/;\/ 0/C 1-\ LI SfvJO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "/;\/ 0/C 1-\ LI SfvJO"

Transcrição

1 /;\/ 0/C 1-\ LI SfvJO T/10 Os Úl tiaos anos têo s i do émos de gn:mde esenvol v i oento do uovioent o sind ical d.o s e_ê. tudantes )o:ct u gu e ses. I sso deve- se G.s c onó:.;.çoes o bjectivn.s que na s ociedade portuguesa d e hoje tendeo a. transforar o oovioento es tu dat i l nuo sector i o?ortante da,lua qu co:;:-r e sponde cws i nteresses do, poplllaçô:o trabal hadora do pais, E deve- se t a.obeo a aplj.caç â:o de uoo. linba d e wa8sq.s qué eo vária.; a.ssocj a.çõe s de estudant es têo perr:ji-t i do fazr vança r o uovi:jento no caoi nho da luta. p8lo j u sto objectivo de _uo enni no. popula, AssJ.o se der ao i oportantes pe,s<>os eo frente no se ntido da c onstrução. de uoa verdadeira unida r dos estudm1tes Etuge s e. bas eada na prõ:tica de luta e no sentidc: de uoa r eal integração do oovi oento estudo.ntil na l utn ger [),l da. s oassas popula r es. Tia no entant o algm:ms a s Dciações que t o pér oanecido afastadas deste p r ocesso, por esta r eo dooinadas por dire c ções oportunistas que conduzeo o oovi oento a g r a Ye s iopasses" A r eal idade que dire ctaoe_!! te nos r espei t2. - o oovi oento e s tudantj_l ele Co icbra - r:-onst;.tui u.r.j cn.co extreoo de ste tipo, a tal ponto fo i quebrada a organização s indical e t raí da a l uta doe estudantes pelos s eus pr etensos di:r :i genteso É t:oo base na experiência ::enl do qu e te=: sido a luta e organização sindice,l ed Co i obr o. ( e a relaçâ:o entre a o r ganizaçâ:o e a luta), gu;: a firoa oos boje que o oovioento sindical dos estu dantes ele Coiobra t e;:j de.>er r:onstru1 do do e ;: ter i or das act u a i est! utur as associati-vas e c ontra o s actuais dir :i.gentes a.s s o cia't.lvos 7 isto e, - ontra a cl:i.que de burocr a.tas CODple tnnent- afas tados cas CQ. SaS que dizeo r epr e S entaro. É isto que n o s propooos ::J.z:talisar nes:. E. t exto,, E isto que ireoo s l ) ye:,r a préltica ,.,,:--:. UMA ORGAN IZÇ ÃO SINDICA AO. SE V IÇ O DO REFORl\USMO ::..:- P a r _ de re_ e str_ytr g, çã o do ;J..ovio.en:t_Q. sinq..;i.cª l d.os es- t o r na- Ge necessário ccopreender a que ponto a p r ática organizativa do M.A. s e confundiu e :i.dentifi.cou irreversi;ve l oente coo o s fins do s refor o is-::-ae" Torna -e necessário. coopreencler o total isola;.::je:-:-ito que existe e ntre o?ji. A, p or u o :;.ado e as o s s a s e a luta elas oassas por outro. Uoa carnoterí.stica fi.mdaoenta J do presente ano lectivo t eo s i do a oultip licaçâ:o de lu tas esprontâne11.s e parcelarer c oo (fj.e as G1Sso.s e2tudanti s op(,)\eo for uas prioárias de resis t ência ao cont e Údo e ao;s oétodos do e n s ino da classe de, bur guesie. o Ora., todas e ssas f or oas prioário,s de resistênci a revelao duas c onstantesg por u o l ado, os studantes r e j eitao esse ensi no; por outr o 1 o s est udmhe s. r ejeitao o I\LA, isto é. 1 rej :ü tao a pré'it i ca r e f orwi sta que co,racteriza a;:; e strut>j.ras a sscc i ati vas,, Prefe!'ec or ganiza r-se espontâneao ente, curso por curs o, par a cda filj cnc r eto 5 a ser vireo o s obj ctiv o s do s d i rigente s oportunistas " Isto só pode ser ent endido a luz da p r ática sindical dos r efo roistas AUSENC IA DE DEMOCRl.. CIA -- Os r efor oistas criaran uoa crganizaç.ão s i ndicai t o t a l oente desligada do qe se passa nas faculdades. Se o oovio ento das cassas rios seu l o c a i s d tra b a l ho assuoe alguoa anpli tude entê:o reuneo- se ae ' sábiag " cúpulas r efor r:ji_stas, t oo.n,o decisões? fa z en -na s passar por decisõe s dos e s tudantes,. tentau o r:i.entar o oovi oent o para fina lidades diferentes e opost,as ao!" i nter esses do s estudo,ntes o As oar-; so,s, ::;lar o 5 não são p ara a qui cbaoadas,. Oc re.forr:li s f,as fizeralj uo figo à. denocra cia estucl.antil Este estilo de trabalho traz ai:c.da c ouo consequ ê ncia o seg ui nte fecha-se a as s oc: açê:o 0 :: ica t u do quiet o desaparec e o oovinento, As autoridade)s agradeceo, Passa-se a l uta pela abertura da a sso c ::.açí:::o o E assio SllCessi vaoente. CONCE I TO FORl\íA L DE REPRESENTATIVIDADE -- P a r a os reforoistns, representatividade ê u oa c oisa qu e se o s tentn cooo uo prêo i o recebi do, e que s e c c nseg ue faz endo eleger oeia dúzia de buracra-;;,e,s ( o u o,spirantes a bur ;) cratas ) à volta d e un '' p r ogr aua" que nê:o diz nada para aléd dos habi tuais c lho..v ões anti- rep r e ssivos,!:jore,lizantes ou de elhoria elo, universidade burgues a.o Se a coisa pas s a ned há progr adao Representati-vidade par a e les é apa recereo qu ando c..s ;:.;.assas estão eu luta., fazer v otar ( d e pressa. ) l sto ou aquilo, e est a rei'i.il daí Pél:r a o futur o ' o andatd.dos" por esses 1:rr a ç o s l ev.:.:.nt aci.oc. Isto, claro, apór-: r. ozinhareo nas junta s a 11 vont ade das. oassc:.s" e o, s "vitóri as d o s e s t uda nten 11 ".Re j_)resentati v i dade par a e l e s? ê a i nda repr ocuzi r eo as nuas cúpu las u; las e" pa.ct ir das outras ( v indas de lioan dat os" desse t:i_ po ) e sancion ),r eu- llaf.: depois,( quando o fazeo ) eo uais UDE1 votação do oesoo géner o. Sirva- Los o t riste exenüo da c.haoada " Coo issão AssociativnL'- E, s o br etud o, repr e s entatividade, para eles, nado.. tes a v e r c od a pr6t:ca de l uta e c oo a discllssão na base. f 11 tt i'a d e.:-' Isso são peri gos a 8v j_to.r ctüdad.o sa.den't e r:3.o va ugj.r a repr esen a lv_a

2 . I Nl:'0::1iAAÇÃO DE I'Dt.T ADA - -- Par a o s r eforr.ji sta s, qu e t ant o gri tao pela l i ber dade d e i n. f o :':" I"::2:.. çé1 :) f e::i.>:; - r e r r.. J... T8 Z C SE' I c :-1 t: r;--- - c n o Jt S ') y i:.ô r 3:1 )rút i a) J :J:: c.-t i c nl: uoa i nfo r :Ja ç é:c det urpo.cb c :f=d w:aclora ê.a :-cqli C.nC:.e c ontra t1 qual ::1G ;reuos lut.l.1r -;:;o r uu<i r eal l i ber clacle ele iijf O.r::::JG<;-i1o. JúéD. e quo.se nno i n f or :-;areo s obre a l u t:1 l11.1 S faculdqde s 8 llqs OU.... Lr f'js v.d i 1r<:;rsisc.cle s 5 t t:. L n c.o o f:=vze:::1 ll: : 1i_;nr..J.. SC: uorocl:...le nt}e u. f o c :1r n.c [Ja:nif estn.çõvs du. r pre os::.,o: r o c sso s, e3 ce:ra::::jent os, pri s ões, e t c. Esccndeo o v e rdadeira c o t e d o das l u t o.s e os ob jectiv0 e 02 v i s ( caso das l u t s de s te aro e Ls oq,). N o s aoe. oa f i ng eo nn.o c t1::;.. q1. r : :=-n: e; s v é. L:;.:JJ1 C-O iis tg.:o.te : o de s ::; :c.volyilj.ento C: t Üdn s o s i. Jov i oe' -:!-,.,ns p r o- g ::: G s s},--;...::, E' i:! TC eu r u.:-1 EllfJre se ntá -.. l t1 c o J o é1 suo.. clç:;-4ecr'2 i n o n t e 7 e a.. l..l te. c ontra e 1! - c o1 1o s er.d:) c., :: l :.1a..}o ;_c,, --Y J. S."lt o.; Ass i o s a b o tcll: r.. r u ;r l CJ. l u ta. a r epre3- s n:o:,... 1! J!C I G N ;-.-s!f C B:T?. OR IC O D.lt3 :3 S Tlt-TJill1.. :-:.ls.!.\..ss OCIA.T I "\ra.s --- ils d i rec ções 9 co.=i s s ões, j u. te.s 9 :;te, c:..s Tc f:) rj i s k:l,'j s c.:.g e:stidu:'.es e.td,o -.suí':i.cier"tes qli'.:; -t8c por r\]gra ;_1.u.ero uo. de F uu CÍ ":--(1 - :,., '.l"" '""' G'""' oh o... l. nl o"'-"ç " "'" n o - dn >e" c o b e OS O;.., l e c + l -ro"' i"' i 't" OU -} V..L -.._,.J...J..._. ' ' ' '" ' -" -.L \. \..t....!t!'_::, 't:; _..J L j J -- V...:. U...l.i.:) -i, J !.:J...i.ls..::'1 O.. I.J lu. V 1--.J Ll.'C.A. U. U-> 3..& c tic a. Cl. t!.c1.gf'tc.r-= Clc.!.'Q ::-;_:18 é :::: :JSfJ:rv t:: l_ 8 1 -:l Certo R caso E o GP_p:1---las _cii scu t i!. c-t.s qlles- t C'":.:J de y: i Í.lJ i o.j :.1. f c :":- a.r o.:1 r '3 :f o.cc =i. :ta s... 1-úa.s é. e r r:1.c.o fcl.zê- l o nas c o nd.i ç õ 8 s (e. t l ::lo. 01:.. g r4niza.ç ã o tl..( O.:ré.-; i Gr: que" i-jü 3 lt o -1efG r l je oc r i ga:.t :lo lá dentro ; r\ u r.1 esti lo elo t raba l 1 o "Sri :..: i.çlclo,- prc= -- v t; 4 :.,ê.1:_g]. ec :i _ c;_::;., Ii i:ja i.. _; {}o i;_e j_sso 'J é uu g r a-v-e Ol)O r i:.,u:nisr.:lo faz ê --lo :!as c O n.d { çbos e 2a c is aço. ds o c i i v qo 3 plg saa?r6pria aaturezn bur o ctic ao ser viç O do re::!: Ol LiY_ 8: 0.. OE'tn. :=..rj.-8dgdl C',YeJ.I:1 2:nte a fd.v3tdn. r}c1s DE1S:-JEl-S e das Jt ê.g CÍ.D.-S r.j Sf1G.S. -; S- 0 os..., c.o nt----:j. a_ Gr_bst:L t;ui ç5:o... lo s l;-ur ocr-.. 1;-:,.n..s o S e:;_--:o s })r; l n s n n destrni.çgo t -ct <-1la Só o. :cestr u r açc. o - do ;:- o v J. i.j;_ ;:r: -.--.; '-- ijq.r.. 0i r çla 0CL"e 1 :tje:tu alicsjçé\ o de l ;o n. l i :n.b.a, ele!:1n:s s a.:j t) o.i - O (.leá c on s g u i :r.-: _u S?ill'rODOS SUI-! TIJ LS'i./i.S DE T!Ll-iJ31iLI{ O f unci urj.alle to bu ro c rntco d e,: cstj ru-.lj ras -a s so c in.tj_vag e L!. s u i.1.---:.!iss ão d cst éts a urja. cú.pu.l u t...oto..l i-j8j1te exteri c...c ao t:t abnll:o a. :s Bo c i u t i.vo., "...C "' c: l d"' (1 '. t ' 1 '..- '..;... ' -.L 1 - i.l.ut K _._... _.u_ c es 7 c_ :. o orlg ürj n. v O(él ).Li ü. r)re.go. c.e uec1.soes CLl -"-t üo :... :l_ü.j.s e ue e vo uos cu p tlt l S--- t as d t r e a iho pt i r d e uo a i deia de re r e s eta tivi d ade he, ada o c on eit o de oaioria S J..tencloc=a \. ze:'.j.: :v- e c ;_J.8 }lo sí.,..if e J.. e (.)_ e n e i.. 1daj o r efor :-Ji.'3tn.A t e1tta:j i_ll)ô r n, t-: t_a li-- -- nhu. ao.--_ lorie-b.t \) c., fit. ric!'ol:10r o rerjrir! =i r?::l e claq1ri_é1r8l1.-. Stl...'g ec: C'L S.C. e\ isg 2 s d e (' ) u lo. t1 vincll l n.r as,:t:tn.t.ns _, - n-===- c1o < o2 t r u. os prô )r i u s J l... og r u. i c;_j - oiu.c.l c : L:.L'1 1-:cse q_11c deve1 ino infor nar t o(ln 8t c.., d:.l--.i \ln,r.0 dc1s juntn. s. S:1. rt_:;e.:1. u.s t e :atati.,..va..s d.8 fe r p as.sf'.r J_)e l a t-).p::a o\ta., - - ":: ã o c}:) S ÕiY i [; 8::1t <. :3 0 0 :i._i 0 C i ;; o.'1 ](1 :1 i :.- Ü ::; 1..n,jo S :_ 1_[1 1 )_1-r e ( 0 S.r :; f l--'l - t f' : 0 r.n.rt i C i rt2.-::1 I1. J Q. d iri -0'8J_"J :;. t..c.!..i_z_.j- -l. l..j:b.. ;,:.J--)...-. :r;.g--e :±-"-5--±--vt-:- ( _e.l!... Ju..-1.r 1 d. fj d ill Ctn ::.Ja.s sa S u r geo n, s tg11l a t i : vn::; ele b'.j i. - o ta r a i n f o ::.J c_. ç ão e ::., ;::.; a.í'dll cj.e t e +; o s ( e 1. -J..s dé I.12,.) i ci-no. e n. t \ L" 1... ' d c. "" t;. '....L 1re1 O J :. D J. :l..:to.. c.o r o c.r ;, - ( ru-s e o n.uor"lo Gi:l.a.Ja ;,J o:"j 1. s.su._o _ Lss os }. a\.- :.t. r e ", no. uc..ls Jro:rul'l O desrps pai to rel a s pr in c p i o s da dcuo ra i ci d dü r e re ento i v ia e d o ovi oanto 8 S t - U r1 é1d.t i r. Os.:i.r:.i. ;; c; ;.l.;:.. el :rc.fo r Jj_D t n. s tei::+, :-1-rJ er1. avc.. -l,... o 1o v i Lt 11 t o ç f rv::o r - C'Ci q_ue n: l r: aelo s odo s o s a.:1o-- a. pc.<. l!. :r o Q_ll E- e l e s perderar..1 :10 '1-T.i O \,.;. =.t.et-i'j.r,j O c lprt:iie:rjo, c. t" "' l o r t:1c i<.1 uo s s u a a rug d e r Gdlrc s e atuts. lj/i FOSS O c ::; _ v_fi.dc El;FE.1 _4..SJOCI/i.Çf:.O E OS 2STTJf;J\J:PES ':; refo r :-Ji s -Gas or gu.ni ze,o -.s e fo ra. das facl es, ln u e d a s o.assac. A csc c G çã o o8nt r a liza o G ora nizaeo de todas [1 faculdade.::; a c tüa 1JO r HÉl;;) e ste.r l i gacla - DGni'mG:-,, As jnnt.ag nfl:o sno u; a crt;an.c_::;;1ç0: ::> ' ' - - nascida e d e evolv i da ns lutgs t r Gv d nus fa c u l1 a. DGB \O nj i ces c or ocrativo s e,.,i A bed:i.e:r.rte::; el a ; }_"J U} '..1; n ir e e ç[ o de.: asg o c i c.. ço.o c :suc e s so en 1 a ct u.al o e"j.te cris r.la.clo 5 de t r c o. " c N.. 'f '...,. -. ' ' - t ' J..t. _, a. o a s su c :i:c 1:-v.. -":...<3,i1ln (<11 s g r v e::r::.j ]?C"' a e. ) J.. ;_c o v é1.i lu H : Ctn. ct :!. r e c y ao e cl cn_ r o.::.1 e l L-1: se le ve L. q[lnte r Ou bc:o cu8 cu.j:jr e::j. o :ec.ado Oli!JerJ qute iô:c!.fài vj_si o r: i..stq,sn.. s 4 o, 2uLordina c ão,... _ : -_.::..:) :- : t: ;_,_ -. 1_'} 8,: { ; C'u':}et ;;: : t}. t..- - "i A.:.. : - -. _ 'r:_'!. ' : l l. -._ Qt l.: HJ.r o crat,j.c,1. c. e n re pn. r,,.ss eg '" a r qu e q,iel.l t o.:.1e. a s de c loes s o.o os s,l1o"' c:irigent e s r e- ;cr Qi stas. Sb da 8ol g an1 z aç &o s n ci i cal laaçuda n a ase, ligaca as assas, te pe r da na uta. s rg ir econst r ufj::1 a.a.sso c ioç6 A c ad o i ca de Co i bra.. :ÓE8:20LI TI!,.,il_Ç.fí.C - - Bs i, :; é uo. dcs ob j e c -L 7:vos i:j&x i_no s n q_ge os r e fo:n:ist a s se t eo deõ.i - ' cl' o l ''... f-i... L o' e e",...; "l "',.,. n '<i _l, J.; c;,. d "'"U' s s?i:o -)o1 ;'-::,.;c::1 l'a base ( que ".._,._.., l ' - 1 Jor i c.. i:::jedi o,tae:nte eo can- o. :; e ao fo,;:;e a rf'nc'l 0 ::J O "\I : oca t o ). i o pedco 'ltuü qu.er e n cpj.ac1r a o ent c: d::1s lutas parce l ">. e s., r---j 0 "'..-L r-j l ual (}_uer a:u. l i..'l P. d('.. u::i -r'"8j"o.t d.é1.de bu.rgu esa e tl f:l. s a fl\ilç UO :.: 08 +,.,e::l qu e n.p:t."' e.s G:l vll. r T e. ZOC:S 9 s 1 1.U. i ri ent c.s 1 1 ;.:;Q:o )r Ücl :_ go s ::o s es t lldl :ntes n.ão e r c "eben, r:fíc e stão p rej f\. aclo s.. (, " 1 '!o s. str:.cln:j.te s f i c..v ev:2. c o;j ü b t l i.'"' T O.S é1 o lhar ei J ;_Jura uc1 i)u.l-ií:c i o 11 9 ': isso são. ç i!'"0 <1S eso +; éri:;a o n t e r. Coo lll"'2<.1 u u C'. t...- e..!.11: nnc e der i vad o (lae r e.sr'ecti v a S d. i f e r e r1çn. ljo l i ticu.s, o s r e f oroi E:. a. s fi zera.o f:l(l : b cn:: C:c:.t r [1, ::-J. :l t-i e f' tu da t i ] cl u. : i De S i") O l j _ t. i zn; fl. 0 e rre f o r!."j[.. n Q O<> "e fo T ' <.:: ;,.t "" ' )''O"Co ' i.-:1 cooo todos. 0 8 :;: c:>ac:;- ioni\l i o s e nc o} r en -se F 'J G fraseol o!lia pro- :-e s s=. tn, 81.1-J.!.,:-. : L1Gtel -- G0 cle:r:t ro do s =: 1o -if i i"jcntos {i 9 ii.u a e o s C t.ú lj t c.. r :; de o s v :r: i enta,} P<:'L:L n :, 1....,..l J. 1--.: '- l.;..._. \,_..;. o.. _,..-...{. ; 11 r, '.:.J J Se i_:_ s fin2, d9 CJS t r a:r n, r- <- _ G i\l:, li. :- elo s :r 9f or i1 isu é u.:-j ob: t cu lo il L1 l uta do s e s tuclc.rrtes le C o j ::::tb r ê. - SÓ te oo ; :: uoo. e s pos ta: 1 só te1q s ULJ c G.s i n?:o o r g nni zer:jo-,no s r.1a b0s-e 9 e c1 cc.-da es c c l 0. eljcacla \u r s o, ei:j,. t. ' 1..c C. :t.:. O.. v. Tli,.W. _, T 1J S TN, _n -_; r_,,,_l "". f) a d turca. Lignda - o s.ns c: Elssc. s, par lc:l.;ja!lc..lo Jlé:. llóuu.(l.r :tecos o _l _.._... '-... v vu S7UDA1'-I':.' ::s :-:. 1.; C O,;:::[SE;l!

3 .-" - I Cos un :""> r -:, i- G.. o ;.-n iz â t. i. r u. do.j. J.J:! Ud. Dor Lodos E. Dte s v i c os tju ro c r O - ü l c o s - qu e s e - cara c t r?. r:l z rt::t g :!_oi.-e.-l t:j.ante?e i \ :r-e j e i t]f1 o '!tg _; r u. l i Glv.l. d e t:jp.. S E us.s:::b t t u. id n..jc r cjétodo s _ G.e tr2jbal.j:.o C:. i! j -&1.-s-'J :J.s) -"rj 8rr1.;a -- :o H J 0.. r. Q S 3 c un scg12 ido Gor d.uz:i 2.. o :.:tovioer. f; o p n.:ca c o nt e_ dos r e f c: c:.lstus? l..r:- tus.;. E :)_)'J i s t1.:.-- e;- J--C; 'it:finj - co i r e t n.oe r: t e u c o., J. i.ni1r., d G L-:te. ;::Ls e.s e le ró,..-., lct. =- ;,., r2>t: : _)C:. o 2bjc- ct i \ '"C:: -:; C;J né t -cdos =- - 0 e:..i. -Lec: D < Pu.r u,c:a- c : : J.z:., r:: ó 11t i l i ze: ::."ldn 1:18ts<loF- cl r sctc3 Joê :;- eco : L: -.ln;it e s CIf; o t.; o0je c -0.. T E:"v.o -./_lv G - rl ça :-r e; os 1::::3 SE e sentidc se 101; ; J e.:-- _:os r;. ojbe.:"' c.!j 1 i.ç f)es J.o q t.,_-: :.:J s c l o e ::;i_.ü é1d.o.) t::.. aijr=;..l.bo o,ssoc l c.,<,i v o 11 a s s uas J i z:b:t?.:e; G-i 8 : T')f::.Lti.J.A T: - Bi T.fL Lá..... Os vório.. 8:Ji ='.;Ócli 0 3 l.s t.e1 j :.',1 ;:.d.q.. c'.-::: l u o. :Joc.le:-.J s e! '" r e stlo:.i do s :1aq_u i l j (r.ls f -)j q :;cu C.-:':..i 7) f)(.t G e.s e L_ {:.ÍJ1l D luta n. i.: :-- e o. von L nc:e f -ts g :r G._d (2 ::Io..s s as d e e s tu. a11.tes (: ci- r o:rt:.::-. C:.B J.:: -u: : ur:.:.l:.o.. -::o cl : -l ir "i [;e nt es or..._-. )'--tuj:. Í.<rL C'!. c: ; 2D_-:'j::-a L) - -() ClUe o s e -t -u C:1ate3 -- r'-3 -t ;;;.I,-10-r c '. r.j 0- t2n.f-gyog :.: a2 fc'""5e n To;-Jn..J.Q. c": r-c-. "-.: rt '>"- _ J_t r..-. C - (]_l. i. o 20 qu. e e s se s J :i;_--j_ gcn,.c;s : r,:; t.tl:._c:.. rr...::-. -,:r n.:l8 i' -J :;: :1. & Jo., 1 crd -:t-.8 u r JL1:"' c. _t._ i..1 elo :.:J.o -v... i :-.Jcn.to c.'j1b _:Jt:.?SD.. S a o f r r.:: i o.-1;)or::: t. o _pelo. :- t-.:ôço -l. lr ige:.l f.s.-: P"0si,(\ j-;_2:. 7 -=cr:tv pbro.::_-t_:..o. G_\-'.tci,ci o. d.r:.. tfon a d e de l u.ta, cj2 <:: 11t 0 r::.:-.s :.]_2 ;c.:-jt:.. Jo.:;: -1_ -; és, c o?... J..-- '.:tl rj_ist:2o -.Jtl l -ti _ l)l :. c )t t: : :'{ \J \ ip.;11; o s,_-_.(-: E: ':::.. 1l)r e d esde O l e bê": - :.to -C-i.:.:. l8 S0.. '7.-""l:"b.._,:J i:1c1do ( Gr."\ o C'Jf.o ;} l)ú- l J.V.C Ct. ele o r r.lc:.j "' --L e:l 0 ::1i.i '"':.. U- ::lo c o nc i l ::.. o.ç ô:c c) :. é.1.:n.:t o r :: dc.::c..;,s i::1 1tep:J.rn.çEí.o,:,J cort s j o) :J..;:.;.e ;_tc. t,;.--ro.:j d; :fc..l. Z -2!- re caa.r n. l uta G C-E1 rr o n e.st '.C1 f:-il t 8:1 ( o rj. rrl:: nc. ;o,r[\ 1 } e cl(:: f3n l:2 c.<3 0)0 r tlc:: f 0r::.a ")C1 i. c l e s c a. ( s a r t"tl l J c.:, o :). ne:-j :"' :::,:. ') c_- _ -..:<-!tc t r... o d.3 :r- : ("tisue; : :.'J.J!'...:::2.. CÇ.l c:o t1.'":.!.. c (; }_u nao 3e....rJ_ : aj t... (. ri -tr n,i)d.sscl Qv' í p::=<t. _ J t-:1d- :SSCt:3 \ c c:r: te.i o >? a l;-.v "' c. d r:3 o; clnc de :' i r ;_,x.:.r c. C ClnSO.. ;. ;... G q : t n 9 e,;.;_: ll O..ll 1 1 t o o s cl i :..1.c_-G J;..tFE 1 ; :..-rbte :l C. i- c_-. :. r eul. i cço e:: dc v idu:gll 0 a 1 e -;G1 i c cl a..s-' : ça l.:..ja. t e:? l)re \ I. -. _..,, '. ' l t e nd i =-J 3 i :::. Jt ', e:. o. : u c.. 0 l.-.1o..11 i f r-:.'3 t, n..r - s:;, :.:n Í; 2..s ij- :::-., la - ::- c.,.::; <li.; o r G.e; J í'l ' 1 i.:-: j_) U. C <l c;-"s a_n 9 e.e ;.-: segr. cl2..:. ;- -: G-ctc n _ f.:h3_i r3tê:! c. i o. elo s fjn tucl 1- rte 0 E::- ; ;; r ['lc G ec: :cret. J r eur.lc.í0.s: 1 t-... c oztv o- caç ã o ele Ju.}Jtnf: 1 -p&-rr..., (iis ;;, r -.sn. r n.:. TJ8 t""j.g.o j _ t o :, D, :;? e,: :t:.1-s l- 1.i0.!3 --;.:--- _:_,éo.s r.. i"r e.--. ;-.r ::_(1eu_te.::-: a r e-a l C ()::J b oti. i d.uje cani f e.s:lt:.d.c. p 9 :. a r:; g r n n.i.e s :::-;:.J:iCLP. r;_c (:;,: \ 11 r.:")..n.c..,::;- ( r: n fu :t1. üg.:- '1 8.l t_,o fiss ÕE.s ele :"l.;o-r.ji.... -i e :ui i i!.c.lo )...q :"ec.r: t \) t:.s (":':Li q_;.10 ( -- a.: ;J..f.:..U.G:.i.."l.c c." ; j _ J.e J -JS nc: -.: oj=.je nt o p r- O? f i '.) J :-:--i.! _i r ; 8.::; 'J,:'à.c: c ol:j i..j1...j._ >: z,e:na.:.:.; da,_ ;J:t" fl (O :J i 3Un i d( r. 6. ti 1 t : r-::1r.. c:. n. l1-o.1 c. :;?r... r!. t entur C'"' l n_,... f'l,,c-, \Ai '---" _ n,- _ ;'"-i. ; ", _: : _.;-,... :- _.J).,,_q, _ C.; -'--. L, ""J o -.t '....:;u t.m r -. 1 r:-,;, _ u,. rl té l.. -r.;..-l.,...; ox-' t; o -',--::, ;----- _,. c,. -' v....,j-, '"' l,-. ' ::. {''-,_.. r.:'"'-.i -v..l L - " - ""'f C D....,... t ç \ "-- í "'J - '") ( :: J o t: + s c s tu. à..c:. :zj. t,es j C OJO.foi () {_-;; so rl c:; P Q."' "l: ; (' 0'3 u,-)rq,..rr - o;;!lqç"< ,.,..... '.. - _..: --_::... - r,.j, J U D :O:,Q[:' c.,. r:-,: E ', '_,.,-... :,"'.--r: , , _, '. _'.,c u::.' ; 1.8_:_: C,t_ i'"' [. \::: _- _ ; l -" ':::. 1. -t.'c _,.L 3_. _r {) C} 9 'f/..l.t.o J. S -;,0 8 -:_;.._(J ::,' J., -.',:.. ""- '_,_.._. ' -- i1 - ' j '0"j :_,,::;. IJ' - lj.. ' -l (_._,...,;.. n, e Ô.P --' t r a-;-a r a :.tl-',c:.. l:cl1i.j -- :;.-:; o.. o r ;,) :..-:;t""10 r:;r::.t,) ele -;- c>t.r;_ o c:-1 - :, c :. : (: ;. t. =-_; (:c:-+ r i \ i ; (J... c c:.1 c-.. s é1 r::j3 u.e :; -:::-.. ; A o- J.s.11 - oj., o llt,:-- o. n r <J" i H. ;:.( }. '-;.o u c Ç)t..! To c ró: -L i c o.-. ] ua 1 Q. da. R2.. t:;- i ln. D:io,;-2 c.i :f: c t!...-!.r_; _ u. nc.. :.;o 1. L 1"'- o,_ :. C'.ti i,.: Jn - i.:; J. : c,.--...o 7 :::.ts o.rl-;.j 2 : c c1 d.llz.;_u ( dn.(lo c 8 - to '-:o c Ct. : c.:' t/\ni ; Ci, ; f' o :,q :.J:.. E is-:: } c"':...---cl.c- :r f-..i. i' c;_,.- e bo, ''- e.: \_:e i..,i t,1... c -J:.1 Á a tr á> o KJ dir i gentes) a U.2L :;:;: - vr ) s i Ut.l Ç t:o U.e cj(:gj.ob:i J:i-ll.r.:é:o, Q.. (. '-)!..;.'Q,!J "! C.t "';. U. ; _,e:to }Cii r\ rlj_ t.) t. ot n.l d a D i r ec ç;:..o - -G& r l....:a -t.. ll. i'&. P HJ{ric:l. J? J_} -:-TJ.'l-!!! _fj TDE I Tü todo o - que s e r egi s-to. u c;)- rj2.io.: _ G7 "Jlt:çâG co ;:.J\rj ;:Jenj-,c r 1 :.:2 r,.0 c e pr o 2;.: s o,:; e lj tn. s :x ;Jol1-r.i.r:o s e t.'.jugf; i ç og (:-_18.. J,::l i s c...joe; u.n lo, c= I L ;. "' o G : qt.:(; r;c.:ls s en -;r ú l v :-a---: :1e ;:.;ta fl_',;:.;, l clo. c_; t o :c - n n.r nr.:1 ní e:- G-:-'e L.1 J.:C. ej i<.. c \:rl-:-!. a c on t,racl::r.ç t1o r_p:e or)gp C)-2 t:?.srl_.-e :.clc.. :.lt :s t: - l, i '" 1 L.-O (_: :r J. g C Jl t e. o p o rtuni3t s, axistfnci a dg ss2 lutc n; doss ov i uen t açsc na i1 G. bastou p a r iop9- d i r que os d i r i t;c r]_ +.JeA - con, egv.::..:: s e::-.j o c! l t. n. - -s o. cot.t ti a cl i ã c. 9 o.1.. [a iz:: r e "11 cr \. 8 vo z e si tliscorcln.:n.-te s y_ :; v :_]o acon-ij Cel: 11on. -r. r ct s _ nc 1, I.d. J C:. 8 r E Sf-) r "'ir. l..i e.o ;-:1 e ::::: :_o 1;.!i) O :-,-c n. ro r; tr n. r a, nec e ssid&dp de o r ga ni a fi G a p a r tir do bss, c ooo nic fo r a d e li gaoo s e ntre s j a "![! c- r i n s luta;-: :; u_ e: f:: G...'l e,sr:; a \ r rt.1,: c otr Lirnla-: [:\.0 J i s:) E: r :.:; a,.s... l ij0(1a ::--" e '... =_t; :.-- tt.}!c\ ss a r o :n í vel da e j ) O ll tô... n e : Ju\.ieo J_,c, c lei ç_ões c' o i ri ; 1e i. n per Í odo f o r e.o lli:! j_f.:.1_?o:-ta rl t 8 i') G ;:: : v r::!:j : :-ç;nte. F "'Z e,.,m - +.; ;......,... " ;,.t,-, (' - ; ;.... : !-....;.-li.-, :.. -: l ; ,. (_.l!_..... ;.._ u ;(... L. <.. ' J,.,.._._,. ;. ud J.lJ().-\... J....;00..:.-. C...U 8 Cl. -.l...: OA.... u.u.,.._ C -;:;; C ( [l..!. q l, :.. CJ. O..C... t...-.tr l v._,, _;_-::) \...J. <-r :..)..:.....:... _ -.r ) _.;, J. \...:. lca 'é' Ç 0s :::; r e f ol ::J j ;.: t u.[? 9 o :::..: e::-:j ce-:::.j.l.::e:s on. c: u istu. ;l.l! n;::. ) r ó.> - i c J). c d. i :--eito -:. 2 r euti i c t. c o r e - f o.lni.j::, ;.. s :")ec: :.1,. r) 0lE: t;e1 _..;:1 os s :;;; ;- -' e; -;,:;-;.'>an.tt.;s -:: -;-:J J...:1 i. i. ê.o -- o s u. i.j'... ' O :._;; rü.r.ld.-.s de c:-..,.r &.cte :c cl a r inii :. G :l te r..,n ti --- :r :3fC' --- :'"1. s - <.-..:') Li.]_.;_: : t0 r d.e u.: ::t\.1\. 8 s c: Jb Jei n --=e T a : 1.l-:l nc : e c_u8 o:.; cl i r i g0;:r-::,e.,.t a vig.rj t er:tad0 L:_ll) 8 :l.. _r, I"' (\ Lll i a, --.:.E. c c:.1 :).: i to 8 i a:t.1ço. li::j p r occ:: -s o dr llit c. c ; n r l..':- o r egi - e - de fn.ltns-; Üü.:P.::.; "!-t,:; o '}ti-_. _ n C'J L1: ) t i. ""':r.:j ud c;_l.. -; t:: 2-:..; s c.s 1.:., s t:a c_ a _:. ::- - -o 'C'. rl 9 ( ;:: r ' ::!.sist ) ;:: ia f o i t r \J { clc;., i_.-s}o3 rr:i.[;(-\ n tf S L:. :::: o sia-;j i;r os : : Guj o lj c.rei o_j _ se -.. J t8 c (. e f a.ze;:"' :- f-c t:a.r a. lut:i, d e subc t a : 5 c..._o c-: 8.:-i.""' ob i: 8 e.l 0 '..l :jc., i:;.fo r :. ej G o de ll i" l)t1d. u. ;; :Jt:LJG :.-.i. :-;1.-: n. C3 a G: :l:o \i_u2 _9_.!?_- ct i!:!_i 3 (.. i c.l :s. ;,; ::: _ f.j_, O U e o::j O i:u ;.:, ere ; g ( r:lcs é'.. i J.t o r:! clu. dg C.- r. ; r n::i.. e e6te J.J 0 8 S 2 0 t orn J u-- s e er i ci. er:< J o - o o.fn. E: tü :!e.2.tc -c L --- e r. tre o lv..... Li :Jasr;as: :- JLJ GF3tr ut, ur. s.::::..:. n d i - c ai s a c tju a.r a.:=1 _; ur u.r.j 0_J_ te, tl.o;:; olho.s el e 1.; odu. a g(-;;:: -:_, e C O l O {. ; c..ç"r(;.o d. ').-- -:--o (; C).3 :- c. I '3,(_.- s 8 E!J prov a cla r a. de: i ::..:). )0,'- :,'"3i.bii. d a cls ls 1.8 t r a :n ;: ::' o!:...:ur ;.o clt:-; ntru,

4 A COL ISSÃO.ASSOCILTIVA --- As:ei :J se crm::.1a o ÚltiDo esforço C:o s :-eforoistc,.s para t ent a r eo ::.mnter u suu c.litaà.ura s obr e o Dovioento sind ical dos estu dantes " Esta e strutura, que p r e tende dirigir a luta do s e studant es, foi f o roac,a p o r ;::;é t odos extr eoadent e cu)ulistcl.s 7 qu e esses e s tud.m:rtes ô. i :1.da h o je desconh.ec eoc Co;::J p r opostas de I nter- 11 J untas ( reuniiio su.. J r e:a do s qu a dr o s 1 ' ) c., )reten cle reo v inc l a r il si o Dc vii::.1ento5 r epr du.z:i. n do 1 'tjandô.tos 11 c, Jartir cle 1 ';::Jc.nd.uto s ' 1 dentro de, c o nc':)) çô:o o uito especi al que os r e - f oruist :-.1s t ê r. de " re;res eij.ta:t i v i dade ' 1 v Acossilclo s pela e.- o luçê'o do oovi: wnto :)n,r a f o r a dos J.i;:ites e;-:; q_ue ;_;retendei J ao.r:tê-lo í 0!3 dirigent8 s o;o rtu n ista.s nulti:;_jl icarao e f orços G.es es p erad o ijura tento,re:- c onter t odus a.s v o zes c:isco r d::1ntes d e sta i n:i. cié=;tiva bur o crtic a, e= Me dicica, eo Dir e i to, car Desportivas= n o Cit a c no Celuc, no p r oprio Con.s ell1o de Ré 1_:Jl..lb1 i cas " n-"' i\ Co ::!issô:o..:\.sej ociat.i.va :.-:tã o Zo i 3leit,a pelos c s-tuda.ntes, cas isso nô:o é seque:- o fu:j.clm:jental pois u ver dadei:ra representatividade n a sce da, p r ática de lute,, ela justeza cle"s!j'1 l ::1vra2 de o rcleo que e::1 c o,da - 1 o::1ento corr e spondao o.o nível de c onséi ncia e de r acl ic a lizaço das assa so Coe a Co n iss o Asso ciativa r etende u - s e c onstruir a d i recç&:o d o u.ov:i:"jer:to de ci.o.f.l. ;;ara bcüxo 1 fabricar:do obj o ct:'vo s para i u pôr a o s e st uda;tes --;;;:;-,;-intuit-;;-d a r o de travar a luta na ba s e. O.s r efor; listas têo oeclo das c asso,a. E tn rbzões J a ra i sso. A LATADA - - Não vrl.;.:j.os tratar aqui a questão ela l uta c ontra a Queio a, o que fare.:,o s proxi :-J au ente Dia.s a posição dor: dirigentes o )ortun ist a s f a c e a e ssa l uta, gue; no fundo,;:jentd..l, f o i a. s eguinte desligo,do s do ) r o cesso apareceo 0: Últiu a da hora par a fazer v otações à ljressão e decla rô.reo que a QueÜ.Je, não se )O Cle reo.lizar i)o r que a 11 associaçô:o e s tci fechado,", tentando assli iludir ç, luta e s t u d antil c ontr a. o ccrácter de c lasse burguês ele., Qu e i r::m, c ontra a pahl aça::j.a cios r eacç i on&ri o s qu e clefeneleo o o nsino ele classe cu as suas refor:-.jas, Dura nte o a t a.que a o c ortej o, iso lc.o -- se ao p r etendere:.:j lançar paluvras ele o r d.ec:: que os estudant es presentes j tinha.rj uj.t r a ; as sa do, Eo segui- ela, 'Jretend e;-:: ::.1o b i l izar a.s oassa s ed l:.1ta ;)ar a u"ja reun ião s o bre p r o ble, as t é cnic.os ( distribuiç ões_, etc., )! Z final:1ente, dô:o inf o r ;::a.ç õ e s_f a ls e s sobre o qu e se passou e o que S8 grito u, c o Jo 'T o,l quer e st'td.a.nte p r esente sabe :.mit o e:=. Ao l ongo dest e proc e sso, a ;)csiçô:o do s.r;:efor::jistas é clo,ra.: c o: 'o não pode::1 ic:jjed ir a d estruiçô:o da Que i s a, pr et enderj nrefor; =:Ja-- la. 11.;:, Ta..obe:J e l e s ser ê:o qu c i :=J uto s(. _.-;. -- PHATIQ"L'E: O S Ul:IA L INUJ'-.. DE 1,l.4..SSAS -- LUTE1úOS POil TJ11'1 ENS INO P OPUJ.J.AJ.1 O afu.sto,r-ler!.t J t. ota.l entre o I'i1,.!-i. a -: as.. 1o..ss n. s u:-:11. r ec...liclade evide:nte:: Ê c c.cla di a <:ais a:1ta.gónica c. c o :.1tro.d ição c;ue se)c,ra u pró,t i c o, d e luto, J o s estu cuntes c:lu::1 0 )C.r el!'o s i :o.dicc.l :.mrocriltico ao serviço c'l::j r e f or ;_JÍSI:..O' o Contra ele aeveoo c recrg anizc.r o ::.1ovi Qent o p ele. ;_)ráti(;c, c1e 1.;. linha ele LJ.O,i:'Dci..s éi.irig i cb :;;:tm a a cescussão }Jol Í tica na base., Ao i oecli a.tisno o ;Jortunista das ' 1 reivin.d ica çõe s c o ncret.1:1s 11 d8vecos O:i_JÔr a, lut a, c ontra a uni ver.si cl. adl e buq;uee' é1,. A s ''Kefornas Ger1:1is e e r.jo cráticas da Unive rsidade 11 dev e::1o s opôr a luta por u ensino o)u lar ao seriç o do s t r n bc,lhadores. A te1 utiva s de sabo t agen do :Jov i oento, deveno s opôr a lut e, c o n"tx-a. C,J ref or:.:istc:.s. A luta que o s e stu dantes portug'ieses t,re.vao a. :1Ív el no.r.. i one,l })O:t leju Unive r sidade P opular no s e i o de ua s c ciedad e transíor Ja da e dirigid a pel o s t :rabal hadores, ussu;::je actual ente d ois a8ect o s r inci p ai2: luta c ontro, o c onte o e n&t odo a de ens i n o de cla.s s e da burc uesia; lut2. p ela c o:o.qu.:'..s t(.:. na ) rtitico, d o s direito s de 10 crútic o s de livre r euniô:o 7 d i scusao e expressão. A p r o ssecu;;ão destes oijj e c t ivj s e.ci ge a p rá"(,j.ca on s t c,n t e ele u. 1a linha de uassas, isto é, exi ge a c onstruçô.:0 rn lute. d e uua. o r gcl;.nzccçô:o sindical c aja z de pers pectiva r c or.re ctuo ent,e o s objectivos e:fi r.id.o s na base J :.: e o s tron.sfor '-mr e :-:1 palavr a s d e o r de::j c o rrecas, partin do das ua.ssas_pur a v oltar s oass s. s6 a c o n s tante l igação as ;:Jassas, o i nquerit o c o nstc.:0.t e a o s e u nive l d2 c orl.sciênci n,, c;arant e a justeza ela. J.O Si:; a linha e c. c orre c çô:o cl.u nossc, _;_J rc: Li a. A iiguo, c orr E:nte não a podrec e : é ess e 0 :.Jovioen t o c onsto,nt e qu e n o s p er:_üte 2vi tor a f o s si.l zaçô:o buro c rút icc, dns e s truturas sindica is que só pode ser vir o s O) r tunistas, Na si tuaço a.cua l do no vien t a est uda nti l de Co i o b r a, a p r 6tica de uo, linha de ::1 assas i :.:J.jJÕe c o :c t-:1refn. J.Jr i nc i j)al a r LJa r él S lassas do s ins t ru...: ec-d:,o.s d e lute, d.e qu e tê;::j c areci do isto é, i ::J)Õ2 u o trabo, H:w de r e o rt_!;an i zuçéto d o ::.1ov:i:.1ento sind ical. Defen d e.jo s que c s s n r eor e;::1n i zc.çô:o deve s e r fe i t Cl. a )0rtir d o, 1:ms e, eo Ínti::m lig a ção c ou as g r a n.de.s ':J USS c s c a )a ::."tir cla.s pró, )r i a s lutu.s. Defendm 1o s que d eve Jart ir elo a l a stra n ento de g y-up o s Iit_;o, d o s ao s curso s e f or n ado s por e lenent, o s cl i rectl.lu ente c or: q ro e ti cl o s perante o tra. blho a sso c i ativo.ass i ::J se c. r antir& a po ssi b iliade de descentra

5 .. l i zaçô:o, qu e l i berte de f Of i-ls.1 or g c:1r. i zada n. i 1i c i ativa ce1 s :1a s oja s e s e cria r no no. oes oo telj)o c ondi ç õ es c ada ve z ;.mis f o.rte s para u ; ch re cçãq c o e s a elo ;:.w v i o e n t o. À f o r ::::;a or g ani z c.t iva qu e ) r O)O;:JO S c '13.i:Ja::Jos NÚc l eos Sind i c a i s de Bo,s e. os NÚCLEO S S INDi c;lis :J B.:l.SE (N :a. s I s ) A c o nst ruç ô:o do ovi og n t o sinjical l i g aa c.o t r abalho a ss o ci o t i v o, o t a - r e f c, o que :::.:etp-::: o,_:hr.!s o s l(úcle o s SinC:icctis e Bc.s e, que Jre t en ::le::; lutar e..: Coi o b r a, J el o s ()bjectivo s d o - o vi ;_jent o s trug.::. n t i l. O s n Úcleo s jó. ex i ste nte s nas f a c uldu,des C.e i ecl i c i na e :Ji reit. o e n o s Li c eus ) r o põe::j de s du j Ó., c o;_"jo bases i_jr o::_:; n.1- ' t. '., cu, 1 c as ::nn1.oc.s e.j r.y;r :i. s o r :. :;. s,)o.rc. o. c onstruç ac :le u:t s i n cli c G,l is."o d e nov o t ipo o s ecsu i ntg: l - Const i tui çãc. c.) e lj. S B ' s ei-.1 t ocbs u s esc o l a s,u fi:.j de recrg a.niz o.r o o ovi::jento s i n i c o. l o Jarti r.a: 'b 1- s c,... 1e l e1 U) li c o ç o de uu l i n hc1 de u ss u s ao tra - balho o s o c i a t i v o ; 2- Ob j e ct i v o s de lutc:1: a ) Lu t o c e ntr o o c o n t e Údo e ensin o ele cl a sse u r g u e - si o ; b ) Lu t o, )elcl c o n qui s t u na r 5t i c o do c 1 s c u s s oo o lític o. n u o se; c ) Estrutu r u ç o C1 nt i - r e f or is tcl dc:1 lut a c ontr a e1 Que i o o dos FitC1s, enqu a n t o u onife s t açuo b ur g u e s o c e clas s e ; cl ) Heo r gi.1niz o çã.o do :.w v i ne:1to sin d i c o. l a )ar t i r d o o. l astrm:::e ;J.t o do s N. S.. B 1 s., coe o o j e c t i v,; f i n o.l de exix<l s a r o s r efor o i s t cts do. Ali..C; e ) I nfon :m.çô:o s obr e a l utc1 e stmdu, "t il nc'..s outri.ls uni ve r sicl.o,cle s i n ic i a r o c oubate. Ous,;;:::o s vçju:,ê.,- l o.' t;, o tn:.bc:lho ClS>S c- ci e. tiv e n Gs NúI;;S-S i:c. cl i cn is ---. ele Dc.se! GaTUGUES:ZS No ;_w:... e nt o.:1ctus.l quu, c i n iciu,_:os c1 CÇJil.lstr u ção de u.:1 :10v i ;_}ento s i ndi cal c e.;:;az c1e lutur, e ; C o i _:b r2-...)0 l os, obj ectiy o s cig t. c:...:> S J S estu clu, n tes :)or t ugue s e s 9 [1Ss uoe ).Jl1rt i cul.1r i.<;_)ort3..ncia ;.1 iu,?stê:o ci<'1 u:ü :::a,g - \. lu :Lo c studailti l a r.í v e l nuci o n cü. Os,)r inc Í ) i o s e.1 que deve o s.:w:1t:1r C1 c o ;J.stru ç.j cl. u, uni Jcde chs e s t uclaute s po r t u c;ues.:::s s fi: o o s :.., E:K l S 21 c ue c sse1to :.1 C 'J 1 s t r uçét o r_lo.ov i..:ut _ a n Í vel le Co i <.r b r a, isto é:e1 c r e sce nte unifi c t:.1çgo ll s lut,. s n _,. r tir t..; J.'" s nv o lv i ;1e n t o.io t r :J.ba - 1 h o a s s o c i a t i v o 9 o seu a v r.nç o ;c:1 r u, rl{ v e is su1j'ér i ores a par t i r U.a all i ce1 ç c; ele u.. m lin ha de u ass Cl- S n o f 0 r t a l eci:o :s;1to,_ u. -J r go::iz :lçô:c s i rdica l. A u n i.i<llle do s estud <.l;.lt e s ;J o r tue; u e s c s ser ó. ent ô: u a expzre s, ã c o r g a :.üzativr::...lc. r e G. l uni dc:1 - e '.e lút c:1.o s e s tucan t e s e LJ v ez d e s 2 a s e ::-cr e :._i G. C:J r c.l o s er1tr e :... i r it; ente s? or i sso 9 J i s c o cl:.! ;1o s c1é:,.jo,;:; i çj: _; J. :...- s d i r i, ent2s 0)portu a i stc:. s d e Co i :.1br e1 qu e 'J.1 r "..., t "''... L..J. \.. ' 10 _ o;;:.._.. u. C"l. J t... " f: ':S v ".t) -_..u.o.., J.::!I,_ 'n t....._. é,. -.- \.,; l '"'" fu U>"...,_"i., C' U'l.... _ i \.J...,,-.l. i c..: s c... ri.>'1''..., S u,.., j >>r... ;.... t.il >r r'e _.L <...;... "' C :)... r. L '-' s :z.. e cúp u l G. e c o.:. f i :.--.s. : er c-h_:je:t e o:::.ti- r e,jr e s s ivo s,cujc- ftu,: ê:o e x J l i ca. n 0 s eu ".í:k l eti.a.ss o c i ati v o n e tl i t a r c o: :.u:1icj..dos- " só i i:;f,_ r :. v.. t i v o s '' ( i)8rce.bcl.- s e Lt.o s d. iric;gilt e s r e f o r ii s t (;,,s c.1e Co i :br c. néto c o nv é 1 c x,;l i c l1r o s c1 ti d o r e ol.'c.1-s l u t, s t retv c1dus e:1 Lis B oc:, e ne;??!'to ), c ::> ;2e;:1orar G.:,t e. s i, J)O rt ê. r t e s drj!,1. A. (!) e e stabele c 0 r c o n t a ct ;) S e n trfls és v aria s a s..o ::> Cl C1Ç6es. P or i H s o,c o n si d ro. l o s jasta e1 : o s iç-u d s nssociclç5es de L i s h oa, que f ze dei_je t1der a. c o1 str.. uçâ:c do. U!1 i <_l;.1cle d,;..:: 2.. tu c:.11.t:...:s "_:o r tuc;u a s e s el o d... s e11v o lv i : er1 t o do tr abéll ho associ f>,ti--v- o.. rns esco l as J :) cr c sc,;:1te ;:nr"l. iz n, : e!.": t o '.:"s c struturü. s s i :v:.li c a is da defi n i ção de u,, ".:r ogr a..j C1 u n i t:ír i J a "" Í Ye l u,1c io;.'l' l c o_!jas e c::t o s ) rinc(ü :J s do i:.=:o vi l J e nt o 9 a S 0 l" cli scuti cio e a.l;r ovo...:je>.. )nr t.) l S 0 s z; st ::l:"'111t '- s. SÓ u...:.. or 8ni1i z a.ç ô:o u nitó.ri u, a ssi cri a a?od e r Ó. o p3r-s o de f o r 1u e fi CGZ e J uragour c1 c:1 r ep r e s ô:o gover n l1 :.:..t e ot a l.

6 ... - '. A uni.:lu.ct2 cio s e s tucl:nt c s 1o rtu g u e s e s constr 6i-se ncj.,_) r Ó J ric:, ló,cs ic do des e nv ol V l :.i:> -_,-l u- N ,,+ u \,./\.-"'..., e st <..- c1":ltl'l..1.c..;,..";..-:. 9 J --':;. L u o L -... c u 1... V:: t..:r.;' -1, C'' '-'"' c... r "'--'ress"o oc..; J1.:' \...J.. L> 'O V... 0 T T_ 1 u. '',. c ,c \Jt..oo, l O'tl h - '-_., s. 1. 1e.. J.,..-s L -... r e f or : ü.;i u. s. As or 0 c n iz c:cç õ e s u ni tél.ri u. s o s r eior.üst::1s vive:.. l cio s l i r:; 2.cL" s c-s... cg. S.J ê.s e. or - -, 'I c -E-:J J, Á r e i:j 11.}:.) 1"' si.,c -.::;; 10 JL O J., cntr OlJl. t r o s 7 o c.j. :s o c:..l.. J-i'..::.. C'... =lo c..:1o.j) O. s c l o 9 os. G s tu -...C!. :d v e s e 1 l u t 2.. r cbei t c:.r..: 9 C'i. r.1 Í.r e l :;.l(. ci odg. l ÇLS.1.)r 0 1;ost..-:-s o.:ljortuu.ist:.. 1s ' ::.> s. iri e ::.1 t...- s,c Co i r:jb re1 9 que Jrt e :.;._:i c vi t.l r.o. t -:>vi : :.rt.j )ar a u.; n G!lC O L1t r :> :-lt..: ci,.j. l l c ontra. n. r e1_)r 0 s s ô: o. l i. u :.1 i.e1ja d o s es tu. c J :::t,.;; s :l Cvl:.L t 0. -.;.. -ve r _c :J. _ c:. un i _.. J.(lc ci:.o s r e f o r..: ist u. so J.,i.. o r t_;-1_::.-i z c ç,o u:._í t o..r i CL :J.Cl. Ci _:) :.J.cJ.ii..-.. C: o s 0 s -c..clc'...ij.tc: s )o rt ug U 2 s 2 s c J I.1str :.::.i r ::o s (: r c c..)c..z.. G c u.._) rir J S objcc t i... ifo s!.l i s tóric ::. s c'lo ::..;::;vi; ie:.:.t o stu 1c;. :..1til. Ci G sc c r tl c:.j. r t',. - ' r-., - ''. l t.,<. ' 1 Il 1 -U..'!..i J.. L,; -.,ç = J..) c o.l Q '-'UC1!.:..i. t O. e.:)8 r c1 C <.1 ) 0.. Z.lC :.1.il... LTC1 )Q S.. S U:..r O 1S 8.:. i>.!..? 1 O C'St.;UCiC1:.:: Wl. ' ' l e c o l o c a r e ssn l u t u. a o serviç o lo J CVo. S$TU:;:UNTIL 2'JE C O E : B.A ::-

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e :

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 13 DE JULH DE 2015! Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : Caso vo cê nunca t e nh a pa

Leia mais

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 D A T A D E A B E R T U R A : 2 9 d e d e z e m b r o d e 2 0 1 0 H O R Á R I O : 9:0 0 h o r a s L O C A L D A S E S S Ã O P Ú B L I C A: S a l a d a C P L/

Leia mais

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 Estratégico III Seminário de Planejamento Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 G es tão Em pre sa rial O rie nta ção pa ra om erc ado Ino vaç ão et

Leia mais

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais

Prgrmçã O Mu s u Év r, p r l ém f rcr s s i g ns «vi s i t s cl áss i cs» qu cri m s p nt s c nt ct nt r s di v rs s p úb l ic s qu vi s it m s c nt ú d s d s u ri c s p ó l i, p r cu r, c nc m i t nt

Leia mais

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem

Leia mais

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO 1. RESULTADOS QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO 1.1- QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO: AMOSTRA REFERENTE AS

Leia mais

E v o lu ç ã o d o c o n c e i t o d e c i d a d a n i a. A n t o n i o P a i m

E v o lu ç ã o d o c o n c e i t o d e c i d a d a n i a. A n t o n i o P a i m E v o lu ç ã o d o c o n c e i t o d e c i d a d a n i a A n t o n i o P a i m N o B r a s i l s e d i me nt o u - s e u ma v is ã o e r r a d a d a c id a d a n ia. D e u m mo d o g e r a l, e s s a c

Leia mais

URBANISMO COMERCIAL EM PORTUGAL E A REVITALIZAÇÃO DO CENTRO DAS CIDADES

URBANISMO COMERCIAL EM PORTUGAL E A REVITALIZAÇÃO DO CENTRO DAS CIDADES LEITURAS URBANISMO COMERCIAL EM PORTUGAL E A REVITALIZAÇÃO DO CENTRO DAS CIDADES [Carlos José Lopes Balsas (1999), Gabinete de Estudos e Prospectiva Económica, Ministério da Economia, ISBN: 972-8170-55-6]

Leia mais

2. A C l a s s i f i c a ção M S C 01 H i s t o r y a n d b i o g r a p h y 03 M a t h e m a t i c a l l o g i c a n d f o u n d a t i o n s 05 C o m

2. A C l a s s i f i c a ção M S C 01 H i s t o r y a n d b i o g r a p h y 03 M a t h e m a t i c a l l o g i c a n d f o u n d a t i o n s 05 C o m Áreas Científicas do Departamento de Matemática Docu mento de trab al h o 1. Introdução O D e p a r t a m e n t o d e M a t e m á t i c a e st á or g a n i z a d o e m q u a t r o S e c ç õ e s: S 8 1

Leia mais

Tópicos Quem é é a a PP aa nn dd ui t t?? PP oo rr qq ue um CC aa bb ea men tt oo PP er ff oo rr ma nn cc e? dd e AA ll tt a a Qua ll ii dd aa dd e e PP aa nn dd ui t t NN et ww oo rr k k II nn ff rr aa

Leia mais

1. A cessan do o S I G P R H

1. A cessan do o S I G P R H 1. A cessan do o S I G P R H A c esse o en de reç o w w w.si3.ufc.br e selec i o ne a o p ç ã o S I G P R H (Siste m a I n te g ra d o de P la ne ja m e n t o, G estã o e R e c u rs os H u m a n os). Se

Leia mais

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to.

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. GASTRONOMIA Instruções Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. Res pe i te mar gens e en tra das de pa rá gra fo. Use as in for ma ções

Leia mais

1 3Centrs e PP esq is II DD C n MM n Astr l i Astri C h i n Re. C h e H n g K n g F i n l n i I n i F rn 0 4 C n I n n si Al e m n h E st s U n i s I

1 3Centrs e PP esq is II DD C n MM n Astr l i Astri C h i n Re. C h e H n g K n g F i n l n i I n i F rn 0 4 C n I n n si Al e m n h E st s U n i s I 1 3Mr P e re s, R e s e r h D i re t r I D C B rs i l Br 0 0metr Cis e Bn L rg n Brsil, 2005-201 0 R e s l t s P ri m e i r T ri m e s t re e 2 0 0 7 Prer r Prer r Met e Bn Lrg em 2 0 1 0 n Brs i l : 10

Leia mais

'!"( )*+%, ( -. ) #) 01)0) 2! ' 3.!1(,,, ".6 )) -2 7! 6)) " ) 6 #$ ))!" 6) 8 "9 :# $ ( -;!: (2. ) # )

'!( )*+%, ( -. ) #) 01)0) 2! ' 3.!1(,,, .6 )) -2 7! 6))  ) 6 #$ ))! 6) 8 9 :# $ ( -;!: (2. ) # ) !" #$%&& #% 1 !"# $%& '!"( )*+%, ( -. ) #) /)01 01)0) 2! ' 3.!1(,,, " 44425"2.6 )) -2 7! 6)) " ) 6 #$ ))!" 6) 4442$ ))2 8 "9 :# $ ( -;!: (2. ) # ) 44425"2 ))!)) 2() )! ()?"?@! A ))B " > - > )A! 2CDE)

Leia mais

J u i n 2 0 0 9 L e ttr e d 'i n fo r m a ti o n n 1 9 E d i to r i al E p p u r si m u o ve «E t p o u r ta n t e l l e b o u g e» m u r m u r a G a l l i l é e s u r s o n c h a m p e s t l a r g e.

Leia mais

NPQV Variável Educação Prof. Responsáv el : Ra ph a el B i c u d o

NPQV Variável Educação Prof. Responsáv el : Ra ph a el B i c u d o NPQV Variável Educação Prof. Responsáv v el :: Ra ph aa el BB ii cc uu dd o ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO 2º Semestre de 2003 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO As atividades realizadas

Leia mais

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10 QUESTÃO 1 VESTIBULAR FGV 010 JUNHO/010 RESOLUÇÃO DAS 15 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA MANHÃ MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A O mon i tor de um note book tem formato retangular com a di ag o nal medindo

Leia mais

Correção da fuvest ª fase - Matemática feita pelo Intergraus

Correção da fuvest ª fase - Matemática feita pelo Intergraus da fuvest 009 ª fase - Matemática 08.0.009 MATEMÁTIA Q.0 Na figura ao lado, a reta r tem equação y x no plano cartesiano Oxy. Além dis so, os pontos 0,,, estão na reta r, sendo 0 = (0,). Os pontos A 0,

Leia mais

FACULDADES UNIFICADAS DA. Curso de Direito Escritório de Assistência Jurídica Registro OAB 6614 DA F UNDAÇ Ã O EDUCACIONAL DE B ARRETOS

FACULDADES UNIFICADAS DA. Curso de Direito Escritório de Assistência Jurídica Registro OAB 6614 DA F UNDAÇ Ã O EDUCACIONAL DE B ARRETOS FACULDADES UNIFICADAS DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRETOS Curso de Direito Escritório de Assistência Jurídica Registro OAB 6614 REGULAMENTO DO NÚ CLEO DE PRÁ TICA JURÍ DICA DA F UNDAÇ Ã O EDUCACIONAL DE

Leia mais

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O O s depós itos fos s ilíferos, o s s ítios paleontológ icos (paleobiológicos ou fossilíferos) e o s fós s eis q u e a p r e s e n ta m valores científico, educativo o u cultural

Leia mais

MÃE. M esmo q u e o s eu f ilho j á t enha sido regi strad o procu r e o cartóri o d e R egi stro Civil de

MÃE. M esmo q u e o s eu f ilho j á t enha sido regi strad o procu r e o cartóri o d e R egi stro Civil de APRESENTAÇÃO O T r i b u n a l d e J u st i ç a d e S ã o P a u l o d e s e n v o l ve, d e s d e 2 0 0 7, o P r o j e to P a t e r n i d a d e R e s p o n s á v e l. S u a d i s c i p l i n a e s t á

Leia mais

Alencar Instalações. Resolvo seu problema elétrico

Alencar Instalações. Resolvo seu problema elétrico Alencar Instalações Resolvo seu problema elétrico T r a b a lh a m o s c o m : Manutenção elétrica predial, residencial, comercial e em condomínios Redes lógicas Venda de material elétrico em geral. Aterramentos

Leia mais

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009 FGV 010/1-13.1.009 VESTIBULAR FGV 010 DEZEMBRO 009 MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A PROVA DE MATEMÁTICA QUESTÃO 1 (Prova: Tipo B Resposta E; Tipo C Resposta C; Tipo D Resposta A) O gráfico abaio fornece o

Leia mais

n o m urd ne Hel e n o mis

n o m urd ne Hel e n o mis Em nosso cotidiano existem infinitas tarefas que uma criança autista não é capaz de realizar sozinha, mas irá torna-se capaz de realizar qualquer atividade, se alguém lhe der instruções, fizer uma demonstração

Leia mais

Classificação Periódica dos Elementos

Classificação Periódica dos Elementos Classificação Periódica dos Elementos 1 2 3 1 Massa atômica relativa. A incerteza no último dígito é 1, exceto quando indicado entre parênteses. Os valores com * referemse Número Atômico 18 ao isótopo

Leia mais

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP GIS Gertran Integration Suite Guia de T ransferência de Arquivos Entidade x DATAPREV Versão 1.0 HTTPS G I S G ui a de T ra n sf er ên ci a d e Ar qu i vo s 1/ 8 ÍNDICE ANALÍT ICO 1. INTRODU ÇÃO......4

Leia mais

EM NOME DO PAI ====================== j ˆ«. ˆ««=======================

EM NOME DO PAI ====================== j ˆ«. ˆ««======================= œ» EM NOME O PI Trnscçã Isbel rc Ver Snts Pe. Jãzinh Bm & # #6 8 j. j... Œ. ll { l l l l n me d Pi e d Fi lh ed_es & #. 2. #. _. _ j.. Œ. Œ l l l j {.. l. pí t Sn t_ mém Sn t_ mém LÓRI O PI Trnscçã Isbel

Leia mais

soluções sustentáveis soluções sustentáveis

soluções sustentáveis soluções sustentáveis soluções sustentáveis 1 1 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 2 2 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 3 3 APRES ENTAÇÃO A KEYAS S OCIADOS a tu a d e s d e 1

Leia mais

Messinki PUSERRUSLIITIN EM 10 MM PUSERRUSLIITIN EM 12 MM PUSERRUSLIITIN EM 15 MM PUSERRUSLIITIN EM 18 MM PUSERRUSLIITIN EM 22 MM

Messinki PUSERRUSLIITIN EM 10 MM PUSERRUSLIITIN EM 12 MM PUSERRUSLIITIN EM 15 MM PUSERRUSLIITIN EM 18 MM PUSERRUSLIITIN EM 22 MM Messinki Tuote LVI-numero Pikakoodi PUSERRUSLIITIN EM 1551002 XV87 PUSERRUSLIITIN EM PUSERRUSLIITIN EM PUSERRUSLIITIN EM PUSERRUSLIITIN EM PUSERRUSLIITIN EM PUSERRUSLIITIN EM PUSERRUSLIITIN EM 35 MM 10X

Leia mais

Fabiano Leoni. William Corbo

Fabiano Leoni. William Corbo Fabiano Leoni William Corbo O CURSO Este é um curso pensado especialmente para líderes inquietos e cheios de vontade de mergulhar fundo em PESSOAS. O curso Cultura & Encantamento pretende fornecer importantes

Leia mais

Gerência e Segurança d e R ed es W irel es s Claudia Pereira c lp ereir@ c is c o. c o m 1 Aplicaçõ e s I n t e r at iv as X Aplicaçõ e s T r an s acio n ais 1950s-1990s C a r t a s e me mo r a n d o s

Leia mais

MANUAL DE ESTRUTURA, NORMAS E PROCESSOS DA BIBLIOTECA DA FESVV

MANUAL DE ESTRUTURA, NORMAS E PROCESSOS DA BIBLIOTECA DA FESVV BIBLIOTECA DA FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ DE VILA VELHA MANUAL DE ESTRUTURA, NORMAS E PROCESSOS DA BIBLIOTECA DA FESVV Bibliotecária Luzia Ribeiro 2010 Juarez Moraes Ramos Júnior Diretor Geral Luiz Cláudio

Leia mais

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a E M P R IM E I R A MÃO T h e O i ta v os é o e x c lu s i v o h o te l d e 5 e s tre la s q u e co m p le t a e v a l ori za a ofe rta d a Q u i n ta d a M a ri n h a, co n s olid a n d o -a c om o d e

Leia mais

MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR

MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR O Sonho de Renato O Sonho de Renato a e i o u A E I O U so nho de Re na to Eu sou Renato Valadares Batista. Tenho 14 anos. Sou filho de Pedro Batista e Luzia Valadares.

Leia mais

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades PNV 289 Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades Orides Bernardino São Leopoldo/RS 2012 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal 1051 93121-970

Leia mais

REFORMA POLÍTICA. Capítulo VI

REFORMA POLÍTICA. Capítulo VI REFORMA POLÍTICA Capítulo VI REFORMA QUE O GOVERNO LULA E O CONGRESSO NACIONAL DEVEM PRIORIZAR [espontânea e única, em %] Pe so 1 0 0 % Re fe rê ncia s a re form a s Re form a Agrá ria 7 Re form a Tra

Leia mais

O siste ma foi de se nvolvido e m C # atra vé s da fe rrame nta Microsoft Visual S tudio 2008. Banco de dados Microsoft S QL S e rve r 2008 r2

O siste ma foi de se nvolvido e m C # atra vé s da fe rrame nta Microsoft Visual S tudio 2008. Banco de dados Microsoft S QL S e rve r 2008 r2 His tó ric o O de s e nvolvime nto do S is te ma Voto E le trônico do Ministé rio P úblico do E stado de S ão P aulo te ve s e u início e m 2009 com a fina lidade de automatiza r os proce ssos e le itorais

Leia mais

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde B ra s ília, 26 de s etem bro de 2009 C o ntro le da s P o lític a s de L uiz R ibeiro FU N Ç Ã O D O J O R N A L I S M O J o r n a lis m o é a a tiv id a d e p r o fis s io n a l q u e c o n s is te e

Leia mais

Tabela de Vinculação de pagamento Manteve o mesmo nome DDM SIAFI-TABELA-VINCULA-PAGAMENTO

Tabela de Vinculação de pagamento Manteve o mesmo nome DDM SIAFI-TABELA-VINCULA-PAGAMENTO Segue abaixo dados das DDMs que mudaram para o PCASP, tanto as que mudaram de nome como as que mantiveram o mesmo nome. Para estas, os campos que serão excluídos (em 2015) estão em vermelho e os campos

Leia mais

REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES ANTIGAS ASSINATURA. 30/7/2014 Salão de Gramado encerra nesta quinta-feira.

REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES ANTIGAS ASSINATURA. 30/7/2014 Salão de Gramado encerra nesta quinta-feira. Q u a, 3 0 d e J u l h o d e 2 0 1 4 search... REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES Selecione a Edição ANTIGAS C l i q u e n o l i n k a b a i xo p a r a a c e s s a r a s e d i ç õ e s a n

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE

A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE AUDITORIA IA CLÍNICA A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE Auditoria é em um exame cuidadoso e sistemático das atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor, cujo objetivo é averiguar

Leia mais

Proposta de Revisão Metodológica

Proposta de Revisão Metodológica Proposta de Revisão Metodológica Gestão do Desempenho Dezembro de 20 DIDE/SVDC Propostas para 202 Nova sist em át ic a de pac t uaç ão e avaliaç ão de m et as set oriais e de equipe; Avaliaç ão de De s

Leia mais

! $&% '% "' ' '# ' %, #! - ' # ' ' * '. % % ' , '%'# /%, 0! .!1! 2 / " ') # ' + 7*' # +!!! ''+,!'#.8.!&&%, 1 92 '. # ' '!4'',!

! $&% '% ' ' '# ' %, #! - ' # ' ' * '. % % ' , '%'# /%, 0! .!1! 2 /  ') # ' + 7*' # +!!! ''+,!'#.8.!&&%, 1 92 '. # ' '!4'',! "#$%% $&% '% "' ' '# '"''%(&%') '*'+&%'# ),'#+# ' %, # - ' # ' "%'''' ' * '. % % ', '%'# ''''') /%, 0.1 2 / " ') 33*&,% *"'",% '4'5&%64'' # ' + 7*' # + "*''''' 12''&% '''&")#'35 ''+,'#.8.&&%, 1 92 '. #

Leia mais

do o de do Dn pr es i lha n har ac ord ad o... E co 1 0 uma

do o de do Dn pr es i lha n har ac ord ad o... E co 1 0 uma P R O P " E ) A D E DO C L U D L I T T E H A R I O S U MMARIO f ; õ E J ; õ E ; I \ ;; z Df < j ç f:t \ :f P ü Bz }? E CLOTIJ DE J x "? ú J f Lf P DI!; V: z z " I O PA F L ARÉNE S Pz: E:\H P HA RRC : A

Leia mais

Av. Tor res de Oli vei ra, 255 Ja gua ré - São Pau lo - SP (11) Rua Pa dre Car va lho, 730 (11) Pi nhei ros - São Pau lo - SP

Av. Tor res de Oli vei ra, 255 Ja gua ré - São Pau lo - SP (11) Rua Pa dre Car va lho, 730 (11) Pi nhei ros - São Pau lo - SP Serigrafados Bisotados Temperados Laminados Av. Tor res de Oli vei ra, 255 Ja gua ré - São Pau lo - SP (11) 2827-2100 Rua Pa dre Car va lho, 348 Pi nhei ros - São Pau lo - SP (11) 2142-8588 Rua Pa dre

Leia mais

GLOSSÁRIO PREV PEPSICO

GLOSSÁRIO PREV PEPSICO GLOSSÁRIO PREV PEPSICO A T A A ABRAPP Aã Aã I Aí I R ANAPAR A A M A A A Lí Aá S C é ç í ê çõ 13ª í ã. Açã B E F Pê P. Cí ê, ã ê. V Cê Aã P ( á). N í, - I R P Fí (IRPF), S R F, à í á, ( 11.053 2004), çã.

Leia mais

Quadro de conteúdos. Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano. Lição 1 As crianças e os lugares onde vivem

Quadro de conteúdos. Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano. Lição 1 As crianças e os lugares onde vivem Quadro de conteúdos Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano Língua Portuguesa Matemática História Geografia Ciências Naturais Arte Inglês ABC da passarinhada O alfabeto Quantidade A ideia de quantidade Eu, criança

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM No u s o d a c o mp e t ê n c i a p r e v i s t a al í n e a v ) d o n. º 1 d o ar t i g o 64º d o De c r e t o -Le i n. º 1

Leia mais

Medley Forró 2. œ œ # œ œ œ œ #.

Medley Forró 2. œ œ # œ œ œ œ #. Roteiro e adapta: Edu Morelenbaum e Rold Valle Ú 106 sa Branca 4 2 Luiz Gonzaga # # 6 # # # # # 12 # # # # # # 18 # # # # # 24 0 Quan-do_o - # iei # # de São Jo - ão - - - a # ter - ra_ar - D # Eu per-gun

Leia mais

Acervo de documentos oficiais da Força Aérea Brasileira (SIOANI), convertidos em arquivo digital por Edison Boaventura Jr / GUG Grupo Ufológico de

Acervo de documentos oficiais da Força Aérea Brasileira (SIOANI), convertidos em arquivo digital por Edison Boaventura Jr / GUG Grupo Ufológico de UHIDi;.DE R:'::U16m0 OliI I DADOS DO RZLAT6aIO 1. Hur'ero:._RIl_. 2. D:J.t2, r'e preencl',jr',cnto :/~Lj'_.c~~l..L/l'~f.._... 3. Locd de o)soi'vu:';qo c10 Od:.rtq _Rrr-: _.... _.._.... 4. 5. AnGJ:os: -.--.-..

Leia mais

< ()& : 555>?

< ()& : 555>? P Ú s Pr s t Pr t Pr r str Pr ss t át P q çõ s r ç s çõ s s é s r r t r Pr r sé rt r P Ú s Pr s t Pr t Pr r str Pr ss t át P q çõ s r ç s çõ s s é s r ss rt çã r s t rt s r q s t s r t çã tít str t r r

Leia mais

! "#" $ %&& ' ( )%*)&&&& "+,)-. )/00*&&& 1+,)-. )/00*&2) (5 (6 7 36 " #89 : /&*&

! # $ %&& ' ( )%*)&&&& +,)-. )/00*&&& 1+,)-. )/00*&2) (5 (6 7 36  #89 : /&*& ! "#" %&& ' )%*)&&&& "+,)-. )/00*&&& 1+,)-. )/00*&2) 3 4 5 6 7 36 " #89 : /&*& #" + " ;9" 9 E" " """

Leia mais

C ontextualização his tórica da operacionalização da R es olução C onama 258/99 1/19

C ontextualização his tórica da operacionalização da R es olução C onama 258/99 1/19 C ontextualização his tórica da operacionalização da R es olução C onama 258/99 1/19 C iclo de vida : Do pneu novo ao pneu us ado FABRICAÇÃO IMPORTAÇÃO MERCADO Pneus Novos EXPORTADOS Pneus novos Fora do

Leia mais

O Sacrifício da Cruz

O Sacrifício da Cruz O Sacrifício da ruz 6 ø 4 4 Intenso q = 61 9. r. r m b sus4 6 Ó. m Œ. r J 1.u ø. r o - lho pa - ra_o céu, bus - M7.. can - do com - preen-der o sa - cri - fí - cio do Sal - va - dor em meu lu - gar ø ø

Leia mais

Confronto com as idéias a respeito de literatura infantil

Confronto com as idéias a respeito de literatura infantil AULA S LI T E R A T U R A IN F A N T I L E J U V E N I L LI N G U A G E M D O IM A G I N Á R I O I Pr o f a. Dr a M a r i a Zil d a d a C u n h a I - Introdução A liter a t u r a inf a n t i l e juv e

Leia mais

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing White Paper Boas Práticas de E-mail Marketing Saiba como alguns cuidados simples podem melhorar os resultados de suas campanhas de e-mail marketing Para garantir a qualidade no mix de comunicação atual,

Leia mais

======================== ˆ_ ˆ«

======================== ˆ_ ˆ« Noss fest com Mri (Miss pr os simpes e pequenos, inspirdo em Jo 2,112) ( Liturgi I Puus) 1) eebremos n egri (bertur) Rgtime & c m m.. _ m m.. _ e e bre mos n_ e gri, nos s fes t com M ri : & _.. _ º....

Leia mais

!"#"$%& '( &)*$+,-& '( +!,& ".!(,()/"'& "& (."!/"0()/& '( (&1!"23" '& ()/!& '( 34)*3", +0")",( "/+!"3,'" )35(!,3'"'( ('(!"$ '&,.6!

!#$%& '( &)*$+,-& '( +!,& .!(,()/'& & (.!/0()/& '( (&1!23 '& ()/!& '( 34)*3, +0),( /+!3,' )35(!,3''( ('(!$ '&,.6! !"#"$%& '( &)*$+,-& '( +!,& ".!(,()/"'& "& (."!/"0()/& '( (&1!"23" '& ()/!& '( 34)*3", +0")",( "/+!"3,'" )35(!,3'"'( ('(!"$ '&,.6!3/& ")/& *&0&!(7+3,3/&."!*3"$."!" " &#/()8-& '& 1!"+ '( "*%"!($ (0 (&1!"23"!3()/"'&!!$9+'3&+3:;")&/($$3

Leia mais

Sobre a obra: Sobre nós:

Sobre a obra: Sobre nós: Sobre a obra: A presente obra é disponibilizada pela equipe do ebook espírita com o objetivo de oferecer conteúdo para uso parcial em pesquisas e estudos, bem como o simples teste da qualidade da obra,

Leia mais

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS João Pedro Cordeiro Resumo O presente artigo versa sobre as práticas de gestão de recursos humanos pelas empresas, e mais especificamente

Leia mais

. D A D O S I N I C I A I S 1.1 N a t u r e z a e fi n a l i d a d e d a e d i f i c a ç ã o : i n d i ca r o ti p o d e e d ifi ca ç ã o ( e x : e s c o l a r u r a l co m 0 2 s a l a s, e sc o la u r

Leia mais

DIRE ITO EM P RE S A RIA L

DIRE ITO EM P RE S A RIA L DIRE ITO EM P RE S A RIA L Um si n d i cato d e trab al h ad ores SI N F O, cu j a p recí p u a e ef eti va ati vi d ad e é a d e d ef en d er os d i rei tos l ab orai s d e seu s associ ad os resol veu

Leia mais

P PÓ P. P r r P P Ú P P. r ó s

P PÓ P. P r r P P Ú P P. r ó s P PÓ P P r r P P Ú P P r ó s P r r P P Ú P P ss rt çã s t à rs r t t r rt s r q s t s r t çã r str ê t çã r t r r P r r Pr r r ó s Ficha de identificação da obra elaborada pelo autor, através do Programa

Leia mais

lh e c o n fe re o in c is o II d o a rt. 4 º d o Re g u la m e n to d o D e p a rta m e n to -G e ra l d o Pe s s o a l (R-1 56 ), a p ro v a d o

lh e c o n fe re o in c is o II d o a rt. 4 º d o Re g u la m e n to d o D e p a rta m e n to -G e ra l d o Pe s s o a l (R-1 56 ), a p ro v a d o PORTARIA Nº 1 6 4 -D G P, D E 4 D E NOV E M B RO D E 2 0 1 1. Alte ra a d is trib u iç ã o d e e fe tiv o d e m ilita re s te m p o rá rio s, p a ra o a n o d e 2 0 1 1. O CHEFE DO DEPARTAMENTO-GERAL DO

Leia mais

12 ru e d e R ib e a u v illé. T é l. :03.88.57.51.7 1 / Fa x : Ed it é le 13 /05/2016 à 17 :23 Page : 1 / 12

12 ru e d e R ib e a u v illé. T é l. :03.88.57.51.7 1 / Fa x : Ed it é le 13 /05/2016 à 17 :23 Page : 1 / 12 R A M F A R A N D O L E 12 ru e d e R ib e a u v illé 6 7 7 3 0 C H A T E N O IS R e s p o n s a b le s d u R e la is : B ie g e l H. - R o e s c h C. T é l. :03.88.57.51.7 1 / Fa x : * * * * * * * * *

Leia mais

91/enloria áo' engenhelro áe csouia!l.janáetra

91/enloria áo' engenhelro áe csouia!l.janáetra &xttlt 91/li á ghl á Si!lJát tjll Czi O t içõ t t Ftz lv á git lõ: I O vi t i é fit i i l t gi t fix :;:ã;"4 l ll 1tlt xit á fi " """" t i t j it z 1 t A gitçã Iti ttt v i á g l vt bt l é itt q gã i fiíi

Leia mais

www.investorbrasil.com

www.investorbrasil.com Proposta curso preparatório para CPA 20 - ANBIMA www.investorbrasil.com Apresentação INVESTOR APRESENTAÇÃO A INVESTOR é uma escola que nasceu da necessidade das pessoas aprenderem as ferramentas e instrumentos

Leia mais

Art. 243. Vender, fornecer ain da que gratuita -

Art. 243. Vender, fornecer ain da que gratuita - Agosto de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Qu in ta-fe i ra 7 22447 LEGISLAÇÃO CITADA ANEXADA PELA SECRETARIA-GERAL DA MESA LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990 Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente

Leia mais

A Prefeitura Municipal de Santa Barbara, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

A Prefeitura Municipal de Santa Barbara, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Edição Nº Nº 030/2012 00004 Sexta-Feira Quit-Feira 08 11 de Março Janeiro de de 2012 2013 A Prefeitura Municipal de Santa Barbara, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Nº

Leia mais

SISTEMA MODULAR DE FOLHA DE PAGAMENTO

SISTEMA MODULAR DE FOLHA DE PAGAMENTO SISTEMA MODULAR DE FOLHA DE PAGAMENTO TERMO DE ABERTURA DO PROJETO... 5 P A R T I C I P A N T E S... 5 I D E N T I F I C A Ç Ã O D O P R O J E T O... 5 Nome e Sigla do Projeto... 5 Cliente e Representante...

Leia mais

Física e Química A Tabela de Constantes Formulário Tabela Periódica

Física e Química A Tabela de Constantes Formulário Tabela Periódica Física e Quíica A Tabela de Constantes Forulário Tabela Periódica http://fisicanalixa.blogspot.pt/ CONSTANTES Velocidade de propagação da luz no vácuo c = 3,00 10 8 s 1 Módulo da aceleração gravítica de

Leia mais

A Gonçalves no México I N F O R M A

A Gonçalves no México I N F O R M A I N F O R M A Novembro de 2007 Depois de atuar por quase três anos no México com um escritório comercial, a Gonçalves investe em uma unidade industrial no país, que entrará em operação no início de 2008.

Leia mais

PALMA. Catálogo de QRCode. 1. Encontre o QRCode 2. Com a câmera do celular mire no QRCode. 3. Comece a aula. www.programapalma.com.

PALMA. Catálogo de QRCode. 1. Encontre o QRCode 2. Com a câmera do celular mire no QRCode. 3. Comece a aula. www.programapalma.com. R PALMA Programa de Alfabetização na Língua Materna Inovação, Educação e Soluções Tecnológicas Catálogo de QRCode www.programapalma.com.br 1. Encontre o QRCode 2. Com a câmera do celular mire no QRCode

Leia mais

HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA

HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA Filipe Carreira da Silva Resumo Este artigo tem por objectivo discutir a noção de esfera pública proposta por Jürgen Habermas. Para tanto,

Leia mais

.', HGFEDCBA. M e u s c o m p a n h e iro s e m in h a s c o m p a n h e ira s. M e u s a m ig o s e m in h a s a m ig a s.

.', HGFEDCBA. M e u s c o m p a n h e iro s e m in h a s c o m p a n h e ira s. M e u s a m ig o s e m in h a s a m ig a s. . ---,,,",jihgfedcbazyxwvutsrqponmlkjihgfedcba ".',.;. " f.,..~~' D is c u r s o p r e f e it o M a r c e lo D é d a S O L E N I D A D E D E L A N Ç A M E N T O D A S P U B L I C A Ç Õ E S D O P L A N

Leia mais

FOI DEUS QUEM FEZ VOCÊ

FOI DEUS QUEM FEZ VOCÊ FOI DEUS QUEM FEZ OCÊ AMELINHA Arr Neton W Mcedo Crmo Gregory c c c Deus que fez vo - Deus quem fez vo - Deus quem fez vo- c Deus quem fez vo - J De-us 4 Deus quem fez vo - Deus quem fez vo - J Deus quem

Leia mais

O RESTAURANTE NO FIM DO UNIVERSO

O RESTAURANTE NO FIM DO UNIVERSO O RESTAURANTE NO FIM DO UNIVERSO DOUGLAS ADAMS O RESTAURANTE NO FIM DO UNIVERSO Volume Dois da Série O MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS A Jane e James, agradecimentos profundos; a Geoffrey Perkins, por realizar

Leia mais

Programa 1: O Processo Educacional: Saúde ou Alienação

Programa 1: O Processo Educacional: Saúde ou Alienação Programa 1: O Processo Educacional: Saúde ou Alienação DEPA R TAMENTO : Psicologia Social PERÍODO/A NO : 7º/2014 CA RG A HOR Á RIA : 34 PR OFESSOR AS : A na Mercês Bahia Bock A driana Eiko Matsumoto O

Leia mais

Correção da Unicamp ª fase - Matemática feita pelo Intergraus

Correção da Unicamp ª fase - Matemática feita pelo Intergraus da Unicamp 010 ª fase - Matemática 13.01.010 UNIAMP 010 - MATEMÁTIA 1. Uma confeitaria produz dois tipos de bo los de fes ta. ada quilograma do bolo do tipo A consome 0, kg de açúcar e 0, kg de farinha.

Leia mais

Manual do Usu rio Perfil Benefici rio Portal Unimed Centro-Oeste e Tocantins

Manual do Usu rio Perfil Benefici rio Portal Unimed Centro-Oeste e Tocantins Manual do Usu rio Perfil Benefici rio P gina 1 de 13 1. Introdu 0 4 0 0o Est e do c u m e n t o te m co m o obj e ti v o de m o n s t r a r pa s s o a pa s s o as prin ci p a i s fu n ci o n a l i d a

Leia mais

PNV 292. Atos das mulheres. Tea Frigerio. São Leopoldo/RS

PNV 292. Atos das mulheres. Tea Frigerio. São Leopoldo/RS PNV 292 Atos das mulheres Tea Frigerio São Leopoldo/RS 2012 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal 1051 93121-970 São Leopoldo/RS Fone: (51) 3568-2560 Fax:

Leia mais

"Dorme enquanto eu velo"

Dorme enquanto eu velo poesia: Fernando Pessoa q = 60 6 "Dorme enquanto eu velo" para voz e piano legato Dor Patrícia Lopes J - me en. quan - to eu ve - lo Dei - xa me -. - so nhar 11. Na - da'em mim é ri - so - nho. 1. Que

Leia mais

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 Comentário da Redação Nes te ano, a pro va de Re da ção da Uni camp foi ex ce len te. Em pri me i ro lu gar, pelo res pe i to ao for ma to tra di ci o nal

Leia mais

Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País

Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País Belo Horizonte/MG, 21 de junho de 2010 Segmentação A s eg mentação es tá pres ente em todos os mercados, incluindo o mercado do turis mo;

Leia mais

Técnicas de Linearização de Sistemas

Técnicas de Linearização de Sistemas EA66 Pro. Vo Ze DCA/FEEC/Uc éccs e Lerzção e Sses Iroção ese óco vos recorrer reqüeeee éccs e lerzção e sse ão-ler e oro e oo e oerção. Iso ere qe o sse ler resle se lso co se s oeross erres e álse váls

Leia mais

P articipação social n o en fren tam en to ao álcool e ou tras drog as.

P articipação social n o en fren tam en to ao álcool e ou tras drog as. I I O F I C I N A PA R A I N ST R U M E N T A L I Z A Ç Ã O D O S M A T R I C I A D O A R E S E M SA Ú D E M E N T A L P articipação social n o en fren tam en to ao álcool e ou tras drog as. M o rg an

Leia mais

O S I S T E M A P R O P O R C I O N A L N O N O V O Q U A D R O P O L Í T I C O E U R O P E U. A n t o n i o P a i m

O S I S T E M A P R O P O R C I O N A L N O N O V O Q U A D R O P O L Í T I C O E U R O P E U. A n t o n i o P a i m 1 O S I S T E M A P R O P O R C I O N A L N O N O V O Q U A D R O P O L Í T I C O E U R O P E U S U M Á R I O A n t o n i o P a i m I n t r o d u ç ã o 1. S i s t e m a p ro p o r c i o n a l n a E u r

Leia mais

Vieiras com palmito pupunha ao molho de limão

Vieiras com palmito pupunha ao molho de limão Vs o to nh o oho d ão Oá, ss ntd fo ns dos tos fz s gost. Aé d nd dd, obnção d sbos sson té os s xgnts. A t s dfí v s onsg vs fss. Ingdnts: 1 to nh; 3 dúzs d vs; s nt t; d do. Modo d fz: t s tbhos é bs

Leia mais

1. Dorme, neném. œ» ======================= & 2 G ======================= & «Œ. « mãe. tão ======================= & ˆ« ção.

1. Dorme, neném. œ» ======================= & 2 G ======================= & «Œ. « mãe. tão ======================= & ˆ« ção. »» ======================= & 2 4 _ Dor me, ne 1. Dorme, neném ném, Letr: Pe. José Dis ourt SSP Músic: Ir. Egnd Roch II Soo: Edur Tostto d Mtt ======================= & Que m mãe Dor es _ tá me fe qui.

Leia mais

Resolução feita pelo Intergraus! Matemática Aplicada FGV 2010/

Resolução feita pelo Intergraus! Matemática Aplicada FGV 2010/ FGV MATEMÁTICA APLICADA DEZEMBRO/2009 01. Uma pes qui sa fe i ta em 46 pa í ses e pu bli ca da pela re vis ta The Eco no mist mos tra que, se trans for ma mos a mo e da de cada país para dó lar e cal cu

Leia mais

Missa Nossa Senhora do Brasil

Missa Nossa Senhora do Brasil é%0'.m> }JÍU Pe. José Alves Mssa Nossa Senhoa do Basl PARTTURA Paa 3 vozes guas e Assebléa (*) (*) A pate paa Assebléa é edtada sepaadaente " en cha A 10. Publcado pela: Cossão Aqudocesana de Músca Saca

Leia mais

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA Rosário Mauritti Resumo Este artigo começa por analisar a influência das origens sociais nas trajectórias de

Leia mais

Quero um Novo Lar پ0 3 پ0 3 پ0 3 پ0 3 پ0 3 پ0 0 پ0 0 پ0 3پ0 0 پ0 3 پ0 0

Quero um Novo Lar پ0 3 پ0 3 پ0 3 پ0 3 پ0 3 پ0 0 پ0 0 پ0 3پ0 0 پ0 3 پ0 0 1 3 پ0 7 _ پ0 7 _ پ0 7 _ & 4 7 A. ز E 7 1 j j پ0گ7? 4 n #_ n _ L? Mi - nha ca -sa e -ra ve - ha nپ0ٹ0o po - di - a su - por - tar پ0ˆ7. _ eu me 4 پ0 7 پ0 8 & E 7 G 6 /A A _.. nnn_ n پ0ˆ7_ j j j j G j پ0گ7

Leia mais

AVALIAÇÃO DA FERTILIDADE DO SOLO. Prof. Dr. Reges Heinrichs UNESP - Dracena

AVALIAÇÃO DA FERTILIDADE DO SOLO. Prof. Dr. Reges Heinrichs UNESP - Dracena AVALIAÇÃO DA FERTILIDADE DO SOLO Prof. Dr. Reges Heinrichs UNESP - Dracena 2010 Introdução Inicialmente: realizada de forma subjetiva e empírica como referência o desenvolvimento da vegetação. Atualmente:

Leia mais

Construmat Barcelona

Construmat Barcelona Construmat Barcelona 20 a 24/04/2009 Realização Salvador Benevides Diretor de Rel açõ es Int ernaci onais e Co orden ad or do Pr oj et o de In ov açã o Tecn ológic a da CB IC Coordenação Alexandre Luis

Leia mais

UNICAMP 2012 (2ª Fase)

UNICAMP 2012 (2ª Fase) 1. Re so lu ção (se rá con si de ra do ape nas o que es ti ver den tro des te es pa ço). a)...in te res se do pú bli co (L1): Tra ta-se de um subs tan ti vo pos to que de ter mi na do pe lo ar ti go o,

Leia mais

Entidades autorizadas a exercer a atividade de transporte de doentes e respetivos veículos

Entidades autorizadas a exercer a atividade de transporte de doentes e respetivos veículos Tipo de entidade Rótulos de Linha 3101 Cruz Vermelha Portuguesa - Delegação De Aldreu 96-46-HD 37-36-XP 66-NX-49 75-IS-24 78-32-MM 3102 Cruz Vermelha Portuguesa - Delegação De Amares 25-98-LI 03-88-QU

Leia mais

A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Edição Nº Nº 030/2012 00034 Sexta-Feira Quit-Feira 22 08 de de Fevereiro Março de 2012 2013 A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

Leia mais

White Paper. Datas Comemorativas. Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais

White Paper. Datas Comemorativas. Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais Datas Comemorativas White Paper Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais As datas comemorativas podem ser exploradas para rentabilizar o seu comércio, seja ele físico ou online. Dedique

Leia mais