistemas de Computação (UFF/Cederj); * Professor do curso Técnico em Informática da Prefeitura

Leia mais

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte IBM Global Technology Services Manutenção e suporte técnico Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte Uma abordagem inovadora em suporte técnico 2 Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável

Leia mais

efagundes com GOVERNANÇA DE TIC Eduardo Mayer Fagundes Aula 3/4

efagundes com GOVERNANÇA DE TIC Eduardo Mayer Fagundes Aula 3/4 GOVERNANÇA DE TIC Eduardo Mayer Fagundes Aula 3/4 1 CobIT Modelo abrangente aplicável para a auditoria e controle de processo de TI, desde o planejamento da tecnologia até a monitoração e auditoria de

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação

Estratégias em Tecnologia da Informação Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 08 Alternativas de Investimento em TI Fábricas de software, Softwarehouses, Virtualização, Computação em Nuvem Datacenter Material de apoio 2 Esclarecimentos

Leia mais

TI no Século XXI. Cesar Bezerra Teixeira 2006

TI no Século XXI. Cesar Bezerra Teixeira 2006 TI no Século XXI Cesar Bezerra Teixeira 2006 Sumário Propósito; Histórico; Tendências Atuais; O Futuro; 2 Propósito Cesar Bezerra Teixeira 2006 3 Propósito Apresentar um histórico da TI e as tendências

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

agility made possible

agility made possible RESUMO DA SOLUÇÃO DO PARCEIRO Soluções de garantia do serviço da CA Technologies você está ajudando seus clientes a desenvolver soluções de gerenciamento da TI para garantir a qualidade do serviço e a

Leia mais

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM Rogério Schueroff Vandresen¹, Willian Barbosa Magalhães¹ ¹Universidade Paranaense(UNIPAR) Paranavaí-PR-Brasil rogeriovandresen@gmail.com, wmagalhaes@unipar.br

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Tecnologia da Informação

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Tecnologia da Informação Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Tecnologia da Informação Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Tecnologia da Informação tem por fornecer conhecimento

Leia mais

GESTÃO DE T.I. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com

GESTÃO DE T.I. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com GESTÃO DE T.I. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com Conceito Com base nas definições podemos concluir que: Governança de de TI TI busca o compartilhamento de de decisões de de TI TI com os os demais dirigentes

Leia mais

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS TM RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS A visão da computação em nuvem por Aad van Schetsen, vicepresidente da Compuware Uniface, que mostra por que

Leia mais

Lista de Exercícios - COBIT 5

Lista de Exercícios - COBIT 5 Lista de Exercícios - COBIT 5 1. O COBIT 5 possui: a) 3 volumes, 7 habilitadores, 5 princípios b) 3 volumes, 5 habilitadores, 7 princípios c) 5 volumes, 7 habilitadores, 5 princípios d) 5 volumes, 5 habilitadores,

Leia mais

www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br

www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br Outras Apostilas em: www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br Centro Universitário Geraldo di Biase 1. Enterprise Resouce Planning ERP O ERP, Sistema de Planejamento de Recursos

Leia mais

GPAD Gestão de Projetos em Ambientes Digitais

GPAD Gestão de Projetos em Ambientes Digitais GPAD Gestão de Projetos em Ambientes Digitais Tecnologia e Mídias Digitais PUC SP Prof. Eduardo Savino Gomes 1 Afinal, o que vem a ser Gestão? 2 Gestão/Gerir/Gerenciar Gerenciar, administrar, coordenar

Leia mais

Governança de TI com melhores práticas COBIT, ITIL e BSC

Governança de TI com melhores práticas COBIT, ITIL e BSC {aula #1} com melhores práticas COBIT, ITIL e BSC www.etcnologia.com.br Rildo F Santos rildo.santos@etecnologia.com.br twitter: @rildosan (11) 9123-5358 skype: rildo.f.santos (11) 9962-4260 http://rildosan.blogspot.com/

Leia mais

Relacionamento das melhores práticas do Cobit e ITIL para a Governança de TI

Relacionamento das melhores práticas do Cobit e ITIL para a Governança de TI Relacionamento das melhores práticas do Cobit e ITIL para a Governança de TI Leonardo de Castro Loureiro leonardocloureiro@hotmail.com UNIVERSO Thiago de Araujo Penha guitarhead@gmail.com UNIVERSO João

Leia mais

INFORMAÇÕES CONECTADAS

INFORMAÇÕES CONECTADAS INFORMAÇÕES CONECTADAS Soluções de Negócios para o Setor de Serviços Públicos Primavera Project Portfolio Management Solutions ORACLE É A EMPRESA Alcance excelência operacional com fortes soluções de gerenciamento

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Conceitos de Governança de TI Fatores motivadores das mudanças Evolução da Gestão de TI Ciclo da Governança

Leia mais

O que é Cloud Computing?

O que é Cloud Computing? O que é Cloud Computing? Referência The Economics Of The Cloud, Microsoft, Nov. 2010 Virtualização, Brasport, Manoel Veras, Fev. 2011. 2 Arquitetura de TI A arquitetura de TI é um mapa ou plano de alto

Leia mais

COBIT FOUNDATION - APOSTILA DE RESUMO

COBIT FOUNDATION - APOSTILA DE RESUMO COBIT FOUNDATION - APOSTILA DE RESUMO GOVERNANÇA DE TI O QUE É GOVERNANÇA DE TI É um conjunto de estruturas e processos que visa garantir que a TI suporte e maximize adequadamente os objetivos e estratégias

Leia mais

Projetos (PMO) : Oportunidades de Sinergia

Projetos (PMO) : Oportunidades de Sinergia Escritórios de Processos (BPM Office) e de Projetos (PMO) : Oportunidades de Sinergia Introdução...2 Uniformizando o entendimento dos conceitos... 4 Entendendo as principais similaridades... 5 Entendendo

Leia mais

Profa. Celia Corigliano. Unidade IV GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE TI

Profa. Celia Corigliano. Unidade IV GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE TI Profa. Celia Corigliano Unidade IV GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE TI Agenda da disciplina Unidade I Gestão de Projetos Unidade II Ferramentas para Gestão de Projetos Unidade III Gestão de Riscos em TI Unidade

Leia mais

a identidade como o novo perímetro: adotando a nuvem, a plataforma móvel e a mídia social com segurança agility made possible

a identidade como o novo perímetro: adotando a nuvem, a plataforma móvel e a mídia social com segurança agility made possible a identidade como o novo perímetro: adotando a nuvem, a plataforma móvel e a mídia social com segurança agility made possible A transformação da TI e as identidades em evolução Diversas tendências da tecnologia,

Leia mais

Serviços em Nuvem: Oportunidade para Operadoras Parte III

Serviços em Nuvem: Oportunidade para Operadoras Parte III Serviços em Nuvem: Oportunidade para Operadoras Parte III Este artigo introduz os conceitos de computação em nuvem, Cloud Computing, e a insere no contexto de mercado de serviços ao apresenta-la como uma

Leia mais

Computação em Nuvem: Riscos e Vulnerabilidades

Computação em Nuvem: Riscos e Vulnerabilidades Computação em Nuvem: Riscos e Vulnerabilidades Bruno Sanchez Lombardero Faculdade Impacta de Tecnologia São Paulo Brasil bruno.lombardero@gmail.com Resumo: Computação em nuvem é um assunto que vem surgindo

Leia mais

IBM Software. Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Agosto de 2011

IBM Software. Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Agosto de 2011 IBM Software Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Agosto de 2011 2 Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Destaques Amplie os serviços de negócios

Leia mais

Governança de TI. ITIL v.2&3. Prof. Luís s Fernando Garcia LUIS@GARCIA.PRO.BR ITIL ITIL

Governança de TI. ITIL v.2&3. Prof. Luís s Fernando Garcia LUIS@GARCIA.PRO.BR ITIL ITIL Governança de TI ITIL v.2&3 Prof. Luís s Fernando Garcia LUIS@GARCIA.PRO.BR ITIL ITIL Gerenciamento de Serviços Gerenciamento de Serviços Gerenciamento de Serviços Gerenciamento de Serviços Gerenciamento

Leia mais

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas.

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas. Introdução Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema Informacional Computadorizado), ou seja manual, que abrange

Leia mais

Estudo do CMM e do CMMI

Estudo do CMM e do CMMI Estudo do CMM e do CMMI Autores Félix Carvalho Rodrigues fcrodrigues@inf.ufrgs.br Georgina Reategui gg@inf.ufrgs.br Manuela Klanovicz Ferreira mkferreira@inf.ufrgs.br Motivação Grande quantidade de projetos

Leia mais

GOVERNANÇA DE T.I. - CONCEITOS. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

GOVERNANÇA DE T.I. - CONCEITOS. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza GOVERNANÇA DE T.I. - CONCEITOS Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza GOVERNANÇA CORPORATIVA GOVERNANÇA CORPORATIVA Também conhecida como Governança Empresarial " os mecanismos ou

Leia mais

GIOVANI HIPOLITO MARONEZE ESTUDO DE CASO CONTENDO IMPLANTAÇÃO DO MODELO MR-MPS-SV (NÍVEL G)

GIOVANI HIPOLITO MARONEZE ESTUDO DE CASO CONTENDO IMPLANTAÇÃO DO MODELO MR-MPS-SV (NÍVEL G) GIOVANI HIPOLITO MARONEZE ESTUDO DE CASO CONTENDO IMPLANTAÇÃO DO MODELO MR-MPS-SV (NÍVEL G) LONDRINA - PR 2014 GIOVANI HIPOLITO MARONEZE ESTUDO DE CASO CONTENDO IMPLANTAÇÃO DO MODELO MR-MPS-SV (NÍVEL G)

Leia mais

panorama do mercado brasileiro de Cloud Comput

panorama do mercado brasileiro de Cloud Comput panorama do mercado brasileiro de Cloud Comput Cloud Conf 2012 Agosto de 2012 Sobre a Frost & Sullivan - Consultoria Global com presença nos 4 continentes, em mais de 25 países, totalizando 40 escritórios.

Leia mais

Software para Gestão Integrada de T.I. Armazenamento Infra-estrutura Segurança Serviços de T.I.

Software para Gestão Integrada de T.I. Armazenamento Infra-estrutura Segurança Serviços de T.I. Software para Gestão Integrada de T.I. Armazenamento Infra-estrutura Segurança Serviços de T.I. Para mais informações participe dos seminários online sobre compliance, acesse www.ca.com/br/compliance ou

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 1 Conceitos da Computação em Nuvem A computação em nuvem ou cloud computing

Leia mais

IDC TECHNOLOGY SPOTLIGHT

IDC TECHNOLOGY SPOTLIGHT IDC TECHNOLOGY SPOTLIGHT A importância da inovação em fornecedores de sistemas, serviços e soluções para criar ofertas holísticas Julho de 2014 Adaptado de Suporte a ambientes de datacenter: aplicando

Leia mais

A estrutura do gerenciamento de projetos

A estrutura do gerenciamento de projetos A estrutura do gerenciamento de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é

Leia mais

Governança em TI ITIL, COBIT e ISO 20000

Governança em TI ITIL, COBIT e ISO 20000 ESADE ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO, DIREITO E ECONOMIA. CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Governança em TI ITIL, COBIT e ISO 20000 Camila Madeira Camila Pinto Daniel Mendes Elias Sarantopoulos Evandro Colpo Janaina

Leia mais

Governança de TI Prof. Carlos Henrique Santos da Silva, MSc

Governança de TI Prof. Carlos Henrique Santos da Silva, MSc Governança de TI Prof. Carlos Henrique Santos da Silva, MSc PMP, PMI-RMP, PMI-ACP, CSM, CSPO, ITIL & CobiT Certified Carlos Henrique Santos da Silva, MSc, PMP Especializações Certificações Mestre em Informática

Leia mais

EMBRATEL ENTREVISTA: Pietro Delai IDC Brasil DATA CENTER VIRTUAL - DCV

EMBRATEL ENTREVISTA: Pietro Delai IDC Brasil DATA CENTER VIRTUAL - DCV EMBRATEL ENTREVISTA: Pietro Delai IDC Brasil DATA CENTER VIRTUAL - DCV DATA CENTER VIRTUAL - DCV Em entrevista, Pietro Delai, Gerente de Pesquisa e Consultoria da IDC Brasil relata os principais avanços

Leia mais

SISTEMAS ERP E SUA UTILIZAÇÃO POR EMPRESAS GLOBAIS: ESTUDOS DE CASO EM EMPRESAS MULTINACIONAIS. Cesar Alexandre de Souza 1.

SISTEMAS ERP E SUA UTILIZAÇÃO POR EMPRESAS GLOBAIS: ESTUDOS DE CASO EM EMPRESAS MULTINACIONAIS. Cesar Alexandre de Souza 1. V S E M E A D E S T U D O D E C A S O M. Q. I. SISTEMAS ERP E SUA UTILIZAÇÃO POR EMPRESAS GLOBAIS: ESTUDOS DE CASO EM EMPRESAS MULTINACIONAIS Cesar Alexandre de Souza 1 Ronaldo Zwicker 2 RESUMO As empresas

Leia mais

Programas de Transformação de TI em Seguradoras Carlos Figueiredo Fabio Pereira

Programas de Transformação de TI em Seguradoras Carlos Figueiredo Fabio Pereira Programas de Transformação de TI em Seguradoras Carlos Figueiredo Fabio Pereira Programas de transformação de TI em Seguradoras: Tendências e Desafios Tech Trends 2015 Exponenciais Principais problemas

Leia mais