ESTRATÉGIAS DE REPRODUÇÃO DO CAPITAL E AS NOVAS ESPACIALIDADES URBANAS: O COMÉRCIO DE AUTO-SERVIÇO EM UBERLÂNDIA (MG)

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1 GEISA DAISE GUMIERO CLEPS ESTRATÉGIAS DE REPRODUÇÃO DO CAPITAL E AS NOVAS ESPACIALIDADES URBANAS: O COMÉRCIO DE AUTO-SERVIÇO EM UBERLÂNDIA (MG) Rio Claro (SP) 2005

2 1 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Instituto de Geociências e Ciências Exatas Campus de Rio Claro ESTRATÉGIAS DE REPRODUÇÃO DO CAPITAL E AS NOVAS ESPACIALIDADES URBANAS: O COMÉRCIO DE AUTO-SERVIÇO EM UBERLÂNDIA (MG) Geisa Daise Gumiero Cleps Orientador: Prof. Dr. Pompeu Figueiredo de Carvalho Tese de Doutorado elaborada junto ao Curso de Pós-Graduação em Geografia - Área de Concentração em Organização do Espaço, para obtenção do Título de Doutor em Geografia. Rio Claro (SP) 2005

3 G Cleps, Geisa Daise Gumiero C628c Estratégias de reprodução do capital e as novas espacialidades urbanas: o comércio de auto- serviço em Uberlândia MG / Geisa Daise Gumiero Cleps. Rio Claro : [s.n.], f. : il., gráfs., tabs., fots., mapas Tese (doutorado) Universidade Estadual Paulista, Instituto de Geociências e Ciências Exatas Orientador: Pompeu Figueiredo de Carvalho 1. Geografia comercial Brasil. 2. Comércio. 3. Hipermercados. 4. Novas centralidades. 5. Espaço urbano. 6. Cidades I. Título. Ficha Catalográfica elaborada pela STATI Biblioteca da UNESP Campus de Rio Claro/SP

4 2 COMISSÃO EXAMINADORA Prof. Dr Pompeu Figueiredo de Carvalho (Orientador) Profa. Dra. Beatriz Ribeiro Soares Profa. Dra. Silvia Aparecida Guarniere Ortigoza Prof. Dr. Roberto Braga Prof. Dr. José Francisco - aluno(a)- Geisa Daise Gumiero Cleps Rio Claro, 05 de maio de 2005 Resultado:

5 3 Ao JOÃO, companheiro e amigo, com todo o meu carinho. Ao meu querido e pequeno rapazinho, JOÃO GABRIEL, presente do paizinho do céu, razão do meu viver que, na sua pureza de coração, ensinou-me a admirar o orvalho da manhã e o pôr- do- sol, fazendo-me acreditar num amanhã melhor do que hoje. Mesmo sabendo que este trabalho jamais compensará minhas ausências, às vezes nos momentos mais importantes da nossa convivência, esta dedicatória vale também como um pedido de desculpa e de demonstração do meu amor.

6 4 AGRADECIMENTOS À minha família pela compreensão e paciência em todos os momentos em que me ausentei do lar enquanto mãe, mulher, filha e irmã. Ao João, companheiro e amigo, que desde o mestrado incentivou-me e ajudou-me em todas as horas, especialmente nas mais difíceis. Mais do que companheiro de jornada, pai e colega de trabalho, ele sempre esteve presente nas pesquisas e na busca de materiais que pudessem me ser útil. Aos meus pais, Antonio e Angelina, que sempre me apoiaram e que vêem na conclusão deste trabalho a realização de um sonho de infância. Obrigado pelo carinho, pelos constantes incentivos, pela formação e pelo amor com que vocês me criaram. Ao meu irmão José Luis que, durante todo este período, tem procurado suprir minha ausência junto aos nossos pais. Em especial, quero agradecer ao Prof. Dr. Pompeu Figueiredo de Carvalho pelo estímulo intelectual, pela confiança depositada em nosso trabalho, pela compreensão demonstrada num momento de extrema dificuldade, quando nos ensinou um novo caminho: o da amizade e da tolerância, os quais nos proporcionaram um amadurecimento não só científico, mas, acima de tudo, de respeito ao próximo. Obrigada, professor, pelas importantes sugestões durante o exame de qualificação, pela eficiente e paciente orientação, pela sua dedicação e cavalheirismo tão difícieis de encontrar nos dias de hoje. Agradeço todo o esforço e empenho da Profa. Dra. Lucia Helena Gerardi que assumiu nossa orientação por um determinado tempo, curto, mas suficiente para mostrarnos o verdadeiro sentido da palavra amizade, respeito e confiança. Aproveito para agradecer também ao Prof. Dr. Adler Viadana que, mesmo sem conhecer-nos o suficiente, também contribui para que o processo de doutoramento tivesse continuidade.

7 5 Ao Prof. Dr. Roberto Braga, do Departamento de Planejamento Territorial e Geoprocessamento, da Unesp de Rio Claro, pelas importantes sugestões durante a realização do exame de qualificação. Aos colegas do Instituto de Geografia da Universidade Federal de Uberlândia que nos incentivaram, em especial à Profa. Dra. Beatriz Ribeiro Soares, pelas sugestões de leituras, pelas importantes discussões sobre o urbano e pelas longas conversas que tanto contribuíram para a realização do trabalho; ao Prof. Dr. Willian Rodrigues Ferreira pelos esclarecimentos sobre as políticas públicas praticadas no urbano de Uberlândia. Ao Prof. Dr. Silvio Carlos Rodrigues, colega com o qual dividimos a sala de trabalho e que, por tantas vezes, ouviu lamentações, partilhou de dúvidas e, no final do trabalho, auxiliou-nos na impressão de mapas. Ao Prof. Ms. Sylvio Luiz Andreozzi pelas contribuições e o apoio prestado, principalmente durante sua estadia em Rio Claro. À amiga, Profa. Dra. Silvia Aparecida Ortigoza, do Departamento de Geografia da Unesp de Rio Claro, que muito contribuiu nas discussões sobre o tema, sobretudo na indicação de leituras e obras. À Universidade Federal de Uberlândia, na pessoa do pró-reitor de pós-graduação, Prof. Dr. Eduardo Nunes Guimarães, pelo auxílio na confecção dos exemplares do trabalho. À Lúcia, Janete e Mizmar, do Instituto de Geografia, pelo carinho e atenção durante todos esses anos e, ainda, pela colaboração na realização de ligações telefônicas, envio de correspondências e fax, pelos cafezinhos e fornecimento de materiais de consumo que tanto nos ajudaram na realização da pesquisa. Aos técnicos da seção de Pós-Graduação que sempre nos auxiliaram, especialmente à Valéria e à Eliana pela atenção e competência demonstrada durante os anos de mestrado e doutorado. Às bibliotecárias: Moema, Mônica, Nilza e Márcia pela ajuda toda vez que foram por nós requisitadas.

8 6 Ao Rodrigo pela paciência demonstrada frente às nossas exigências no processo de confecção dos mapas, ao Guilherme (o Gui) que tantas vezes nos ajudou a resolver os problemas de informática e elaborou conosco as páginas iniciais de alguns capítulos; à Jureth e ao Eduardo pelo auxílio na montagem de várias figuras que ilustram o trabalho; e ao Eduardo Moraes, do setor de Divisão Gráfica da UFU, pela preciosa ajuda na montagem dos exemplares. À Profa. Sonia Maria Guimarães de Oliveira que, desde o processo de qualificação do mestrado, tem contribuído com indispensáveis sugestões, correções gramaticais e ortográficas que auxiliam o entendimento e a leitura de nossos trabalhos. A todos os empresários, gerentes de marketing, diretores executivos e funcionários das redes varejistas que atuam no Brasil, principalmente em Uberlândia, agradeço a atenção dispensada, os esclarecimentos e as informações prestadas. Quero destacar a preciosa colaboração da Rede Valor, pertencente ao Grupo Peixoto, especialmente ao Sr. Paulo Henrique Dini que, com extenso conhecimento e experiência, deu-nos uma verdadeira aula sobre o varejo brasileiro. Ao Engenheiro Rogério, da Secretaria de Trânsito e Transporte, à Ivone, Maria Cristina e Gilmar, da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano da Prefeitura Municipal de Uberlândia, pelos esclarecimentos e pelo fornecimento de mapas, fotos e figuras que tanto contribuíram para a análise das transformações do espaço urbano uberlandense. À Isabella que conosco partilha a paixão pelo tema. A todos aqueles que, direta ou indiretamente, confiaram na realização deste trabalho, deixo registrado o meu muito obrigada.

9 7 O PORTAL O homem, ao elaborar um objeto arquitetônico, confina-se com muros e espaços até então inexistentes: encerra uma parcela abstrata do cosmos infinito, criando um universo significante e finito. A soleira da porta é a fronteira que delimita estes mundos e representa o ponto de passagem do natural para o particular. O portal é um momento energético que celebra o ato de entrada do fora para o dentro, do vazio para o contido e é o local mágico onde se conjugam os mistérios próprios da natureza e com aqueles produzidos pelos sentimentos do homem em seus domínios. Sabe-se que a excelência de ambos os ambientes será sempre um fator determinante na formação físico/espiritual do ser humano. Qual deles influi, fundamentalmente, na qualidade da sua vida? O espaço externo, representado pela natureza, ou o espaço interno da arquitetura, criado pelo homem? A tentativa de dar uma resposta a esta indagação se revela na observação sensível do poeta persa Dijalal al- Rumi, escrita no início do século XIII. Ele relata a história de uma princesa. É primavera. A nobre e sábia senhora, parada na soleira da porta de seu palácio, contempla os seus jardins. Um servo se aproxima respeitosamente e exclama: Alteza, olhe lá fora a beleza da paisagem, é um milagre feito por Deus! Ela então replica: Estou de acordo, mas olhe para dentro e verás onde Ele mora. Casé, Paulo. A cidade desvendada: reflexões e polêmicas sobre o espaço urbano.rio de Janeiro: Ediouro, 2000, p.18.

10 8 SUMÁRIO ÍNDICE ÍNDICE DE TABELAS ÍNDICE DE QUADROS ÍNDICE DE GRÁFICOS ÍNDICE DE MAPAS ÍNDICE DE FIGURAS RESUMO ABSTRACT INTRODUÇÃO CAPÍTULO I O COMÉRCIO NO CONTEXTO DAS CIDADES E DA GLOBALIZAÇÃO ECONÔMICA CAPÍTULO II - O COMÉRCIO, O CONSUMO E A DISTRIBUIÇÃO: AS RELAÇÕES COM A PRODUÇÃO DO ESPAÇO NO CAPITALISMO CAPÍTULO III AS ESTRATÉGIAS DAS PEQUENAS REDES DE VAREJO FRENTE À EXPANSÃO E À CONCENTRAÇÃO DOS GRANDES GRUPOS DE DISTRIBUIÇÃO NO BRASIL CAPÍTULO IV UBERLÂNDIA E A FORMAÇÃO DA REDE URBANA DO TRIÂNGULO MINEIRO CAPÍTULO V O COMÉRCIO DE UBERLÂNDIA E AS NOVAS ESPACIALIDADES URBANAS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS ANEXOS

11 9 ÍNDICE INTRODUÇÃO CAPÍTULO I - O COMÉRCIO NO CONTEXTO DAS CIDADES E DA GLOBALIZAÇÃO ECONÔMICA A PRODUÇÃO DA CIDADE: ALGUMAS REFLEXÕES O ESPAÇO URBANO E O PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO ECONÔMICA A APROPRIAÇÃO DO ESPAÇO URBANO E A ATIVIDADE COMERCIAL NAS METRÓPOLES AS CIDADES E OS LUGARES DO COMÉRCIO CAPÍTULO II - O COMÉRCIO, O CONSUMO E A DISTRIBUIÇÃO: AS RELAÇÕES COM A PRODUÇÃO DO ESPAÇO NO CAPITALISMO O DESENVOLVIMENTO DO COMÉRCIO NAS CIDADES A LÓGICA SOCIAL DO CONSUMO O COMÉRCIO E A DISTRIBUIÇÃO AS NOVAS FORMAS DE DISTRIBUIÇÃO: OS SUPERMERCADOS E OS HIPERMERCADOS A EXPANSÃO E A DINÂMICA ATUAL DOS HIPERMERCADOS NO BRASIL CAPÍTULO III - AS ESTRATÉGIAS DAS PEQUENAS REDES DE VAREJO FRENTE À EXPANSÃO E À CONCENTRAÇÃO DOS GRANDES GRUPOS DE DISTRIBUIÇÃO NO BRASIL AS PRINCIPAIS ESTRATÉGIAS COMERCIAIS E EMPRESARIAIS DOS GRANDES GRUPOS DE AUTO-SERVIÇO QUE ATUAM NO BRASIL OS PRINCIPAIS GRUPOS DE HIPERMERCADOS E A FORMAÇÃO DE REDES Rede Wal-Mart Grupo Pão de Açúcar Grupo Carrefour Rede Sonae Rede Bompreço Hipermercados Sendas O MOVIMENTO DAS PEQUENAS EMPRESAS DO AUTO-SERVIÇO NO CONTEXTO ATUAL

12 10 CAPÍTULO IV - UBERLÂNDIA E A FORMAÇÃO DA REDE URBANA DO TRIÂNGULO MINEIRO A ATIVIDADE COMERCIAL E A FORMAÇÃO REGIONAL DO TRIÂNGULO MINEIRO O Abastecimento das Gerais e o Surgimento do Comércio O Desenvolvimento do Comércio na Região do Triângulo Mineiro A INFLUÊNCIA DE UBERLÂNDIA NO DESENVOLVIMENTO DA REDE URBANA DO TRIÂNGULO MINEIRO A FORMAÇÃO DE UBERLÂNDIA E A IMPORTÂNCIA DO COMÉRCIO ATACADISTA CAPÍTULO V - O COMÉRCIO DE UBERLÂNDIA E AS NOVAS ESPACIALIDADES URBANAS O SETOR TERCIÁRIO NA CIDADE DE UBERLÂNDIA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES A PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO DE UBERLÂNDIA E AS POLÍTICAS PÚBLICAS DE PLANEJAMENTO O DESENVOLVIMENTO ATUAL DO COMÉRCIO DE UBERLÂNDIA E A FORMAÇÃO DE NOVAS ESPACIALIDADES URBANAS As Formas de Abastecimento e os Atuais Estabelecimentos do Comércio Varejista da Cidade de Uberlândia Supermercados Irmãos Bretas: Um Exemplo de Localização Estratégica O Pratic Center, o Griff Shopping e o CDN: Precursores de Novas Espacialidades AS REDES DE ASSOCIAÇÕES DE SUPERMERCADOS EM UBERLÂNDIA A Rede Smart de Supermercados A Rede Valor de Supermercados O COMPLEXO CENTER SHOPPING E A CONCENTRAÇÃO DO COMÉRCIO E 259 DOS SERVIÇOS EM UBERLÂNDIA CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS ANEXOS... ANEXO I PLANILHA DOS BAIRROS INTEGRADOS POR SETORES, PMU ANEXO II SEDUR: DIVISÃO DE PLANEJAMENTO SOCIAL; DADOS POPULACIONAIS ESTIMATIVA/ 2003 ZONA URBANA ANEXO III PLANO DIRETOR DE UBERLÂNDIA, LEI COMPLEMENTAR Nº 078 DE 27/04/ ANEXO IV NÚMERO DE VEÍCULOS QUE CIRCULAM PELOS PRINCIPAIS CRUZAMENTOS EXISTENTES NA AVENIDA JOÃO NAVES DE ÁVILA, NO ENTORNO DO COMPLEXO CENTER SHOPPING E CENTRO ADMINISTRATIVO

13 11 ÍNDICE DE TABELAS TABELA 1 BRASIL: PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS NO FATURAMENTO DO AUTO-SERVIÇO, (%) TABELA 2 CLASSIFICAÇÃO DAS DEZ MAIORES EMPRESAS DO SETOR DE AUTO-SERVIÇO QUE ATUAM NO BRASIL TABELA 3 BRASIL: LOCALIZAÇÃO E NÚMERO DE LOJAS DO AUTO-SERVIÇO POR ESTADOS TABELA 4 BRASIL: EVOLUÇÃO DAS REDES E ASSOCIAÇÕES DE SUPERMERCADOS, TABELA 5 UBERLÂNDIA: POPULAÇÃO ABSOLUTA, POPULAÇÃO URBANA E POPULAÇÃO RURAL, TABELA 6 UBERLÂNDIA: RELAÇÃO PERCENTUAL DAS TAXAS DE URBANIZAÇÃO, TABELA 7 LOCALIZAÇÃO DAS REGIONAIS E NÚMERO DE LOJAS ASSOCIADAS À REDE VALOR

14 12 ÍNDICE DE QUADROS QUADRO 1 BRASIL: PRIMEIROS SUPERMERCADOS IMPLANTADOS NAS UNIDADES FEDERATIVAS QUADRO 2 BRASIL: EMPRESAS LÍDERES DO SETOR SUPERMERCADISTA, POR FATURAMENTO BRUTO QUADRO 3 PRINCIPAIS FUSÕES E AQUISIÇÕES EMPRESARIAIS DO AUTO-SERVIÇO BRASILEIRO ( ) QUADRO 4 LOCALIZAÇÃO DAS PRINCIPAIS REDES DE HIPERMERCADOS QUE ATUAM NO BRASIL, POR ESTADOS EM QUADRO 5 CLASSIFICAÇÃO DAS DEZ MAIORES EMPRESAS DO SETOR DE AUTO-SERVIÇO LOCALIZADAS NA REGIÃO SUDESTE QUADRO 6 CLASSIFICAÇÃO DAS DEZ MAIORES EMPRESAS DO SETOR COM SEDE EM MINAS GERAIS QUADRO 7 TRIÂNGULO MINEIRO ALTO PARANAÍBA: CLASSIFICAÇÃO DAS MELHORES EMPRESAS SUPERMERCADISTAS NO RANKING DA ABRAS, EM QUADRO 8 LOCALIZAÇÃO E NÚMERO DE LOJAS DA REDE WAL-MART QUADRO 9 LOCALIZAÇÃO DAS LOJAS DA REDE PÃO DE AÇÚCAR NO ESTADO DE SÃO PAULO QUADRO 10 LOCALIZAÇÃO E NÚMERO DE LOJAS DO GRUPO CARREFOUR 2004, POR MODALIDADE QUADRO 11 LOCALIZAÇÃO E NÚMERO DE HIPERMERCADOS CARREFOUR NO BRASIL QUADRO 12 LOCALIZAÇÃO, NÚMERO DE LOJAS E BANDEIRAS DO GRUPO SONAE

15 13 QUADRO 13 LOCALIZAÇÃO E NÚMERO DE LOJAS BOMPREÇO NO BRASIL 2004, POR MODALIDADES QUADRO 14 CLASSIFICAÇÃO DAS REDES E ASSOCIAÇÕES DE NEGÓCIOS, POR FATURAMENTO BRUTO QUADRO 15 IMPLANTAÇÃO DAS PRINCIPAIS REDES DE CIRCULAÇÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO, QUADRO 16 MESORREGIÃO GEOGRÁFICA TRIÂNGULO MINEIRO/ALTO PARANAÍBA - CLASSES DE CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO URBANA DOS MUNICÍPIOS COM POPULAÇÃO URBANA SUPERIOR A 10 MIL HABITANTES: / QUADRO 17 HIERARQUIA URBANA DO TRIÂNGULO MINEIRO: REGIÃO DE INFLUÊNCIA DE UBERLÂNDIA QUADRO 18 REDE URBANA BRASILEIRA QUADRO 19 BRASIL: POPULAÇÃO TOTAL, URBANA E RURAL, POR ESTADOS DA REGIÃO SUDESTE, 1980/1991/ QUADRO 20 CIDADES MINEIRAS: PARTICIPAÇÃO DOS SETORES ECONÔMICOS NO PIB PER CAPITA QUADRO 21 BRASIL: MAIORES EMPRESAS DO SETOR ATACADISTA, POR FATURAMENTO BRUTO EM QUADRO 22 UBERLÂNDIA: TOTAL DE EMPRESAS FORMAIS POR SUB-SETORES DE ATIVIDADE ECONÔMICA, QUADRO 23 UBERLÂNDIA: ESTRUTURA BANCÁRIA EXISTENTE EM QUADRO 24 UBERLÂNDIA: BAIRROS INTEGRADOS, POR SETORES QUADRO 25 UBERLÂNDIA: DADOS POPULACIONAIS DOS BAIRROS INTEGRADOS, POR SETORES

16 14 QUADRO 26 ZONAS DE PLANEJAMENTO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE UBERLÂNDIA QUADRO 27 PRINCIPAIS EMPRESAS VAREJISTAS DE UBERLÂNDIA (MG), QUADRO 28 IRMÃOS BRETAS: LOCALIZAÇÃO DAS REGIONAIS E LOJAS DE ABRANGÊNCIA QUADRO 29 PRATIC CENTER PRINCIPAIS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E DE SERVIÇOS QUADRO 30 NÚMERO DE LOJAS ASSOCIADAS Á REDE SMART, POR ESTADO E PÓLOS REGIONAIS QUADRO 31 REDE SMART: LOCALIZAÇÃO E NÚMERO DE LOJAS ASSOCIADAS, PÓLO TRIÂNGULO MINEIRO QUADRO 32 REGIONAL MINAS GERAIS: LOCALIZAÇÃO E NÚMERO DE LOJAS ASSOCIADAS À REDE VALOR, EM QUADRO 33 CENTER SHOPPING PRINCIPAIS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E DE SERVIÇOS

17 15 ÍNDICE DE GRÁFICOS GRÁFICO 1 PARTICIPAÇÃO DAS REGIÕES SOBRE O FATURAMENTO DAS LOJAS, 2003 (EM %) GRÁFICO 2 PARTICIPAÇÃO DAS REGIÕES SOBRE O NÚMERO DE LOJAS (EM %) GRÁFICO 3 BRASIL: NÚMERO DE LOJAS DE AUTO-SERVIÇO EM OPERAÇÃO, (EM MIL UNIDADES) GRÁFICO 4 BRASIL: EVOLUÇÃO DA ÁREA DE VENDAS DO SETOR DE AUTO-SERVIÇO, (EM MILHÕES DE M2) GRÁFICO 5 BRASIL: FATURAMENTO DO SETOR DE AUTO-SERVIÇO VAREJISTA (EM BILHÕES DE DÓLARES) GRÁFICO 6 AUTO-SERVIÇO: PRINCIPAIS FORMAS DE PAGAMENTO, (%) GRÁFICO 7 BRASIL: EVOLUÇÃO DAS VENDAS DE PRODUTOS DE MARCA PRÓPRIA, (EM %) GRÁFICO 8 BRASIL: COMPARATIVO ENTRE O NÚMERO DE LOJAS DO AUTO-SERVIÇO E DE SUPERMERCADOS, (EM MIL LOJAS) GRÁFICO 9 BRASIL: EVOLUÇÃO DAS VENDAS DOS HIPERMERCADOS, (EM BILHÕES DE DÓLARES) GRÁFICO 10 BRASIL: LOCALIZAÇÃO DAS SEDES DAS REDES E ASSOCIAÇÕES DE AUTO- SERVIÇO, POR ESTADOS 2004 (EM %) GRÁFICO 11 REDES E ASSOCIAÇÕES: PARTICIPAÇÃO SOBRE AS VENDAS, POR ESTADOS 2003 (EM %) GRÁFICO 12 BRASIL: NÚMERO DE LOJAS DE AUTO-SERVIÇO ASSOCIADAS EM 2003, POR ESTADOS (EM %) GRÁFICO 13 PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS DA REGIÃO SUDESTE NA POPULAÇÃO TOTAL DO BRASIL 1970/1980/1991/

18 16 GRÁFICO 14 EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO DE UBERLÂNDIA (MG), (EM MILHÕES DE HABITANTES) GRÁFICO 15 UBERLÂNDIA: PARTICIPAÇÃO DOS SETORES ECONÔMICOS NO PIB 2000 (EM %) GRÁFICO 16 UBERLÂNDIA: PARTICIPAÇÃO DO PESSOAL OCUPADO POR SETORES DA ECONOMIA, (EM%) GRÁFICO 17 PARTICIPAÇÃO DOS SEGMENTOS ECONÔMICOS NA ARRECADAÇÃO DO ICMS GRÁFICO 18 EVOLUÇÃO DO FATURAMENTO DOS SUPERMERCADOS IRMÃOS BRETAS, (EM MILHÕES DE REAIS)

19 17 ÍNDICE DE MAPAS MAPA 1 BRASIL: LOCALIZAÇÃO DOS HIPERMERCADOS DA REDE PÃO DE AÇÚCAR MAPA 2 LOCALIZAÇÃO DOS HIPERMERCADOS DA REDE PÃO DE ACÚCAR NO ESTADO DE SÃO PAULO MAPA 3 BRASIL: LOCALIZAÇÃO DOS HIPERMERCADOS CARREFOUR MAPA 4 BRASIL: LOCALIZAÇÃO DAS LOJAS DO GRUPO SONAE MAPA 5 BRASIL: LOCALIZAÇÃO DAS LOJAS DA REDE BOMPREÇO MAPA 6 MESORREGIÃO GEOGRÁFICA TRIÂNGULO MINEIRO/ALTO PARANAÍBA MAPA 7 MESORREGIÕES GEOGRÁFICAS TRIÂNGULO MINEIRO/ALTO PARANAÍBA E SUL GOIANO: PRINCIPAIS EIXOS VIÁRIOS MAPA 8 ÁREA DE INFLUÊNCIA DA CIDADE DE UBERLÂNDIA (MG) E A HIERARQUIA URBANA REGIONAL MAPA 9 REGIÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO E ALTO PARANAÍBA: ÁREA SE INFLUÊNCIA DA CIDADE DE UBERLÂNDIA (MG) MAPA 10 MINAS GERAIS: LOCALIZAÇÃO DAS CIDADES COM POPULAÇÃO SUPERIOR A 50 MIL HABITANTES, EM MAPA 11 SETOR CENTRAL DE UBERLÂNDIA: PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS URBANOS, DÉCADA DE MAPA 12 UBERLÂNDIA MG: DIVISÃO EM SETORES MAPA 13 LOCALIZAÇÃO DAS LOJAS DE AUTO-SERVIÇO EM UBERLÂNDIA (MG) 2004, (POR BAIRROS)

20 18 MAPA 14 IRMÃOS BRETAS FILHOS E CIA. LTDA.: LOCALIZAÇÃO E NÚMERO DE LOJAS MAPA 15 BRASIL: LOCALIZAÇÃO E NÚMERO DE LOJAS ASSOCIADAS À REDE SMART MAPA 16 LOCALIZAÇÃO DAS LOJAS ASSOCIADAS À REDE SMART, PÓLO TRIÂNGULO MINEIRO MAPA 17 BRASIL: LOCALIZAÇÃO E NÚMERO DE LOJAS ASSOCIADAS À REDE VALOR MAPA 18 LOCALIZAÇÃO E NÚMERO DE LOJAS ASSOCIADAS À REDE VALOR EM MINAS GERAIS MAPA 19 UBERLÂNDIA: LOCALIZAÇÃO E NÚMERO DE LOJAS ASSOCIADAS À REDE VALOR MAPA 20 UBERLÂNDIA MG: MAPA DE USO E OCUPÇÃO DO SOLO MAPA 21 UBERLÂNDIA MG: MAPA DE USO E OCUPÇÃO DO SOLO

21 19 ÍNDICE DE FIGURAS FIGURA 1 HIPERMERCADO CARREFOUR DE UBERLÂNDIA (MG)-VISTA LATERAL FIGURA 2 HIPERMERCADO MERCADORAMA, AVENIDA SÃO PAULO MARINGÁ (PR) FIGURA 3 HIPERMERCADO BIG, AVENIDA TUIUTI MARINGÁ (PR) FIGURA 4 REGIÃO DO ENTORNO DO SHOPPING CENTER FIGURA 5 FOTO AÉREA DA CIDADE DE UBERLÂNDIA EM FIGURA 6 PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS URBANOS IMPLANTADOS NO SETOR CENTRAL DA CIDADE FIGURA 7 UBERLÂNDIA: ANTIGA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DA MOGIANA CONSTRUÍDA EM FIGURA 8 ANTIGO LEITO DA ESTRADA DE FERRO MOGIANA AV. FLORIANO PEIXOTO COM JOÃO NAVES DE ÁVILA FIGURA 9 EIXOS DE ESTRUTURAÇÃO URBANA PLANO DIRETOR DE UBERLÂNDIA PMU, FIGURA 10 ESTRUTURAÇÃO URBANA PROPOSTA PELO PLANO DIRETOR DE UBERLÂNDIA PMU, FIGURA 11 PLANTA DO PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DE NOVA VIA DE TRANSPORTE SOBRE A AVENIDA RONDON PACHECO E AVENIDA JOÃO NAVES FIGURA 12 VISTA PARCIAL DA LOJA MAKRO DE UBERLÂNDIA FIGURA 13 CENTRAL DE ABASTECIMENTO DE MINAS GERAIS UNIDADE UBERLÂNDIA

22 20 FIGURA 14 VISTA PARCIAL DO SHOPPING CENTER SUL LOCALIZADO NA AVENIDA FERNANDO VILELA COM A AVENIDA ARTHUR BERNARDES, BAIRRO MARTINS (SETOR CENTRAL) FIGURA 15 SHOPPING CENTER SUL: VISTA LATERAL - AVENIDA ARTHUR BERNARDES FIGURA 16 UBERLÂNDIA: LOJAS DA REDE SE SUPERMERCADOS BRETAS FIGURA 17 VISTA PARCIAL DO TERMINAL CENTRAL FIGURA 18 VISTA PARCIAL DO SHOPPING POPULAR AVENIDA JOÃO PESSOA FIGURA 19 ENTRADA PRINCIPAL DO PRATIC CENTER AVENDA JPÃO NAVES DE ÁVILA FIGURA 20 ENTRADA PRINCIPAL DO GRIFF SHOPPING AVENIDA RONDON PACHECO FIGURA 21 VISTA PARCIAL DO CENTRO DE NEGÓCIOS CDN (BUSINESS CENTER ) FIGURA 22 EMPÓRIO VIDA: SUPERMERCADO DE VIZINHANÇA ASSOCIADO À REDE SMART, BAIRRO SANTA MÔNICA, SETOR LESTE, UBERLÂNDIA (MG), FIGURA 23 SUPERMERCADO LISBOA: ASSOCIADO À REDE SMART, SANTO ANASTÁCIO (SP), FIGURA 24 SUPERMERCADO DANYELLA ASSOCIADO À REDE VALOR (SETOR OESTE) FIGURA 25 VISTA AÉREA DA CIDADE DE UBERLÂNDIA FIGURA 26 VISTA AÉREA DA CIDADE DE UBERLÂNDIA FIGURA 27 COMPLEXO CENTER SHOPPING: HOTEL PLAZA SHOPPING, CENTER CONVENTION E O HIPERMERCADO CARREFOUR 269 FIGURA 28 PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS URBANOS LOCALIZADOS NAS AVENIDAS JOÃO NAVES DE ÁVILA E RONDON PACHECO

23 21 RESUMO Estudando a história do comércio vemos que a localização sempre foi considerada como um pré-requisito para a sua instalação. Por isso, o comércio sempre ocupou um lugar estratégico no espaço das cidades. Atualmente, em função das importantes transformações que têm ocorrido com o sistema produtivo mundial, têm-se novas modalidades comerciais que necessitam de grandes áreas para se instalarem. Na busca de novos espaços, antes considerados periféricos, as grandes redes de comércio criam novas espacialidades urbanas, novas centralidades ligadas à natureza das trocas de mercadorias, valorizam áreas no seu entorno. Como manifestação das necessidades de diferentes sociedades e em diferentes momentos, o desenvolvimento do comércio varejista deu-se de forma espontânea. De uma função social a uma função econômica, o comércio foi inventando e adotando novas técnicas, expandindo, incorporando e promovendo mudanças nas relações de troca e, principalmente, no espaço onde elas ocorrem. Nesse sentido, este trabalho propõe-se a analisar as novas espacialidades urbanas criadas a partir da instalação de grandes superfícies comerciais, em especial dos hipermercados, no Brasil e na cidade de Uberlândia, Minas Gerais. Considerada como uma cidade média, com mais de 578 mil habitantes, no início de 2005, após a instalação do Hipermercado Carrefour e do Shopping Center, a cidade passou a apresentar um novo centro comercial, de consumo, de serviços, de idéias, de lazer, de valores sociais e culturais. Palavras-chave: comércio, hipermercados, novas espacialidades, espaço urbano, Uberlândia (MG).

24 22 ABSTRACT Studying the history of commerce, we note that the localization has invariably been a prerequisite for its installation. Because of this, commerce has always occupied a strategic place in city space. Nowadays, due to important changes that have taken place in the global production system, new commercial concepts have arisen that requires large areas for their installation. In search of new areas, previously considered as outlying, large commercial networks create new urban spaces, increase the value of surrounding land and new centers that are appropriate for the nature of the enterprise. Demonstrating the needs of different societies and on different occasions, the developments of retail commerce came about spontaneously. From social to economic functions, commerce invented and adopted new commercial techniques, expanding, incorporating and promoting changes in exchange relationship and principally, in the areas where these changes occur. Within this aspect, this study proposes to analyze the new urban spaces that have been created as a result of large commercial areas, especially the hypermarkets in Brazil and in the city of Uberlândia, Minas Gerais. Classified as a medium-sized town having more than inhabitants. At the beginning of the year 2005, after the establishment of the Hypermarket Carrefour and the Shopping Center, the town has presented a new commercial center for consumption, technical assistance, ideas, recreation and social and cultural values. Key words: commerce, hypermarkets, new centers, urban space, Uberlândia (MG).

25 24 INTRODUÇÃO A história atual das sociedades está vinculada à origem das inovações que, gradativamente, foram desenvolvendo-se para responder às necessidades sociais. As redes de informação, as ferrovias, as rodovias, os meios de transportes em geral, a telegrafia, a telefonia e a teleinformática permitiram que ocorresse a redução das distâncias possibilitando uma maior velocidade na circulação de mercadorias, de informações, bem como um maior fluxo de pessoas, de idéias e de consumo. Ao satisfazer as necessidades mais imediatas, sejam elas de sobrevivência, reais ou imaginárias, criam-se outras tantas que se vão ampliando, resultantes de excedentes crescentes desigualmente distribuídos, à medida que as mesmas vão sendo supridas. Como resposta a essas necessidades, surgiram novas formas de organização sócio-econômicas e políticas que promovidos pelo desenvolvimento das forças produtivas e das relações de produção em que, os recursos técnico-científicos constituem uma demanda social que, ao serem introduzidos nas sociedades, transformam processos de interação entre os homens e os objetos. Atualmente, a sociedade encontra-se envolvida num processo dinâmico em que os lugares vão adquirindo novas características e valores e, ao mesmo tempo, vão perdendo outros. Carlos (1996, p. 26) afirma que a produção espacial realiza-se no plano do cotidiano e aparece nas formas de apropriação, de utilização e de ocupação de um determinado lugar, num momento específico que, através de seu uso, revela-se como produto da divisão social e técnica do trabalho e que produz uma morfologia espacial fragmentada e hierarquizada. Sendo o lugar produto das relações entre os homens e a natureza as quais se realizam no plano vivido, torna-se fundamental analisar a sua produção, indissociável da produção da vida que se realiza através da acumulação da técnica. Portanto, a compreensão do lugar está vinculada à análise das relações espaçotempo no mundo moderno. As inovações tecnológicas têm conduzido a profundas transformações no processo produtivo mundial, nas mudanças nos meios de comunicação, na organização e na reorganização dos espaços, na divisão territorial e social do trabalho e, ao mesmo tempo, têm permitido a ligação dos espaços em redes de fluxos cada vez mais densas que ultrapassam as fronteiras. Nesse sentido, ao analisarem-se os modos de produção, identificam-se momentos históricos nos quais o acúmulo e o desenvolvimento de novas

26 25 técnicas promovem importantes mudanças que (re)produzem e (re)organizam os espaços. As condições tecnológicas, sociais, culturais e científicas, criaram formas políticas e organizacionais que possibilitaram o desenvolvimento das sociedades, principalmente no mundo Ocidental. Mais recentemente, no período que muitos estudiosos denominam de Terceira Revolução Industrial, promoveu-se a implantação de uma nova organização da produção que tem como principais características a homogeneização de valores, de costumes, de hábitos, de padrões de consumo e de comportamento; e a dispersão geográfica da produção, onde as mercadorias passaram a ser produzidas em diferentes etapas e territórios e consumidas em nível mundial. Dessa maneira, a informação e a aceleração da reprodução do capital tornaram-se os principais mentores para o desenvolvimento de tal processo. Harvey (1992) define as transformações na relação espaço-tempo de dinâmica de compreensão espaço/tempo. Segundo ele, o que se busca é a diminuição do tempo do percurso e não do espaço deste que continua sendo o mesmo. Harvey afirma ainda que, mesmo com a redução do tempo, os fluxos materiais e imateriais, ao se deslocarem, percorrem um espaço concreto. Reforça-se a idéia de que o processo de mundialização permitiu a eliminação das fronteiras e das barreiras geográficas para as atividades sócioeconômicas, numa escala mundial. Ou seja, a diminuição das distâncias promoveu o aumento da velocidade relativa da interação social na qual a aceleração dos ritmos econômicos diminuiu as barreiras espaciais através do uso de novas técnicas de informação. A integração de diferentes pontos no território realiza-se por intermédio das novas redes de telecomunicações e se materializa através de estratégias de localização geográfica, promovendo o fortalecimento das vantagens locacionais e a diferenciação dos lugares pelo seu conteúdo, tais como os incentivos fiscais, os recursos naturais, a mão-de-obra, as redes de transportes, de energia, de telecomunicações, entre outros. Considerando que o meio técnico-científico é resultante da produção social, Santos (1997) afirma que a sociedade alcançou uma mudança de relação com a natureza onde o princípio unitário do mundo é a sociedade mundial. Assim, o espaço torna-se único à medida que os lugares mundializamse. Por isso, o lugar revela a essência do mundo uma vez que todos os lugares são suscetíveis aos movimentos da totalidade. A informação, a tecnologia e a ciência interagem com o social. Pode-se dizer que a compreensão de dada forma espacial é um dos elementos de redefinição dos processos

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