NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS VIA SISTEMA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS VIA SISTEMA"

Transcrição

1 GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO GERÊNCIA DE UNIDADES DE INTERNAÇÃO Comissão de Gerenciamento de Risco NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS VIA SISTEMA 2012 Luciane Lindenmeyer, Luciana Silveira Campos, Fernando Waldemar, Anaeli Brandelli Peruzzo, Nathalia Flores Reis, Lauren Menezes Chaves. Porto Alegre, janeiro de 2013.

2 INTRODUÇÃO O conhecimento sobre os riscos inerentes ao cuidado permite a identificação de potenciais fontes de agravo e adoção de medidas preventivas, mas gera uma atmosfera de incertezas e ansiedade (ampliação da ambiguidade em distinguir-se saúde/doença). Eventos adversos (EA) são injúrias não intencionais decorrentes do cuidado, acarretando lesões mensuráveis nos pacientes afetados, óbito ou prolongamento da internação, não atribuídos à evolução natural da doença (HIATT et al, 1989). Tais eventos podem ser preveníveis ou não. Identificar os processos que causam eventos adversos é o primeiro passo na investigação desse fenômeno, crucial na sua prevenção. Da mesma forma, detecção e análise de erros é ferramenta fundamental para melhor compreensão dos processos de trabalho, bem como das etapas sujeitas a erros e com isso desenvolver estratégias para prevenir e atenuar estas falhas. O GHC dispõe de um sistema eletrônico de notificação de eventos adversos acessível a qualquer profissional, de fácil preenchimento, categorizada por tipo de evento. Neste sistema é possível notificar eventos relacionados aos produtos para a saúde (medicamentos, sangue, equipamentos e material médico), bem como aqueles relacionados ao cuidado, como: erros de medicação, quedas, perdas de sondas, cateteres e drenos, alergias prévias a medicamentos e alimentos, entre outros. Assim, o objetivo deste relatório é apresentar uma breve análise descritiva dos dados extraídos das notificações enviadas via sistema do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC) no período de janeiro a dezembro de DADOS ANALISADOS A análise foi baseada nas informações constantes nas notificações. Para a classificação quanto à gravidade do evento (registrados a partir de xxx), foram revisados os prontuários dos pacientes envolvidos. Em algumas situações, os notificadores foram consultados para esclarecimentos a respeito da notificação enviada.

3 Os dados analisados incluíram os seguintes desfechos: Número de notificações/mês Tipo de evento adverso notificado Gravidade dos eventos adversos notificados Notificações por categoria profissional Número de notificações por unidade de internação Além destes, outros detalhamentos são apresentados adiante. RESULTADOS No período de janeiro a dezembro de 2012 foram notificados, via sistema eletrônico de notificação, 481 eventos adversos, representando uma média de 40 notificações por mês. O gráfico a seguir apresenta a distribuição das notificações por mês. n notificações/mês Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Os eventos mais notificados foram quedas (n=170), queixas técnicas/ desvios de qualidade de medicamentos (n=79) e alergias (n=58).

4 Tipo de evento notificado jan-dez 2012 Tipos Suspeita inefetividade medicamento EA envolvendo equipamento Reação transfusional QT de equipamento Flebite EA envolvendo material médico Outro QT de material médico Erro de medicação Perda de catéter/sonda/dreno RAM Relato de alergia Nº notificações QT medicamento/desvio de qualidade Queda A classificação quanto à gravidade dos eventos adversos foi atualizada para os critérios de desfecho da classificação da International Classification of Patient Safety da OMS de 2009 e sua distribuição é demonstrada no gráfico a seguir. Gravidade dos Eventos Adversos Relatados % 34% leve moderado grave 7% 16% não se aplica (QT e desvios de qualidade) Para essa classificação, não foram consideradas as queixas técnicas e os desvios de qualidade, pois essas foram detectadas antes dos materiais ou medicamentos serem utilizados. A classificação foi realizada pela Comissão de Gerenciamento de Risco, a partir das informações da notificação e da análise do prontuário do paciente, quando necessário. Trezentos e dois eventos que atingiram o paciente foram avaliados quanto à gravidade. Destes, 79% (93 eventos) foram classificados como moderados ou graves. Eventos adversos moderados são os eventos nos quais o paciente ficou sintomático, necessitou de intervenção (por exemplo, procedimento cirúrgico ou terapêutico adicional), com aumento de tempo de permanência ou causando dano ou perda de função de longo prazo. Eventos adversos

5 severos são eventos nos quais o paciente está sintomático, requerendo intervenção maior ou intervenção por risco de vida, causando diminuição na expectativa de vida ou perda definitiva de função. A OMS liderou dois estudos realizados recentemente para a mensuração de eventos adversos em países em desenvolvimento. O IBEAS (Estudo Ibero-Americano de Eventos Adversos) foi desenvolvido por uma colaboração entre os governos de Argentina, Colômbia, Costa Rica, México, Peru e do Ministério da Saúde da Espanha (financiador), juntamente com a Organização Pan-Americana de Saúde. No IBEAS, 35% dos pacientes apresentaram conseqüências moderadas ou graves e a presença desses eventos aumentou o tempo de permanência em 16 dias. Em 63% do total de pacientes que apresentaram um evento adverso houve um aumento no seu tempo de permanência no hospital. O número de eventos adversos notificados no HNSC e classificados como graves é inferior ao do estudo IBEAs (8,9% vs 25%), chamando atenção para a possibilidade de subnotificação. É possível especular que o impacto dos eventos adversos moderados e severos no tempo de permanência seja similar no Hospital Nossa Senhora da Conceição, tendo em vista a semelhança do Brasil com os países que participaram do estudo IBEAs. O aumento no tempo de permanência aumenta os custos, os riscos de infecção e consome recursos limitados e já insuficientes para a demanda do hospital, como salas de bloco cirúrgico, hora de trabalho dos anestesistas e exames de alta complexidade como tomografia computadorizada e ressonância nuclear magnética. A diária hospitalar no HNSC, incluindo apenas os cuidados médicos e de enfermagem, excetuando uso de bloco cirúrgico e exames de SADT, é estimada em R$ 834,12 (dados da controladoria do GHC). Ainda que o aumento do tempo de permanência seja menor do que o descrito no estudo, o impacto financeiro dos eventos notificados é impressionante. Há quase um evento adverso que atinge o paciente ocorrendo a cada dia e a cada quatro dias um novo evento adverso com consequências moderadas ou graves. A categoria profissional que mais enviou notificações foi a enfermagem, seguida dos profissionais de farmácia. Como se pode observar no gráfico a categoria médica ainda não tem o hábito de realizar notificações pelo sistema, representando apenas 3% (n=10) das notificações encaminhadas.

6 Notificações por categoria profissional % 2% 69% enfermagem médico farmacêutico A maioria das unidades assistenciais realizaram notificações, com destaque para a Unidade de Terapia Intensiva e a Hemato-Oncologia, que foram as unidades que mais enviaram notificações via sistema. Notificações por Unidade Assistencial ou Serviço Nº Notificações B 1E 2B2 2D 3A 3B2 3C2 3E 3I2 4B2 4D 4F HOSP D SR UTI Unidades de Serviço Obs: eventos sem unidade hospitalar descrita: 11 Estes dados apontam a necessidade de novos treinamentos e capacitações para a utilização do sistema, com ênfase nas unidades que menos encaminharam notificações, bem como nas categorias profissionais que não tem o hábito de utilizar o sistema como médicos, nutrição, fisioterapia, entre outros. Quedas: As quedas representam uma fonte de agravo significativa para os pacientes, sendo potencialmente preveníveis. Cento e setenta quedas foram relatadas e 26,19% das quedas ocorreram em banheiros, chamando atenção para a necessidade da colocação de barras de

7 segurança em todos os quartos. 16% das quedas foram classificadas como moderadas ou graves para os pacientes. Entre elas, três pacientes fizeram fratura como conseqüência das quedas, um deles de nariz e dois de membro superior e inferior. Uma paciente anticoagulada fez hematoma subdural após a queda, recebendo manejo conservador. Esse evento chama atenção para possibilidade de ocorrência de outros eventos simjlares, devido ao grande número de pacientes anticoagulados internados. Gravidade das Quedas Notificadas 52% 32% leve moderado grave nenhum 3% 13% ENCAMINHAMENTOS A partir das notificações foram tomadas as seguintes ações: - Modificação da especificação técnica das camas que serão adquiridas pelo Plano de Investimentos, com vistas à adequação dos equipamentos e redução do número de quedas; - Discussão com Gerência de Informática e coordenadores de enfermagem de protocolo informatizado de prevenção de quedas; - Implantação da rotina de identificação de todos os pacientes internados no HNSC (emergência, unidades abertas, UTI, Bloco Cirúrgico e Sala de Recuperação); - Identificação dos pacientes com relato de alergia com pulseiras vermelhas e inserção desta informação como alerta no prontuário eletrônico; - Realização de treinamentos sobre a diluição e estabilidade dos medicamentos injetáveis; - Revisão do sistema de notificação, com o objetivo de aprimorar o sistema, incluindo novas telas de notificação (flebites, úlceras por pressão, eventos cirúrgicos, eventos relacionados ao laboratório de análises clínicas) e a graduação da gravidade dos eventos notificados, de acordo com a classificação adotada pela OMS;

8 - Revisão, em parceria com o grupo de POPs, de rotinas como o estorno dos medicamentos, aferição da temperatura de geladeira, revisão dos carros de urgência, a fim de qualificar alguns processos relacionados a utilização do medicamentos; - Envio das queixas técnicas aos fornecedores e cadastro no sistema de parecer desfavorável das marcas dos medicamentos que mais queixas foram notificadas; - Revisão, em conjunto com a coordenação do gerenciamento de risco e com os demais hospitais do GHC do POP de aplicação do checklist cirúrgico da OMS, com o objetivo de reduzir a ocorrência de eventos cirúrgicos; - Implantação da rotina de reconciliação medicamentosa na admissão hospitalar nas unidades de Oncologia, Hematologia, Cuidados Paliativos e Leitos de retaguarda da Emergência, a fim de reduzir os riscos de erros de medicação e divergências entre os medicamentos de uso prévio à internação e aqueles utilizados durante a hospitalização; - Elaboração de protocolo de prevenção de úlceras por pressão em parceria com o Grupo de Lesões de Pele do GHC; - Reuniões com o responsável técnico, coordenadores e assistentes de coordenação de enfermagem a fim de discutir os processos de trabalho e forma de prevenção e minimização de eventos adversos; DEMAIS AÇÕES ADOTADAS PELO GERENCIAMENTO DE RISCO NO HNSC: - Participação com o Controle de Infecção nas ações de monitoração da higienização de mãos e treinamentos relacionados; - Realizadas diversas oficinas de notificação, onde foram apresentadas as funcionalidades do sistema, discutidos casos notificados e apresentados os encaminhamentos adotados a partir das notificações recebidas. - Reunião com a coordenação de enfermagem do bloco cirúrgico e as chefias das especialidades cirúrgicas para debater as necessidades de bloco para adequação às orientações da OMS para Cirurgia Segura; - Encaminhamento da solicitação dos cirurgiões para a formalização e obrigatoriedade pela instituição da aplicação de termo de consentimento livre e esclarecido para todos os procedimentos cirúrgicos.

9 - Solicitação às Gerências de Informática e Engenharia que providenciem a infra-estrutura necessária (cabeamento lógico e elétrico) para a instalação de computadores em todas as salas cirúrgicas, a fim de que os exames de imagem de alta complexidade sejam acessados dentro da sala cirúrgica, durante os procedimentos; - Solicitação de quadros-brancos para todas as salas cirúrgicas para o registro de todo material utilizado; - Discussão com os médicos das especialidades cirúrgicas sobre importância do uso por parte desses profissionais do sistema de notificação; - Realização, em parceria com a Coordenação do Gerenciamento de Risco GHC, do Ciclo de Palestras: Segurança do Paciente, II Jornada de Cirurgia Segura e II Jornada de Gerenciamento de Risco e Segurança do Paciente; - Coordenação projeto parceria GHC-ANVISA relacionado ao gerenciamento de risco e segurança do paciente. CONCLUSÃO Eventos adversos devem ser entendidos como oportunidades para o aprimoramento da qualidade da atenção e podem servir de base para o desenvolvimento de estratégias de gestão da segurança dos pacientes. Conhecê-los torna-se fundamental para planejar ações de melhoria e orientar o desenvolvimento de políticas com foco na segurança e qualidade. No ano de 2012 a comissão de Gerenciamento de Risco do HNSC trabalhou neste sentido, visando qualificar os processos de trabalho de modo a evitar a ocorrência de novos eventos adversos. A notificação voluntária de eventos adversos contribui para o estabelecimento das ações de gerenciamento de risco prioritárias na instituição. Um ponto já identificado é a sensibilização dos funcionários para a notificação, que vem sendo trabalhado desde 2011, visto que ainda há um percentual considerável de subnotificação, quando os dados são comparados com a literatura. Por isso, os dados apresentados neste relatório precisam ser avaliados com cautela.

10 Outros pontos fundamentais que continuarão como pauta das ações do gerenciamento de risco no HNSC são: identificação do paciente, prevenção de quedas, cirurgia segura, prevenção de úlceras por pressão e reconciliação medicamentosa.

A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP. Laura Schiesari Diretora Técnica

A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP. Laura Schiesari Diretora Técnica A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP Laura Schiesari Diretora Técnica AGENDA I. A ANAHP II. Melhores Práticas Assistenciais III. Monitoramento

Leia mais

ANÁLISE DOS INDICADORES DE ASSISTÊNCIA AO PACIENTE CIRÚRGICO

ANÁLISE DOS INDICADORES DE ASSISTÊNCIA AO PACIENTE CIRÚRGICO ANÁLISE DOS INDICADORES DE ASSISTÊNCIA AO PACIENTE CIRÚRGICO Thatianny Tanferri de Brito PARANAGUÁ; Ana Lúcia Queiroz BEZERRA. Faculdade de Enfermagem Universidade Federal de Goiás ttb.paranagua@gmail.com;

Leia mais

PACIENTE Como você pode contribuir para que a sua saúde e segurança não sejam colocadas em risco no hospital?

PACIENTE Como você pode contribuir para que a sua saúde e segurança não sejam colocadas em risco no hospital? Cartilha de Segurança do PACIENTE Como você pode contribuir para que a sua saúde e segurança não sejam colocadas em risco no hospital? CARO PACIENTE, Esta Cartilha foi desenvolvida para orientá-lo sobre

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR III SERVIÇOS HOSPITALARES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR III SERVIÇOS HOSPITALARES 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR III SERVIÇOS HOSPITALARES MARIÁ BARBALHO NARDI Orientadora: Prof.ª Drª Isabel Cristina Echer

Leia mais

PORTARIA CVS 05 de 05 de fevereiro de 2010

PORTARIA CVS 05 de 05 de fevereiro de 2010 PORTARIA CVS 05 de 05 de fevereiro de 2010 Atualização do fluxo de notificações em farmacovigilância para os Detentores de Registro de Medicamentos no Estado de São Paulo e dá providências correlatas;

Leia mais

PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE QUEDAS GHC

PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE QUEDAS GHC PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE QUEDAS GHC Quedas são eventos adversos em que um indivíduo cai inadvertidamente ao chão ou em outro nível. Isto pode ser devido a um escorregão ou tropeço, perda do equilíbrio

Leia mais

Estrutura Física e Organizacional da Farmácia Hospitalar

Estrutura Física e Organizacional da Farmácia Hospitalar Estrutura Física e Organizacional da Farmácia Hospitalar Conceito Unidade clínica de assistência técnica e administrativa, dirigida por farmacêutico, integrada funcional e hierarquicamente às atividades

Leia mais

PROF. ENF. HYGOR ELIAS

PROF. ENF. HYGOR ELIAS PROF. ENF. HYGOR ELIAS ADMINISTRAR É... ADMINISTRAÇÃO É O PROCESSO DE PLANEJAR, ORGANIZAR, DIRIGIR E CONTROLAR AS AÇÕES DE UMA EMPRESA/INSTITUIÇÃO/SERVIÇO A FIM DE ALCANÇAR SEUS OBJETIVOS. O enfermeiro

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO ATA DE REUNIÃO DA COMISSÃO DE MEDICAMENTOS. ATA Nº 02/2012 DATA: 10/02/2012 LOCAL: Sala 01 GEP- HNSC. Dra Imarilde Giusti

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO ATA DE REUNIÃO DA COMISSÃO DE MEDICAMENTOS. ATA Nº 02/2012 DATA: 10/02/2012 LOCAL: Sala 01 GEP- HNSC. Dra Imarilde Giusti GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO ATA DE REUNIÃO DA COMISSÃO DE MEDICAMENTOS ATA Nº 02/2012 DATA: 10/02/2012 LOCAL: Sala 01 GEP- HNSC Dr. Mário Tavares Farm. Marlene Loebens Ausências Justificadas: Farm Cátia

Leia mais

11/02/2015 CONTROLE DE QUALIDADE GARANTIA DA QUALIDADE. O que é Qualidade? QUALIDADE EVOLUÇÃO DA QUALIDADE. Para o consumidor.

11/02/2015 CONTROLE DE QUALIDADE GARANTIA DA QUALIDADE. O que é Qualidade? QUALIDADE EVOLUÇÃO DA QUALIDADE. Para o consumidor. O que é Qualidade? CONTROLE DE QUALIDADE X GARANTIA DA QUALIDADE Para o consumidor Para o produto Definição difícil e subjetiva. Cada consumidor apresenta preferências pessoais. Qualidade adquire atributo

Leia mais

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP Complexo Hospitalar - Hospital Filantrópico - Área 69.000 m² - 10 prédios - 1.143 leitos - 101 leitos de UTI NHE (VEH / GRSH / CCIH) COMISSÕES

Leia mais

MANUAL DE FISCALIZAÇÃO

MANUAL DE FISCALIZAÇÃO MANUAL DE FISCALIZAÇÃO ROTEIROS DE VISTORIAS O médico fiscal, quando no exercício das vistorias, deverá sempre apresentar sua carteira de identidade funcional (emitida pelo Conselho Regional) e ofício

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO SOLICITAÇÃO DE TRANSFUSÃO: ROTINA E EMERGÊNCIA

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO SOLICITAÇÃO DE TRANSFUSÃO: ROTINA E EMERGÊNCIA PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO SOLICITAÇÃO DE TRANSFUSÃO: ROTINA E EMERGÊNCIA Versão: 06 Código: STROEM 02 Paginação: 1 de 36 Elaborado: Hildenete Monteiro Fortes Assinatura: Aprovado e liberado por:

Leia mais

GESTÃO DOS SERVIÇOS DE PRONTO SOCORRO

GESTÃO DOS SERVIÇOS DE PRONTO SOCORRO Encontro Nacional UNIMED de Recursos e Serviços Próprios e Jornadas Nacionais UNIMED de Enfermagem e Farmácia Hospitalar GESTÃO DOS SERVIÇOS DE PRONTO SOCORRO Instituto Central do Hospital das Clínicas

Leia mais

Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO. Departamento de Certificação

Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO. Departamento de Certificação Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO Departamento de Certificação A FUNDAÇÃO VANZOLINI Fundada em 1967 pelos professores do Departamento de Engenharia de Produção da

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE CAPTAÇÃO DE DOADORES

ESTRATÉGIAS DE CAPTAÇÃO DE DOADORES ESTRATÉGIAS DE CAPTAÇÃO DE DOADORES VIII Simpósio HEMOMINAS de Transfusão Heloisa Gontijo Gerência de Captação e Cadastro Diretoria Técnico Científica A LEGISLAÇÃO NO BRASIL DEFINE Art. 30. A doação de

Leia mais

ANEXO A do Contrato de Gestão nº /2013 G E S T Ã O D A U N I D A D E D E P R O N T O A T E N D I M E N T O. UPA Senador Camará

ANEXO A do Contrato de Gestão nº /2013 G E S T Ã O D A U N I D A D E D E P R O N T O A T E N D I M E N T O. UPA Senador Camará ANEXO A do Contrato de Gestão nº /2013 G E S T Ã O D A U N I D A D E D E P R O N T O A T E N D I M E N T O UPA Senador Camará A. GESTÃO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA) Do conjunto de equipamentos

Leia mais

ANEXO A DO CONTRATO GESTÃO DAS UNIDADES DE SAÚDE PELA ORGANIZAÇÃO SOCIAL COORDENAÇÃO OPERACIONAL DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIAS EMERGÊNCIA PRESENTE

ANEXO A DO CONTRATO GESTÃO DAS UNIDADES DE SAÚDE PELA ORGANIZAÇÃO SOCIAL COORDENAÇÃO OPERACIONAL DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIAS EMERGÊNCIA PRESENTE ANEXO A DO CONTRATO GESTÃO DAS UNIDADES DE SAÚDE PELA ORGANIZAÇÃO SOCIAL COORDENAÇÃO OPERACIONAL DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIAS EMERGÊNCIA PRESENTE A. UNIDADES DA COORDENAÇÃO OPERACIONAL DE ATENDIMENTO

Leia mais

JOSÉ SERRA ANEXO NORMAS PARA CADASTRAMENTO CENTROS DE REFERÊNCIA EM CIRURGIA VASCULAR INTRALUMINAL EXTRACARDÍACA

JOSÉ SERRA ANEXO NORMAS PARA CADASTRAMENTO CENTROS DE REFERÊNCIA EM CIRURGIA VASCULAR INTRALUMINAL EXTRACARDÍACA Portaria GM/MS nº de abril de 2002 O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a alta incidência de doenças cardiovasculares na população brasileira, o que se constitui

Leia mais

Resumo do Projeto Nacional de Atendimento ao Acidente Vascular Cerebral

Resumo do Projeto Nacional de Atendimento ao Acidente Vascular Cerebral MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA COORDENAÇÃO GERAL DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Resumo do Projeto Nacional de Atendimento ao Acidente Vascular Cerebral

Leia mais

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA 1- INTRODUÇÃO Quando uma pessoa sofre agravo agudo à saúde, deve ser acolhido em serviço do SUS mais próximo de sua ocorrência, seja numa Unidade de Saúde

Leia mais

Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC)

Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC) Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC) Instruções Esta pesquisa solicita sua opinião sobre segurança do, erros associados ao cuidado de saúde e notificação de eventos em seu hospital

Leia mais

Fluxo de elaboração e aprovação de POP s v.1 - Cód. 41366

Fluxo de elaboração e aprovação de POP s v.1 - Cód. 41366 Página 1 de 5 DETALHAMENTO DO FLUXO Fluxo de elaboração e aprovação de POP s v.1 - Cód. 41366 POP: Dispensação de Material Médico e Medicamento Requisitante: PASSO A PASSO DO FLUXO Cód. Tarefa Início Conclusão

Leia mais

Gerenciamento de Risco Paciente Oncológico. Sandra Abrantes Krug Seabra

Gerenciamento de Risco Paciente Oncológico. Sandra Abrantes Krug Seabra Gerenciamento de Risco Paciente Oncológico Sandra Abrantes Krug Seabra Outubro 2010 Agenda Gerenciamento de Risco Fatores Críticos de Sucesso Estamos fazendo certo? Gestão = Administração Administrar:

Leia mais

EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 003/2012

EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 003/2012 EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 003/2012 O HOSPITAL TRAMANDAÍ, integrante da FUNDAÇÃO HOSPITAL MUNICIPAL GETÚLIO VARGAS, divulga a retificação do Edital de Abertura do Processo

Leia mais

Resposta: Obrigatório, uma vez que a norma exige sistema gerador de energia de emergência.

Resposta: Obrigatório, uma vez que a norma exige sistema gerador de energia de emergência. 1 a Questão: (20 pontos) Um hospital, localizado no município de São Luiz do Maranhão, está sendo cogitado pela Coordenação Nacional de Prevenção e Vigilância (CONPREV) do INCA para receber um Centro de

Leia mais

Comitê Gestor do Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviço na Saúde Suplementar COGEP

Comitê Gestor do Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviço na Saúde Suplementar COGEP Comitê Gestor do Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviço na Saúde Suplementar COGEP 2 ª Reunião do GT de Indicadores Hospitalares 09/04/2012 GERPS/GGISE/DIDES/ANS Agenda Comparação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO, TECNOLOGIA E GESTÃO - SEPLAG EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO N.

PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO, TECNOLOGIA E GESTÃO - SEPLAG EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO N. PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO, TECNOLOGIA E GESTÃO - SEPLAG EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO N.º 01/2011 O SECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO, TECNOLOGIA E GESTÃO DO MUNICÍPIO

Leia mais

Gerenciamento de riscos e a infecção hospitalar: primos-irmãos?

Gerenciamento de riscos e a infecção hospitalar: primos-irmãos? Gerenciamento de riscos e a infecção hospitalar: primos-irmãos? Juliana P Machado Gerente de Enfermagem HSF Doutoranda EERP- USP Esp. em Gestão de Negócios Saúde Membro REBRAENSP Segurança do Paciente...

Leia mais

Capacitação de Profissionais em Prevenção, Controle e Assistência Oncológica

Capacitação de Profissionais em Prevenção, Controle e Assistência Oncológica Programa 0011 PREVENÇÃO E CONTROLE DO CÂNCER E ASSISTÊNCIA ONCOLÓGICA Objetivo Indicador(es) Promover a prevenção, a detecção precoce dos tipos de câncer prevalentes e a assistência à população para reduzir

Leia mais

CÂMARA TÉCNICA ASSISTENCIAL PARECER TÉCNICO Nº 003/2011

CÂMARA TÉCNICA ASSISTENCIAL PARECER TÉCNICO Nº 003/2011 CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO ESPÍRITO SANTO Lei nº 5.905/73 Autarquia Federal Filiado ao Conselho Internacional de Enfermagem Genebra CÂMARA TÉCNICA ASSISTENCIAL PARECER TÉCNICO Nº 003/2011 SOLICITANTE:

Leia mais

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO UPA TORRÕES

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO UPA TORRÕES DIRETORIA GERAL DE MODERNIZAÇÃO E MONITORAMENTO DA ASSISTÊNCIA À SAÚDE RELATÓRIO DE EXECUÇÃO UPA TORRÕES Período Junho a Agosto de 2013 Novembro 2013 2 INTRODUÇÃO O excesso de pacientes com problemas médicos

Leia mais

MATERNIDADE UNIMED UNIDADE GRAJAÚ

MATERNIDADE UNIMED UNIDADE GRAJAÚ MATERNIDADE UNIMED UNIDADE GRAJAÚ Larissa Fernanda Silva Borges de Carvalho Enfermeira, Especialista em Gestão de Serviços de Saúde Gerente Assistencial da Maternidade Unimed BH Unidade Grajaú Governança

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE SEGURANÇA DO PACIENTE

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE SEGURANÇA DO PACIENTE UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO HOSPITAL DE CLÍNICAS REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE SEGURANÇA DO PACIENTE Uberaba,MG 2014 SIGLÁRIO Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Eventos Adversos

Leia mais

VII Quality Day Gestão da Segurança & Gestão por Times Nova Visão para o Modelo Assistencial

VII Quality Day Gestão da Segurança & Gestão por Times Nova Visão para o Modelo Assistencial VII Quality Day Gestão da Segurança & Gestão por Times Nova Visão para o Modelo Assistencial Time Informação e Comunicação Dr Rafael Munerato de Almeida Diretor Médico Técnico Objetivo do Time: Aprimorar

Leia mais

300 QUESTÕES DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL

300 QUESTÕES DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL Caro Leitor, A equipe técnica do Concurseiro da Saúde empenha-se em desenvolver apostilas e materiais atualizados de acordo com as leis recentemente publicadas a fim de estar sempre em consonância com

Leia mais

CIRURGIA SEGURA 1 FINALIDADE 2 JUSTIFICATIVA. Protocolo de Serviço do Hospital Universitário de Santa Maria PROTOCOLO DE SERVIÇO

CIRURGIA SEGURA 1 FINALIDADE 2 JUSTIFICATIVA. Protocolo de Serviço do Hospital Universitário de Santa Maria PROTOCOLO DE SERVIÇO PROTOCOLO DE SERVIÇO CIRURGIA SEGURA Responsáveis: Vânia Segalin, Graziela Cauduro, Rafaela Andolhe Colaboradores: Roosi Zanon Código: PS03 CIRSEG Data: Dezembro/2015 1 FINALIDADE A finalidade do protocolo

Leia mais

Sistema de Hemovigilância no Hospital São Vicente de Paulo 1

Sistema de Hemovigilância no Hospital São Vicente de Paulo 1 Sistema de Hemovigilância no Hospital São Vicente de Paulo 1 Protocolo Transfusional do Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) Módulo: Sistema de Hemovigilância no Hospital São Vicente de Paulo. 1 Edição,

Leia mais

XII Encontro Nacional da Rede Sentinela 08 a 10 de dezembro de 2010 Brasília DF HEMOVIGILÂNCIA

XII Encontro Nacional da Rede Sentinela 08 a 10 de dezembro de 2010 Brasília DF HEMOVIGILÂNCIA XII Encontro Nacional da Rede Sentinela 08 a 10 de dezembro de 2010 Brasília DF HEMOVIGILÂNCIA Maria de Fátima Alves Fernandes Unidade de Bio e Hemovigilância UBHEM/NUVIG/ANVISA Premissas A transfusão

Leia mais

3. A quem se aplica a RDC 67/2009? A todos os detentores de registro (inclusive cadastro) de produtos para a saúde sediados no Brasil.

3. A quem se aplica a RDC 67/2009? A todos os detentores de registro (inclusive cadastro) de produtos para a saúde sediados no Brasil. PERGUNTAS E RESPOSTAS RDC 67/2009 1. O que é a RDC 67/2009 e do que trata? É uma Resolução da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) que regulamenta a organização da tecnovigilância

Leia mais

VIII CURSO DE APRIMORAMENTO EM ODONTOLOGIA HOSPITALAR

VIII CURSO DE APRIMORAMENTO EM ODONTOLOGIA HOSPITALAR VIII CURSO DE APRIMORAMENTO EM Objetivo do Curso: Fornecer, ao CD interessado nesta nova área de atuação, conhecimento da Área Odontológica, Médica e outras, com enfoque prático inclusive, para atuação

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Mecanismos de Prevenção de Quedas do Paciente

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Mecanismos de Prevenção de Quedas do Paciente Procedimento Operacional Padrão (POP) POP NEPEN/DE/HU Assistência de Enfermagem Título Mecanismos de Prevenção de Quedas do Paciente Elaborado por: Luizita Henckemaier, Janeide Freitas Mello, Jeane Wechi,

Leia mais

Roteiro para encaminhamento de Projeto de Pesquisa ao CEP-FIPA

Roteiro para encaminhamento de Projeto de Pesquisa ao CEP-FIPA 1 Prezado Pesquisador: Comitê de Ética em Pesquisa CEP / FIPA Faculdades Integradas Padre Albino Fundação Padre Albino Rua dos Estudantes, 225 - Cep - 15.809-144 Catanduva SP Fone (17) 33113229 e-mail:

Leia mais

TIC Saúde 2013. Coletiva de Imprensa Apresentação de Resultados São Paulo, 17 de dezembro de 2013

TIC Saúde 2013. Coletiva de Imprensa Apresentação de Resultados São Paulo, 17 de dezembro de 2013 TIC Saúde 2013 Pesquisa sobre o uso das TIC em estabelecimentos de saúde no Brasil Coletiva de Imprensa Apresentação de Resultados São Paulo, 17 de dezembro de 2013 CGI.br Comitê Gestor da Internet no

Leia mais

Metas Internacionais de Segurança do paciente

Metas Internacionais de Segurança do paciente Metas Internacionais de Segurança do paciente 2011 Missão Defender a saúde da comunidade e contribuir para o aprimoramento do Sistema Único de Saúde Visão Ser reconhecido nacionalmente pela excelência

Leia mais

... ... ANÁLISE DOS REGISTROS DE ACIDENTES 2013 PROGRAMA. Ação integrante do Projeto Comissão de Saúde / Programa Unimed Vida

... ... ANÁLISE DOS REGISTROS DE ACIDENTES 2013 PROGRAMA. Ação integrante do Projeto Comissão de Saúde / Programa Unimed Vida ~........................................ ANÁLISE DOS REGISTROS DE ACIDENTES 213 PROGRAMA Unimed..........................Vida.............. Ação integrante do Projeto Comissão de Saúde / Programa Unimed

Leia mais

PULSEIRA DE IDENTIFICAÇÃO...1 RECONCILIAÇÃO MEDICAMENTOSA...1 PREVENÇÃO DA SEPSE...2 CONSENTIMENTO INFORMADO...2

PULSEIRA DE IDENTIFICAÇÃO...1 RECONCILIAÇÃO MEDICAMENTOSA...1 PREVENÇÃO DA SEPSE...2 CONSENTIMENTO INFORMADO...2 ste guia foi desenvolvido especialmente para melhor orientá-lo durante sua permanência no hospital. Aqui serão encontradas informações sobre o nosso funcionamento. A leitura deste material é muito importante.

Leia mais

Qualidade e Segurança nos Serviços de Saúde Segurança do Paciente em Serviços de Saúde CIRURGIA SEGURA

Qualidade e Segurança nos Serviços de Saúde Segurança do Paciente em Serviços de Saúde CIRURGIA SEGURA Qualidade e Segurança nos Serviços de Saúde Segurança do Paciente em Serviços de Saúde CIRURGIA SEGURA Gerência Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde GVIMS/GGTES/ANVISA Diana Carmem A. N de Oliveira

Leia mais

Conceitos de Farmacovigilância

Conceitos de Farmacovigilância Conceitos de Farmacovigilância Glossário 1. ALERTA RÁPIDO: alerta que deve ser feito de maneira urgente para iniciar um procedimento de recolhimento de um medicamento ou outros. 2. ALERTA RESTRITO: alerta

Leia mais

Indicadores de Desempenho Conteúdo

Indicadores de Desempenho Conteúdo Indicadores de Desempenho Conteúdo Importância da avaliação para a sobrevivência e sustentabilidade da organização O uso de indicadores como ferramentas básicas para a gestão da organização Indicadores

Leia mais

BLOCO 13 VIGILÂNCIA SANITÁRIA (Continua)

BLOCO 13 VIGILÂNCIA SANITÁRIA (Continua) 1 - O órgão responsável pela Vigilância Sanitária no município caracteriza-se como: Setor é a parte organizacional da prefeitura sem status de secretaria. 1 Setor da secretaria municipal de saúde Setor

Leia mais

Experiência na formação do profissional de enfermagem para a segurança do paciente

Experiência na formação do profissional de enfermagem para a segurança do paciente Experiência na formação do profissional de enfermagem para a segurança do paciente Marcela R. dos Santos Coordenadora de Enfermagem - TECSAU Coordenadora de Enfermagem - HES HISTÓRIA DA TECSAU Fevereiro

Leia mais

REGULAMENTO OPERACIONAL DA CENTRAL DE REGULAÇÃO CENTRAL DE CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS

REGULAMENTO OPERACIONAL DA CENTRAL DE REGULAÇÃO CENTRAL DE CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS REGULAMENTO OPERACIONAL DA CENTRAL DE REGULAÇÃO CENTRAL DE CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS Aprovado através da Resolução nº 06/CMS/2010, de 09 de março de 2010, Ananindeua PA Capítulo I DO CADASTRAMENTO

Leia mais

8º. SEMINÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO NA SAÚDE

8º. SEMINÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO NA SAÚDE 8º. SEMINÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO NA SAÚDE O IMPACTO DOS PROCESSOS ADMINISTRATIVOS NA GESTÃO DE RISCO EM SAÚDE O Hospital Tacchini e a ISO 31000 Porto Alegre, 26/9/2014 Facilitador: Adm. Hospitalar DILNEI

Leia mais

O desafio é A Segurança do Paciente

O desafio é A Segurança do Paciente O desafio é A Segurança do Paciente CAISM - Fevereiro de 2011: Implantação do Segundo Desafio Global Cirurgias Seguras Salvam Vidas Profª Drª Roseli Calil Enfº Adilton Dorival Leite Conhecendo um pouco

Leia mais

Soluções para a Segurança do Paciente

Soluções para a Segurança do Paciente Soluções para a Segurança do Paciente Tradução de Adélia Quadros Farias Gomes Para o Centro Colaborador para a Qualidade do Cuidado e a Segurança do Paciente Proqualis 2007 O Programa da Organização Mundial

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria nº 227 de 05 de Abril de 2002.

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria nº 227 de 05 de Abril de 2002. Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Portaria nº 227 de 05 de Abril de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 640, de

Leia mais

FUNDAÇÃO ADIB JATENE GERÊNCIA DE GESTÃO DE PESSOAS RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE ABERTURA PROCESSO SELETIVO 004/2016 ENFERMEIRO (A)

FUNDAÇÃO ADIB JATENE GERÊNCIA DE GESTÃO DE PESSOAS RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE ABERTURA PROCESSO SELETIVO 004/2016 ENFERMEIRO (A) FUNDAÇÃO ADIB JATENE GERÊNCIA DE GESTÃO DE PESSOAS RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE ABERTURA PROCESSO SELETIVO 004/2016 ENFERMEIRO (A) ATUAÇÃO: UNIDADE DE ORGANIZAÇÃO DE PROCURA DE ÓRGÃOS E

Leia mais

Gestão da Qualidade em Projetos

Gestão da Qualidade em Projetos Gestão da Qualidade em Projetos Definição do Escopo Escopo O escopo do projeto define o que precisa ser feito. Isso se refere a todo o trabalho que deve ser realizado com a finalidade de produzir todas

Leia mais

ACREDITAÇÃO DOS HOSPITAIS PADRÕES DE QUALIDADE E ENFERMAGEM

ACREDITAÇÃO DOS HOSPITAIS PADRÕES DE QUALIDADE E ENFERMAGEM ACREDITAÇÃO DOS HOSPITAIS PADRÕES DE QUALIDADE E ENFERMAGEM Óbidos, Novembro 2008 Maria da Saudade de Oliveira Custódio Lopes SUMÁRIO DE APRESENTAÇÃO A Política de Qualidade para as Instituições de Saúde:

Leia mais

Cuidados no Transporte de Pacientes. Comissão de Gerenciamento de Risco HNSC

Cuidados no Transporte de Pacientes. Comissão de Gerenciamento de Risco HNSC Cuidados no Transporte de Pacientes Comissão de Gerenciamento de Risco HNSC Conceito O transporte pode ser intra ou interhospitalar. O transporte intra-hospitalar pode ser transferência temporária ou definitiva

Leia mais

Art. 1º Aprovar as Normas Reguladoras do Exercício da Acupuntura no Âmbito do Serviço de Saúde do Exercito, que com esta baixa.

Art. 1º Aprovar as Normas Reguladoras do Exercício da Acupuntura no Âmbito do Serviço de Saúde do Exercito, que com esta baixa. PORTARIA NR 07/DGP, DE 27 DE JANEIRO DE 2009 (Aprova as Normas Reguladoras do Exercício da Acupuntura no Âmbito do Serviço de Saúde do Exército) - Transcrição O CHEFE DO DEPARTAMENTO-GERAL DO PESSOAL,

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Padrão Nível 1 Uso seguro e racional de medicamentos Dimensões da qualidade Aceitabilidade, adequação e integralidade Assistência Farmacêutica

Leia mais

Programa de Estágios Curriculares na Farmácia do Hospital Moinhos de Vento

Programa de Estágios Curriculares na Farmácia do Hospital Moinhos de Vento Programa de Estágios Curriculares na Farmácia do Hospital Moinhos de Vento 1 GARANTIA DA QUALIDADE Número de estagiários por semestre: 2 (1) e Tarde (1) Conhecimento do processo da Garantia da Qualidade

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA RESPOSTA TÉCNICA COREN/SC Nº 47/CT/2015 Assunto: Administração de Radiofármaco Palavras chaves: Oncologia; Radiofármaco; Punção Venosa. I Solicitação recebida pelo Coren/SC: A punção venosa para aplicação

Leia mais

PARECER COREN-SP CT 052/2013 PRCI nº 102.600 Tickets nº 290.931, 292.084

PARECER COREN-SP CT 052/2013 PRCI nº 102.600 Tickets nº 290.931, 292.084 PARECER COREN-SP CT 052/2013 PRCI nº 102.600 Tickets nº 290.931, 292.084 Ementa: Protocolo de cirurgia segura - demarcação de lateralidade, responsabilidade da realização. 1. Do fato Enfermeiras referem

Leia mais

Projeto Hospitais de Excelência /Ministério da Saúde / Programa de Desenvolvimento e Apoio àgestão Hospital Samaritano

Projeto Hospitais de Excelência /Ministério da Saúde / Programa de Desenvolvimento e Apoio àgestão Hospital Samaritano Análise do processo de implementação de políticas na área hospitalar do Ministério da Saúde: contratualização de hospitais de ensino e filantrópicos no Brasil Projeto Hospitais de Excelência /Ministério

Leia mais

Monitoramento e Gestão de Riscos A experiência de parceiros da Vigilância Sanitária Hospital Getúlio Vargas PE

Monitoramento e Gestão de Riscos A experiência de parceiros da Vigilância Sanitária Hospital Getúlio Vargas PE 15º Encontro Nacional da Rede Sentinela Fórum Internacional de Monitoramento e Gestão de Risco Sanitário Monitoramento e Gestão de Riscos A experiência de parceiros da Vigilância Sanitária Hospital Getúlio

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO UPA TIPO III - 24 HORAS FONSECA 2013 CONTRATO DE GESTÃO SES/RJ

RELATÓRIO DE GESTÃO UPA TIPO III - 24 HORAS FONSECA 2013 CONTRATO DE GESTÃO SES/RJ RELATÓRIO DE GESTÃO UPA TIPO III - 24 HORAS FONSECA 2013 CONTRATO DE GESTÃO SES/RJ Sumário 1- A instituição 02 2- Indicadores sobre o corpo funcional 05 3- Resultados 2013 06 4- Principais Ações de Gestão

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 006/2012 CT PRCI nº 99.076/2012 e Ticket n 287.306

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 006/2012 CT PRCI nº 99.076/2012 e Ticket n 287.306 PARECER COREN-SP 006/2012 CT PRCI nº 99.076/2012 e Ticket n 287.306 Assunto: Recusa na execução de atividades delegadas por Enfermeiro devido ausência de competência técnica e garantia de segurança ao

Leia mais

PROJETO: AVALIAÇÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA BÁSICA NO ESTADO DO CEARÁ

PROJETO: AVALIAÇÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA BÁSICA NO ESTADO DO CEARÁ PROJETO: AVALIAÇÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA BÁSICA NO ESTADO DO CEARÁ OBJETIVOS OBJETIVO GERAL - Realizar um diagnóstico situacional da Assistência Farmacêutica Básica na rede pública do estado do Ceará.

Leia mais

B. Braun Avitum. Fornecedora de Sistemas em Terapia de Substituição Renal. Avitum

B. Braun Avitum. Fornecedora de Sistemas em Terapia de Substituição Renal. Avitum B. Braun Avitum Fornecedora de Sistemas em Terapia de Substituição Renal Avitum B. Braun Avitum. Sempre com Paixão. Paixão pela Vida Pois fazer a vida ficar melhor é o melhor de tudo Pois não há nada melhor

Leia mais

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação.

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação. Curso Formação Efetiva de Analístas de Processos Curso Gerenciamento da Qualidade Curso Como implantar um sistema de Gestão de Qualidade ISO 9001 Formação Profissional em Auditoria de Qualidade 24 horas

Leia mais

Atitude. (Enciclopédia Barsa 1997)

Atitude. (Enciclopédia Barsa 1997) Atitude Conceito genérico, com diferentes interpretações em psicologia, que busca explicar grande parte da conduta social frente às situações e experiências. (Enciclopédia Barsa 1997) (Autor Desconhecido)

Leia mais

PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA PAAI - 2014

PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA PAAI - 2014 I INTRODUÇÃO: PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA PAAI - 2014 O presente PAAI Plano de Auditoria Interna para o exercício de 2014 da SGCI Secretaria Geral de Controle Interno da Câmara Municipal de Domingos

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA nº 7-2010/PR

PORTARIA NORMATIVA nº 7-2010/PR PORTARIA NORMATIVA nº 7-2010/PR Implementa alteração no serviço de Assistência Hospitalar Domiciliar - AHD, no âmbito do Programa IPASGO Domiciliar e revoga PN 004-2009/PR. O Presidente do Instituto de

Leia mais

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Requisitos necessários a todos as subseções

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 623 DE 21 DE MARÇO DE 2016

RESOLUÇÃO Nº 623 DE 21 DE MARÇO DE 2016 RESOLUÇÃO Nº 623 DE 21 DE MARÇO DE 2016 Ementa: Dispõe sobre a competência legal para o exercício da manipulação de drogas antineoplásicas pela farmacêutico. O Conselho Federal de Farmácia, no exercício

Leia mais

ANEXO V COMPETÊNCIAS DEFINIDAS

ANEXO V COMPETÊNCIAS DEFINIDAS ANEXO V COMPETÊNCIAS DEFINIDAS Compete as Unidades de Saúde (básica, secundária/ambulatórios follow up): 1. Realizar a identificação das crianças que cumprem os critérios estabelecidos para recebimento

Leia mais

Por que optar por produtos Látex Free?

Por que optar por produtos Látex Free? Por que optar por produtos Látex Free? A alergia ao látex tornou-se um problema de grande preocupação médica, sendo no ano de 1.979 reconhecida como problema médico. Alguns pacientes representam grupo

Leia mais

GERENCIAMENTO de Casos Especiais

GERENCIAMENTO de Casos Especiais GERENCIAMENTO de Casos Especiais Gerenciamento de Casos Especiais.indd 1 19/10/2015 15:32:28 Gerenciamento de Casos Especiais Objetivo: Facilitar o atendimento aos clientes que apresentam dificuldades

Leia mais

Comitê Técnico Nacional de Produtos Médicos como ferramenta de Gestão. de OPME

Comitê Técnico Nacional de Produtos Médicos como ferramenta de Gestão. de OPME 1 Comitê Técnico Nacional de Produtos Médicos como ferramenta de Gestão de OPME Palestrante: Diana Indiara Ferreira Jardim diana.jardim@unimedpoa.com.br 2 Sobre as OPME, no site da ANS circula no mercado

Leia mais

PLANO DE SEDAÇÃO POR ANESTESISTAS NORMA Nº 641

PLANO DE SEDAÇÃO POR ANESTESISTAS NORMA Nº 641 Página: 1/10 1- OBJETIVO 1.1- Estabelecer as regras para a prática de sedação na instituição visando redução do risco e aumento da segurança aos pacientes do Sistema de Saúde Mãe de Deus. 1.2- Fornecer

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA Parecer Coren/SC Nº 008/CT/2015 Assunto: Solicitação de esclarecimentos quanto à competência da Enfermagem na Terapia Contínua Lenta de Substituição Renal (Hemodiafiltração veno-venosa contínua HVVC) I

Leia mais

Curso de Aperfeiçoamento em Medicina Oral e Odontologia Hospitalar

Curso de Aperfeiçoamento em Medicina Oral e Odontologia Hospitalar MINISTÉRIO DA SAÚDE HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA Curso de Aperfeiçoamento em Medicina Oral e Odontologia Hospitalar JUSTIFICATIVA A Promoção de saúde só será completa

Leia mais

- organização de serviços baseada nos princípios de universalidade, hierarquização, regionalização e integralidade das ações;

- organização de serviços baseada nos princípios de universalidade, hierarquização, regionalização e integralidade das ações; PORTARIA N 224/MS, DE 29 DE JANEIRO DE 1992. item 4.2 alterada(o) por: Portaria nº 147, de 25 de agosto de 1994 O Secretário Nacional de Assistência à Saúde e Presidente do INAMPS, no uso das atribuições

Leia mais

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR Pelo presente termo de compromisso, de um lado a Secretaria de Estado da Saúde do Estado do Rio de Janeiro/ Fundo Estadual de Saúde, com endereço

Leia mais

O PAPEL DO ENFERMEIRO NO COMITÊ TRANSFUSIONAL

O PAPEL DO ENFERMEIRO NO COMITÊ TRANSFUSIONAL O PAPEL DO ENFERMEIRO NO COMITÊ TRANSFUSIONAL HEMOCENTRO DE BELO HORIZONTE 2015 TRANFUSÃO SANGUÍNEA BREVE RELATO Atualmente a transfusão de sangue é parte importante da assistência à saúde. A terapia transfusional

Leia mais

Cruz Azul de São Paulo

Cruz Azul de São Paulo Cruz Azul de São Paulo RUZ AZUL DE SÃO PAULO GERENCIAMENTO DE RISCO Ações preventivas, corretivas, análises e gerenciamento! Patrícia Mara Molina Gerente da Qualidade Cruz Azul de São Paulo RUZ AZUL DE

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 07/2015. Consultor Programa Nacional de Gestão de Custos Ciências da Saúde

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 07/2015. Consultor Programa Nacional de Gestão de Custos Ciências da Saúde TERMO DE REFERÊNCIA Nº 07/2015 Consultor Programa Nacional de Gestão de Custos Ciências da Saúde Intervenção Sistêmica para Implantação da Gestão de Custos em Unidades Hospitalares do SUS Projeto QualiSUS

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 04/2014 CONSULTOR PROGRAMA NACIONAL DE GESTÃO DE CUSTOS - SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 04/2014 CONSULTOR PROGRAMA NACIONAL DE GESTÃO DE CUSTOS - SISTEMAS DE INFORMAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA Nº 04/2014 CONSULTOR PROGRAMA NACIONAL DE GESTÃO DE CUSTOS - SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Intervenção Sistêmica para Implantação da Gestão de Custos em Unidades Hospitalares do Sistema Único

Leia mais

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS PROJETO PEDAGÓGICO I OBJETIVOS

Leia mais

Reunião de integração aos trabalhos

Reunião de integração aos trabalhos Reunião de integração aos trabalhos 16 de junho de 2015 HU-UFJF integra a 2ª fase de um processo de capacitação para construção dos planos diretores ao lado de outros 14 HUFs Metodologia do Planejamento

Leia mais

Gerenciamento da Desospitalizaçãode Pacientes Crônicos. Palestrante: Enfª Patricia Silveira Rodrigues

Gerenciamento da Desospitalizaçãode Pacientes Crônicos. Palestrante: Enfª Patricia Silveira Rodrigues Gerenciamento da Desospitalizaçãode Pacientes Crônicos Palestrante: Enfª Patricia Silveira Rodrigues WHO Agence de Santé Publique du Canada Preventing Chronic Diseases a vital investment. As doenças crônicas

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA X RESULTADOS. IV CURSO DE GESTÃO DE QUALIDADE BOS SOROCABA 25 de Outubro de 2013

GESTÃO ESTRATÉGICA X RESULTADOS. IV CURSO DE GESTÃO DE QUALIDADE BOS SOROCABA 25 de Outubro de 2013 GESTÃO ESTRATÉGICA X RESULTADOS IV CURSO DE GESTÃO DE QUALIDADE BOS SOROCABA 25 de Outubro de 2013 Pode dizer-me que caminho devo tomar? Isto depende do lugar para onde você quer ir. (Respondeu com muito

Leia mais

Relatório de Conclusão do Estágio Curricular III Serviços Hospitalares

Relatório de Conclusão do Estágio Curricular III Serviços Hospitalares 1 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Enfermagem THAÍLA TANCCINI Relatório de Conclusão do Estágio Curricular III Serviços Hospitalares Porto Alegre 2011 2 THAÍLA TANCCINI Relatório de

Leia mais

PARECER COREN-SP 014/2014 CT PRCI n 103.895 Tickets nº 317.307

PARECER COREN-SP 014/2014 CT PRCI n 103.895 Tickets nº 317.307 PARECER COREN-SP 014/2014 CT PRCI n 103.895 Tickets nº 317.307 Ementa: Autonomia do Enfermeiro para assinar alta por abandono do tratamento ambulatorial em Psiquiatria. 1. Do fato Enfermeira que atua em

Leia mais