UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS CAV PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA ANIMAL NORTON KLEIN

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS CAV PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA ANIMAL NORTON KLEIN"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS CAV PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA ANIMAL NORTON KLEIN OTIMIZAÇÃO DO SISTEMA DE PRODUÇÃO IN VITRO DE EMBRIÕES SUÍNOS LAGES, SC 2013

2 NORTON KLEIN OTIMIZAÇÃO DO SISTEMA DE PRODUÇÃO IN VITRO DE EMBRIÕES SUÍNOS Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado em Ciência Animal, Área de Concentração em Reprodução Animal, do Centro de Ciências Agroveterinárias da Universidade do Estado de Santa Catarina (CAV-UDESC), como requisito para obtenção de grau de Mestre em Ciência Animal. Orientador: Prof. Alceu Mezzalira LAGES, SC 2013

3

4 K64o Klein, Norton Otimização do sistema de produção in vitro de embriões suínos / Norton Klein p.: il.; 21 cm Orientador: Alceu Mezzalira Referências: p Dissertação (mestrado) Universidade do Estado de Santa Catarina, Centro de Ciências Agroveterinárias, Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal, Lages, Polispermia. 2. Reação de acrossoma. 3. Leitões PIV. 4. Formação de pronúcleos. 5. Eclosão assistida. 5. Pronase. I. Klein, Norton. II. Mezzalira, Alceu. III.Universidade do Estado de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal. IV. Título CDD: ed. Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Setorial do CAV/UDESC

5

6 Dedico este trabalho a meus pais, a minha família, e a minha companheira, que disponibilizaram todo o suporte necessário à realização deste sonho.

7 AGRADECIMENTOS Aos colegas de laboratório Alysson, Aime, Aline, Ana, Carol, Cláudio, Fernanda, Jorge Pinzon, Larissa, Lucas, Mariana, Renata, Thiago, Zago e tantos outros que colaboraram. Aos professores e amigos, que proporcionaram condições para que este trabalho fosse executado, Dr. Fabrício Desconsi Mozzaquatro, Dr. José Cristani e Dr. Maicon Gaissler Lorena Pinto, Dr. André Thaler Neto, e ao orientador Alceu Mezzalira. Aos professor Dr. Vilceu Bordignon e seus orientados, Joana Cláudia Mezzalira e Lain Uriel Ohweiler, pela fundamental contribuição. A família Mezzalira, Alceu Mezzalira, Célia Regina Mezzalira, José Claudio Mezzalira, Joana Cláudia Mezzalira e Lain Uriel Ohweiler, pela amizade e ajuda constante. Aos meus familiares, mãe, Cilsa Irena Scholles Klein, pai, José Paulo Klein e a minha irmã Manuela Klein, pelo suporte, orientação, e por acreditarem no meu trabalho. Aos familiares da minha companheira, Sérgio Luiz Fink, Luisa Backes Fink, Guilherme Fink e Cristiano Fink, por todo apoio. A minha namorada, Fernanda Fink, obrigado por tudo, fico feliz que você esteja ao meu lado neste momento tão importante. E a tantos outros que passaram pela minha vida neste período, e que de certa forma, deram a sua contribuição. Aos financiadores UDESC, FAPESC, CNPQ e CAPES, pelo apoio financeiro.

8 RESUMO Klein, Norton. Otimização do sistema de produção in vitro de embriões suínos p. Dissertação (Mestrado em Ciência Animal Área: Reprodução Animal) Universidade do Estado de Santa Catarina. Programa de Pós-graduação em Ciências Animal, Lages, A produção in vitro de embriões suínos avançou significativamente na última década. Entretanto, os índices de desenvolvimento embrionário continuam inconstantes e a qualidade dos embriões extremamente baixa. A incidência de anormalidades cromossômicas decorrentes das altas taxas de polispermia e a ineficiência dos sistemas de cultivo são apontados como os principais impasses. Desta forma, este estudo buscou melhorar os índices de monospermia, e as taxas de eclosão dos embriões suínos produzidos in vitro. O primeiro estudo investigou a utilização de diferentes concentrações espermáticas e períodos de incubação dos gametas durante a fecundação in vitro (FIV). Para tanto, um total de 829 oócitos foram maturados e destinados à dois experimentos. No primeiro, os oócitos foram FIV utilizando diferentes concentrações espermáticas (62.5, 125, ou 250 x 10 3 espermatozoides/ml). No segundo, os oócitos foram FIV utilizando 62.5 x 10 3 espermatozoides/ml durante duas, três ou quatro horas. Após a FIV os zigotos foram cultivados por doze horas para análise dos parâmetros da fertilização ou por sete dias para o estudo do desenvolvimento embrionário. Um terceiro experimento avaliou o número de espermatozóides com acrossoma reagido de acordo com o período de incubação. A máxima concentração de espermatozóides reduziu a produção embrionária (de 33.9% para 13.4%). Já a redução do período de incubação de quatro para três ou duas horas, aumentou significativamente as taxas de clivagem (42.1% para 71.6 e 73.3%), de desenvolvimento embrionário (14% para 34.7 e 38.9%) e de eclosão (25% para 66.7 e 65.7%). Tanto o aumento da concentração espermática, como o aumento período de incubação alteraram significativamente a maioria dos parâmetros relacionados a fecundação, prejudicando substancialmente a produção de embriões monospérmicos. O número de espermatozoides com acrossoma reagido aumentou significativamente com o pronlongamento da fecundação. No

9 segundo estudo, investigou-se a indução da eclosão assistida de embriões suínos PIV através da incisão da zona pelúcida ou pelo tratamento com pronase. Os oócitos foram maturados e fecundados in vitro com uma concentração de 62.5 x 10 3 espermatozóides/ml por três horas. Os zigotos foram cultivados durante sete dias, então, avaliados quanto ao desenvolvimento embrionário e a incidência de eclosão. Determinamos também a densidade celular e os índices de apoptose celular dos embriões eclodidos. Tanto a incisão da zona como a digestão com pronase foram efetivos na fragilização da ZP dos embriões com alta densidade celular. Todavia, constatou-se uma redução da sobrevivência e aumento do índice de apoptose celular dos embriões eclodidos pelo tratamento com pronase. Com base nos dados obtidos concluímos que a redução da concentração de espermatozóides e do período de incubação diminuem a incidência de polispermia e melhoram o desenvolvimento embrionário. Isto é provavelmente devido a redução da disponibilidade de espermatozóides capacitados/reagidos para a fecundação. Da mesma forma, a fragilização da zona pelúcida através da incisão, melhora significativamente o número e a qualidade dos embriões eclodidos ao final do cultivo embrionário. Palavras-chave: Polispermia. Reação de acrossoma. Leitões PIV. Formação de pronúcleos. Eclosão assistida. Pronase.

10 ABSTRACT Klein, Norton. Optimization of the porcine in vitro embryo production system p. Dissertação (Mestrado em Ciência Animal Área: Reprodução Animal) Universidade do Estado de Santa Catarina. Programa de Pós-graduação em Ciências Animal, Lages, The in vitro production of pig embryos progressed significantly in the last decade. However, the embryo growing rates remain variable and with low embryonic quality. The chromosomal abnormalities as a result of high polyspermy rates and the inefficient culture systems are pointed as the main problems. Thus, the aim of this study was to improve the rates of monospermy, and also the hatching rates of in vitro produced porcine embryos. The first study investigated decreasing sperm concentrations combined with different incubation periods during in vitro fertilization (IVF). A total of 829 oocytes were matured and allocated in two experiments. In the first, oocytes were IVF using different sperm concentrations (62.5, 125, or 250 x 10 3 sperm / ml). In the second experiment the oocytes were IVF using 62.5 x 10 3 sperm / ml pointed in experiment 1, for 2, 3 or 4 hours incubation time. Then the zygotes were cultured during twelve hours to evaluate the fertilization parameters, or during seven days to evaluate embryonic development. A third experiment was performed to evaluate the sperm acrosome reaction according to the incubation period. The higher sperm concentration reduced embryo production from 33.9% to 13.4%. The reduction of the incubation period from 4 to 3 or 2 hours significantly increased the rates of cleavage (42.1 to 71.6% and 73.3%), embryo development (14 to 34.7 and 38.9%) and hatching (25 to 66.7 and 65.7%. Increased sperm concentration and incubation period significantly altered the parameters related to fertilization, substantially impairing the monospermic embryos production. The number of sperm with reacted acrosome increased significantly as incubation time was increased. In the second study we evaluated the assisted hatching of porcine embryos IVP by zona pellucid incision or treatment with pronase. Oocytes were matured and in vitro fertilized with 62.5 x 10 3 spermatozoa / ml concentration for three hours. The zygotes were

11 cultured for seven days, and then embryonic development and hatching rates evaluated. It was also determined the cell density and cell apoptosis rates of hatched embryos. Both the manual incision or pronase digestion were effective in weakening the ZP of embryos with high cell density. However, it was observed a reduction in the survival rates, and higher apoptosis rates in hatched embryos treated with Pronase. With basis on the data we concluded that a reduction in sperm concentration and incubation period decreases the incidence of polyspermy and improves the embryo development rates. This is probably due to reduction of capacitated /reacted sperm available for fertilization. Also, the weakening of the zona pellucid by incision improves significantly the number and quality of embryos hatched at the end of embryo culture. Keywords: Polispermy. Acrossome reaction. IVP piglets. Pronucleo formation. Assisted hatching. Pronase.

12 LISTA DE ABREVIATURAS ANOVA Bl Bh Be BSA CIV (IVC) COC SFB FIV (IVF) MIV (IVM) PIV (IVP) PZM LF (Análise de Variância) (Blastocisto) (Blastocisto em eclosão) (Blastocisto eclodido) (Albumina sérica bovina) (Cultivo in vitro) (Complexos cumulus-oócito) (Soro fetal bovino) (Fecundação in vitro) (Maturação in vitro) (Produção in vitro) (Meio para zigotos suínos) (Líquido folicular)

13 LISTA DE FIGURAS Artigo 1 Figura 1. Taxa de formação de pronúcleos (A), número médio de pronúcleos formados por oócito (B), taxa de penetração espermática (C), taxa de zigotos monospérmicos (D) e taxa de zigotos polispérmicos com somente dois espermatozóides/pronúcleos masculinos (E) após a fecundação de oócitos suínos com diferentes concentrações espermáticas Figura 2. Percentual de oócitos com espermatozóides penetrados, em função do período de incubação (A). Percentual de zigotos monospérmicos em função do período de incubação (B) Figura 3. Percentual de espermatozóides com reação de acrosoma em função do tempo de incubação... 38

14 LISTA DE TABELAS Artigo 1 Tabela 1. Taxas de clivagem (Dia 2), de blastocistos (Dia 7) e de eclosão (Bh/Be dia 8) obtidas com diferentes concentrações de espermatozoides durante a FIV de oócitos suínos maturados Tabela 2. Taxas de clivagem (Dia 2), de blastocistos (Dia 7) e percentual de eclosão (Bh / Be) no dia 8, observadas na produção de embriões suínos, utilizando diferentes períodos de incubação durante a FIV Artigo 2 Tabela 1. Taxa de clivagem, de blastocistos, de eclosão e sobrevivência de embriões submetidos a fragilização da ZP por pronase ou incisão mecânica, comparados ao controle não tratado Tabela 3. Densidade celular de embriões eclodidos e não eclodidos (dia 8) submetidos à fragilização da ZP por pronase ou incisão mecânica, comparados ao controle não tratado Tabela 4. Embriões eclodidos com ou sem eclosão assistida submetidos a análise de Imunofluorescência para identificação da C3C... 55

15 SUMÁRIO Página 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA CAPACITAÇÃO ESPERMÁTICA POLISPERMIA Mecanismos de controle da polispermia in vitro e in vivo Cafeína Habilidade individual para penetração Concentração espermática Período de incubação Métodos alternativos para a FIV Polispermia e desenvolvimento embrionário ECLOSÃO EMBRIONÁRIA ARTIGO 1 - Concentração espermática e tempo de incubação afetam o desenvolvi-mento in vitro de zigotos suínos ARTIGO 2 - Incisão manual da zona pelúcida aumenta a eclosão e a qualidade de embriões suínos PIV CONCLUSÕES GERAIS REFERÊNCIAS... 64

16 13 1 INTRODUÇÃO A PIV de embriões suínos é uma ferramenta importante para a melhoria genética dos animais, bem como para a preservação de raças e características em risco de desaparecimento. Ainda, os suínos produzidos a partir desta técnica poderão ser destinados à estudos envolvendo áreas como a medicina e a biomedicina, dado a grande similaridade deste modelo biológico com a fisiologia e anatomia dos humanos (KATSKA-KSIAZKIEWICZ, 2006; DANG-NGUYEN 2011). Todavia, o desenvolvimento destas tecnologias depende diretamente da eficiência da produção in vitro dos embriões suínos. Embora o nascimento dos primeiros suínos provenientes de oócitos maturados e fecundados in vitro tenha ocorrido nos anos noventa (MATTIOLI et al., 1988; YOSHIDA et al., 1993), somente uma década depois embriões totalmente produzidos in vitro vieram a termo (MARCHAL et al., 2001; KIKUCHI et al., 2002). Desde então, outros autores também obtiveram exito (YOSHIOKA, 2003) fruto do constante aprimoramento das condições de maturação, fecundação e cultivo in vitro. Apesar dos recentes avanços, as taxas de desenvolvimento embrionário são inconstantes e a qualidade dos embriões extremamente baixa. Ainda hoje, não há um protocolo definido para a PIV de embriões suínos e são comuns falhas nas diferentes etapas de produção. Isto reduz drasticamente os índices de desenvolvimento in vitro e in vivo destes embriões, quando comparados aos produzidos in vivo (KIKUCHI, 2004; ZHANGA et al., 2012). Neste contexto, a incidência de anormalidades cromossômicas decorrentes das altas taxas de polispermia e a incapacidade dos embriões para concluírem a eclosão são apontados como os principais impasses para viabilizar a PIV de embriões suínos (DANG-NGUYEN 2011). A alta incidência de polispermia é atribuida à ausência de controle das inúmeras variáveis presentes durante a fecundação (FUNAHASHI, 2003). A polispermia é influenciada por fatores inerentes ao macho como as variações encontradas entre o sêmen obtido de diferentes cachaços (SUZUKI et al., 2003), partidas de um mesmo animal e frações do sêmen do mesmo ejaculado. Ainda, há grande variação dos resultados obtidos com a utilização de sêmen fresco, resfriado ou congelado (RATH; NIEMANN, 1997; SUSUKI et al., 2005).

17 14 A penetração espermática, a polispermia, e o desenvolvimento embrionário são proporcionais à concentração de espermatozoides e ou ao período de incubação destes gametas com os oócitos (COY et al., 1993a; COY et al., 2003b; GIL et al., 2003; KOO et al., 2005). Embora o período de 6 h seja o habitual para a FIV de suínos (DANG-NGUYEN et al., 2011), há divergência quanto a necessidade de um período tão longo (GIL et al., 2007, ALMINANA et al., 2008). Em condições normais, entre 60 e 70% dos oócitos maturados in vitro sofrem penetração por um ou mais espermatozoides e a fecundação incorreta destes ocorre em até 65% dos casos (XIA et al., 2001). Isto evidencia a dificuldade da produção de embriões viáveis e monospérmicos pelos atuais protocolos de PIV de embriões suínos (FUNAHASHI et al., 2003; SOMFAI et al., 2008). Assim, recomendase a avaliação da dose inseminante e o período de incubação para cada animal ou ejaculado utilizado, visto que há a necessidade de adaptar o protocolo às diferentes situações, como o uso de sêmen fresco ou congelado, ou ao cachaço disponível (DANG-NGUYEN et al., 2011). A capacidade de eclosão ao final do CIV é um bom indicador da qualidade e aptidão dos embriões PIV, e necessária para o posterior desenvolvimento embrionário e o estabelecimento de gestações (SESHAGIRI et al., 2009). Dos mecanismos propostos neste processo, o aumento do número de células embrionárias e o acúmulo de líquido no interior da blastocele são os principais responsáveis por fragilizar a ZP e desencadear a eclosão (MONTAG et al., 2000). Embora os protocolos utilizados para a PIV de embriões suínos possibilitem a produção de um número razoável de estruturas, usualmente, estes embriões apresentam dificuldade para atingirem a eclosão (KOO et al., 1997). Ao contrário do observado in vivo (DOBRINSKY et al., 1996), embriões suínos PIV normalmente não iniciam ou concluem adequadamente a eclosão (KIM et al., 2004). Neste aspecto, mecanismos que promovam o enfraquecimento da ZP são bem vindos na tentativa de melhorar as taxas de eclosão embrionária. Diversas técnicas de eclosão assistida por micromanipulação embrionária já se mostraram eficientes para embriões humanos, porém são dispendiosas, já que dependem do alto investimento em equipamentos (HAMMADEH et al., 2011), sendo restritivos para aplicação em animais de produção (TANIYAMA et al., 2011). Pode-se observar assim, que existem inúmeros aspectos relacionados à PIV de embriões suínos que necessitam de aprimoramento. Desta forma, este estudo investigou a utilização e ou

18 associação de diferentes concentrações espermáticas e períodos de incubação dos gametas durante a FIV. Além disso, avaliou-se a indução da eclosão assistida de embriões suínos PIV através da incisão da ZP ou pela digestão com pronase. 15

19 16 2 REVISÃO DE LITERATURA 2.1 CAPACITAÇÃO ESPERMÁTICA A capacitação envolve uma série de transformações bioquímicas que ocorrem de acordo com a passagem do espermatozóide pelo trato reprodutivo feminino, tornando-o apto a fecundar um oócito. Somente gametas capacitados, podem ligar-se a ZP, desencadear a reação do acrossoma, e finalmente, penetrar a ZP (BREITBART; NAOR, 1999). O processo de capacitação pode ser dividido em duas etapas, sendo que ambas são mediadas pela proteína kinase A (PK-A) (VISCONTI, 2009). Na primeira etapa ocorre a ativação da motilidade espermática, logo após a saída do epidídimo. Na segunda, os espermatozóides passam para um estado de hiperativação e aquisição da reação do acrossoma (SALICIONI et al., 2007). Durante o trânsito dos espermatozóides do trato masculino para o feminino, os gametas são expostos a diferentes osmolaridades e concentrações de íons. O epidídimo é rico em potássio, pobre em sódio e muito pobre em bicarbonato. Ao entrarem em contato com o fluído seminal e posteriormente com o trato reprodutivo da fêmea, a concentração dos íons ao qual os espermatozóides estão expostos inverte de forma radical (VISCONTI et al., 2002). A exposição dos espermatozóides à elevada concentração de bicarbonato presente no plasma seminal e no ambiente uterino ativa imediatamente seus flagelos e aumenta a concentração de cálcio intracelular das células espermáticas (SALICIONI et al., 2007). O movimento de bicarbonato através da membrana é responsável pelo aumento do ph observado durante a capacitação (VISCONTI, 2009). Ao ultrapassar a membrana plasmática dos espermatozóides o bicarbonato também ativa a enzima adenilil ciclase, que imediatamente aumenta os níveis de AMPc intracelular (VISCONTI et al., 1998). O AMPc por sua vez ativa a PK-A, responsável por fosforilar proteínas alvo, que iniciam inúmeras atividades, como o aumento da motilidade espermática (VISCONTI, 2009). De forma semelhante, a segunda etapa da capacitação também necessita da presença de bicarbonato. A diferença deste mecanismo, em relação ao primeiro, é a presença de proteínas do soro, como por exemplo, a albumina, que funcionam como dissipadores do colesterol presente na membrana acrossomal externa. Após a retirada do colesterol, há uma hiperpolarização do potencial de membrana celular do espermatozóide (VISCONTI et al., 1999).

20 17 A partir destes eventos, a membrana dos espermatozóides tornase mais permeável ao bicarbonato e ao cálcio. Ambos são muito importantes para a ativação da adenilil ciclase. Além disso, o cálcio é indispensável para a fosforilação da proteína tirosina (SALICIONI, 2007). Em resposta a maior concentração de cálcio, bicarbonato e AMPc intracelular, a PK-A é intensamente ativada, o que determina uma hiperativação da motilidade espermática, preparação da reação do acrossoma e aumento na fosforilação da proteína tirosina (VISCONTI, 2009). 2.2 POLISPERMIA Mecanismos de controle da polispermia in vitro e in vivo Os protocolos de PIV de embriões suínos atuais esbarram na dificuldade para produzir embriões monospérmicos de qualidade. Durante a FIV, um número grande de espermatozóides capacita e aderese simultaneamente a superfície da ZP, o que determina altas taxas de penetração e assim maior incidência de polispermia (FUNAHASHI, 2003). Quando a fertilização transcorre in vivo, os índices de polispermia aproximam-se de 10%. Nestes casos, o trato reprodutivo controla o número de espermatozóides capacitados que alcançam a superfície dos oócitos possibilitando que estes realizem a exocitose dos grânulos corticais e o bloqueio da zona antes da chegada dos demais espermatozóides (HUNTER, 1967; 1972). Em condições fisiológicas, a relação de espermatozoides e oócitos próximo à ovulação é de 1:1. Entre 1 e 2 h após os primeiros oócitos serem penetrados, observa-se uma relação de mais de 100 espermatozóides por oócito (HUNTER, 1984; 1993). Estes espermatozoides são capazes de iniciar a penetração dos oócitos, entretanto, não ultrapassam a última camada da ZP, devido às alterações estruturais induzidas pela exocitose dos grânulos corticais (WANG et al., 2003). A polispermia pode ocorrer tanto in vitro como in vivo. Quando o equilíbrio fisiológico é interrompido, independente da razão, um número superior de espermatozoides alcançam os oócitos, aumentando a incidência de polispermia. Nestes casos, a habilidade do oócito em responder a primeira penetração não é suficientemente rápida para bloquear uma segunda penetração (WANG et al., 2003).

21 18 Quando a chegada dos espermatozoides é sincronizada, a primeira penetração induz a exocitose dos grânulos corticais. O conteúdo destes modifica a estrutura da camada mais interna da ZP, que impede os demais espermatozoides de penetrarem (HEYDRICK, 1993). A qualidade dos oócitos maturados desempenha papel fundamental neste processo, já que os oócitos podem não liberar o conteúdo dos grânulos corticais, ou mesmo nem apresentarem os grânulos distribuídos na região cortical do oócito, devido a falhas na migração destes durante a maturação (WANG et al., 2003). Ainda que presentes, os grânulos podem conter conteúdo imaturo, tornando-se incapazes de bloquear adequadamente a polispermia (DAY, 2000). Acredita-se que a capacidade do oviduto em prevenir a polispermia não seja exclusivamente pelo bloqueio físico do número de espermatozóides disponíveis para a fecundação. Glicoproteínas existentes no oviduto são capazes de diminuir o número de espermatozóides aptos a aderir-se a ZP (KOUBA et al., 2000). Isto, provavelmente, controla o número de gametas que atingem a capacitação simultaneamente (HUNTER, 1967; 1972). A exposição dos oócitos ao oviduto aumenta a espessura da zona e a sua resistência a dissolução com pronase, permitindo a redução das taxas de polispermia sem reduzir o número de oócitos penetrados (DAY, 2000). Embora a maioria dos autores obtenha resultados positivos a partir da utilização de fluido do oviduto e ou líquido folicular, previamente ou junto da fecundação (FUNAHASHI; DAY, 1993; KIM et al., 1996), a tendência é a utilização de meios definidos ou semidefinidos, já que estas condições de FIV dificultam a reprodutibilidade dos resultados. Como descrito anteriormente, o principal mecanismo de controle da polispermia é o aumento da resistência da zona pelucida à digestão proteolítica promovida pelos espermatozoides, como consequencia da exocitose dos granulos corticais Cafeína A cafeína é um inibidor de fosfodiesterases, que são capazes de degradar nucleotídeos cíclicos intracelulares como o monofosfato cíclico de adenosina (AMPc) e o monofosfato cíclico de guanosina (GMPc). Desta forma, a utilização de cafeína no meio de FIV aumenta a concentração intracelular dos níveis de AMPc, induzindo a capacitação e ou reação do acrossoma dos espermatozóides. O AMPc atua na

22 19 regulação da motilidade das células espermáticas, com efeitos secundários no metabolismo celular (GARBERS et al., 1973). Nos suínos, a matriz acrossomal dos espermatozóides é considerada uma molécula para conexão secundária, unindo as células com acrossoma reagido à matriz da ZP. Assim, não somente as células capacitadas, mas também, os espermatozoides recentemente ou parcialmente reagidos, contribuem para a penetração. Devido a rápida ação da cafeína sobre a aquisição da capacitação/reação de acrossoma dos espermatozoides, a sua suplementação no meio aumenta tanto as taxas de penetração, quanto as taxas de polispermia, durante a FIV de embriões suínos (FUNAHASHI et al., 2000a; 2000b), prejudicando substancialmente a produção de embriões monospérmicos. Na tentativa de aumentar o número de embriões monospérmicos após a FIV de embriões suínos, diversos tratamentos já foram propostos. Como exemplo, a substituição da suplementação de cafeína por adenosina e ou peptídio promotor da fertilização (FPP). Estes compostos modulam a atividade da Adenilil Ciclase e consequentemente a produção de AMPc, induzindo a capacitação dos espermatozoides, de forma semelhante a ação da cafeína. Porém, ao contrário da cafeína, a adenosina e o FPP não induzem a reação espontânea do acrossoma (FUNAHASHI, NAGAI, 2000; FUNAHASHI et al., 2000). De forma semelhante, a adição de ácido hialurônico (HA) ao meio de FIV também previne a reação espontânea do acrossoma. (Suzuki et al., 2000). Numa avaliação superficial destes resultados, pode-se considerar que a suplementação dos meios com FPP, adenosina ou HA solucionam definitivamente os altos índices de polispermia. Entretanto, os índices de polispermia após FIV na presença destes compostos variam de acordo com o sêmen utilizado. Determinados cachaços não respondem a presença destas substâncias, sugerindo que a cafeína, mesmo sendo responsável pela reação espontânea dos espermatozoides, é imprescindível para alguns cachaços (ALMIÑANA et al., 2005) Habilidade individual para penetração Talvez o maior responsável por ainda não existir um protocolo ideal para FIV de suínos é a grande variação dos resultados a partir do sêmen de diferentes cachaços. Aparentemente, essas diferenças são mais evidentes entre raças do que entre os cachaços (SUZUKI et al., 2003). Além das variações encontradas entre os diferentes animais e ou ejaculados de um mesmo animal, também pode-se observar diferenças entre as frações do sêmen durante a FIV (RATH; NIEMANN, 1997;

23 20 SUZUKI et al, 2003; SUSUKI et al., 2005). O ejaculado dos cachaços pode ser dividido em três porções. Uma primeira fração rica em espermatozóides, correspondente a maioria dos espermatozóides viáveis do ejaculado. Uma segunda fração, muito probre em espermatozóides e uma terceira fração, novamente rica em espermatozoides. Dentre as frações, a primeira e a terceira apresentam bons resultados para a FIV (ZHU et al., 2000). As diferenças ainda sofrem ação de outros fatores. A habilidade para a fecundação do espermatozóide é alterada de acordo com o seu processamento. Além da variabilidade evidente entre os cachaços, o período de resfriamento anterior a fecundação e os protocolos de criopreservação também alteram a habilidade dos espermatozóides para penetrar os oócitos (SUZUKI et al., 2005). Aqui também pode-se ressaltar as diferenças encontradas a partir do processamento do sêmen antes da fecundação. Neste apecto, a centrifugação do sêmen através de diferentes gradientes de Percoll aumenta significativamente a habilidade de penetração dos espermatozoides. Assim, o método de seleção espermática pode alterar significativamente as taxas de penetração e polispermia após a fecundação (MATÁS et al., 2003) Concentração espermática Existe uma forte correlação entre polispermia e a concentração de espermatozoides. Portanto, sugere-se que a diminuição da concentração espermática durante a FIV contorne o problema. Entretanto, ao fazê-la, reduzimos tanto as taxas de polispermia, quanto as taxas de penetração, sendo necessária uma adequação de forma que a eficiência da FIV continue a mesma (ABEYDEERA; DAY, 1997). O ideal seria que as taxas de penetração fossem superiores a 70 ou 80%, e a incidência de polispermia se mantivesse inferior a 10%, próximo ao que ocorre in vivo (HUNTER, 1993). Entretanto, em condições normais, entre 60 e 70% dos oócitos maturados in vitro sofrem penetração por um ou mais espermatozoides, e a fecundação incorreta destes chega a 65% (XIA et al., 2001). Isto ocorre porque os protocolos atuais utilizam uma alta concentração de espermatozóides para a FIV. Além do mais, os espermatozóides suínos são demasiadamente sensíveis à indução da capacitação e reação de acrossoma. Desta forma, uma pequena quantidade destes no meio de cultivo já é capaz de fecundar um grande número de oócitos. Quando é utilizada uma alta concentração de células

24 21 espermáticas, os mecanismos oocitários envolvidos no bloqueio da polispermia tornam-se ineficientes (FUNAHASHI, 2003). Gil et al. (2008) sugerem que ao utilizar uma partida de sêmen, primeiro deve-se otimizar a relação oócitos e espermatozoides, visto que há a necessidade de adaptar o protocolo às diferentes situações, como o uso de sêmen fresco ou congelado, ou ao cachaço disponível (DANG- NGUYEN et al., 2011). Assim, pode-se perceber que o grande obstáculo para a FIV é capacitar os espermatozoides gradualmente, já que os meios de cultivo atuais fazem o contrário (WANG et al., 2003). Além do mais, durante os métodos convencionais de FIV, os gametas são incubados sem nenhuma barreira regulando a interação entre espermatozoides e os oócitos (ZHANG et al., 2012). Portanto, o uso de baixas concentrações espermáticas é uma ótima alternativa para reduzir a polispermia (WANG et al., 2003) Período de incubação A maioria dos estudos com FIV relatam que o aumento no período de incubação induz uma elevação nas taxas de penetração e polispermia. Entretanto, isto não constitui como regra, uma vez que os resultados dependem das condições de cultivo a que são submetidos os espermatozoides. Não existe um consenso quanto ao melhor período de incubação, porém, alguns autores já determinaram que 2 h são suficientes para que os espermatozoides aderidos a zona possam penetrar o oócito (ALMIÑANA et al., 2008a; GIL et al., 2007). A decisão de prolongar o período de incubação é atribuída à baixa penetração espermática obtida com curtos períodos, o que reduz a eficiência destes sistemas (KOO et al., 2005). Contudo, períodos muito longos podem diminuir significativamente o número de oócitos monospérmicos e, da mesma forma, comprometer a eficiência ao final da FIV (COY et al., 1993). Observa-se que o equilíbrio entre oócitos penetrados e monospérmicos é a chave para o sucesso da FIV, mas é difícil estabelecermos um período ideal com base nos resultados obtidos até então. Coy et al. (1993) afirmam haver diferença quanto a eficência da FIV entre períodos de 2, 3, 4 e 6 h de incubação. Já outros autores relatam ausência de diferença entre a eficiência da FIV utilizando períodos oscilando entre 3 min e 6 h. Embora neste caso, os autores não tenham utilizado cafeína durante a FIV, o que de certa forma, explica a

FECUNDAÇÃO FECUNDAÇÃO OU FERTILIZAÇÃO

FECUNDAÇÃO FECUNDAÇÃO OU FERTILIZAÇÃO FECUNDAÇÃO Prof. Dr. Wellerson Rodrigo Scarano Departamento de Morfologia 1 FECUNDAÇÃO OU FERTILIZAÇÃO Processo pelo qual o gameta masculino (espermatozóide) se une ao gameta feminino (ovócito) para formar

Leia mais

FECUNDAÇÃO E BLOQUEIO DA POLISPERMIA

FECUNDAÇÃO E BLOQUEIO DA POLISPERMIA FECUNDAÇÃO E BLOQUEIO DA POLISPERMIA Disciplina: Fecundação em mamíferos: Mecanismos e controle artificial Prof. Dr. Joaquim Mansano Garcia LONGEVIDADE DO GAMETA Bovinos Equinos Ovinos Suínos SPTZ 30-48

Leia mais

Punção Folicular, Denudação e Classificação Oocitária

Punção Folicular, Denudação e Classificação Oocitária Punção Folicular, Denudação e Classificação Oocitária PUNÇÃO FOLICULAR Inicialmente, os oócitos eram obtidos, individualmente, por via laparoscópica, porém este tipo de procedimento exige anestesia geral

Leia mais

AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE EMBRIÕES BOVINOS PRODUZIDOS IN VITRO EM CULTURA INDIVIDUAL E COLETIVA

AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE EMBRIÕES BOVINOS PRODUZIDOS IN VITRO EM CULTURA INDIVIDUAL E COLETIVA AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE EMBRIÕES BOVINOS PRODUZIDOS IN VITRO EM CULTURA INDIVIDUAL E COLETIVA Introdução Mariana de Carvalho Toledo 3 Camila de Paula Santos 3 Eduardo Freitas Velozzo 4 Fausto Romualdo

Leia mais

PRODUÇÃO IN VITRO DE EMBRIÕES BOVINOS EM CULTURA INDIVIDUAL E EM GRUPOS

PRODUÇÃO IN VITRO DE EMBRIÕES BOVINOS EM CULTURA INDIVIDUAL E EM GRUPOS ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PRODUÇÃO IN VITRO DE EMBRIÕES BOVINOS EM CULTURA INDIVIDUAL E EM GRUPOS Carlos Henrique de Oliveira

Leia mais

SELEÇÃO DE REPRODUTORES PARA A UTILIZAÇÃO DA PRODUÇÃO IN VITRO DE EMBRIÕES VITRIFICADOS

SELEÇÃO DE REPRODUTORES PARA A UTILIZAÇÃO DA PRODUÇÃO IN VITRO DE EMBRIÕES VITRIFICADOS SELEÇÃO DE REPRODUTORES PARA A UTILIZAÇÃO DA PRODUÇÃO IN VITRO DE EMBRIÕES VITRIFICADOS Orivaldo Rodrigues de Oliveira 1 ; Francisca Elda Ferreira Dias 2 ; Andréa Azevedo Pires de Castro 3. 1 Aluno do

Leia mais

Embriologia humana: primeira semana de desenvolvimento embrionário

Embriologia humana: primeira semana de desenvolvimento embrionário Embriologia humana: primeira semana de desenvolvimento embrionário Prof. Dr. Daniel F. P. Vasconcelos (Professor Adjunto de Histologia e Embriologia Colegiado de Biomedicina Campus de Parnaíba - UFPI )

Leia mais

GAMETOGÊNESE. especializadas chamadas de GAMETAS. As células responsáveis pela formação desses gametas são chamadas de GÔNIAS

GAMETOGÊNESE. especializadas chamadas de GAMETAS. As células responsáveis pela formação desses gametas são chamadas de GÔNIAS Embriologia GAMETOGÊNESE É o processo de formação e desenvolvimento de células especializadas chamadas de GAMETAS As células responsáveis pela formação desses gametas são chamadas de GÔNIAS Espermatogônias

Leia mais

Manual Técnico de Processamento de Sêmen para Inseminação Artificial

Manual Técnico de Processamento de Sêmen para Inseminação Artificial Manual Técnico de Processamento de Sêmen para Inseminação Artificial 1 Introdução A Inseminação Artificial (IA) é hoje em dia o método utilizado pela generalidade dos suinicultores, pois, permite fazer

Leia mais

Biotecnologia da Reprodução. Inseminação artificial. Transferência de embriões. Produção de animais transgênicos. Clonagem Cultura de células-tronco

Biotecnologia da Reprodução. Inseminação artificial. Transferência de embriões. Produção de animais transgênicos. Clonagem Cultura de células-tronco 23/07/12 Produção e Manipulação de Pré-embriões Inseminação artificial Fertilização in vitro Biotecnologia da Reprodução Produção de animais transgênicos Biopsia de embrião Determinação genética pré-implante

Leia mais

CAPACITAÇÃO ESPERMÁTICA. capacitação. Vaca: 6 a 7 horas Porca: 1 a 2 horas

CAPACITAÇÃO ESPERMÁTICA. capacitação. Vaca: 6 a 7 horas Porca: 1 a 2 horas CAPACITAÇÃO ESPERMÁTICA Ejaculação sptz fêmea aptos a fertilização capacitação Vaca: 6 a 7 horas Porca: 1 a 2 horas CAPACITAÇÃO ESPERMÁTICA Processo mediado por proteínas das glândulas sexuais acessórias

Leia mais

FILIAÇÃO NA FECUNDAÇÃO IN VITRO. Thiago Kotula Brondani

FILIAÇÃO NA FECUNDAÇÃO IN VITRO. Thiago Kotula Brondani 1 FILIAÇÃO NA FECUNDAÇÃO IN VITRO Thiago Kotula Brondani Os avanços médicos-científicos e a disseminação das técnicas de reprodução humana assistida tornaram necessária a imposição de limites éticos e

Leia mais

REGISTRO: Protocolo nº 1e 2- Protocolo de FIV-ICSI e Protocolo de FIV-ICSI Avaliação Individual.

REGISTRO: Protocolo nº 1e 2- Protocolo de FIV-ICSI e Protocolo de FIV-ICSI Avaliação Individual. REGISTRO: Protocolo nº 1e 2- Protocolo de FIV-ICSI e Protocolo de FIV-ICSI Avaliação Individual. A. OBJETIVO/ APLICAÇÃO CLÍNICA Executar as Técnicas Laboratoriais de Fertilização in vitro (ICSI) respeitando

Leia mais

PROGRAMAS DE IATF EM NOVILHAS ZEBUÍNAS

PROGRAMAS DE IATF EM NOVILHAS ZEBUÍNAS ANEXO TÉCNICO DO MANUAL DE SINCRONIZAÇÃO E INSEMINAÇÃO EM TEMPO FIXO EM BOVINOS PROGRAMAS DE IATF EM NOVILHAS ZEBUÍNAS Os protocolos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF) são utilizados de forma

Leia mais

PlanetaBio Resolução de Vestibulares UFRJ 2007 www.planetabio.com

PlanetaBio Resolução de Vestibulares UFRJ 2007 www.planetabio.com 1-O gráfico a seguir mostra como variou o percentual de cepas produtoras de penicilinase da bactéria Neisseria gonorrhoeae obtidas de indivíduos com gonorréia no período de 1980 a 1990. A penicilinase

Leia mais

Exercícios de Reprodução Comparada

Exercícios de Reprodução Comparada Exercícios de Reprodução Comparada Material de apoio do Extensivo 1. (PUC) Os seres vivos podem reproduzir-se sexuada ou assexuadamente. Sobre este assunto, destaque a afirmativa correta: a) A reprodução

Leia mais

Vera Lúcia de Castro Jaguariúna, 2006.

Vera Lúcia de Castro Jaguariúna, 2006. Aspectos do biomonitoramento da toxicidade perinatal pelos agroquímicos Vera Lúcia de Castro Jaguariúna, 2006. A contaminação ambiental por agroquímicos pode causar efeitos negativos aos recursos naturais

Leia mais

Tradução para o português: R. Nunes e L.A de Castro e Paula. DIA ( ) 2 (para referência, dia 0 = dia da fertilização) PREPARAÇÃO

Tradução para o português: R. Nunes e L.A de Castro e Paula. DIA ( ) 2 (para referência, dia 0 = dia da fertilização) PREPARAÇÃO Protocolo de Fertilização In Vitro em Bovinos R.M Rivera, A.M. Brad, J.L. Edwards, A.D. Ealy, V.M. Monterroso, A.C. Majewski, C.M. Franco, and P.J. Hansen Tradução para o português: R. Nunes e L.A de Castro

Leia mais

ESPERMOGRAMA e BANCO DE SÊMEN BS-HIAE

ESPERMOGRAMA e BANCO DE SÊMEN BS-HIAE ESPERMOGRAMA e BANCO DE SÊMEN BS-HIAE ESPERMOGRAMA! COLETA DO SÊMEN! ANÁLISE MACROSCÓPICA! ANÁLISE MICROSCÓPICA! ANÁLISE DA VITALIDADE! ANÁLISE MORFOLÓGICA! ANÁLISE DAS CÉLULAS REDONDAS! ANÁLISE BIOQUÍMICA!

Leia mais

Biotecnologias Reprodutivas em Felinos. Profa.Dra. Maria Denise Lopes. denise@fmvz.unesp.br

Biotecnologias Reprodutivas em Felinos. Profa.Dra. Maria Denise Lopes. denise@fmvz.unesp.br Biotecnologias Reprodutivas em Felinos Profa.Dra. Maria Denise Lopes. denise@fmvz.unesp.br INTRODUÇÃO Cães e gatos além de considerados animais de estimação são também modelos comparativos importantes

Leia mais

URI - CAMPUS ERECHIM DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE MESTRADO EM ENGENHARIA DE ALIMENTOS

URI - CAMPUS ERECHIM DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE MESTRADO EM ENGENHARIA DE ALIMENTOS URI - CAMPUS ERECHIM DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE MESTRADO EM ENGENHARIA DE ALIMENTOS PRODUÇÃO ENZIMÁTICA DE MONOGLICERÍDEOS A PARTIR DE ÓLEO DE OLIVA NA PRESENÇA DE SURFACTANTE KARINA

Leia mais

Regulação do metabolismo do glicogênio

Regulação do metabolismo do glicogênio Regulação do metabolismo do glicogênio A U L A 27 objetivos Ao final desta aula, você deverá ser capaz de: Aprender sobre as vias de regulação do metabolismo de glicogênio. Reforçar os conceitos adquiridos

Leia mais

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA NUTRIÇÃO QUÍMICA CELULAR PROFESSOR CLERSON CLERSONC@HOTMAIL.COM CIESC MADRE CLÉLIA CONCEITO CONJUNTO DE PROCESSOS INGESTÃO, DIGESTÃO E ABSORÇÃO SUBSTÂNCIAS ÚTEIS AO ORGANISMO ESPÉCIE HUMANA: DIGESTÃO ONÍVORA

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 3.638-C, DE 1993. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 3.638-C, DE 1993. O CONGRESSO NACIONAL decreta: COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 3.638-C, DE 1993 Institui normas para a utilização de técnicas de reprodução assistida. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO

Leia mais

TECNICAS DE AMPLIFICAÇÃO REPRODUTIVA E DE BIOTECNOLOGIA APLICADAS AO MELHORAMENTO ANIMAL

TECNICAS DE AMPLIFICAÇÃO REPRODUTIVA E DE BIOTECNOLOGIA APLICADAS AO MELHORAMENTO ANIMAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA MELHORAMENTO ANIMAL TECNICAS DE AMPLIFICAÇÃO REPRODUTIVA E DE BIOTECNOLOGIA APLICADAS

Leia mais

INFLUENCE OF MECHANICAL AGITATION AND HYALURONIDASE PERFORMED ON BOVINE OOCYTES AFTER IN VITRO FERTILIZATION ON EMBRYO CLEAVAGE AND DEVELOPMENT.

INFLUENCE OF MECHANICAL AGITATION AND HYALURONIDASE PERFORMED ON BOVINE OOCYTES AFTER IN VITRO FERTILIZATION ON EMBRYO CLEAVAGE AND DEVELOPMENT. INFLUENCE OF MECHANICAL AGITATION AND HYALURONIDASE PERFORMED ON BOVINE OOCYTES AFTER IN VITRO FERTILIZATION ON EMBRYO CLEAVAGE AND DEVELOPMENT. Pereira, R.M., Marques, C.C., Vasques, M.I., Baptista, M.C.

Leia mais

BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 41 EMBRIOLOGIA: FECUNDAÇÃO

BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 41 EMBRIOLOGIA: FECUNDAÇÃO BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 41 EMBRIOLOGIA: FECUNDAÇÃO Membrana que impede a penetração de outros espermatozóides Fusão das membranas plasmáticas do óvulo e do espermatozóide Núcleo do espermatozóide no

Leia mais

Ácido Cítrico Líquido Seminal. Análise Seminal Computadorizada

Ácido Cítrico Líquido Seminal. Análise Seminal Computadorizada Ácido Cítrico Líquido Seminal O ácido cítrico é produzido pela próstata. Tem sua produção dependente da atividade hormonal e está ligado ao processo de coagulação e liquefação do esperma. Colorimétrico

Leia mais

INFLUÊNCIA DO SÉMEN DE DIFERENTES TOUROS SOBRE AS TAXAS DE FERTILIZAÇÃO IN VITRO E DESENVOLVIMENTO DE EMBRIÕES EM CO-CULTURA.

INFLUÊNCIA DO SÉMEN DE DIFERENTES TOUROS SOBRE AS TAXAS DE FERTILIZAÇÃO IN VITRO E DESENVOLVIMENTO DE EMBRIÕES EM CO-CULTURA. C.C. Marques et al. INFLUÊNCIA DO SÉMEN DE DIFERENTES TOUROS SOBRE AS TAXAS DE FERTILIZAÇÃO IN VITRO E DESENVOLVIMENTO DE EMBRIÕES EM CO-CULTURA. C.C. Marques, M.C. Baptista, R.M. Pereira, M.I. Vasques,

Leia mais

GAMETOGÊNESES & SISTEMAS REPRODUTORES HUMANOS PROF. CARLOS FREDERICO

GAMETOGÊNESES & SISTEMAS REPRODUTORES HUMANOS PROF. CARLOS FREDERICO GAMETOGÊNESES & SISTEMAS REPRODUTORES HUMANOS PROF. CARLOS FREDERICO GAMETOGÊNESES O processo de formação de gametas, na maioria dos animais, se dád através s da meiose e recebe a denominação de gametogênese..

Leia mais

Unidade 1 - REPRODUÇÃO E MANIPULAÇÃO DA FERTILIDADE

Unidade 1 - REPRODUÇÃO E MANIPULAÇÃO DA FERTILIDADE Que modificações ocorrem no organismo feminino após a nidação? A nidação e as primeiras fases de gestação encontram-se sob estreito controlo hormonal. A hormona hcg estimula o corpo lúteo a produzir hormonas,

Leia mais

Criopreservação de sêmen. Dr: Ribrio Ivan T.P. Ba1sta

Criopreservação de sêmen. Dr: Ribrio Ivan T.P. Ba1sta Criopreservação de sêmen Dr: Ribrio Ivan T.P. Ba1sta Sumário 1. Introdução 2. Criopreservação de sêmen 3. Efeito da criopreservação 1. No metabolismo dos espermatozoides 2. Na ultra- estrutura dos espermatozoides

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM nº 1.957/2010 (Publicada no D.O.U. de 06 de janeiro de 2011, Seção I, p.79) A Resolução CFM nº 1.358/92, após 18 anos de vigência, recebeu modificações relativas

Leia mais

TECNOLOGIAS NA MENSURAÇÃO DO BEM-ESTAR EM AVES

TECNOLOGIAS NA MENSURAÇÃO DO BEM-ESTAR EM AVES TECNOLOGIAS NA MENSURAÇÃO DO BEM-ESTAR EM AVES Metodologias aplicadas na avaliação de problemas locomotores em frangos de corte e poedeiras têm uma importância cada vez maior dentro da cadeia produtiva.

Leia mais

BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 37 REPRODUTOR MASCULINO

BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 37 REPRODUTOR MASCULINO BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 37 REPRODUTOR MASCULINO Bexiga urinária Vesícula seminal Canal deferente Osso Púbis Pênis Uretra Corpos cavernosos Glande peniana Prepúcio Escroto Testículo Glândula bulbouretal

Leia mais

Técnicas de manipulação cromossomica

Técnicas de manipulação cromossomica Técnicas de manipulação cromossomica Introdução Genética Contribuição Aquacultura Moderna Utilização de técnicas usadas em biotecnologia e engenharia genética Facilmente aplicadas nos peixes: Geralmente,

Leia mais

Módulo de Embriologia Geral

Módulo de Embriologia Geral Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP Módulo de Embriologia Geral Responsável: Prof. Ricardo G. P. Ramos -Introdução à Embriologia Humana -Gametogênese e Fertilização Bibliografia recomendada Aspectos

Leia mais

EXAME DISCURSIVO 2ª fase

EXAME DISCURSIVO 2ª fase EXAME DISCURSIVO 2ª fase 30/11/2014 Biologia Caderno de prova Este caderno, com dezesseis páginas numeradas sequencialmente, contém dez questões de Biologia. Não abra o caderno antes de receber autorização.

Leia mais

UM NOVO FOCO NA GESTÃO DAS CENTRAIS DE INSEMINAÇÃO

UM NOVO FOCO NA GESTÃO DAS CENTRAIS DE INSEMINAÇÃO UM NOVO FOCO NA GESTÃO DAS CENTRAIS DE INSEMINAÇÃO No inicio da inseminação artificial (IA) no Brasil, em meados da década de 1970, os principais argumentos gerenciais dos técnicos e produtores para a

Leia mais

INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DE FECUNDAÇÃO IN VITRO E DAS CÉLULAS DO Cumulus oophorus SOBRE A TAXA DE POLISPERMIA E DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO

INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DE FECUNDAÇÃO IN VITRO E DAS CÉLULAS DO Cumulus oophorus SOBRE A TAXA DE POLISPERMIA E DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO Influência da temperatura de fecundação in vitro e das células do Cumulus oophorus... DOI 10.526/cab.v11i2.3402 301 INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DE FECUNDAÇÃO IN VITRO E DAS CÉLULAS DO Cumulus oophorus SOBRE

Leia mais

Extração de DNA. Prof. Silmar Primieri

Extração de DNA. Prof. Silmar Primieri Extração de DNA Prof. Silmar Primieri Conceitos Prévios O que é DNA? Onde se localiza o DNA na célula? Do que são formadas as membranas celulares? Qual a estrutura do DNA? O que é DNA? Unidade básica informacional

Leia mais

AQUACULTURA: Produção artificial de Bivalves

AQUACULTURA: Produção artificial de Bivalves AQUACULTURA: Produção artificial de Bivalves Introdução Crassostrea angulata Importância Comercial Patologia das brânquias Meados da década de 70 Levou à quase extinção Inexistência de uma gestão racional

Leia mais

METODOLOGIAS DE DESNUDAMENTO PARCIAL DE OÓCITOS BOVINOS MATURADOS E SUBMETIDOS À VITRIFICAÇÃO

METODOLOGIAS DE DESNUDAMENTO PARCIAL DE OÓCITOS BOVINOS MATURADOS E SUBMETIDOS À VITRIFICAÇÃO Archives of Veterinary Science v. 10, n. 2, p. 109-114, 2005 Printed in Brazil ISSN: 1517-784X METODOLOGIAS DE DESNUDAMENTO PARCIAL DE OÓCITOS BOVINOS MATURADOS E SUBMETIDOS À VITRIFICAÇÃO (Methods for

Leia mais

Melhorar A Eclodibilidade De Ovos Armazenados

Melhorar A Eclodibilidade De Ovos Armazenados Melhorar A Eclodibilidade MELHORAR A ECLODIBILIDADE USANDO PERÍODOS DE INCUBAÇÃO CURTOS DURANTE A ARMAZENAGEM DE OVOS (SPIDES) 09 Ovos armazenados por longos períodos não eclodem tão bem quanto os ovos

Leia mais

Prova Experimental Física, Química, Biologia

Prova Experimental Física, Química, Biologia Prova Experimental Física, Química, Biologia Complete os espaços: Nomes dos estudantes: Número do Grupo: País: BRAZIL Assinaturas: A proposta deste experimento é extrair DNA de trigo germinado e, posteriormente,

Leia mais

Módulo Intérfase. Tarefa de Fixação 1) Analise o esquema a seguir e depois RESPONDA as questões propostas.

Módulo Intérfase. Tarefa de Fixação 1) Analise o esquema a seguir e depois RESPONDA as questões propostas. Módulo Intérfase Exercícios de Aula 1) A interfase é a fase em que ocorre o repouso celular. A afirmativa está: a) correta, porque praticamente não há atividade metabólica celular. b) correta, pois ocorrem

Leia mais

O que é gametogênese?

O que é gametogênese? O que é gametogênese? É o processo pelo qual os gametas são produzidos nos organismos dotados de reprodução sexuada. Nos animais, a gametogênese acontece nas gônadas, órgãos que também produzem os hormônios

Leia mais

6 Conclusões e Trabalhos futuros 6.1. Conclusões

6 Conclusões e Trabalhos futuros 6.1. Conclusões 6 Conclusões e Trabalhos futuros 6.1. Conclusões Neste trabalho estudou-se o comportamento do sistema que foi denominado pendulo planar com a adição de uma roda de reação na haste do pendulo composta de

Leia mais

Estratégias de preservação da fertilidade em pacientes com câncer. Iúri Donati Telles de Souza Especialista em Reprodução Humana USP Ribeirão Preto

Estratégias de preservação da fertilidade em pacientes com câncer. Iúri Donati Telles de Souza Especialista em Reprodução Humana USP Ribeirão Preto Estratégias de preservação da fertilidade em pacientes com câncer de mama Iúri Donati Telles de Souza Especialista em Reprodução Humana USP Ribeirão Preto Câncer de mama e fertilidade Por que? Como o tratamento

Leia mais

CÉLULA - TRONCO. São células com capacidade de autorenovação,eficiente

CÉLULA - TRONCO. São células com capacidade de autorenovação,eficiente CÉLULA - TRONCO São células com capacidade de autorenovação,eficiente proliferação, gerando células-filhas com as mesmas características fenotípicas da célula precursora e, ainda, com habilidade de gerar

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 15 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Fertagyl, 0,1 mg/ml solução injetável para bovinos e coelhos. 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada ml

Leia mais

TECNOLOGIA DO SÊMEN ANÁLISE DO SÊMEN

TECNOLOGIA DO SÊMEN ANÁLISE DO SÊMEN TECNOLOGIA DO SÊMEN ANÁLISE DO SÊMEN Características físicas c) Motilidade (progressiva) % de sptz viáveis uma gota de sêmen em aumento de 100 a 400x na propriedade: 50% para doação de sêmen: 70% para

Leia mais

Outubro 2013 VERSÂO 1. 1. Observe a figura a lado que representa o sistema reprodutor masculino.

Outubro 2013 VERSÂO 1. 1. Observe a figura a lado que representa o sistema reprodutor masculino. BIOLOGIA 1 12º A Outubro 2013 VERSÂO 1 1. Observe a figura a lado que representa o sistema reprodutor masculino. Figura 1 1.1. Complete a legenda da figura 1. 1.2. Identifique a estrutura onde ocorre a

Leia mais

ÁGUA O ALIMENTO ESQUECIDO

ÁGUA O ALIMENTO ESQUECIDO Nº 183 ÁGUA O ALIMENTO ESQUECIDO Todos os autores reconhecidos que já escreveram sobre o tema de alimentação em suínos começam pelo alimento. ÁGUA! Todos sabemos da importância da água na nossa sobrevivência

Leia mais

Biologia 12ºA Outubro 2013

Biologia 12ºA Outubro 2013 Biologia 12ºA Outubro 2013 1 VERSÂO 2 1. Observe a figura a lado que representa o sistema reprodutor masculino. Figura 1 1.1. Complete a legenda da figura. 1.2. Identifique a estrutura onde ocorre a maturação

Leia mais

* Substituir o animal vertebrado por um invertebrado ou outra forma de vida inferior, culturas de tecidos/células a simulações em computadores;

* Substituir o animal vertebrado por um invertebrado ou outra forma de vida inferior, culturas de tecidos/células a simulações em computadores; PESQUISAS COM ANIMAIS VERTEBRADOS As regras a seguir foram desenvolvidas baseadas em regulamentações internacionais para ajudar aos alunos pesquisadores a proteger o bem-estar de ambos, o animal pesquisado

Leia mais

PRODUÇÃO NÃO-CATALÍTICA DE ÉSTERES ETÍLICOS DE SOJA COM ADIÇÃO DE CO 2 COMO CO-SOLVENTE EM MODO CONTÍNUO

PRODUÇÃO NÃO-CATALÍTICA DE ÉSTERES ETÍLICOS DE SOJA COM ADIÇÃO DE CO 2 COMO CO-SOLVENTE EM MODO CONTÍNUO URI - CAMPUS ERECHIM DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE MESTRADO EM ENGENHARIA DE ALIMENTOS PRODUÇÃO NÃO-CATALÍTICA DE ÉSTERES ETÍLICOS DE SOJA COM ADIÇÃO DE CO 2 COMO CO-SOLVENTE EM MODO CONTÍNUO

Leia mais

Cuidados essenciais para maior produtividade na criação de bovinos

Cuidados essenciais para maior produtividade na criação de bovinos ebook Avanza Cuidados essenciais para maior produtividade na criação de bovinos Sumário 01 02 03 04 05 Introdução - Aumente a produtividade da sua criação Fertilização In Vitro Transferência de Embriões

Leia mais

Classificação: valores

Classificação: valores ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS BARREIRO 1º Teste Sumativo DISCIPLINA DE BIOLOGIA 12ºano Turma A TEMA : Reprodução Humana 20 de Outubro de 2011 90 minutos Nome: Nº Classificação: valores A professora:

Leia mais

Questão 89. Questão 91. Questão 90. alternativa A. alternativa E

Questão 89. Questão 91. Questão 90. alternativa A. alternativa E Questão 89 O esquema representa o sistema digestório humano e os números indicam alguns dos seus componentes. Nível de açúcar no sangue mg/100ml 200 150 100 50 B A 0 1 2 3 4 5 Número de horas após a alimentação

Leia mais

Bom trabalho! FICHA DE TRABALHO BIOLOGIA 12ºANO. Grupo I ESCOLA SECUNDÁRIA DOM MANUEL MARTINS 2007/08. Tigres vs. Alunos (Descubra as diferenças!

Bom trabalho! FICHA DE TRABALHO BIOLOGIA 12ºANO. Grupo I ESCOLA SECUNDÁRIA DOM MANUEL MARTINS 2007/08. Tigres vs. Alunos (Descubra as diferenças! ESCOLA SECUNDÁRIA DOM MANUEL MARTINS 2007/08 BIOLOGIA 12ºANO FICHA DE TRABALHO Bom trabalho! Tigres vs. Alunos (Descubra as diferenças! ) Grupo I Nos estudos efectuados nos últimos anos verificou-se a

Leia mais

Lê com atenção e reflecte antes de responder. Boa sorte!

Lê com atenção e reflecte antes de responder. Boa sorte! Agrupameo de Escolas de Casquilh Escola Secundária de Casquilh 2º Teste Sumativo (90 minut) DISCIPLINA DE BIOLOGIA 12ºano Turmas A e B TEMA: Reprodução Humana e Engenharia Genética Dezembro 2013 Professora

Leia mais

Ciclo Sexual ou Estral dos Animais Domésticos Prof. Dr. Wellerson Rodrigo Scarano Departamento de Morfologia Instituto de Biociências de Botucatu

Ciclo Sexual ou Estral dos Animais Domésticos Prof. Dr. Wellerson Rodrigo Scarano Departamento de Morfologia Instituto de Biociências de Botucatu Controle Hormonal da Gametogênese Feminina Ciclo Sexual ou Estral dos Animais Domésticos Prof. Dr. Wellerson Rodrigo Scarano Departamento de Morfologia Instituto de Biociências de Botucatu Ovários Formato

Leia mais

Ácido cítrico, líquido seminal. Análise seminal computadorizada. Instituto Hermes Pardini - Líquido Seminal 1

Ácido cítrico, líquido seminal. Análise seminal computadorizada. Instituto Hermes Pardini - Líquido Seminal 1 Ácido cítrico, líquido seminal O ácido cítrico é produzido pela próstata. Tem sua produção dependente da atividade hormonal e está ligado ao processo de coagulação e liquefação do esperma. Níveis baixos

Leia mais

MELHORAMENTO GENÉTICO

MELHORAMENTO GENÉTICO MELHORAMENTO GENÉTICO Mudança do material hereditário do rebanho de forma a capacitá-lo para produzir leite, mais economicamente em um determinado ambiente. Genética é a ciência que estuda a variação e

Leia mais

BIOLOGIA 12º ANO. Prof. Ângela Morais UNIDADE 1 REPRODUÇÃO E MANIPULAÇÃO DA FERTILIDADE

BIOLOGIA 12º ANO. Prof. Ângela Morais UNIDADE 1 REPRODUÇÃO E MANIPULAÇÃO DA FERTILIDADE Escola B+S Bispo D. Manuel Ferreira Cabral Ano Letivo 2011/2012 BIOLOGIA 12º ANO Prof. Ângela Morais UNIDADE 1 REPRODUÇÃO E MANIPULAÇÃO DA FERTILIDADE 2. Manipulação da Fertilidade 2.2 Infertilidade Humana

Leia mais

EFEITO INDIVIDUAL DE FERTILIDADE DE TOUROS DA RAÇA HOLANDESA

EFEITO INDIVIDUAL DE FERTILIDADE DE TOUROS DA RAÇA HOLANDESA EFEITO INDIVIDUAL DE FERTILIDADE DE TOUROS DA RAÇA HOLANDESA ZANATTA, Guilherme Machado 1 ; SCHEEREN, Verônica Flores da Cunha 2 ; ARAUJO, Laurence Boligon de 3; PESSOA, Gilson Antônio 4 ; RUBIN, Mara

Leia mais

Experimento 10: Fermentação. Docente Sala (lab) Grupo

Experimento 10: Fermentação. Docente Sala (lab) Grupo Experimento 10: Fermentação Docente Sala (lab) Grupo 1 Experimento 10: Fermentação Introdução A glicose é uma importante molécula utilizada no metabolismo de diversos organismos para gerar energia. Em

Leia mais

Comunicado Técnico. Introdução

Comunicado Técnico. Introdução Comunicado Técnico 151 ISSN 1517-1469 Planaltina, DF Novembro, 2008 Foto: Gustavo Porpino Recuperação e Criopreservação de Espermatozóides do Epidídimo de Bovinos Mortos para Uso na Inseminação Artificial

Leia mais

As forças atrativas entre duas moléculas são significativas até uma distância de separação d, que chamamos de alcance molecular.

As forças atrativas entre duas moléculas são significativas até uma distância de separação d, que chamamos de alcance molecular. Tensão Superficial Nos líquidos, as forças intermoleculares atrativas são responsáveis pelos fenômenos de capilaridade. Por exemplo, a subida de água em tubos capilares e a completa umidificação de uma

Leia mais

FISIOLOGIA RENAL EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM

FISIOLOGIA RENAL EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM FISIOLOGIA RENAL 01. A sudorese (produção de suor) é um processo fisiológico que ajuda a baixar a temperatura do corpo quando está muito calor ou quando realizamos uma atividade

Leia mais

Sistema tampão. Um sistema tampão é constituído por um ácido fraco e sua base conjugada HA A - + H +

Sistema tampão. Um sistema tampão é constituído por um ácido fraco e sua base conjugada HA A - + H + Sistema tampão Um sistema tampão é constituído por um ácido fraco e sua base conjugada HA A - + H + Quando se adiciona um ácido forte na solução de ácido fraco HX X - + H + HA A - H + X - H + H + HA A

Leia mais

Utilize-se das informações acima e de seus conhecimentos sobre esse assunto e assinale a melhor resposta a ser fornecida pelo ginecologista:

Utilize-se das informações acima e de seus conhecimentos sobre esse assunto e assinale a melhor resposta a ser fornecida pelo ginecologista: Avaliação: Aluno: Data: Ano: Turma: Professor: Biologia Questão 1 A questão da fertilização é muito discutida hoje na mídia, principalmente em programas que visam a informação para leigos interessados

Leia mais

2. Como devo manusear o sêmen durante a sua retirada do botijão?

2. Como devo manusear o sêmen durante a sua retirada do botijão? CUIDADOS NO MANUSEIO DO SÊMEN CONGELADO O manuseio adequado do sêmen congelado é essencial para manter ótimos resultados nos programas de inseminação artificial, tanto no sêmen sexado como no sêmen convencional.

Leia mais

CITOPLASMA. Características gerais 21/03/2015. Algumas considerações importantes: 1. O CITOPLASMA DAS CÉLULAS PROCARIÓTICAS

CITOPLASMA. Características gerais 21/03/2015. Algumas considerações importantes: 1. O CITOPLASMA DAS CÉLULAS PROCARIÓTICAS CITOPLASMA Algumas considerações importantes: Apesar da diversidade, algumas células compartilham ao menos três características: Biologia e Histologia São dotadas de membrana plasmática; Contêm citoplasma

Leia mais

Curso de Capacitação em Biossegurança de OGMs Células-tronco Legislação de Biossegurança

Curso de Capacitação em Biossegurança de OGMs Células-tronco Legislação de Biossegurança Curso de Capacitação em Biossegurança de OGMs Células-tronco Legislação de Biossegurança Florianópolis, Agosto 2004 Células-tronco O que são células-tronco e o que podemos fazer com elas? Qual a relação

Leia mais

Palavras-chave: Controle Autonômico; Recuperação; Treinamento Esportivo; Esportes Coletivos.

Palavras-chave: Controle Autonômico; Recuperação; Treinamento Esportivo; Esportes Coletivos. RESUMO O futsal é um esporte intermitente com muitas substituições e pausas durante a partida, o que possibilita a recuperação de variáveis fisiológicas durante esses momentos, proporcionando ao jogador,

Leia mais

HISTOLOGIA. Folículos ovarianos

HISTOLOGIA. Folículos ovarianos HISTOLOGIA No ovário identificamos duas porções distintas: a medula do ovário, que é constituída por tecido conjuntivo frouxo, rico em vasos sangüíneos, célula hilares (intersticiais), e a córtex do ovário,

Leia mais

Professor Fernando Stuchi

Professor Fernando Stuchi REPRODUÇÃO Aulas 2 a 5 1º Bimestre Professor Fernando Stuchi Seres Vivos Segundo a Teoria Celular, todos os seres vivos (animais e vegetais) são constituídos por células (exceção dos vírus que não possuem

Leia mais

OS EVENTOS DA FERTILIZAÇÃO EM MAMÍFEROS MAMMALIAN FERTILIZATION EVENTS

OS EVENTOS DA FERTILIZAÇÃO EM MAMÍFEROS MAMMALIAN FERTILIZATION EVENTS CIÊNCIAS AGRÁRIAS REVISÃO DE LITERATURA 61 OS EVENTOS DA FERTILIZAÇÃO EM MAMÍFEROS MAMMALIAN FERTILIZATION EVENTS Sandra Helena Gabaldi 1, Alexandre Wolf 2 e Cesar Roberto Esper 3 RESUMO Para que a fertilização

Leia mais

Comportamento e Destino Ambiental de. Produtos Fitossanitários 18/09/2015. Produtos Fitossanitários

Comportamento e Destino Ambiental de. Produtos Fitossanitários 18/09/2015. Produtos Fitossanitários 2015 Comportamento e Destino Ambiental de Produtos Fitossanitários Claudio Spadotto, Ph.D. Pesquisador da Embrapa Gerente Geral da Embrapa Gestão Territorial Membro do Conselho Científico para Agricultura

Leia mais

N1001 ATENÇÃO, ALUNO! Agora, você vai responder a questões de Biologia.

N1001 ATENÇÃO, ALUNO! Agora, você vai responder a questões de Biologia. N1001 ATENÇÃO, ALUNO! Agora, você vai responder a questões de Biologia. Questão 01 B100010RJ Observe o esquema abaixo. 46 23 46 23 46 23 23 Disponível em: . Acesso

Leia mais

REPRODUÇÃO HUMANA. Profª Fernanda Biazin

REPRODUÇÃO HUMANA. Profª Fernanda Biazin REPRODUÇÃO HUMANA Profª Fernanda Biazin Puberdade: período de transição do desenvolvimento humano, correspondente à passagem da fase da infância para adolescência. Alterações morfológicas e fisiológicas

Leia mais

7ª série / 8º ano 2º bimestre U. E. 10

7ª série / 8º ano 2º bimestre U. E. 10 7ª série / 8º ano 2º bimestre U. E. 10 Tipos de reprodução Reprodução é a capacidade que os seres vivos têm de gerar descendentes da mesma espécie. A união dos gametas é chamada fecundação, ou fertilização,

Leia mais

Profa. Maria Fernanda - Química nandacampos.mendonc@gmail.com

Profa. Maria Fernanda - Química nandacampos.mendonc@gmail.com Profa. Maria Fernanda - Química nandacampos.mendonc@gmail.com Testes para identificar a gravidez Como é possível identificar se uma mulher está grávida? Após os sintomas apresentados acima, normalmente

Leia mais

ZAP Zambezia Agro Pecuaria Lda - Mozambique DESENVOLVIMENTO DE GADO LEITEIRO GIROLANDA FERTILIZACAO IN VITRO IVF

ZAP Zambezia Agro Pecuaria Lda - Mozambique DESENVOLVIMENTO DE GADO LEITEIRO GIROLANDA FERTILIZACAO IN VITRO IVF 1 ZAP Zambezia Agro Pecuaria Lda - Mozambique DESENVOLVIMENTO DE GADO LEITEIRO GIROLANDA FERTILIZACAO IN VITRO IVF 2 Capitulo 1 - Parceiros e Principal Fornecedor. Parceiros do projeto In Vitro Brasil

Leia mais

CONHECENDO UMA CENTRAL DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL

CONHECENDO UMA CENTRAL DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL CONHECENDO UMA CENTRAL DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL Entrevistado: Marcelo Brandi Vieira Mestre em Reprodução Animal Diretor Técnico da Progen Inseminação Artificial BI: Qual a importância da Inseminação Artificial

Leia mais

Efeitos do estresse calórico sobre a produção e reprodução do gado leiteiro

Efeitos do estresse calórico sobre a produção e reprodução do gado leiteiro 1 Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Pecuária www.ufpel.edu.br/nupeec Efeitos do estresse calórico sobre a produção e reprodução do gado leiteiro Marcelo Moreira Antunes Graduando em Medicina Veterinária

Leia mais

TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR RESFRIAMENTO RADIAL EM SUCOS DILUÍDO E CONCENTRADO

TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR RESFRIAMENTO RADIAL EM SUCOS DILUÍDO E CONCENTRADO TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR RESFRIAMENTO RADIAL EM SUCOS DILUÍDO E CONCENTRADO Rosana Araújo Cruz 1 (PVIC), Anna Carolina O. Martins 1 (PVIC), Rosilayne M. Oliveira Trindade 1 (PVIC), Thaís Rodrigues de

Leia mais

HORMÔNIOS SEXUAIS SISTEMA ENDÓCRINO FISIOLOGIA HUMANA

HORMÔNIOS SEXUAIS SISTEMA ENDÓCRINO FISIOLOGIA HUMANA HORMÔNIOS SEXUAIS SISTEMA ENDÓCRINO FISIOLOGIA HUMANA GLÂNDULAS SEXUAIS GÔNADAS MASCULINAS = TESTÍCULOS GÔNADAS FEMININAS = OVÁRIOS PRODUZEM GAMETAS E HORMÔNIOS SEXUAIS CONTROLE HORMONAL DO SISTEMA TESTÍCULOS

Leia mais

Biologia Celular e Molecular

Biologia Celular e Molecular DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Biologia Celular e Molecular Detecção de proteínas por western-blotting 2007-2008 Na electroforese em gel de poliacrilamida

Leia mais

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1 1 SISTEMA ANTILUTEOLÍTICO E MORTE EMBRIONÁRIA EM FÊMEAS BOVINAS JEAN CAIO FIGUEIREDO DE ALMEIDA¹, ANA KELLY MENDES DA SILVA¹, GESSIANE PEREIRA DA SILVA¹, BRENDA JULIANE SILVA DOS SANTOS¹, CAMILA DE ALMEIDA

Leia mais

ENZIMAS. Células podem sintetizar enzimas conforme a sua necessidade.

ENZIMAS. Células podem sintetizar enzimas conforme a sua necessidade. ENZIMAS As enzimas são proteínas, catalisadores (aumenta a velocidade de uma determinada reação química) biológicos (proteínas) de alta especificidade. Praticamente todas as reações que caracterizam o

Leia mais

As bactérias operárias

As bactérias operárias A U A UL LA As bactérias operárias Na Aula 47 você viu a importância da insulina no nosso corpo e, na Aula 48, aprendeu como as células de nosso organismo produzem insulina e outras proteínas. As pessoas

Leia mais