Conclusão [de um estudo sobre o Conselho]

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1 A Socialização Democrática na Escola: o desenvolvimento sociomoral dos alunos do 1º CEB 279 Serralha, F. (2007). Conclusão. In A Socialização Democrática na Escola: o desenvolvimento sociomoral dos alunos do 1º CEB. Tese de Doutoramento. Universidade Católica Portuguesa: Lisboa. pp Conclusão [de um estudo sobre o Conselho] O principal objectivo desta investigação era analisar o eventual impacto das práticas do modelo pedagógico do Movimento da Escola Moderna no desenvolvimento sociomoral dos alunos. Especificamente, tratava-se de analisar eventuais efeitos desenvolvimentais de uma das cinco estruturas organizativas de desenvolvimento curricular do modelo, mais concretamente, do Conselho de Cooperação Educativa, por ser uma estrutura de mediação semiótica que, continuadamente, regula a construção negociada de significados compartilhados. Partindo da análise dos processos e, à luz da teoria, fomos mostrando as possibilidades de crescimento sociomoral que desencadeiam nas crianças. Isto, por sua vez, serviu de suporte à descrição do modelo, (re)alimentando-a. O Modelo Pedagógico do Movimento da Escola Moderna envolve uma organização e gestão cooperada do tempo, do espaço, dos materiais, das actividades de aprendizagem e das relações, enquanto contextos significativos de negociação e partilha de experiências, oferecendo aos alunos a possibilidade de estabelecerem relações que assentam na colaboração mútua, na medida em que tudo se organiza, planifica, constrói e avalia em comum. Visa-se, assim, promover, por um lado, a autonomia, através da negociação na hora do planeamento, da construção compartilhada do conhecimento e da gestão conjunta das relações, e, por outro, a intimidade, por meio da partilha, tendo em conta que tudo o que se faz é apresentado aos demais, razão porque os alunos partilham não só as conclusões a que chegaram nos projectos então desenvolvidos nos vários grupos de trabalho, mas também as suas produções, os desejos e dificuldades de cada um bem como as vivências mais significativas quer sejam positivas ou negativas. Isso pressupõe outro sentido para as

2 A Socialização Democrática na Escola: o desenvolvimento sociomoral dos alunos do 1º CEB 280 aprendizagens, ou seja, aprende-se para partilhar e ensinar os companheiros. É o que acontece, sobretudo, quando da apresentação à turma das obras coconstruídas durante o trabalho em projectos assim como no apoio que cada um oferece aos demais no Tempo de Estudo Autónomo, para ajudar a ultrapassar dificuldades então sinalizadas na avaliação em colectivo. Este trabalho sistemático na zdp de cada aluno, enquanto resposta para as suas necessidades vitais, ao dar a todas as crianças oportunidades de sucesso não proporciona apenas a igualdade, promove, continuadamente, a justiça escolar, uma vez que os andaimes montados para cada obstáculo encontrado pelas crianças ao longo do percurso, previnem possíveis atrasos no currículo. E, como consequência, a escola pode tornar-se nestas comunidades mais humana, mais inclusiva e mais eficaz. Isto porque, esse trabalho assistido por um companheiro mais capaz ou pela professora, neste caso, só quando se justifique, faz com que, aos poucos, as crianças vão ganhando autonomia para realizações futuras. Como afirma Barbara Rogoff a participação quotidiana das crianças e dos adultos em actividades compartilhadas contribui a um rápido progresso das crianças para chegarem a ser participantes hábeis na vida social e intelectual da sociedade em que vivem (1993, p. 180). Mas, mais importante ainda, são as potencialidades formadoras da sua organização cogerida, enquanto contexto de formação democrática, que prepara as crianças de hoje e os adultos de amanhã, por meio da assunção constante de responsabilidades várias de manutenção e gestão do espaço e dos materiais, livremente assumidas pelos alunos. Inevitavelmente, um contexto democrático de cooperação influi constantemente no processo de socialização das crianças. Isto porque, ao transferir o poder para os alunos oferece-lhes a possibilidade de se tornarem mais autónomos e mais responsáveis. Assim pois, [d]entro dos intercâmbios sociais é onde deveríamos buscar o progresso na forma individual de pensar e actuar que constroem a história cultural mediante as práticas dos indivíduos com seus companheiros sociais (Rogoff, 1993, p. 249). Trata-se, portanto, de um processo de socialização democrática que tem por base a construção cooperada das aprendizagens e das relações que se

3 A Socialização Democrática na Escola: o desenvolvimento sociomoral dos alunos do 1º CEB 281 estabelecem na actividade e no discurso compartilhado. A este propósito, explica Crahay (2002), que [n]uma comunidade de discentes, o respeito pelas diferenças integrado numa ética da solidariedade contribui para a igualdade dos adquiridos básicos (p. 416). Compreende-se, assim, que o desenvolvimento sociomoral das crianças resulte da construção colectiva da convivência diária, pela reflexão cooperada dos acontecimentos mais significativos que vão tendo lugar no interior do grupo. Trata-se, pois, de uma convivência em construção permanente. Em rigor, é esse constante aprender a ser pessoa que assegura a continuidade da relação, ao situarem-se criticamente em relação aos problemas vividos na comunidade. E, como consequência, constroem-se a si próprios e ao mundo, aprendendo a viver entre limites. Naturalmente, que esse assumir as responsabilidades então decorrentes da vida e do trabalho em comum, oferece aos alunos a possibilidade de crescerem na justiça e na solidariedade, e, ao mesmo tempo, podem tornar-se seres humanos cada vez mais responsáveis e mais autónomos. Além disso, nessa procura constante pela dignidade humana, tal como se revelou aqui a resolução cooperada de conflitos, os que nela participam podem ampliar a sua perspectiva por meio da argumentação dos companheiros, uma vez que durante a negociação de uma tomada de decisão conjunta se confrontam, continuadamente, com perspectivas diferentes da sua. Neste sentido, defendem Edwards & Mercer (1988) que [q]uando duas pessoas se comunicam, existe realmente a possibilidade de que, reunindo suas experiências, chegam a um novo nível de compreensão mais alto que o que possuíam antes (p. 15). Portanto, fizemos decorrer esta investigação a partir de uma estrutura de actividade intelectual conjunta de mediação semiótica das aprendizagens e das relações, que é o Conselho de Cooperação Educativa do modelo pedagógico do Movimento da Escola Moderna. Acima de tudo, porque os modos de mediação semiótica desempenham um papel no pensamento e na resolução de problemas tanto no plano interpessoal como no intrapessoal (Wells, 2001, p.

4 A Socialização Democrática na Escola: o desenvolvimento sociomoral dos alunos do 1º CEB ). Por exemplo, neste caso específico, sexta-feira à tarde quando os alunos se reúnem em Conselho para negociar uma solução mútua para os conflitos então vividos na comunidade, a linguagem através da qual (re)pensam e (re)constroem esses acontecimentos passados, permite-lhes, como defende Almany (1990), dar sentido à experiência e forma à sua compreensão. Assim, e segundo Rogoff (1993), [a] relação entre iguais mais fecunda parece ser o resultado de uma forma de organização em que o processo de tomada de decisões se leva a cabo conjuntamente, com uma exploração equilibrada por parte das crianças dos diferentes pontos de vista (pp. 225 e 226). A este propósito, sublinha Duart (1999) que a tomada de decisão, seja individual ou colectiva, gera sempre complexidade. E, a bem dizer, a essência deste trabalho é, precisamente, o nível de complexidade do raciocínio dos interlocutores aqui em debate, isto é, a sua comunicabilidade na gestão de conflitos. Onde, livremente, todos podem fazer uso da própria razão para participar na negociação de uma solução cooperada que os conduza à resolução do problema. Isto é, na perspectiva de Kant (1785/1960), o embrião do funcionamento democrático, ou seja, a formação dos futuros cidadãos num modelo de racionalidade comunicativa (Habermas, 2001). A análise do impacto desta estrutura organizativa no desenvolvimento sociomoral das crianças fez-se através da observação e da análise das discussões, das actas e dos registos das crianças de uma turma ao longo do 1º e do 4º anos de escolaridade. Especificamente, analisou-se aqui a evolução nas estratégias de negociação interpessoal, estrutura de organização da acção do modelo de desenvolvimento interpessoal proposto por Robert Selman. Recentrados agora nos resultados do estudo empírico, os dados da análise de conteúdo e a análise da complexidade do raciocínio no domínio interpessoal mostram que determinados dispositivos de mediação, como, por exemplo, o Diário de Turma e o Conselho de Cooperação Educativa, parecem revelar-se eficazes na promoção do desenvolvimento. No primeiro caso, aquele espaço público de registo das experiências mais significativas (positivas ou negativas)

5 A Socialização Democrática na Escola: o desenvolvimento sociomoral dos alunos do 1º CEB 283 então vividas pelos membros da comunidade, oferece-lhes a possibilidade de uma (re)negociação continuada das relações que, entre eles, vão crescendo na interacção que decorre da construção conjunta das aprendizagens bem como da vida em comum. Daí que, esses registos, se constituam num potencial transformador dos alunos. Pois, tal como defende Wenger (2001), a educação deve esforçar-se por abrir novas dimensões para a negociação do eu (p. 311). Assim sendo, as ocorrências negativas então registadas no Diário de Turma parecem ser uma mais valia, enquanto oportunidade que lhe permite analisar, reflectir e complexificar o ponto de vista pessoal sobre os conflitos. Aqui, a discussão e reflexão conjunta dos problemas vividos na comunidade são o procedimento fundamental de desenvolvimento sociomoral. Explica Rogoff (1993) que de acordo com Miller (1987) [a] característica principal da discussão, que permite ir mais longe que outras formas de interacção social, é a necessidade de encontrar uma solução colectiva para um problema interindividual de coordenação (p. 228). Por isso mesmo, numa estrutura de actividade intelectual, onde todos se juntam para pensar e resolver os problemas do quotidiano comunitário, o processo de construção negociada de significados compartilhados dá às crianças a possibilidade de ampliarem, continuadamente, as suas ideias. Isto porque, a discussão colectiva de um problema vivido no interior do grupo põe em confronto pontos de vista diferentes que requerem, por parte dos seus implicados, uma (re)organização e (re)elaboração constante do pensamento, ao terem que o comunicar aos demais para os convencer da sua perspectiva. E, como consequência, resulta daí, por vezes, novas alternativas. Compreende-se, assim, que as crianças progridam na forma de pensar, através da sua participação empenhada na procura de uma solução consensual que os conduza à resolução de um problema concreto. Assim pois, parece-nos que em Conselho as crianças aprendem a pensar por meio da ajuda que recebem entre si, ao discutirem, continuadamente, pontos de vista diferentes. Isto é, na resolução cooperada de conflitos a professora e os demais companheiros vão, naturalmente, estabelecendo os andaimes necessários que ajudam o outro a pensar. E, como consequência desse apoio

6 A Socialização Democrática na Escola: o desenvolvimento sociomoral dos alunos do 1º CEB 284 sistemático na zdp de cada aluno e na comunitária verificam-se avanços significativos no raciocínio dos membros do grupo. Por conseguinte, guiar as crianças para que aprendam a pensar conjuntamente é um aspecto vital do desenvolvimento humano em que a linguagem desempenha necessariamente um papel essencial (Mercer, 2001, p. 209). Neste sentido, consideremos, agora, mais em pormenor, o impacto dessas falas nos companheiros. No essencial, parecem ser, por um lado, um convite e um incentivo à sua participação, servindo, no entanto, de apoio ao pensamento dos demais. Por outro, criam, entre eles, uma atmosfera de confiança e de segurança, que contribui para fortalecer a coesão comunitária. Isto, por sua vez, surge, como consequência, dos elos afectivos que entre uns e outros se vão consolidando, por meio da solidariedade que a cooperação desencadeia. Portanto, ao ser dada aos alunos a possibilidade de estarem em conjunto a reflectir e resolver os problemas de cada um, isso potencia, entre eles, a colectivização das diversas competências discursivas (Crahay, 2002, p. 416). E, como tal, todos são responsáveis por todos na sua forma individual de pensar. Assim, a discussão cooperada dessas ocorrências negativas parece ser o sustentáculo da construção social do pensamento individual e colectivo bem como da compreensão comunitária. Por isso mesmo, uma das recomendações que então gostaríamos de fazer à comunidade educativa é que, na escola, os professores criem espaços de diálogo com os seus alunos para reflectirem em conjunto acerca do que corre bem e do que corre mal na escola. Isto porque, tal como vimos, essa regulação da convivência organiza as crianças por dentro, socializando-as, e, ao mesmo tempo, proporciona-lhes uma aprendizagem da cidadania democrática. No que diz respeito à investigação, existe, de facto, necessidade de aprofundar os resultados agora encontrados, noutros estudos que diversifiquem os desenhos metodológicos contemplando, por exemplo, a comparação entre escolas com metodologias diversas e a conjugação da observação com entrevistas às crianças e professores.

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