FILIAÇÃO NA FECUNDAÇÃO IN VITRO. Thiago Kotula Brondani

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1 1 FILIAÇÃO NA FECUNDAÇÃO IN VITRO Thiago Kotula Brondani Os avanços médicos-científicos e a disseminação das técnicas de reprodução humana assistida tornaram necessária a imposição de limites éticos e jurídicos à utilização das mesmas, tendo como principal limitador o princípio da dignidade humana. A inexistência de legislação específica no Brasil sobre a matéria da reprodução humana assistida dificulta a solução de conflitos de paternidade e maternidade que podem surgir quando da utilização das técnicas de reprodução humana assistida, consideram que os dispositivos do Código Civil em vigor que tratam da matéria ainda são insuficientes para abranger a gama de situações geradas. (Ana Claudia Brandão de Barros Correia Ferraz)

2 2 RESUMO A obra tem por objetivo mostrar os problemas jurídicos que a medicina expõe com a evolução de suas técnicas. A melhor maneira encontrada para interpretar o caso concreto é com o auxílio do Código Civil. É preciso analisar e aplicar as normas de acordo com a realidade apresentada. É uma tentativa de esclarecer alguns problemas que a medicina traz ao direito.

3 3 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...5 A FECUNDAÇÃO IN VITRO...7 HISTÓRICO DA FECUNDAÇÃO IN VITRO...7 BREVE HISTÓRICO DA REPRODUÇÃO ASSISTIDA...8 TÉCNICAS DE FERTILIZAÇÃO IN VITRO...9 ÚTERO DE SUBSTITUIÇÃO...19 PUBLICAÇÕES DE FECUNDAÇÃO IN VITRO...23 RESOLUÇÃO DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA...25 O DIREITO E A CIÊNCIA...36 FILIAÇÃO NA FECUNDAÇÃO IN VITRO...39 BREVE INTRODUÇÃO...39 NOTÍCIAS...40 FILIAÇÃO NO DIREITO CIVIL...44 A ADOÇÃO E A CLT...48

4 4 OS PROJETOS DE LEI...50 COMPARAÇÃO DA FILIAÇÃO...60 CONSIDERAÇÕES FINAIS...75 CONCLUSÃO...77 REFERÊNCIAS...79 GLOSSÁRIOS...85

5 5 1 INTRODUÇÃO A ciência cresce de forma fantástica, os centros de pesquisas cada vez mais capacitados para achar soluções, tratamentos e diagnosticar todos os necessitados, tais como o uso da célula tronco, antídotos para novas doenças. Um dos grandes avanços foi o bebê de proveta, pelo método chamado FIV (Fecundação In Vitro) que consiste em colher o material genético de uma mulher e de um homem. É feito uma fecundação em laboratório por meio de cultura e após esse processo os gametas ou embriões são transferidos para dentro do útero ou trompa. Esse método visa ajudar casais que desejam ter filhos e que por alguma anomalia natural, impossibilita sonhar com uma família, surgindo daí

6 6 os problemas jurídicos desse método. Esse método exige em alguns casos de um útero emprestado, popularmente chamado de barriga de aluguel, criando diferentes entendimentos quanto à filiação, sendo necessário aplicar a realidade no caso concreto. Com o avanço cada vez mais complexo da ciência, cria-se uma grande dificuldade jurídica, pois é necessária a regulamentação legal. Atualmente as jurisprudências ganham forças para resolver questões carentes de leis, assim, a maneira mais eficaz de aplicar o direito seria pelo entendimento jurisprudencial com base na atual realidade.

7 7 2 A FECUNDAÇÃO IN VITRO 2.1 Histórico da fecundação in vitro Inicialmente, para falar sobre Reprodução Assistida (RA), convém citar uma pequena introdução, antes de explorar o assunto: Os fundamentos da Vida. Os humanos iniciam a vida como uma célula única uma celular-ovo fertilizada, ou zigoto. O núcleo de cada uma dessa celular é preenchido com informações codificadas sob a forma de ácido desoximbonucléico (DNA) e organizadas em grupos chamados genes, que estão arranjados como estruturas semelhantes a cordas, conhecidas como cromossomos. 1 1 Disponível em <http://www.fertilidadeonline.com.br/latam_brazil/concern/unders tanding_fertility/the_basics_of_life/index.jsp >. Acesso em 02 ago

8 8 2.2 Breve histórico da Reprodução Assistida Em meados de julho de 1978, um biólogo e um ginecologista iniciaram pesquisas para obter uma nova forma em que as mulheres pudessem ter filhos; após 12 anos nasceu o primeiro bebê de proveta, após uma longa jornada de pesquisas. Este nascimento foi recebido como um milagre pelos doutores que de uma maneira alegre comentaram que tiraram das mulheres o privilégio de darem a luz e agora elas não seriam as únicas a conceber a vida. Foi o primeiro bebê de proveta no mundo com fecundação em laboratório, chamada Fecundação In Vitro, que foi um sucesso, e graças a essa técnica nasceram outros muitos bebês. O laboratório dos pioneiros do bebê de proveta já ajudou milhares de mães que eram inférteis a conceber um bebê e seu método de

9 9 fertilização InVitro não só contribuiu para a conquista da fertilidade como foi um grande passo para o avanço da ciência na pesquisa do embrião Técnicas da Fertilização InVitro O princípio básico da reprodução assistida é tornar mais fácil o encontro de gametas para que posteriormente ocorra a fertilização que pode ser no organismo materno ou em laboratório. São necessárias técnicas de estimulação ovariana, a separação dos espermatozoides e logo em seguida a aspiração folicular, depois de fecundado, são transferidos os gametas ou embriões para o útero ou trompa. 2 Disponível em <http://www.tvcultura.com.br/aloescola/historia/cenasdoseculo/int ernacionais/bebedeproveta.htm>. Acesso em 13 mai

10 10 Para as diferentes técnicas de reprodução assistida, devem ser consideradas cinco (05) variáveis, são elas: 1. idade da paciente. 2. história de infertilidade. 3. número de gametas ou embriões a serem transferidos. 4. habilidade da equipe com a técnica a ser utilizada. 5. condições laboratoriais do serviço. 3 A tendência é que a escolha seja da maneira mais simples para que ocorra um processo mais rápido e de fácil realização não envolvendo muito a anestesia geral e arranjos laboratoriais. As técnicas de reprodução assistida (TRA) têm como mais conhecida a Fertilização in vitro (FIV) que chamamos de maneira mais informal de bebê de proveta. Assim, este método percorre algumas etapas necessárias: primeiramente, é a estimulação ovariana controlada, onde a paciente recebe alguns medicamentos que se relacionam com a ovulação para aumentar a produção de óvulos; num segundo momento, como o auxílio de ultra-sonografia 3 Disponível em <http://www.crh.com.br/crh.asp? pasta=33&livro=1&txt=7>. Acesso em 01 mai

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